Curso de Introdução à Agricultura Sintrópica
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Neste workshop de introdução, por meio de aulas teóricas e demonstrações práticas, serão abordados os princípios base da agricultura sintrópica, como a classificação em sistemas de colonização, acumulação e abundância, sucessão natural e estratificação, iterações ecológicas, funções ecofisiológicas etc.

Local; Aldeia do Vale
Com; Filipe Amato

Data: 4 e 5 Maio 2019

Investimento: 70€
Valor sem IVA

Inclui;
- Formação com materiais de estudo
- Refeições vegetarianas ( pequeno almoço, almoço, jantar e pequenos lanches)
- Estadia em regime de campismo ( todo o material de campismo é da responsabilidade do participante)
- Wifi disponível
- Duche quente
- Ambiente familiar
- Paisagens exuberantes da zona oeste

Mais informações: ecoaldeiadovale@gmail.com


Agricultura Sintópica

Desenvolvida por Ernst Götsch, suíço residente no Brasil desde 1984, a agricultura sintrópica consiste em um olhar e uma perspectiva diversa acerca dos processos naturais, e se vale de um conjunto de técnicas que visam a criar agroecossistemas cuja forma e dinâmica se inspiram nos ecossistemas naturais e originais de cada ambiente em que se trabalha.
Por meio da optimização dos processos de vida que criam e mantêm a fertilidade do solo, a agricultura sintrópica alia uma óptima produtividade agrícola a uma baixa dependência de insumos externos.

Com essa maior eficiência nos ciclos e processos naturais, o solo permanece constantemente coberto com o material produzido no próprio local; já as podas e demais intervenções – que garantem essa biomassa de cobertura – mantêm o desenvolvimento das plantas com grande vigor. Assim, todo o ecossistema local opera no seu potencial máximo. Consequentemente, essa prática permite a obtenção de excelentes colheitas, ao mesmo tempo em que recupera o solo e auxilia na regeneração ou enriquecimento do ecossistema local.

A compreensão da função ecofisiológica de cada espécie e o plantio e manejo conduzidos pela sucessão natural e pela estratificação permitem plantações mais complexas e biodiversas e com grande densidade – verdadeiros macro-organismos resilientes, que proporcionam mais qualidade na produção e mais colheitas por área trabalhada.

Ao criar esse macro-organismo, composto pelo solo e o ambiente favorável ao pleno desenvolvimento das plantas e do sistema, reduz-se a susceptibilidade das plantas aos seres normalmente considerados "pragas", os quais, por sua vez, passam a ser vistos como seres optimizadores dos processos de vida e indicadores da saúde do ecossistema como um todo. Desse modo, esses agentes atuam somente quando sua função é necessária dentro dos processos que conduzem a um sistema de abundância próprio daquele lugar.


Sobre o formador

Nascido em São Paulo, Felipe se graduou Bacharel e Licenciado em Filosofia na PUC-SP. Iniciou suas pesquisas em técnicas de autonomia no ano de 2003, percorrendo estudos em técnicas de bioconstrução, tratamento e saneamento de águas, agroecologia, entre outras.

Desde 2008 tem focado sua atuação na otimização de recursos locais e na produção agrícola sem o uso de agroquímicos. Dois anos depois conheceu o criador da agricultura sintrópica, o suíço radicado no Brasil, agricultor e pesquisador Ernst Götsch, tendo desde então participado de diversos cursos e feito estágios junto a ele em sua fazenda no sul do estado da Bahia, na fazenda da Toca, no estado de São Paulo, e na fazenda São Sebastião, no Rio de Janeiro.

Assim, utilizando os princípios da agroecologia e da agricultura sintrópica, visa a criação de sistemas produtivos que apresentem uma mínima dependência de insumos externos ao local, como adubos e mesmo irrigação.

Entre os anos de 2012 e 2014 foi o instrutor dos cursos e coordenador do setor da agroecologia da Escola da Terra, uma escola livre sediada no município de Pedro de Toledo – SP, que tem como objetivo difundir técnicas ecológicas e sustentáveis.

Em 2015 teve o primeiro contato com o clima e os ecossistemas europeus, e desde então se dedica à aplicação dos princípios já utilizados no Brasil, também nos contextos temperado e mediterrâneo.

Nos últimos anos tem prestado serviços de assistência técnica a produtores agroecológicos e demais propriedades com ou sem fins comerciais, no Brasil e em Portugal, além de conduzir a produção biodiversa em sua própria quinta, situada no estado de São Paulo, Brasil.

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