Somente com acesso à moradia adequada e ao suporte técnico de profissionais do habitat e do território teremos condições de suportar os desafios climáticos dos proximos anos.
Apoiam este manifesto:
Arquitetos pela Moradia, Instituto Ideia, Rede Mãe Luisa Acessivel, Arqviva, Mais Lares, Rede ODS Brasil, METRODS
Federação Nacional de Arquitetos Urbanistas
Instituto de Arquitetos do Brasil
Nosso trabalho tem convergência com o Eixo V. Cidades justas e periferias urbanas vivas
Promover políticas de enfrentamento à crise climáticas nas grandes cidades com soluções alternativas no campo do abastecimento e consumo.
Desenvolver e consolidar políticas de planejamento urbano, mobilidade e gestão de resíduos sólidos na perspectiva da justiça climática, levando em conta a perspectiva de garantia de equidade de gênero, raça, etnia no direito à cidade
Combater o racismo ambiental nas periferias urbanas
Promover e aplicar as soluções dos povos, como a agroecologia e as tecnologias sociais, como medida de adaptação frente às mudanças climáticas nas periferias urbanas.
Desenvolver e intensificar políticas de reciclagem de imóveis ociosos nos centros urbanos para moradia popular
Promover políticas públicas para a construção de habitações adaptadas aos diversos climas e às lógicas locais, devidamente integrada a modais de transporte e serviços
Democratizar o acesso ao saneamento, abastecimento de água potável e energia como direito universal dos povos e territórios
Descentralizar a geração e distribuição de energia, garantindo a soberania energética e valorizando soluções locais e populares.
Expandir a cobertura vegetal das cidades em sinergia com as políticas urbanas e de adaptação baseadas no uso coletivo do espaço e no direito à cidade.
Demandar políticas públicas para promover trabalho decente para a diversidade de trabalhadoras e trabalhadores, enfrentar a informalidade e a precarização do trabalho nas cidades.