Disciplina: Geografia

Série/Ano: 1ª série - EM

Vol/Bim: Vol 2/3ºBm

CADERNO DO ALUNO

Situação de Aprendizagem (Número/título)

Sequência Didática

Recursos audiovisuais e/ou de TIs  sugeridos no caderno

Recursos audiovisuais e/ou de TIs sugeridos pelo PCNP

Interfaces interdisciplinares / Temas trasnsversais

Situação de Aprendizagem 1 – Estruturas e Formas do Planeta Terra: os movimentos e o tempo na transformação das estruturas da Terra..

Competências e habilidades: trabalhar a percepção da relatividade dos conhecimentos científicos; a evolução linear desses conhecimentos e as rupturas revolucionárias que alteram o curso das ciências; construir e aplicar habilidades relativas ao domínio da linguagem escrita (leitura), como meio de vislumbrar as dimensões presentes num texto; selecionar, organizar, relacionar e interpretar informações representadas em tabelas complexas para apreender os processos naturais que estruturam a superfície planetária.

Etapa prévia – Sondagem inicial e sensibilização

Para iniciar esta etapa, proponha aos alunos que observem os seus bairros e, em uma folha avulsa, descrevam a geografia deles. Você pode pedir a eles que descrevam o substrato natural dos seus bairros (ou do bairro onde a escola se situa), avaliando o que considerar mais pertinente. Para chegar aonde se pretende nessa sondagem, seria adequado também retirar da descrição qualquer manifestação de vida (a vegetação no caso). O que se deve descrever é o mundo inorgânico: o relevo, a hidrografia e o clima.

Essa descrição pode ser na forma escrita e os alunos poderão acrescentar alguns

desenhos, em especial do relevo: colinas, morros, fundos de vale etc. No Caderno do Aluno a atividade está disponível na seção Lição de casa. Sugerimos que as respostas sejam compartilhadas.

O resultado dessa sondagem vai indicar as ênfases necessárias que serão aplicadas nas outras etapas da Situação de Aprendizagem.

Etapa 1 – Os movimentos das esferas terrestres

Sugerimos que esta etapa se inicie com a análise do quadro Quadro 1.

Examinado o quadro, pode-se iniciar a aula com três comentários que o articulem com o que foi descrito pelos alunos na etapa prévia. Algo bem simples e imediato: 􀁦 ao descrever o relevo do bairro, apresenta-se uma das características da litosfera daquele local; 􀁦 as menções sobre a hidrografia da localidade e a forma de manifestação da hidrosfera no local estudado;  o clima do bairro (que certamente não é somente daquele bairro, e sim da cidade, ou da região mais ampla, visto que o clima é um fenômeno difícil de se caracterizar apenas na escala local) é o modo como a dinâmica da atmosfera se expressa naquela localidade.

Leitura e análise de quadro e imagem

A seguir, sugere-se chamar a atenção dos alunos para os outros aspectos do quadro, por meio das questões presentes no Caderno do Aluno.

Agora, explore a Figura 2, enfatizando as interações existentes entre as esferas terrestres, retomando as observações dos alunos propostas na etapa da sondagem inicial.

Leitura e análise de imagem

Depois de assegurar que os alunos tenham consolidado uma compreensão sobre as esferas terrestres e suas respectivas dinâmicas, oriente-os a realizar as atividades presentes no Caderno do aluno.

Professor, após a atividade, é importante ressaltar que apesar de parecer óbvio que os movimentos das esferas provocam os eventos naturais que afetam os seres humanos, nem sempre foi essa a percepção que os seres humanos tiveram sobre a dinâmica da natureza.

Como estudar as esferas terrestres?

Será possível fazê-lo sem refletir sobre seus movimentos?

Parte 1 - Para abordar a questão dos movimentos das três esferas, propomos aos alunos uma pesquisa em grupo com a orientação do professor para aprofundar este tema. Depois, sugerimos as atividades a seguir, presentes no Caderno do aluno, e a elaboração de um relatório.

Tudo o que foi anteriormente discutido e produzido deve ser levado em consideração. Não é preciso uma nova pesquisa. É importante que os alunos enfrentem essas questões com seu repertório, com o que observam e usando a lógica.

Parte 2 - Nesta segunda parte da Pesquisa em grupo, a proposta é discutir o tempo. Proponha as questões a seguir para reflexão. No final deste Caderno e também no Caderno do Aluno está disponível para consulta o quadro História da

Terra, onde se vê a história geológica da Terra transformada em um ano, o “Ano-Terra”. Esse anexo contribuirá para o desenvolvimento da pesquisa e servirá de subsídio para as próximas atividades.

Apresente aos alunos as informações propostas no material que servirão de subsídios para a realização da próxima etapa da atividade.

Após debater as questões com os alunos, proponha ao grupo que examine e complete o Quadro 2 (Guia de reflexões sobre a relatividade do tempo). É importante dar a palavra final sobre esse guia, enriquecendo-o e alterando-o no

que for preciso. Assim que forem lançadas todas as questões, os grupos que haviam sido anteriormente organizados deverão debatê-las e elaborar respostas aos questionamentos propostos.

Após esse processo de reflexão sobre a relatividade do tempo, é importante cuidar para que pelo menos duas ideias fundamentais tenham ficado estabelecidas: o tempo é relativo às referências que usamos; o tempo da natureza é outro, bem diferente do tempo humano. Para finalizar esta atividade, peça aos alunos que produzam um relatório contemplando os dois aspectos mencionados.

Neste relatório, é importante verificar se os estudantes contemplaram as diferenças estruturais entre os tempos da natureza e o tempo humano. Agora, pode-se caminhar para uma aplicação dos conhecimentos até aqui trabalhados,

conforme descritos no material.

A seção Lição de Casa propõe uma ideia interessante e necessária à aplicação dos conhecimentos sobre a temática. Oriente os alunos na construção de um quadro analítico (conforme modelo do Quadro 3, também disponível no Caderno do Aluno), avaliando as esferas terrestres do ponto de vista dos seus movimentos. Além da aplicação desses conhecimentos trabalhados, talvez seja

necessário acrescentar mais alguma informação por intermédio de pesquisa, ou então, você mesmo, professor, poderia fazer acréscimos complementares, chamando atenção para ritmos distintos dos movimentos nas três esferas, por

exemplo. Há movimentos que se mantêm constantes, como a erosão na litosfera, e outros mais ocasionais, eventuais (daí o termo evento), como os terremotos e as erupções vulcânicas. Aos primeiros, podemos chamar dominantes e, aos outros, bruscos, eventuais, catastróficos etc. Do mesmo modo, nas outras esferas inorgânicas (hidrosfera e atmosfera), podemos encontrar movimentos dominantes (constantes) e outros eventuais (bruscos).

Nesta atividade, vale acrescentar que os movimentos de cada uma dessas esferas podem ser provocados por movimentos de alguma outra. Dois exemplos: Maremoto e enchente.

A atividade a seguir, proposta na seção Desafio!, no Caderno do Aluno contribuirá para que os alunos aprofundem os conhecimentos sobre o assunto estudado nesta Situação de Aprendizagem. Ressaltamos que você também poderá utilizá-la como parte das avaliações da aprendizagem. Os alunos deverão responder: Será que os movimentos em uma esfera podem provocar movimentos em outra? Utilize a imagem (Figura 4) para responder a este desafio.

Leitura e análise de texto

Agora, proponha a leitura do texto proposto. Depois, peça aos alunos que respondam às questões propostas na sequência, disponíveis também no Caderno do Aluno.

Para finalizar essa etapa da Situação de Aprendizagem, na seção Desafio! propomos uma atividade para ampliar a leitura da tabela História da Terra (disponível no final deste Caderno e no Caderno do Aluno).

Etapa 2 – A descoberta do tempo nos estudos da estrutura física da Terra

Pode-se iniciar esta etapa com uma questão que deve ter surgido na primeira etapa.

Nesse caso, seria interessante deixar os alunos se manifestarem levantando todas as hipóteses que julgarem pertinentes. Elas devem ser comentadas e as discussões devem ser conduzidas para a questão científica. Afinal, esse entendimento sobre a abertura dos oceanos e a medição que comprova a abertura (1,2 cm no caso do Atlântico) é uma elaboração e uma tarefa da ciência. Mas qual ciência faz esse tipo de afirmação? E desde quando se tem esse entendimento?

Leitura e análise de texto e imagem

Para admitir que os oceanos estavam se abrindo, foi preciso que o ser humano tivesse descoberto a idade da Terra, conforme se pode discutir com os alunos com base no texto seguinte sobre uma verdadeira revolução no pensamento humano. A análise pormenorizada desse texto se constituirá numa boa oportunidade para trabalhar a competência leitora dos alunos.

Após a leitura do texto, proponha o preenchimento do quadro a seguir (Quadro 4), presente no Caderno do Aluno. O aluno deverá registrar os necessários esclarecimentos e definições, inclusive as palavras que assinalou durante a leitura do texto.

Na sequência apresente a atividade a seguir, proposta no Caderno do Aluno, na seção Pesquisa em grupo.

Após a leitura do texto A idade da Terra e a elaboração do quadro, produza com seus colegas, em uma folha avulsa, um relatório considerando o questionamento proposto.

Na seção Você Aprendeu?, sugerimos uma questão que contribuirá para aprofundar os conhecimentos sobre o assunto estudado nesta Situação de Aprendizagem. Você também poderá utilizá-la como parte das avaliações da aprendizagem.

Textos e tabelas complexas

http://www.youtube.com/watch?v=FaxUzLVRuQo

http://www.youtube.com/watch?v=NKLIi3FRyp8

Situação de Aprendizagem 2 – Estruturas e formas do Planeta Terra: os movimentos da Crosta Terrestre..

Competências e habilidades: trabalhar a percepção da relatividade dos conhecimentos científicos; construir e aplicar habilidades relativas ao domínio da linguagem escrita (leitura), como meio de vislumbrar as dimensões presentes num texto; construir e aplicar habilidades relativas ao domínio da linguagem cartográfica, como meio de visualização sintética da relação entre realidades geográficas naturais distintas; selecionar, organizar, relacionar e interpretar dados e informações, representados em tabelas; construir e aplicar conceitos trabalhados pela Geografia, que têm origem na Geofísica e na Geologia.

Etapa prévia – Sondagem inicial e sensibilização

Uma questão pode ter surgido para os alunos na Situação de Aprendizagem anterior, e é importante aproveitar este momento de sondagem para ajudar a aflorá-la lançando a seguinte questão, presente no Caderno do Aluno, na seção

Para começo de conversa.

É importante informar, caso os alunos não se deem conta, que as movimentações bruscas e ocasionais, como terremotos e erupções vulcânicas, e mesmo um movimento mais lento, como a abertura dos oceanos, não foram contempladas nos trabalhos de Hutton e Lyell.

Nesta atividade, apresentamos aos alunos os questionamentos a seguir sobre as teorias e a dinâmica da litosfera. Em seguida, oriente-os na pesquisa sobre o tema e na elaboração de um texto coletivo, feito em uma folha avulsa.

Etapa 1 – Um pensamento original e ousado: a deriva continental

Leitura e análise de mapa

A atividade presente no Caderno do Aluno tratará da coleção de mapas sobre a deriva continental: da Pangeia até nossos dias e será a referência para as questões propostas a seguir. Sugerimos que organize grupos de alunos para produzir pequenos relatos compartilhados e debatidos sobre o que observaram. Isso é sempre produtivo nesses casos, assim como registrar, ajustar e controlar se as percepções desejadas foram alcançadas. Talvez seja necessária uma contribuição para o início da atividade: os mapas mostram um fenômeno já discutido na Situação de Aprendizagem 1.

Alguns comentários questionadores, abrindo espaço para o diálogo com os estudantes, podem ser apresentados para aproveitar o impacto que a visualização dos mapas produziu e também para aproveitar o interesse que a

percepção construída vai propiciar. Eles servirão também para dar algumas informações sobre quem pensou isso e sobre a repercussão dessa ideia nos meios científicos.

Etapa 2 – Uma cartografia das placas tectônicas

Para exercitar a competência leitora em Cartografia, explique algumas características do mapa. Trata-se de um mapa qualitativo. Sua função é distinguir objetos diferentes (realidades geográficas distintas) e permitir que eles sejam separados visualmente uns dos outros. No caso deste mapa,o objeto geográfico a ser distinguido são as placas que compõem a crosta terrestre. Cada uma está representada por uma cor específica. Esse tipo de mapa tem uma característica: ele não nos apresenta uma única imagem, mas uma coleção de imagens no interior de um único mapa.

Leitura e análise de mapa

Para trabalhar com o mapa da Figura 8, sugerimos as atividades propostas no Caderno do Aluno.

Essas atividades visam criar certa familiaridade com as placas tectônicas, sua localização, seus encontros etc.

O interessante é garantir que os alunos comecem a se perguntar quais são as consequências da movimentação das placas tectônicas. Para relembrar: Qual é a grande consequência que já se sabe e que, aliás, foi por onde essa descoberta começou? Duas palavras respondem: Deriva Continental. A ideia é que eles cheguem a respostas usando o recurso da dedução. Neste momento, com o auxílio das imagens das Figuras 9a e 9b e do que foi estudado até o momento,

os alunos deverão responder às questões propostas na seção Lição de casa, do Caderno do Aluno.

Geografia das placas tectônicas é fascinante e você deve se aproveitar disso. Os alunos podem fazer várias pesquisas complementares, e os livros didáticos aos quais eles já têm acesso são bons materiais de consulta. As fontes podem ser ampliadas para, por exemplo, pesquisar sobre vulcões em atividade, as principais áreas atingidas por terremotos, e assim por diante.

Para finalizar, as atividades a seguir propostas na seção Você aprendeu? contribuirão para aprofundar os conhecimentos sobre o assunto estudado nesta Situação de Aprendizagem. Você também poderá utilizá-las como parte das avaliações da aprendizagem.

Representações Cartográficas; textos; tabelas.

http://www.youtube.com/watch?v=LnmaChE_rKY

http://www.youtube.com/watch?v=b7iBTliX54A

Situação de Aprendizagem 3 – Estruturas e Formas do Planeta Terra: a produção das formas da superfície terrestre.

Competências e habilidades: construir e aplicar habilidades relativas ao domínio da linguagem escrita (leitura); construir e aplicar habilidades relativas ao domínio da linguagem cartográfica como meio de visualização sintética da relação entre realidades geográficas naturais distintas; interpretar dados e informações para apreender os processos naturais que estruturam a superfície planetária; aplicar conceitos trabalhados pela Geografia, vindos da Geologia, que permitem uma apreensão estrutural da crosta terrestre e de sua dinâmica; apreender a lógica dos fenômenos naturais na superfície terrestre segundo diversas escalas geográficas e diferentes escalas temporais.

Etapa prévia – Sondagem inicial e sensibilização

A sondagem inicial pode verificar o que os alunos sabem sobre essas cadeias montanhosas, por meio das atividades a seguir, disponíveis na seção Para começo de conversa do Caderno do Aluno.

Etapa 1 – Os agentes naturais que produzem o relevo da Terra

Apresente aos alunos o mapa-múndi das altitudes (Planisfério Físico), um dos elementos mais importantes do relevo (Figura 10), convidando-os a observá-lo livremente.

Leitura e análise de mapa

Após a observação da Figura 10, peça aos alunos que respondam às questões a seguir, propostas no Caderno do Aluno.

A seguir, apresentamos um pequeno texto para informação complementar proposto na seção Pesquisa individual do Caderno do Aluno sobre a estrutura interna da Terra. Alguma discussão em aula pode ser interessante, em especial sobre como se conhece o interior da Terra, mas o recomendável é que o texto seja ponto de partida para outras pesquisas.

Agora, uma questão fundamental pode ser apresentada aos alunos, alertando-os

para a necessidade de equacioná-la recorrendo a duas vertentes do saber geológico: 1. a que trata dos processos geológicos lentos e uniformes (erosão); 2. a que trata dos movimentos das placas tectônicas. O tema em debate continua a ser as cadeias montanhosas, as cordilheiras.

Leitura e análise de quadro

Peça aos alunos que realizem a atividade a seguir, encontrada no Caderno do Aluno.

Etapa 2 – Uma Geografia das formas da superfície terrestre

Depois de refletir sobre as forças e os tempos envolvidos na produção do relevo da Terra, o professor poderia pedir aos alunos que voltassem a observar o mapa da Figura 10, que representa a configuração do relevo mundial, sua altitude e sua distribuição geográfica. A partir da etapa 1 desta Situação de Aprendizagem, você pode afirmar que o relevo da Terra é uma interface entre a ação dos agentes internos (movimentos das placas tectônicas) e a dos agentes externos (erosão).

As questões a seguir, propostas na seção Lição de casa no Caderno do Aluno, têm o objetivo de consolidar os conhecimentos dos alunos sobre os processos de erosão.

Complementando essa etapa, propomos aos alunos que pesquisem em seu material didático, em atlas geográficos e em outras fontes e, com base em seus conhecimentos, levantem dados organizados sobre a estrutura rochosa dos blocos continentais, seguindo o roteiro a seguir. Eles poderão ilustrar a pesquisa com imagens dos principais tipos de rocha.

Leitura e análise de texto e imagem

Nesse momento, proponha a leitura do texto a seguir, presente no Caderno do Aluno, que cria uma situação para identificação dos tipos de relevo.

Aplicação 1 – Caracterizando a geografia das formas do seu lugar

Aplicação 2 – A geografia das formas dos blocos continentais

Com base no mapa Planisfério físico (Figura 10), preencha o quadro a seguir (Quadro 8), identificando cinco planícies, cinco planaltos e três cadeias montanhosas.

Propomos as atividades a seguir, na seção Você aprendeu? do Caderno do Aluno, para aprofundar os conhecimentos sobre o assunto estudado nesta Situação de Aprendizagem. Você também poderá utilizá-las como parte das avaliações da aprendizagem.

Representações Cartográficas; textos; Esquemas; tabelas.

http://www.youtube.com/watch?v=3PNQokydjuc

Situação de Aprendizagem 4 – Riscos em um mundo desigual: Catástrofes e prevenção - uma construção do espaço geográfico.

Competências e habilidades: construir e aplicar habilidades relativas ao domínio da linguagem escrita (leitura), como meio de vislumbrar as dimensões presentes num texto; construir e aplicar habilidades relativas ao domínio da linguagem cartográfica (leitura e confecção), como meio de visualização sintética da relação entre realidades geográficas distintas; associar padrões de desenvolvimento econômico e social distintos às maneiras de realizar o controle passivo das situações de riscos naturais; interpretar dados e informações para tomar decisões e enfrentar situações-problema, como a prevenção contra situações de riscos naturais; trabalhar reflexões sobre a apreensão da natureza como uma forma de construção do espaço humano.

Etapa prévia – Sondagem inicial e sensibilização

Na seção Para começo de conversa do Caderno do Aluno, sugerimos as questões propostas.

Etapa 1 – Como se proteger dos eventos geológicos

Apresente aos alunos o mapa Mortos em terremotos, 1975-2000 (Figura 15), disponível no Caderno do Aluno, para abordar a questão da representação

de um desses fenômenos.

A ideia é que os alunos consigam associar zonas de encontros de placas com

os índices de mortos em terremotos.

Leitura e análise de mapa e gráfico

Neste momento, peça que os alunos respondam às questões a seguir, propostas na atividade Pesquisa em grupo, no Caderno do Aluno.

Com base nos materiais utilizados nas atividades anteriores – o mapa Mortos em terremotos, 1975-2000 (Figura 15), o gráfico que deu origem a esse mapa (Figura 14) e o mapa Placas tectônicas (Figura 8) – produza com seu grupo, em uma folha avulsa, um relatório a respeito dos aspectos propostos.

Leitura e análise de texto e imagem

Para tornar mais concreta ainda essa variável fundamental, sugerimos a leitura de dois exemplos relacionados ao vulcanismo, presentes no Caderno do Aluno.

Agora, peça aos alunos que respondam às questões propostas a seguir, presentes no Caderno do Aluno.

Etapa 2 – Os desastres naturais como elementos de construção do espaço A etapa final desta Situação de Aprendizagem começa com a observação da foto de um dos desastres mais impressionantes dos últimos tempos: o tsunami no Oceano Índico (Figura 18).

De início, vale inquirir sobre o que os alunos pensam ser um tsunami. Essa forma de sempre buscar o conhecimento do aluno não é meramente uma estratégia elementar para envolvê-lo na construção dos conhecimentos, mas também para a constante verificação do que foi aprendido. No caso do tsunami, os alunos têm repertório desenvolvido anteriormente para defini-lo.

Leitura e análise de imagem e texto

1. Observe a imagem a seguir e responda às questões.

A atividade de leitura proposta a seguir permitirá um trabalho reflexivo mais adiante.

2. Leia o texto que segue, tendo em mente as escalas geográficas dos eventos naturais e humanos.

Na seção Lição de casa, propomos a seguinte atividade:

Com base nos questionamentos a seguir e no que foi estudado até o momento, elabore um texto em uma folha avulsa, sintetizando as principais ideias a respeito do tsunami.

Para finalizar esta Situação de Aprendizagem, sugerimos as atividades a seguir da seção Você aprendeu?.

Representações Cartográficas; textos; Esquemas; tabelas.

O INFERNO DE DANTE

Título original:

Dante's Peak

Duração:

108 minutos (1 hora e 48 minutos)

Gênero:

Ação

Direção:

Roger Donaldson

Ano:

1997

País de origem:

EUA

http://www.igepn.edu.ec/#P2-salinas

http://hdr.undp.org/en/media/HDR_20072008_PT_chapter2.pdf

http://vulcanoticias.com.br/portal/

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u398353.shtml

http://www.painelglobal.com.br/

EM DESENVOLVIMENTO POR CLEUNICE DIAS DE OLIVEIRA - Última atualização em 26/09/2016

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