Vestibular Online UniCambury 2021-1
INSTRUÇÕES:
Leia atentamente todas as instruções a seguir para realizar a sua Redação:

I - Na redação você deve ater-se ao seguinte:
1.1 O texto da redação deve ser do tipo dissertativo (a dissertação é um modelo de texto que serve para expor ideias e pontos de vista sobre um determinado tema);
1.2 Dê um título à sua redação.

II - A prova de redação apresenta coletâneas de textos que servem como embasamento para a sua redação.
2.1 As informações podem ser retiradas da coletânea de textos bases, porém, o candidato não pode copiar um trecho específico do texto – esse tipo de atitude é vista como paráfrase e será desconsiderada na correção.

III – Cuidado com o plágio, que acontece quando uma pessoa copia o trabalho de outra e não coloca os créditos para o criador original. Logo, textos copiados da internet e/ou de algum autor serão desconsiderados na correção da redação.
3.1 Caso a redação seja toda de textos copiados de outros autores terá a pontuação zero.

IV - Escolha um dos temas a seguir e escreva uma redação dissertativa (de no mínimo 10 linhas e máximo de 20 linhas), argumentando de forma convincente a defesa do seu próprio ponto de vista acerca do o assunto.

V – Na Correção da redação observar-se-á a regra gramatical da Língua Portuguesa.
Escreva um texto do tipo dissertativo escolhendo um dos temas a seguir:

TEMA 01: DESIGUALDADE SOCIAL NO BRASIL: COMO MUDAR ESSE CENÁRIO PÓS-PANDEMIA - ENTREGADOR É VÍTIMA DE RACISMO EM CONDOMÍNIO DE LUXO DE GOIÂNIA

Uma moradora de um condomínio de luxo, em Goiânia (GO), insultou e impediu um motoboy de realizar uma entrega na sua casa por ser negro. Elson Oliveira foi alvo de xingamentos racistas durante a tentativa de entrega de um hambúrguer.

A agressora mandou mensagens para a gerente do estabelecimento pedindo para trocar de entregador. “Esse preto não vai entrar no meu condomínio. Manda outro motoboy que seja branco”, escreveu a moradora. Na troca de mensagens, a gerente se nega a fazer a troca.

“Como vocês sabem, eu gerencio a hamburgueria do meu irmão. Ontem, no final da noite, tivemos um pedido no Aldeia do Vale e quando o entregador estava chegando lá, pedi para que ela liberasse a portaria para que ele pudesse entrar. Tive essas palavras como resposta”, publicou a gerente, divulgando a conversa no perfil da hamburgueria.

Fonte:https://noticias.r7.com/cidades/entregador-e-vitima-de-racismo-em-condominio-de-luxo-de-goiania-28102020

TEMA 02: PANDEMIA AUMENTA INTERESSE POR CURSOS NÃO PRESENCIAIS, DIZ PESQUISA.
As restrições ao ensino presencial, imposta para conter a disseminação da Covid-19, fizeram os cursos superiores na modalidade à distância ganharem força. É o que aponta um estudo da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES).

Segundo o levantamento, apenas 7% dos futuros alunos entrevistados disseram que pretendem iniciar um curso presencial ainda em 2020. No caso do Ensino a Distância, o percentual vai a 30%. Entre estudantes matriculados atualmente, 45% afirmaram que seguirão os estudos independentes do cenário do ensino presencial. No Ensino a Distância, esse número sobe para 60%.

Para não interromper as aulas, as faculdades migraram as disciplinas para modalidades remotas. Entre os estudantes de cursos presenciais, 82% disseram que estão tendo aulas à distância. De acordo com o estudo, embora 67% avaliem como positiva a experiência com ensino a distância, 73% manteriam a decisão pelas aulas presenciais. Apenas 3% disseram que migrariam definitivamente para a modalidade à distância.

Para o presidente da ABMES, Celso Niskier, a pandemia acelerou um processo que já vinha ocorrendo na educação superior, que é um aumento do ingresso de novos estudantes na modalidade à distância. De acordo com a ABMES, o Brasil terá mais alunos do ensino superior estudando na modalidade a distância do que na presencial em 2022. Antes, a projeção da entidade é que isso ocorreria em 2023.

O levantamento foi feito em parceria com a empresa de pesquisas educacionais Educa Insights. Ao todo, foram entrevistados 644 estudantes e 963 potenciais alunos entre os dias 28 e 31 de maio.

Fonte:https://altairtavares.com.br/pandemia-aumenta-interesse-por-cursos-nao-presenciais-diz

TEMA 03: A TRISTE REALIDADE DA VIOLÊNCIA À MULHER: VIOLÊNCIA DOMÉSTICA INTENSIFICA DURANTE A PANDEMIA

Apesar de a medida mais eficaz para conter o alastro da pandemia decorrente da COVID-19 seja permanecer em casa, outro grave problema de saúde pública surge: a intensificação de violência doméstica durante a pandemia.

A questão da violência à mulher sempre existiu ao redor do mundo e ganhou destaque nos últimos anos com a evolução do papel da mulher no ambiente social, político e profissional, bem como o aumento da penalidade na luta pela promoção da igualdade de direito.

Segundo o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, a quantidade de denúncias de violência contra as mulheres recebidas no canal 180 durante o período de isolamento cresceu quase 40% ao compararmos o mês de abril de 2020 e 2019.

A vulnerabilidade eleva o nível de insegurança dessas mulheres e faz com que sofram caladas na maioria das vezes.

A dura conclusão é que, apesar da evolução e das conquistas no decorrer dos anos, ainda há uma enorme batalha pela frente. A luta é de todos! A transformação da sociedade começa quando cada um de nós se conscientiza e começa a agir para um mundo melhor.
Fonte:https://saude.abril.com.br/blog/com-a-palavra/violencia-contra-a-mulher-a-pandemia-que-nao-cessa/

TEMA 04: Qual a importância da qualificação profissional no mercado de trabalho?

O diploma de um curso superior nem sempre é o bastante em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo. Para conquistar maior destaque e oportunidades na carreira, é importante investir em cursos para maior qualificação profissional, se aperfeiçoar e expandir seus conhecimentos.

As empresas têm buscado pessoas alinhadas às novas tendências dos mercados e dispostas a se manterem sempre atualizadas e preparadas para oferecer visões estratégicas ao negócio. Por isso, o diferencial está na determinação do profissional em agregar cada vez mais qualificações e experiências ao seu currículo.

O problema é que, muitas vezes, não é fácil conseguir conciliar a rotina profissional com cursos de especialização. Ao mesmo tempo, ficar estagnado provavelmente não vai render oportunidades de ascensão na carreira e você ainda corre o risco de perder o seu emprego para um concorrente mais preparado.

Para resolver esse dilema, é preciso estar atento a alguns detalhes antes de tomar sua decisão. A qualificação profissional é importante, pois mantém você sempre atualizado, ensina a lidar com novos desafios, redireciona sua carreira, permite que você conheça novas pessoas, otimiza o seu tempo e faz com que você seja reconhecido.

FONTE: Texto adaptado de https://vanzolini.org.br/weblog/2017/01/09/qual-importancia-da-qualificacao-profissional-no-mercado-de-trabalho/

TEMA 05: ALÉM DA DOENÇA, INFECTADOS PELO COVID-19 PRECISAM COMBATER PRECONCEITO.

Família COVID. Foi assim que Mariene Silva Moreno, 28 anos; o marido, Ricardo Bento da Silva, 31, e os filhos, Davi, de um mês; Pedro, de 3 anos; e Nicole, de 5, começaram a ser chamados e rotulados na vizinhança desde que a mulher contraiu o novo coronavírus. Mariene foi a primeira gestante com diagnóstico positivo para a COVID-19 a dar à luz no Hospital Regional da Asa Norte (Hran). Há pouco mais de um mês em casa, após passar pelo difícil período de isolamento social, a família de Planaltina ainda é ameaçada pela invisibilidade da doença, mesmo depois de todos terem refeito os testes e de os resultados darem negativo.
Até hoje passo por isso. Amigos que não querem pegar algo que estava na minha mão, porque dizem que está contaminada; pessoas dizendo que todos nós estamos com coronavírus. Ficam comentando e contando para os outros. Dentro da minha própria família, isso aconteceu. Gente que não quis conhecer o bebê, porque falou que ele estava infectado, desabafa Mariene. Os impactos do preconceito e da estigmatização social são inúmeros, do psicológico ao financeiro.

Autônoma e revendedora de itens de beleza, a mulher relata que as vendas caíram muito, porque as clientes pensam que o vírus estará nos produtos. Para algumas pessoas, eu tento explicar. Falo que refiz o teste, que deu negativo, que tomo todos os cuidados, assim como todos estão tomando. Mas tem muita gente que não entende. E as palavras de algumas pessoas doem, você observa que é por maldade, conta.
Depois de enfrentar uma árdua e, muitas vezes, solitária batalha contra o vírus, essa é a realidade encontrada por pacientes recuperados da doença. Não à toa, entre os mais de 27 mil curados da COVID-19 no DF é difícil dar nome, rosto e personalidade aos números. No começo, não queria falar com ninguém. Foi um processo doloroso. Primeiro, estava isolada em um período da maternidade no qual precisamos de ajuda. Não podia estar com o Davi, sentir o cheiro dele. Não podia estar com a minha família. E tinha sofrido no hospital, pensava que ia piorar a qualquer momento.

E, quando parece que tudo isso foi superado, vem o preconceito. Isso afeta, porque a gente precisa de apoio e não de crítica. Entendo o medo das pessoas, mas o vírus não dura para sempre, não vai ficar o resto da minha vida. É uma fase que termina, tem um ponto final, argumenta Mariene. Apesar da dor e do sofrimento é na companhia dos filhos e do marido que ela tem encontrado forças. É por eles que não desanimo e luto todos os dias.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a estigmatização social é a associação negativa entre uma pessoa ou um grupo de pessoas que compartilham certas características e uma doença específica. E se torna mais forte durante um surto ou uma pandemia. Isso pode significar que esses indivíduos são rotulados, estereotipados ou discriminados, recebem tratamento diferenciado ou experimentam uma perda de status devido à percepção de um vínculo entre eles e a doença. O tratamento negativo pode, ainda, afetar pessoas próximas, como cuidadores e familiares.

FONTE:https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2020/06/28/interna_cidadesdf,867474/alem-da-doenca-infectados-pelo-coronavirus-precisam-combater-preconce.shtml
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