Avaliação P1 4º bimestre de Língua Portuguesa 16 PA
A prova deve ser realizada em 50min. a contar do horário de sua abertura.
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A matemática salva Pedro de um naufrágio
Chegado à fronteira, que era à margem de um lago, Pedro tomou um navio para prosseguir viagem. A travessia, que começou bem, terminaria quando chegassem a outra margem. Mas, de repente, ergueu-se forte tempestade e a embarcação, velha e muito carregada, não suportando a violência do vento e das águas, começou a afundar.
O capitão gritava:
– Baixem os barcos salva-vidas! Primeiro as mulheres e as crianças!
Assim fizeram e quando todas as mulheres e crianças estavam a salvo, no último salva-vidas, restava um único lugar.
– O lugar é para o mais velho dos homens! – ordenou o capitão.
Vocês podem não acreditar, mas quem se adiantou para tomar o lugar foi justamente Pedro Malasartes.
– O quê?! – gritou furioso o comandante. Então, você, um meninote, quer fazer-se passar por mais idoso do que esses senhores de cabelos brancos?!
– E sou mesmo mais idoso do que eles. Posso provar!
– Então, vamos depressa, pois não há tempo a perder. Qual é a prova que oferece?
Pedro voltou-se para o mais idoso dos passageiros, um velho tão adiantado em anos que mal se sustinha em pé, apoiado a uma bengala e perguntou:
– Em que ano nasceu o senhor?
– Em 1865, respondeu o velho.
– E não há aqui ninguém nascido antes? Não? Não há! Pois então, sou mesmo o mais velho. Ele nasceu em 1865 e eu nasci em 1966. Ora, diga-me o senhor, capitão, que é instruído e muito viajado: que ano é mais velho para a contagem da História do mundo, em 1865 ou 1966? Claro que o de novecentos é mais velho que o de oitocentos! Portanto, minha gente, felicidades!! Passem bem, que já vou indo. Adeus!
Saltou para o barco e rapidamente fez com que ele se afastasse do navio em perigo. Verdade que inutilmente, porque a tempestade cessou e o navio, livre da maior parte da carga, foi levado mansamente até a praia da margem fronteira.
Mas a esse tempo Pedro já desembarcara. Estava até continuando sua viagem, desta vez dentro de um carro. Atravessava uma floresta escura e úmida, ao fim da qual chegaria à capital do país dos homens ambiciosos.
DONATO, Hernâni. Novas aventuras de Pedro Malasartes. São Paulo: Melhoramentos, 1990. p. 46-47.

GLOSSÁRIO
sustinha: mantinha.

1- Geralmente, o título é atrativo à leitura do texto. É o caso do título desse texto? Que gênero textual é esse?
7 points
2-A característica do personagem Pedro Malasartes que pode ser percebida nessa e em outras histórias é *
7 points
3- Quais foram as causas de o navio ter começado a afundar? *
7 points
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4- Transcreva, do primeiro e do último parágrafo, trechos comprovando que o episódio narrado aconteceu no meio de uma viagem realizada por Pedro. *
7 points
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5- Marque a alternativa correta. Pedro Malasartes *
7 points
6- Transcreva a frase que revela que Malasartes não precisaria ter usado sua astúcia para se salvar do naufrágio. *
5 points
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7- Assinale a alternativa que traz informações coerentes sobre o espaço e o tempo na narrativa.
I. As referências a espaço são vagas, por exemplo: “Chegado à fronteira, que era à margem de um lago” e “Atravessava uma floresta escura e úmida, ao fim da qual chegaria à capital do país dos homens ambiciosos”.
II. Os espaços são bem definidos: primeiramente, dentro de um navio, num lago. Depois, dentro de um carro, numa floresta.
III. Há menção de tempo nas indicações de anos: 1865 e 1966.
IV. As referências a tempo não são claras, indicadas apenas por meio da sucessão de ações do personagem.
*
5 points
8-O gênero textual conto mantém uma estrutura básica da narrativa. Relacione os fatos ocorridos que apresentam essas estruturas no conto lido.
1) Ordem existente
(2) Ordem perturbada
(3) Ordem restabelecida

5 points
9- Que sentido é estabelecido neste fragmento do texto em consequência da pontuação utilizada? “– O quê?! – gritou furioso o comandante. Então, você, um meninote, quer fazer-se passar por mais idoso do que esses senhores de cabelos brancos?!” *
5 points
10-Nos trechos a seguir, transcreva as expressões que poderiam substituir a palavra destacada.
a) A travessia, QUE começou bem, terminaria quando chegassem a outra margem.

Gabarito: a travessia
b) “Chegado à fronteira, QUE era à margem de um lago, Pedro tomou um navio para prosseguir viagem.”

Gabarito: a fronteira
c) “Ora, diga-me o senhor, capitão, QUE é instruído e muito viajado...”

Gabarito: o senhor
d) “Saltou para o barco e rapidamente fez com QUE ele se afastasse do navio em perigo.”

Viagem à Grécia Bem-vindos à terra dos deuses, filósofos e artistas

No mundo antigo, não havia um país chamado Grécia. Havia apenas as póleis (plural de pólis), cidades gregas que viviam completamente independentes umas das outras. Elas funcionavam como minúsculos países localizados em campos férteis, separados por montanhas difíceis de atravessar. Por isso, o principal contato entre as póleis se estabelecia pelo mar.
Comecemos nossa visita à cidade grega pelo Ginásio: o local para a prática de esportes. Como os gregos eram apaixonados por esportes, toda pólis tinha o seu Ginásio. Os torneios eram uma homenagem aos deuses. E por falar em deuses, vamos subir até a acrópole. A acrópole — o lugar mais alto e fortificado da pólis — abrigava os monumentos religiosos. A religião era muito importante na Grécia e estava presente em todos os momentos da vida das pessoas. Quando uma criança nascia, por exemplo, ela devia ser apresentada a Héstia, a deusa do lar. Além disso, para os gregos, a natureza estava repleta de ninfas — divindades belas, jovens e mortais. Dessa forma, quando alguém derrubava uma árvore, estava matando a ninfa que morava dentro dela.
Continuando nossa viagem, vamos ao Odeão. Nesse prédio, aconteciam as representações teatrais. Os gregos não se destacavam apenas no teatro, mas também na escultura e na arquitetura. Seus templos eram decorados com belas estátuas e colunas. Esses prédios tão bonitos eram públicos. Essa é uma das principais diferenças entre a civilização grega e outras civilizações antigas, em que tudo podia ser decidido pelo rei sem ouvir a comunidade. Já na pólis, tudo era resolvido pelos cidadãos em assembleias. “Os gregos passavam muito tempo nas ruas, trocando ideias, sabendo notícias”, conta o professor Manuel Rolph, da Universidade Federal Fluminense.
Depois dessa viagem, você deve estar se perguntando: por que precisamos conhecer um povo que viveu há tanto tempo? Os costumes gregos influenciaram muitas outras culturas, inclusive a nossa. Além disso, os pensadores gregos produziram obras que são estudadas até hoje em todo mundo.

Fernanda Marques. “Instituto Ciência Hoje/RJ”. Disponível em: <http://chc.cienciahoje.uol.com.br>.
12- “Bem-vindos à terra dos deuses, filósofos e artistas”. A que terra o texto se refere?
5 points
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13- Identifique o propósito do texto:
5 points
14- Segundo o texto, as póleis eram as cidades gregas no mundo antigo. A respeito delas, não se pode afirmar que:
5 points
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