Será a realidade mais real que a ficção? Ou esta ultrapassa-a?
A vida é um palco onde actuamos? E um palco, permite-nos vida verdadeira?
O absurdo e a poesia podem existir conjuntamente?
Teatro, etimologicamente, é o "lugar onde se vê"
Neste, personagens deambulam "como num sonho".
Procuram respostas para o drama da sua existência.
Ou serão perguntas? Sinais? Pistas? Mensagens? Símbolos? Nem tanto...
Nada. Às vezes nada. Pensar, nada.
Já estiveste alguma vez num deserto?
Os desertos crescem..
Ficha técnica
A partir de textos das peças "Pervertimento" e "Outros gestos para nada"
de José Sanchis Sinisterra.
Encenação e Dramaturgia : Carlos Nicolau Antunes
Assistente de encenação: Gonçalo Gabriel
Co-criadores e intérpretes: Adriana Lopes, Artur Correia, Bárbara Marques, Carlo Muñoz, Carolina Bebiano, Cassiano Simões, Daniel Pereira, Gonçalo Gabriel, Inês Quintas, Jini Afonso, Raquel Calisto e Tomás Alvarenga
Saxofone: Tomás Alvarenga
Sintetizador de sons: Daniel Pereira
Apoio técnico de som e luz: Pedro Blanc
Apoio à produção: António Gonzalez e Nuno Amarante