Memória Descritiva do cartaz do dia da Filosofia
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A. Objetivos
A memória descritiva deve ser encarada como um discurso do designer para o cliente. O discurso deve ser cuidado e direto, sem recorrer a tópicos e sem perder a coesão e a coerência. Normalmente, utiliza-se a 3ª pessoa, em construção passiva ou indefinida (foi realizado; procedeu-se; fez-se, etc.).
Nº e Nome do(s) Autore(s)
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Introduzir link da imagem (Google Drive/ DropBox/Blogger, etc.)
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INTRODUÇÃO: Na Introdução, referem-se genericamente as caraterísticas do objeto em causa. Também podem ser feitas referências a autores ou mesmo à história do objeto, tendo sempre em conta o destinatário do documento, que é o cliente.
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DESENVOLVIMENTO: O que é que se pretende com o cartaz? Que mensagem se quer transmitir com o cartaz? Nesta parte, procede-se à descrição detalhada do objeto, o que implica referência ao formato, ao layout, às cores, às proporções e aos alinhamentos. Devem ser apresentadas sobretudo justificações de ordem estratégica e criativa. Importa igualmente evidenciar a gestão de processos, como códigos de cor, consistência, simplicidade, funcionalidade, inovação, etc. A ordenação do discurso deve ter em conta a metodologia e a lógica da comunicação que se pretende.
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CONCLUSÃO: A aqui deve fazer-se o balanço da execução do trabalho e refletir sobre o seu impacto (por exemplo: como é que foi recebido pela comunidade escolar? Houve algum feed-back por parte das pessoas que viram o cartaz?)
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