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A maioria da população brasileira, 67%, defende a manutenção das atuais leis e políticas de incentivo às atividades culturais, aponta pesquisa Datafolha. Ao mesmo tempo, as opiniões se dividem quando o assunto é a intervenção do presidente em projetos que tenham apoio governamental.Enquanto 45% acreditam que filmes e espetáculos que contam com incentivos do tipo deveriam ser aprovados pessoalmente por Jair Bolsonaro, 49% são contra tais intervenções. Como a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, há um empate técnico no limite dessa margem. Os outros 6% dos entrevistados não souberam responder a pergunta.
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Após as recentes declarações do presidente Jair Bolsonaro (PSL) à Folha, a saída do diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, é tratada internamente como quase irreversível. Valeixo, no entanto, está até o momento decidido a não pedir demissão e aguardar a definição sobre sua exoneração. Mesmo que a "poeira volte a baixar", frase que tem sido muito usada por dirigentes da polícia, a avaliação interna é que a demissão já está certa.Em um processo de fritura política a cada dia por Bolsonaro, o ministro da Justiça, Sergio Moro, deve enfrentar uma batalha para emplacar o substituto de Valeixo no principal cargo da PF.
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Preso há um ano, depois da tentativa de assassinato do então candidato Jair Bolsonaro (PSL), Adélio Bispo de Oliveira, 41, mantém fixa a ideia de matar o atual presidente da República e também Michel Temer (MDB), que ocupou o Planalto de 2016 a 2018.O desejo é reiterado por ele no presídio federal de Campo Grande (MS), como mostram laudos psiquiátricos e documentos no processo judicial aberto após a facada em Bolsonaro. O crime, cometido durante um ato de campanha em Juiz de Fora (MG), completa um ano nesta sexta-feira (6).O autor se recusa a receber tratamento para controlar o transtorno delirante persistente, doença mental com a qual foi diagnosticado, e ameaça matar Bolsonaro e Temer para cumprir uma missão que ele diz ter recebido de Deus.
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Em fase de ajustes finais no Ministério da Economia, a reforma administrativa que será apresentada pelo governo Jair Bolsonaro deve prever o fim da estabilidade para a maioria dos servidores públicos, uma drástica redução no número de carreiras, salários mais alinhados com o setor privado, rigorosa avaliação de desempenho e travas para as promoções.Em entrevista à Folha, o secretário especial adjunto de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, Gleisson Rubin, apresentou as diretrizes que o governo pretende incluir no pacote que será enviado ao Congresso neste semestre.A reforma criará uma linha de corte para um modelo de serviço público totalmente novo. Com isso, as principais mudanças valerão apenas para aqueles que se tornarem servidores após a aprovação pelo Congresso. Os que já atuam no Executivo manterão a maior parte das prerrogativas, mas também serão afetados por mudanças pontuais.
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Fundada por jesuítas em 1554, São Paulo cresceu repleta de igrejas. No último quarto de século, porém, os templos se multiplicaram em velocidade inédita: cerca de cem ao ano, passando de 3.346, em 1995, para 5.779, segundo dados da prefeitura. Por trás da explosão —um salto de 73%, considerando apenas os espaços oficialmente inscritos como igrejas— está um movimento de mudança no perfil religioso da cidade e do país, em que a cerimônia dos padres deu espaço à linha carismática dos pastores.
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Nos últimos dez anos, São Paulo vem reduzindo o número de homicídios. O estado, no entanto, tem falhado em impedir as mortes violentas de adolescentes de entre 15 e 19 anos, que se mantiveram no mesmo patamar. A faixa etária tem 85% mais chance de ser vítima e a capital concentra a maior parte dos casos. De 2008 a 2017, a taxa de homicídios da população como um todo, por 100 mil habitantes, caiu de 15,3 para 10,6.Nesse mesmo período, no entanto, a taxa de homicídios de adolescentes cresceu de 19,1 para 19,6 por 100 mil habitantes. Foram mais de 6.800 adolescentes vítimas na última década. Só em 2017, entraram para a estatística 623 meninos e meninas.
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