Escola Municipal Prof Aluízius Sehnem

Sala Informatizada

Profª Andreia Maria do Prado da Cruz

DICAS PARA FAZER DA MINHA AULA UM MOMENTO DE APRENDIZAGEM EFICIENTE

1º – Planejar antecipadamente, observando se o assunto que irá ser trabalhado poderá ser estendido a mais que uma aula sendo assim um trabalho diversificado (pesquisa, recuperação,

2º –Estabelecer, previamente, quais os objetivos se pretende alcançar durante a execução do plano;

3º – Se for uma atividade de reforço, estabelecer um grau de dificuldade maior;

4º – Se for um assunto de pesquisa, elaborar roteiro  para melhor focar o desempenho dos alunos;

5º – Mediar o tempo todo durante as atividades. Somente não interfira se  a atividades for com propósito avaliativo;

6º – Desafiar aos alunos para que atuam com eficiência e eficácia, de acordo com o grau de dificuldade da atividade;

7º – Explorar todo o conteúdo que for trabalhado, fazendo da aula um momento de construção de conhecimento (Intervenção, Mediação, Questionamento, Interferência);

8º – Se for utilizar o momento para recuperação de algum conteúdo, que se faça conforme atividades que os alunos dominem.

9º – Use a criatividade para elaborar suas aulas, explorando o máximos todos os recursos que o computador pode oferecer. Faça deste instrumento um aliado para promover o aprender a aprender com dinamismo, entusiasmo, inovação..

Uma leitura  para compartilhar sobre a Uso da Tecnologias

Trechos do Artigo:

Novas Tendências para o Uso das Tecnologias da Informação na Educação

Maria Candida Moraes

“Não apenas a escrita, a leitura, a audição e a visão estão sendo cada vez mais capturadas pelos avanços das tecnologias da informação, mas também as capacidades de criação, de imaginação e de aprendizagem. Além da economia, do trabalho, das formas de funcionamento da sociedade, também as atividades cognitivas estão sendo modificadas neste final de século, fazendo com que a técnica e a tecnologia ocupem, hoje, uma posição central, em função da redistribuição do saber que anteriormente estava mais ou menos estabilizado. Há uma nova gestão social do conhecimento a partir do desenvolvimento da informática...”

“Ao lado dos novos cenários mundiais e de suas implicações educacionais, é importante destacar as alterações ocorridas no paradigma da ciência e a relação dialética existente entre o modelo científico e os enfoques epistemológicos presentes nas atividades pedagógicas. Na prática do professor encontra-se subjacente um modelo de educação fundamentado em determinadas teorias e, em decorrência, um certo modelo de escola. O paradigma da ciência que explica a nossa relação com a natureza, com a própria vida, também esclarece a maneira como aprendemos e compreendemos o mundo, e nos dá uma indicação mais precisa de como o indivíduo ensina e constrói o conhecimento.”

“Reconhecemos a importância de focalizar o processo de aprendizagem, mais do que a instrução e a transmissão de conteúdos, lembrando que hoje é mais relevante o como você sabe do que o que e o quanto você sabe. Aprender é saber realizar. Conhecer é compreender as relações, é atribuir significado às coisas, levando em conta não apenas o atual e o explícito, mas também o passado, o possível e o implícito.”

“... implica em aprender a aprender que traduz a capacidade de refletir, analisar e tomar consciência do que sabe, dispor-se a mudar os próprios conceitos, buscar novas informações, substituir velhas "verdades" por teorias transitórias, adquirir novos conhecimentos resultantes da rápida evolução da ciência e da tecnologia e de suas influências sobre o desenvolvimento da humanidade.”

“Dessa forma, o grande desafio do professor é garantir o movimento, o fluxo de energia, a riqueza do processo. Isso significa a manutenção do diálogo permanente, de acordo com o que acontece em cada momento, propondo situações-problema, desafios, reflexões, estabelecendo conexões entre o conhecimento adquirido e o pretendido, de tal modo que as intervenções sejam adequadas ao estilo do aluno, às suas condições intelectuais e emocionais, e à situação contextual. É ele o responsável pela abertura e garantia do processo educacional, ao dirigir as transformações para que a interação professor-aluno não provoque o seu fechamento, através de uma mecanização da forma de pensar, da apresentação de verdades absolutas ou de caminhos únicos para o desenvolvimento da aprendizagem.”

“Educar para uma cidadania global é desenvolver a compreensão de que é impossível querer desacelerar o mundo e, sim, procurar adaptar a forma de educar às mudanças rápidas e aceleradas presentes em nossas vidas. É ter uma atitude interna de abertura e não de fechamento, uma atitude de questionamento crítico e, ao mesmo tempo, de aceitação daquilo que julgar relevante. Envolve a compreensão dos impactos sociais e políticos decorrentes dos fenômenos demográficos e a aquisição de valores compatíveis com a vida numa sociedade planetária, onde prevalece a tolerância, o respeito, a compaixão, a cooperação e a solidariedade. É preparar os indivíduos para vivenciarem uma nova ética entre os povos, capaz de melhorar a convivência neste mundo.”

(Fevereiro/98)