2º Ano - 4º Bimestre - Atividade 4
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Esta é uma atividade complementar da aula e tem como objetivo aprofundar a compreensão textual sobre o tema.

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Texto 1
Conforme a cientista social brasileira Márcia Anita Sprandel, em seu livro A pobreza no paraíso tropical, a primeira tentativa de explicar a pobreza no Brasil, a partir do final do século XIX, consistiu em relacioná-la à influência do clima e à riqueza das matas e do solo. Afirmava-se que o brasileiro era preguiçoso, indolente, supersticioso e ignorante porque a natureza tudo lhe dava: frutos, plantas, solo fértil, etc. Era tão fácil obter ou produzir qualquer coisa que não havia necessidade de trabalhar.
1. Segundo o texto 1, podemos dizer que *
1 point
Texto 2
Uma segunda explicação estava vinculada à questão racial e à mestiçagem. Vários autores, Nina Rodrigues, Euclides da Cunha, Sílvio Romero e Capistrano de Abreu, foram críticos ferrenhos da mestiçagem e consideravam que os mestiços demonstravam a "degeneração e falência da nação" ou que eram "decaídos, sem a energia física dos ascendentes selvagens, sem a altitude intelectual dos ancestrais superiores".
2. Segundo o texto 2 podemos dizer que *
1 point
Texto 3
Entretanto, dois outros autores daquela época faziam análises diversas: Joaquim Nabuco e Manoel Bonfim. Nabuco afirmava que, graças à raça negra, havia surgido um povo no Brasil, mas que a escravidção e o latifúndio geravam verdadeiras "colônias penais" no interior, pois os latifundiários eram refratários ao progresso e apenas permitiam que os mestiços vivessem como agregados e seus dependentes, na miséria e ignorância. Bonfim, por sua vez, via o sertão nordestino como uma "terra de heróis". Dizia que as populações do interior tinham muita força, cordialidade e uma capacidade de atuar coletivamente, seja por meio de técnicas coletivas de trabalho, seja pelo uso comum de suas posses.
3. Segundo o texto 3, podemos dizer que *
1 point
Texto 4
Como Lilian Schwarz, cientista social brasileira, destaca em seu livro O espetáclo das raças, no período de 1870 a 1930, a maioria dos cientistas, políticos, juristas e intelectuais desenvolveram teorias racistas e deterministas para explicar os destinos da nação brasileira. A pobreza seria sempre um dos elementos essenciais dessa explicação, e uma decorrência da escravidão ou da mestiçagem. As chamadas "classes baixas" constituíam-se de pessoas que normalmente, nas cidades, eram consideradas perigosas e, no interior, apáticas, doentes e tristes.
4. Sobre o texto 4 é INCORRETO dizer que *
1 point
Texto 5
"�Uns a querem por sentimentalismo, outros por utilidade; estamos entre esses últimos. O escravo é mal trabalhador; sua produção é muito cara, de má qualidade e pouco abundante. Tudo isso é hoje em dia demonstrado por vários estudos precisos que não podemos aqui resumir e a inferioridade do negro em relação ao homem livre não é negada por mais ninguém�" Livro "O Brasil em 1884: Esboços Sociológicos", do francês Louis Couty (1854-1884), que foi professor na Escola Politécnica do Rio de Janeiro e no Museu Nacional.
5. Sobre o texto 5, podemos dizer que o francês Louis Couty *
1 point
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