Oficina de Cinema de Narrativas Originárias
O Festival Amazônia Doc.6 (3 em 1) promove Oficina de Narrativas Indígenas durante a sua programação. A proposta da oficina será́ realizada em uma vivência online ministrada por Graciela Guarani, pertencentes ao povo Guarani Kaiowá (MS), um dos povos do Brasil que possui uma das mais singulares espiritualidade.
“A oficina de Cinema Narrativas Originarias” possui como objetivo principal discutir as questões das povos originários, em especial as mulheres indígenas e suas relações com a terra a partir do acionamento poético e politico do audiovisual. Além da analise das imagens produzidas e um panorama teórico/empírico sobre essas praticas, propor que cada participante realize exercícios audiovisuais com a finalidade de produzir suas próprias cartografias/escritas de si e relações de pertencimento com sua ancestralidade e com o planeta como ser vivo.
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SOBRE A MINISTRANTE
Pertencente à nação Guarani Kaiowá, Graciela é produtora cultural, comunicadora, cineasta, curadora de cinema e formadora em audiovisual. Uma das mulheres indígenas pioneiras em produções originais audiovisuais no cenário Brasileiro, tem um currículo que inclui direção e roteiro em 6 curtas metragens, co-direção no longa "My Bloond is Red" (Needs Must Film), formadora no Curso Mulheres Indígenas e Novas Mídias Sociais- da Invisibilidade ao acesso aos direitos pela @onumulheresbr e TJ/MS – MS 2019, facilitadora na Oficina de Cinema – Ocupar a Tela: Mulheres, Terra e Movimento pelo IMS e Museu do Índio – RJ 2019, convidada como debatedora da Mesa redonda Internacional de Mulheres na Mídia e no Cinema na 70a. Berlinale - Berlin International Film Festival 2020, cineasta no processo criativo autoral de vídeos cartas intitulado Nhemongueta Cunha Mbaraete (Instituto Moreira Sales).
TEMÁTICAS
O olhar – Processo de construção de narrativas a partir do seu entorno, valorização do pensar do individuo a partir de suas vivencias.

O fazer – produzindo a partir do que temos e podemos. Maneiras fáceis e simples de abordagens de
como fazer uma boa luz, como o “ tempo”, utilizar o celular como meio versátil e ágil de maneira correta. Pensar a partir de temáticas que desafie o realizador. Abordagens que preserve o respeito, individualidade e especificidade de cada região, povo ou credo. Falar um pouco da importância da produção de imagens que dialoguem com contextos diferente, explorar o conceito de representatividade e como ele é essencial para provocar rupturas e provocações através das imagens e como elas empoderam e legitima lugares de falas.

O sentir – dialogar sobre os processos que são construídos as narrativas que conhecemos, quais as perspectivas usadas? Quais os gêneros que mais nos acessam? E quais as quais as que menos nos agradam?
DESCRIÇÃO
DATA: 14 e 15 de Setembro
HORA: 14h às 16h
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