Escrita autobiográfica: libertando nossas vozes e memórias (em SAMPA)
Um laboratório de escrita para incentivar mulheres a contarem suas próprias histórias e imprimir em sua escrita (acadêmica, profissional e pessoal) elementos que fortaleçam seu lugar de fala e sua voz. A partir de vivências pessoais e coletivas, vamos experimentar múltiplas linguagens para expressar nossas diferentes visões e percepções de estar e sentir o mundo a partir da escrita de crônicas, cartas, relatos e poesia. A partir da metodologia que integra “escuta, cuidado e repertório”, nos inspiraremos na leitura da produção literária e acadêmica de mulheres escritoras, poetas, filósofas e pensadoras brasileiras e estrangeiras. Ao longo do laboratório, vamos produzir (literalmente costurar) um livro coletivo com nossos escritos realizados durante o curso. Em junho.
VAGAS LIMITADAS
Carga horária: 9 horas (3 módulos)

PARA QUEM:
Para todas as mulheres - negras, brancas, cis, trans, gordas, magras, jovens, velhas ou como se auto-determinarem - que queiram praticar a escrita livre.
Para mulheres que precisam de um empurrãozinho para tirar do fundo da gaveta, dos arquivos perdidos, dos caderninhos espalhados pela casa aqueles escritos pessoais, que falam da alma e nada tem de relatorial (que valem tanto, mas achamos que não).
Para mulheres que estão imersas em processos duros de escrita acadêmica e que buscam seu lugar de fala com significado, força e criatividade.

QUANDO:
8 de junho (sexta) - módulo 1 - das 19h às 22h.
9 de junho (sábado) - módulo 2 - das 10h às 13h / módulo 3 - das 14h às 17h

ONDE:

Espaço Crisálida - R. Rua Dr Neto de Araújo, 168, Vila Mariana (5 minutos do Metrô Vila Mariana)
INVESTIMENTO:
3 x de R$ 120,00
R$ 340,00 à vista (depósito bancário)

Desconto especial: para cada amiga convidada, você ganha 10% de desconto.
A inscrição será confirmada após envio de comprovante de depósito para liarcortes@gmail.com ou 13 988581749.
Conta para depósito:
Banco Itaú
agência: 0610
conta: 00720-5
cpf: 266918208-94

Sobre:
Lia Rangel é contadora de histórias e articuladora de grupos de mulheres. Foi ser jornalista. Passou por grandes redações e se envolveu em projetos experimentais. Estadão, TV e Rádio Cultura, Radiobrás, Casa da Cultura Digital. Mas essa coisa de contar a verdade era bruta (e restrita). Queria asas e não pontos finais. Tornou-se feminista e queria sínteses. Mesclar espiritualidade e política. Cuidado e ação. Leitura e reflexão. Corpo e alma. Assumiu então a literatura. Em especial a escrita por mulheres. Passou a libertar as vidas contadas nos livros que pouca gente conhecia em oficinas. Lendo prosas e poesias. E ao estimular as mulheres a narrar, escutar e escrever suas próprias jornadas. Mora em Santos há 7 anos. Por aqui ajudou a construir o LAB.irinto, processo que resultou na criação do Instituto Procomum e no LABxS (Lab Santista), onde media o processo “Mulheres e o Comum”. É mãe da Júlia, 14, e do Chico, 11. Atualmente realiza o curso “A escrita como caminho” e outras atividades.

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Já participou de outros grupos de mulheres? Quais?
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Você tem algum hábito de escrita (pessoal ou profissional)?
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Quais os três últimos livros que você leu?
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