GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO SÃO VICENTE

PLANO DE TRABALHO DO NÚCLEO PEDAGÓGICO PARA O ANO DE 2012

DOCUMENTO EM FASE FINAL DE REVISÃO ORTOGRÁFICO GRAMATICAL ATÉ 31/01/12                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                

PLANO DE TRABALHO DO NÚCLEO PEDAGÓGICO PARA O ANO DE 2012

(Fundamento Legal: inciso XI do artigo 73 do Decreto nº 57.141/2011)

I - Introdução

O presente Plano Anual de Trabalho (PAT) do Núcleo Pedagógico da Diretoria de Ensino Região São Vicente (NP-DERSV), constitui-se em ferramenta pedagógica - e, deste ponto de vista, conceitual -, que direciona as ações e atividades que darão concretude às atribuições legais deste Núcleo conforme descritas no Decreto nº 57.141/2011. É documento de construção coletiva compartilhada, na qual o leitor é convidado a ouvir as diversas vozes nele presentes: dos Professores Coordenadores da Oficina Pedagógica, principais protagonistas, do Diretor Técnico, também PCOP, designado a partir de 08/12/2011, e da Supervisão de ensino e do Dirigente Regional de Ensino, coordenador de todo o processo. Nesse sentido, ao entrar em contato com o texto, o leitor vivenciará diferentes estilos de escrita, cada um deles representando uma autoria própria do ator que lhe deu vida, todos, porém, buscando uma coerência nas ações de formação de professores e acompanhamento do desenvolvimento do ensino e da aprendizagem nas escolas.

Este PAT deve ser compreendido como uma Proposta Pedagógica e, por ser desta natureza, é dinâmico e afeito a avaliação e revisão em processo, sem perder sua essência fundamentada na formação continuada de professores e no acompanhamento pedagógico da escola estadual, através de ações nas escolas e na Diretoria de Ensino.

O PAT é formado pelo presente documento, composto de considerações gerais acerca de sua justificativa, e pelos Planos de Ação do Diretor Técnico (DT) e dos Planos de Ação dos Professores Coordenadores da Oficina Pedagógica (PCOPs) e por outros três documentos, quais sejam:

1 - O Cronograma de Orientações Técnicas na Diretoria (clique).

2 - O Cronograma de Orientações Técnicas nas Escolas (clique).

3 - O Regimento Interno do NP-DERSV (clique).

        De forma a potencializar a atuação do NP-DERSV, foram consolidadas as seguintes linhas de ação:

I – Realização de orientações técnicas presenciais para formação continuada de professores e professores coordenadores.

II – Realização de orientações técnicas nas escolas estaduais para acompanhamento do desenvolvimento do Currículo e formação continuada de professores e professores coordenadores.

III – Estudo e produção de descrição do Currículo Oficial para disponibilização em plataforma on-line que subsidie a gestão do Currículo pelo professor coordenador da escola estadual.

IV – Acompanhamento e formação continuada de docentes e professores coordenadores relativa à recuperação da aprendizagem.

V – Realização de Cursos de atualização autorizados pelos órgãos centrais, para, obrigatoriamente, desenvolvimento de habilidades e competências didático-pedagógicas no desenvolvimento do Currículo Oficial, na proporção de até dois cursos e/ou módulos por disciplina e/ou área de conhecimento ao longo de um ano.

VI - Analisar os resultados de avaliações internas e externas e propor medidas para melhoria dos indicadores da educação básica.

VII – Acompanhamento das pautas e das reuniões de HTPC, de forma presencial e através de monitoramento com uso de TICs.

VIII – Manutenção de site ou blog da disciplina com o objetivo de divulgar conteúdos voltados ao desenvolvimento do Currículo Oficial e como ferramenta de comunicação entre o PCOP e os professores da disciplina e/ou do público dos programas e projetos.

        As linhas de ação são traduzidas em atividades específicas nos Planos de Ação dos PCOPs das disciplinas do Currículo e no Plano de Ação do Diretor Técnico, que compõem o presente documento.

II - Justificativa

        A existência de um PAT é exigência legal. Mais que isso, é exigência para uma gestão eficiente e eficaz da coisa pública. Considerada sua natureza de Proposta Pedagógica, exerce um duplo movimento no processo de gestão democrática do ensino, um, externo, porque constitui-se numa carta de intenções que se apresenta para as escolas estaduais da área de circunscrição submetendo-se à sua aprovação e validação e outro, interno, porque constitui-se em porto seguro para o desenvolvimento do trabalho profissional dos PCOPs, além de permitir uma melhor integração com os demais Centros e Núcleos da estrutura da Diretoria de Ensino, naquilo em que são interdependentes.

        O presente PAT para o ano de 2012, parte da avaliação institucional do trabalho realizado no ano de 2011, que foi realizada através de formulário on-line aberto a todos os usuários, professores e gestores das escolas da DERSV, sem necessidade de identificação. O formulário ficou disponível on-line no site da Diretoria de Ensino de 23/11 a 09/12/2011. A avaliação buscou identificar a satisfação dos usuários com as ações desenvolvidas, com crivos de avaliação “muito satisfatório”, “satisfatório”, “pouco satisfatório” e “insafisfatório”. Foram aferidas as respostas de 207 usuários, como segue:

        O total de 44% de respostas obtidas de professores, a nosso ver, permitiu uma generalização dos dados que apresentamos e que fundamentam o presente PAT, mesmo que seja possível ressalvar que os respondentes aos formulário, professores e gestores, tivessem alguma empatia pelo trabalho realizado, visto terem se disposto voluntariamente a fazer a avaliação. No entanto os dados da avaliação institucional são coerentes com os dados das avaliações feitas por cada PCOP no desenvolvimento de suas atividades em 2011 e que fundamentam seus planos de ação individuais.

        Uma primeira ação avaliada, foi o conhecimento do número de vezes que o usuário presenciou ou teve conhecimento da presença dos PCOPs nas escolas estaduais.

        Ainda que tivéssemos conhecimento do total de ações dos PCOPs nas escolas em 2011 (513 ações individuais), vemos como motivo de avaliação positiva a percepção de presença dos PCOPs nas escolas tendendo para 3 ou mais vezes. Ainda que esse total possa ser pequeno para a formação nas escolas, e de fato o é, ele representa uma importante conquista nessa linha de ação, que deve ser mantida e ampliada em 2012. Ainda nesta linha de ação, vale notar que é pautada por quatro campos de olhar que são, a) o acompanhamento da HTPC e da gestão do Currículo na Escola, b) o acompanhamento da sala de aula, c) a observação do clima escolar e entrevista com alunos sobre sua satisfação com a escola e, d) o acompanhamento da recuperação.

        78% dos avaliadores consideraram satisfatória as ações desenvolvidas pelos PCOPs nas escolas em 2011 e 93% dos avaliadores consideram que as ações dos PCOPs nas escolas devam ser mantidas ou ampliadas em 2012. Esses dados fundamenta essa linha de ação, a de realização de orientações técnicas nas escolas.

        Perguntou-se aos avaliadores sobre sua satisfação com as orientações técnicas realizadas na Diretoria de Ensino (foram realizadas, somente pela Oficina Pedagógica, 58 orientações técnicas em 2011, mais de uma a cada 4 dias letivos, em média, com total de atendidos de 3.800 docentes e gestores que, somados ao total de atendidos na Rede do Saber totalizaram mais de 6.500 - clique), ao que se obteve o seguinte índice de respostas:

        91% afirmaram que as ações dessa linha devem ser mantidas ou ampliadas, o que se pretende efetivamente fazer.

        Em relação às ações de acompanhamento da recuperação paralela, 59% as consideraram satisfatória, 16% muito satisfatórias e 10% insatisfatórias, evidenciando que, apesar de uma avaliação positiva da linha de ação, ela ainda carece de fragilidades, cuja superação deve ser buscada em 2012, ainda que as projeções da Secretaria de Estado da Educação (SEE), apontem para outro modelo de recuperação a partir de 2012.

        Uma linha de ação muito importante, cuja primeira fase foi desenvolvida entre outubro de 2010 e outubro de 2011, o estudo do Currículo Oficial pelos PCOPs, resultou em um produto disponibilizado on-line (clique aqui para conhecer) e foi avaliado como segue:

        Ainda que, para 84%, o produto tenha sido considerado satisfatório, é motivo de preocupação o desconhecimento do mesmo por 7% dos avaliadores, visto ter sido amplamente divulgado entre os professores coordenadores. Esse produto, especialmente em Física, foi citado como inspiração para estudo por PCOPs de outras Diretorias no II Fórum de Ciências da Natureza realizados entre os dias 12 e 14/12/2011, no auditório Fernando de Azevedo, na sede da SEE.

        O estudo do Currículo é uma linha de ação que se impõem como necessária, e para 2012, se prevê o estudo por áreas de conhecimento para a busca das interfaces interdisciplinares, ampliando o conhecimento dos PCOPs sobre o Currículo e atualizando o produto on-line.

        Em relação aos cursos de atualização (clique aqui para conhecer os cursos ministrados em 2011) ministrados pelos PCOPs da DERSV, 92% os consideraram satisfatórios, garantindo a continuidade dessa linha de ação em 2012.

        Também avaliado, o atendimento presencial e telefônico e o índice de atendimento às demandas apresentadas à Oficina Pedagógica, foi considerado safisfatório por mais de 90% entre os que utilizaram o serviço. O índice de 10% de insatisfeitos aponta para a necessária melhora no atendimento e encaminhamento de demandas, buscando sua excelência.

        Os sites e blogs mantidos pelos PCOPs, ainda que não avaliados, constituem-se em linha de ação que deve ser mantida e ampliada em 2012, dada sua qualidade como ferramenta de inclusão digital e de integração dos PCOPs com os professores da disciplina.

        A linha de ação referente à análise dos dados de avaliação externas e internas, não foi objeto de avaliação e foi concretizado em 2011 em ações pontuais de formação continuada de docentes e professores coordenadores. Em 2012 objetiva-se criar ferramenta para uma gestão sistemática, ainda que, neste momento, estejamos distantes de sua consecução.

        A linha de ação referente ao acompanhamento das Horas de Trabalho Pedagógicas Coletivas (HTPCs), estiveram integradas a linha de ação de orientação técnicas nas escolas em 2011, e carecem de maior sistematização em 2012.

        Dediquemos agora, um olhar mais aprofundado sobre os temas da formação continuada de professores e do acompanhamento do fazer pedagógico na unidade escolar. Eles são contemplados em todas as linhas de ação, em especial nas linhas 1, formação continuada através de orientações técnicas na DERSV e, 2, realização de orientações técnicas nas escolas. A linha 1 é objeto de considerações mais específicas nos Planos de Ação de cada PCOP. Agora, teceremos considerações acerca da linha 2.

        A realização de orientações técnicas nas escolas, parece-nos, se constitui em um dos desafios pedagógicos e gerenciais da atuação da Oficina Pedagógica. Há que se conciliar agendas, considerar os deslocamentos que, no caso da DERSV variam de 1 a 100 quilometros de distância da sede, os meios de transporte disponível aos PCOPs, a existência de recursos para o efeitivo pagamento do transporte e diária de que fazem jus e sem os quais não podem se deslocar, bem como, e ainda mais importante, o que fazer estando na escola. O modelo de concentrar a presença dos PCOPs nas escolas nos horários de HTPC muitas vezes sugerido, se por um lado deve ser considerado e objetivado, por outro, na prática cotidiana se mostra extremamente limitador: HTPCs em horário noturno, no final da tarde, em poucos dias da semana, inviabilizam um acompanhamento sistemático de todas as escolas. Por isso, nesta DERSV, optou-se por criar coletivamente entre os PCOPs um instrumento de observação e acompanhamento que foi validado pelas equipes gestoras escolares antes de sua aplicação. É um instrumento que, se por um lado permite ao PCOP desenvolver um olhar da gestão pedagógica e do desenvolvimento do Currículo nas escolas, por outro, permite às próprias escolas, uma vez que dele se apropriem, melhor gerenciar o desenvolvimento do Currículo nas salas de aula e nas HTPCs.

        O instrumento é composto de quatro campos de olhar que já foram sinalizados mais acima e que reapresentamos: a) o acompanhamento da HTPC e da gestão do Currículo na Escola, b) o acompanhamento da sala de aula, c) a observação do clima escolar e entrevista com alunos sobre sua satisfação com a escola e, d) o acompanhamento da recuperação. Para cada campo de olhar existe um conjunto de crivos de observação, reduzidos a “sim” ou “não” em sua concretude na prática escolar, sendo o “sim” aquilo que esta Oficina Pedagógica considera adequado no desenvolvimento do Currículo e o “não” aquilo no que se percebe fragilidade da escola e sobre o qual o PCOP atuará orientando os docentes e/ou os professores coordenadores.

        Na DERSV o instrumento foi formatado em formulário próprio, em vias carbonadas de forma a agilizar o trabalho manual do PCOP, liberando mais tempo para as intervenções pedagógicas. Após a orientação técnica na escola, cada PCOP individual, cadastra em sistema on-line os resultados de sua orientação técnica, permitindo que tenhamos uma avaliação em tempo real sobre o desenvolvimento e gestão do currículo. Os dados quantitativos brutos que surgem são somente indicativos da necessidade de sua análise qualitativa, porém, dado seu extenso volume, falam por si só sobre as condições daquilo que os gerou. Como já anunciamos mais acima, em 2011, os PCOPs da DERSV cadastraram 513 intervenções individuais nas escolas; na maioria das vezes, a presença na escola aconteceu em equipes e nestas os PCOPs diferenciaram o campo de olhar observado.

        Na sequência são apresentados alguns dados emergentes do relatório das orientações técnicas nas escolas realizadas pelos PCOPs da DERSV em 2011, que se constituem em pedra fundante da justificativa acerca da importância das ações previstas neste PAT.

Quadro 1 - Distribuição de OTs nas escolas - 100% das UEs regulares atendidas

SCOLA ESTADUAL

OTs realizadas

% do total

ALBERTO AUGUSTO, PASTOR

8

2%

ALBINO LUIZ CALDAS, PROF

8

2%

ANTONIO LUIZ BARREIROS

28

5%

ANTONIO MOREIRA COELHO, DEPUTADO

11

2%

ARMANDO VICTÓRIO BEI

9

2%

ENIO VILAS BOAS, PROF

8

2%

ESMERALDO S. TARQUÍNIO CAMPOS FILHO

10

2%

JOAQUIM LOPES LEÃO, PASTOR

7

1%

JOSÉ DE ALMEIDA PINHEIRO JÚNIOR, PROF

12

2%

JOSE NIGRO, PROF

E8

2%

LEOPOLDO JOSE DE SANT'ANNA, PROF

8

2%

LUIZ D'ÁUREA, PROF

9

2%

MARGARIDA PINHO RODRIGUES

5

1%

MARIA DULCE MENDES, PROFA

5

1%

MARIA THEREZA DA CUNHA PEDROSO, PROFA

7

1%

MARIO COVAS JUNIOR, GOV

30

6%

MARTIM AFONSO

6

1%

OSWALDO SANTOS SOARES, PROF DR

7

1%

PAULO DE ARRUDA PENTEADO, PROF

6

1%

YOLANDA CONTE, PROFA

7

1%

ZULMIRA DE ALMEIDA LAMBERT

11

2%

ABRAHÃO JACOB LAFER, DR

5

1%

ADELAIDE PATROCINIO DOS SANTOS

6

1%

ALEXANDRINA SANTIAGO NETO

7

1%

ALFREDO REIS VIEGAS, DR

9

2%

ANTONIO NUNES LOPES DA SILVA, PROF

4

1%

AUGUSTO PAES DE ÁVILA, REV

12

2%

BALNEÁRIO DAS PALMEIRAS

7

1%

FRANCISCO MARTINS DOS SANTOS

6

1%

JARDIM BOPEVA

14

3%

JULIO PARDO COUTO, PROF

7

1%

JULIO SECCO DE CARVALHO

10

2%

LAUDELINO FERNANDES DOS SANTOS, PROF

5

1%

LIONS CLUBE CENTRO

7

1%

MAGALI ALONSO, PROFA

4

1%

MARIA PACHECO NOBRE, PROFA

10

2%

MARLENE LEITE DA SILVA, PROFA

7

1%

OSWALDO LUIZ SANCHES TOSCHI

8

2%

PEDRO PAULO GONÇALVES LOPES, PROF

2

0%

REYNALDO KUNTZ BUSCH, DR

6

1%

RUBENS PAIVA, DEP

6

1%

SYLVIA DE MELLO, PROFA

8

2%

VILA TUPI

7

1%

VILMA CATHARINA MOSCA LEONE, PROFA

4

1%

AGENOR DE CAMPOS

9

2%

AIDA LEDA BAUER DAVIES, PROFA

7

1%

ARACY DA SILVA FREITAS

6

1%

BENEDITO CALIXTO

6

1%

DAGOBERTO NOGUEIRA DA FONSECA

6

1%

JON TEODORESCO, PROF

7

1%

JOSÉ DE ANTONIO DE AFFONSECA ROGÊ FERREIRA

6

1%

JOSÉ CARLOS BRAGA DE SOUZA, DR

8

2%

MILTON MARTINS POITENA

8

2%

ROSÉLIA BRAGA XAVIER, PROFA

8

2%

SILVIA JORGE POLLASTRINI, PROFA

7

1%

CARMEM MIRANDA

8

2%

FRANCISCO PEREIRA DA ROCHA, DR

6

1%

JARDIM SÃO JOÃO

7

1%

JOSÉ BATISTA CAMPOS

7

1%

LUIZ ABEL

4

1%

MAYA ALICE EKAMAN

9

2%

OTTONIEL JUNQUEIRA, PROF

6

1%

PORTAL DA JURÉIA

9

2%

VITALINO BERNINI, PADRE PROF

6

1%

        Os dados do quadro permitem afirmar que houve uma distribuição equânime das orientações técnicas entre as escolas regulares. Neste ano de 2011, não foi possível atender sistematicamente as Escolas Estaduais Indígenas, as unidades vinculadas na Fundação CASA e os Centros de Estudos de Línguas. As EEs Antonio Luiz Barreiros e Mário Covas Júnior divergem das demais por serem as únicas que oferecem o Ciclo I do Ensino Fundamental e que, por isso, tem um atendimento, também, das PCOPs de Ciclo I. Se os dados do quadro demonstram um trabalho sistemático e consistente, também apontam para uma necessária inclusão nesta ação das Escolas Estaduais Indígenas, das unidades vinculadas na Fundação CASA e dos Centros de Estudos de Línguas, o que deve ser buscado em 2012.

        

Quadro 2 - Índice de observação e intervenção por campo de olhar

I - ACOMPANHAMENTO DA HTPC E DA GESTÃO DO CURRÍCULO NA ESCOLA

171

33%

II - ACOMPANHAMENTO EM SALA DE AULA

106

21%

III - OBSERVAÇÃO DO CLIMA ESCOLAR E RESULTADO DE ENTREVISTA COM ALUNOS

310

60%

IV - ACOMPANHAMENTO DA RECUPERAÇÃO

127

25%

        O quadro 2 demonstra uma forte concentração de intervenções no campo III. Se isso, por um lado, se deve em partes a uma ação pontual realizadas nas escolas nos meses de outubro e novembro de 2011, na qual os PCOPs foram às classes que iriam realizar o SARESP para estabelecer uma relação dialógica com os alunos sobre a importância pedagógica desta prova de aferição de desempenho escolar, ação esta, por sinal, muito bem avaliada pelas equipes escolares, por outro, evidencia que o desafio para 2012 se coloca na ampliação de intervenções no campo II, o acompanhamento em sala de aula, sem prejuízo às observações dos demais campos.

        O acompanhamento em sala de aula, preconizado nos documentos e diplomas legais que versam sobre o papel do PCOP é, parece-nos, dentro da linha de ação 2 - das orientações técnicas nas escolas - uma das atividades mais sofisticadas e prenhe de potência transformadora. Nesse sentido, é importante notar que utilizamos o termo “intervenção” para contar da presença e atividade do PCOP na escola, porque, essa própria presença, altera o cotidiano escolar e, mais ainda, a aula ministrada pelo professor, para bem ou para mal. Assim, a continuidade sistemática do acompanhamento em sala de aula em 2012, permitirá conhecer, observar e, quiçá, em orientações técnicas na DERSV, divulgar e generalizar boas práticas observadas; por outro lado, a intenvenção na escola, no estabelecimento de relações dialógicas com professores, permite a ambos, PCOPs e professores, desenvolverem seus saberes-fazeres, ampliando-os.


Quadro 3 - Dados emergentes das intervenções no campo 1 - acompanhamento da HTPC e gestão do Currículo na escola (porcentagens aproximadas)

Item observado

SIM

NÃO

Geral

Existência de registro das reuniões de HTPC

95%

5%

Registros evidenciam gestão do Currículo

80%

20%

Temas e materiais estudados na HTPC / Outros

Caderno do professor

51%

49%

Caderno do aluno

55%

45%

Estudo do conceito de Situação de Aprendizagem

50%

50%

Estudo das Sequências Didáticas

51%

49%

Estudo do conceito e de práticas de Recuperação Contínua

65%

35%

Estudo de fundamentos teóricos que embasam o Currículo contidos no Caderno do Gestor

65%

35%

Ciência aos professores de materiais pedagógicos recebidos pela escola

90%

10%

Utilização da Descrição do Currículo produzida pelos PCOPs

65%

35%

Verificação nos diários de classe feita pelo PC sobre o desenvolvimento do Currículo

40%

60%

        Os dados emergentes das intervenções no campo 1 evidenciam que o Currículo está em desenvolvimento e presente nas pautas escolares na maioria das unidades. Importante dizer que os itens observados também foram objeto de orientações técnicas na DERSV; assim, há evidências quantitativas de que nas HTPCs há efetivo estudo de conceitos e conteúdos aplicados ao desenvolvimento do Currículo. A qualidade da formação nas HTPCs não foi aferida e, parece-nos, ela dependerá menos de intervenções externas do que da efetiva atuação dos gestores escolares na concretização da Proposta Pedagógica da escola, ainda que as intervenções dos PCOPs possam colaborar nesta concretização.

        Parece-nos motivo de registro o índice de ⅔ de observações nas quais se evidencia estudo da Recuperação contínua. Ainda que careça de mais estudos, este indicador permite supor que um dos princípios mais caros à progressão continuada, a recuperação, está presente nas atividades de boa parte dos gestores e professores.

        Por outro lado, é motivo de registro negativo o baixo índice de acompanhamento que os professores coordenadores (PCs) realizam sobre os diários de classe para verificação do desenvolvimento do Currículo. Neste caso pode ter acontecido que nosso instrumento não tenha sido capaz de aferir a forma como os PCs desenvolvem tal atividade, o que se coloca como desafio para 2012.

        Por fim, ainda que possa parecer um dado positivo, o alto índice de evidência de que aos professores é dada ciência dos materiais recebidos pela escola, deve ser visto com cautela, na medida em que pode mascarar HTPCs meramente burocráticas e nas quais não se desenvolve formação pedagógica, para além dos necessários avisos e cientificações aos professores.

        Em resumo, os dados emergentes do campo 1, permitem validar a linha de ação e justificar seu incremento em 2012, de forma a ampliar a formação continuada no desenvolvimento e gestão do Currículo na escola.

Quadro 4 - Dados emergentes das intervenções no campo 2 - acompanhamento em sala de aula (porcentagens aproximadas e corrigidas - total de aulas observadas: 143)

Item observado

SIM

NÃO

Uso adequado do Caderno do Aluno e do Caderno do Professor na aula observada

85%

15%

Desenvolvimento da Situação da Aprendizagem

85%

15%

Desenvolvimento da Sequência Didática

60%

40%

Uso do livro didático de forma coerente ao Currículo

60%

40%

O professor inseriu outros recursos de forma coerente ao Currículo

60%

40%

Participação efetiva no aluno na Situação de Aprendizagem

75%

25%

Clima escolar adequado para promoção da aprendizagem (disciplina acadêmica e materiais disponíveis)

75%

25%

        Os dados emergentes das intervenções do campo 2, acompanhamento da sala de aula, parecem jogar por terra argumentos contrários à existência de práticas de bons professores, comprometidos com o ensino. Pelo contrário, estes dados evidenciam aulas nas quais há um preocupação com a efetiva aprendizagem. Poder-se-á argumentar que a seleção das aulas observadas careceu de controle, visto que foram observadas as aulas disponíveis no dia e horário da presença dos PCOPs na escola. Se por um lado não houve controle, também é verdade que as escolhas foram aleatórias.

        Os dados evidenciam também, que os professores das aulas observadas se apropriaram do Currículo inserindo alterações em seu desenvolvimento. Uma preocupação constante na gestão do Currículo, presente em dados qualitativos, inclusive nos Planos de Ação das disciplinas, mais abaixo, é a de que os professores parecem “pular”, as etapas das SDs nas quais estão previstas o protagonismo dos alunos. Os dados sobre a efetiva participação dos alunos e sobre o clima escolar parecem apontar em direção contrária, parecendo demonstrar uma efetiva participação do aluno. Assim, trata-se de campo em processo de estudo e análise.

Sobre os dados deste campo deve-se considerar a necessidade de aprimoramento nas formas de olhar e intervir em 2012.

        


Quadro 5 - Dados emergentes das intervenções no campo 3 - observação do clima escolar e resultado de entrevistas com alunos (porcentagens aproximadas e corrigidas)

Item observado

SIM

NÃO

Trato interpessoal zeloso da urbanidade

100%

0%

Ambiente escolar limpo, organizado e tranquilo

95%

5%

O aluno se sente acolhido e respeitado pelas pessoas que atuam na escola

95%

5%

O aluno considera o ambiente escolar adequado para a aprendizagem

95%

5%

No dizer do aluno, os professores têm utilizado o Caderno do Aluno

95%

5%

São disponibilizados aos alunos materiais para o desenvolvimento das atividades

90%

10%

Há exposição de trabalhos de alunos nos ambientes escolares

90%

10%

Os alunos e os professores utilizam a sala de informática / Acessa Escola para desenvolvimento do conteúdo (dado corrigido para considerar somente onde está disponível a ferramenta)

50%

50%

Os alunos e os professores utilizam a Sala de Leitura para desenvolvimento do conteúdo (dado corrigido para considerar somente onde está disponível a ferramenta)

60%

40%

Os alunos e os professores utilizam a sala de recursos audiovisuais para desenvolvimento do conteúdo

65%

35%

        É preciso afirmar que os dados emergentes das intervenções no campo 3 são coerentes com aqueles do campo 2. Os altos índices de “sim” no campo 3 se, por um lado, evidenciam a existência de práticas acadêmicas, por outro, não nos permitem depreender se essas práticas são ainda herdeiras de uma escola tradicional ou já depositárias de práticas construtivistas. O cruzamento dos dados do campo 3 com os dados do campo 2, parecem permitir supor que há um movimento para aulas desenvolvidas sob uma perspectiva construtivista porém, ainda clivadas por práticas de uma escola tradicional. Isso pode ser inferido observando-se o uso de ambientes e TICs: enquanto computadores são pouco utilizados, percebe-se uma maior inclusão na rotina escolar de recursos audiovisuais, estes, há mais tempo inseridos no cotidiano escolar. O mesmo, parece-nos, poderia ser dito sobre a Sala de leitura.


Quadro 6 - Dados emergentes das intervenções no campo 4 - observação da recuperação (porcentagens aproximadas e corrigidas)

Item observado

SIM

NÃO

Disponibilidade de registro do conjunto de competências, habilidades e conteúdos que o aluno deve recuperar para o professor da recuperação

85%

15%

Há registros do desenvolvimento da aprendizagem dos alunos em recuperação

85%

15%

Há registros que evidenciem o acompanhamento do PC às aulas de recuperação

85%

15%

Há registros dos avanços da aprendizagem disponibilizados ao professor da classe regular

80%

20%

Há controle de fluxo de entradas e saídas de alunos das aulas de Recuperação

90%

10%

Há registro da informação aos pais/responsáveis sobre o fato de que o aluno deve frequentar as aulas de recuperação

90%

10%

O docente, em seu dizer, tem disponíveis os materiais que julga necessários para que haja a recuperação

95%

5%

O docente da recuperação julga que os alunos estão recuperando as defasagens de aprendizagem

99%

1%

No dizer do aluno, está havendo aprendizagem

80%

20%

        Os dados emergentes do campo 4, observação da recuperação, devem ser relativizados à luz de indicadores (p.ex.: avaliação da equipe gestora nos Planos de Gestão), que demonstram a baixa frequência dos alunos a essas aulas. Porém, ainda assim, parece-nos possível afirmar que há um esforço dos atores escolares na promoção da recuperação das lacunas de aprendizagem. Careceria de estudo mais aprofundado a discrepância entre a percepção da aprendizagem no dizer do professor e do aluno, que nos parece significativa.

        É necessário informar que as ações da Oficina Pedagógica em relação à recuperação também estiveram concentradas num amplo esforço dos PCOPs, inclusive com trocas de tecnologias de ensino entre os Ciclo I e o Ciclo II e Ensino Médio, na formação de professores e professores coordenadores para o desenvolvimento de práticas de ensino significativas, com uso de diferentes materiais e para o desenvolvimento de um diagnóstico de defasagem melhor justificado e descrito. Seja como for, o acompanhamento e a formação continuada relativas à recuperação continua a se constituir em desafio para os PCOPs desde Núcleo.

        A título de conclusão desta justificativa, vale dizer que os indicadores de avaliação do trabalho desenvolvido pela Oficina Pedagógica em 2011, somados aos indicadores das orientações técnicas realizadas nas escolas, apontam para a necessária manutenção e incremento das atividades desenvolvidas, de forma a colaborar com as unidades escolares na efetiva aprendizagem dos alunos e no alcançe dos índices traçados no Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo - IDESP, o que justifica o presente PAT.

III - Objetivos

Promover o desenvolvimento de ações e atividades que deêm concretude às linhas de ação para a melhoria da qualidade do ensino e, consequentemente, da aprendizagem dos alunos nas escolas estaduais da área de circunscrição.

Estabelecer metas e propor ações que possibilitem garantir o desenvolvimento do Currículo Oficial do Estado de São Paulo nos Ciclo I e II do Ensino Fundamental e do Ensino Médio da Rede Pública Estadual.

Realizar a formação continuada de docentes através de Orientações Técnicas e Cursos, além de estimulá-los na troca de experiências e na busca de novos conhecimentos de forma autônoma.

Promover a formação dos PCOPs de forma contínua e sistemática, com vistas a melhor gestão das disciplinas, dos projetos e programas e do desenvolvimento do Currículo dos Ensinos Fundamental e Médio.

 

Acompanhar e incentivar os professores a aprimorarem o processo de ensino e aprendizagem e os gestores o processo de gestão da Proposta Pedagógica da escola, permitindo a todos os alunos uma educação de qualidade, com vistas a efetiva aprendizagem e a melhoria dos índices nas avaliações institucionais.

 

Aproximar este Núcleo Pedagógico das escolas, dos professores e dos gestores, potencializando-o como espaço de formação continuada.

Manter e ampliar as ferramentas de TICs nos processo de gestão interna do Núcleo Pedagógico e na comunicação com as escolas estaduais.

Promover a melhor relação deste Núcleo com os demais Centros e Núcleos que compõem a estrutura da DERSV.

IV - Metas

        Efetivar o cumprimento de todas as atividades e ações programadas em cada uma das linhas de ação, conforme Plano de Ação dos PCOPs e cronogramas específicos.

        Implantar processo de gestão sistemático das linhas de ação VI e VII ao longo do ano de 2012.

Realizar Sessões de Estudo semanais, com duração de 4 horas, às sextas-feiras, para aprofundamento de saberes dos integrantes do Núcleo Pedagógico em relação à formação de professores e gestão de currículo.

 

V - Organização e funcionamento

        A organização do trabalho é prevista no Regimento Interno, e é pautada pelo princípio de que cada PCOP é autor de sua prática e co-responsável pelo NP, em todas as suas dimensões, e que, por isso, devem ser privilegiadas práticas de gestão democrática e participativa.

a) Calendário Anual

AÇÃO

JAN

FEV

MAR

ABR

MAI

JUN

JUL

AGO

SET

OUT

NOV

DEZ

OT-DE

PLAN

PLAN

EXEC

EXEC

EXEC

EXEC

PLAN

EXEC

EXEC

EXEC

AV

OT- ESC

PLAN

EXEC

EXEC

EXEC

EXEC

EXEC

AV

AV

EXEC

EXEC

EXEC

AV

CURSO

PLAN

PLAN

EXEC

EXEC

EXEC

EXEC

EXEC

EXEC

EXEC

EXEC

EXEC

EXEC

REC

PLAN

PLAN

EXEC

EXEC

PLAN

EXEC

AV

AV-IND

PLAN

EXEC

PLAN

EXEC

AV

SARESP

EXEC

SITES

EXEC

EXEC

EXEC

EXEC

EXEC

EXEC

EXEC

EXEC

EXEC

EXEC

EXEC

EXEC

RT / SE

EXEC

EXEC

EXEC

EXEC

EXEC

EXEC

EXEC

EXEC

EXEC

EXEC

EXEC

EXEC

REG

AV

PT/PA

AV/PLAN

AV/PLAN

FÉRIAS

02 a 16

15 dias

AV: avaliação das ações / atividades

AV-IND: indicadores de aprendizagem

CURSO: curso de atualização

EXEC: execução da ação / atividade

FÉRIAS: férias regulamentares dos PCOPs

HTPC: acompanhamento da HTPC / pautas da HTPC

OT – DE: orientação técnica na Diretoria de Ensino

OT – ESC: orientação técnica na escola

PLAN: planejamento / preparação didático-pedagógica

PT: construção do plano de trabalho e dos planos de ação

REC: acompanhamento da recuperação / formação de docentes

REG: revisão anual do regimento interno

RT / SE: reunião de trabalho e sessão de estudos

SITES: manutenção de sites e blogs


b) Quadro da distribuição dos PCOPs nas áreas de conhecimento, em equipes, para organização do trabalho

1

2

3

4

5

PCOPs da área de Ciências Humanas

+

PCOP de Tecnologia Educacional

(4 integrantes)

PCOPs da área de Códigos e Linguagens

(5 integrantes)

PCOPs de Matemática

+

PCOP de Educação Especial

(3 integrantes + 1 em revezamento)

PCOPs da área de Ciências da Natureza

(4 integrantes)

PCOPs do Ciclo I

+

PCOP de Projetos Especiais

(3 integrantes + 1 em revezamento)

c) Escalonamento semanal de trabalho

Atividade / Equipe

2ª feira

3ª feira

4ª feira

5ª feira

OT na DE + Apoio à OT

Equipe 1

Equipe 3 (3 x DE)

Equipe 4

Equipe 2

Equipe 5 (1 x DE)

OT nas Escolas

Equipe 4

Equipe 2

Equipe 1

Equipe 3

Equipe 5

Estudo e preparação de materiais

+

Encaminhamento de serviços diversos

+

Manutenção de site ou blog

Equipe 3

Equipe 4

Equipe 2

Equipe 1

Equipe 5

Equipe 2

Equipe 1

Equipe 3

Equipe 4

Plantão de atendimento

+

Encaminhamento de serviços diversos

+

Manutenção de site ou blog

Equipe 5

Redação: Flávio Dalera de Carli - Supervisor de Ensino com responsabilidade delegada.


VI - Planos de Ação

1 - Plano de ação do Diretor Técnico

Diretor Técnico responsável: Eurípedes Pedro Mendonça Dias

Período de execução: 02/01/2012 a 30/12/2012

a) Justificativa

Em consonância com o disposto na  Lei Complementar nº 1.080, de 17-12-2008 que instituiu o “Plano Geral de Cargos, Vencimentos e Salários para os servidores das classes que especifica e dá providências correlatas” e que em seu Artigo 48 denomina a função de Diretor Técnico I, combinado com o disposto no Decreto nº 57.141/11 e Resolução SE 75/11, procedeu-se a designação e a autorização para que o Diretor Técnico assuma a liderança no conjunto das ações gerenciais e pedagógicas que se realizam no ambiente do Núcleo Pedagógico da Diretoria de Ensino Região São Vicente. Eleito de forma democrática dentre um grupo de 23 profissionais da educação que compõem o Núcleo Pedagógico, com o aval do senhor Dirigente Regional de Ensino, chegou-se a indicação do nome do presente Diretor Técnico que, submetido a decisão do Dirigente Regional de Ensino foi designado para as funções a partir de 08/12/2011.

Para que o Núcleo Pedagógico tenha um bom desenvolvimento em todos os aspectos, o processo de transformação deverá ocorrer democraticamente.  Trabalhando em conjunto, todas as ideias passam a ser realidade, problemas são solucionados, projetos concretizados e todos seguirão um mesmo objetivo que é o sucesso no processo educacional. Nessa perspectiva o Núcleo Pedagógico deve ser visto como um lugar onde todos devem trabalhar para a realização de projetos com comprometimento dos profissionais, desempenhando suas funções com competência e responsabilidade.

Com esse entendimento, justifica-se oferecer uma base hierárquica que promova, na figura do Diretor Técnico de Núcleo Pedagógico, as condições essenciais para que ocorra a redistribuição e alinhamento de tarefas e responsabilidades que auxiliem os Professores Coordenadores do Núcleo Pedagógico a executarem com excelência as ações coletivas e individuais do respectivo Plano de Ação, de acordo com as exigências da atualidade, no qual o seu papel consiste principalmente em formar e capacitar o corpo docente e gestores das escolas da DERSV para levar a cabo as diretrizes, ações e projetos da SEE,  direcionando os alunos dessas escolas ao pleno exercício da cidadania.

b) Objetivos

 

2 - Plano de ação para Matemática

PCOPs responsáveis: Luciane Ramos Américo Gomes e Mutsu-ko Kobashigawa

Período de execução: 02/01/2012 a 30/12/2012

a) Justificativa

A Educação é um processo dinâmico e não estanque, assim como o mundo atual. É  necessário, portanto, que o profissional da área acompanhe as informações e as gerações que dela surgem, tendo em mente que se deve educar para o mundo. Isso exige uma atualização contínua. Dessa forma, Lino de Macedo em seu artigo “Competências na Educação - São Paulo, 2007”, sintetiza essa importância ao mencionar que “o professor deve saber desenvolver competências de aprendizagem no aluno, articulando, assim, objetivos e conteúdos de ensino com as condições metodológicas de sua assimilação”.

Partindo do diagnóstico realizado através da formação continuada de professores como PCOPs nesta Diretoria percebemos a necessidade da formação teórica e metodológica considerando a implantação do Currículo (2008/2010), principalmente a nova abordagem didático-pedagógica contida nos Cadernos do professor e do aluno. Orientações Técnicas foram elaboradas no ano de 2010 e 2011 com a finalidade de subsidiar o trabalho docente, procurando estabelecer relações com as situações de aprendizagem contida nos Cadernos do Currículo e as etapas de uma sequência didática que privilegie o levantamento de conhecimentos prévios, análise, discussão e solução de problemas, exigindo conflito cognitivo e negociação de significados para a sistematização dos novos conhecimentos objetivando a construção de habilidades e competências contemplados  nos 3 eixos do Currículo (2010):

Diante dos pressupostos acima citados elencamos algumas considerações mediante as modalidades mencionadas, com base nas atividades que realizamos no ano de 2011:

Curso: a princípio a realização de cursos em 2010 foi por determinação da SEE/SP, incluindo o chamamento para inscrições por meio do próprio site oficial. A procura pelo curso em nossa diretoria totalizou 302 inscrições incluindo PCs, vices e professores de outras disciplinas e diretorias. Após seleção de somente professores que estivessem ministrando aulas em nossa diretoria ainda permaneceram 214 inscritos. Seguindo critério estabelecido pelo Dirigente Regional de Ensino no ano de 2010, a nova seleção recaiu sobre 70 professores com halibiltação plena em matemática, maior número de aulas no ensino médio e preferencialmente que estavam atuando nas escolas consideradas prioritárias. Em 2011, encerramos o Módulo III -Matrizes, Probabilidade e Estatística com 39 concluintes. Consideramos o resultado satisfatório, pois os professores em continuidade, ao terminarem o módulo III, manifestaram sentir-se mais confiantes para aplicação e execução das situações de aprendizagem referente aos cadernos utilizados, assim como na utilização do software dinâmico Geogebra. Durante a realização destes módulos, contamos com a parceria impar do Supervisor e Mestre Adilson de Oliveira Costa na orientação e realização de nossos trabalhos, além de ministrar neste último módulo a parte de Estatística referente a curva normal e medida de dispersão, com nossos professores.

Em pesquisa realizada em 07/12/2011, durante uma OT para finalizarmos o módulo III, o grupo manifestou interesse em continuar o módulo IV - Números Complexos, aos sábados em 2012.

Quanto as Orientações Técnicas na DERSV  nossa equipe optou por destiná-las prioritariamente aos conteúdos do ensino médio, considerada pelos professores  complexas, devido às defasagem dos alunos e deles também, diante de conteúdos e/ou atividades que julgavam ser elevados/desnecessários e/ou incoerentes ao tema.

Foram realizados dois  (02) encontros e em continuidade com 180 atendimentos (02 professores por unidade escolar) em OT de 4 horas onde consideramos satisfatório, pois trabalhamos com o tema Trigonometria, demanda solicitada no início do ano para Recuperação e com baixo índice de acertos nas questões das avaliações externas como SARESP 2009/2010, além de questões pertinentes ao tema contidas na Prova de Mérito e Concurso da SEESP em 2010. 

Verificamos nos Cadernos do professor e aluno o percurso que a trigonometria faz culminando no estudo detalhado das Situações de Aprendizagem do volume 1 da 2ª série do EM e relacionando-as com a Sequência Didática de Zabala (1998), principalmente em relação as etapas do ensino, possibilitando maior compreensão e entendimento da nova abordagem na assimilação dos conceitos matemáticos  diante da Situação de Aprendizagem (SA) contida nos Cadernos. O mapa conceitual de Zabala (1998) sobre sequência didática, assim como os eixos norteadores do currículo para o desenvolvimento de competências e habilidades subsidiaram momentos de estudo e reflexão para familiarização da estrutura disposta na SA, inicialmente por meio das atividades como parte de um todo,  e posteriormente como um todo diante do volume. Outro fato que a equipe acredita ter caracterizado a confiança dos professores foi a introdução e manuseio, passo a passo, do software Geogebra e vídeos para ajudá-los em seu trabalho como para com os alunos.

Em relação a Recuperação foram realizados três (03) encontros de 4 horas perfazendo um total de 386 atendimentos. Em cada encontro foram  elaborados, utilizados e sugeridos materiais concretos relativos a cada tema para auxiliar na construção do conhecimento. Acreditamos na necessidade de rever o modo e/ou a metodologia da capacitação, assim como seu acompanhamento para possíveis intervenções e/ou alinhamento das ações não ficando a formação de professores restrita somente às disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática do Ciclo II de professores. No primeiro encontro tivemos a oportunidade de formar parceria com as PCOPs de ciclo I que nos ajudaram com orientações sobre sondagem numérica, devido formação recebida do Programa Ler e Escrever na parte destinada a matemática.

OTs nas Unidades Escolares: De posse do Relatorio Circunstanciado e da Descrição Sintética do Currículo realizamos o acompanhamento em 76 salas de aula e observamos a atuação dos professores frente os seus saberes e metodologia. Percebemos que os professores, na sua maioria, utilizaram os Cadernos de forma fragmentada, provocando uma ruptura na  sequência  didática  e consequentemente no desenvolvimento das habilidades sugeridas nas SAs pelo desconhecimento da nova abordagem e da estrutura do ensino em espiral.  As recomendações feitas aos professores serviram de base para a realização das OTs na DERSV e/ou Curso.

Concluímos que o processo de fomação continuada possibilitou construir um diagnóstico dos saberes dos professores, de modo a assegurar situações de estudo e de reflexão sobre a prática pedagógica, a fim de estimular os professores a investirem em seu desenvolvimento profissional, através da divulgação de práticas inovadoras em prol do desenvolvimento e a melhoria do processo ensino aprendizagem em consonância com as demandas sociais, colaborando com a efetiva implantação do Currículo Oficial do Estado de São Paulo.

Diante do exposto, faz-se necessária a continuidade da formação continuada de docentes de modo que tanto em Cursos, quanto em Orientações Técnicas, os assuntos envolvendo processos de ação-reflexão-ação sejam desenvolvidos, contemplando os aspectos específicos da disciplina focando nos 03 eixos do Currículo, a sequência didática de Zabala (1998) e como as SAs estão dispostas nos Cadernos favorecendo um estudo em espiral, segundo Bruner (1976).

b) Objetivos gerais

OTs na DERSV:

OTs nas UEs:

Curso:

b.1) Objetivos específicos

Orientações Técnicas:

Recuperação:

Curso:

c) Metas

c.1) Metas gerais: oferecer ação de formação continuada para 400 professores de matemática e 65 PCs de área em 2012, por meio de Orientações Técnicas na DERSV, nas Unidades Escolares e Curso.

c.2) Metas específicas:

- Total de OTs da disciplina / total de atendidos

em cada encontro.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                         

- Total de OTs de projetos relacionados (especificar os projetos) / total de atendidos

      OTs.

- Outras atividades:

d) Calendário de atividades

d.1) Orientações técnicas (disciplinas e projetos relacionados)  

Terças - feiras

                    *27 - Rec I -PC  e Professores : “Campo Aditivo e Multiplicativo” T2

                                                                Numéricas” T1.

                   *24 - Professores - OT - " Vivenciando o Currículo de Matemática-Sequências  

                                                                Numéricas” T2.

                   *22 -Rec II -PC e Professor: "Números Racionais e Probabilidade" T2

                                                               Proporcionalidade e Funções”   T1

            *26 -Professores -OT- "Vivenciando o Currículo de Matemática-  

                                                   Proporcionalidade e Funções"  T2

   *21 -Rec III -PC e Professor: “Geometria” T2

 *28- Professores - OT - " Vivenciando o Currículo de Matemática

                                          -Geom. Analítica" T1

                                                           -Geom. Analítica" T2

       * 25 - PC/Professores - OT - OBMEP 2012.

d.2) Curso de atualização:

Período de realização: dias 29/09/2012, 13/10/2012 e 27/10/2012.

Curso em continuidade e com manifestação dos cursistas (dia 07/12) aos sábados, sendo que no último sábado, dia 27/10 pretendemos organizar uma visita ao “Cata Vento”-São Paulo com os PCOPs e professores da área de Ciências da Natureza para interação das disciplinas e com vistas ao  trabalho interdisciplinar para o ano de 2013.

d.3) Orientação técnica nas escolas

d.4) Outras atividades

e) Recursos necessários para a consecução

f) Referenciais Bibliográficos:

BRUNER, Jerome S. O Processo da Educação. Trad. Lobo L de Oliveira. 4. ed. São Paulo, Nacional, 1974.

LORENZATO, Sergio.Para Aprender Matemática, 2. ed. Autores Associados, 2008

MACEDO, Lino de. Competências na educação. São Paulo, 2007.

MACHADO, Nilson Jose. Microensaios em mil toques. Escrituras Editora, 2009

SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Proposta curricular do Estado de São Paulo para o ensino de matemática para o ensino fundamental Ciclo II e ensino médio. São Paulo: SE, 2008.

________________________Currículo do Estado de São Paulo: Matemática e suas tecnologias / Secretaria da Educação; coordenação geral, Maria Inês Fini; coordenação de área, Nilson José Machado. – São Paulo : SEE, 2010.

 ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar/ Antoni Zabala; trad Ernani F. da F. Rosa - Porto Alegre, Artmed, 1998.

3 - Plano de ação para Física

PCOP responsável: Iara Aparecida Arakaki Lázaro

Período de execução: 02/01/2012 a 30/12/2012

a) Justificativa

         Iniciei nesta DE em fevereiro de 2006 atuando como Assistente Técnico Pedagógico de Tecnologia no (NRTE). Atuei em várias frentes: desde monitoramente/acompanhamento/manutenção das Salas Ambiente de Informática sobre a jurisdição desta DE e na formação continuada dos professores no que se referem à inclusão digital, projetos como “Aluno Monitor, Letramento (Trilha de Letras), As coisas boas da/para minha Terra, Escola de Tempo Integral (Oficinas de Informática Educacional), inscrições de profissionais da Educação e / ou administrativo nos cursos oferecidos da FUNDAP - A Fundação do Desenvolvimento Administrativo.

Após dois anos e meio, em julho de 2008, com a nova reestruturação da DE, fui reconduzida a função de PCOP de Matemática, onde tive a oportunidade de Conhecer o Currículo Oficial de Matemática sobre um novo olhar, uma nova abordagem didático-pedagógica,  onde o conteúdo não se apresenta de forma acabada e sim em  “espiral” assunto que pode ser abordado no  início de Ciclo II até o EM. Nesta função  trabalhei na formação continuada dos professores de Matemática, Recuperação Paralela, Fundação CASA, Curso de atualização “ Implementação do Currículo de Matemática – Módulo I, II e III, Avaliação Diagnóstica, Construção e manutenção do site de Matemática.

Quando em outubro de 2010, houve novamente a necessidade de ser reconduzida para PCOP de Física,  abracei esta  oportunidade com a mesma dedicação.

A primeira ação como PCOP de Física foi a construção do site desta disciplina para a  divulgação de cursos, sugestão de blogs, sites, divulgação de texto científicos, softwares on line, divulgação de ações nas escolas,  material e  vídeos de OTs realizadas .

A elaboração do Quadro Descritivo do Currículo de Física foi um facilitador nesta transição de componente Curricular, pois tive a oportunidade de explorar todas as Sas dos Cadernos do aluno e do professor  proporcionando-me um amplo conhecimento e apropriação deste Currículo.  

No começo de 2011 participei das OT descentralizadas nas UEs, onde percebi que a maioria dos docentes que atuam em Física, são Licenciados em Matemática, situação essa que não é exclusividade de nossa DE , mas         que com grande profissionalismo implantam o  Currículo em classe. Não posso deixar de salientar  também algumas práticas em sala de aula onde  o professor utiliza com prioridade, sempre  o mesmo livro didático que não atende ao Currículo da SEE e também não prioriza os conhecimentos de uma Sequência Didática. Estas situações indicaram a necessidade de realizar orientações técnicas para a formação continuada desses professores com o tema “Análise de uma Sequência Didática” em Abril/2011.

Neste encontro de quatro horas, os 65 professores,  divididos em dois grupos manhã( São Vicente, Mongaguá e Itanhaém) e no período da Tarde( Praia Grande e Peruíbe)  entenderam a organização da Estrutura do Currículo Oficial através do estudo do mapa conceitual da  Sequência Ditática  de Antoni Zabala. Conheceram  os materiais de apoio pedagógicos existentes na Rede, como vídeos, softwares, livros que a Secretaria disponibilizou para  todas as UEs. Vivenciaram quatro SAs  do volume 1, dividas  em  três séries, sendo que  três delas com experimentos. O relato deste encontro pelos professores foi muito positivo e  solicitaram outros encontros antes de iniciar o bimestre seguinte. Como formadora foi de suma importância os relatos desses professores.

Como PCOP também percebi a necessidade de buscar outras metodologias para a formação desses mesmos professores. Para isso matriculei-me no  Curso de Partículas Elementares do Módulo Inovador na USP, com os  especialistas como a Prof.Dra Nobuko Ueta, Prof. Dr.Ivã Gurgel e o Prof.Dr. Maurício Pietrocola,  no período de Abril a Novembro. Com este Curso organizei minhas pautas nas OTs.

O encontro de formação que realizei em Agosto, com os Temas: Partículas Elementares, A Evolução da Linha do Tempo do Modelo Atômico do Átomo, e Alfabetização Científica. Realizei uma oficina que abordou de forma insisiva o significado da palavra “ átomo”, oficina esta que os professores tinham o objetivo de alcançar o maior número de  cortes de uma  folha de papel A4 com ou sem ferramenta de apoio. No final houve a sistematização deste tema por meio de um vídeo “The Power of ten” . Os professores também vivenciaram  a SA3 do vol. 3 “Modelo atômico de Rutherford” .Alguns professores relataram que no ano passado fizeram este experimento de Rutherford em sala, mas, que não haviam entendido a relação com a prática. Na OT realizada foi possível compreender :

“... O tema foi bem abordado, com clareza, pois é um pouco complicado, por falta de materiais, pois tinha visto a experiência no caderno do aluno, mas não entendia bem como fazer o material a ser trabalhado, agora sim, vou usar sem medo em sala nas aulas...”.

Em outubro realizei  a terceira OT, sendo o foco principal o estudo das questões do SARESP 2010 em relação as  Situações de Aprendizagem dos Cadernos. Nesta atividade os professores perceberam a relação das competências e habilidades apresentadas nas questões do caderno do Currículo com o que avaliado com o SARESP. Ao final da OT foi realizado um quadro comparativo mostrando a importância de se trabalhar com os cadernos enviados pela SEE. Nesta, OT cada professor construiu o seu próprio espectroscópio de maneira que possibilitou o estudo de várias fontes de luz, como lâmpadas incandescentes, fosforescentes,  vela, tudo de material de baixo custo, sendo possível sua prática em sala de aula. Como não poderia ficar de fora as TICs, os professores conheceram o software “Astrônomo Mirim” que possibilitou através de um jogo a compreensão de um espectro de luz. O relato dos professores foi novamente muito positivo e diante do exposto, cito a importância da formação continuada dos professores, principalmente com relação ao Estudo da Física Moderna, conteúdo este que os professores em sua grande maioria sentem muita dificuldade para a realização da transposição didática.

“A partir do pensamento de Freire, a formação continuada é concebida como um processo contínuo e permanente de desenvolvimento profissional do professor, onde a formação inicial e continuada é concebida de forma interarticulada, em que a primeira corresponde ao período de aprendizado nas instituições formadoras e a segunda diz respeito à aprendizagem dos professores que estejam no exercício da profissão, mediante ações dentro e fora das escolas, denominado pelo Ministério da Educação (MEC), de formação permanente (SEF, 1999) .Nesta concepção, a formação continuada de professores deve incentivar a apropriação dos saberes pelos professores, rumo à autonomia, e levar a uma prática crítico-reflexiva, abrangendo a vida cotidiana da escola e os saberes derivados da experiência docente”.

b) Objetivos gerais

Fornecer subsídios para que o professor habilitado em Física possa melhor implementar o Currículo Oficial do Estado de São Paulo, desenvolvendo de forma mais eficiente as competências e habilidades previstas nesse componente curricular.

b.1) Objetivos específicos:

                OTs nas Escolas:

 

OTs na DERSV

               

c.1) Metas gerais:

c.2) Metas específicas

a)        1º ano : Analisando a   SA 4  -   “ Alterando os movimentos” Reconhecer as variações no movimento nas partes do sistema juntamente com sua conservação. Discussão em grupo sobre alteração dos movimentos nos esportes e jogos.

b)        2 º ano : Analisando a SA 8 – “ O mais energético”

Conteúdo: calor, temperatura e fontes; processos que envolvem força de calor; propriedades térmicas dos materiais; calor de combustão. Construção de um calorímentro para análise de amostra de diferentes tipos de alimentos, por meio da sua queima. Este experimento possibilitará a construção de uma tabela comparativa, com vários tipos de variáveis (tempo, temperatura inicial e final da água).

c)        3º ano : Analisando SA 3 – Propõe o estudo experimental de um circuito elétrico, identificando os principais elementos de grandezas neles presentes, permitindo uma comparação com circuitos elétricos. Montagem de um circuito elétrico com a utilização de um protoboard e o Kit Brain Box.  

 

        a) 3º ano : Analisando vol. 3 -    SA 1,2 e 3  -   “Compreender a constituição e organização da matéria, suas especificidades e seus modelos físicos. Discussão em grupo, Construção de uma linha no tempo dos Modelos Atômicos:Demócrito,Dalton,Thomson,Rutherford,Böhr,sommerfeld.  Experimento do modelo de Rutherford.

                 a) 3º ano : Analisando vol. 4 -    SA 1,2 e 3

  1. Fornecer subsídios para que o professor possa compreender a estrutura e contextualização do currículo e organizar as atividades em sala de aula, contemplando os seguintes aspectos:
  1. Elaborar material relacionado aos trabalhos desenvolvidos durante este curso para apresentações orais e no formato de painéis em Simpósio e futura publicação dos trabalhos que serão selecionados pela equipe técnica desta Diretoria de Ensino.
  2. Professores atendidos: 35

d) Calendário de atividades

d.1) Orientações técnicas

d.2) Curso de atualização:

data: 15/09, 06/10 e 27/10.

d.3) Orientação técnica nas escolas:

d.4) Outras atividades:

        Olímpiada Brasileira de Astronomia.

e) Recursos necessários para a consecução:

f) Referenciais Bibliográficos:

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros curriculares nacionais: ensino médio. Brasília: MEC/SEMTEC, 1999. 4v.   

Currículo do Estado de São Paulo;

Matriz de referência do SARESP;

Cachapuz, A., Gil-Perez, D., Carvalho, A.M.P., Vilches, A. Os 7 tipos de visões distorcidas da Ciência e da Tecnologia. São Paulo: Cortez, 2005.

ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar/ Antoni Zabala; trad Ernani F. da F. Rosa - Porto Alegre, Artmed, 1998.

SILVA, Everson Melquiades Araújo, ARAÚJO, Martins de Araújo. Reflexão em Paulo Freire: Uma Contribuição para a Formação Continuada de Professores. V Colóquio Internacional Paulo Freire – Recife, 2005. Disponível em http://189.28.128.100/nutricao/docs/Enpacs/pesquisaArtigos/reflexao_em_paulo_freire_2005.pdf

Site do Stoa: disponível em http://moodle.stoa.usp.br/course/category.php?id=131

Site do Nupic - Núcleo de Pesquisas em Inovação Curricular: disponível em http://www.nupic.fe.usp.br/

Vídeo “ The power of ten” disponível em : http://www.allthingsscience.com/video/42/Powers-of-Ten

4 - Plano de ação para Química

PCOP responsável: Gerson Novais Silva

Período de execução: 02/01/2012 a 30/12/2012

a) Justificativa

A formação continuada dos professores é considerada uma das estratégias fundamentais para o processo de construção de um perfil de profissional preparado para as demandas educacionais e cotidianas, bem como para a implementação de novas práticas que contribuam fundamentalmente com a nova forma de trabalhar a educação, com vistas à implementação do Currículo Oficial do Estado de São Paulo. Um novo formato, no qual os professores deixam de ser os “detentores de todo o conhecimento” e tornam-se os indivíduos que promovem a mediação entre as informações, o mundo e os estudantes. Esta mediação deve estar baseada nos conteúdos específicos da Química, porém, esses conteúdos não podem ser considerados o objetivo final das ações. Eles devem estar articulados com os conhecimentos prévios dos estudantes, com o emprego das TIC’s (Tecnologias da Informação e Comunicação), com a utilização de novas estratégias de abordagem das situações problemas e dos conteúdos, com o emprego da experimentação investigativa, entre outras.

As práticas elencadas acima constituem um rol de ações que a maioria dos profissionais que atuam nas escolas não as vivenciaram em suas formações iniciais e também, em muitos casos, não tiveram a oportunidade de participar de cursos de formação continuada nos quais esta nova forma de trabalhar a educação tenha sido contemplada.

A formação continuada dos professores deve proporcionar, aos mesmos, a possibilidade de desenvolver a reflexão crítica e permanente acerca da importância que envolve a função do educador, constituindo, dessa forma, a orientação para que os processos sejam baseados na orientação teórico-conceitual crítico-reflexiva de formação continuada.

Durante o ano de 2011 tivemos a oportunidade de observar a atuação dos professores durante:

- as Orientações Técnicas na Diretoria de Ensino;

- os Curso Ciências da Natureza em Debate - Química, com duração de 30 horas; e

- as Orientações Técnicas na Escolas, nas quais o PCOP assistia aulas de química, a fim de identificar as fragilidades e orientar os professores.

As ações descritas perfazem o total de 110 atendimentos diretos, por meio dos quais foi possível detectar algumas carências e/ou lacunas existentes nas formações de alguns profissionais que atuam nas Unidades Educacionais jurisdicionadas à Diretoria de Ensino Região São Vicente, identificando as dificuldades e necessidades no exercício das funções docentes.

É sabido que os momentos de trocas entre os professores, e destes com a Oficina Pedagógica, em processos de formação continuada embasados na teoria, apresentam grandes possibilidades de reflexão sobre a prática e a introdução de inovações no fazer docente. Indicando que esses processos de formação continuada devem ser originados nos saberes, dificuldades e necessidades dos docentes envolvidos, levando em consideração as etapas de desenvolvimento profissional em que se encontram. (ZIBETTI, 1999)

Frente ao exposto, e baseado nos processos que envolvem a ação-reflexão-ação, ou seja, o pensar para o fazer e o pensar sobre o fazer, faz-se necessária a construção de mecanismos que priorizem a formação continuada dos professores, de forma a contemplar os aspectos específicos da disciplina e bem como os aspectos que promovam a implementação do Currículo Oficial do Estado de São Paulo.

b) Objetivos gerais

        Com base nas observações apresentadas nas justificativas, pode-se concluir que os professores de Química da rede pública estadual que atuam nas Unidades Escolares jurisdicionadas à  Diretoria de Ensino Região São Vicente necessitam de uma Oficina Pedagógica parceira na construção de novas práticas, permitindo que estes professores tenham acesso às novas tecnologias, aprimorem seus conhecimentos e desenvolvam suas potencialidades, visando a articulação de uma política de formação continuada com os conhecimentos científicos existentes. As práticas devem ser desenvolvidas por meio de atividades cujos objetivos são descritos a seguir.

b.1) Objetivos específicos 

Formação Continuada - Orientações Técinicas na DERSV:

Formação Continuada - Orientações Técinicas nas Unidades Escolares:

Formação Continuada - Curso de Atualização:

Comunicação - Homepage:

Comunicação - Cadastro dos Professores:

Superação de dificuldades - Grupo de Discussões:

- Pesquisa de material didático complementar aos Cadernos do Currículo Oficial de Química, considerando os saberes químicos cotidianos dos estudantes;

- Estímulo à formação continuada dos professores, de forma propor estratégias de formação, bem como tratar de assuntos relacionados ao gerenciamento da própria carreira.

- Criação de estratégias de estudos e divulgação científica, promovendo conhecimentos relativos à transposição didática, analisando, selecionando e inter-relacionando o conhecimento científico,  transformando-o em conhecimento escolar, para que o mesmo possa ser ensinado pelos professores e aprendido pelos alunos.

- Estímulo ao uso de estratégias de ensino que promovam a integração da Química com as demais disciplinas da área das Ciências da Natureza. Para que por meio dessas ações seja possível, cada vez mais, aproximar a química da realidade observada no cotidiano dos estudantes, contemplando as abordagens que consideram os aspectos da CTSA (Ciência, Técnologia, Sociedade e Ambiente).

c) Metas

c.1) Metas gerais:

c.2) Metas específicas

                A função de Gestor Regional do Sistema de Proteção Escolar e Cidadania requer a participação nos processos de seleção, tutoria da formação inicial, formação continuada e orientação das práticas dos Professores Mediadores das Unidades Escolares. Atualmente, o número total de professores Mediadores é vinte e oito. Porém, com o processo seletivo que ocorrerá no início do ano de 2012 esse número será maior.

Divulgação, orientação das Unidades Escolares e acompanhamento dos Programas:

d) Calendário de atividades

d.1) Orientações técnicas

d.2) Curso de atualização

d.3) Orientação técnica nas escolas

d.4) Outras atividades

        Seleção, tutoria da formação inicial, formação continuada e orientação das práticas dos Professores Mediadores das Unidades Escolares no decorrer do ano de 2012.

e) Recursos necessários para a consecução

f) Referenciais Bibliográficos

ZIBETTI, M. L. T. Analisando a prática pedagógica: uma experiência de formação de professores na educação infantil. 1999. Dissertação (Mestrado em Psicologia) – Faculdade de Psicologia, Universidade de São Paulo, São Paulo. Disponível em: <http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/47/47131/tde-01112001-151523/pt-br.php> Acesso em: 16 dez. 2011

5 - Plano de ação para Biologia

PCOPs responsáveis: Marcelo da Silva Alcantara Duarte

Período de execução: 02/01/2012 a 30/12/2012

a) Justificativa

Consideramos a escola como unidade promotora do conhecimento e formadora de cidadãos, indispensáveis para a organização e emancipação da vida em sociedade. Faz-se necessário que os profissionais dessa unidade formadora estejam comprometidos com o sucesso escolar de cada aluno, e para tanto terão que estar bem preparados para o “fazer pedagógico” e conscientes de seu compromisso social.

Constatamos durante orientações técnicas nas Unidades Escolares que há alunos que não se "encaixam" nos projetos pedagógicos das escolas, e projetos pedagógicos que não se "encaixam" na realidade dos alunos. Há, portanto, concepções de educação desatualizadas, isto é, que não condizem com os fins da educação dos dias de hoje.

Outra constatação que nos inquieta muito, é a formação dos professores, ela é deficiente em muitos professores, é perceptível nas escolas que existe o receio de inovação, ainda vigoram as  metodologias tradicionais, a didática nem sempre  é adequada. São fatores que podem ser obstáculos para a implementação efetiva do atual Currículo do Estado de São Paulo.

É necessário nesse contexto, que haja um trabalho de formação continuada constante,  que entendo ser o papel do PCOP, que atua diretamente junto aos professores, colhe diagnósticos reais, das necessidades e dificuldades deles, e planeja a formação em serviço, que posteriormente tem como avaliá-los  com acompanhamento sistemático.

Neste ano de 2011 foram desenvolvidas ações de formação de novos professores coordenadores, a participação na elaboração e execução da orientação técnica de recuperação paralela, OT para diretores e responsáveis designados pelos mesmos a fim de serem orientados sobre as medidas de combate a dengue, OT para professores de Biologia e Ciências e PC do EM sobre ações de Prevenção relacionando os projetos Prevenção também se ensina/Comunidade Presente, OT para professores e vice diretores das escola indígenas tratando dos temas como saúde, OT da disciplina de biologia, OT descentralizadas na escolas , prevenção/AIDS/DSTs, OT de Educação Ambiental ,projeto de educação ambiental com parceria da ECOVIAS (ECOVIVER), OT Prevenir IAMSPE ,Elaboração da Orientação técnica Indígena em parceria com as Diretorias de  ensino de Santos e Caraguatatuba onde foram apresentadas em Serra Negra para todas as unidades escolares indígenas do Estado,Acompanhamento do Projeto Vale sonhar coletando dados para subsidiar a equipe da CENP e do Kaplan.

Além disso tive o imenso prazer em participar do 57º Congresso Brasileiro de Genética, IX Diálogo Interbacias de Educação Ambiental em Recursos Hídricos , Seminário do Prevenção, Seminário Prevenir IAMSPE e por fim colaborar na redação da regulamentação da política estadual de educação ambiental.  

b) Objetivos gerais

Promover e aprimorar a formação continuada dos professores de Biologia, acompanhando o desenvolvimento de seu trabalho na sala de aula e fazer intervenções pedagógicas locais e pertinentes.

Desenvolver e acompanhar junto à equipe pedagógica os projetos centralizados: de Educação Ambiental e o Prevenção Também se Ensina e outros projetos descentralizados das Unidades Escolares.

b.1) Objetivos específicos

Realizar 4 Orientações Técnicas de Biologia para sistematizar a utilização do material didático fornecido pela Secretaria de Estado da Educação em consonância com a Avaliação externa SARESP.

Colaborar na implementação do currículo de Biologia através de orientações técnicas.

         Realizar 02 Orientações Técnicas Ciências da Natureza e suas Tecnologias  – Ações Interdisciplinares das quatro disciplinas de CNT

         Realizar 01 Orientação Técnica  de Prevenção e Combate a Dengue - Aprender como é essencial para combatê-la.  

Realizar 02 Orientações Técnicas  do SPE de forma a contribuir para a formação integral dos estudantes da rede pública de educação básica por meio de ações de prevenção, promoção e atenção a saúde.

Realizar ações de promoção a saúde sexual e da saúde reprodutiva de adolescentes e jovens, articulando os setores de saúde e educação. Com isso, espera-se contribuir para a redução da infecção pelo HIV/DST e dos índices de evasão escolar causada pela gravidez na adolescência (ou juvenil), na população de 10 a 24 anos   

Realizar 01 OT do Projeto Vale Sonhar para subsidiar o trabalho dos Professores do Ensino Médio quanto ao desenvolvimento do Projeto “Vale Sonhar”.

Analisar os resultados das oficinas do projeto “Vale Sonhar “ aplicadas em 2010 e 2011.

Retomar os princípios do trabalho de prevenção na escola.

Realizar 01 OT de Educação Ambiental objetivando implantar uma “Agenda 21” local articulando o poder publico e a sociedade.

         Realizar 01 OT Prevenir Iamspe de forma a disponibilizar ações de prevenção e controle de doenças no local de trabalho, priorizando ações educativas e estimular o auto-conhecimento da situação de saúde dos servidores, como estratégia facilitadora para a implantação das referidas ações.

Realizar 02 OTs Prevenção Também se Ensina para capacitar educadores da Diretoria de Ensino, assessorar, acompanhar e avaliar a implantação de projetos relacionados aos temas da iniciativa; capacitar educadores das unidades escolares, dando condições para implantarem projetos de prevenção no âmbito da comunidade escolar; dotá-los de materiais didáticos específicos, de forma a viabilizar a implantação dos projetos de prevenção; e cria espaços comunitários informais para discussão e reflexão de temas pertinentes ao projeto, envolvendo centros de saúde, ONGs, associações comunitárias e outras entidades que desenvolvam ações de prevenção e tratamento na região.

 

 c) Metas

c.1) Metas gerais

Oferecer ação de formação continuada para 150 professores em 2012.

Promover e acompanhar a formação dos  PCs de Ensino Médio (Vale sonhar).

Disponibilizar ações de prevenção e controle de doenças no local de trabalho para aproximadamente 150 professores e funcionários.

Oferecer ação de formação no combate à Dengue para 65 agentes de organização da Diretoria de Ensino de São Vicente.

 

c.2) Metas específicas

- Total de OTs da disciplina / total de atendidos

4 OT da Disciplina de Biologia e 2 de CNT atendendo 65 em cada encontro

Primeira OT. do currículo de  Biologia - Estudo dos relatórios do SARESP 2008 e 2010 apontando pontos de convergência de ambos no currículo de Biologia.(cadernos aluno e professor).

Segunda OT. do currículo de Biologia - Interdependência da vida – Os seres vivos e suas interações.

A intervenção humana e desequilíbrios ambientais.

Identidade dos seres vivos – Organização celular e funções vitais.

Transmissão da vida e mecanismos de variabilidade genética – variabilidade genética e hereditariedade.

Diversidade da vida  - O desafio da classificação biológica  e especificidades dos seres vivos .                            

Terceira OT. do currículo de Biologia -Qualidade das populações humanas – A saúde individual e coletiva.

DNA a receita e seu código.

Origem e evolução da vida – Hipóteses e teorias .

Quarta OT. do currículo de Biologia - DNA – Tecnologia de manipulação.

Origem e evolução da vida - Evolução biológica e cultural.

- Total de OTs de projetos relacionados (especificar os projetos) / total de atendidos

01 OT de Prevenção e Combate a Dengue – 130 Apresentação do relatório de 2011, discussões dos pontos positivos e negativos das ações desenvolvidas nas Unidades Escolares.

02 OTs do SPE – 65 em cada encontro - Apresentação do Kit MEC e a nova cartilha elaborada pelo Ministério da Saúde em parceria com Ministério da Educação, apontar possiveis resoluções  discutidas no grupo da Escolas e formação do Grupo Gestor Municipal do SPE

01 OT do Vale Sonhar-65 - Utilização do kit Vale Sonhar e dados estatísticos  das 5 Secretarias de Saúde no que diz respeito a redução ou aumento da gravidez na adolescência.

01 OT de Educação Ambiental-65 Apresentação da Cartilha do Ministério do Meio Ambiente na Elaboração da Agenda 21.

01 OT Prevenir Iamspe - 145 - Apresentação da Equipe do CEAMA SANTOS e apresentação dos projetos desenvolvidos pela instituição:

Câncer Ginecológico, CARE, CEAME, Educação em Diabetes, grupo Dor, esclerose múltipla, adolescência, mãe participante, P A I, preparação ao parto, mãe canguru, Programa Nascer Feliz.

02 OTs Prevenção Também se Ensina 65 em cada encontro - Diversidade Sexual, Gênero, Bullyng, Gravidez na Adolescência.

d) Calendário de atividades (descrever calendário de atividades programadas)

d.1) Orientações técnicas (disciplinas e projetos relacionados)

Mês de Março

dia 07 – Currículo de Biologia

Mês de Abril

Dia 04 – Combate e Prevenção a Dengue

       11 – Ciências da Natureza (Biologia, Ciências,Física e Química)

        25 – Saúde e Prevenção na Escola

Mês de Maio

           02 – Educação Ambiental

           23 – Currículo de Biologia

Mês de Junho

           06 – Prevenir IAMSPE

           13 – Vale Sonhar

           27 – Prevenção Também se Ensina/Comunidade Presente

Mês de Agosto

           08 – Currículo de Biologia

Mês de Setembro

       05 – Saúde e Prevenção na Escola

       19 – Prevenção Também se Ensina/Comunidade Presente

Mês de Outubro

           03 – Currículo de Biologia

           31 – Simpósio de CNT

d.2) Curso de atualização

22/09 a 27/10

d.3) Orientação técnica nas escolas (considerar calendário anual)

Todas as segundas feiras a partir do mês de fevereiro conforme cronograma próprio

d.4) Outras atividades

Plantão de atividades todas quintas feiras.

Participar das reuniões de trabalho todas as sextas feiras de 2012.

Participar das reuniões com instituições parceiras: Secretaria de Saúde dos 5  Municipios,Secretarias de Ação Social, Ongs, etc

Participar da atividades coletivas do Núcleo Pedagógico.

Atualização do site e da Descrição Sintética do Currículo toda quarta-feira

Receber e encaminhar relatórios de controle da Dengue.

Manutenção do Blog de Biologia e Ciências

e) Recursos necessários  para a consecução

Data show

Cópias reprográficas

Materiais de papelaria diversos

Bloco de Flip chart

Livros didáticos

Cadernos do profesor e do aluno

Descrição sintética do currículo

Computador com acesso à Internet

Vídeos

CDs/DVDs

Revistas/Jornais

Livros diversos

f) Referenciais Bibliográficos:

Cachapuz, A., Gil-Perez, D., Carvalho, A.M.P., Vilches, A. Os 7 tipos de visões distorcidas da Ciência e da Tecnologia. São Paulo: Cortez, 2005.

APPLE, Michael W.Ideologia e currículo, tradução Vinicius Figueira. 3. Ed. – Porto Alegre: Artmed,2006

PCN;

Currículo do Estado de São Paulo;

Matriz de referência do SARESP;

MAYR, Ernst. Biologia, ciência única: reflexões sobre a autonomia de uma

disciplina científica. São Paulo: Companhia das Letras, 2005

ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar/ Antoni Zabala; trad Ernani F. da F. Rosa - Porto Alegre, Artmed, 1998.

E se Fosse com Você?  Autores: Sandra Sarue e Marcelo Boffa 

Menina Bonita do Laço de Fita; Autora: Ana Maria Machado

Sexo & Cia - As Dúvidas Mais Comuns (e as Mais Estranhas) que Rolam na Adolescência -  Publifolha  Autor: Jairo Bouer

O Corpo das Garotas  Autor: Jairo Bouer

O Corpo dos Garotos  Autor: Jairo Bouer

A Adolescência – Publifolha  Autor: Contardo Calligaris

Fenômeno Bullying: como prevenir a violência nas escolas e educar para a paz - Ed. Versus Autora – Cleo Fante

Violência Urbana  Autores: Paulo Sérgio Pinheiro e Guilherme Assis de Almeida

Diversidade Sexual na Escola: uma metodologia de trabalho com adolescentes e jovens

Autores: ECOS/CORSA

Saúde e Prevenção nas Escolas – Guia para Educadores e  Diretrizes para  Implementação do Projeto. Autores: Ministérios da Saúde e da Educação com o apoio da UNESCO,  UNICEF e UNFPA

Livreto Informativo sobre Drogas Psicotrópicas  Autor: Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas

 

6 - Plano de ação para Ciências Físicas e Biológicas

PCOP responsável: Rosimeire da Cunha

Período de execução: 02/01/2012 a 30/12/2012

a) Justificativa

Considerando as visitas nas escolas durante o ano de 2011, pode-se observar que as aulas de Ciências, na maioria das vezes, não estão dentro da proposta Curricular do Estado de São Paulo, porque o estudo das Ciências tem como um de seus papéis principais a preparação dos jovens cidadãos para enfrentar os desafios de uma sociedade em mudança contínua, portanto faz-se necessário a formação continuada de professores desta disciplina para aprimorar as metodologias no ensino de Ciências.

Em relação ao Curso de Formação e Orientações Técnicas realizadas na DERSV, em outubro e novembro deste ano e as OTs em 28/02/11, 04/04/11, 20/06/11 e 19/09/11, constatou-se um índice de satisfação dos professores com relação ao atendimento proposto no curso e para cada Orientação Técnica, que foi realizada a partir de uma avaliação escrita ao final de cada encontro. Por outro lado os indicadores qualitativos demonstram, através de relatos e apresentação de estudos de casos que existem dificuldades de se trabalhar com alguns temas, como por exemplo: diversidade de gêneros, builling, astronomia, evolução e dengue. Devido a Diretoria de Ensino - Região  São Vicente e as escolas sob sua jurisdição estar inserida em uma região que apresenta alto índice de casos de dengue (11.967 casos positivos - fonte CVE - 2010)  e conforme orientação da Resolução Conjunta SS/SE - 1, de 27-3-2007, no início do ano de 2011 foi realizada uma OT com funcionários de todas escolas da Diretoria para discutir sobre o assunto dengue e propor ações e medidas de combate à doença. Diante da parceria existente entre Secretaria da Educação do Estado de São Paulo e Instituto Ayrton Senna, foi realizado algumas OTs durante o ano para subsidiar equipe gestora e professores das ETIs das oficinas parceiras de Hora da Leitura e Experiências Matemáticas do Programa SuperAção Jovem - IAS a mobilizar o interesse e a iniciativa, ajudando os alunos a conhecerem suas dificuldades e reconhecerem suas preferências; a desenvolver estratégias para que os jovens se organizem em sala de aula e no tempo livre, de modo colaborativo, trabalhando em times e com a mediação do professor; a praticar estratégias que desenvolvam capacidades de compreensão e de envolvimento, de modo que os jovens avaliem e aprimorem suas competências; a desafiar os jovens a incorporar seus aprendizados, aplicando as capacidades desenvolvidas ao longo do ano em atividades que melhorem sua atuação em sala de aula e na escola. OTs que exploraram os temas builling e diversidade de gêneros foram trabalhados  durante o ano com objetivo de  combater à prática do bullying, a humilhação sistemática por que passam algumas crianças nas escolas e em relação ao projeto prevenção também se ensina foi realizada OTs para criar medidas e ações de combate a gravidez na adolescência.

 Com base em tal informações, faz-se necessário a formação continuada dos professores para o ano letivo de 2012, com vistas a fortalecer os educadores de Ciências para os temas citados acima.

b) Objetivos gerais

Capacitar 150 professores de Ciências para implementação e bom desenvolvimento do currículo de Ciências Físicas e Biológicas.

b.1) Objetivos específicos

Observar as aulas de Ciências nas escolas jurisdicionadas a esta Diretoria.

Ministrar curso de estudo e reflexão da prática docente.

14/03 - 30/05 -29/08 -24/10 - OT Currículo de Ciências

Formar professores de Ciências com objetivo de estudar os conteúdos previstos no Currículo de Ciências.

14/04 - 28/11 - OT Ciências da Natureza

Formar professores de Química, Física, Biologia e Ciências para estudar conteúdos da área que se integram presentes nos Currículos de tais disciplinas

04/04 - OT Dengue.

Promover ações e medidas junto com os agentes escolares para combater o mosquito da dengue.

02/05 - OT Educação Ambiental

Formar professores de Ciências ou Biologia para trabalhar com o tema citado, presente nos Currículos de tais disciplinas.

27/06 - 19/09 Prevenção também se Ensina/Comunidade Presente

Formar professores que apresentam perfil para trabalhar com esses temas no combate a gravidez na adolescência e ao uso de drogas.

c) Metas

c.1) Metas gerais

Oferecer ação de formação continuada para 150 professores em 2012.

Promover e acompanhar a formação das 4 PCs responsáveis pelas ETI.

Oferecer ação de formação no combate à Dengue para 65 agentes de organização da Diretoria de Ensino de São Vicente.

c.2) Metas específicas

Total de 04 OTs específicas mais 02 na área CNT  atendendo 65 professores em cada encontro.

14/03  - Desenvolver estudo dos relatórios do SARESP 2008 e 2010 apontando pontos de convergência de ambos no currículo de Ciências.(cadernos aluno e professor). Analisando competências e habilidades presentes na prova.

30/05  - Desenvolver em O.T. estudo dos cadernos  professor/aluno - 7º ano - vol.2 - Confrontar interpretações diversas dadas ao fenômeno do surgimento da vida no planeta, comparando diferentes pontos de vista, identificando os pressupostos de cada interpretação e analisar a validade dos argumentos utilizados sobre o tema “Vida e ambiente - Os seres vivos”.

29/08  -  Desenvolver em O.T. estudos dos cadernos professor/aluno - 7º ano - vol.1 - estudar conceitos, construção de modelos explicativos, diferenciar fenômenos, reconhecer e empregar linguagem científica sobre o tema “ Terra e Universo - Olhando para o céu”.

24/10 - Desenvolver em O.T. estudos dos cadernos professor/aluno - 8º ano - vol.3 - construção de modelos explicativos dos movimentos do sistema Sol, Terra e Lua, identificar e explicar aspectos da vida terrestre influenciados pelas estações do ano, estações do ano e as variações climáticas. Estudo do tema “Terra e Universo - Nosso planeta e sua vizinhança e cósmica”.

14/04 e 28/11 - “Encontro CNT Integrando as disciplinas do Currículo - PCs de parea CNT.

Total de OTs de projetos relacionados (especificar os projetos) /

Total de 04 OTs de projetos relacionados ao currículo de Ciências

- Outras atividades

Participar da ação Agita Galera.

Participar das reuniões na Secretaria da Saúde do Município de São Vicente.

Participar  e acompanhar as ações do projeto Ecoviver.

Divulgar e acompanhar os projetos: amamenta São Vicente e Saúde Bucal.

Oferecer plantão de atendimento ao público todas quintas feiras de 2012.

Receber e encaminhar relatórios de controle da Dengue.

d) Calendário de atividades

d.1) Orientações técnicas (disciplinas e projetos relacionados)

Ciências - 14/03/2012, 30/05/2012, 29/08/2012, 24/10/2012.

CNT - 11/04/2012 e 28/11/2012.    

Combate à Dengue - 04/04/2012

Educação Ambiental - 02/05/2012

Prevenção - 27/06/2012

Prevenção - 19/09/2012

Game - 29/02/2012, 13/06/20102, 10/10/2012.                             

                           

d.2) Curso de atualização

Curso de Atualização de Ciências - início 24/09/2012 a 27/10/2012

d.3) Orientação técnica nas escolas

Todas as segundas feiras de 2012 de acordo com cronograma específico.

d.4) Outras atividades

Plantão de atividades todas quintas - feiras.

Participar das reuniões de trabalho todas as sextas - feiras de 2012.

Participar das reuniões com instituições parceiras.

Participar da atividades coletivas do Núcleo Pedagógico.

Manter atualizado o blog de Ciências Físicas e Biológicas.

e) Recursos necessários para a consecusão

Data show

Computador

Internet

Cópias reprográficas

Materiais de papelaria diversos

Bloco de Flip chart

Livros didáticos

Cadernos do profesor e do aluno

Descrição sintética do currículo

f) Referenciais Bibliográficos:

Cachapuz, A., Gil-Perez, D., Carvalho, A.M.P., Vilches, A. Os 7 tipos de visões distorcidas da Ciência e da Tecnologia. São Paulo: Cortez, 2005.

___________________Currículo do Estado de São Paulo: Ciências da Natureza e suas tecnologias / Secretaria da Educação; coordenação geral, Maria Inês Fini; coordenação de área, Luis Carlos de Menezes. – São Paulo : SEE, 2010.

 ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar/ Antoni Zabala; trad Ernani F. da F. Rosa - Porto Alegre, Artmed, 1998.

7- Plano de Ação para Língua Portuguesa

PCOP Responsável: João Mário Santana.

Período de Execução: 02/01/2012 a 30/12/2012.

a) Justificativa

“... as reformas educativas desencadeadas por volta dos anos 80 em vários países destacam medidas relacionadas com a formação e profissionalização dos professores para o atendimento de novas exigências geradas pela reorganização da produção e da mundialização da economia”, (LIBÂNEO, 2000) 

Um dos grandes desafios da educação, atualmente, é tentar transpor para a atuação do professor em sua prática de ensino-aprendizagem-desenvolvimento, às várias vozes que consolidam uma proposta de ensino, como por exemplo, a adotada pela SEE / SP. Seguindo o posicionamento teórico de Bourdieu ([1972],1999), Bronckart & Giger (1998), Chevallard (1991) e Perrenoud (2002), entende-se que a ocorrência dos efeitos de qualquer transposição está certamente relacionada à própria natureza do saber construído em sala de aula, o saber didático.

“De acordo com Perrenoud (1999), transposição didática é a sucessão de transformações que fazem passar da cultura vigente em uma sociedade (conhecimentos, práticas, valores etc.) ao que dela se conserva nos objetivos e programas da escola e, a seguir, ao que dela resta nos conteúdos efetivos do ensino e do trabalho escolar e, finalmente - no melhor dos casos -, ao que se constrói na mente de parte dos alunos...” 

Neste sentido, justifica-se o presente documento a este conceito de entendimento de transposição didática e, consequentemente, a consolidação do atual Currículo de Língua Portuguesa, concebido mais interligado com as práticas sociais de referência e dentro da perspectiva do ensino-aprendizagem-desenvolvimento significativos, descreve e explicita o projeto educativo com finalidades de uma educação que supra às expectativas da sociedade; fornece os cadernos do professor como instrumento que orienta as práticas docentes, que levam em conta as condições nas quais se realizam essas práticas; e, principalmente, dá as condições de exequibilidade, de modo a evitar uma descontinuidade excessiva entre os princípios e as restrições colocadas pelas situações de ensino, deixando que o professor, com toda a sua a autonomia, experiência e perspicácia, aprofunde e adeque as orientações das situações de aprendizagem.

Ainda, conforme Paulo Freire (1996), os docentes devem ter um olhar reflexivo sobre suas práticas.  Ao conceito de Reflexão, “ensinar inexiste sem aprender e vice-versa” e tal reciprocidade refere-se ao reconhecimento de que “quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender”.

“Fala-se hoje, com insistência, no professor pesquisador. No meu entender o que há de pesquisador no professor não é uma qualidade ou uma forma de ser ou de atuar que se acrescente à de ensinar. Faz parte da natureza da prática docente a indagação, a busca, a pesquisa. O de que se precisa é que, em sua formação permanente, o professor se perceba e se assuma, porque professor, como pesquisador” (FREIRE apud FREITAS, 1996).

Freire acrescenta duas novas categorias, no que tange ao exposto: a crítica (reflexão) e a formação docente permanente. Nesta direção, a formação continuada de professores visa incentivar a apropriação dos saberes rumo ao desenvolver-se autônomo na perspectiva de abrangência da vida cotidiana da escola e dos saberes derivados de sua experiência docente, à luz da consciência do dever e da necessidade de atualização de seus conhecimentos. Olhar o profissional sob esta perspectiva é, antes de tudo, pensar “a formação de professores e ensino como atividade crítico-reflexiva” (LIBÂNEO, 2000).

Segundo Marlene Grilo:

“... a valorização da reflexão do professor sobre a sua própria prática apoia-se no pressuposto de que a docência também é fonte de conhecimento, por se tratar de uma forma de investigação e de experimentação. O professor, enquanto prático reflexivo constrói uma teoria própria, explicativa da sua prática, contribuindo para a sistematização de novos conhecimentos. O trabalho reflexivo do professor se manifesta, entre outras formas, na tradução do conhecimento acadêmico em "conteúdos didaticamente assimiláveis" pelo aluno, ou seja, na atividade de transposição didática (Perrenoud,1993), que resulta da construção do "conhecimento pedagógico dos conteúdos" (Shulmann, 1986), um dos diferenciais da docência como profissão. Esse conceito traz em seu bojo a concepção de que a docência se constrói numa articulação da  competência acadêmica (conhecimento de um corpo organizado de conteúdos) com a competência pedagógica (conhecimento do processo de ensino). Para saber ensinar é indispensável saber o que e como ensinar - (grifo nosso).

Em suma, confirma-se, e daí a importância do trabalho do Núcleo Pedagógico, o exposto no artigo 73, do DECRETO Nº 57.141, DE 18 DE JULHO DE 2011, que suporta a efetiva consolidação do proposto neste documento, no que tange ao apoio à gestão do currículo da rede pública estadual em sua articulação com equipes de supervisão e gestão das unidades escolares, em atribuições que permeiem a implementação de ações de acompanhamento,  orientação, condução de procedimentos e sua organização, promoção de encontros, oficinas de trabalho, grupos de estudos e outras atividades para subsidiar o trabalho docente, seja através da divulgação e distribuição de materiais pedagógicos, seja através da capacitação da utilização dos mesmos. Somam-se a estas atribuições, também o suporte ao funcionamento do currículo nas várias modalidades de ensino, em especial da disciplina de Língua Portuguesa, nas escolas desta jurisdição, bem como dos projetos e programas que compõem a pasta e dela são decorrentes, advindos da Secretaria de Educação e/ou de parcerias que a mesma ou esta Diretoria de Ensino, sob a aprovação de órgãos superiores, julgarem necessárias e pertinentes. Ainda, fazem parte de todo este trabalho, avaliações constantes do planejamento, da execução e dos resultados, com vistas à proposição dos devidos ajustes se e quando necessários.

b) Objetivos gerais

b.A) Promover a formação continuada de professores de Língua Portuguesa jurisdicionados a esta Diretoria de Ensino.  

b.B) Refletir sobre os conceitos e as teorias que norteiam o Currículo de Oficial de Língua Portuguesa da SEE / SP.

b.C) Identificar os aportes teóricos acerca de práticas sociais e o ensino de Língua Portuguesa.

b.D) Relacionar as necessidades dos professores em formação continuada com a discussão de práticas sociais e letramento crítico.

b.E) Discutir, desenvolver e sugerir práticas de ensino com foco nas sequências didáticas descritas nas Situações de Aprendizagem, entre outras que se apresentem.

b.F) Refletir sobre estratégias que favoreçam o domínio de práticas de linguagem ligadas ao ensino-aprendizagem.

b.G) Oportunizar, aos professores de Língua Portuguesa, o contato com referenciais bibliográficos específicos da teoria e prática do ensino da língua materSna, bem como de informações pertinentes ao componente curricular e ao Currículo Oficial da SEE/SP.

                                                       

b.1) Objetivos específicos

b.1A) Realizar Curso de Atualização, autorizado pelos órgãos centrais, para desenvolvimento de habilidades e competências didático-pedagógicas pertinentes ao estudo, análise e efetiva prática do Currículo Oficial da SEE/SP.

b.1B) Oportunizar aperfeiçoamento profissional a professores de Língua Portuguesa, por meio de Orientações Técnicas Presenciais, para desenvolvimento de competências e habilidades didático-pedagógicas e as descritas no Currículo Oficial da SEE/SP, de forma que estes levem seus alunos à motivação de apreender os assuntos que compõem as Situações de Aprendizagem.

b.1C) Desenvolver Orientações Técnicas nas Unidades Escolares, com vistas a acompanhar e apoiar o professor coordenador nas ações e reuniões pedagógicas que promovam efetiva consolidação do processo ensino-aprendizagem, além de observar, orientar, sugerir e aprender dinâmicas e práticas de ensino no desenvolvimento do Currículo e na utilização de materiais didáticos e paradidáticos em ações pontuais de acompanhamento de sala de aula.

b.1D) Produzir, através de estudo aprofundado, a Descrição do Currículo Oficial - SEE/SP (Situações de Aprendizagem), para disponibilização em plataforma online que subsidie a gestão do Currículo pelo professor coordenador da escola estadual, bem como o trabalho docente em sala de aula.

b.1E) Promover o aperfeiçoamento e desenvolvimento profissional, além da troca de experiências, entre docentes, no que tange ao desenvolvimento do processo de Recuperação Intensiva / Contínua, de forma que estes proporcionem aos alunos condições de melhor conhecer, ler, interpretar e compreender a língua materna, apreendendo, efetivamente, os conteúdos desenvolvidos em sala de aula regular e preenchendo as eventuais lacunas, através de instrumentos diversos e diversificados, no processo ensino-aprendizagem.

b.1F) Estabelecer conexão entre a sala de aula e a Sala de Leitura na antecipação às demandas, bem como promover a interação professor, acervo e recursos disponíveis, primando pelo acesso do aluno ao disponibilizado e a garantia de sua autonomia e expansão do universo da leitura através de sua integração a este instrumento de aprendizagem.

b.1G) Orientar a leitura e análise de textos da Literatura Brasileira e Portuguesa, bem como seu vínculo com temas da cultura clássica, através de uma coletânea de atividades (Diário de Bordo), apresentadas em videoconferências ao longo do ano no Programa Chaves da Leitura e a serem desenvolvidas nas unidades escolares por professores das Salas de Leitura, ETIs e outros, em geral.

b.1H) Subsidiar equipe gestora e professores das ETIs das oficinas parceiras de Hora da Leitura e Experiências Matemáticas do Programa SuperAção Jovem - IAS a mobilizar interesse e iniciativa, no que tange aos alunos identificarem suas dificuldades e reconhecerem suas preferências; a desenvolver estratégias para que os jovens se organizem em sala de aula e no tempo livre, de modo colaborativo, trabalhando em times e com a mediação do professor; a praticar estratégias que desenvolvam capacidades de compreensão e de envolvimento, de modo que os jovens avaliem e aprimorem suas competências; a desafiar os jovens a incorporar seus aprendizados, aplicando as capacidades desenvolvidas ao longo do ano em atividades que melhorem sua atuação em sala de aula e na escola.

b.1I) Divulgar, articular e subsidiar ações e demandas pertinentes às Avaliações Externas (SARESP, SAEB - Prova Brasil, Avaliação Diagnóstica e Avaliação da Aprendizagem em Processo), aplicadas às escolas estaduais.

b.1J) Divulgar, orientar e incentivar a participação de escolas estaduais, através de seus professores e alunos, no Escrevendo o Futuro - Olimpíada de Língua Portuguesa (OLP), para a ampliação do conhecimento e aprimoramento do ensino da escrita, partilhando a concepção do ensino de Língua Portuguesa com foco na produção escrita.

b.1K) Promover o aperfeiçoamento e desenvolvimento profissional dos professores de Língua Portuguesa que atuam na EJA, na Fundação CASA e nas Escolas Estaduais Indígenas, no Ensino Fundamental e Ensino Médio, de forma que estes garantam a seus alunos, nestas modalidades, o acesso ao mesmo conhecimento socialmente produzido no Ensino Regular.

b.1L) Divulgar e dar suporte ao Programa Apoio ao Saber de incentivo à leitura, formação de público leitor e oferta de acesso a livros paradidáticos destinados a cada aluno do Ensino Fundamental II e Ensino Médio da rede pública estadual.

b.1M) Desenvolver, disponibilizar e manter atualizado Site próprio do componente curricular de Língua Portuguesa, no intuito de potencializar a divulgação de informações e textos diversos, compartilhamento de material desenvolvido e/ou apresentado em OTs / Curso e estabelecimento de comunicação direta com equipe gestora das escolas, professores do componente curricular, entre outros.

b.1N) Produzir e divulgar Boletins Informativos periódicos sobre projetos, programas, ações e informações diversas pertinentes ao componente curricular de Língua Portuguesa e, consequentemente, ao Currículo Oficial da SEE/SP.

b.1O) Articular, em parceria, junto ao PROLER/BS, iniciativas de incentivo à leitura, através do apoio à prática leitora nas escolas da circunscrição desta Diretoria de Ensino, como caminho para efetivo desenvolvimento do indivíduo na construção da cidadania.

c) Metas

c.1) Metas gerais

- Promover ações de formação continuada de professores de Língua Portuguesa das várias modalidades, níveis, programas e projetos relacionados, por meio de Orientações Técnicas na DERSV, nas Unidades Escolares e Cursos, no corrente ano de 2012.

c.2) Metas específicas

c.2A) Curso de Atualização

        - Realização de dois (02) cursos em 2012, sendo um no 1º semestre (“Olimpíada de Língua Portuguesa: Escrevendo o Futuro - Caminhos para o ensino da escrita”), com carga horária de 30 horas e atendimento a quarenta e cinco (45) professores de Língua Portuguesa; e outro no 2º semestre (“Sequência Didática: aprendendo por meio de resenhas”) com carga horária de 30 horas e atendimento a quarenta e cinco (45) professores de Língua Portuguesa.  

c.2B)  Orientações Técnicas na DERSV

- Realização de doze (12) OTs das várias modalidades, níveis, programas e projetos relacionados, de 4 horas cada, com previsão para aproximadamente 650 atendimentos, distribuídas em grupos em cada período, conforme suas especificidades.

08/02 - Programa SuperAção Jovem

Formação continuada da equipe gestora e dos professores das oficinas parceiras de Experiências Matemáticas e Hora da Leitura do ano de 2012.

15/03 - Recuperação de Língua Portuguesa - 1º Semestre

Estudo, análise e sistematização das aulas com vistas a diferentes abordagens de ensino-aprendizagem e a partir de sequências didáticas, além da sugestão de recursos.

19/04 - Sala de Leitura  - 1º Semestre

Formação de professores no que tange a conscientização de que a leitura deve ser ensinada como prática diária em seus aspectos literários e históricos-sociais.

10/05 - Ensino Fundamental (Cadernos de Língua Portuguesa de E.F.) - 1º Semestre

Estudo, análise e sistematização das Situações de Aprendizagem com vistas a diferentes abordagens de ensino-aprendizagem e a partir de sequências didáticas, além da sugestão de recursos.

14/06 - Ensino Médio (Cadernos de Língua Portuguesa de E.M.) - 1º Semestre

Estudo, análise e sistematização das Situações de Aprendizagem com vistas a diferentes abordagens de ensino-aprendizagem e a partir de sequências didáticas, além da sugestão de recursos.

09/08 - Recuperação de Língua Portuguesa - 2º Semestre

Estudo, análise e sistematização das aulas com vistas a diferentes abordagens de ensino-aprendizagem e a partir de sequências didáticas, além da sugestão de recursos.

13/09 - Sala de Leitura 2º Semestre

Formação de professores no que tange a consciência da noção de que a leitura deve ser ensinada como prática diária em seus aspectos literários e históricos-sociais.

27/09 - Ensino Fundamental (Cadernos de Língua Portuguesa de E.F.) - 2º semestre

Estudo, análise e sistematização das Situações de Aprendizagem com vistas a diferentes abordagens de ensino-aprendizagem e a partir de sequências didáticas, além da sugestão de recursos.

11/10 - Ensino Médio (Cadernos de Língua Portuguesa de E.M.) - 2º semestre

Estudo, análise e sistematização das Situações de Aprendizagem com vistas a diferentes abordagens de ensino-aprendizagem e a partir de sequências didáticas, além da sugestão de recursos.

08/11 - SARESP 2012

- Total de OTs de projetos e total de atendidos abaixo:

Projeto Recuperação: Total de 02 OTs (Uma no 1º Semeste e outra no 2º Semestre)/  Total de atendidos: estimativa de 200 professores de Língua Portuguesa que ministrem aulas de        Recuperação no ano de 2012.

Projeto Sala de Leitura: Total de 02 Ots (Uma no 1º Semeste e outra no 2º Semestre)/ Total de atendidos: estimativa de 19 professores atendidos que trabalhem em  salas de leitura da DERSV no ano de 2012.

- Total de OTs da disciplina: 04 / total de atendidos: 260 professores

É necessário citar as metas de total de atendidos em cada ot

CITAR CONTEÚDOS PREVISTOS EM CADA OT

d) Calendário de atividades

d.1) Orientações Técnicas

08/02 - Programa SuperAção Jovem

15/03 - Recuperação Paralela de Língua Portuguesa

19/04 - Sala de Leitura

10/05 - Estudo do Currículo - Cadernos de Língua Portuguesa (E. F. II)

13/06 - Programa SuperAção Jovem

14/06 - Estudo do Currículo - Cadernos de Língua Portuguesa (E. M.)

09/08 - Recuperação Paralela de Língua Portuguesa

13/09 - Sala de Leitura

27/09 - Estudo do Currículo - Cadernos de Língua Portuguesa (E. F. II)

10/10 - Programa SuperAção Jovem

11/10 - Estudo do Currículo - Cadernos de Língua Portuguesa (E. M.)

08/11 - SARESP 2012

 

d.2) Curso de atualização

- Março / 2012: “Olimpíada de Língua Portuguesa: Escrevendo o Futuro - Caminhos para o ensino da escrita”.

- Setembro - Outubro / 2012: “Sequência Didática: aprendendo por meio de Resenhas”.

d.3) Orientação Técnica nas escolas

Às terças-feiras de 2012, de acordo com cronograma específico.

d.4) Outras atividades

- Plantão de atendimento ao público e/ou telefônico.

- Reuniões periódicas (semanais) de trabalho e de estudo.

- Encaminhamento de serviços diversos (monitoramento de e-mail institucional, recebimento e distribuição de material pedagógico etc.).

        - Reunião mensal do PROLER, das 9h às 13h, na primeira quinta-feira de cada mês (02/02, 01/03, 05/04, 03/05, 14/06, 05/07, 02/08, 06/09, 04/10, 01/11 e 06/12).

e) Recursos necessários para a consecução

- Internet

- Computador/Datashow/PenDrive/Microfone

- Cavalete / Flip Chart

- Materiais diversos de papelaria, tais como: envelopes, pastas com elástico/com plástico, canetas, lápis/borracha, cadernos, papel sulfite/vergê, CDs e DVDs virgens, pranchetas etc.

- Cópias reprográficas

- Currículo Oficial da SEE/SP de Língua Portuguesa

- Dicionário VOLP (Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa)

- Cadernos do Professor e do Aluno (todas os anos/séries e volumes)

- Descrição Sintética do Currículo

- Livros didáticos

- Livros paradidáticos

f) Referências Bibliográficas

BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO. 1998. Parâmetros Curriculares Nacionais.

SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o ensino de Língua Portuguesa para o Ensino Fundamental Ciclo II e Ensino Médio. São Paulo: SE, 2008.

________________________Currículo do Estado de São Paulo: Linguagens, Códigos e suas tecnologias / Secretaria da Educação; Coordenação Geral, Maria Inês Fini; Coordenação de Área, Alice Vieira. – São Paulo: SEE, 2010.

LIBÂNEO, José Carlos. Pedagogia e Pedagogos Para Quê?. São Paulo: Corte, 2000.

LIBÂNEO, José Carlos. Adeus professor, adeus professora? : novas exigências educacionais e profissão docente. 4ª ed. São Paulo, Cortez, 2000.

BOURDIEU, Pierre. Outline of a theory of practice. Cambridge: Cambridge University Press, [1972]1999.

BRONCKART, Jean-Paul. & GIGER, I. P. La transposition didactique: histoire et perspectives. Pratiques. Maio, 1998, p. 35-58.

CHEVALLARD, Yves. La Transposition Didactique. Du savoir savant au savoir enseigné. Grenoble: La Pensée Sauvage, 1991.

PERRENOUD, Philippe. Construir as competências desde a escola. Porto Alegre, Artes Médicas Sul, 1999.

PERRENOUD, Philippe. A prática reflexiva no ofício do professor: profissionalização e razão pedagógica. Porto Alegre: Artmed, 2002.

PERREIRA, Wally C. Educação de professores na era da globalização: subsídios para uma proposta humanista. Rio de Janeiro, Nau, 2000.

PIMENTA, Selma Garrido e outros. Pesquisa Colaborativa na Escola como Abordagem Facilitadora para o Desenvolvimento Profissional de Professores. Relatório de Pesquisa, 1999.

GENTILE, Paula e BENCINI, Roberta. Desenvolvendo Competências - Revista Nova Escola, Fundação Victor Civita, ano 15 nº 135, set/2000.

SCHÖN, D. A. Educando o Profissional Reflexivo. Porto Alegre, Artes Médicas Sul, 2000.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.

PEREIRA, Júlio Emílio Diniz. Formação de Professores: pesquisas, representações e poder. Belo Horizonte: Autêntica, 2000. (Coleção Trajetória).

MACEDO, Lino de. Competências na Educação. São Paulo, 2007.

ZABALA, Antoni. A Prática Educativa: como ensinar / Antoni Zabala; trad Ernani F. da F. Rosa - Porto Alegre, Artmed, 1998.

BAKHTIN, M. Os gêneros do discurso. Estética da criação verbal. S. P., Martins Fontes, 1987, p. 261-305.

BRONCKART. Atividade de linguagem, textos e discursos: por um interacionismo sócio discursivo. São Paulo: Educ, 1999.

GREGOLIN, M.R.V. Linguística textual e ensino da língua: construindo a textualidade na escola. Campinas: Unicamp, 2001.

MACHADO, A. R. Gênero de textos, heterogeneidade textual e questões didáticas. Abralin, 1998, nº 23.

COLL, C. Psicologìa y Curriculum. Barcelona: Papeles de Pedagogía, Paidos, 2002.

DOLZ, J. & SCHNEUWLY, B. Gêneros e Progressão em Expressão Oral e Escrita – elementos para reflexões sobre uma experiência suíça francófona. In.: SCHNEUWLY, B. & DOLZ, J. Gêneros orais e escritos na escola, pp. 41-70. Campinas: Mercado de Letras, 2004.

MOISÉS, Massaud. A Literatura Brasileira Através dos Textos. São Paulo. Ed. Cultrix, 22ª ed., 608p.

CANDIDO, Antonio. Formação da Literatura Brasileira. 8ª ed. Belo Horizonte/Rio de Janeiro: Editora Itatiaia, 1997, vol. I e II.

BOSI, Alfredo. História Concisa da Literatura Brasileira. Ed. Cultrix, SP – 44ª ed., 2007.

CEREJA, W. R.; MAGALHÃES, T. C. Literatura Brasileira. Editora: Atual Editora, 2ª Edição, 2002.

SOLÉ, Isabel. Estratégias de leitura. 6 ed. Porto Alegre: Artemed, 1998.

ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP). 5ª edição, São Paulo: Global, 2009.

8 - Plano de ação para Língua Estrangeira Moderna

PCOPs responsáveis:

Período de execução: 02/01/2012 a 30/12/2012

a) Justificativa

De acordo com as dados obtidos no acompanhamento das práticas pedagógicas dos professores de inglês e espanhol em Orientações Técnicas nas Escolas  e com base na formação continuada de docentes e de professores coordenadores em Orientações Técnicas e Cursos realizados na Diretoria de Ensino para implementação do Currículo Oficial de Língua Estrangeira Moderna formou-se um diagnóstico das crenças, expectativas e necessidades do público atendido. Tal diagnóstico está apoiado em elementos quantitativos que revelam que o total de atendidos em um curso de aperfeiçoamento com carga horária de 30 horas para professores foi de 6 professores de inglês, em três Orientações Técnicas perfazendo 24 horas de trabalho com 195 atendimentos de professores de inglês e 45 professores de espanhol. Por outro lado os indicadores qualitativos refletidos nas produções dos professores sobre sobre as Orientações Técnicas e Cursos realizados, tais como relatórios (requisito para certificação no Curso de Formação) e construção de planos de aula (atividade de fechamento das OT)  evidenciam tanto a apreensão de conteúdos quanto a necessidade de novos temas de estudo. A partir da análise das resposta às avaliações das ações de formação realizadas na DERSV obteve-se um índice de satisfação dos sujeitos com relação ao atendimento de necessidades individuais e coletivas nas formações realizadas e formulou-se um plano para formações futuras que inclui exemplificação e prática das Sequências Didáticas em Situações de Aprendizagem de cada ano e série do ensino regular. Com base em tais informações justifica-se o plano de ações de formação para o ano letivo 2012 com vistas ao aprimoramento dos sujeitos e ao incremento dos produtos e do público a ser atendido.

b) Objetivos gerais

Capacitar 148 professores de inglês e espanhol para implementação e desenvolvimento eficiente dos respectivos Currículos.

b.1) Objetivos específicos

Observar ministração de aulas nas escolas

Compartilhar atividades dinâmicas aplicáveis ao ensino de idiomas em consonância com o Currículo

Ministrar curso de estudo e reflexão da prática docente, fortalecimento da base teórica e planejamento de práticas motivadoras

c) Metas

c.1) Metas gerais

 Oferecer ação de formação continuada para 128 professores de inglês e 20 professores de espanhol em 2012

c.2) Metas específicas

- Total de 4 OTs da disciplina abrangendo o total de 148 professores de inglês e espanhol atendidos.

  1. Desenvolver em Orientação Técnica no primeiro bimestre, com 128 professores de inglês e 20 professores de espanhol divididos em dois grupos de 74, os conhecimentos metodológicos e procedimentais e atitudinais  relativos a abordagens e dinâmicas comuns ao ensino de idiomas que envolvem organização da lousa e gerenciamento de conflitos em sala de aula, a partir da análise de recortes do filme “Entre os Muros da Escola” e de material específico fornecido pelos Orgãos Centrais;
  2. Desenvolver em Orientação Técnica no segundo bimestre, com 128 professores de inglês divididos em dois grupos de 64, conceitos de Autonomia e Protagonismo Estudantil na construção do conhecimento a partir do estudo comparativo das SA 4 dos vol 3 e 4 dos 6º, 7º, 8º e 9º anos do Ensino Fundamental do Currículo de Inglês;
  3. Desenvolver em Orientação Técnica no segundo bimestre, com 20 professores de espanhol, conceitos de Autonomia e Protagonismo Estudantil na construção do conhecimento a partir do estudo comparativo da Proposta Curricular  do Ensino Médio e os livros didáticos aprovados para 2 e 3 Séries do Ensino Médio do Currículo de Espanhol;
  4. Desenvolver em Orientação Técnica no segundo bimestre, com 128 professores de inglês e 20 professores de espanhol divididos em dois grupos de 74, os conhecimentos metodológicos e procedimentais e atitudinais  relativos a abordagens e dinâmicas comuns ao ensino de idiomas que envolvem confecção e planejamento para uso de materias e recursos didáticos e paradidaticos, a partir da análise das SA dos vol. 1 dos Cadernos dos Alunos referentes ao Currículo do Ensino Fundamental de Inglês e referentes ao primeiro bimenstre do Curriculo do Ensino Médio de Espanhol Orgãos e tendo como base o documento “Descrição Sintética do Currículo”;

- Total de 2 OTs de projetos relacionados a Língua Estrangeira Moderna para PCs:

  1. Desenvolver em Orientação Técnica no primeiro bimestre, com 65 professores da Área de LCT e 65 professores coordenadores totalizando 130 profissionais divididos em 2 grupos de 65 profissionais, os conhecimentos metodológicos e procedimentais para a consecução dos programas de Bolsas Internacionais para atendimento a todos os professores e alunos da DERSV  interessados nos períodos de inscrição a partir das instruções referentes a cada tipo de bolsa recebidas dos Orgãos Superiores;
  2. Desenvolver em Orientação Técnica no primeiro bimestre, com 66 professores de inglês e 66 professores coordenadores divididos em 2 grupos de 66, os conhecimentos metodológicos e procedimentais para a consecução do programa Jovens Embaixadores, para divulgação ampla e irrestrita e para o isentivo a adesão e o pronto atendimento a todos os alunos da Rede Publica Estadual de ensino Regular, EJA e ETEC da DERSV interessados nos período da respectiva inscrição;

- Outras atividades:

d) Calendário de atividades

d.1) Orientações técnicas

03/05- quinta-feira LEM inglês e espanhol (Princípios Básicos para o Ensino de LEM)

21/06- quinta-feira LEM Bolsas internacionais

28/06- quinta-feira LEM Jovens Embaixadores

06/09- quinta-feira LEM inglês (O Currículo na Prática)

04/10- quinta-feira LEM espanhol (O Currículo na Prática)

18/10- quinta-feira LEM inglês e espanhol (Hipótses Sobre Aprendizado Eficiente)

d.2) Curso de atualização

06/10; 13/10; 20/10; 27/10 e 03/11/2012

d.3) Orientação técnica nas escolas

Todas as terças-feiras de 07/02 a 05/06/2012

d.4) Outras atividades

Atualização do Site toda primeira terça-feira do mês

Atualização da Descrição Sintética do Currículo toda terceira terça-feira do mês

e) Recursos necessários para a consecusão

Data show

Computador

Internet

Cópias diversas

Revistas em língua portuguesa, inglesa e espanhola

Jornais em língua portuguesa, inglesa e espanhola

Materiais de papelaria diversos (piloto, caneta, lápis, sulfite, fita adesiva, cola, tesoura, etc.)

Bloco de Flip chart

Cavalete de Flip Chart

Cartazes

Livros didáticos

Cadernos do Professor e do Aluno

Descrição Sintética do Currículo

9 - Plano de ação para Arte

PCOP Marilia Marcondes de Moraes Sarmento e Lima Torres

Período de execução: 02/01/2012 a 30/12/2012

a) Justificativa

Este plano de ação da disciplina Arte foi elaborado com base no diagnóstico sistematizado pela PCOP de Arte que identificou as principais necessidades de apoio aos professores desta mesma disciplina para o desenvolvimento e implementação do Currículo de Arte da SEE.

Dentre os conteúdos, os mais recorrentes referem-se às modalidades de música, dança e também à produção artística contemporânea .

No ano de 2011 foram atendidos, em OTs, 235 professores de Arte.  Além de monitoramento e orientação do Programa Cultura é Currículo, com os projetos Lugares de Aprender e Escola em Cena em que foram atendidos  208 professores em 10 Ots durante o referido ano.

De acordo com as avaliações realizadas após as Orientações Técnicas,  professoras participantes indicaram: “A OT de linguagem musical foi muito interessante! Eu não aprendi música na faculdade. Fiz artes plásticas. Tenho muita dificuldade para trabalhar música, mas a OT foi muito proveitosa, aprendemos dinâmicas ótimas” ou “As explicações foram bem elucidativas e tudo referente aos passeios foi explicado com clareza pela PCOP. Todas as dúvidas e questionamentos ficaram esclarecidos” Verificou-se que estas Ots foram de grande importância, pois aumentaram conhecimentos em Arte, além de informações e conteúdos para o sucesso dos projetos Lugares de Aprender, Escola em Cena e Cinema Vai à Escola.

O estudo da Arte como conhecimento deve ser determinante enquanto processo de aprendizagem para que o aluno consiga fazer a leitura do mundo em que vive, cada vez mais repleto de imagens, sonoridades e gestos.

A Arte é linguagem que transforma ideias e símbolos em forma. A leitura crítica de imagens se faz urgente. A não apropriação dos códigos não verbais é também uma forma de exclusão.

A Secretaria de Estado de Educação possui currículo de Arte específico que deve ser trabalhado nos ciclos I e II do Ensino Fundamental e Ensino Médio, contemplando as modalidades de música, arte visual, teatro e dança. Porém, os professores em sua maioria são habilitados somente em uma das linguagens, em geral, em Arte Visual.

A disciplina Arte também é aplicada mais usualmente como expressão e não como conhecimento, pois ainda vemos escolas criando atividades, fazendo decoração de festas cívicas e comemorativas, pintando desenhos fotocopiados, etc, que não ampliam processos cognitivos dos alunos.

Esta cultura escolar, de decoração e exposição de trabalhos de alunos, pode ser desenvolvida por todas disciplinas. Isso  também pode acontecer durante os projetos que agregam a escola.  Não é prerrogativa da Arte ser a disciplina responsável pelas festas e comemorações, pois que tudo isto delegado somente à esta disciplina gera grandes dificuldades em ser o currículo atendido de maneira integral, como conhecimento, com conteúdos e objetivos específicos da Arte. Porém a Arte como conhecimento é  contemplada quando as exposições na escola acontecem através de  Intervenções Visuais, com  instalações, por meio de Mostra de Cinema (curtas realizados pelos alunos) para datas cívicas, Festival de Música ou Coral para festas comemorativas e também com uma Curadoria de trabalhos visuais para exposição do que os alunos realizam durante as aulas.

Isto posto, existe a necessidade do aumento dos conhecimentos nas diferentes modalidades artísticas e suas linguagens, música, teatro, dança assim como em arte visual contemporânea para desvincular a rotina de estudo aplicada em história da arte e de releituras de obras de períodos como modernismo brasileiro, de artistas como Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Anita Malfatti, Victor Brecheret, ou mesmo de grandes mestres da arte universal como Picasso, Matisse, Rodin, Van Gogh, entre outros.

A linguagem musical está presente em todos os aspectos da vida do ser humano e a apropriação dos conceitos e de conhecimentos específicos em música também possibilitam o entendimento da sociedade.

Aos onze anos a criança é capaz de diferenciar, caracterizar, reconhecer, reproduzir e classificar sons de acordo com timbre, altura, duração, intensidade fazendo relações matemáticas e contextualizações históricas.

A partir do momento em que os sons e músicas criados por ela, a criança ou outros indivíduos, compositores e músicas divulgadas na mídia retratam valores e condições sociais, torna-se função do professor apresentar diferentes estilos musicais a fim de que os alunos ampliem conhecimentos e desenvolvam competências no ouvir, entender e criar possibilidades sonoras.

É por meio do repertório musical que todos se  iniciam como membros de determinado grupo social, as canções de ninar brasileiras são diferentes das iranianas ou japonesas como  também as canções  que se referem à criação de regras durante brincadeiras de roda ou pique.

A música está  presente na vida dos jovens. É também por meio da canção que temas importantes para a inserção social desses mesmos jovens são apresentados.

Muitas músicas transmitidas pelos meios de comunicação, como o rap, funk, os Mcs, os grupos de rock são as mais ouvidas e  essas músicas  divulgam situações sociais muitas vezes vulneráveis. Os professores podem estabelecer diálogos para a construção da consciência cívica utilizando canções que demonstram problemáticas referentes ao racismo, à misoginia, às condições da periferia etc.

Os meios de comunicação muitas vezes não possibilitam a escuta de diferentes gêneros, ritmos, autores, como também de músicas folclóricas ou de raíz. A não inclusão de diferentes tipos de músicas nestes mesmos meios, impede o educando de ter oportunidades de escolhas do que ouvir. O professor deve propiciar esta escuta utilizando  os Cds de DVDs enviados pela SEE.

O contato com a música e suas diferentes linguagens,  mesmo que  feito por apreciação, isto é, não tocando um instrumento, mas simplesmente ouvindo com atenção e propriedade (percebendo as nuances, entendendo a forma da composição), gera  estímulos cerebrais. Ao mesmo tempo que a música possibilita essa diversidade de estímulos, ela, por seu caráter relaxante, pode estimular a aprendizagem.

Losavov, cientista búlgaro, desenvolveu uma pesquisa na qual observou grupos de crianças em situação de aprendizagem, e a um deles foi oferecida música clássica, em andamento lento, enquanto estavam tendo aulas. O resultado foi uma grande diferença, favorável ao grupo que ouviu música. A explicação do pesquisador é que ouvindo música clássica, lenta, a pessoa passa do nível alfa (alerta) para o nível beta (relaxados, mas atentos); baixando a ciclagem cerebral, aumentam as atividades dos neurônios e as sinapses tornam-se mais rápidas, facilitando a concentração e a aprendizagem” (apud OSTRANDER e SCHOEDER, 1978)  in: (NOGUEIRA, M. A. 2003)

Este plano de ação se justifica por contemplar essas modalidades artísticas e suas linguagens, tanto no ensino fundamental como no ensino médio e os professores, não sendo habilitados em determinada linguagem, têm o direito e devem ser capacitados para melhor atuar em sala de aula, objetivando a real aprendizagem de seus alunos. A dança, o teatro, assim como a arte visual contemporânea, são linguagens presentes no cotidiano dos educandos e os professores, como responsáveis pelas aulas, devem ser orientados em como realizar e aplicar os conhecimentos específicos contemplados no currículo da SEE, além de utilizar os materiais enviados por este órgão do Governo Estadual.

É necessário também o acompanhamento e o desenvolvimento do programa Cultura é Currículo no decorrer do ano, com orientações técnicas específicas. O Programa envolve três projetos: Lugares de Aprender - escola sai da escola, Cinema Vai à Escola e Escola em Cena, que contemplam as unidades escolares da Diretoria de Ensino com visitas a locais de aprendizagem para realização de estudo do meio em institutos de arte, museus, parques, espetáculos de dança e teatro nas cidades da Baixada Santista, envolvendo verbas enviadas pela FDE, sobre as quais são prestadas contas.

Somente o projeto Lugares de Aprender atendeu, no ano de 2011, 15.040 participantes, entre alunos e professores. Este projeto recebeu verbas para transporte e lanche para estes mesmos alunos e professores no valor de R$ 463.860,00. A fim de que as políticas públicas sejam aplicadas para o total benefício dos alunos e docentes da SEE, se faz necessário um acompanhamento pontual do referido programa por meio de Orientações Técnicas.

b) Objetivos gerais

Estabelecer relações entre Arte, conhecimento e cultura;

Cultivar o diálogo, a curiosidade, a pesquisa e a experimentação em processos de criação em Arte.

Respeitar os eixos epistemológicos (a origem, a estrutura, os métodos e a validade do conhecimento) do teatro, da música, da dança, das artes visuais.

Promover a articulação com as demais linguagens artísticas.

Orientar todos os procedimentos relativos ao Programa Cultura é Currículo.

b.1) Objetivos específicos

Subsidiar os professores de Arte com conceitos de linguagem musical para a sua aplicabilidade em sala de aula, com a utilização dos materiais específicos enviados pela SEE.

Orientar os professores quanto à arte visual contemporânea, seus conceitos e processos de criação.

Entender Arte como conhecimento e não como atividade.

Orientar o uso dos materiais, CDs, DVDs enviados pela SEE.

Criar estratégias facilitadoras para aplicação do currículo como conhecimento.

Observar as aulas de Arte nas unidades escolares.

Promover, articular, orientar e monitorar as ações referentes aos projetos Lugares de Aprender, Escola em Cena e Cinema Vai à Escola.

c) Metas

c.1) Metas gerais

Atender 470 professores em ação de formação continuada.

c.2) Metas específicas

Realizar  4 Ots da disciplina para atender 260 professores de Arte, com 65 professores em cada OT.

1 Ot Música - para 65 professores divididos em 2 grupos. Conceito de Tridimensionalidade na música,  timbre e registro. Apreciação por meio de conversa e escuta de onde vem o som produzido. Criar ação expressiva com intenção de mapear sons percebidos em tridimensionalidade (de onde ele vem). Consolidação do conceito bi e tridimensional por meio do desenho da S.A. 4, do vol 1,  do 6º ano Ensino Fundamental.

2 Ot Dança - para 65 professores divididos em 2 grupos. A expressividade do desenho e as potencialidades do registro no Território das Linguagens Artísticas da S.A. 3 do vol 1 do 7º ano do Ensino Fundamental. A Vida de dançarino, primeiros movimentos. Apreciação de trechos do DVD Samwaad os movimentos que criam desenhos, figurinos. Criar ação expressiva: desenhar uma coreografia e apresentá-la.

3 Ot Teatro - Conceito do Suporte como matéria da Arte e sua Ruptura, da S.A. 4, do 8º ano, do vol. 2 do Ensino Fundamental. Os espaços inusitados do espetáculo e a ruptura dos limites do palco italiano, com diálogo entre teatro e arte visual (performance) como linguagem teatral. Criar ação expressiva performance com três ações: parar, sentar e olhar.

4 Ot Arte Visual -  O  encontro entre e a arte e o público, arte visual contemporânea-forma e conteúdo. S.A. 1 do vol 1 da 2ª série do Ensino Médio.

Observar  obras de arte responder o que tem em comum, qual é a relação entre Arte e público. Criar  ação expressiva de arte contemporânea (fita de Moebius) executar e registrar o que a artista desejou  despertar. Pesquisar os espaços sociais de arte, artistas da região, objetos de arte locais expositivos. Criar ação expressiva elaborar uma obra para exposição em um museu imaginário ou qualquer outro lugar expositivo.

- Total de OTs de projetos relacionados.

Realizar 7 Ots dos projetos Lugares de Aprender  e Escola em Cena para atender 210

professores (PCs e professores envolvidos no projeto).

Ots com 20 professores cada para orientar os procedimentos e responsabilidades assumidas pela escola e Diretoria de Ensino quanto às visitas aos locais de estudo do meio.

Realizar 30 Ots nas escola para acompanhar e apoiar o PC. nas ações e reuniões pedagógicas. Observar, orientar, sugerir  dinâmicas e práticas de ensino ao professor em sala de aula para  desenvolvimento do Currículo e na utilização de materiais didáticos e paradidáticos.

- Outras atividades

Apoio ao PROLER;

Atendimento ao público;

Apoio à Feira de Profissões;

Participação  nas reuniões da DE e OP;

Apoio a todos PCOPs ;

Atender a todas as determinações do sr. Dirigente;

Parcerias pedagógicas com supervisores de ensino;

d) Calendário de atividades

Apoio à feira de profissões no 1º e 2º semestres

Apoio ao PROLER no 2º semestre.

d.1) Orientações técnicas

08-03-2012; Ot Música

12-04-2012; Ot Dança

17-05-2012; Ot Teatro

16-08-2012; Ot Artes Visuais

22-03-2012 Ot Lugares de Aprender

26-04-2012 Ot Lugares de Aprender

24-05-2012 Ot Lugares de Aprender

02-08-2012 Ot Lugares de Aprender

23-08-2012 Ot Lugares de Aprender

20-09-2012 Ot Lugares de Aprender

25-10-2012 Ot Lugares de Aprender (manhã)

25-10-2012 Ot 30ª Bienal (tarde)

d.2) Curso de atualização

Nos Territórios da Arte música, dança e linguagem contemporânea 2012.

Objetivos do curso:

Discutir a concepção do Currículo de Arte em sua relação direta com a Arte Contemporânea;

Problematizar as linguagens contemporâneas e a dilatação do conceito de Arte;

Discutir a concepção dos Cadernos de Arte (professor e aluno) e como trabalhar Música e Dança nas aulas de Arte;

Vivenciar situações de aprendizagem de experimentação e nutrição estética em Música e Dança.

Fruir obras de arte originais para melhor entendê-las por meio da visita ao Espaço Bienal e Mam - Museu de Arte Moderna, em São Paulo.

Data:

24-03-2012;

31-03-2012;

14-04-2012;

d.3) Orientação técnica nas escolas conforme cronograma específico

Todas às quintas-feiras durante o ano.

d.4) Outras atividades

Agendar no sistema, todos os meses, as escolas participantes do projeto Lugares de Aprender e dar ciência às mesmas.

Manutenção do Blog de Arte.

Preparar conteúdos e fazer experimentos em arte;

Estudar todos os materiais enviados pela SEE. (filmes, cds, dvds, livros)

Apoio aos demais PCOPs

Monitoramento ao Cinema Vai à Escola.

Separar e enviar materiais às escolas.

e) Recursos necessários para a consecução

Papel vergê, pastel seco, telas, tinta guache, tinta acrílica, pincéis, cartolina, cola, giz de cera, nariz de palhaço, espadas de plástico, perucas, tule colorido e branco, estolas/boás, panos, tiaras, chapéus, materiais recicláveis como copos, garrafas, potes caixas de papelão, baquetas, colher de pau, rolo de madeira, bolas de frescobol, escova pequena de lavar roupas, escova de dentes, rolhas, chocalho de lata, copos de vidro, panelas, pentes, papéis, colheres de metal, baldes, garrafa pet de vários tamanhos, colares, meias, roupa velha, caixas organizadoras, lã, linhas, diapasão, 10m de TNT colorido (azul, vermelho, amarelo, verde, roxo, laranja, preto e branco), computador, datashow, DVDs, CDs, livros de arte, descrição sintética, canetas, sulfite, tesoura.

f) Referências Bibliográficas

NOGUEIRA, Monique Andries. A música e o desenvolvimento da criança. Revista da UFG, Vol. 5, 2, dez 2003 . Disponível em: http://www.proec.ufg.br/revista_ufg/infancia/G. Acesso em: 14-12-2011.

10 - Plano de ação para Educação Fisica

PCOP responsável: Alessandra Hourneaux de Mendonça da Costa Rodrigues

Período de execução: 02/01/2012 a 30/12/2012

a) Justificativa

Minha jornada na Diretoria de Ensino da Região de São Vicente iniciou-se com minha designação, por dois meses, como coordenadora de jogos da Olimpíada Escolar do Estado de São Paulo/2011, categoria mirim. Após este período, fui designada PCOP da disciplina de Educação Física - desde 28 de junho de 2011 até a presente data - onde, com base em um diagnóstico pautado nas avaliações feitas pelos próprios professores de educação física de diversas unidades escolares, ao final das orientações técnicas ocorridas no decorrer do ano de 2011 e, por meio das orientações técnicas descentralizadas realizadas nas unidades escolares, onde pôde ser feito o acompanhamento das aulas de educação física, foi possível perceber que o profissional de educação física escolar está habituado a trabalhar em suas aulas da mesma forma que fazia há 5 ou 10 anos. Não consegue visualizar o leque de metodologias diversificadas que está a sua disposição para que, dessa forma, possa oferecer aos alunos uma aula mais atraente. Despertaria, ainda mais, o interesse dos mesmos pela educação física escolar se utilizasse novas tecnologias como sites esportivos educativos, blogs que versem sobre os benefícios da prática regular da atividade física, entre outros, durante as aulas teóricas, bem como da aprendizagem de jogos que ainda não são tão populares em nossa cultura esportiva, mas que já estão inseridos no currículo da disciplina de educação física, em boa parte do ciclo II do ensino fundamental e do ensino médio, como o badminton, o futebol americano, etc.

Paralelamente à formação continuada dos professores de educação física, é necessário ter um olhar especial para a Olimpíada Escolar do Estado de São Paulo, que acontece durante 6 meses do ano, na qual o foco é o desenvolvimento da parte esportiva/competitiva. Com isso, existe a necessidade do estudo do regulamento desta competição - em conjunto com os professores que possuem equipes participantes da mesma - além da confirmação das escolas e suas respectivas modalidades para, então, ser definida a forma de disputa e, consequentemente, a confecção das tabelas de jogos. Esta ação é realizada por meio de 2 congressos técnicos específicos: 1 da categoria mirim e 1 da categoria infantil. Para o sucesso desta ação, é imprescindível a designação de um professor de educação física para exercer a função de coordenador de jogos da Olimpíada Escolar do Estado de São Paulo, pelo período de 120 dias, dividido em 2 períodos de 60 dias a fim de dar suporte no planejamento e acompanhamento das categorias mirim e infantil.

b) Objetivos gerais

b.1) Objetivos específicos

c) Metas

c.1) Metas gerais

c.2) Metas específicas

        - 1ª OT → Tema: Jogo e Esporte: competição e cooperação. Desenvolvimento da Situação de Aprendizagem 2 - Jogos Cooperativos, 6º ano do Ensino Fundamental, Volume 1;

        - 2ª OT → Tema: Esporte - Modalidade esportiva a escolher. Desenvolvimento da Situação de Aprendizagem 2 - Organizando as funções ofensivas e defensivas do Esporte Coletivo, 8º ano do Ensino Fundamental, Volume 2;

-  3ª OT → Tema: Contemporaneidade: Corpo, Cultura de Movimento e pessoas com deficiências. Desenvolvimento da Situação de Aprendizagem 5 - Compreendendo e vivenciando o goalball, 2ª série do Ensino Médio, Volume 4;

        - 1ª OT → Congresso Técnico da OEESP - categoria mirim: Confirmação das escolas e modalidades, definição da forma de disputa, sorteio dos grupos, chaveamento, estudo do regulamento, prazos para entrega da documentação;

        - 2ª OT → Congresso Técnico da OEESP - categoria infantil: Confirmação das escolas e modalidades, definição da forma de disputa da competição, sorteio dos grupos, chaveamento, estudo do regulamento, prazos para entrega da documentação.

d) Calendário de atividades

d.1) Orientações técnicas (disciplinas e projetos relacionados)

d.2) Curso de atualização

No ano de 2012 não está prevista a realização do curso de atualização.

d.3) Orientação técnica nas escolas

Todas as quintas-feiras do ano de 2012, de acordo com o cronograma específico.

d.4) Outras atividades

e) Recursos necessários para a consecusão

 

11 - Plano de ação para Geografia

PCOP responsável: Cleunice Dias de Oliveira

Período de execução: 02/01/2012 a 30/12/2012

a) Justificativa

Considerando a recente implantação do Currículo do Estado de São Paulo e a necessidade de otimizar a implementação da Proposta Curricular para o Ciclo II do Ensino Fundamental e para o Ensino Médio nas escolas da rede estadual, esta Diretoria de Ensino, com vistas a complementar um conjunto de ações na busca de mais qualidade para o ensino em nossas escolas, oferece aos Professores do Ensino Fundamental – Ciclo II e Ensino Médio das Escolas Estaduais da Diretoria de Ensino Região São Vicente, Orientações Técnicas e Cursos de Atualização na disciplina de Geografia durante o decorrer de 2012.

Com estas ações propomos promover estudos das questões didáticas e metodológicas enfatizando a Sequência Didática no ensino da geografia que, por sua vez, permeia os Cadernos do Professor e do Aluno do Currículo, pois entendemos ser um subsídio importante ao aprimoramento dos nossos professores.

Conforme o acompanhamento das ações docentes, por parte da formadora, durante as Orientações Técnicas, o resultado das avaliações apresentados pelos professores participantes ao final de cada encontro e, ainda, a tabulação da Pesquisa realizada com Professores de Geografia da DER – São Vicente, no período de 03 a 25/11/2011, é fato que a real necessidade de formação do Corpo Docente, de acordo com o parágrafo anterior, diz respeito às questões didáticas metodológicas. A referida Pesquisa contou com 89 respostas, de acordo com a análise descrita abaixo:

Você participou de alguma O.T de geografia em 2011 na de?

SIM                           44               49%

NÃO                          45               51%

 

Quantas Orientações Técnicas você participou?

1                                 21               24%

2                                 30               34%

NENHUMA                            38               43%

 

Você considera as O.Ts necessárias para a sua formação continuada em serviço?

SIM                           85               96%

NÃO                          4                 4%

Relate abaixo de que forma você avalia as O.Ts que participou.

Depoimento 1:

As orientações foram muito boas. As OTs são de fundamental importância para nós professores nos atualizamos, aprendendo e discutindo novas práticas pedagógicas que estejam mais adequadas a nova realidade educacional das nossas escolas.

Depoimento 2:

Nas duas orientações Técnicas que participei pude realizar uma reciclagem de conhecimento e na discussão com o grupo é possível emitir opiniões e aprender com os demais colegas. A primeira orientação foi de grande valia para o aprimoramento das questões pedagógicas. Colocamos em prática esses conceitos em atividade em grupo com várias atividades do caderno do aluno, proporcionando reflexões pertinentes ao momento.

Na segunda orientação entramos em contato com vários materiais cartográficos e relembramos conceitos muitas vezes que se perdem no dia-a-dia. Novamente a atividade em grupo foi excelente já que usamos o conhecimento de todos para montagem das atividades. Foi importante esta orientação, pois no estudo da Geografia há a necessidade do contato com a cartografia e muitas vezes os alunos sentem dificuldade de interpretar mapas e por isso é necessário que o professor proporcione ao aluno uma base cartográfica adequada. Dessa forma foi possível nas OTs relembrar e reavaliar a prática metodológica diária e estar em contato com propostas novas sempre é interessante, pois proporciona uma aprimoramento  dos conhecimentos.

Depoimento 3:

Minha avaliação é muito POSITIVA, pois trocamos figurinhas, muitas atividades dinâmicas e envolventes. Com dicas de jogos em geografia utilizando a informática e introduzindo-os a nova tecnologia.

Em minha opinião, deveria ter 4 OTs no mínimo de geografia, para nós seria um combustível a mais, nos deixando com mais opções para nossas aulas serem cada vez mais atrativas. Fazendo, assim, com que os alunos tenham um desenvolvimento pleno em geografia.

Depoimento 4:

Muito esclarecedora, quanto ao uso do material caderno do aluno de geografia Ensino Médio, com sugestões de atividades práticas em grupos e individuais.

Quanto aos cursos de Atualização, você tem pretensão de realizá-los em 2012?

SIM                           85               96%

NÃO                          4                 4%

Enfim, este Plano de ação é justificado através da solicitação de Orientações Técnicas e Cursos de Atualização efetuada pelo corpo docente na pesquisa realizada, de forma que contribua para a compreensão da importância de estar em constante evolução e aperfeiçoamento por meio da formação continuada em serviço podendo, desta maneira, influenciar no rendimento escolar dos estudantes na disciplina de Geografia.

b) Objetivos gerais

·         Promover a formação continuada dos professores de geografia e de Professores com perfil para trabalhar o tema Educação Ambiental nas Unidades Escolares, da Diretoria de Ensino – Região São Vicente, por meio de quatro Orientações Técnicas divididas bimestralmente da disciplina específica, do Curso de Atualização oferecido no 1º e no 2º semestre/2012 e de duas Orientações Técnicas de Educação Ambiental divididas semestralmente, a fim de subsidiar o desenvolvimento do trabalho em sala de aula, propondo a utilização de procedimentos metodológicos diversificados, com foco no conceito de sequência didática.

b.1) Objetivos específicos

c) Metas

c.1) Metas gerais

Promover a formação continuada de 240 professores com aulas atribuídas de geografia na Diretoria de Ensino de São Vicente e de 130 professores com perfil para trabalhar o tema Educação Ambiental nas Unidades Escolares.

c.2) Metas específicas

- Total de OTs da disciplina / total de atendidos

Realizar 04 Orientações Técnicas de Geografia no decorrer de 2012 atendendo 65 professores em cada encontro, cujos conteúdos que serão trabalhados seguem descritos abaixo:

1ª OT - 09/04/2012 - Tema: O desenvolvimento da Sequência Didática no Currículo de Geografia - 1º EM - Volume 1 - S.A 3 - Geopolítica

2ª OT - 11/06/2011 - Explorando o Tema: As cidades: Criação e Irradiação do Consumo - 9º Ano EF - Volume 4 - S.A 2

3ª OT - 27/08/2012 - Aprofundamento do tema: O Sensoriamento Remoto: A Democratização das Informações - 1º EM - Volume 1 - S.A 2

4ª OT - 29/10/2011 - Desenvolvendo a Sequência Didática - Populações : Perfil Interno, desigualdades, Migrações Internacionais - 9º Ano EF - Volume 3 - S.A 3

- Total de OTs de projetos relacionados (especificar os projetos) / total de atendidos

Realizar 02 Orientações Técnicas de Educação Ambiental atendendo 65 professores em cada encontro, com perfil para trabalhar o tema na Unidade Escolar.

1ª OT - 21/05/2012 - Educação Ambiental - A Educação Ambiental no Currículo Oficial

2ª OT - 17/09/2012 - Educação Ambiental - A Educação Ambiental no Currículo Oficial

- Outras atividades

Divulgar a Feira de Profissões de acordo com o cronograma da Universidade Santa Cecília, parceira no Projeto.

Oferecer plantão de atendimento ao Público todas as terças feiras de 2012.

Estudar e preparar materiais

Encaminhar serviços diversos

Manutenção de blog

Participar das atividades coletivas da Oficina Pedagógica.

d) Calendário de atividades

d.1) Orientações técnicas (disciplinas e projetos relacionados)

Geografia - 09/04/2012, 11/06/2012, 27/08/2012 e 29/10/2012

d.2) Curso de atualização

Curso de Atualização – 1º semestre Módulo I e 2º semestre Módulo II

d.3) Orientação técnica nas escolas

Todas as quartas feiras de 2012 de acordo com o cronograma específico.

d.4) Outras atividades

Feira de Profissões - 1º Semestre de 2012

Oferecer plantão de atendimento ao Público todas as terças feiras de 2012.

Estudar e preparar materiais, encaminhar serviços diversos e Manutenção de blog todas as quintas feiras.

Oferecer apoio Pedagógico aos membros da Equipe 1 no decorrer do ano e aos demais PCOPS, se possível, sempre que necessário.

Participar das atividades coletivas da Oficina Pedagógica em todos os momentos que houver necessidade.

Participar das Reuniões de Trabalho todas as sextas feiras de 2012.

e) Recursos necessários para a consecução

Data show

Computador

Internet

Cópias reprográficas

Revistas

Jornais

Materiais de papelaria diversos (piloto, caneta, lápis, sulfite, fita adesiva, cola, tesoura, etc.)

Bloco de Flip chart

Cavalete de Flip Chart

Mapas diversos

Livros didáticos

Cadernos do Professor e do Aluno

Descrição Sintética do Currículo

12 - Plano de ação para História

PCOPs responsáveis: Adriana Cristina Pires Rial

Período de execução: 02/01/2012 a 30/12/2012

a) Justificativa:  

Tendo por base o resultado das avaliações realizadas pelos professores de História ao final de cada orientação técnica em 2011, realizada pelo PCOP Lenilton e por mim observada, agora na condição de PCOP de História, foi possível perceber a necessidade de aprofundar conhecimentos na fundamentação teórica que dá embasamento ao Currículo Oficial do Estado de São Paulo, pois segundo a fala dos professores ainda não está clara a maneira de se trabalhar o passo a passo da sequência didática presente nas situações de aprendizagem que compõem os cadernos do professor e do aluno no currículo.  

Por acreditar que a formação continuada é um caminho a ser percorrido em busca de adquirir tais competências e habilidades capazes de propiciar momentos de reflexão e melhoria de práticas pedagógicas por meio de procedimentos didáticos diversificados, justifica-se a necessidade da realização de Orientações Técnicas e Cursos de Atualização voltados para o desenvolvimento profissional do corpo docente de História da Diretoria de Ensino Região São Vicente, priorizando aspectos conceituais e metodológicos. Pois, agora, na posição de PCOP de História, espero conhecer mais especificamente o trabalho desses professores para buscar a formação direcionada tanto ao conteúdo como e principalmente às estratégia e práticas de ensino.

  b) Objetivos gerais:

          Promover a formação continuada dos professores de História da Diretoria de Ensino  Região São Vicente, por meio de quatro Orientações Técnicas divididas bimestralmente da disciplina específica, do Curso de Atualização oferecido no 1º e no 2º semestres e de Orientações Técnicas nas escolas durante todo o ano letivo de 2012.

                    Participar da formação continuada dos professores com perfil para trabalhar os conteúdos relacionados aos Programas de Prevenção nas Unidades Escolares, da Diretoria de Ensino Região São Vicente, por meio de duas Orientações Técnicas, a fim de subsidiar o desenvolvimento do trabalho relacionado aos temas em sala de aula.

b.1) Objetivos específicos:

c) Metas

c.1) Metas gerais :

 Oferecer ação de formação continuada para 260 professores de História com aulas atribuídas na Diretoria de Ensino Região São Vicente.

        Oferecer ação de formação continuada para 150 professores com perfil para trabalhar com temas relacionados aos Programas de Prevenção.

c.2) Metas específicas

Desenvolver em Orientações Técnicas da disciplina nos quatro bimestres do ano de 2012, com atendimento a 65 professores divididos em grupos de 30 e 35, conceitos didáticos de aprendizagem significativa e participação dialógica, com ênfase em temas sugeridos nas Situações de Aprendizagem do Currículo Oficial de História, a partir do estudo das Sequências Didáticas contempladas no Caderno do Professor e do Aluno, destacando as temáticas:  Sistemas sociais e culturais de notação de tempo ao longo da História, Situação de Aprendizagem 2 do Volume 1 do 6º Ano; Civilizações do Oriente Médio, Situação da Aprendizagem 3 do Volume 3 do 6º Ano; Proclamação da República, Situação da Aprendizagem 4 do Volume 4 do 8º Ano, e, Golpes militares no Brasil e na América Latina, Situação de Aprendizagem 4 do Volume 3 do 3º Ano do Ensino Médio, como conteúdos a serem desenvolvidos.

Participar da formação de professores do Programa Prevenção Também se Ensina, realizando estudos e orientações acerca de diversos assuntos relacionados ao tema.

d) Calendário de atividades

d.1) Orientações técnicas:

1ª -  23/04/2012 - As linguagens das fontes históricas

2ª -  25/06/2012 - África, o “berço da humanidade”

3ª -  20/08/2012 - Proclamação da República de Benedito Calixto

4ª -  22/10/2012 - Tortura e direitos humanos na América Latina

1ª - 27/06 - Prevenção também se ensina/ Comunidade presente

2ª - 19/09 - Prevenção também se ensina/ Comunidade presente

d.2) Curso de atualização

Módulo I: 1º semestre, Módulo II: 2ºsemestre

d.3) Orientação técnica nas escolas

Às quartas feiras de acordo com o cronograma anual específico.

d.4) Outras atividades

e) Recursos necessários para a consecução

13 - Plano de ação para Filosofia, Sociologia e Educação Indígena

PCNP responsáveis: Deusdeth Estanislau de Oliveira

Período de execução: 02/01/2012 a 30/12/2013

a) Justificativa:

O professor precisa se atualizar constantemente, sobretudo, nas questões pedagógicas que surgem com a evolução da sociedade. O acúmulo de conhecimento e a atualização são desafios permanentes na vida dos professores. Pois essa profissão exige renovação a cada momento, havendo a necessidade que se estabeleça uma relação entre a reflexão e a prática. Assim, o professor precisa atualizar seus conhecimentos pedagógicos para poder atender as necessidades da escola, a qual está em constantes transformações. Logo, quem mais precisa aprender é quem ensina. Quanto mais bem preparado for o professor, melhor será a qualidade de ensino. Consequentemente verifica-se a importância de se realizar as Orientações Técnicas  aos professores de Sociologia da disciplina específica  e, aos professores indígenas, envolvendo as demais áreas de conhecimento. Devido a recente designação para professor coordenador da oficina pedagógica, observa-se, necessariamente, um período para adaptação profissional e relacional. Assim, o que se pode notar nesse pouco tempo, é a necessidade do trabalho em equipe, pois as atividades se inter-relacionam, fazendo com que cada integrante tenha que se adequar nesse processo. Consequentemente, o professor deve se comprometer na sua aprendizagem e desenvolver o autoconhecimento para atingir conjuntamente as metas estabelecidas pela Secretaria Estadual de Educação. Pode-se notar e comprovar, a necessidade na formação e capacitação continuada dos professores, pois a função do professor coordenador é, inclusive, dar condições e ferramentas necessárias para a docência em sala de aula. A palavra comprovar, acima, justifica-se por experiência própria, pois em sala de aula, o docente envolve-se com questões burocráticas, técnicas, indisciplinas e conteúdos, entre outros, que acaba necessitando, inevitavelmente, de novas formas e métodos de ensino, tão necessárias à qualidade da educação.

b) Objetivos gerais:  

b.1) Objetivos específicos:  

c) Metas

c.1) Metas gerais:

c.2) Metas específicas

- Total de OTs da disciplina: 03

- Total de atendidos: 195

  1. Situação de Aprendizagem 1 (1a. série - volume 1) - Apresentar o programa de Sociologia e prosseguir com a implementação do Currículo. Tema: O aluno na Sociedade e a Sociologia - o processo de desnaturalização do olhar; diferenciar o olhar do sociólogo e do senso comum.
  2. Situação de Aprendizagem 1, 2, 3 e 4 - (2a. série - volume 4) - Orientação para ações pedagógicas para que os objetivos, os conteúdos e as atividades previstas sejam contempladas. Tema: O aluno em meio aos significados da violência no Brasil. Violências simbólicas, físicas e psicológicas e Formas de Violência: doméstica, sexual e na escola.
  3. Situação de Aprendizagem 1 (3a. série - volume 4) - reafirmação do professor no seu papel como responsável pelo currículo. Tema: O que é não-cidadania.

- Total de OTs de projetos relacionados: Educação Indígena: 02

- Total de atendidos: 62

  1. Situação de Aprendezagem 3 (2a. série - volume 1) - Desenvolver procedimentos da ação pedagógica. Tema: Diversidade social brasileira  
  2. Situação de Aprendizagem 3 (2a. série - volume 2) - Sequência Didática. Tema: Importância da Cultura na vida social.

 Outras atividades

d) Calendário de atividades:

d.1) Orientações técnicas:

07/05/2012 - Sociologia (O processo de desnaturalização ou estranhamento da realidade).

14/05/2012 - Educação Indígena (A formação da diversidade).

13/08/2012 - Sociologia (Diferentes formas de violência).

10/09/2012 - Educação Indígena (Jovens, cultura e consumo)

01/10/2012 - Sociologia (Desumanização e coisificação do outro).

d.2) Curso de atualização: Não há previsão para o ano de 2012.

d.3) Orientação técnica nas escolas:

De acordo com o cronograma (quartas feiras)

d.4) Outras atividades:

e) Recursos necessários para a consecução:

14 - Plano de ação para o Ciclo I do Ensino Fundamental

PCOP responsável: Juliana Márcia Pereira

Período de execução: 02/01/2012 a 30/12/2012

a) Justificativa

Apesar da nossa Diretoria de Ensino estar em uma posição confortável com relação ao exigido pela SEE para o Ciclo I em 2011, pois de acordo com o IDESP, importante indicador que avalia a qualidade das escolas estaduais paulistas, a Diretoria de Ensino de São Vicente apresenta evolução e cumprimento das metas pré-estabelecidas, conforme descrito abaixo:

A EE “Antonio Luiz Barreiros” tinha como meta em 2010 atingir 4,19 para o 5º ano EF, porém a escola obteve o índice de 4,55, ou seja, além de atingir a parcela de cumprimento da meta, ainda conseguiu alcançar mais o Adicional por Qualidade que chegou a 19,41%. Desta maneira, a referida escola apresentou o limite de 120% no Índice de Cumprimento de Metas.

A EE “Governador Mário Covas Júnior” apresentou evolução crescendo de 3,65 (2009) para 3,70 (2010), tendo Parcela Cumprida de Meta de 31,3%.

Com esta análise é possível perceber que embora tenhamos conseguido bons resultados, ainda temos muito que avançar nas Unidades Escolares de Ciclo I desta Diretoria, a fim de buscarmos o sucesso completo objetivando a aprendizagem de todos os alunos e não parte deles.

Para tanto, utilizando como parâmetro os mapas de sondagem e os indicadores acima, é fato que ainda encontramos pontos nos quais necessitamos de um melhor acompanhamento, pois embora os bons resultados se justifiquem na série avaliada, o desejável seria que todos os anos do ciclo I obtivessem o mesmo avanço. No entanto, ainda existem lacunas que precisam ser preenchidas, dentre estas destacamos: alguns alunos com baixo desempenho em Língua Portuguesa e Matemática; a falta de formação específica dos professores, muitas vezes despreparados para assumir uma sala com tantos desafios; falta de planejamento de propostas pedagógicas que atendam as necessidades de aprendizagem dos alunos; dificuldades no uso do material do Programa Ler e Escrever e tempo para investir na sua própria formação continuada.

                Tendo por base as questões apontadas acima e, principalmente, no resultado das Orientações Técnicas nas Unidades Escolares em 2011, focando nos quatro campos de olhar: acompanhamento da HTPC, acompanhamento em sala de aula, observação do clima escolar e resultado de entrevista com alunos e acompanhamento da recuperação, e também nos depoimentos das PCs nas OTs na DERSV, cremos na necessidade de buscar evolução profissional por meio de oportunidades para formação continuada, e esse é o nosso objetivo, somos formadores de formadores, acompanhando os coordenadores, ministrando cursos, palestras e OTs, objetivando que os professores assumam a condição de autores da própria prática pedagógica: aquele que, diante de cada situação, precisa refletir, buscar suas próprias soluções, construir novas estratégias e tomar decisões.

Diante do exposto, e para fazer frente a essa realidade e atender às especificidades do processo de aprendizagem dos alunos, há necessidade de darmos aperfeiçoamento e continuidade aos programas de formação e no desenvolvimento das propostas de intervenção cujo objetivo é prover condições para os alunos avançarem.

           

b) Objetivos gerais

b.1) Objetivos específicos

c) Metas

c.1) Metas gerais

Promover a formação de 2 coordenadores, que por sua vez formarão 29 professores de Ciclo I.

c.2) Metas específicas

Total de OTs da disciplina / total de atendidos

Serão ministradas duas Orientações Técnicas mensais, perfazendo 09 no total, aos dois Professores Coordenadores de Ciclo I.

Serão ministradas quatro Orientações Técnicas aos 29 Professores de Ciclo I em horário diverso das aulas.

Serão ministradas duas Orientações Técnicas aos 31 Professores das Escolas Indígenas.

Atendimento aos responsáveis pelo Programa Ler e Escrever dos Municípios parceiros.

d) Calendário de atividades

d.1) Orientações técnicas: Programa Ler e Escrever -  Professores Coordenadores - Ciclo I :

Início em 13 de março de 2012 e término em 16 de outubro de 2012

1ª e 2ª - 13/03 e 20/03

3ª e 4ª- 15/05 e 22/05

5ª e 6ª- 12/06 e 11/09

7ª e 8ª- 18/09 e 09/10

9ª- 16/10

Tendo em vista que o Programa Ler e Escrever faz parte de uma ação centralizada, onde cada Diretoria deve trabalhar de acordo com o planejamento anual do referido programa, os conteúdos a serem desenvolvidos nas Orientações Técnicas para 2012 com os Professores Coordenadores de Ciclo I, serão apresentados pelas Formadoras da Cenp, após sondagem de cada Diretoria de Ensino do Polo.

Portanto, as temáticas específicas serão discutidas previamente junto aos responsáveis do Programa Ler e Escrever nos encontros de formação de PCOPs, tendo sempre como foco o aluno priorizando a leitura, escrita, ortografia, produção de textos e ainda o trabalho voltado para a criança de 1º Ano do Ciclo I. Fortalecendo assim, a ação formadora do PCOP junto aos PCs.

Orientações técnicas: Programa Ler e Escrever -  Professores:

Ciclo I: 1ª- 17/04/2012; 2ª- 19/06/2012; 3ª- 14/08/2012 e 4ª- 23/10/2012.

1ª Orientação Técnica - Desenvolvimento de práticas de ensino para o dia-a-dia em sala de aula

Leitura em voz alta

Capacidades, procedimentos e comportamentos envolvidos na leitura

Mapas de sondagens

Modalidades de leitura

Procedimentos de acompanhamento.

2ª Orientação Técnica - Explorando Conceitos Didáticos Pedagógicos

Concepções de ensino e de aprendizagem

Metodologia/didática do conteúdo

Conteúdos e suas naturezas

Expectativas de aprendizagem

 

3ª Orientação Técnica - Refletindo sobre o ensino e a aprendizagem da Matemática do Ensino Fundamental

Expectativas de aprendizagem

Jogos

Resolução de problemas

 

4ª Orientação Técnica - Sequência didática “Lendo notícias para ler o mundo”

Estudo de características da linguagem escrita do gênero que circula na esfera jornalística

Organização geral da sequência didática: Guia de Planejamento e Orientações Didáticas - 4ª série/ 5º ano.

Orientações técnicas: Programa Ler e Escrever -  Professores das  Escolas Indígenas.

Ciclo I: 1ª- 10/04/2012; 2ª- 21/08/2012.

1ª Orientação Técnica - Desenvolvimento de práticas de ensino  e conceitos Didáticos Pedagógicos

Concepções de ensino e de aprendizagem

Metodologia/didática do conteúdo

Capacidades, procedimentos e comportamentos envolvidos na leitura e escrita

2ª Orientação Técnica - Refletindo sobre o ensino e a aprendizagem da Matemática do Ensino Fundamental

Expectativas de aprendizagem

Jogos

Resolução de problemas

d.2) Curso de atualização

Curso: Formação em Didática da Matemática

1º Semestre - Módulo: III

2º Semestre - Módulo: I

PIC – Projeto Intensivo no Ciclo

2 º Semestre

d.3) Orientação técnica nas escolas

Todas às segundas- feiras de 2012 de acordo com o cronograma específico.

Orientação técnica nas escolas, partindo dos seguintes olhares:

I- Acompanhamento da HTPC e da Gestão do Currículo na U.E.

II- Acompanhamento em sala de aula.

III- Observação do clima escolar e resultado de entrevista com alunos.

IV- Acompanhamento da Recuperação.

d.4) Outras atividades

Consolidação dos Mapas de Sondagem

Organização nas fases da “Jornada de Matemática”

Acompanhamento do Programa Bolsa Alfabetização

Plantão de atendimento ao Público às quartas- feiras de 2012.

Reunião de trabalho do Núcleo Pedagógico

Encaminhamento de serviços diversos

Manutenção de blog

Apoio em atividades diversas do Núcleo Pedagógico.

Participação e realização de estudos direcionados nos momentos de formação do Núcleo Pedagógico.

Apoio e participação aos Encontros de formação do Programa Ler e Escrever junto à formadora do Programa;

Colaboração e apoio nas orientações de recuperação para o ciclo II, com os saberes e fazeres do ciclo I.

e) Recursos necessários para a consecução

 


 15 - Plano de ação para Educação Especial

PCOPs responsáveis: Nelba Angela Carvalho Linares

Período de execução: 02/01/2012 a 30/12/2012

a) Justificativa

Considerando que as orientações propostas visam a melhoria dos sistemas de ensino,  é preciso haver a concientização dos profissionais da educação para  promover mudanças necessárias na organização do processo de inclusão de alunos com deficiência, tendo como ponto de partida o projeto político pedagógico das escolas de modo que possam oferecer um atendimento educacional com qualidade a todos os alunos matriculados, diminuindo barreiras atitudinais, físicas, de comunicação e de cognição.

A funcionalidade e os níveis de suporte devem ser relevantes nas decisões em se recomendar serviços especializados ou não, para o aluno com deficiência. Desta forma, este conhecimento é muito importante ao professor da rede de ensino, pois favorece a construção da educação inclusiva e o processo de ensino – aprendizagem dos educandos.

Por acreditar nessa concepção e na construção de uma escola inclusiva justifico este plano de ação, pois vejo a necessidade de uma formação contínua de profissionais da educação que irão atuar direta e indiretamente com esses alunos durante o ano de 2012.

b) Objetivos gerais

 Propiciar aos docentes qualificação e subsídios pedagógicos para melhorar o atendimento aos alunos com deficiências que estão incluídos em classes comuns nas escolas.

 

b.1) Objetivos específicos

Acompanhar e orientar com regularidade os registros e procedimentos dos professores especializados que atuam nas Salas de Apoio Pedagógico Especializado (SAPE), Professores Interlocutores  e a equipe gestora nos procedimentos a serem realizados.

c) Metas

c.1) Metas gerais

Dar suporte pedagógico a 235 profissionais da educação, que atuarão com alunos com deficiências matriculados nas Unidades Escolares juridisdicionadas a esta DERSV no ano de 2012.

c.2) Metas especifícas

- Total de OTs de projetos relacionados

Realização de 02 Orientações Técnicas para subsidiar 57 Professores Coordenadores do Ensino Fundamental sobre procedimentos técnicos e didáticos-pedagógicos que envolvam alunos com deficiências;

Realização de 02 Orientações Técnicas para atender, esclarecer e orientar os 18 Professores Interlocutores sobre possíveis dificuldades que poderão surgir no durante sua  atuação em sala de aula no decorrer de 2012.

Promover formação específica na área da Deficiência Intelectual de Professores Coordenadores e dos Professores Coordenadores do Núcleo Pedagógico no ano de 2012.

- Outras atividades

Participação nas HTPCs  nas Unidades Escolares sempre que houver necessidade;

Atender e orientar Equipe Gestora em casos específicos de alunos com deficiência matriculados na Unidade Escolar.

d) Calendário de atividades (descrever calendário de atividades programadas)

d.1) Orientações técnicas (disciplinas e projetos relacionados)

Educação Especial:

1ª - 10 de abril de 2012.

Orientar e subsidiar os Professores Coordenadores do Ensino Fundamental  sobre os procedimentos técnicos, didáticos e pedagógicos que envolvam alunos com deficiências.

2ª - 12 de junho de 2012.

Orientar, subisidiar e esclarecer possíveis dúvidas pontuadas pelos Professores Especialistas e Professores Interlocutor no decorrer de 2012.

3ª - 11 de setembro de 2012.

Orientar, subsidiar e esclarecer aos Professores Coordenadores do Ensino Fundamental procedimentos técnicos, didáticos e pedagógicos que envolvam alunos com deficiências.

4ª -  30 de outubro de 2012.

Orientar, subsidiar e esclarecer possíveis dúvidas pontuadas pelos Professores Especialistas e Professores Intelocutores  no decorrer de 2012.

d.2) Curso de atualização

LIBRAS - primeiro e segundo semestre de 2012.

Havendo demanda será ministrado pela Congregação Santista de Surdos - Santos/SP.

Deficiência Intelectual - primeiro e segundo semestre de 2012.

Havendo demanda será ministrado pela Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais -  APAE - São Vicente/SP.

d.3) Orientação técnica nas escolas (considerar calendário anual)

Todas as quintas-feiras do ano de 2012 de acordo com o calendário anual.

d.4) Outras atividades

Levantamento de alunos com deficiência auditiva (surdos) já matriculados e ingressantes nas Unidades Escolares  em 2012 - Para Atribuição Professor Interlocutor no ano de 2012;

Acompanhamento das Salas de Apoio Pedagógico Especializado (SAPE);

Quadro Diagnóstico 2012 - Levantamento de  Alunos com deficiências matriculados nas Unidades Escolares no ano de 2012;

Levantamento de materiais didáticos-pedagógicos e materiais permanentes necessários para o atendimento ao aluno com deficiência matriculados nas Unidades escolares no ano de 2012;

Levantamento de materiais didáticos-pedagógicos e permanentes necessários para o atendimento as SAPEs no ano de 2012;

Relatório semestral das ações descentralizadas, realizadas pela Equipe de Educação Especial da Diretoria de Ensino da Região de São Vicente para encaminhamento ao CAPE;

Conferência de materiais com caracteres ampliados/Braille solicitados pelas UEs para o atendimento ao aluno com deficiência visual;

Atendimento as solicitações  enviadas pelo CAPE;

Acompanhamento das APAEs conveniadas;

Plantão junto com a equipe todas  as quintas - feiras de 2012;

Participar das reuniões de trabalho todas as sextas-feiras de 2012;

Participar das reuniões com instituições parceiras;

Participar e colaborar de ações coletivas do Núcleo Pedagógico;

Atualização do blog de Educação Especial.

e) Recursos necessários para a consecusão

Recursos tecnológicos;

Data Show;

Cópias reprográficas;

Cavalete de Flip Chart;

Blocos de Papel - Flip Chart;

Materiais diversos - papelaria.

16 - Plano de ação para Tecnologia Educacional

PCOPs responsáveis: Maria Rita Paixão

Período de execução: 02/01/2012 a 30/12/2012

a) Justificativa

Com a implantação de programas e projetos da SEE/SP, tais como o RedeFor, Sala de Leitura, Acessa Escola, Computador na Escola, Kit Multimídia do Professor e Kit Escola Móvel, a tecnologia está cada vez mais presente no cotidiano dos educadores, nas Unidades Escolares e nas Diretorias de Ensino. A partir de indagações surgidas através do Curso Intel Educar - Fundamentos Básicos, do Curso Proinfo – Introdução à Educação Digital e de outras atividades ocorridas durante as orientações técnicas realizadas pelos diferentes PCOPs desta Oficina Pedagógica, surgiram maiores questionamentos sobre como estamos utilizando as tecnologias nas escolas, o que fazemos destas tecnologias na educação e que geração estamos formando.

As novas tecnologias são as principais ferramentas de auxílio no processo de ensino e aprendizagem, portanto, todos os esforços de capacitação neste sentido tem o propósito de preparar os profissionais da educação a fazer uso dos recursos tecnológicos e de estratégias metodológicas a fim de melhorar as práticas educacionais

Muitos Professores da Rede Pública Estadual ainda não possuem uma formação que lhes dê segurança suficiente para utilizar esses diferentes recursos midiáticos como ferramentas auxiliares no processo de ensino e aprendizagem, o que garantiria aulas desafiadoras / motivadoras e consequentemente, maior interesse por parte de seus educandos e maior qualidade de ensino.

b) Objetivos gerais

Oferecer, no contexto educacional, experiências de aprendizagem por meio da informática, em que utilizemos as potencialidades tecnológicas para torná-las importante recurso pedagógico; não simplesmente aprender informática, mas sim, com a informática, visar o desenvolvimento cognitivo, sócio-afetivo e psicomotor do aluno, a partir da vivência de aprendizagem do educador (observador ativo e construtor do seu percurso de formação)

b.1) Objetivos específicos

Na O.T. - Plataforma Colaborativa: Apresentar o ambiente da Plataforma Colaborativa aos Professores Coordenadores das escolas e incentivar o uso das situações de aprendizagens já produzidas e a produção de novas situações de aprendizagem, de acordo com o currículo que está sendo desenvolvido e orientar sobre as implicações pedagógicas na relação entre TDIC (Tecnologias Digitais de Informação e de Comunicação) e currículo.

 

Na O.T. para os docentes que trabalham nas Oficinas de Informática Educacional das Escolas de Tempo Integral a intenção é propor momentos de instrumentalização para utilização pedagógica dos recursos disponíveis nas escolas, tais como: DVD, TV, Máquinas fotográficas, ferramentas de autoria web 2.0 e aplicativos como o movie maker.

 

c) Metas

c.1) Metas gerais (p. exemplo: oferecer ação de formação continuada para 400 professores em 2012)

c.2) Metas específicas

- Total de OTs da disciplina / total de atendidos

- Total de OTs de projetos relacionados (especificar os projetos) / total de atendidos

- Outras atividades

d) Calendário de atividades (descrever calendário de atividades programadas)

d.1) Orientações técnicas (disciplinas e projetos relacionados)

d.2) Curso de atualização

d.3) Orientação técnica nas escolas (considerar calendário anual)

d.4) Outras atividades

e) Recursos necessários para a consecusão

17 - Plano de ação para Projetos Especiais - Rede do Saber- Bolsa Mestrado/Doutorado- Escola de Tempo Integral e Escola Estadual de Ensino Medio Periodo Integral Reverendo Augusto Paes Davila

PCOP responsáveL: Rita de Cássia Alves

Período de execução: 02/01/2012 a 30/12/2012

a) Justificativa :

Um espaço reservado para a formação continuada e programas permanentes de capacitação e desenvolvimento dos profissionais da educação.

Utiliza recursos, como a videoconferência,  sala de informática com finalidade pedagógica e de atualização . Conta com quatro estagiários universitários com a função de auxiliar os usuários quando necessário, nas instalações de softwares, acompanhar as videoconferências, organizar listagens e relatórios.

No ano de 2011  A Rede do Saber localidade São Vicente ,realizou um totla de 198 ativações , atendeu   2.681 profissionais da educação entre dirigente, funcionários da Diretoria de Ensino, professores, professores coordenadores, diretores, secretários, oficias de escola, vice-diretores e professores coordenadores da oficina pedagógica, além de convidados da CEI e de outras diretorias como a de  Santos e Caraguatatuba, em 193 eventos (entre videoconferências e ativações locais) .

De acordo com a Resolução SE 17 de 22/03/2011  A Secretaria da Educação através desse programa, reforça o compromisso da secretaria com a formação e valorização do professor, em oferecer as condições para o aprofundamento do conhecimento e o desenvolvimento do professor pesquisador, visando a melhoria de sua atuação em sala de aula, tendo como objetivo  a melhoria da aprendizagem na sala de aula.Atualmente temos o seguinte quadro:

Professores Cursando Mestrado e Doutorado: 05

Professores que já defenderam tese: 56

Professores em período de retribuição; 17

Professores que já encerraram o processo: 39

A Educação em período integral está prevista na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (lei 9394 /dezembro/96).

O Projeto Escola de Tempo Integral, foi instituído no estado de São Paulo em 2006 Resolução SE 89 de 9 de dezembro de 2006.

Para Coelho(2004) tempo integral na escola pressupõe a adoção de uma concepção de educação integral que vá além de atividades pedagógicas, mobilizando diversos recursos intelectuais para a construção de uma sociedade democrática e mais justa, por meio de formação de indivíduos responsáveis e partícipes. Diante da implantação desse projeto a CENP lançou as Diretrizes para a ETI, apresentando princípios de formação humana por meio do currículo básico articulado às oficinas curriculares.

Porque conceber um novo modelo de escola?

Porque a escola não responde aos desafios postos para o século XXI .E as evidencias são: os baixíssimos indicadores de aprendizagem; a ausência de perspectivas do jovem em relação ao futuro (baixo níveis de ambição) em função da “incapacidade” de sonhar, inadequada formação moral e cultural; ambiente familiar instável etc...Por conta disso a SEE resolveu criar um novo modelo com inovações no conteúdo (da ação educativa), método (pedagógico) e de gestão (processos que consolidem rotinas de acompanhamento, avaliação e reorientação em todos os níveis das áreas meio e fim da escola). Com base nos quatro pilares da educação aprender a ser, conviver, fazer e conhecer o foco da escola é o JOVEM E O SEU PROJETO DE VIDA., que será elaborado na medida em que a escola prover excelência acadêmica, formação para a vida e formação para o projeto de vida. O jovem será autônomo, solidário e competente conforme  reza a LDB.

As inovações vão se materializar no chão da escola, através de princípio educativos INEGOCIÁVEIS como: 4 Pilares da Educação, Educação Interdimensional  e a Pedagógica da Presença.

Nada vai acontecer nessa escola se a equipe gestora, os professores e funcionários não se enxergarem de verdade,  dentro desse modelo. Para isso é necessário responder a essas perguntas: Entendeu a CAUSA? Aceitou a CAUSA? Atuarão sobre a CAUSA? Só assim será possível formar jovens soberanos e não simplesmente jovens que não cometam delitos.

Mudar o paradigma,  isso lá na escola se transforma numa batalha,  que deverá romper com algo antigo e instalar algo completamente novo . Instalar novas culturas, em dizer adeus (de verdade) a alguns hábitos e em sair dos lugares onde ninguém nos incomoda!!!  E isso vale para todos, equipe gestora, núcleo pedagógico, supervisão, funcionários da escola, professores estudantes e os seu pais!!!!!!!!!!!

b) Objetivos gerais : 

Garantir a realização das ativações, videoconferências e o bom  uso das salas para os fins específicos, mantendo a ordem e organização.

Orientação Técnicas nas escolas de acordo com o cronograma específico do Núcleo Pedagógico

Acompanhar, auxiliar

 e intervir sempre que necessário ,junto com o Núcleo Pedagógico na implantação e efetivação desse projeto.

Estb.1) Objetivos específicos:

Rede do Saber:

Bolsa Mestrado/Doutorado:

Em consonância com os outros membros da comissão :

Escola de Tempo Integral:

EE EM PI REVERENDO AUGUSTO PAES DAVILA:

c) Metas

Rede do Saber:

Bolsa Mestrado/Doutorado:

Escola de Tempo Integral:

EE EM PI REVERENDO AUGUSTO PAES DAVILA:

2) Metas específicas

EE EM PI REVERENDO AUGUSTO PAES DAVILAl:

d.1) Orientações técnicas (disciplinas e projetos relacionados)

Não me sinto segura para isso no momento. Preciso visitar as escolas , sentir as verdadeiras necessidades dos professores e alunos e depois propor qualquer intervenção.

d.2) Curso de atualização - prejudicado

d.3) Orientação técnica nas escolas, conforme cronograma específico

d.4) Outras atividades:

e) Recursos necessários para a consecusão:

Maquina fotográfica digital com mais recursos

Filmadora

Pendriver

CD

Impressora

f) Referências Bibliográficas

Manual Operacional _

Implantação do Programa em um Rede Escolar - Uma Nova Escola pra a Juventude Brasileira Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral

Instituto de Co- Responsabilidade pela Educação.

Protagonismo Juvenil - Suas Práticas e Vivências Uma Nova Escola para a Juventude Brasileira Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral

Instituo de Co- Responsabilidade pela Educação

Guia de Aprendizagem  Uma nova Escola para a Juventude brasileira Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral

Instituto de Co- Responsabilidade

Manual de gestão dos Centros Estaduais de referência do Ensino Médio -Modelo de Gestão Educacional São Paulo _ Governo do Estado de São Paulo

Educação Integral - Escola de Tempo Integral/Aluno de Tempo Integral - Setembro/11 Governo do Estado de São Paulo

18 - Plano de ação para Projetos Especiais - Escola da Família

PCOPs responsáveis: Maria Aparecida Alves de Souza

Período de execução: 02/01/2012 a 30/12/2012

Sugiro submeter a aprovação da supervisora Regina

a) Justificativa

 

                Considerando que o Programa deve ser constantemente fortalecido através do desenvolvimento efetivo das atividades que envolvem os quatro eixos (esporte, cultura, trabalho e saúde), buscando facilitar o desempenho dos Educadores Profissionais e Universitários, faz-se necessário garantir espaços para formação continuada.

               Tal iniciativa contribui para elevar o sentimento de pertencimento desses profissionais para com a comunidade escolar otimizando o espaço público e o vínculo entre as atividades do Programa e semana letiva.

b) Objetivos gerais

             Promover Orientações Técnicas aos Educadores Profissionais e Universitários para o desenvolvimento de ações locais a fim de orientá-los quanto ao andamento dos projetos, eventos e grade de atividades por meio de reuniões de trabalho semanais e oficinas aos bolsistas aos finais de semana..

b.1) Objetivos específicos

c) Metas

c.1) Metas gerais

            Promover a Orientação Técnica a 28 Educadores Profissionais, 25 gestores, na Diretoria de Ensino de São Vicente e de 250 Educadores Profissionais em uma Unidade Escolar onde funciona o Programa Escola da Família aos finais de semana ao longo do 2º semestre.

c.2) Metas específicas

- Total de OTs da disciplina / total de atendidos

- Total de OTs de projetos relacionados (especificar os projetos) / total de atendidos          

        Realizar Orientação Técnica atendendo 28 Educadores Profissionais em cada encontro, 25 gestores e 01 de Acolhimento aos novos Educadores Universitários mensal (de acordo com a demanda das vagas) e em até 03 em oficinas ao longo do 2º semestre.

- Outras atividades

    Assegurar o atendimento aos candidatos inscritos no site para a entrega da documentação, na primeira quinzena de cada mês em 2012.

          Encaminhar serviços diversos

          Manutenção de blog

d) Calendário de atividades

d.1) Orientações técnicas

       Todas as segundas feiras de 2012.

d.2) Curso de atualização

d.3) Orientação técnica nas escolas

       Todo final de semana dos meses de agosto a novembro de 2012.

d.4) Outras atividades

        Visitas as escolas, aos sábados e domingos, a fim de orientar as ações quanto à implantação e  andamento dos projetos, espaços,  materiais, eventos, divulgação e grade

 de atividades;

        Participar das Reuniões de Trabalho todas as sextas feiras de 2012;

        Mobilização semestral: Educação Compromisso com São Paulo.

e) Recursos necessários para a consecução

Data show

Computador

Internet

Cópias reprográficas

Materiais de papelaria diversos (piloto, caneta, lápis, sulfite, fita adesiva, cola, tesoura, etc.)

Bloco de Flip chart

Cavalete de Flip Chart