"II Novembro Negro, Vidas negras importam: Contra o genocídio do povo negro, em memória à Ágatha"
Nos anos anteriores, o Coletivo Ilê Aiyê organizou o Novembro Negro, propondo atividades que proporcionassem a reflexão e debate quanto as questões etnicos-raciais, assim como e valorização da cultura negra e dos negros e negras da sociedade.
O coletivo Ile Aiyê é composto por estudantes e ex estudantes negros e negras da graduação e pós graduação da Universidade Estadual de Ponta Grossa. O nome Ile Aiyê referencia-se ao primeiro bloco de carnaval da Bahia, o qual era composto apenas por negros e negras. Uma das possíveis traduções de Ilê Aiyê é "a casa de todos" e desta forma, o Novembro Negro reafirma a luta, resistência e rebeldia do povo negro no enfrentamento e denúncia do racismo existente na sociedade.
Este ano, o Novembro Negro está intitulado por "II Novembro Negro, Vidas negras importam: Contra o genocídio do povo negro, em memória à Ágatha".
Agatha Vitória Sales Félix, menina negra de 8 anos de idade, foi atingida por um tiro disparado pela Polícia Militar no Complexo do Alemão, Zona Norte do Rio de Janeiro, enquanto voltava para a casa com sua mãe.
De acordo com o Atlas da Violência publicado em junho deste ano, durante o ano de 2017,contabilizou-se 65.602 homicídios em nosso país. Destes, 75,5% das vítimas de homicídios eram negras.
O genocídio do povo preto existe e estamos aqui para combatê-lo assim como combater o racismo ainda presente na sociedade.
Assim, durante todo o mês de novembro, realizaremos atividades culturais, artísticas, palestras, oficinas, rodas de conversa e aulas abertas, tanto no espaço acadêmico quanto na comunidade, em parceria com Abomalê, DAENS, GEPEI, SINDUTFPR, Comissão Consciência Negra, NUREGS, CAPED para que o debate, conscientização e intervenções antirracistas estenda-se a toda a sociedade.
Desta forma, denunciar e combater o racismo é uma obrigação de todos, sendo inadmissível tolerância com qualquer expressão do racismo, sendo velada ou não. Em favor da equidade racial, reparação da dívida histórica da população negra, sem relativizar o direito à vida e em favor da desconstrução da desigualdade social.
Contamos com a participação de todos, divulguem, tragam seus amigos e colegas para participarem e sigam a página do Facebook do Ilê Aiyê e fiquem por dentro do cronograma.


Abaixo consta nosso formulário de inscrição com dados obrigatórios e as atividades que serão desenvolvidas durante o mês de novembro.
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04/11 - Aula aberta: religiosidade afrobrasileira - Local: Auditório grande do L UTFPR - Horário: 18:40
09/11 - Projeto Fissura: Discussão do filme “Eu não sou seu Negro” (2017) - Local: Museu Campos Gerais - Horário: 15:00
11/11 - Oficina de Tranças e turbantes (Temini) - Local: UTFPR Sala C-106 - Horário: 15:30
11/11 - Aula aberta: racismo institucional e direitos humanos - Local: Auditório grande do L - UTFPR - Horário: 18:40
13/11 - O Rap na construção da negritude brasileira - Local: Auditório da reitoria UEPG Central - Horário: 18:00
18/11 - Movimento negro e luta antirracista - Local: Campus Uvaranas - Horário: 18:00
19/11 - O Sujeito racializado entre a história e a literatura - Local: Sala B-108, UEPG- Central - Horário: 17:00
20/11 - Roda de conversa com coletivos; Café solidário - Local: Centro de convivência UTFPR - Horário: 15:30
20/11 - Roda de conversa.Local: Concentração na Praça da UEPG Central - Horário: 18:30
25/11 - Racismo Reverso não existe - Local: UTFPR - Horário: à definir
27/11 - Corpo Negro, Estética e Resistências - Local: PDE - Horário: 18:30
29/11 - Formação com Educadores Sociais.Tema: Educação das Relações Étnico-Raciais e Educação Social - Local: Observatório Astronômico - Horário: 08:00 ou 13:00
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