DERIVAS DA ESCUTA
SEGUNDA EDIÇÃO
A CASA TOMBADA

Um dia dedicado à escuta, desde o corpo em sua intimidade até o espaço urbano compartilhado.
Condução: Ritamaria e Mariana Carvalho

Essa vivência surge de uma busca compartilhada por espaços possíveis de sensibilização e conexão com nossa sensorialidade como forma de nos aproximarmos de algo primordial, que é a maneira como nossos corpos sentem, interpretam e fluem nos espaços que ocupamos.

Escolhemos a escuta desde as relações que estabelece com os demais sentidos do corpo (visão, olfato, tato, movimento), com a memória, com as emoções e com a cidade e seus diferentes espaços (casa, rua, espaços públicos). A escuta como forma de conhecimento, de compreensão desse corpo, da identidade e da maneira como nos relacionamos com o espaço urbano.

Nossa proposta é trabalhar em quatro movimentos: A Casa; O Trajeto; A Deriva; Espaço Público. Em cada uma dessas etapas, abordaremos a escuta de diferentes maneiras, através de atividades, propostas, sugestões, jogos. Nos interessa explorar a diversidade de possibilidades que a escuta nos oferece, compartilhando rotas diversas com os corpos participantes, nesse jogo de conhecer-se, reconhecer-se e relacionar-se através do som. Cada etapa será cartografada peles participantes de forma individual e coletiva.

As atividades se desenrolam ao longo de um dia. Desenhamos um roteiro, que nos servirá de apoio para a experiência. A seguir, descrevemos com mais detalhes nossa proposta. Convidamos a uma leitura atenta.
E que a escuta nos conduza pelos múltiplos caminhos.

QUEM SOMOS
Ritamaria é música, educadora, investigadora da expressividade pessoal através do corpo-voz e do som. Desenvolve pesquisa ligada a performance, educação musical, corpo-voz, escuta, construção de instrumentos, improvisação, processos criativos, feminismo e interação entre linguagens (música, dança, teatro, literatura, vídeo). Formada em educação musical pela Universidade de São Paulo; membro do Foro Latinoamericano de Educadores Musicais (FLADEM) desde 2013, atuando no Brasil como coordenadora da região Sudeste. Integra o corpo docente do Curso de Formação em Pedagogias Abertas do FLADEM desde 2018. Atua na América Latina compartilhando cursos, oficinas e concertos desde 2014, tendo passado por Guatemala (com apoio do MINC), Costa Rica, Peru, Argentina, Uruguai, Colômbia e México (com apoio do Ibermúsicas). Participou do Projeto A Música da Gente 2018, coordenado por Carlos Kater. Integrou os grupos Coro Profana (2013-17), Orquestra do Corpo (2015-18) e Vozeiral (2012-19). Atualmente reside no México compartilhando oficinas e cursos de formação em música e processos criativos.

Mariana Carvalho é pianista, improvisadora, performer e artista sonora, atraída por corpo, espaço e gênero. Experimenta objetos dentro e fora do piano, e interessa-se por improvisação livre, instalação, ressonâncias internas do corpo, vídeo, movimento, voz. É parte da rede Sonora - músicas e feminismos, do NuSom - Núcleo de Pesquisas em Sonologia da USP e da Orquestra Errante, grupo de improvisação livre. Fez bacharelado em piano na USP. Integrou os grupos Camerata Profana (2013-16) e Coro Profana (2014-17). Foi artista residente em Q-O2 (Be), AADK Spain (Esp) e residente de formação no XII Festival Tsonami (Chi) e no Escape Arte Lab (Ro). Teve seu trabalho exposto na exposição Sons de Silício (EDA-USP e Centro Universitário Maria Antonia) e no Festival Sur Aural (Bol). Apresentou-se em diversos lugares e festivais, como o SESC Jazz, GIO Fest (UK), CS Fest (Pt), Festival Tsonami (Chi), Seminários do FLADEM (Arg, BR, Mex), entre outros no Brasil, América Latina e Europa.
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