PALESTRA WHO AM I SPEAKING ENGLISH?:Identidades e atitudes de aprendizes de língua inglesa - Esta palestra tem como objetivo argumentar sobre identidades e atitudes de professores e aprendizes de língua inglesa. Alinha-se com as noções epistemológicas pós-coloniais e evidencia atitudes acríticas que constrangem aprendizes de uma LE, como a antiquada ideia de que precisamos imitar os falantes nativos. Tais atitudes trazem consequências bastantes negativas como o sentimento de inferioridade, baixa autoestima e até o abandono do processo de aprendizagem. Para corroborar esse argumento, serão apresentados alguns dados da pesquisa etnográfica que conduzi com 91 estudantes da graduação, na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, os quais versam sobre essas questões. Nesse sentido, este trabalho, elabora argumentos à luz da Linguística Aplicada, para esclarecer e conscientizar professores e aprendizes de língua inglesa sobre questões identitárias e ideológicas, a fim de que possam livrar-se das amarras das culturas hegemônicas. A relevância desse trabalho está no fato de também trazer argumentos sobre a dificuldade e discriminação dos não nativos e os privilégios dos nativos ao usarem a língua inglesa. Para tanto, ancora-se em autores como Kumaradivelu (2005), Rajagopalan (2003), Moita Lopes (1996), Hall (1992), dentre outros. 10 h, Sala 7 Pavilhão de aulas do CFP.
The form PALESTRA WHO AM I SPEAKING ENGLISH?:Identidades e atitudes de aprendizes de língua inglesa - Esta palestra tem como objetivo argumentar sobre identidades e atitudes de professores e aprendizes de língua inglesa. Alinha-se com as noções epistemológicas pós-coloniais e evidencia atitudes acríticas que constrangem aprendizes de uma LE, como a antiquada ideia de que precisamos imitar os falantes nativos. Tais atitudes trazem consequências bastantes negativas como o sentimento de inferioridade, baixa autoestima e até o abandono do processo de aprendizagem. Para corroborar esse argumento, serão apresentados alguns dados da pesquisa etnográfica que conduzi com 91 estudantes da graduação, na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, os quais versam sobre essas questões. Nesse sentido, este trabalho, elabora argumentos à luz da Linguística Aplicada, para esclarecer e conscientizar professores e aprendizes de língua inglesa sobre questões identitárias e ideológicas, a fim de que possam livrar-se das amarras das culturas hegemônicas. A relevância desse trabalho está no fato de também trazer argumentos sobre a dificuldade e discriminação dos não nativos e os privilégios dos nativos ao usarem a língua inglesa. Para tanto, ancora-se em autores como Kumaradivelu (2005), Rajagopalan (2003), Moita Lopes (1996), Hall (1992), dentre outros. 10 h, Sala 7 Pavilhão de aulas do CFP. is no longer accepting responses.
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