Critérios de inclusão: pacientes que aleguem “curas anômalas” após tratamento espiritual, especialmente de doenças graves como câncer, doenças cardiovasculares ou neurodegenerativas cuja remissão espontânea seja altamente improvável. O paciente precisa ter exames que comprovem objetivamente a doença e a cura, bem como não ter realizado tratamento que explicasse a cura.