Relação afectiva homossexual e bissexual: Atitudes Sexuais e Vinculação Amorosa

No âmbito do Mestrado em Psicologia, Aconselhamento e Psicoterapia, da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, encontro-me a desenvolver a Dissertação de Mestrado sob o tema “Relação afectiva homossexual e bissexual: Atitudes Sexuais e Vinculação Amorosa”.
Venho, deste modo, solicitar a sua colaboração no presente estudo por meio do preenchimento dos questionários abaixo referidos, informando que não existem respostas certas ou erradas, pelo que solicito que responda em função de si e das suas experiências, apelando, assim, à sua sinceridade.
Informo, ainda, que os questionários são anónimos e as respostas confidenciais e facultativas, destinando-se única e exclusivamente a fins estatísticos.
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    Não preciso de estar comprometido com uma pessoa para ter relações sexuais com ela.
    As relações sexuais ocasionais são aceitáveis.
    O sexo torna-se melhor à medida que as relações progridem.
    Gostaria de ter relações sexuais com muitos parceiros.
    O sexo é melhor quando nos “deixamos ir” e nos centramos no nosso próprio prazer.
    As “aventuras sexuais” de uma só noite são, por vezes, muito agradáveis.
    É correcto ter relações sexuais com mais do que uma pessoa no mesmo período de tempo.
    O sexo é a forma mais íntima de comunicação entre duas pessoas.
    É correcto influenciar uma pessoa para ter relações sexuais sem fazer quaisquer promessas para o futuro.
    O sexo é, em primeiro lugar, obter prazer através do outro.
    As relações sexuais como simples troca de “serviços” são aceitáveis desde que ambos os parceiros estejam de acordo.
    O melhor sexo é o que se faz na ausência de quaisquer “compromissos”.
    Um encontro sexual entre duas pessoas profundamente apaixonadas é a forma mais sublime de interacção humana.
    A vida teria menos problemas se as pessoas tivessem relações sexuais de modo mais livre.
    O sexo é, principalmente, uma actividade física.
    É possível gostar de ter relações sexuais com uma pessoa não gostando muito dessa pessoa.
    Na sua melhor expressão, o sexo parece ser a fusão de dois “seres”.
    O sexo é mais divertido com alguém que não amamos.
    O orgasmo é a melhor experiência do mundo.
    É correcto “pressionar” alguém a ter relações sexuais.
    É bom ter uma prolongada experiência sexual pré-marital.
    Durante as relações sexuais, o conhecimento intenso do parceiro é o melhor “estado de espírito”.
    As “aventuras extraconjugais” são aceitáveis desde que o nosso parceiro não saiba nada delas.
    O sexo só pelo sexo é perfeitamente aceitável.
    O sexo é, geralmente, uma experiência intensa e absorvente.
    Sentir-me-ia confortável tendo relações sexuais com o meu parceiro na presença de outras pessoas.
    O sexo é, principalmente, uma função corporal, tal como comer.
    A prostituição é aceitável.
    O sexo apenas como forma de “descarga” física é bom.
    O sexo sem amor não faz sentido.
    O sexo é uma parte muito importante da vida.
    As pessoas deviam, no mínimo, ser amigas antes de terem relações sexuais.
    O sexo é sobretudo um jogo entre machos e fêmeas.
    Para que o sexo seja bom é necessário ter sentido para as pessoas.
    Fazer sexo é, fundamentalmente, bom.
    A principal finalidade do sexo é darmo-nos prazer a nós mesmos.
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    O (a) meu (minha) namorado (a) respeita os meus sentimentos.
    Fico muito nervoso (a) se não consigo encontrar a(o) minha (meu) namorada (o).
    O apoio dela (e) não é importante para mim. Sei que sou capaz de resolver as coisas sozinho (a).
    Gostava de ser a pessoa mais importante para ela (e), mas não estou certo (a) de que assim seja.
    A (o) minha (meu) namorada (o) compreende-me.
    Só consigo enfrentar situações novas, se ela (e) estiver comigo.
    É-me indiferente quando ela (e) prefere passar o tempo com outras pessoas.
    Às vezes sinto admiração por ela (e), outras vezes não.
    Fico irritado (a) quando combinamos coisas juntos e ela (e) não pode estar comigo.
    Não sei o que me vai acontecer se a nossa relação terminar.
    Na minha vida, a minha relação de namoro é secundária.
    Sei que posso contar com a (o) minha (meu) namorada (o) sempre que precisar dela (e).
    Sinto-me posto (a) de lado, quando ela (e) decide passar o tempo com outras pessoas.
    Discutir assuntos com ela (e) é uma perda de tempo e não leva a lado nenhum.
    Quando não podemos estar juntos sinto-me abandonado (a).
    Para me sentir bem comigo próprio (a), são mais importantes outras coisas do que a (o) minha (meu) namorada (o).
    Desagrada-me a maneira de ser da (o) minha (meu) namorada (o).
    Sei que, se a minha relação terminar, isso não me vai afectar muito.
    Ela (e) dá-me coragem para enfrentar situações novas.
    Fico furioso (a) quando preciso do apoio da (o) minha (meu) namorada (o)e não posso contar com ela (e).
    Eu e a (o) minha (meu) namorada (o) é como se fôssemos um só.
    Fico muito nervoso (a) quando penso que posso perder a (o) minha (meu) namorada (o).
    Prefiro que ela (e) me deixe em paz e não ande sempre atrás de mim.
    Não gosto de lhe pedir apoio porque sei que nunca me compreenderia.
    Ela (e) tem uma importância decisiva na minha maneira de ser.
    Tenho sempre a sensação de que a nossa relação vai terminar.
    Sempre achei que, apesar de gostar da (o) minha (meu) namorada (o), não vou sentir muito a falta dela (e) se a relação terminar.
    Às vezes acho que ela (e) é fundamental na minha vida, outras vezes não.
    Confio nela (e) para me apoiar em momentos difíceis da minha vida.
    Quando tenho problemas, nem sempre gosto de procurar a (o) minha (meu) namorada (o).
    Tenho dúvidas se sou realmente importante para ela (e).
    Quando não podemos estar juntos, eu não sei o que fazer.
    Quando tenho um problema, só o facto de pensar nela (e) põe-me mais calmo (a).
    Não preciso dos cuidados da (o) minha (meu) namorada (o).
    A (o) minha (meu) namorada (o) faz-me sentir bem comigo próprio (a).
    Ela (e) desilude-me muitas vezes.
    As minhas conversas com ela (e) não me trazem nada de novo.
    Quando vou a algum sítio desconhecido, sinto-me melhor se ela (e) estiver comigo.
    Apesar de a minha relação ser importante, muitas vezes sinto-me sozinho (a).
    Quando algo de grave acontece comigo, prefiro não estar perto dela (e).
    Ela (e) não me dá a atenção de que eu gostaria.
    A (o) minha (meu) namorada (o) aceita-me como eu sou.
    Apesar de haver coisas de que não gosto na (o) minha (meu) namorada (o), no fundo eu gostaria de ser como ela (e).
    Quando tenho um problema, prefiro ficar sozinho (a) a procurar a (o) minha (meu) namorada (o).
    Não me preocupa se não pudermos estar juntos durante as férias.
    Gostava que ela (e) me ligasse mais.
    Tenho medo de ficar sozinho (a), se perder a (o) minha (meu) namorada (o).
    As relações terminam sempre, mais vale eu não me envolver.
    A (o) minha (meu) namorada (o) só pensa em si própria (o).
    É fundamental para mim que ela (e) concorde com aquilo que eu penso.
    Ela (e) é apenas mais uma das pessoas com quem estou no dia-a-dia.
    A (o) minha (meu) namorada (o) incentiva-me a fazer coisas diferentes.
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