Atividade de Língua Portuguesa 1º ano- Noturno
Querido (a) estudante,

Essas atividades são uma pequena parcela do vasto campo de saberes ao qual estamos inseridos e pretendem proporcionar uma rotina de estudos e uma aproximação de vocês com a escola.

Bons estudos!

Professora Dilma Marta.
Escreva seu nome completo *
Turma que você estuda: *
Leia o texto e responda às questões de 1 a 3.
1- O texto tem a finalidade de: *
2- Esse texto demonstra um desafio para a sociedade contemporânea e exige uma combinação entre: *
3- Quanto a esse texto, é correto afirmar que: *
Leia o texto abaixo :
CIDADANIA, DIREITO DE TER DIREITOS

Cidadania é o direito de ter uma ideia e poder expressá-la. É poder votar em quem quiser sem constrangimento. [...] Há detalhes que parecem insignificantes, mas revelam estágios de cidadania: respeitar o sinal vermelho no trânsito, não jogar papel na rua, não destruir telefones públicos.
Por trás desse comportamento está o respeito à coisa pública. [...] Foi uma conquista dura. Muita gente lutou e morreu para que tivéssemos o direito de votar.


DIMENSTEIN, Gilberto. Disponível em:https://drive.google.com/file/d/0BzPewewkSxkzUkpmSkljOTY1d
1k/edit. Acesso em: 20 de fev. 2021 (adaptada).
4-O trecho que indica uma opinião sobre a cidadania é. *
Para responder às questões 5, 6 e 7, leia o texto abaixo.
Goiabada
Carlos Heitor Cony

Goiabada tinha cara de goiabada mesmo. Fica difícil explicar o que seja uma cara de goiabada, mas qualquer pessoa que se defrontava com ele, mesmo que nada dissesse, constataria em foro íntimo que Goiabada tinha cara de goiabada.
Eu o conheci há tempos, quando jogava pelada nas ruas da Ilha do Governador. Ele se oferecia para a escalação, mas quase sempre era rejeitado. Ruim de bola, era bom de gênio.
[...]
Perdi-o de vista, o que foi recíproco. Outro dia, parei num posto para abastecer o carro e um senhor idoso me ofereceu umas flanelas, dessas de limpar para-brisa. Ia recusar, mas alguma coisa me chamou a atenção: dando o desconto do tempo, o cara tinha cara de goiabada. Fiquei indeciso. Não podia perguntar se ele era o Goiabada, podia se ofender, não havia motivo para tanta e tamanha intimidade.
[...]
O tanque do carro já estava cheio, e o novo Goiabada, desanimado de me vender uma flanela, ia se retirando em busca de freguês mais necessitado. Perguntei quantas flanelas ele tinha. Não sabia, devia ter umas 40, não vendera nenhuma naquele dia. Comprei-lhe todas, ele fez um abatimento razoável. E ficou de mãos vazias, olhando o estranho que sumia com suas 40 flanelas e nem fizera questão do troco.

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz1111200803.htm
5- O fato que gerou a história narrada foi: *
6- No trecho “Outro dia, parei num posto para abastecer o carro 𝗲 um senhor idoso me ofereceu umas flanelas [...]”, o termo em negrito. *
7- Ao iniciar o texto com a frase – “Goiabada tinha cara de goiabada mesmo”, o produtor causa no leitor. *
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