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Há 3 anos, Sophie descobriu que não é uma menina como as outras. Ela é uma bruxa e, até agora, isso só lhe trouxe alguns... arranhões! Sua mãe fez tudo o que pôde para ajudar: leu o que conseguiu encontrar sobre bruxas, fadas e magia; procurando consultar o pai ausente de Sophie — um poderoso feiticeiro europeu — só quando necessário. Até que a menina atrai atenção além da conta depois de um feitiço de amor poderoso demais...

E é seu pai que define a sentença: Sophie deve ir para Hex Hall, um reformatório afastado de tudo e de todos que está sempre de portas abertas para receber qualquer “prodígio” que saia da linha — ou seja, além de bruxas como Sophie, fadas, metamorfos etc.

E a tendência de Sophie para encrencas não decepciona. Já no fim do primeiro dia, ela acumula problemas: três poderosas inimigas que mais parecem supermodelos, uma fantasma que cisma em persegui-la, uma paixonite idiota pelo feiticeiro mais charmoso da escola — e ele tem namorada, mas como Sophie poderia saber? Para piorar, sua companheira de quarto é a pessoa mais odiada do campus, e a única vampira entre os alunos... Sim, os sanguessugas não têm boa fama, e uma série de ataques a estudantes acaba fazendo da única amiga de Sophie a suspeita número um na mira do Conselho e da direção da escola.

Isso não é tudo, e Sophie precisa se preparar. Uma antiga sociedade secreta determinada a destruir todos os prodígios, inclusive e principalmente ela, parece estar mais próxima do que nunca de Hex Hall. Sophie terá de descobrir, do que sua magia é capaz e, sobretudo, suas origens e quem ela é de verdade.

                                                            A Hora das Bruxas I: As Bruxas Mayfair

Após desfilar a fascinante galeria de vampiros e múmias que a tornaram uma das mais famosas escritoras americanas, Anne Rice mergulha no universo da bruxaria em A Hora das Bruxas. Considerada uma das maiores escritoras de terror erótico, Anne Rice mistura com equilíbrio elementos góticos e modernos, numa narrativa romântica, de extrema crueldade, mas de paixões arrebatadoras.

Em A Hora das Bruxas, a autora mais uma vez exorciza seus demônios e fantasmas, narrando a saga de uma família que em quatro séculos vive entre feitiçaria e forças ocultas. A família Mayfair é o ponto central de uma dinastia de bruxos, que cresceu e prosperou dedicando-se à magia negra. Entre os Mayfair, convive-se pacificamente com o incesto, os assassinatos e com o espírito meio divindade celta, meio demônio, chamado Lasher.

O romance se desenrola cronologicamente para a frente e para trás, passando por Nova Orleans e São Francisco atuais e deslocando-se até o Haiti ou a um castelo na França de Luis XIV.

As bruxas de Anne Rice não pilotam vassouras: são mulheres mafiosas, ocultas sob uma delicadeza fútil. Para elas, a bruxaria é a ciência mais confiável.

Desde o final da década de 60, quando especializou-se na "síndrome da jugular", a autora de "Entrevista com o Vampiro" angaria legiões de fãs que aumentam dia após dia.

                                                          A Hora das Bruxas II: As Bruxas Mayfair

Continua a saga dos Mayfair, com suas tragédias e mistérios. Rowan toma posse da casa, da esmeralda e do legado. Mas, de quebra, leva também Lasher e sua maldição. Cabe agora a Rowan decidir-se entre o amor de Michael Curry e a sedução desse ser poderoso que quer ficar nesse mundo para sempre.

                                              Coleção Completa: As Brumas de Avalon [4 volumes]

A Senhora da Magia, A Grande Rainha, O Gamo-Rei e O Prisioneiro da Árvore são os quatro volumes que compõem As Brumas de Avalon - a grande obra de Marion Zimmer Bradley -, que reconta a lenda do rei Artur através da perspectiva de suas heroínas.

Guinevere se casou com Artur por determinação do pai, mas era apaixonada por Lancelote. Ela não conseguiu dar um filho e herdeiro para o marido, o que gera sérias conseqüências políticas para o reino de Camelot. Sua dedicação ao cristianismo acaba colocando Artur, e com ele toda a Bretanha, sob a influência dos padres cristãos, apesar de ser juramento de respeitar a velha religião de Avalon.

Além da mãe de Artur, Igraine e de Viviane, a Senhora do Lago que é a Grande Sacerdotisa de Avalon, uma outra mulher é fundamental na trama: Morgana, a irmã de Artur.

Ela é vibrante, ardente em seus amores e em suas fidelidades, e polariza a história com Guinevere, constituindo-se em a sua grande rival. Sendo uma sacerdotisa de Avalon, ela tem a Visão, o que a transforma em uma mulher atormentada.

Trata-se, acima de tudo, da história do conflito entre o cristianismo, representado por Guinevere, e da velha religião de Avalon, representada por Morgana.

Ao acompanhar a evolução da história de Guinevere e de Morgana, assim como dos numerosos personagens que as cercam, acompanhamos também o destino das terras que mais tarde seriam conhecidas com Grã-Bretanha.

As Brumas de Avalon evoca uma Bretanha que é ao mesmo tempo real e lendária - desde as suas desesperadas guerras pela sobrevivência contra a invasão saxônica até as tragédias que acompanham Artur até a sua morte e o fim da influência mítica por ele representada.

Igraine, Viviane, Guinevere e Morgana revelam através da história de suas vidas e sentimentos a lenda do rei Artur, como se ela fosse nova e original.

 Crepúsculo Vermelho

Não adianta negar, os vampiros estão na ordem do dia. Seja no cinema, na mídia ou na literatura, estes seres misteriosos e imortais que povoam há centenas de anos o imaginário coletivo voltaram com força total, sem jamais terem se afastado. Mas o que dizer sobre eles que ainda não tenha sido dito? Como compreender sua origem, sua existência nas dobras do tempo, sempre ocultos pelas sombras da noite e da alma?

Com uma abordagem nova sobre este fascinante tema, bem plantado na época atual onde a tecnologia desmistifica os medos ancestrais, Crepúsculo Vermelho tece um enredo diferente, focado em aspectos pouco explorados deste universo sedutor e fatal por onde passeiam amores, tramas, ódios, violência, bom humor, música e maldições milenares.

Ambientado em uma pequena cidade americana, o livro descortina, através da personagem Megan, uma trama sangrenta e surpreendente onde nada nem ninguém é o que parece ser. Como o herói universal de Campbell, Megan recebe um chamado à aventura ao se apaixonar por Simon, o fascinante novato que chega à cidade. Ao envolver-se com ele, vê-se envolvida por uma história com a qual terá que aprender a lidar para não morrer. É quando entra em cena The Red Kings of Dark Paradise, uma famosa banda de trash rock, liderada por Bill Stone, cuja história é tão horrível e sombria quanto a maldição dos tempos e fará Megan desejar jamais tê-los conhecido.

Escrito com muito humor, narrativa ágil, envolto em um rico universo musical, Crepúsculo Vermelho fascina da primeira à última página, deixando o leitor ávido pela continuação da história.

E se você é o tipo de pessoa que pensa que vampiros só existem na imaginação popular, talvez descubra, assim como Megan, que eles estão muito mais próximos do que se poderia imaginar...

Lua Negra

Após ter sido salva das garras da morte pelo sangue de seu amado Bill Stone, a jovem Megan Grey se vê às voltas com o misterioso avanço de criaturas monstruosas, que deixaram o gélido Ártico rumo à cidade de Red Leaves. Por alguma razão, a aproximação de tais criaturas está criando o pior inverno de todos os tempos no Hemisfério Norte.

Como se isso não bastasse, Megan enfrenta transformações no próprio corpo, que ameaçam substituir sua natureza humana por outra, animalesca e totalmente selvagem.

Gigantes ancestrais, vampiros, rovdyrs, ódios e segredos milenares, temperados por uma paixão que atravessou vários séculos unem-se no segundo volume da Saga Red Kings, lançando a jovem Megan em um abismo de sombras, onde somente morrendo ela poderá continuar viva.