Carlos & Eu
Identidade X Alteridade
TAO da poesia
Os mundos de dentro de Drummond
Os pseudônimos mais utilizados foram: Antonio Crispim, Aluízio Goulart, Hugo de Figueiredo, Leandro Sabóia, Ney Miranda, Paulo de Freitas e Policarpo Quaresma Neto.
http://publicacoes.unigranrio.edu.br/index.php/reihm/article/view/5765
Casa fria, de apartamento. Paredes muito brancas, de uma aspereza em que dá gosto passar a mão (...)
Antes de Carlos
ANOS 70
Canção
Flor da idade
ANOS 80
Na meia idade
Em 2002
Em 2020
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E é por admitir esta noção de velho, consciente e alegremente, que ele hoje se despede da crônica, sem se despedir do gosto de manejar a palavra escrita, sob outras modalidades, pois escrever é sua doença vital, já agora sem periodicidade e com suave preguiça. Ceda espaço aos mais novos e vá cultivar o seu jardim, pelo menos imaginário.
A Mão Visionária,
Xô mosquitinho
Xô mosquitinho
Xô mosquitinho
A moça da casa verde
Arregaçando o vestido
Descerrando as pernas brancas
Mais acima dos joelhos
As coxas se arredondando
O escuro encaracolado
Bosque, floresta encantada (...)
SÃO PAULO — Em 1958, Carlos Drummond de Andrade publicou, no “Correio da Manhã”, o poema “A um bruxo, com amor”. Os versos passeiam pela obra de Machado de Assis, lembram alguns de seus personagens — “Marcela, a rir com expressão cândida”, “Capitu, (olhos) abertos como a vaga do mar lá fora” — e elogiam a agudeza do Bruxo do Cosme Velho (apelido que Drummond ajudou a espalhar):
“Outros leram da vida um capítulo, tu leste o livro inteiro.”
Depois de Carlos
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O TAO da Poesia
E bastaria o silêncio......
Aos leitores, gratidão �essa palavra-tudo!