Disciplina: Geografia

Série/Ano: 8ª série/9º ano

Vol/Bim: Vol 4/4ºBm

CADERNO DO PROFESSOR/ ALUNO

Situação de Aprendizagem (Número/título)

Sequência Didática

Recursos audiovisuais e/ou de TIs  sugeridos no caderno

Recursos audiovisuais e/ou de TIs sugeridos pelo PCNP

Interfaces interdisciplinares / Temas trasnsversais

Situação de Aprendizagem 5 – Cidades: espaços relacionais, espaços de conexão.

Competências e habilidades: construir e aplicar habilidades relativas ao domínio da linguagem cartográfica, como meio de visualização da geografia do urbano; selecionar, organizar e relacionar informações extraídas de uma metrópole, como meio de interpretação de outras realidades; identificar e distinguir realidades na escala mundial e as mudanças de percepção com as mudanças de escala; identificar e distinguir configurações espaciais diferentes como redes geográficas de cidades globais; comparar realidades geográficas diversas para perceber que certas configurações permitem maior conexão com outras escalas e com a escala mundial do que outras.

Etapa prévia – Sondagem inicial e sensibilização

Após questionar os estudantes sobre o que é cidade, você deve registrar as respostas na lousa por intermédio de palavras-chave que certamente vão aparecer (talvez seja preciso algum exemplo inicial). É provável que apareçam palavras e expressões como: concentração, aglomeração, muita gente junta, lugar que tem muitas coisas, lugar que tem confusão etc. Dessa forma, na seção Para Começo de conversa, propomos duas questões que levam os alunos a refletir sobre o que entendem acerca da concentração, de um lado, e da dispersão, de outro lado, dos fenômenos geográficos. 1. O que é cidade? Qual é o significado da palavra “urbano”? 2. Concentração, aglomeração e ajuntamento são formas espaciais que diminuem a distância entre as pessoas e os objetos. Quais são os significados de expansão, dispersão e espalhamento?

Etapa 1 – Abrindo a caixa-preta das cidades

Leitura e análise de mapa e texto

Após a sondagem inicial, esta Situação de Aprendizagem prossegue com algo bem simples: a observação atenta do mapa do Estado de São Paulo, com suas principais cidades assinaladas (Figura 13). Para iniciar esta etapa, você pode perguntar se todos reconhecem o mapa. Espera-se que a resposta seja afirmativa. A leitura do mapa pode ser conduzida a partir de uma questão exploratória no Caderno do Aluno. 1. Qual é o principal fenômeno representado nesse mapa? Que recurso da linguagem cartográfica é utilizado para representá-lo? A seguir, apresente alguns dados sobre o Estado de São Paulo, referentes ao que está representado no mapa (Figura 13), conforme o texto proposto. Após a leitura do texto, você pode vincular o que foi trabalhado na sondagem inicial com os dados demográficos do Estado de São Paulo. As questões propostas são sugestões apresentadas no Caderno do Aluno para se explorar o texto. Se considerar oportuno, é possível trabalhar o tema na sala de informática, acessando o site do IBGE, que apresenta dados do Censo 2010 para todo o território nacional, com a possibilidade, inclusive, de elaboração de mapas. 2. Leia o texto e responda às questões a seguir. a) Se cidades são concentrações, aglomerações, ajuntamentos de pessoas e de objetos, o que as informações expostas no texto evidenciam? b) A concentração de pessoas e de objetos é a mesma em todas as cidades do Estado? Justifique sua resposta, citando exemplos. 3. Observe novamente o mapa (Figura 13). Ele representa as informações apresentadas no texto? Justifique. 4. Faça uma descrição do Estado de São Paulo com base nas informações do mapa (Figura 13) e do texto. Para propiciar aos alunos uma reflexão crítica acerca do que foi discorrido no texto “A cartografia geográfica e as cidades”, sugerimos a atividade a seguir. Peça aos alunos que formem grupos e listem numa folha avulsa as características de duas metrópoles do Estado de São Paulo: São Paulo e Campinas. Essa proposta está no Caderno do Aluno, na seção Pesquisa em grupo, e você poderá utilizar o relatório de pesquisa dos grupos como parte das avaliações da aprendizagem. Depois desse exercício, pode-se apresentar os mapas de duas áreas metropolitanas do Estado: a de São Paulo (Figura 14), que está entre as maiores aglomerações do mundo de  escala local, e a de Campinas (Figura 15).

Leitura e análise de mapa

Para conduzir a leitura dos mapas, sugerimos as questões a seguir, disponíveis no Caderno do Aluno. 1. Observe o mapa Região metropolitana de São Paulo (Figura 14). a) O que significa a área rosa? Identifique os municípios nela representados. b) Considere agora o que está fora da mancha rosa. Liste os municípios e responda: Os habitantes que se encontram nessa área se relacionam cotidianamente com o núcleo rosa da metrópole? Justifique. 2. Com base no mapa Região administrativa de Campinas (Figura 15), responda: a) Observe o mapa (em laranja), do lado direito, e enumere, sobre o próprio mapa, os municípios que compõem a região metropolitana de Campinas. b) Na região administrativa de Campinas, quais são os municípios em que a mancha rosa, que identifica no mapa a área urbana, é maior? Como essas manchas estão conectadas?

Feito o trabalho de leitura e interpretação dos mapas, você pode organizar os estudantes em grupos para que realizem uma pesquisa a respeito do alcance das redes sociais e geográficas de duas cidades do Estado de São Paulo, conforme orientado no Caderno do Aluno, na seção Pesquisa em grupo, da seguinte forma: A turma toda vai pesquisar sobre a cidade de São Paulo e a cidade em que moram. Caso morem em São Paulo, escolham, com a orientação do seu professor, uma cidade de médio porte do interior do Estado. Cada grupo escolherá três dos quinze itens da tabela do Quadro 8 para pesquisar sobre as duas cidades, garantindo que não haja repetição entre grupos, para que todos os itens sejam contemplados. Realizada a pesquisa, cada grupo deve elaborar um quadro dos itens escolhidos, de modo que a turma toda apresente um painel das duas cidades. Como conclusão desta etapa, após a apresentação

dos resultados de todos os grupos, sugerimos duas questões, presentes na seção Desafio!, no Caderno do Aluno. 1. São Paulo é uma cidade que estende suas redes de relações? Por quê? 2. A outra cidade pesquisada cria redes de relações? Dê exemplos.

Etapa 2 – Cidades: plataformas para a transição das escalas geográficas

Leitura e análise de texto

Leia o texto disponível no Caderno do Aluno.

Para firmar a discussão sobre “São Paulo é uma cidade global e não é uma cidade global. Mas, qual é a realidade? É ou não é? A realidade existe, mas ela somente chega até nós conforme a olhamos”, peça aos alunos que, a partir do texto e do que foi explanado em sala de aula, respondam às questões a seguir, disponíveis no Caderno do Aluno. 1. Com base no texto e nos mapas Região metropolitana de São Paulo (Figura 14) e Região administrativa de Campinas (Figura 15), responda: a) São Paulo pode ser considerada uma metrópole? Justifique. b) Campinas pode ser considerada uma metrópole? Justifique. 2. A cidade que seu grupo pesquisou, além de São Paulo, pode ser considerada uma metrópole? Justifique. 3. Quais são as duas concepções de cidade global que o texto apresenta? 4. Qual é o critério pelo qual São Paulo pode ser considerada uma cidade global? Neste momento, para concluir esta etapa da Situação de Aprendizagem, sugerimos uma atividade na seção Lição de casa para trabalhar com o quadro a seguir (Quadro 10). 1. Como a cidade de São Paulo está classificada nesse quadro (Quadro 10)? Comente. 2. Amplie sua descrição sobre o quadro considerando os países desenvolvidos e os países denominados emergentes. 3. Com o auxílio de um mapa-múndi político, localize os núcleos do Arquipélago Megalopolitano Mundial e represente-os no mapa mudo (disponível no Caderno do Aluno).

Mapas; textos

Site do IBGE, que apresenta

dados do Censo 2010

http://censo2010.ibge.gov.br/

DAGORN, René. Archipel Mégalopolitain Mondial. In: LÉVY, Jacques; LUSSAULT, Michel (Org.). Dictionnaire de la Géographie

et de l’espace des sociétes. Paris: Belin, 2003. p.

81-83.

DAVIS, Mike. Planeta favela. São Paulo: Boitempo, 2006.

DURAND, Marie-Françoise; MARTIN, B.; PLACIDI, D.; TORNQUIST-CHESNIER,

M. Atlas da mundialização: compreender o espaço mundial contemporâneo. São Paulo: Saraiva, 2009.

GRATALOUP, Christian. Géohistoire de La

mondialisation: le temps long du Monde. Paris:

Armand Colin, 2007. 256 p.

Atlas do Censo Demográfico 2010. Disponível em: <http://censo2010.ibge.gov.br/apps/atlas/> .

Acesso em: 16 jan. 2013.

Instituto Geográfico e Cartográfico (IGC). Disponível

em: <http://www.igc.sp.gov.br/produtos/mapas_ra.aspx?> . Acesso em: 13 jan. 2014

Central Intelligence Agency – CIA. The world

factbook. Disponível em: <https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook> . Acesso em: 16 jan. 2014.

Congrès de Paris. Disponível em: <http://www.parisinfo.com>  (em francês). Acesso

em: 26 nov. 2013.

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Situação de Aprendizagem 6 – As cidades: criação e irradiação do consumo.

Competências e habilidades: construir e aplicar habilidades relativas ao domínio da linguagem cartográfica, como meio de visualização da Geografia do consumo urbano; identificar e estabelecer relações entre as práticas da vida cotidiana e as configurações espaciais onde elas se desenvolvem; relacionar o processo de integração mundial à formação de redes de cidades e à formação das redes de consumo.

Etapa prévia – Sondagem inicial e sensibilização

A Situação de Aprendizagem pode começar com uma indagação aos estudantes sobre as relações entre consumo e cidade. O que se pretende é dimensionar a percepção atual dos estudantes sobre o consumo em suas vidas. Antes disso, você pode apresentar algumas informações aos alunos sobre um novo modo de vida que surge a partir do advento da Revolução Industrial, por meio do texto disponível no Caderno.

Leitura e análise de texto

Sugerimos, nessa sondagem inicial, que os estudantes sejam estimulados sobre essa relação entre consumo e cidade, explorando o texto por meio das questões a seguir, disponíveis no Caderno do Aluno. 1. Qual era a origem dos bens (alimentares, vestuário) das famílias camponesas antes da Revolução Industrial? 2. Como se caracterizava o trabalho no modo de vida camponês pré-industrial? Ele era diferente do trabalho numa sociedade moderna e urbana? Justifique. 3. A jornada de trabalho no segmento industrial que se impôs sobre o novo habitante da cidade também o obrigou ao consumo. Você sabe dizer por quê? Dê exemplos. 4. Por que a nova população das cidades composta, em sua maioria, de operários das indústrias que se multiplicavam passou a ser a base de formação de uma nova economia urbana? O objetivo dessa sequência de questões é estimular uma reflexão que relacione: Espaços (geográficos) sociais x modos de vida x uma prática específica, no caso, o consumo. Essa reflexão é um passo importante para o enriquecimento do olhar dos estudantes sobre as realidades: a desnaturalização de ocorrências que na verdade são construções sociais e históricas. Mesmo que as reflexões não cheguem a bom termo nesse momento, essa sondagem provocativa pode abrir caminhos para isso.

Etapa 1 – Os novos modelos de consumo e as metrópoles

Sugerimos que esta etapa seja iniciada com a discussão da relação entre o elemento espacial e as necessidades do consumo. A ideia agora é verificar alguns aspectos desta relação (cidade x consumo) numa situação contemporânea e real: na metrópole global que é São Paulo. O primeiro passo proposto é a leitura do texto “O consumo e o espaço interno das metrópoles: o caso de São Paulo”.

Leitura e análise de texto

1. O consumo das sociedades modernas é algo natural ou é uma construção social vinculada às cidades? Justifique. 2. Os modos de vida têm relação com a organização dos espaços geográficos? Explique. 3. Considerando a ampliação das redes de supermercado e hipermercado nas grandes cidades, como São Paulo, o que você acha que aconteceu com o pequeno comércio de rua? 5. Em sua cidade ou em seu bairro, o comércio de produtos alimentares e domésticos, importante no abastecimento das famílias, dá-se preferencialmente pelo “comércio de rua” ou pelos “supermercados”? Comente. 6. Numa cidade como São Paulo, onde se movimentam milhões de trabalhadores de suas residências para seus postos de trabalho, nem todos retornam para casa no horário de almoço. Isso gera um tipo de consumo derivado da estrutura das cidades? Explique. 7. As cidades têm força para expandir a outras

escalas geográficas seus hábitos de consumo? Em caso afirmativo, dê exemplos. Para explorar essa nova situação geográfica, que se sedimenta na estrutura urbana mundial, sugerimos uma atividade, em pequenos grupos, que envolverá pesquisa e construção cartográfica. Essa proposta de atividade está orientada no Caderno do Aluno, na seção Pesquisa em grupo.  Com o objetivo de consolidar a discussão feita até o momento, no Caderno do Aluno, na seção Lição de casa, há uma proposta de redação que poderá ser utilizada nas avaliações da aprendizagem que você desenvolve. Numa grande cidade, há estímulos para consumir além das necessidades mais elementares e imediatas, como as de alimentação e vestuário. Escreva um texto a respeito dessa afirmação.

Textos; Roteiro orientador para construção cartográfica; atlas; mapa mudo;

SANTOS, Milton; SILVEIRA, María Laura. O Brasil: território e sociedade no início do século

XXI. Rio de Janeiro: Record, 2001.

SASSEN, Saskia. As cidades na economia mundial.

São Paulo: Studio Nobel, 1998.

THERY, Hervé; MELLO, Neli A. Atlas do Brasil:

disparidades e dinâmicas do território. São

Paulo: Edusp, 2005.

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Situação de Aprendizagem 7 – As redes turísticas: o consumo dos espaços urbanos.

Competências e habilidades: observar e interpretar representação cartográfica complexa; agrupar diferentes realidades em classes com critérios comuns, como meio de organizar informações e buscar alguma coerência nos dados; construir e aplicar conceitos da Geografia do turismo.

Etapa prévia – Sondagem inicial e sensibilização

Sugerimos algumas questões na seção Para começo de conversa, do Caderno do Aluno, que poderão mostrar qual a noção que os alunos têm acerca do turismo. 1. Como você define uma atividade turística? Cite exemplos. 2. Quais são as motivações para a prática do turismo? 3. Associe alguns lugares do mundo e do Brasil às práticas turísticas citadas no material.

Leitura e análise de texto

Em seguida, propomos uma narrativa hipotética com a intenção de que os alunos reflitam sobre o que é ser turista. Acerca da situação sugerimos algumas atividades no Caderno do Aluno. 1. Todos esses visitantes podem ser caracterizados como turistas? Por quê? 2. O que é um turista? 3. Você acha que a prática turística está  necessariamente relacionada ao ato de viajar? Justifique. 4. Relacione as expressões seguintes com cada um dos tipos de visitante: VV Visitante viajante e VM Visitante morador: (vm) dentro do seu cotidiano, (vv) fora do seu cotidiano, (vm) não está hospedado, (vv) está hospedado, (vm) não está viajando, (vv) está viajando.

Etapa 1 – O turismo: um fenômeno que constrói espaços

Para não desperdiçar a participação que houver sobre a definição do turismo e sobre sua distinção em relação à prática do lazer, sugerimos que você trabalhe com o Quadro 12 e duas questões que o problematizam, conforme atividade disponível no Caderno do Aluno.

Leitura e análise de quadro

1. Preencha o quadro 12, disponível no caderno,  identificando as características do lazer e do turismo. 2. Analise o quadro preenchido e responda: a) Quando as características têm os dois campos preenchidos, o que isso significa? b) Quando as características listadas têm apenas um dos campos preenchido, qual é o significado disso? Para que o aluno possa retomar essa importante discussão conceitual  da Geografia, na seção Lição de casa, do Caderno do Aluno, há a proposta de atividade a seguir.  Leia o texto a seguir e responda às questões. 1. Descreva como você entendeu a ideia de cotidiano.  2. Explique a afirmação: O lugar é o tamanho geográfico de nosso cotidiano. O próximo passo desta etapa da Situação de Aprendizagem é levar a uma reflexão sobre os espaços turísticos. Ela será facilitada com o trabalho conceitual feito anteriormente. Propomos que você pergunte aos estudantes se eles sabem onde as pessoas gostam de praticar turismo.  Sugerimos que, para dar prosseguimento à Situação de Aprendizagem, você trabalhe com o Quadro 13. Leitura e análise de quadro No Caderno do Aluno, a análise do Quadro 13 é conduzida por meio das questões a seguir. 1. Considerando o Quadro 13 e tendo em vista a terminologia empregada, responda: a) O que é sítio turístico? Dê dois exemplos. b) O que é infraestrutura turística? Dê dois exemplos. c) O que é estação turística? Dê dois exemplos. d) O que é cidade turística? Dê cinco exemplos. 2. Por que um sítio turístico não tem capacidade de recepção?  3. Explique como pode ser a capacidade de recepção nos seguintes espaços turísticos: estação turística e cidade turística. 4. Comente a relação entre o item “População local” e os espaços turísticos citados no quadro. Para o fechamento desta etapa, sugerimos que você utilize o texto a seguir para iniciar uma discussão sobre as reações e as consequências do turismo no mundo. Afinal, trata-se de um fenômeno novo (na proporção atual) na história da humanidade, e seus efeitos não estão ainda absorvidos. As atividades relacionadas ao texto estão propostas na seção Lição de casa do Caderno do Aluno. 1. Por que se pode dizer que praticar o turismo é um modo de consumir o espaço visitado? 2. Parece que cada vez mais as pessoas buscam, sempre que possível, praticar o turismo. No entanto, o texto mostra que nem sempre o turista é bem-visto. Apresente dois motivos para isso. 3. Uma das condenações comuns ao turismo é a de que essa atividade destruiria a cultura e as peculiaridades dos locais visitados, pois os turistas chegam com novos hábitos e impõem mudanças ao local. Você concorda com isso? Justifique. 4. Agora, procurando utilizar as novas informações obtidas, escreva em seu caderno um texto que: caracterize o fenômeno turístico no mundo contemporâneo (segundo as suas percepções); inclua comentários sobre as atividades turísticas presentes nas realidades geográficas que você conhece.

Etapa 2 – A escala do fenômeno turístico: o apoio na rede de cidades

Propomos que você trabalhe com a representação cartográfica apresentada na Figura 16, disponível  no Caderno do Aluno.

Leitura e análise de mapa

1. Qual é o fluxo quantitativamente mais significativo de turismo intercontinental que está representado no mapa? De que forma ele está representado? 2. Qual é o maior volume de turismo intrarregional  e como ele está representado no mapa? 3. Qual dos continentes tem a maior movimentação turística intercontinental (como origem e destino) e intrarregional? Explique por que isso ocorre. 4. Observe, nos diferentes mapas (Figura 16), os fluxos turísticos que envolvem o continente americano. a) Qual é a geografia desses fluxos? b) Qual é a região desse continente que recebe o maior número de turistas? Por quê? 5. Agora observe, nos diferentes mapas (Figura 16), os fluxos turísticos que envolvem a Europa.  a) Qual é a geografia desses fluxos? b) Compare os fluxos turísticos da Europa com os da Ásia. 6. A Europa é o continente que tem a maior movimentação turística do mundo. a) Essa movimentação busca principalmente que tipo de atração? b) Essa movimentação teria provocado a degradação dos espaços da Europa? 7. A sensação de um mundo vasto, de relações dificultadas pelas grandes distâncias, mantém-se diante da representação cartográfica dos fluxos turísticos atuais? Por quê? 

Mapa contemporânea; texto e tabelas; aulas dialógicas;

CUNHA, Licínio. Introdução ao turismo. Lisboa:

Verbo, 2001.

BRASIL. MINISTÉRIO DO TURISMO. Secretaria

Nacional de Políticas de Turismo. Turismo

de negócios & eventos: orientações básicas.

Brasília: MT, 2008.

KNAFOU, Rémy. Turismo e território: por uma abordagem científica do turismo. In: RODRIGUES,

Adyr A. B. Turismo e Geografia. São Paulo: Hucitec, 1996. p. 62-74.

STOCK, Mathis. Tourisme. In: LÉVY, Jacques; LUSSAULT, Michel (Org.). Dictionnaire de la Géographie et de l’espace des sociétes. Paris: Belin, 2003. p. 931-933. Verbete de importante dicionário francês de Geografia.

LÉVY, Jacques. Le tournant géographique. Paris: Belin, 2000.

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO TURISMO. Introdução ao turismo. São Paulo: Roca, 2001.

POCHMANN, M.; BARBOSA, A.; CAMPOS, A.; AMORIM, R.; ALDRIN, R. (Org.).

A exclusão no mundo. São Paulo: Cortez, 2004.

229 p. (Atlas da exclusão Social, volume 4).

RODRIGUES, Adyr Balastreri. Turismo e espaço: rumo a um conhecimento  transdisciplinar. São Paulo: Hucitec, 2001.

URRY, John. O olhar do turista. São Paulo:

Sesc/Studio Nobel, 1996.

Ministério do Turismo. Disponível em:

<http://www.turismo.gov.br> . Acesso em: 26

nov. 2013.

Observatório das Metrópoles. Disponível em:

<http://observatoriodasmetropoles.net>. Acesso em: 26 nov. 2013.

Revista Turismo. Disponível em: <http://www.revistaturismo.com.br>.

Acesso em: 26 nov. 2013.

Secretaria do Desenvolvimento Metropolitano.

Disponível em:

CLIQUE AQUI

Acesso em: 16 jan. 2014.

Sinopse do Censo Demográfico 2010. Disponível em: <http://www.censo2010.ibge.gov.br/sinopse/index.php?dados=29&uf=35> .

Acesso em: 13 jan. 2014.

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Situação de Aprendizagem 8 –  Um mundo mais fluido: os caminhos geográficos das redes ilegais.

Competências e habilidades: construir e aplicar habilidades relativas ao domínio da linguagem cartográfica como meio de visualização sintética da relação entre realidades geográficas distintas; relacionar o processo de integração mundial às redes de negócios ilegais; identificar e distinguir configurações espaciais diferentes como “paraísos fiscais”; identificar e distinguir realidades na escala mundial e as mudanças de percepção com as mudanças de escala.

Etapa prévia – Sondagem inicial e sensibilização

Você pode abrir esta etapa de sondagem com uma afirmação: algumas atividades ilegais em nosso país estão muito presentes em nosso cotidiano, por exemplo, indiretamente pelos meios de comunicação. Depois disso, peça aos estudantes que mencionem termos relacionados a essas atividades. Para estimular  as respostas, você pode citar um deles como exemplo: o contrabando. Liste na lousa as respostas para constatar se o conjunto dos estudantes tem conhecimento da existência das atividades ilegais. Eis algumas possibilidades: pirataria, falsificação, “laranjas”,  tráfico (de drogas e de armas), muambas, lavagem de dinheiro, dinheiro sujo etc. Não se pode prever quantas e quais palavras serão mencionadas. Se houver inibição, um recurso que se pode usar é o de citar algumas dessas palavras e sondar se eles sabem o que significam, criar um glossário.

Etapa 1 – Um mundo interligado: as redes da ilegalidade se fortalecendo

Você poderia iniciar esta etapa com um problema complexo para os estudantes refletirem e assumirem uma posição. Ele será apresentado por meio de um texto e algumas questões interligadas e terá o seguinte título: As vantagens de ser global no mundo contemporâneo. Uma sugestão é que os alunos estejam organizados em grupos, porque seria bom compartilharem as reflexões para depois assumirem uma posição conjunta.

Leitura e análise de texto

Seguem algumas sugestões de questões exploratórias para o texto, disponíveis no Caderno do Aluno. 1. Qual é o aspecto que o texto apresenta como central no funcionamento do mundo contemporâneo? 2. Quais são as vantagens de conseguir explorar negócios na escala global (mundial)? 3. Como os “negócios ilegais” se aproveitam da atuação na escala global para obter vantagens  no tipo de atividade que realizam? 4. O que é dinheiro “sujo”? E o que significa “lavar” esse dinheiro? Como isso é feito? 5. Por que alguns países afrouxam seus controles e aceitam, em seu sistema bancário, o ingresso de dinheiro “sujo”? 6. Segundo o texto, o processo de globalização pode estimular alguns países (dos Estados nacionais) a afrouxar seus controles internos no que diz respeito à circulação de capitais de origem duvidosa. Por quê?

Leitura e análise de texto

Para encerrar esta etapa sugerimos o trabalho com um mapa que localize alguns pontos estratégicos de operação das redes de ilegalidade: “os paraísos fiscais”. Antes do trabalho com o mapa, talvez seja adequado esclarecer o que são esses paraísos e a ironia da designação. O pequeno texto disponível no material e as questões exploratórias que o acompanham (disponíveis no Caderno do Aluno) podem contribuir nessa direção, porém você não precisa ficar preso a ele, se achar que precisa abordar o tema para além da definição. 1. Nos denominados “paraísos fiscais”, quais são as exigências para que estrangeiros depositem capitais em seus bancos? 2. Converse com os alunos sobre as questões a seguir. a) O que é sigilo absoluto? b) Qual é a vantagem para o negociante de armas (ou de drogas) em conseguir depositar seu dinheiro (capital) em bancos que garantem o sigilo absoluto? 3. Explique como, por meio de abertura de  empresas em paraísos fiscais, consegue-se “limpar” o dinheiro “sujo”.

Leitura e análise de mapa

O próximo passo é trabalhar o mapa da Figura 17 com os estudantes e pedir a eles que o observem atentamente. Qual é a função do mapa “Paraísos Fiscais”? Ele mostra a localização dos paraísos fiscais. Não há representação das movimentações financeiras de cada um deles, que certamente são diferenciadas. Sendo assim, algumas questões surgem, e elas podem ser apresentadas aos alunos. Suas respostas serão de valia para se compreender melhor o fenômeno dos paraísos fiscais e das redes de ilegalidade que eles apoiam. 1. Observando o mapa (Figura 17), seria justo atribuir a condição de “paraíso fiscal” apenas às localidades pequenas e sem muitos recursos econômicos? Por quê? 2. Será que todos os “paraísos fiscais” movimentam o mesmo volume de dinheiro? Dá para saber isso pelo mapa? Por quê? 3. No mapa, onde se concentram os paraísos fiscais? Explique.

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PROPOSTAS DE SITUAÇÕES DE RECUPERAÇÃO

Primeiro encaminhamento: aproveitamento das questões que foram utilizadas ao longo das Situações de Aprendizagem como meios para as reflexões sobre os textos e os mapas trabalhados. Você também poderá lançar mão de outros materiais didáticos disponíveis na escola, como livros didáticos. Por fim, examine as respostas dos alunos, o que vai permitir definir os ajustes necessários. Segundo encaminhamento: para os alunos que apresentaram dificuldades de aprendizado, mesmo participando normalmente das proposições das Situações de Aprendizagem, sugerimos que o trabalho se centre especificamente no que é extremamente essencial em cada uma das Situações de Aprendizagem. A seguir, apresentamos o quadro desses elementos essenciais.

EM DESENVOLVIMENTO POR CLEUNICE DIAS DE OLIVEIRA - Última atualização em 28/04/2015 às 16h45

CEDIDO PELO AUTOR PARA USO EXCLUSIVAMENTE DIDÁTICO SOB RESPONSABILIDADE DOS GESTORES ESCOLARES NAS ESCOLAS ESTADUAIS JURISDICIONADAS À DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO SÃO VICENTE - PROIBIDA A REPRODUÇÃO FORA DA JURISDIÇÃO OU PARA FINS COMERCIAIS E/OU ACADÊMICOS