NÍVEL 1 – NÃO GERENCIADO: O Ministério não tem uma Gestão de Documentos e Informação formal. Discos compartilhados e discos locais servem para o armazenamento de documentos, resultando em dados redundantes, dificuldade para encontrar informações, alto nível de retrabalho e frustração dos usuários.
NÍVEL 2 – INCIPIENTE: Abordagens funcionais e projetos surgem para gerenciar alguns conjuntos de conteúdo. Várias tecnologias e produtos redundantes são utilizados, não na sua plenitude e são aplicados insuficientemente.
NÍVEL 3 – EM FORMAÇÃO: O Ministério inventariou seu conteúdo (registros documentais) e desenvolve planos, políticas e procedimentos, mas está no processo de implementação há alguns anos. Múltiplos projetos estão em andamento, mas correm o risco de conflitar e falhar por falta de uma estratégia mais ampla. Inicia-se a incorporação de noções de gestão do ciclo de vida da informação.
NÍVEL 4 – OPERACIONAL: O conteúdo é gerenciado através do Ministério – apesar de estar em diversos sistemas. As temporalidades aplicáveis estão sendo gerenciadas em conteúdo eletrônico crítico. A organização também identificou qual conteúdo não gerenciar e abriu espaço para a gestão de conteúdo colaborativo e de redes sociais também.
NÍVEL 5 - PRÓ-ATIVO: A funcionalidade de gestão de conteúdo está disponível amplamente como um serviço compartilhado e é identificado no contexto de maiores esforços orientados a serviços. O Ministério pode incorporar novas tecnologias de conteúdo à medida do necessário, plugando em uma arquitetura flexível para atender aos negócios. Entendimento sólido dos principais pontos relacionados à gestão da informação e fatores críticos para o negócio permitem ao MDR disponibilizar novos serviços de forma mais ágil.