UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS

AULA 8

INTRODUÇÃO À INFORMÁTICA TURMA A1

PROF. ANTONIO RIBEIRO

1-Qual seria o futuro das bibliotecas?

Quando se fala em futuro das bibliotecas é necessário pensar mais sobre o leitor, os usuários das bibliotecas.A biblioteca deverá procurar se adaptar ao novo ambiente do mundo,a digitalização será um fato.Por razões de investigação, a biblioteca é um lugar que nunca vai morrer pois é o lugar onde as pessoas podem ir, interagir, compartilhar ideias. O formato digital é importante, mas não vai substituir o livro físico. Não há duvidas que o principal é o equilíbrio.

sites:

mundo bibliotecário

http://mundobibliotecario.wordpress.com/2011/12/13/especialistas-falam-sobre-o-futuro-das-bibliotecas/

 Síntese:Especialistas falam sobre o futuro das bibliotecas

 

O futuro das bibliotecas e livrarias

http://bsf.org.br/2009/07/08/o-futuro-das-bibliotecas-e-livrarias/

Síntese: pensem em como nós comprávamos discos no passado e hoje em dia simplesmente baixamos discografias completas em mp3. Meu ipod é capaz de armazenar mais de 25 mil músicas. Não caberiam tantos discos no meu quarto. E talvez eu nem tenha mesmo tempo de ouvir todas as músicas. Mas a minha experiência com a música e com os músicos e outros amantes de música não se alterou. Na verdade ela só se ampliou...

Isso reflete uma economia de abundância, não uma economia de escassez. As bibliotecas ainda vivem na mentalidade da escassez.

2- As novas tecnologias são uma coisa positiva para as bibliotecas?

Sim. O fim dos livros pode ser pregado o quanto for, mas a realidade é que tudo tende ao equilíbrio, podemos observar o exemplo do cinema que não acabou com a televisão, nem a internet colocou fim no jornal impresso. Segundo Chartier (  Em entrevista à Agência Brasil,em junho de 2012. ), a evolução tecnológica da representa uma possibilidade de leitura mais forte do que antes. Quantas vezes nós somos obrigados a preencher formulários para comprar algo, ler e-mails. Tudo isso está num mundo digital que é construído pela leitura e a escrita. Mas também há fronteiras, não se pode pensar que cada um tem um acesso imediato [ao meio digital]. É totalmente um mundo que impõe mais leitura e escrita. Por outro lado, é um mundo onde a leitura tradicional dos textos que são considerados livros, de ver uma obra que tem uma coerência, uma singularidade, aqui [nos meios digitais] se confronta com uma prática de leitura que é mais descontínua. A percepção da obra intelectual ou estética no mundo digital é um processo muito mais complicado porque há fragmentos e trechos de textos aparecendo na tela.

 

Sites:

Repesando o papel da biblioteca

 http://biblioo.com.br/repensando-o-papel-da-biblioteca/

Síntese: O uso das tecnologias de informação e comunicação nas escolas deve proporcionar elo entre a educação e a cultura digital e contribuir para o rompimento do fosso entre o sistema escolar e a vida cotidiana das crianças e jovens. Como se sabe hoje a criança ao chegar à sala de aula já carrega consigo repertório informacional vasto e quantitativo adquirido, especialmente, através da mídia e das plataformas digitais, muitas vezes, mesmo antes de saber ler e escrever.

 Site: Pesquisa Mundi

http://www.pesquisamundi.org/search/label/Tecnologia#axzz1zTT04dXG

 

Síntese: Um dos maiores especialistas em leitura do mundo, o francês Roger Chartier destaca que o hábito de ler está muito além dos livros impressos e defende que os governos têm papel importante na promoção de uma sociedade mais leitora. Em entrevista à Agência Brasil, o professor e historiador avaliou que os meios digitais ampliam as possibilidades de leitura, mas ressaltou que parte da sociedade ainda está excluída dessa realidade. “O analfabetismo pode ser o radical, o funcional ou o digital”...

 

3-Quais seriam os conhecimentos necessários a um bibliotecário 2.0?

 

Muitos conhecimentos são necessários quando se trata de biblioteconomia 2.0. Seguem alguns dos mais importantes:

-classificação social (social tagging, flickr commons)

- recuperação por relevância (google, encore)

- dados abertos (liberação do controle bibliográfico, library thing)

- cloud computing (liberação dos catálogos, worldcat)

- RFID (automação de bibliotecas)

- direitos autorais associado aos processos de digitalização de acervos (google books)

- social media (presença online, facebook, orkut, twitter)

- convergência (web mobile, ubiquidade, padronização)

- design (OPAC, sites, biblioteca física)

- impressão/circulação sob demanda (armazenamento digital, espresso machine, kindle)

 

Site: BSF (BIBLIOTECÁRIOS SEM FRONTEIRAS)

http://bsf.org.br/2009/10/04/biblioteconomia-2-0-brasil-moreno-barros/

Síntese: questionamentos sobre o ensino de biblioteconomia 2.0 no Brasil

 

 

 

Mapa sintetizando os conceitos do texto