(in)Justiça ⚖️ e as mazelas da 🙃 acultura da 🤑superficialidade

╰☆╮🆘 Descubra o que os 👺👿👹👽🤪🏦🌐 gastam bilhões para não sabermos

 🆓e-book📚  http://bit.ly/mazelas      ╰☆╮ Pesquisa, compilação e edição: Professor PADilla, desde 1992, docente na UFRGS onde ingressou por concurso público, sendo nomeado na vaga da aposentadoria do saudoso Athos Gusmão Carneiro. A partir de 1995, criou e desenvolveu o Direito Desportivo http://bit.ly/Ufrgs e a Teoria Transdisciplinar; Master NLP e Mestre por Salamanca, Valladolid y Leon 🇪🇸; o engajamento em causas humanitárias, a pesquisa e o trabalho em prol do desenvolvimento humano outorgaram-lhe os títulos de Comendador, Doutor Honoris Causa e Embaixador da Paz. ╰☆╮

Este e-book faz parte da TT  ⛩ TEORIA TRANSDISCIPLINAR 🆘

 A percepção do que evitam a humanidade descobrir.

╰☆╮

A TT ⛩ Teoria Transdisciplinar, revelando o Plano das Crenças e Valores, conjuga a interdisciplinar TGPs, Teoria Geral dos Processos, sobre o Plano do Direito, com a TGDD 🥋🏆🏵🎖 Teoria Geral do Direito Desportivo, sobre o Plano dos Jogos-Esporte.

 Proporciona uma melhor percepção da causa de todo o mal estar na desinformação sobre:

- saúde-alimentação e os seus efeitos sobre a capacidade de pensarmos;

- vivermos em 4 planos de atuação humana e nas suas interseções;

- haver armadilhas em forma humana, os 2% mutantes.

 Fingindo serem perfeitos ou melhores do que nós, os psicopatas, desprovidos das 3 principais características humanas, manipulam os indecentes-corruptos-insensíveis e usuários de drogas como paracetamol, maconha, etc. Criam uma entourage psicopateta, um tipo de esquizofrenia induzida caracterizada pela imunidade cognitiva e idolatria visceral, compondo o que, na era dos emoji, intitulamos de 👺👿👹👽🤪🏦🌐.

Eles impõe um padrão de vida paradoxal, anti-ecológico e hipócrita. São capazes de tudo e mais um pouco. Assassinam socialmente-reputação e fisicamente quem os enfrenta ou ameaça.

  Magistrados vocacionados, como o ex-juiz federal Sergio Moro, demonstram: para haver efetividade da Justiça, basta agir com bom senso conforme lição de Santo Tomas de Aquino: http://bit.ly/sergio-moro

 🤔⁉️ O que aconteceu com o Poder Judiciário? Mais de um Ministro do Supremo flagrado violando a lei! ⚠️

  Os juízes do 🇧🇷 eram considerados os melhores do 🌎 e os do RS se destacavam.

👨‍⚖️

 Tudo mudou após a Constituição Federal de 1988, a carta da magna fraude, repleta de armadilhas! Confira 🆓📚  http://bit.ly/cf88par

 O que se podia esperar de uma constituinte cujo relator é um ladrão confesso?

 Como um criminoso, gabando-se de ter roubado o sino 🔔 da Faculdade de Direito da UFRGS onde se formou gratuitamente, é colocado em uma função tão importante❓??

🤡
A sociedade estava tão embriagada com as promessas de bem estar associadas ao afastamento dos
militares demonizados pela mídia fake news, que não percebeu o perigo.
😈
Confiante na impunidade, algum tempo depois, já Ministro, o ex-relator da Comissão de Sistematização da Constituinte admitiu ter adulterado o texto publicado!
🤢
 Sim, Cidadão, fomos fraudados!
O texto publicado da Constituição Federal é
diferente do aprovado no plenário da constituinte!
👹
A CF 1988 provocou o desequilíbrio e quebrou os Estados.
Seguiu-se um desumano arrocho dos servidores cujos vencimentos perderam mais da metade do valor real.

 Somado a outros fatores, afastaram-se dos concursos aqueles com anos de experiência: quando descobria a sua vocação para julgar, e decidia ser juiz.
👨‍🎓
 Até 1990, as salas dos concursos eram repletas de candidatos(a) de cabelos brancos - leia-se com vivência e
capacidade de ponderação.
Começaram a ser substituídos por
jovens apressados, a geração carpe dien: vivem sem esperança e nem compromisso com um futuro melhor. Até faz um sentido sentido em um país onde a quantidade de assassinatos e mortes prematuras supera a de quase todas guerras. A violência foi justamente planejada para que causasse esse efeito (confira nosso e-book sobre a 5GW).
🤖
Muitos desses jovens são desprovidos de qualquer vocação para ser juiz. Estavam interessados em um emprego com estabilidade e regalias.
🤑
Os não vocacionados incomodam-se de examinar os casos para poder julgar. Dedicavam-se muito mais às questões institucionais e foram assumindo a liderança.
 Como não tem apreço por examinar as mazelas humanas e, muito menos, ponderá-las para decidir, terceirizaram a edição dos julgamentos.
🏭
Passaram a produzir volumes maiores de decisões - muitas superficiais e temerárias porque aqueles juízes sem vocação sequer revisavam as minutas.
Virou uma indústria!

🖊
A edição terceirizada foi se tornando o padrão da magistratura. Superficiais e sem compromissados com o desenvolvimento humano.
Com a assinatura digital, o juiz tem qualquer contato com o processo e a exceção (injustiça) virou regra na degenerada encenação jurisdicional.

 Pior, veja bem:

 A mudança do perfil da magistratura começou com arrocho vencimental porque os estados estavam deficitários. O arrocho afastou os vocacionados.

 Contudo, logo após grande parte dos vocacionados serem afastados e a magistratura ser aparelhada com legiões de carreiristas, os mesmos estados, agora ainda mais deficitários, passaram a pagar mais do que antes para essa magistratura.

 Isso demonstra o arrocho ter sido parte do plano de tornar a Justiça ineficaz.

 A outra parte do plano é também paradoxal: passaram a alardear a necessidade da Justiça ser célere. Chegaram a fazer uma Emenda Constitucional introduzindo um inciso no art. 5º:

LXXVIII - a todos, no âmbito judicial e administrativo, são assegurados a razoável duração do processo e os meios que garantam a celeridade de sua tramitação.

 A pressão fez os juízes vocacionados aceitarem a “terceirização”.

 Uma vez aceito como “normal” as decisões serem tomadas sem que os juízes examinem e, em muitos casos, sequer saibam o que acontece, tudo sob o pretexto de que à Justiça deve ser célere…

 Eureka!

 Não se fala mais em celeridade, os processos se arrastam, alguns nem avançam, chegam a andar para trás.

 Portanto: o arrocho vencimental dos anos noventa e a celeridade da década seguinte, foram estratégias globalistas para aparelhar e tornar ineficaz a Justiça onde as sentenças corruptas estão camufladas em meio a um dilúvio de decisões superficiais e  injustas e, muitas delas, absurdas.

 Até o final dos anos oitenta, os juízes se esforçavam em decidir da forma mais justa e se qualquer vacilo era uma vergonha e virava assunto da rádio corredor durante dias.

 Hoje, se a decisão fala de coisas distintas do processo - porque o estagiário distraído com a sensualidade do ocupante da outra mesa escolheu o modelo errado e ninguém revisou - quando o juiz é confrontado, costuma fazer cara de paisagem dando a entender que nada poderia fazer. Na verdade, isso acontece justamente porque o juiz nada fez no sentido de produzir Justiça!

🆘🇧🇷 Em novembro de 2019, a maioria do STF decidiu soltar todos os bandidos cujos advogados sejam capazes de recorrer. Brasil é único país onde isso acontece: é uma vergonha!

💤🤪 Confira a valiosa reflexão do causídico e pesquisador Fernando Malheiros Filho: https://lnkd.in/eSxrq-M 👺👿👹 https://docs.google.com/document/d/e/2PACX-1vTb6f_Zlbo2mPz9hZm99A3rUMcw8jJy9_9WaNObaO48OekUyoRvCe8257deqD2dja-cYA-InHC1BW1h/pub 

 De John Kirchhofer

 A justiça carcomida é o pior câncer de uma sociedade.

 Em 1971, ganhei uma bolsa para estudar nos USA.   Foi um seminário sobre desenvolvimento econômico na Harvard University.

 Em um encontro com um professor, eu propus uma simples pergunta a ele.

 Citando apenas um, qual é o principal fator para explicar a diferença do desenvolvimento americano e o brasileiro, ao longo dos 500 anos de descobrimento de ambos os países?

 O então o mestre sentenciou sem titubear: a justiça!

 A sociedade só existe e se desenvolve fundamentada em suas leis e sua igualitária execução. A justiça é o solo onde se edifica uma nação e sua cidadania.

 Se pétrea, permitirá o soerguimento de grandes nações. Se pantanosa, nada de grande poderá ser construído.

 Passados quase 50 anos deste aprendizado, a explicação continua cristalina e sólida como um diamante.

 Sem lei e justiça, não haverá uma grande nação.

 Do pântano florescerão os "direitos adquiridos", a impunidades para os poderosos.

 Daí se multiplicarão as ervas daninhas da corrupção, que por sua vez sugam a seiva vital que deveria alimentar todas as folhas que compõem a sociedade.

 Como resultado se abrirá o abismo da desigualdade. Este abismo gerará violência e tensão social.

 Neste ambiente de pura selvageria, os mais fortes esmagam os fracos.

 O resultado final: o pântano se tornará praticamente inabitável.

 As riquezas fugirão sob as barbas gosmentas da justiça paquiderme, para outras nações.

 Os mais capazes renunciam à cidadania em busca de terras onde a justiça garanta o mínimo desejado: que a lei seja igual para todos.

 Este é o fato presente e a verdade inegável do pântano chamado Brasil!

 Minha geração foi se esgotando na idiota discussão entre esquerda e direita.

 E ainda continua imbecilizada na disputa entre "nós e eles", criada pelo inculto Lula e o séquito lulista.

 Não enxergam um palmo na frente do nariz da essência da democracia. Foram comprados com pixulecos, carros, sítios e apartamentos.

 Não sei quantos jovens lerão este texto e terão capacidade de interpretar e aprofundar a discussão.

  Aos meus quase 70 anos, faço o que está ao meu pequeno alcance.

 Esse texto simplifica as críticas necessárias ao nosso momento atual.   Saiba mais no e-book 🆓📚
Http://bit.ly/mazelas abordando esse fenômeno da antropologia jurídica.
Consegues ajudar a divulgá-lo?

 A ausência de vocação para a Justiça e de qualquer comprometimento com o desenvolvimento humano explica porque um Ministro👨‍⚖️ da Suprema Corte aplaude um roubo de autos de processo e a prevaricação do juiz arquivando a investigação.

🤮
 Pior desse exemplo é vir do presidente do Supremo Tribunal.

 O chefe do Poder Judiciário fazendo apologia do crime: 🤢
Confira
https://youtu.be/DZnoxfxNIxk = https://www.facebook.com/1769120210022545/posts/2264335503834344?sfns=mo  = https://lnkd.in/eahAxcu = https://lnkd.in/eGMmVYJ👆

 O exemplo não é a melhor forma de ensinar: é a única! Http://www.padilla.adv.br/etica/exemplo 

😡

 Felipe Moura Brasil lembra as decisões ilegais do Ministro Dias Toffoli👨‍⚖️ favorecendo petistas https://www.facebook.com/1769120210022545/posts/2265061150428446?sfns=mo  

Toffoli nem poderia julgar casos relacionados a pessoas/entidades para as quais advogou: a lei impede devido ao comprometimento da imparcialidade.

 👺

 O Ministro do STF aplaudindo atos ilícitos que ele tem o dever combater e julgando em favor de seus amigos escancara o desmanche da efetividade da Justiça - permitindo o aparelhamento e a corrupção. Nesse contexto, os juizes fazem o que querem, grassa a corrupção e o corporativismo como a gratuidade judiciária a um desembargador Adair Longuini https://folhadoacre.com.br/cotidiano/juiza-concede-gratuidade-judiciaria-desembargador-adair-longuini-com-salario-de-quase-r-40-mil/

 🤔👺

 Em 1995, denunciamos algo maligno estar acontecendo.

 O Sistema Jurídico começava a ficar refém do controle por pessoas não vocacionadas para fazer Justiça, algumas muito perigosas, especialistas em enganar. Disfarçam habilmente: fingem ser os melhores quando são manipuladores, desumanos e apenas interessados em poder.

🌐💰

 Dividem, jogam uns contra os outros e assumem a liderança dos grupos e o controle institucional.

🥴

 Era uma luta desigual: os globalistas  anulam quem pode os ameaçar jogando-nos uns contra os outros.

 Confira as descrições do livro “Mentes Perigosas, o psicopata mora ao lado” disponível aqui: 📚https://drive.google.com/file/d/0B2CNDxRTI8HAQUtjbXdBZl9peTA/view?usp=drivesdk

 Em represália, a partir dali sofremos perseguição cada vez mais intensa.

🌐
Saiba o que a mídia
globalista esconde, há décadas, sobre o aparelhamento e a corrupção da (in)justiça aqui http://bit.ly/mazelas 

👁

  A necessária conscientização:

  Sem conhecer o inimigo e nem conhecer a si mesmo, a derrota é certa!

 De todas as ações, a mais necessária para combater o mal é da conscientização sobre quem cria e o promove através da desinformação e fake news.

🤡

 A necessidade de conhecer a si e ao inimigo está registrada, entre outros, por: Tao Te King⛩, Sun Tzu🇨🇳, João 8:32⛪️, e Unamuno🇪🇸.

 Confira o áudio-book e o livro 📚

 "A Arte da Guerra" na pasta 🗂 de mesmo nome em

 "Karate + Artes Marciais + Sun Tzu estudos+teses" 🗄

https://lnkd.in/eQQg2_B

🥰

https://drive.google.com/drive/folders/0B2CNDxRTI8HAd2VUcFpFN05EaGM

  Mutação Constitucional?!?!?

 Na Suprema Corte, os desmandos e abusos de poder tornarem-se lugar comum porque os ministros, nomeados por políticos notoriamente envolvidos com a http://bit.ly/nova-ordem mundial e a corrupção a ela inerente, não precisam responder a ninguém e quem é lesado não tem a quem recorrer. Assim, torna-se lugar comum o pirandeliano cose è se vi pare.

  Nas instâncias inferiores, os juízes também fazem o que querem com base em uma pretensa doutrina da “mutação constitucional” segundo a qual o juiz estaria autorizado a interpretar e decidir de qualquer jeito. Uma tonteria, como enfatiza a Juíza Ludmila Lins Grilo neste vídeo: https://youtu.be/ChE5N-Rnmgk 

     Só o Congresso Nacional tem o poder de alterar a Constituição e, para fazê-lo, necessita de um quórum qualificado de 60% de votos de todos parlamentares em 4 sessões, duas em cada Casa Legislativa. Obviamente um juiz não pode mudar a Magna Carta a pretexto de interpretá-la. Até porque seria uma usurpação inconstitucionalidade da separação dos Poderes que é cláusula pétrea.

   Diante do formalismo e imobilismo inerentes ao sistema jurídico, esse sofisma travestido de teoria é obra dos maus e de sua entourage psicopateta, infelizmente, numerosa devido ao cipoal de engodos globalistas promovendo a intoxicação e o envenenamento da população, como registra http://bit.ly/tylnl

 A OAB é uma entidade de defesa do direito e deveria fazer algo a respeito. Contudo, o Conselho Federal inicia 2019 com o novo Presidente para o triênio 2019-2022 fazendo apologia da corrupção e do crime!

 Felipe Santa Cruz, cujo pai foi terrorista junto com Dilma, como presidente nacional da OAB, deveria ser isento de questões partidárias e defender a Verdade e Justiça.

🤮

 Nunca, jamais, poderia agir como um PRESIDONO, como se a entidade fosse dele ou pudesse fazer o que quiser, inclusive promover a mentira e a injustiça - contrariando os propósitos da própria OAB! Confira: https://lnkd.in/eGHR8k3  = https://www.facebook.com/1769120210022545/posts/2264214880513073?sfns=mo 
👺

 Poderá ser um dos principais elementos da frente esquerdista de Zé Dirceu, o controlador do PT.

 Manifestações da OAB podem maquiar de legalidade os fake news criados contra o governo Jair Messias Bolsonaro, contra quem Santa Cruz nutre hostilidade e com quem teve vários embates.

 O Presidente da OAB está envolvido em milhões recebidos sem licitação. O escritório de Felipe recebeu R$ 1,26 milhão durante o governo de Dilma Rousseff, contratado sem licitação pelo Serviço Nacional de Processamento de Dados (Serpro), no dia 18 de dezembro de 2014, para prestação de serviços perante o TRT-1 e o TST (Caneta.Org). Também tem contrato de R$ 2,5 milhões com a Petrobras, lesada pelo "Petrolão".: http://www.caneta.org/noticias/escritorio-de-presidente-da-oab-recebeu-r-126-milhao-de-estatal-sem-licitacao/ 

🤑
O Brasil 🇧🇷 está despertando. A população brada.

Saiba mais em http://bit.ly/sergio-moro

 "Nenhum homem pode ser juiz de sua própria causa, pois seu interesse certamente influenciaria seu julgamento e isto, com toda probabilidade, corromperia sua integridade".

- James Madison (1751-1836), um dos Pais da Constituição dos EUA e 4º presidente dos Estados Unidos da América. Fonte: Federalista nº 10, 23 de novembro de 1787. Tradutor Fernando Lins https://www.facebook.com/1769120210022545/posts/2429944893940070?sfns=mo

 🙏
Dispomos de tecnologia suficiente para proporcionar saúde, conforto, qualidade de vida, educação, mobilidade e segurança para toda a população, sabia?
Por que o bem estar geral não acontece?  
🤡
Devido ao interesse de quem cria e mantém a acultura de superficialidade e medo conjugada a medidas biológicas para facilitar a HEM, a hipnose em massa.
🤔
Compreenda a geopolítica da escravidão dissimulada nessa playlist:
https://www.youtube.com/playlist?list=PLQ8t_6K2UO4OBN0WNe2Jg3N2jHRToa98f 
🆒
http://bit.ly/aculturadasuperficialidade 
👁‍🗨
Coletânea de vídeos postada em https://vimeo.com/album/3144893/  foi deletada em 2019 pelos globalistas na espiral de silêncio. Estamos providenciando suas disponibilização em outra plataforma.
Crítica jornalista
https://jovempan.uol.com.br/opiniao-jovem-pan/comentaristas/marco-antonio-villa/marco-antonio-villa-presidente-da-oab-assume-narrativa-petista-como-sua.html 

  Resgatar a efetividade e imparcialidade da Justiça:

  Nem sempre a Justiça foi pouco eficaz!

 Até décadas atrás, a maioria dos juízes era vocacionada e a eficácia na Justiça era praticamente plena.

 A imparcialidade era a regra.

 O juiz declarava-se impedido diante da menor possibilidade de ser parcial.

 Casos de erro eram raros.

  Ao ser instalado o STJ, em maio de 1989, houve ainda maior progresso na prática jurídica do Brasil.

 Até a linguagem, o instrumento do jurista http://www.padilla.adv.br/processo/comunicacao/ aprimorou-se.

 Começou a ser abolida a prática obtusa de encerrar petições com estultos:

      “Nestes termos

      “Pede deferimento”

 Comumente abreviado em  algo como:

      "NN. TT.
     "PP. DD.

 Essa fórmula havia sido proliferada pelos rábulas.

 Grandes juristas, como Pontes de Miranda, ironizavam o pleonasmo: se não for “nestes”, em que “termos” seria? - questionava o Embaixador.

  Não se tratando de uma ordem de um superior hierárquico, toda a solicitação dependente de exame formula um pedido. A maneira elegante de encerrar um requerimento é um “espera deferimento" ou equivalente.

  O pedido pode, contudo, acontecer em uma hierarquia onde o destinatário é superior em relação a quem solicita. Nesse caso, sendo destinado ao chefe, dirigente, etc, oportuno encerrar com:
 "Respeitosamente, espera deferimento".

 Não havendo hierarquia, encerra-se com
 "Atenciosamente, espera deferimento"
  O Estatuto da OAB de 1963 tornou claro não haver qualquer hierarquia e nem subordinação entre juízes e advogados.

 Desde o final dos anos oitenta, passamos a sustentar o seguinte:

  Toda petição do advogado deve evitar fórmulas como “nestes termos…” e encerrar de forma simples e direta como "Atenciosamente, espera deferimento".

😮

  No início dos anos noventa, essa solução foi adotada e recomenda por Celso Pedro Luft no "Manual de Redação da Presidência da República", o primeiro documento oficial propondo um padrão de linguagem jurídica coerente: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/manual/manual.htm

 O progresso jurídico avançou alguns anos.

 Contudo, já havia sido colocada em prática a estratégia globalista de aparelhar as instituições e desmanchar a efetividade da Justiça.

  A Justiça era a instituição menos aparelhada, como registrou a Ministra Ellen:

  Contudo, O cenário forense foi envolvido pelo holograma surreal da acultura da superficialidade.

  Em 1995, percebendo algo muito ruim estar acontecendo com a Justiça, esboçamos alertar para o perigo. Contudo, como os demais que ousamos falar, fomos massacrados.

 Os "controladores globalistas" e as mega corporações como a Monsanto possuem departamentos especializados em assassinar a reputação de quem os incomoda ou ameaça os seus interesses!

  Controlam milhares de lobistas e  milhões de ativistas, em parte pagos e outros manipulados, promovendo o bullying, o assédio moral e outras mazelas, sufocando quem ousa conscientizar e defender a verdade.

 Agem de forma dissimulada, no plano das crenças e valores onde nem percebemos sermos manipulados através das emoções.

 Essa gente do mal ainda conta com a ajuda de muitas pessoas bem intencionadas as quais eles conseguem degradar fomentando vaidades e outras emoções…

 A capacidade de perceber a realidade de uma pessoa normal pode ser anulada gerando uma efetiva imunidade cognitiva, uma espécie de esquizofrenia induzida através dos “4 estágios da manipulação” descritos em http://bit.ly/1mundomelhor.

 Os maus também promovem uma hipnose em massa, HEM, induzindo falsas crenças e promovendo a inversão de valores.
A HEM é instalada através da muito bem planejada articulação de três estratégias que descobrirás aqui
http://bit.ly/5guerra 

🧹🇧🇷 O STF tem uns 10 mil funcionários, em grande parte nomeados pelos 11 ministros, por sua vez escolhidos por políticos corruptos.

💰
Limpar o Judiciário da juizite e da corrupção revertendo o aparelhamento iniciado nos anos noventa é fundamental:
https://youtu.be/qkxceuqgN3Q 
⚖️💵
Descubra tudo o que os 👺👿👹👽💤🤪🌐 querem que ninguém saiba aqui neste e-book
http://bit.ly/mazelas

Manifestação em 25/8/2019 Parcão, Porto Alegre contra parcialidade no STF e defendendo Operação Lava Jato.

  Como a "acultura da superficialidade" instalou-se na Justiça?

  Os globalistas usaram três estratégias.

 1º. Acusar de corrupção para corromper:

 As armadilhas encartadas na Constituição Federal de 1988 como o excesso de atribuições concomitante à redução de recursos dos Estados permitiram torná-los insolventes. Em meados dos anos noventa, a magistratura dos estados sofria os efeitos do arrocho vencimental e da chinelização da nobre função por um caso de corrupção diariamente requentado pela mídia de forma a massacrar a reputação da magistratura. Essa estratégia afastou pessoas elevadas e capazes de colocar em prática a nobre vocação de fazer justiça deixando espaço para entrarem na função carreiristas atrás de estabilidade, facilmente corrompíveis.

  2º. Acusar de ineficaz para tornar ineficaz:

 Passaram a acusar a Justiça de ineficaz por ser lenta. Repetiram isso de todas as formas até conseguirem colocar na Constituição, art. 5º, inc. LXXVIII, acabando com a preocupação com a segurança das decisões.

  O pretexto de celeridade permitiu instalar-se a encenação jurisdicional onde grande parte das decisões são proferidas sobre a edição de modelos sem preocupação com a solução justa e, em muitos casos, sem o exame dos fatos e fundamentos dos autos.

 3º. Criar uma legião de operadores deformados para aviltar a nobre função de produzir Justiça:

 Justiça sempre foi, em todas civilizações, algo tratado com muita seriedade. O que faz bastante sentido porque a paz social e o progresso são diretamente proporcionais à efetividade da justiça. Onde a Justiça falha, a paz escasseia e o progresso se atrasa!

  O que fizeram? Ampliaram a quantidade dos cursos jurídicos no Brasil ao ponto do nosso país ter mais faculdades de direito do que todo o resto do mundo junto.

 Essa ampliação ocorreu muito rapidamente e, quando percebemos, estava feito. Assim são colocados em prática os planos globalistas. É uma estratégia para reduzir a qualidade dos operadores jurídicos e inflacionar a mão de obra. Ambos objetivos nefastos foram alcançados.

 Não havia bons professores em quantidade suficiente para funcionarem dois mil cursos. Para ser um bom professor precisa, mais do que conhecimento que pode ser obtido, necessita vocação para fomentar o aprendizado. Grande parte desses professores dos novos cursos estava lá pelos mais variados motivos que iam desde conseguir status até realizar fantasias sexuais. O que menos havia era vocação (e interesse) para o magistério.

 O resultado foi a vertiginosa queda da qualidade do ensino e da linguagem usada no país.

 A mediocridade das provas de redação refletiu-se no foro, de forma ainda se encontrarem frequentes requerimentos encerrando com o deselegante “nestes termos, pede deferimento”  ou equivalente.

  O grande volume de bacharéis com baixa qualidade de formação levou à deformação do mercado de trabalho com aviltamento da atividade - até então nobre - de produzir Justiça.

   Isso facilitou a corrupção.

  Entenda o desmanche da acultura da superficialidade a partir desses vídeos: https://vimeo.com/album/3144893/  

 A acultura da superficialidade e do medo ambienta a idiotização e a escravização humana.

 Ela alimenta todos os problemas da sociedade, desde a violência, até o desmanche da educação e dos serviços de saúde:  http://bit.ly/aculturadasuperficialidade

  Tudo isso é parte do plano globalista de escravização humana http://bit.ly/escravizacao o qual necessitava desencadear o estado de torpor pré pânico pela violência, uma óbvia consequência do falso-humanismo protegendo bandidos.

 Só bacharéis formados(?) num ambiente idiotizado não percebem o óbvio!

 A idiotização é facilitada por:

 - técnicas de marketing desenvolvidas há um século, a partir dos estudos de Freud, produzindo efeito entorpecedor, e atordoantes distrações. Saiba mais aqui: http://bit.ly/espiral-silencio    

 - técnicas bioquímicas terroristas como a prática nazista de fluoretar a água para reduzir a capacidade cognitiva da população. Saiba mais aqui: http://bit.ly/veneno-fluor 

 - desinformação alimentar minando a saúde. Saiba mais aqui: http://bit.ly/saude-cuidados 

 As pessoas tem dificuldade de pensar porque as vivemos em um aprisionamento sem correntes pior do que a ficção do filme Matrix ou do Livro 1984. Saiba mais aqui: http://bit.ly/1mundomelhor 

 A luta pela libertação humana é travada na 5GW. Saiba mais aqui: http://bit.ly/5-guerra 

‪🙏

 ⚖️ Eu queria 11 Juizes assim no STF:  https://lnkd.in/eCwyX2X 🥰 =

https://www.instagram.com/tv/B2HPNCegExE/?igshid=1lnxbr68r88zn‬

‪🙏‬

 ‪Lamentavelmente, a realidade atual ainda é o quadro da dor descrito neste e-book 🤮‬ http://bit.ly/mazelas

  Os 3 pilares da sociedade:

  A paz social depende do equilíbrio de três sistemas ou pilares:

  1. O sistema de direito está corrompido e muito ineficaz. As falsas crenças e a adulteração dos valores produzem injustiça e crescente insatisfação http://bit.ly/mazelas

    2. O sistema desportivo desempenha um papel especial na sociedade. Entenda a partir da apresentação aqui: http://bit.ly/4plano 

   3. O sistema de crenças e valores está distorcido pela HEM, a hipnose em massa, subvertendo os valores. Saiba mais aqui http://bit.ly/hipnose-massa https://t.co/1cg9ZLeFbT 

  Confira a perspectiva transdisciplinar da TgpT aqui: http://bit.ly/tgp-t       https://t.co/3cxdCLbFR7 

 http://bit.ly/mazelas   Acultura da Superficialidade representada por Magliani em óleo sobre cartão, 1998.

https://pt.scribd.com/document/356417472/in-Justica-e-as-mazelas-da-acultura-da-superficialidade 

   A realidade escondida pelo holograma da HEM, a hipnose em massa:

   Como no filme Matrix, a sociedade está envolvida em um holograma como demonstram esses vídeos: https://vimeo.com/album/3144893/

  Embora o falso-humanismo dissimule, a escravização http://bit.ly/escravizacao só não é percebida devido à idiotização bioquímica http://bit.ly/saude-cuidados e as duas faces do torpor psíquico http://bit.ly/espiral-silencio  - formando um tripé de engodos.

  “A fluoretação é a maior fraude científica deste século, senão de todas as épocas" Robert Carton, PhD, cientista da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos.   http://bit.ly/veneno-fluor 

 Os nazistas fluoretavam a água para reduzir a capacidade cognitiva e de reação dos prisioneiros. Completa a incapacitação biológica a desinformação alimentar tornando “normal” ingerir produtos tóxicos e sem capacidade nutricional. O cérebro, sem gordura e demais nutrientes, não consegue funcionar.

  A dificuldade de pensar é ampliada pela espiral do silêncio, a estratégia de desinformação: desenvolvida a partir de estudos de Freud sobre Aristóteles, atuando em duas frentes:

  O falso-humanismo persegue o não politicamente correto tornando ineficaz o sistema policial-judicial. Isso provoca o aumento da violência (programada!) e, em uma população desarmada e indefesa, instala-se um estado de torpor pré-pânico.

   Completa o quadro a avalanche de paradoxos através do consumismo e do burocratismo descritos na guerra de quinta geração, a 5GW http://bit.ly/5-guerra  

   Em estado de letargia pré-hipnótico, desprovida de informações de qualidade e cerebralmente desnutrida, a maioria da população foi colocada em uma prisão sem correntes  http://bit.ly/1mundomelhor 

  Lideranças autênticas, a partir da meritocracia, são destruídas ou, pelo menos, anuladas! Os "controladores globalistas" e suas megacorporações possuem departamentos especializados em assassinar a reputação de quem ameaça os seus interesses! Dispõe de uma rede de desinformação formada por milhares de lobistas, manipuladores, ativistas de internet e robôs para promoverem o bullying, o assédio moral e outras mazelas, sufocando as vozes de quem ousa conscientizador, defender a verdade.

  Quem trabalha afinado com o mecanismo é alavancado a liderança e esses falso-líderes distraem-nos, como no exemplo de: http://padilla-luiz.blogspot.com.br/2006/05/idolatria-midia-manipula-cria-falsos.html 

 Ao invés de correntes-grilhões, estamos aprisionados por falsas crenças e inversão de valores em uma escravização dissimulada.

  O conjunto compõe a acultura da superficialidade e do medo realimentando-se através da superficalidade implicar em achar “normal” não dispor de informações de qualidade https://docs.google.com/document/d/1eqLnT3IwaJtM2ywqNVRJggUUMHr76QB_pimSsPSkaqU/pub 

 A impunidade levou a audácia até níveis inimagináveis há algumas décadas.
🤥😳🤬🤑
Em 1995, prevemos isso - que o Deputado Federal Bibo Nunes denuncia em
https://lnkd.in/ea3dGmn 
         
Confira http://bit.ly/mazelas

 A acultura da superficialidade e as mazelas forenses:

  Quem acredita a velocidade ser mais importante, não se importa em decidir o justo de cada caso. Quer demonstrar celeridade. Usa qualquer pretexto para evitar examinar o caso concreto por ser trabalhoso e demorado! O tempo necessário para examinar um único caso a fim de o decidir corretamente é enorme quando comparado à possibilidade de prolatar dezenas de decisões apenas editando modelos de indeferimento ou extinção sem, na verdade, examinar caso algum.

   A maioria de quem age assim são pessoas bem intencionadas que ainda não perceberam: estão minando a paz social estimulando a violência e os maus comportamentos mediante a impunidade dos maus porque,  a maioria das reparações de dano é arquivada. "Quem não pune o mal o está incentivando!" Leonardo Da Vinci https://docs.google.com/document/d/1hrYl7B9mZjEHsPSPOQopLcQkgoIFYdp6C1QUt0PDHqQ/pub

  A maioria dos processos de reparação de danos é arquivado ou indeferido por qualquer pretexto. Nas raras procedências, os valores são pífios e incapazes de reparar. Conforme expressão criada pelo professor Padilla nos anos noventa, acontece uma encenação jurisdicional.

 As falsas crenças semeadas e repetidas por todos os meios impregnaram o inconsciente dos operadores jurisdicionais resultando em uma inversão dos valores. No meio forense, a paz social é desconsiderada e não há preocupação em solucionar correta e de maneira justa cada demanda.

 Os operadores querem apenas produzir estatísticas. Acham “normal” julgar sem examinar e agem sem compromisso com a reparação das lesões ao direito.

 Estudar o caso para decidir com Justiça é algo que não passa pela cabeça da linha de frente, interessada em rapidez para produzir estatísticas surreais, quase uma centenas de julgamentos num dia http://www.padilla.adv.br/processo/morosidade/ 

  Curiosamente, enquanto agem rapidamente negando as reparações de lesões, em outros processos onde o “interesse” é oposto não há celeridade e o caso se arrasta.

   Na área penal, é corriqueira a prescrição fomentando a impunidade.

  Também há demora em casos civeis, como na cinquentenária Ação Cível Originária (ACO) 158 do STF https://bettencourt.jusbrasil.com.br/noticias/561305240/sem-data-para-ser-julgado-processo-mais-antigo-do-stf-se-arrasta-ha-49-anos

  As ações demoradas no STF são lugar comum, exceto para alguns advogados como os de Lula que conseguem uma centena de julgamentos praticamente monopolizando grande parte da Corte caríssima, a mais cara do Mundo.

  O STF custa muito mais caro do que a manutenção das monarquias contemporâneas!

  Em 22/9/2016, STF reconheceu uma paternidade depois de mais de 33 anos de tramitação do processo. Todos, filho, pai, mãe e advogados já haviam falecido! https://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,stf-reconhece-paternidade-depois-de-33-anos-de-tramitacao-de-processo,10000077664

 Outro processo, demorou 63 anos para ser julgado no STF, e até os advogados já haviam morrido: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2019/07/processo-leva-63-anos-para-ser-julgado-no-stf-e-ate-advogados-ja-morreram.shtml 

  A injustiça das decisões judiciais incentiva os maus comportamentos e torna muito lucrativo agir ilicitamente.

   Pior: tem juiz que faz o que quer! Pouco se lhe importa a (in)justiça ou as consequências e os riscos para a sociedade: http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2014/03/atuacao-de-juiza-de-porto-alegre-e-alvo-de-criticas-de-mp-e-policia-4439038.html 

  A justiça é morosa, ineficiente e perversa: beneficia os poderosos, as grandes corporações e o Estado, que a monopolizam:

  O CNJ, Conselho Nacional de Justiça, em pesquisa divulgada em agosto de 2018, diz tramitarem, no Brasil, oitenta milhões de processos. Aponta tempos médios de tramitação como sendo:

 - STJ, Tribunal Superior de Justiça, onze meses;

- TST, Tribunal Superior do Trabalho, passa de um ano e dois meses;

- 1ª instância, dois anos e seis meses;

- na fase de execução, o tempo médio é de seis anos e quatro meses.

 Tais médias computam os processos que terminarm rapidamente por acordos ou decisão monocrática.

  Motivos para a morosidade são o Estado e as grandes corporações serem os maiores litigantes e os seus advogados interporem sucessivos recursos postergando a decisão. Quando mais rica uma pessoa, mais dinheiro tem para pagar advogados para fazerem sucessivos recursos. O Poder Público, além de terem grandes equipes pagas com o dinheiro do contribuinte,  ainda conta com prazos e privilégios especiais;

  Há quem reclame da quantidade de juízes e de funcionários; alegam serem incompatíveis com o volume de casos; acenam com falta de estrutura do Judiciário. Contudo, a realidade é bem diferente.

  A maioria dos processos não precisaria existir ou acabaria rapidamente se a Justiça fosse efetiva.

 Como a Justiça é ineficaz e não pune a litigância deletéria, os maus são estimulados a eternizar os litígios.

 Democratização do acesso à justiça e a conscientização do cidadão de seus direitos da Constituição de 1988 e mesmo o CDC em 1990, tiveram efeito prático algum porque o grande consegue, quase sempre, safar-se ou pagar muito menos do que lucra com a simples demora.

 Conhecedoras das falhas do sistema, corporações, das instituições financeiras aos órgãos governamentais, utilizam da protelação para obter vantagem.

  Financiam juristas para desviar a atenção do problema, acenarem com meios alternativos à jurisdição, como a arbitragem, a conciliação e a autocomposição.

   A verdadeira raiz do problema segue sendo ocultada.

  Alguns temem falar. Receiam represálias das corporações, o que faz sentido pois elas mantém departamentos especializados em assassinar reputações.

  Há os desinformados pela (des)educação e a mídia globalista. São pilotados pelos interesses na manutenção do status quo e promovem a desinformação.

 A justiça é morosa, perversa e beneficia grandes corporações e o Estado, que a monopolizam.

 Pior:

 A Justiça estatal tornou-se ineficiente e perversa favorecendo o poder econômico. 

  O estado é inerentemente ineficiente como mostrou o economista Ludwig von Mises no magnífico volume Bureaucracy, salientando a diferença crucial entre a administração pelo lucro e a administração burocrática.

 Na administração pelo lucro, o objetivo da organização é muito claro: a obtenção do lucro; isso facilita deveras a avaliação do negócio por parte dos donos e administradores da organização, bem como permite mais flexibilidade nas decisões e torna o negócio mais eficiente por conta disto. Se um administrador não estiver dando  o lucro esperado por seus superiores ele vai fazer de tudo para tentar melhorar a situação, caso contrário ele é demitido. O mesmo vale para o nível operacional, se o funcionário não entregar o resultado esperado, este será advertido pelo seu superior, que depende da produtividade de seus subordinados para o seu sucesso pessoal. Os responsáveis por decidir se a organização merece ter lucro ou não são os clientes. Se um cliente acha o produto ou serviço oferecido não valer o preço cobrado, deixa de comprar ou o adquire da concorrente; se a empresa quiser reconquistar os clientes perdidos, terá de se adaptar ao mercado. A motivação pelo lucro força o empresário a fornecer da forma mais eficiente aquilo que o cliente deseja.

 Em uma administração burocrática-pública não existe este fator motivador. Os consumidores do produto ou serviço do estado são obrigados a utilizar aquele serviço pois não têm outra opção. A renda do estado geralmente não advém dos produtos e serviços que ele oferece e sim do imposto confiscado da população . Os cidadãos são obrigados a pagarem impostos sob pena de serem presos ou até mortos caso insistam em não pagar. Portanto, o estado não é obrigado a fornecer um serviço de qualidade, pois independentemente do serviço ser eficiente ou não, o governo continuará tendo a sua renda através de impostos.

 O fato dos servidores públicos não terem a necessidade de ser produtivo para receberem seus salários, pois o dinheiro do estado não advém de seus serviços mas sim dos impostos, os tornam menos preocupados com a qualidade e eficiência de seu trabalho. Além disso, a inflexibilidade inerente à administração pública - que por falta de um fator como o lucro para avaliar se a organização está indo bem ou não, precisa de uma enorme quantidade de regras, que muitas vezes se contradizem,  para a execução de uma simples tarefa - faz com que os servidores fiquem ainda mais improdutivos, pois estes  têm que seguir uma enorme quantidade de regras, alguns chegam ao ponto de tratar as regras como um fim em si mesmas, esquecendo o objetivo de seu serviço.

 A justiça é um serviço como qualquer outro, embora alguns juristas não queiram admitir isso. Está sujeita à perversão.

 Os princípios legais de uma sociedade podem serem estabelecidos de três maneiras diferentes:

 A terceira, diz Murray N. Rothbard, no livro Ética da Liberdade, além de ser a mais nobre e apropriada, é a mais potencialmente “revolucionária” e a mais poderosa ferramente contra o imobilismo do status quo.

 Hugo Grócio e seus seguidores restauraram os princípios corretos da filosofía política de lei natural, desenvolvidos pelos estóicos, e a reação foi terrível:

“Quando Cumberland e Pufendorf esclareceram o verdadeiro significado da doutrina [de Grócio], tanto as autoridades estabelecidas bem como interesses vitoriosos, recuaram aterrorizados... Ficou claro que todos que tinham aprendido que a ciência política é mais uma questão de consciência do que de poder e conveniência, deveriam considerar seus adversários homens sem princípios”.  (Hugo Grócio, Acton, Essays, p. 74)

 O Estado controlar a grande mídia, a educação e financia intelectuais e desinformantes para fazerem propaganda, falarem bem do governo. Quando a população começa a despertar para o Estado não precisar ser “um mal necessário”, como afirmam, começa a ser questionado o poder, com a tendência à descentralização, o separatismo e a consequente frustração do dantesco plano globalista.

 A corrupção do direito natural é uma decorrência dos conflitos de interesse dentro da sociedade, que, por sua vez, é decorrente da doutrinação da luta de classes marxistas nas escolas, universidades e na mídia. São criados, superficialmente, conflitos entre grupos supostamente antagônicos, como patrão e empregado por exemplo. Estes grupos passam a usar o estado como instrumento para vencer  “a luta”, criando leis que beneficiam um grupo em detrimento de outro,  a consequência disto é o aumento do poder estatal. Isto cria uma enorme quantidade de conflitos, sobrecarregando o judiciário com processos que sequer existiriam em uma sociedade que se baseasse nas leis do direito natural.

 “Necessário a população ser conscientizada a respeito da importância de se tornar independente do estado para que este se faça cada vez menor e menos influente em nossas vidas”, alerta Vinícius de Oliveira Aguado, aluno da UFRGS.

  A encenação jurisdicional fomenta a corrupção no Judiciário!

  As decisões injustas camuflam a compra de veredictos. Tornam “normal” a sentença injusta cujos fundamentos não são os mais sensatos.

  A corrupção do Judiciário é a pior de todas pois a ele competiria corrigir o mal. Quando é contaminado, como sanar a sociedade?

    Quem denuncia a corrupção, como o advogado Felisberto Odilon Córdova na Tribuna do TJSC, sofre represálias: https://docs.google.com/document/d/1kW0W4w68aAFv3AGP53soyuG4PXQ4FWw5k1J4mdfhdNc/pub 

 Enquanto os critérios de promoção e merecimento validarem um arquivamento apressado no mesmo patamar de uma sentença trabalhosa, será difícil mudar a acultura da superficialidade.

   Apontamos as causas e soluções para as mazelas forenses, como aqui: http://www.padilla.adv.br/processo/morosidade/    Quando alertamos, em 1995, alguma coisa ruim estar começando a acontecer com a justiça, os controladores mobilizaram-se  e, rapidamente, nossa voz foi sufocada pelo assédio moral, bullying e assassinato de reputação. Saiba mais aqui: http://bit.ly/PADilla 

   

 A tese, de 22 anos, nunca esteve mais atual:

 🎶 A imparcialidade do julgador é essencial à Justiça.
 ⚖️ A "jurisdictio" é incompatível com o sistema de nomeação apadrinhada e de julgamentos interesseiros.
A
principal característica da jurisdição é a imparcialidade. As leis estão repletas de regras sobre isso. Só no CPC, as palavras suspeição, impedimento e imparcialidade são o tema de 60 dispositivos.

  O impeachment de Ministro do STF pode ser um primeiro passo para resgatar a efetividade da Justiça!

  ⬇️
 Saiba mais aqui:
 
Padilla, Luiz R. Nuñes (1996) Chiovenda, jurisdição voluntária e processo penal / Luiz R. Nuñes Padilla.
In:
Revista de processo, v. 21, n. 81, p. 233-239, jan./mar. 1996.       [000512567]
 https://lnkd.in/eaJSxRq

 https://seer.ufrgs.br/revfacdir/article/view/69180/39069 
 🇧🇷 ➕ 🇪🇸
https://lnkd.in/e_tdWGN

http://docplayer.com.br/69455866-L-r-n-padilla-21a-edicao-on-line-revista-e-atualizada-ate-19-3-2013.html 

🥺⚖️🙃🤑 Canal Hipócritas: https://youtu.be/JREz0divgJY

 Impeachment de Ricardo Lewandowski https://docs.google.com/document/d/e/2PACX-1vSM9WKlMJtUv-Vs2pnwV7K9Q_EnlHohiNnNSBDG6j_RaIi6CeWIOUr_JvBCjeK_8M7FKsVEukIjfg2l/pub

 Foi solicitado o impeachment por Abuso de Poder e Parcialidade 🆘 do Ministro do STF mandando PF prender jovem advogado Cris Caiado, filho da subprocuradora Helenita Caiado, ex-presente CNMP, por manifestar opinião a respeito de sentir vergonha do STF por soltar os piores bandidos do pais, pois s corrupção prejudica milhões de uma só vez!
Assista ao escracho do Veja canal Hipócritas
https://youtu.be/tIQkJmuXlLs 

Saiba mais aqui:
http://bit.ly/mazelas
Saiba mais aqui: http://bit.ly/mazelas 

 O sentimento causado pela contradição do Ministro viralizou um boato:

 O texto acima é fakenews, conforme esclarece https://www.boatos.org/politica/lewandowski-reprovado-concursos-plagio.html Contudo, muita gente acreditou devido ao elevado grau de comprometimento da Justiça, aparelhada e contaminada pela corrupção.

 

 Em abril de 2016, os então ministros relatores no STF dos recursos e  procedimentos das operações Zelotes e Lava Jato, Carmen Lúcia e Teori Zavaski, reportaram a um interlocutor da área militar: o Brasil “não imagina a gravidade do que está por ser revelado”. Pouco depois, Teori morreu em circunstâncias, no mínimo, suspeitíssimas. Confira http://bit.ly/celsodaniel 

  O primo com o cheiro de Collor:

 Marco Aurélio de Mello virou Ministro do Supremo Tribunal Federal por ato de seu primo, Fernando Collor de Mello, pouco antes de ser afastado da Presidência da República.

 Contrariando o posicionamento da Corte, Marco Aurélio de Mello, em dezembro de 2018, em decisão monocrática mandou soltar inúmeros criminosos, dentre eles Lula. https://www.oantagonista.com/brasil/marco-aurelio-manda-soltar-presos-condenados-em-2a-instancia/ 

 Também em decisão monocrática, devolveu a Aécio Neves o mandato de senador.

  Os indícios de corrupção vem desde 1999 quando o banco Marka, usado pelas Organizações Globo para bancar a compra de deputados e aprovar a emenda da reeleição, era do banqueiro Salvatore Cacciola. Ele causou, ao Banco Central, um prejuízo superior a 1 bilhão de reais em valores da época. Hoje, correspondem a uns quinze bilhões.

 O dono do banco e artífice da Fraude, Cacciola, foi preso mas...

  Através de habeas corpus concedido pelo ministro Marco Aurélio de Mello, o criminoso foi solto da cadeia e fugiu para a Itália.

  O bandido morava em um condomínio de luxo na cidade do Rio de Janeiro, o famoso Gávea Golf Club, onde os apartamentos valiam 3 milhões de reais. Para comparar, a taxa de condomínio era de 8 mil reais em 1999, quantia com a qual comprava-se com 8 mais de um veículo. Hoje, o imóvel vale dezenas de milhões.

 Cerca de dez dias depois de Cacciola fugir do Brasil, adivinhe quem foi morar no apartamento no Gávea Golf Club?

 O apartamento de dezenas de milhões e que pertencia ao banqueiro foragido passou a ser usado como moradia pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio de Mello que concedeu a liberdade para o bandido.

  Alguém que age assim não pode ser nem síndico de prédio, muito menos Juiz e, pior ainda, Ministro do STF.

 

🎯

 Senador LASIER MARTINS apresentou um projeto para facilitar IMPEACHMENT DOS MINISTROS DO STF!

 Apoie a RESOLUÇÃO PRS.11/2019 para FACILITAR a CASSAÇÃO de TOGAS sujas https://t.co/t477H7U6PG

👨‍🏫

🆘

 O MP, Ministério Público, desempenha o papel de "custos legis", isto é, o guardião e fiscal da lei.
⚖️
Quando o MP-RJ age ilegalmente, como aconteceu no RJ, o aparelhamento do sistema jurídico precisa acabar!
🤮

Saiba o que 👹 não querem que  a gente descubra no e-book
🇧🇷🆘 “
Fake news da Globo impulsiona mentiras do MP-RJ” aqui: http://bit.ly/flaviobolsonaro 

 💪👺A lesão ao consumidor tornou-se regra devido à impunidade das grandes empresas.

  Elas promoveram a à inefetividade da Justiça para fazer o que quiserem, como ilustra esse vídeo. Uma das maiores vendedoras de carne bovina coloca no mercado, em 2019, embalagens enganando o consumidor.  Vende colchão duro, carne de segunda, como se fosse picanha, o corte mais nobre e caro no Brasil! Veja: https://youtu.be/L6Ez5qGvymk

  Pior do que não entregarem Justiça à população lesada, há juízes que se consideram donos do pedaço e fazem o que querem contando com o corporativismo e a impunidade. A inefetividade é incentivada pelos corruptos porque, entre a injustiça e a insensatez, a sentença comprada passa despercebida!

 A essência da democracia é ninguém deter o poder absoluto e todo exercício do poder sempre ter um controle: o agente ser obrigado a respeitar limites e dar satisfação de seus atos.

 Não podemos aceitar a ditadura judicial onde não há um mecanismo de controle dos atos judiciais, sobretudo da Suprema Corte, que desrespeita a Constituição.

 Ativismo Judicial é um Crime contra a democracia: https://m.youtube.com/watch?v=EX54n1rCd40 

  Para haver justiça e paz social só precisamos razoabilidade!

Ricardo Lorenzetti presidiu a Suprema Corte da Argentina e ostenta magnífica contribuição à humanidade: http://www.ricardolorenzetti.com.ar/ Dos últimos poemas de Borges, destaca a máxima de São Tomás de Aquino:

 A efetividade da Justiça só depende de pessoas que tomem "a estranha decisão de serem razoáveis."   A obra de São Tomás de Aquino em português: https://docs.google.com/document/d/1D9Irlmze80RwJiDN9ZpgaLKEwoYV4W_pjsqZjIpOXQs/pub  Acesse Livros em https://drive.google.com/drive/folders/0B6QVNULEDAG8OXZnci1UaG9TLWc?usp=sharing

No magnífico volume "Fundamentos do direito privado", professor Lorenzetti adverte:  a decodificação leva a resultados catastróficos!

Leis isoladas geram conflitos, dos quais se aproveitam os psicopatas para criar mais legislação. Os dissimulados instalam um ambiente caótico propício à manipulação, jogando uns contra os outros, na acultura da superficialidade e do medo descrita na tgpT - Teoria Geral do Processo Transdisciplinar. 

A crise do Direito decorre do modelo ultrapassado, incompatível com a forma de vida contemporânea. A nossa sociedade é muito diferente da antiga Roma, como adverte o historiador francês Numa Denis Fustel de Coulanges:  https://drive.google.com/file/d/0B6QVNULEDAG8Q3N4VnNoUkN5Y3M/view?usp=sharing      O mundo mudou exponencialmente enquanto os operadores jurídicos persistem enraizados em um sistema de trabalho obsoleto http://www.padilla.adv.br/crenca/

  Não encontraremos a solução dos problemas da aplicação do Direito no plano jurídico onde tempo e outros recursos são desperdiçados com a criação de novas leis que não surtirão efeito pelo simples fato de dos controladores as tornarão ineficazes mediante manipulações no Plano das Crenças e Valores. Não adianta modificar o Plano do Direito quando o problema está em outro plano.   Sobre os 4 planos de atuação humana, confira a TGpT, a Teoria Geral do Processo Transdisciplinar:

nivel logico suba para resolver problema.jpg

  O direito do consumidor só existe na teoria. Na prática, os bancos e todas grandes empresas aumentam os seus lucros lesando os consumidores.

 Por exemplo, desde 2015, operadoras de celular passaram a inserir cobranças indevidas em quase todas as contas da maioria dos usuários e venderam centenas de vezes mais serviços do que podem prestar com qualidade mínima. Os lobistas regiamente pagos tratam de conseguir o arquivamento das ações eventualmente ajuizadas pelos que ainda teimam em buscar Justiça.

 De janeiro de 2014 a julho de 2018, a Anatel, Agência Nacional de Telecomunicações, aplicou R$ 1,23 bilhão em multas às empresas de telefonia no Brasil mas só conseguiu receber uma quarta parte, R$ 315 milhões.
As teles sempre questionam as sanções financeiras na Justiça, por ser  vantajoso.

 As irregularidades operacionais mais frequentes são, pela ordem:

mau atendimento telefônico,

cobranças em valores superiores,

inclusão nas contas de serviços não solicitados,

não instalação de orelhões em pequenas cidades brasileiras e

 deficiência de sinal.
 Anatel confirma: só em 2017, recebeu 3.400.000 de reclamações de usuários das telefonias celular e convencional. Média de 283.333 por mês; 65.384 por semana; e 9.315 por dia. Números sem precedentes, no mundo todo..

  Exemplo do abuso cotidiano, a maneira profissionalmente treinada com a qual o SAC irritando o consumidor com fala desumana, desprovida de emoção e com uma falsa-polidez irônica para desestimular reclamações:  https://vimeo.com/231996190 

  No direito civil, os causadores não reparam os danos.

 Quem nunca desperdiçou tempo e energia em filas de bancos? O dinamarquês Agner Krarup Erlang pensou em como agilizar as filas há mais de 110 anos pois, em 1909, publicou a primeira teoria sobre o assunto.

 A teoria das filas segue sendo tema de sérias pesquisas matemáticas.

 Contudo, os bancos brasileiros estão nem aí pois, desde quando emplacaram a inconstitucional Lei 8.009/90 monopolizando o crédito, os operadores jurisdicionais favorecem os bancos. http://bit.ly/lei8009 

 Prova disto, decisão do STJ considerando normal o estabelecimento ter filas de mais de hora. Por unanimidade, a 4ª Turma do STJ entendeu, dia 27 de fevereiro de 2019, a demora em fila para atendimento bancário não gerar dano moral. Deram provimento ai recurso do Banco do Brasil. A ação foi promovida pelo advogado Maycon Jhonatan Sales Vieira após padecer atendimento demorado, 1h13 de espera, numa agência do BB em Rondônia. A decisão do tribunal estadual foi de procedência da indenização. O STJ reverteu.
O relator, ministro Luis Felipe Salomão, ele provavelmente nunca  frequentou um estabelecimento bancário comum, só as agências vips, expressas e reservadas, avalia a espera em uma fila ser classificada como “desconforto”, decidindo assim:
“A longa espera em fila de banco é irregularidade administrativa, comum na relação entre a instituição e o cliente, que não passa de mero aborrecimento diário”.

 Pelo REsp nº 1647452, bancos lentos só serão punidos se prevista multa em legislação municipal...

 Como consequência, vai aumentar o descaso e crescerá a insatisfação.

 Cada vez mais abalada a paz social, amplia-se a quantidade de demandas.

  Há muitos anos, os consumidores não têm acesso à Justiça como se demonstra aqui por ocasião dos 20 anos do CDC, Código de Defesa do Consumidor:  http://www.canaleletronico.net/index.php?option=com_content&view=article&id=503:os-consumidores-vivem-sendo-lesados-porque-nao-ha-efetivo-acesso-a-justica&catid=47:artigos&Itemid=84  e  http://www.consumidorrs.com.br/rs2/inicial.php?imgm=c&case=2&idnot=17770 

  Por isto, nem chamou atenção o fato de, em 2003, o CDC, Código de Defesa do Consumidor, ser revogado com relação aos espetáculos desportivos profissionais conforme se demonstra em http://www.padilla.adv.br/desportivo/torcedor.pdf 

  Com o novo CPC 2015 outorgando liberdade de forma ao juízes - na prática, aos assessores e estagiários, agrava-se o problema.

 http://padilla-luiz.blogspot.com.br/2016/06/novo-cpc-mais-um-engodo-duplo-do-foro.html 

 Não foi sempre assim, havia juízes no Brasil:

 Até o início dos anos noventa, o Direito era levado muito a sério.

 Os casos exóticos eram tratados como anedotário! Hoje, começam a escassear os julgamentos com exame profundo do caso. A maioria das questões é resolvida com “modelões”, não raro, equivocadamente escolhidos.

 Em muitos processos, discutem-se questões diferentes das tratadas no modelo escolhido pelo estudante - que estaria ali supostamente ´para aprender - o qual, contudo, edita muitas decisões e, ao fim e ao cabo, são “homologadas” sem ninguém fazer um esforço de as examinar ou corrigir.

 Conheça o autor do Habeas Pinho e do Habeas Porcus, e as duas das mais célebres pérolas do surreal anedotário jurídico, quando o direito era algo muito sério,  neste vídeo: https://vimeo.com/236092917 

  Há mais de duas décadas, o professor Padilla percebeu e começou a alertar sobre o desmanche da efetividade do sistema jurídico pelas Janelas de Overton e Espiral do Silêncio.

 Para calá-lo e o impedir de atrapalhar, os controladores globalistas promoveram o assassinato de reputação mediante intenso assédio moral e bullying desumanos.   Saiba mais em http://bit.ly/PADilla

     Quer que desenhe? O jornal Le Monde desenhou:

  Capa do jornal Le Monde, Francês. O tribunal de exceção brasileiro onde a justiça está sendo assassinada… Os manipulados, o pato de tróia e o povo com camisa de futebol. No canto superior direito, panelaço; no canto inferior direito, um casal tira foto despreocupada enquanto a justiça é executada.

A justiça carcomida é o pior câncer de uma sociedade.

John Kirchhofer

 Em 1971, ganhei um bolsa para estudar nos USA. Foi um seminário sobre desenvolvimento econômico na Harvard University.
Em um encontro com um professor, eu propus uma simples pergunta a ele. Qual o principal fator (citando apenas um), para explicar a diferença do desenvolvimento americano e o brasileiro, ao longo dos 500 anos de descobrimento de ambos países?
O então mestre sentenciou sem titubear: A justiça!
Explicou ele em poucas palavras: A sociedade só existe e se desenvolve fundamentada em suas leis e sua igualitária execução. A justiça é o solo onde se edifica uma nação e sua cidadania.
Se pétrea, permitirá o soerguimento de grandes nações. Se pantanosa, nada de grande poderá ser construído.
Passados quase 50 anos deste aprendizado, a explicação continua cristalina e sólida como um diamante.
Sem lei e justiça, não haverá uma grande nação.
Do pântano florescerão os "direitos adquiridos", a impunidades para os poderosos. Dai se multiplicarão as ervas daninhas da corrupção. Que por sua vez sugaram a seiva vital que deveria alimentar todas as folhas que compõem a sociedade.
Como resultado se abrirá o abismo da desigualdade. Este abismos gerará a violência e tensão social.
Neste ambiente de pura selvageria, os mais fortes esmagarão os mais fracos.
O resultado final: o pântano se tornará praticamente inabitável.
As riquezas fugiram sob as barbas gosmentas da justiça paquiderme para outras nações.
Os mais capazes renunciarão a cidadania em busca por terras onde a justiça garanta o mínimo desejado por todos: que a lei seja igual para todos.
Este é o fato presente e a verdade inegável do pântano chamado Brasil!
Minha geração foi se esgotando na idiota discussão entre esquerda e direita e ainda continua imbecilizada na disputa entre "nós e eles", criada pelo inculto Lula e o seu séquito.
Não enxergaram um palmo na frente do nariz da essência da democracia. Foram comprados com pixulecos, carros, sítios e apartamentos.
Não sei quantos jovens lerão este texto e terão a capacidade de interpretar e aprofundar a discussão.
Aos meus quase 70 anos, faço o que está ao meu pequeno alcance.”

 Em Direito Penal, essa “coisa” causa problemas ainda mais graves.

 No TJRS, na Apelação Criminal 70057362683, um traficante foi absolvido da acusação de  porte ilegal de armas sob alegação de precisar da arma para se defender dos outros traficantes.

 Enquanto isso, o cidadão de bem que tiver uma arma para se defender de bandidos, a justiça prende. http://portaljustica.com.br/noticia/2353/traficante-de-drogas-e-absolvido-por-portar-arma-para-se-defender-dos-concorrentes 

  Se isso ocorre no Poder Judiciário do RS, notoriamente um dos mais qualificados, o que sobra para o resto do país?

  O STF passou a incentivar o roubo?

 O seu celular foi roubado? Se custar menos de R$500,00, o ladrão pode nem ser preso em flagrante! E mesmo se custar mais de quinhentos reais, o meliante será solto na audiência de custódia! http://www.conjur.com.br/2017-mai-16/principio-insignificancia-aplica-furto-celular-stf?utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook  

  "Estamos cansados" frisa ROGOWSKI no Blog do Forum Justiça e Cidadania, disponível em http://forumjusticaecidadania.blogspot.com.br/2013/05/estamos-cansados.html

justica longe.jpg

 Segue um exemplo de superficialidade no RESP 70054555362(CNJ: 0180163-14.2013.8.21.7000) onde repetem a decisão recorrida afirmando estar adequada ao entendimento do STJ.

  Contudo, não há qualquer relação do julgamento do STJ citado (aqui destacado em cor vermelha) com o caso concreto.

  A acultura superficialidade impregnada nos operadores jurídicos os faz achar “normal” indeferir usando "modelões" sem esforço nem mesmo de escolher o modelo adequado ao caso. As decisões dissonantes da realidade dos autos fazem parte do dia a dia.

   Um processo sobre um contrato de entrega de laranjas pode “decidido” mediante uma decisão tratando de mortadelas porque, fascinado pelo charme de seu colega, o estudante que editou a decisão escolheu o modelo errado e ninguém conferiu!

    Virou, de fato, uma encenação!

   Em 25/09/2017, trocava ideias com Bibo Nunes e o Professor Cesar Augusto Cavazzola Jr. sobre se seria possíveis medidas judiciais contra falso-humanismo desencadeador do desmanche.

  O falso-humanismo globalista gerou a impunidade e incentivou os bandidos a fazer o mal.  Mesmo um bandido pedófilo como o preso dia 23/9/2017 (Processo 2.17.0082128-6 Serviço de Plantão do Foro Central de Porto Alegre: “Vistos etc. Homologo o presente flagrante, eis que presentes os requisitos legais. De outra banda, trata-se, em tese, de estupro de vulnerável, eis que a vítima é criança, o que torna o fato ainda mais grave, cometido em local público, o que demonstra uma grande audácia do flagrado, o qual pelo vídeo juntado ao presente expediente, [- vídeo privado em https://vimeo.com/235417352 senha chega-de-falso-humanismo -] fica demonstrado com clareza meridiana, a autoria delitiva. Assim, trata-se de fato grave, que nitidamente, ofende a paz social e ordem pública. Ante o exposto, converto a presente prisão em flagrante de JUAREZ GOMES FLORES, em preventiva, como garantia da ordem pública, nos termos do art.312 do CPP.” Felipe Keunecke de Oliveira, Juiz de Direito) fica detido pouco tempo. As entidades de "direitos dos manos" financiadas pelos suado dinheiro dos nossos impostos, sem se preocupar com as consequências, fazem DE TUDO para libertar o meliante. Nesse tipo de caso, cedendo à pressão, algum setor do Judiciário termina, em algum momento, soltando antes de cumprir toda a pena. Isso acontece porque o Sistema Jurídico foi desmanchado, do ponto de vista de sua eficácia, pelos globalistas e sua entourage psicopateta com o discurso ventríloquo falso-humanista.

  Mais de vinte e cinco anos de ensino e pesquisa sobre o que denominamos de "encenação jurisdicional", o julgamento formal sem o efetivo e ponderado exame das questões.

 Processos sobre um assunto terem uma "respeitável" decisão a respeito de outro tema porque o estagiário, leia-se, o estudante de direito, pegou o modelo errado, não conferiu porque o assessor iria revisar; este não olhou nada, achando que o chefe de gabinete que tem a senha da assinatura digital do juiz olharia e…

 Ninguém olhou e era isso! Há até "respeitável" sentença prolatada sem ser aberto o laudo pericial entregue em um envelope fechado pelo perito Henrique Witller https://www.facebook.com/henrique.wittler?ref=br_rs  Sendo volumoso, o escrivão juntou o laudo no envelope lacrado, anexando-o como um volume extra ao processo. O processo foi para o gabinete e o juiz, ou alguém, “por ele” - Pode? Essa gente acha "normal" uma decisão judicial ser prolatada por um(a) estudante e sem chances de revisão pelo juiz porque, considerando os gabinetes prolatarem centenas de decisões toda a semana, nem trabalhando 12 horas por dia quatro dias por semana [porque, em um dos dias, há sessão de julgamento] não há tempo para a revisão: um juiz não conseguiria examinar trezentos processos - mais de 75 por dia! - A respeitável(!?!?!?) sentença deferiu a estultice sem olhar o anexo lacrado, contendo o laudo, o qual, em cem laudas, provou cabalmente ser, o pedido, uma estultice contrária à ciência. A "respeitável" sentença condenou o réu a uma indenização vultosa, hoje mais de um milhão, baseada numa afirmação cientificamente falsa. Acha ruim? É muito pior!

 O réu recorreu, o processo foi para o Tribunal de Justiça onde foi levado para a sessão de julgamento com uma minuta de voto confirmando a decisão pelos seus próprios "fundamentos", provavelmente elaborada a partir de algum desses modelões por algum(a) belo(a) jovem estagiário(a). E o laudo continuava lacrado.

 Não fosse a diligência do advogado o qual, presente, insistiu tanto no laudo que o Relator terminou rompendo o protocolo e questionando o advogado de que laudo que ele falava…

 Houve processo condenando um prédio a pagar uma indenização,...

  Passariamos a semana inteira, todo o mês, todo o ano, relatando os casos teratológicos.

  Enquanto as defesas de direitos justos não são sequer examinadas, os bandidos pagam fortunas, com o dinheiro que nos roubaram(!), aos escritórios especializados em obter atenção, como ilustra o caso de Lula onde já houve cerca de duzentos recursos e sucedâneos recursais:

  LULA e outros que roubaram, usam o dinheiro para monopolizar o JUDICIÁRIO:

  Quando da imagem acima, no primeiro semestre de 2018, somavam 78 os recursos de Lula. Muitos mais seguiram. Reiteradas petições são apresentadas no STF pedindo para suspender os efeitos da condenação (chegou a ocorrer Despacho do Min. Fachin, relator da Lava Jato, retirando a análise da Segunda Turma para o Plenário).

 O STF, nos dois últimos anos, quase que só trabalhou para o  Lula.

 80 recursos só do caso triplex:

9 agravos de decisão de recursos Especial e Extraordinário

9 habeas corpus

5 recursos especiais

5 recursos extraordinários

3 agravos em habeas corpus

3 agravos internos em habeas corpus

3 exceções de suspeição criminal

2 mandados de segurança

2 embargos de declaração

1 recurso criminal em sentido estrito

1 apelação criminal

1 embargo de declaração contra acórdão

1 embargo de declaração em embargos de declaração em apelação criminal

1 agravo regimental

7 habeas corpus

3 agravos regimentais

2 agravos em Recurso Especial

1 reclamação

1 embargo de declaração

1 pedido de reconsideração

1 pedido de tutela provisória

1 recurso extraordinário ao habeas corpus

4 agravos regimentais

2 reclamações

2 habeas corpus

1 ação civil originária

1 embargo de declaração em habeas corpus

1 petição

1 recurso extraordinário com agravo

2 exceções de suspeição criminal

1 embargo de declaração

1 exceção de incompetência criminal

1 incidente de falsidade criminal.

Quem pagou isso?

Nós!

Os advogados são pagos com dinheiro que foi roubado de nós. Toda a estrutura estatal caríssima do STF somos nós quem pagamos.

  Em 7/7/2018, aproveitando o então Juiz Federal responsável pela Operação Lava Jato, Sergio Moro, estar em férias, um petista, tornado Desembargador por Lula, assumiu o plantão do TRF-4, e mandou soltar o seu ex-chefe criminoso. Esse habeas porcus foi a 80° tentativa de soltar Lula. Seria cômico não fosse trágico causando vergonha perante o mundo jurídico. Esqueceram que o juiz, assim como o policial (art. 301 CPP) sempre estão incumbidos de suas missões, ainda que de férias.

 O juiz petista devia se declarar suspeito de julgar casos de notório conflito de interesses por parentesco, afinidade política ou de negócios. Não fazê-lo é ilegalidade grave. Viola a imparcialidade indispensável à jurisdição e acarreta nulidade como demonstra o e-book TGP em http://www.padilla.adv.br/processo/tgp/ 

  Um juiz ser parcial é non sense, contudo, os paradoxos são resultados do marxismo, uma ideologia pregando a mentira como normal e uso de qualquer meio ilegal para acabar com os inimigos, isto é, todo aquele que não for do partido…

 Segundo a Ministra Eliana Calmon, esse comportamento ilegal e abusivo de juízes causa grave lesão à ordem jurídica. Assista os 3 minutos do vídeo aqui: https://vimeo.com/279086514 ou https://www.facebook.com/1769120210022545/posts/2113466848921211 

 Sergio Moro estancou a libertação do líder da maior quadrilha da história alertando a Polícia Federal a esperar o Relator do processo.

 O juiz petista prolatou uma segunda ordem de libertação.

 O Relator do processo ratificou a orientação de Moro à Polícia Federal expondo a ilegalidade da decisão do juiz petista. Este praticou um terceiro ato de parcialidade incluindo assinar um alvará de soltura.

 Como no final da Ópera Il Pagliacci, de Ruggero Leoncavallo, "... Enquanto a multidão recua horrorizada, o enlouquecido e exausto Canio fala: ´E finita la comedia´ ", a opereta da política nacional foi encerrada pelo Presidente do TRF logo após a Associação dos Juízes Federais criticar a ilegalidade dos atos do petista. Saiba tudo sobre essa comédia aqui: https://docs.google.com/document/d/e/2PACX-1vQbh8ihDMxyFFSqRacexnuKWpAlAx_PbyVbapYVG6Ds1iFBor6thkWQzBNr1jLOYFnWSTECfEelyl_4/pub 

  Sergio Moro, o juiz faixa preta 🥋, contra golpeia a indecência!

 Poucos minutos antes de mudar o plantão do TRF4 em 8 de julho de 2018, mais um, somando 79, procedimentos querendo livrar o criminoso Lula e, desta vez, obteve liminar.  Confira o inteiro teor do Habeas Corpus nº 5025614-40.2018.4.04.0000 aqui: https://docs.google.com/document/d/e/2PACX-1vQbh8ihDMxyFFSqRacexnuKWpAlAx_PbyVbapYVG6Ds1iFBor6thkWQzBNr1jLOYFnWSTECfEelyl_4/pub 

 Sergio Moro, o juiz faixa preta 🥋,  aplicou um contragolpe na indecência https://www.facebook.com/1769120210022545/posts/2112567812344448/ 
 Alvíssaras a http://bit.ly/sergio-moro  o qual, mesmo em férias, segue atento à luta contra a corrupção!

  O Desembargador Federal JOÃO PEDRO GEBRAN NETO, Relator do processo, alertado pelo Juiz Federal Sergio Moro, confirmou a ilegalidade do despacho de Favreto. O inteiro teor da r. Decisão do Relator está aqui: https://docs.google.com/document/d/e/2PACX-1vQbh8ihDMxyFFSqRacexnuKWpAlAx_PbyVbapYVG6Ds1iFBor6thkWQzBNr1jLOYFnWSTECfEelyl_4/pub 

 O Presidente do TRF4, Desembargador Federal Thompson Flores, pôs fim à discussão confirmando a análise que a Associação dos Juízes Federais havia antecipado, em nota, sobre a ilegalidade do ato de Favreto.

 No início do milênio, esse juiz Favreto foi-me apresentado em um evento como professor de processo referindo-me um assunto sobre o qual eu havia desenvolvido uma tese inédita. Inocentemente, comentei sobre meu livro e, como ele revelou interesse, busquei um exemplar no carro e lhe presenteei.
 Contudo, o “interessado” nunca mais falou comigo e nem respondeu a e-mails - meio mais usado de comunicação entre professores na época. Achei muito estranho, comentei com um Colega que me explicou: Rogério era petista!
Quem prega a utopia esquerdista costuma ser intelectualmente desonesto e dissimulado
http://bit.ly/desumanos

  De fato, Rogério Favreto é petista. Procurador Geral do Município de Porto Alegre em 3 governos do PT, ocupou cargos de confiança no governo Lula. A lei exigia dele declarar-se suspeito para examinar processos de seu ex-chefe e correligionário.

 Ao invés de cumprir a legislação, mandou soltar Lula 🦑 mediante um pretexto esdrúxulo: o “fato novo” da pré-candidatura de Lula estampada nas manchetes e pesquisas há mais de ano.

  Desembargador por cochilo da OAB e do TRF os quais poderão ter a decência de afastá-lo das funções e, nas futuras listas para juízes, rejeitar pessoas comprometidas ideologicamente e demais radicais. Não podemos permitir, em cargos de poder, comprometidos com radicalismo utópico o qual a história demonstra ser uma farsa e pretexto para causar o mal.

    Beijando Lula, quando da posse de Toffoli no STF, chegaram a achar que seria o desembargador Rogério Favreto (fake news espalhado pelos desinformantes globalistas para nos confundir, saiba mais em http://bit.ly/espiral-silencio ).

 Fotos no instagram do então Senador Magno Malta, (não fez votação suficiente para se eleger pelo estado do Espírito Santo para 2019-26), na inferior, abraçando Lula, é o petista Favreto. Contudo, o jovem com Fidel Castro é outra pessoa. No dia seguinte à publicação, avisado ter espalhado um fake news, Magno Malta ocultou a publicação https://www.instagram.com/p/Bk_MGwGFXTf/?utm_source=ig_share_sheet&igshid=2qxgmtmqy6ha

 Ao mesmo tempo, circulou nas redes sociais um pedido aos patriotas. Suplicava respeitarem a privacidade do Des. Favreto e não telefonar para 51-32764389 ou 51-37373998 na sua casa, no Condomínio dos Montes, na Avenida Nonoai, em Porto Alegre, nem no celular 51-995361913.  Também rogava evitar o importunar, aos sábados, no Café Jean Pierre, Pâtisserie et Boulangerie, Rua Engenheiro Antônio Rebouças 74, Bela Vista, cep 90440-120, fone 51-33328142, junto à Caixa D'água do bairro Bela Vista da capital gaúcha, o qual costuma frequentar.

 Juiz comprometido com ideologia age ilegalmente: é parcial e julga conforme sua preferência!
 A imparcialidade é indispensável à jurisdição, é a característica essencial que a define e distingue da administração. Confira meu e-book de TGP on line no meu portal html...
Os petistas são parciais.
A doutrina que seguem prega a mentira e a desonestidade como meios.
Portanto, jamais poderiam ser juizes,  
A história demonstra a utopia esquerdista ser uma farsa e só causar destruição e mortes.
Invariavelmente, é pregada por psicopatas e sua entourage psicopateta,
É pretexto para assassinatos e todo tipo de maldades!
Quem prega socialismo costuma ser intelectualmente desonesto e dissimulado:
http://bit.ly/desumanos e http://bit.ly/perigosos 
 Ministra Eliana Calmon explica a ópera bufa domingueira.
Enquanto os cidadãos levam meses ou anos para suas causas serem julgadas na justiça superior, globalistas conseguem julgamentos rápidos e repetidos várias vezes ao mês ou até na semana 😱 até aparecer algum juiz que seja "amigo". Já houve mais de 80 decisões de pedidos de liberdade de Lula. Até a façanha de ter 5 decisões em um domingo!
Lamentavelmente,
os juízes esquerdistas não se declaram suspeitos de julgar casos de notório conflito de interesses por parentesco, afinidade política ou de negócios. Trata-se de ilegalidade grave violando a imparcialidade indispensável à jurisdição. A ideologia marxista prega a mentira e uso de qualquer meio ilegal para acabar com os inimigos, isto é, todo aquele que não for do partido... Assista ao vídeo completo em https://vimeo.com/279086514 ou https://www.facebook.com/1769120210022545/posts/2113466848921211 / 

 

  Visionário, percebi, há mais de vinte anos, onde ia nos levar os rumos quando adaptaram o bom funcionamento do antigo Juizado de Pequenas Causas da Lei de 1984 para a, então, nova Lei 9.099 de 1995 criando os Juizados Especiais Cíveis e Criminais...  Se gostar, e tenho certeza que qualquer pessoa decente vai, por favor compartilha: precisamos tirar o pais do marasmo promovendo a conscientização!

 Como se chegou a esse cotidiano de horrores? http://bit.ly/mazelas http://bit.ly/aculturadasuperficialidade http://padilla-luiz.blogspot.com.br/2013/07/acultura-superficialidade-encenacao.html

http://bit.ly/hipnose-massa

 Proteja-se da política desumana de idiotização reduzindo a saúde mediante alimentação tóxica e não nutritiva… Descubra o que não querem que saibas

  O que está acontecendo com o Sistema Jurídico no Brasil? Como afeta a vida de todos nós?  

http://padilla.jusbrasil.com.br/artigos/354382162/a-acultura-do-medo-programada-e-as-mazelas-da-acultura-da-superficialidade

As mazelas da acultura da superficialidade

Artigos | Publicação em 23.07.12 em http://www.espacovital.com.br/noticia-27693-as-mazelas-acultura-superficialidade

ARTIGOS

Por Luiz R. N. Padilla,

professor da UFRGS e advogado (OAB/RS nº 16.697)

 

Os recentes artigos dos colegas João Francisco Rogowski e Joaquim Falcão, entre tantas reclamações, cada vez mais frequentes, refletem a insatisfação com esse fenômeno acultural de viver superficialmente, e suas mazelas: o vício da improcedência, indenizações pífias e honorários aviltantes.

 

Já registrara o Espaço Vital - em artigo que escrevi - que a encenação jurisdicional começou nos anos noventa.

 

Há 20 anos, os juízes usavam um mês de seus dois de férias para produzir dezenas de sentenças. Ponderar a razão? Mensurar valores? Demora e consome energia! Hoje, o que um experiente juiz precisava um mês para sentenciar, um imaturo estudante faz numa tarde com ´modelões´ e desculpas. Na pressa, sequer folheia, e "era isso"...

 

Se não houver alguém importante e do círculo de influência a pedir o exame, a praxe é essa, ninguém examina p... nenhuma. O jurisdicionado que vá catar coquinhos! Descarga de consciência? "Se não for isso, recorrem e o tribunal corrige."

 

Risos! Ali também chegou o vício do "achismo". Faz-se seis ou mais recursos até encontrar quem se digne a examinar (ex: REsp nº 13703/RS).

A linha de frente do Judiciário é constituída de jovens que se consideram modernos. Contudo, exalam os ares fétidos da decadência do Império Romano: "Carpe diem!" Acreditam poder não haver amanhã! Cresceram sob o bombardeio de falsas crenças, estímulo à inveja, ao sexismo e egocentrismo. Sofrendo sobrecarga de “informações” irrelevantes, incompletas e distorcidas pela mídia que mistura de realidade, ficção e imagens manipuladas e apologia o aparentar, a superficialidade, e a pseudo-reflexão.

 

Acham "normal" a pressa de viver o presente até o esgotamento, e inverter valores. Como podem achar normal decidir sem ponderar nem estudar? Falta alguém os acordar desse torpor.

 

Quem luta contra, sofre desrespeito, repetidas vezes. Humano, perde a paciência... Ai, invertem os valores! A vítima, é escorraçada! As pessoas bem intencionadas têm sido jogadas, umas contra as outras, por distorções da realidade, preconceitos, bullying, difamações, assédio, ameaças e medo, muito medo e abuso de poder! Percebi o nascimento do fenômeno, como registrou o Espaço Vital em 6 de julho de 2005 ("Desrespeito aos idosos, aos jovens e a todos").

 

Não consegui ser muito claro, porque sofria um intenso assédio na PGE-RS, em represália por combater a corrupção. Sobrecarregado com três vezes mais processos do que os meus colegas de equipe. Um dos procuradores de melhor desempenho na defesa judicial, e que jamais causou prejuízo ao interesse público, demitido sem direito a recurso suspensivo, sob um pretexto. Enquanto outro procurador, envolvido no escândalo do Detran, e preso por corrupção, foi aposentado com proventos integrais!

 

No mandado segurança nº 70018675462 no TJRS, a represália prometida. Após sete embargos de declaração questionando a desculpa inventada para obter maioria no julgamento do Agravo Regimental contra o indeferimento da inicial, o Relator aposentou-se. Concluso um ano, o novo ameaçou com multa por má-fé. Recurso Ordinário, no STJ. Acessem o link.

 

Causas da corrupção, morosidade da justiça e violência? Vejam em meu blog - o link vai indicado mais adiante.

 

luizrobertonunesos@padilla.adv.br

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* Veja no Youtube - Palestra de Mário Sérgio Cortella

* Causas da corrupção, morosidade da justiça e violência - Blog do autor deste artigo

Publicado em 23.07.12 em http://www.espacovital.com.br/noticia-27693-as-mazelas-acultura-superficialidade

Para acessar outros arquivos na Rede de Conscientização: https://drive.google.com/folderview?id=0B2CNDxRTI8HAcVl3cFc0M09hZ3M&usp=sharing

Justiça morosa e corrupção política,  

causas e soluções

  Luiz Roberto Nuñes PADILLA, Professor da Faculdade de Direito da UFRGS

Desde a fundação do IBDP, Instituto Brasileiro de Direito Processual, há 53 anos, no dia 15 de agosto de 1958, na nossa Faculdade de Direito, da Universidade do Rio Grande do Sul, houve profundas transformações.

De Faculdade de Direito UFRGS

Das profundas transformações políticas, econômicas, sociais e jurídicas:

Até a década de 50, mais de 70% dos brasileiros moravam na área rural. A economia era fraca e predominantemente primária; não havia indústria de automóvel; a quase totalidade dos fogões era a lenha. Eletrodomésticos como fogão a gás e geladeira eram artigos de luxo; telefone e televisão eram raríssimos. Hospitais particulares eram uns poucos ligados às colônias de imigrantes. Particulares, somente escolas religiosas.

A família brasileira, até os anos 50, era extremamente tradicional e conservadora. A mulher casada não era capaz para a prática dos atos da vida civil, devendo ser sempre assistida pelo marido. Ao se desquitar sofria preconceitos e vergonha. O racismo não era motivo de debates, porque o negro brasileiro não desenvolvia movimentos sociais de protestos e reivindicações. A estrutura social era marcada pelo coronelismo. “Casa grande e senzala” ainda eram perceptíveis. O transporte era deficiente e as comunicações inexistentes. Professores eram valorizados, e os vencimentos que auferiam no ensino público permitia-lhes sustentar suas famílias, na qual a mulher não trabalhava, e ter os confortos da época, como o de dispor de empregados domésticos.

Na década de 50, o Brasil passou a viver uma experiência política esperançosa, reflexo da Constituição Federal de 1946 e do clima liberal posterior à morte do Presidente Getúlio Vargas. Saiba mais sobre o tempo e a influência desse ex-aluno da UFRGS,aqui  http://www.padilla.adv.br/prof/getulio.htm

No campo social, foram as maiores e mais importantes mudanças da história do Brasil. A população migrava para as grandes cidades. Rio de Janeiro ainda era a Capital da República e exercia atração natural aos que pretendiam seguir as carreiras públicas e, como metrópole, desenvolvia-se nas artes, no turismo, na indústria naval e do petróleo. São Paulo atraia cada vez mais trabalhadores para a indústria e o comércio. Em 1958, sob a Presidência de Juscelino Kubtischek, a construção de Brasília, nova capital do país, em grande otimismo, embriagou a economia em euforia. Também criou uma alternativa ao movimento migratório nordestino para o sudeste.

Nas artes, 1958 marca o surgimento da “bossa nova”, afirmado na música “chega de saudades”, de Tom Jobim e Vinícius de Moraes, lançada  no LP “Canção do amor demais”, na voz de Elizeth Cardoso e violão de João Gilberto.      No esporte, o pais que se denominava“do futebol” venceu, pela 1ª vez, uma Copa do Mundo;  revelou Pelé, autor de 2 gols na final, o qual se tornaria, nas décadas seguintes,  o maior notório e conhecido ser humano de todos os tempos: http://www.padilla.adv.br/desportivo/idolatrial/ 

Após o regime centralizado da Velha República e da ditadura do Estado Novo, em contraponto seguiu-se a exacerbação da liberdade. Todos podiam exprimir livremente seus pensamentos e ideologias. Qualquer partido político seria aceito e os de esquerda saíram da clandestinidade. Contudo, justamente os regimes fechados desencadearam as mais intensas modificações estruturais criando novos paradigmas, como o Direito do Trabalho, o Direito Desportivo, e o acesso à Justiça:http://www.padilla.adv.br/teses/normas/

Das mudanças globais:

O Brasil foi afetado por acontecimentos, em todas as áreas, cujos reflexos ainda são observados. Em 1958, o Tratado de Roma funda a Comunidade Econômica Européia; O Cardeal Angelo Roncalli, Papa João XXIII, convocou o Concílio Vaticano II; A renovação constitucional na França instituiu a Cinquième République. Mao Zedong (então Mao Tse-Tung), inicia a forçada industrialização na China, o “grande salto” para a “revolução cultural” dos anos 60.

O ditador Fulgêncio Batista abandonara Cuba a Fidel Castro que, colocando mísseis soviéticos apontados para a Flórida, levou ao extremo a guerra fria quase desencadeando uma IIIª Guerra.

Nikita Khrushchovv, que denunciou os crimes de Stalin, iniciou uma competição de duas décadas entre a União Soviética e os Estados Unidos (Einsenhower/Kennedy): O ícone do desenvolvimento econômico e militar, a corrida espacial, criou novas tecnologias em ritmo cada vez mais acelerado. O inconsciente coletivo, impregnado de ansiedade, sobrecarregado de novidades, e borbardeado por crenças disseminadas pelos lobistas dos controladores globalistas, impôs padrões de consumo alimentados pela pseudoreflexão, açodada e superficial.

De IBDP

Das mudanças forenses e da criação do IBDP:

O consumismo, o coletivismo, o multiculturalismo e a globalização mudaram o perfil dos conflitos jurídicos. Embora faltem estatísticas precisas, a maioria dos tipos de conflitos que, hoje, encontramos nos tribunais, são posteriores ao processo trabalhista, e ao acesso à Justiça (Lei 1.060/60): http://www.padilla.adv.br/desportivo/idolatria/

O primeiro código de processo civil unitário do Brasil, de 1939, mal entrara em vigor, quando o país foi agraciado pela primeira experiência renovadora: Um dos maiores processualistas italianos, Enrico Tulio Liebman, fugiu das atrocidades da Guerra Mundial e, temporariamente afastado da cátedra em Milão, proporcionou a consolidação técnico-científica do direito processual brasileiro. Promoveu encontros, sábados à tarde, fomentando uma geração de professores que (equivocadamente ao nosso sentir) foi denominada de Escola Paulista de Direito por Niceto Alcará Zamora y Castillo. Se, de fato, Alfredo Buzaid, Bruno de Afonso André, Frederico Marques, Luiz Eulálio de Bueno Vidigal, entre tantos outros paulistas, a integravam, faltou homenagear aqueles que transpunham as grandes distâncias em transportes precários, como os professores Galeno Lacerda (Porto Alegre/RS), Alcides de Mendonça Lima (Pelotas/RS), Edson Prata (Uberaba/MG).

Alguns desses professores associaram-se com índole científica, para aprimorar o direito processual:

“Aos quinze dias do mês de agôsto do ano de mil novecentos e cinqüenta e oito, na Faculdade de Direito de P. Alegre, da Universidade do Rio Grande do Sul, presentes o Sr. Diretor, Prof. José Salgado Martins, e os Srs. Professores Luiz Eulálio de Bueno Vidigal, Alfredo Buzaid, José Frederico Marques, Bruno de Mendonça Lima, Alcides de Mendonça Lima, Vicente Marques Santiago e Galeno Vellinho de Lacerda, foi decidida a fundação do Instituto Brasileiro de Direito Processual Civil (I. B. D. P. C.).”

“A idéia de fundação do Instituto, que vinha sendo difundida nos meios universitários, encontrou caloroso acolhimento na sessão de encerramento dos trabalhos da “1ª Semana de Estudos de Direito Processual Civil”. O momento e o local escolhidos para a concretização daquela idéia, representam uma homenagem do Processualistas Brasileiros ao Estado do Rio Grande do Sul, que, no ano corrente, celebra o cinqüentenário de promulgação do primeiro Código Estadual de Processo Civil elaborado no Brasil. O referido código, trabalho pessoal do ilustre Dr. Antonio Augusto Borges de Medeiros, foi, a pedido dêste, estudado, emendado e refundido por uma comissão de professores da então Faculdade Livre de direito de Pôrto Alegre, tornando-se lei em 15 de janeiro de 1908.”

De IBDP

Da manipulação globalizada:

Podemos considerar a Copa do Mundo de 1966 como o marco da globalização. Quando 400 milhões de espectadores a assistiram, até mesmo os cartolas norte-americanos que haviam acabado com o futebol nos EUA, nos anos 30, recriaram aquele esporte que, como um negócio, não parava de crescer. Leia sobre isso e veja imagens em http://www.padilla.adv.br/desportivo/idolatria/

Por aquela época, as lutas atingiram o apogeu de crescimento no Sec. XX; eram da moda e estavam na mídia. Contudo, as Artes Marciais são uma eficaz defesa contra a acultura da superficialidade e dificultam a terceirização do pensamento; Ademais, os grandes mestres em artes marciais são éticos, disciplinados, dotados de elevada percepção e de poder de curar, características abominadas pelos lobistas dos controladores globalistas das multinacionais de medicamentos, as empresas mais ricas do mundo, que manipularam as crenças e valores para semear doenças e ampliar os seus lucros. Contudo, apesar de todo esforço em acabar com as lutas, como sementes que caem próximas – entre os que observavam os benefícios nos parentes, amigos e colegas - espalharam-se até que, em 2011, as lutas superaram a audiência dos jogos dos campeonatos estaduais de futebol profissional, e a Rede Globo percebeu que não podia ficar de fora. Leia mais sobre isso em http://sindiplam.blogspot.com.br/2013/03/lutas-e-artes-marciais-tripartem-o-foco.html

Jogar uns contra os outros é uma das principais estratégias dos lobistas dos controladores globalistas (psicopatas coletivos) e dos políticos , sabias?   A maioria da população urbana brasileira cresceu sob a influência da acultura da superficialidade; e acreditam que viver cercados de paradoxos e conflitos, e impregnados de medo é "normal".

Quem está dominado pelo medo, não consegue pensar com clareza. As emoções intensas, como a raiva e o empilhamento de frustrações,  também oblitera a capacidade de pensar. Como funciona o processo de pensamento? http://www.padilla.adv.br/processo/pensamento 

Para facilitar a manipulação coletiva, os paradoxos cotidianos empilham frustrações, alimentam a raiva e a insegurança, das tragédias anunciadas, impondo padrões de comportamento e consumo, criando a "aldeia global" profetizada por Marshall McLuham ("Os meios de comunicação como extensões do homem" Cultrix, 1969; traduzido por Décio Pignatari de "Understanding Media: The Extensions of Man", New York, 1964, McGraw-Hill).

Para anular as pessoas decentes,  passamos a sermos jogados, uns contra os outros; Fomentam os conflitos, desde os entre as gerações, até os das classes de um mesmo setor; alunos são jogados contra os professores; empregados contra os empregadores; nos mais diversos grupos de interesse, são criados antagonismos artificialmente alimentados, como os entre heteros e GLST:    Todos - heteros e GLST - querem ser felizes, e ter liberdade de vivenciar as suas convicções e desejos. Se o mundo é tão grande, jogar uns contra os outros só interessa aos que querem fragmentar a sociedade em grupos fratricidas para facilitar sua dominação – Maquiavel: Dividir para conquistar! Tem sido assim há muito tempo!

Enquanto a sociedade está entorpecida por esses paradoxos, os psicopatas disfarçadamente empurram uns contra os outros. O medo, e todos esses e tantos outros conflitos, num ambiente desprovido de mobilidade urbana, as pessoas decentes estão isoladas. A maior corrupção do planeta sustenta-se sobre a fragmentação da sociedade onde todos estamos sendo jogados uns contra os outros... Como isso aconteceu?   http://padilla-luiz.blogspot.com.br/2013/03/medo-e-imobilidade-urbana-alimentam.html

A maioria da população acredita em falsas crenças e acha "normal" a inversão de valores.

Até a imprensa, apesar de composta por pessoas bem intencionadas, incentiva os paradoxos, a perplexidade, e as emoções que limitam;  e não divulga informações que permitiriam que a população pensasse com clareza, especialmente com relação à saúde:     Para que o corpo e o cérebro funcionem mal, dificultando ainda mais o raciocínio e facilitando a manipulação, a população tem sido envenenada.

Note o paradoxo atual: Há pessoas muito bem intencionadas querendo discriminalizar as drogas; ao mesmo tempo, acontece uma demonização do álcool o qual, antes mesmo da civilização, usado moderadamente é um importante auxiliar para liberar as pressões da socialização. As drogas, ao contrário, só são úteis para fins ritualísticos ou medicinais; socialmente, seu uso é degradante para o indivíduo e perigoso para a coletividade (Padilla, Teoria Geral do Direito Desportivo 2013; Freud, “O mal-estar na Civilização”, 1930; Norbert Elias, The Civilizing Process, 1939; Jung, “Obras completas”, postmortem, 1982).

Contudo, em pleno Século XXI, se formos convidados para um coquetel, casamento, formatura, etc., não vamos relaxar. Porque ou não poderemos brindar, ou não voltaremos para casa. O risco de sermos duramente multados e até presos é alto! Se deixarmos o carro em casa, não disporemos de transportes coletivos e nem mesmo de táxi. Até quem tomar uma inocente homeopatia e dirigir também poderá ser preso como o pior dos criminosos. Enquanto os entorpecidos por medicamentos ou drogados ilicitamente passam incólumes pelas blitz. As estatísticas provam que apenas um pequeno percentual dos acidentes é causado por pessoas embriagadas. Assim, é muito mais perigoso, estatisticamente, você dirigir sóbrio, porque a probabilidade de você se acidentar é maior do que se beber moderadamente! Isso demonstra o quanto é hipócrita demonizar a bebida. Quando uma pessoa não pode relaxar com uma bebida, sob pena de não poder se deslocar, o recado subliminar é: "use drogas que não dá nada!".

Por trás dessa demonização da bebida, enquanto se discute a descriminalização das drogas, estão os mesmos lobistas que, desde os anos setenta, vem disseminando as drogas entre a juventude. Os jovens, em geral, dispõe de mais tempo, energia e motivação que os adultos. Em 1968 os jovens se mobilizaram e mudaram o mundo!

Para evitar que a juventude voltasse a se mobilizam, os lobistas dos controladores globalistas desenvolveram a acultura da superficialidade, disseminaram o consumo de drogas entre os jovens.   Dai a importância de praticar esportes de alto rendimento, meditação e artes marciais, os quais desenvolvem o raciocínio espacial e a capacidade de percepção, sendo que os dois últimos ainda ensinam a controlar o medo e as emoções, tornando a pessoa menos propensa a ser manipulada.  Acorde sobre como tudo isso tem sido feito para nos manipular  http://www.padilla.adv.br/processo/pensamento/superficial/

Do sistema processual repleto de boas intenções:

Desde que o Instituto Brasileiro de Direito Processual nasceu, na Faculdade de Direito da UFRGS, em 1958, o Brasil possui três  sistemas de processo civis, nenhum deles eficiente.

Do 1º modelo processual civil:

No CPC de 1939, vigente até 1973, herdamos práticas das Ordenações e dos Códigos Estaduais. Repleto de arcadismos, sem preocupação com efetividade, chegava à esquizofrenia no sistema recursal. Qual o meio adequado de impugnação? Apelação ou o agravo de petição seriam cabíveis conforme fosse terminativa ou extintiva a sentença.

A mudança moral em sedimentação, estimulava os malabaristas a manobras protelatórias:

“...o processo jurídico era informado pela moral vigente, que exigia uma postura ética: O processo judicial era uma exceção à regra do adimplemento espontâneo das obrigações. As discussões se limitavam à divergência de interpretar a aplicação da lei. Raras, porque o imobilismo era característica imposta por assegurar a paz social. A sociedade era estruturada sobre a obediência civil e simplesmente não tolerava quem não adimpliu as suas obrigações!

“A quebra da bolsa afetou os costumes. Até então, o inadimplente era discriminado pela sociedade. Ninguém queria passar por esse constrangimento, havia o cumprimento espontâneo das obrigações.

“Após 1929, muitas pessoas, simultaneamente, perderam tudo. O inconsciente coletivo começou a ter tolerância com o inadimplemento. Não tardou para que algumas pessoas, percebendo a vantagem financeira de não cumprirem com as obrigações, iniciassem uma onda de desobediência civil. Antes desprezível, cresceu, aumentando a quantidade de demandas nas quais as indagações importantes, e de complexidade, perdiam-se em meio a uma grande quantidade de litigâncias lucrativas. O mau exemplo do Poder Público sobrecarregou o sistema judicial. Luiz R. N. Padilla, TGPs - Teoria Geral dos Processos: Processos de pensamento e de comunicação, e as modalidades jurídico-administrativas, cíveis, desportivas, eleitorais, legislativas, penais e trabalhistas; p. 8, in http://www.padilla.adv.br/processo/tgp/

Os inescrupulosos diziam aos prejudicados para “procurar seus direitos” ou “entrar na justiça” enquanto lucravam com a demora!

A tolerância com o comportamento ilícito acentuou-se no mau exemplo do poder público. Exemplo não é a melhor forma de ensinar, é a única! Como surgiu e se manteve essa forma de estelionato institucionalizado do precatório?

O precatório é um mecanismo protelatório e de fomento à corrupção, criado no início do Sec.XX no Rio de Janeiro. O poder público, até então, dava o exemplo. Quando uma condenação transitava em julgado, era paga. A desculpa de previsão orçamentária é prosopopéia flácida para acalentar bovinos, derrubar lagartixa da parede e que vem servindo para alimentar uma corrupção cada vez maior. Não há necessidade de previsão orçamentária de condenação judicial, porque esta pressupõe um fundamento lógico-jurídico de Justiça, princípio de igual ou superior hierarquia aquele que limita a disponibilidade dos recursos da população àquelas despesas previamente debatidas e aprovadas pelos representantes do povo. Quem administra recursos públicos (portanto: alheios) deve estar prévia e expressamente autorizado efetuar tal despesas. Diferente do setor privado, o administrador não pode decidir realizar uma despesa. Não é o caso da condenação judicial, a qual decorre do exercício de outro poder do Estado, sujeito a legitimação diversa: Imparcialidade Judicial versus Discricionariedade Administrativa in Revista da Faculdade de Direito da UFRGS, v.12, 1996, p.209-215; tb. em http://www.padilla.adv.br/teses/

“Então, lá no início do Século XX, bastaria ao juiz mandar pagar. Decisão judicial transitada em julgado se cumpria. Ao invés de impor respeito à autoridade municipal recalcitrante, criou um novo procedimento o qual, perceberam os políticos, permitir-lhes-ia cobrar polpudas propinas: A ameaça de longos anos de espera judicial para receber desintegra capacidade de resistência do credor: Ou paga o PF "por fora" ao dirigente político que detém o poder de autorizar o pagamento da despesa, ou a empresa “quebra”. Para pagar o PF, as empresas começaram a superfaturar os preços. E passaram a exigir PF cada vez maior. Dizem que, nas obras do Pan-2007, passou de 30%.  Isso explica porque, apesar de cobrar impostos mais caros do mundo, o Brasil oferece péssimos serviços públicos de saúde, educação, segurança. Corrupção, superfaturamento, etc., são constantes escândalos.

“O poder público dá o pior dos maus exemplos: Protelação e corrupção! As empresas protelam para lucrar. Apenas o fraco e pobre cidadão é obrigado a cumprir a Lei?

“Para acabar com a corrupção, basta extinguir o precatório. Num primeiro momento, a fase de transição poderá escalonar a mudança para reduzir o impacto de décadas de corrupção. E o poder público, quando a condenação transitar em julgado, passará a pagar imediatamente. Primeiro porque tem deve dar o bom exemplo. Segundo, porque concentra todo o poder econômico e político, e sua fonte de recursos é inesgotável, porque a arrecadação de impostos não para de crescer: http://www.impostometro.org.br/ ehttp://www.youtube.com/playlist?p=PLE1DFCDB647956B21/

Não obstante os prazos reduzidos e rigorosos, a Justiça foi ficando cada vez mais distante. A demora tornou a inadimplência mais lucrativa! Outrora um dos principais mecanismos para a realização da Justiça e paz social, o processo se tornou um expediente para aumentar o lucro dos inescrupulosos: Luiz R. N. Padilla, TGPs - Teoria Geral dos Processos: Processos de pensamento e de comunicação, e as modalidades jurídico-administrativas, cíveis, desportivas, eleitorais, legislativas, penais e trabalhistas. in http://www.padilla.adv.br/processo/tgp/

O precatório é um estelionato institucionalizado porque, havendo inflação, o credor está sendo induzido em erro, porque nunca irá, realmente, receber!

A litigância lucrativa é uma das piores formas de concorrência desleal:

Distorce todo o mercado, obrigando a concorrência a seguir o mau exemplo. Somada à inadimplência estatal, multiplicou a quantidade de processos.

De Encenação Juridicional?

Do 2º modelo processual civil:

O Código de 1973 vigorou, como um sistema, até a intensa reforma, em 1994. Embora o processo seja um mecanismo para realizar a Justiça e, através dela, fomentar a paz social, o CPC de 1973 é uma concepção encantadoramente filosófica, em uma disciplina eminentemente pragmática. A influência de Liebman, professor pouco habituado ao nosso tráfego forense, ensejou paradoxos e polêmicas. Por exemplo, propunha a efetividade e a oralidade do processo, contudo, conservava formalismos do CPC/1939.

As soluções que propunha à crise eram, teoricamente, ótimas. Faltavam mecanismos para as colocar em prática. Demonstra a dissociação da teoria e prática forense o fato, relatado por Carlos Alberto Carmona, no Congresso Internacional de Direito Processual, em Brasília, 1997:

De IBDP 1997

Presenteou um professor italiano com o CPC Anotado do Theotônio Negrão. O processualista italiano começou a folhear o livro, até se deparar com o Procedimento Sumaríssimo. Encostou-se na mesa e, cuidadosamente, leu do art. 275 ao 281. Ao encerrar o breve capítulo, assumiu um ar contemplativo. Fechou o livro, virou-se para jogá-lo sobre a mesa e, retornando, disse:

- Que maravilha essa legislação de vocês...

Carmona, que é alto (foto acima), sentia-se crescer ainda mais, quando o professor completou:

- Certamente não funciona!

Da importância da Faculdade de Direito da UFRGS na Reforma:

Quando o Código completava dez anos, em 1983, a Faculdade de Direito da UFRGS sediou o I Congresso Brasileiro de Direito Processual. Diversas teses apresentadas embasaram a Reforma Processual. Milton dos Santos Martins faleceu antes que a sua, sobre embargos infringentes, fosse convertida em lei, em 1994.

Extraviada a ata de 1958, decidiram elaborar nova ata de fundação do Instituto Brasileiro de Direito Processual, com a participação dos professores gaúchos Adroaldo Furtado Fabrício, Alcides de Mendonça Lima, Araken de Assis, Athos Gusmão Carneiro, Carlos Alberto Álvaro de Oliveira, Carlos Silveira Noronha, Galeno Velinho de Lacerda, Ovídio A. Baptista da Silva e Teori Albino Zawaski.

Em 1995, em Brasília, em membros presentes ao Congresso Processual, o Rio Grande do Sul perdia apenas para a sede e São Paulo. Contudo, de 1983 a 1997, apenas este gaúcho que voz fala foi admitido no Instituto! Por nossa sugestão e apoiados por Ada Pelegrini Grinover, Thereza Celina Arruda Alvim Wambier, Carlos Alberto Carmona, Petrônio Calmon, entre outros, na Assembléia Geral de 13-8-2000, alteramos o Estatuto, criando a administração regional, por Diretoria Executiva ombreada por Conselho Diretor. Com apoio de Nelson Nery Jr., apresentamos novos sócios gaúchos: Ademir Fernandes Gonçalves, Ana Luiza Carvalho Ferreira, Darci Guimarães Ribeiro, Dulce Helena Coelho Klein, Maria Berenice Dias, Maria Cristina de Oliveira Silva, Marco Aurélio Bortowski e Ricardo de Oliveira Silva (RePro 85/2-3). Repassamos fichas para inscrição de outras dezenas de professores gaúchos a Berenice Dias, a qual deu seguimento à formação da Diretoria Executiva Regional e, eleita presidente, isso ajudou a romper o paradigma que, até então, vinha obstaculizando sua promoção como a primeira Desembargadora gaúcha. Em 2000, o ampliado Instituto Brasileiro, com duas centenas de membros gaúchos, alterou o estatuto extinguindo a Diretoria Executiva Regional.

Segundo os processualistas estrangeiros, a legislação processual brasileira se tornara, na virada do milênio,  a mais moderna do mundo. E a contribuição gaúcha foi significativa. A legislação italiana modelo para a antecipação de tutela estava toda baseada na doutrina de Ovídio A. Baptista da Silva, o primeiro, no mundo, a defender tal possibilidade.

Contudo, apesar da lei, em 1994, elevar a ordem pública o princípio da lealdade, os juizes continuaram agindo como antes, quando o exame a conduta processual da parte dependia de pedido expresso da parte contrária. Previmos os males que provocaria ao sistema jurídico em alguns trabalhos, sobre princípio da lealdade; um é citado como referência, na Wikipedia:

De Wikipedia

Do 3º modelo processual civil:

Dos 10 projetos da Reforma Processual dos anos noventa, 4 leis com extensas modificações foram publicadas no dia 14.12.1994.

Pretendia dar um caráter satisfativo ao processo de conhecimento. Até o conceito de sentença foi alterado para se adequar a tal modelo: Antes, o fim do processo de conhecimento, agregou um apêndice, a fase de cumprimento. O processo de execução recebeu reformulação cosmética, quando necessitava um posicionamento ideológico e algumas providências simples:

No processo de conhecimento o autor pretende que reconheçam um direito, declare a existência ou não, de uma relação, ou extinga, ou modifique algum ato. O autor alega. O Estado-Juiz abre prazo para o réu responder. Busca o contraditório porque, no início desse processo, autor e réu são iguais:

De Igualdade até o final do Processo de Conhecimento

No processo de execução a situação é totalmente diferente. Mais do que um simples autor, quem postula é um credor. No pólo passivo, não é apenas um réu; o acionado é devedor. Exeqüente e executado situam-se a diferentes distâncias do órgão julgador. Os pratos da balança não têm o mesmo peso.  Porque o devedor tem uma sobrecarga, algo que deve ao credor, e o seu prato está mais pesado, fica abaixo. O autor é credor, contudo, falta-lhe algo, o seu prato está leve, e fica mais próximo. O Estado-Juiz deve restabelecer o equilíbrio: Retirar do devedor, e entregar ao credor:

De Disparidade até o final do Processo de Execução

Essa fase da Reforma quis se espelhar na Justiça do Trabalho. Contudo, limitou-se a adaptar regras, sem a preocupação de adotar os paradigmas que amparam sua eficácia na Justiça Trabalhista, a qual se baseia na presunção de disparidade entre as partes. No processo civil, a execução continuou sendo tratada com base no modelo de paridade e, conforme prevíramos, as mudanças cosméticas ampliaram a quantidade de atos e pioraram os problemas.

Hoje em dia, penso, seriamente, que meus bem intencionados Colegas do IBDP foram iludidos pelos lobistas dos controladores globalistas.

De Acultura da superficilidade egocêntrica

Das falsas crenças e valores invertidos dos lobistas dos controladores globalistas:

(sofisma 1)  julgar procedente estimularia o ajuizamento de demandas?

(sofisma 2)  indeferir reduzirá o volume de ações?

Os processos que envolvem órgãos governamentais e instituições financeiras representam mais de 90% das ações. Se os eliminarmos, ao invés de julgar centenas de processos por semana, cada órgão jurisdicional prolataria algumas dezenas de decisões. Com dez vezes mais tempo, ponderariam sobre as informações seriamente coletadas, produzindo magníficas decisões. Estas, por sua vez, estimulariam o comportamento ajustado, e a sociedade teria um nível, jamais alcançado, de paz social.

Você já se perguntou porque há tanta violência e insegurança se esta geração atual é a mais preparada e toda a história humana? Tal paradoxo só explica pela existência .

Querem culpar os advogados pelo aumento na quantidade de processos nos advogados. Contudo, a maioria das demandas seria evitada se juízes estudassem os casos e realizassem justiça. Os 90% de processos são motivados em auferir o lucro propiciado pela demora.

As corporações, somadas aos políticos, todos estão interessados na ineficácia da Justiça e colocam em prática um superficialismo acompanhado da vergonhosa prática de buscar motivos para a improcedência, sob a desculpa de pressa. Não haver tempo é uma falsa crença:

Há juízes que estudam os processos, e proferem magníficas decisões!

Vocacionados, focados em Justiça e paz social, são a prova de que podemos ter uma Justiça fabulosa.

O bom juiz, resolve todo e qualquer problema,  independente da Lei, porque:

"O Direito é muito maior do que a Lei e seu objetivo devem ser sempre a realização da Justiça."  Ministro Garcia Vieira, Resp 495-RJ, v. u. 5-2-1990, RSTJ 8/301.

Curiosamente, entre os que alegam falta de tempo, encontramos muitos que criam embaraços, especialmente contra os advogados que ousam discordar da crença de que o juiz é Deus. Talvez tenham razão: Só Deus para saber o que existe nos autos de um processo que jamais abriram!

Assinar mais decisões do que poderiam ler, em processos que nunca examinaram!

Sob a crença da pressa, os gabinetes são orientados a usar o modelão, copiar parte da sentença, colocar o nome das partes e, em minutos, um estudante editou um acórdão que decidirá o futuro de muitas pessoas, e o fez enquanto navega pela Internet e paquera seus colegas! Qualquer desculpa é usada para indeferir: O papel aceita tudo! O vício da improcedência aumenta o lucro ilícito: Apesar das barbaridades que praticam,  vencem sempre. Se não formalmente,  lucram com a demora; Os honorários são aviltantes, e as indenizações pífias!

De Lucrar, lucrar, lucrar!

Da cupidez:

Valorar o lucro acima de tudo, está na raiz de todos os problemas!

A cultura que predomina (aceita pela maioria) flutua sobre um sistema de crenças falsas e de valores invertidos, disseminados pelos lobistas dos controladores globalistas.

Habilmente, os lobistas dos controladores globalistas semearam a hostilidade, alimentada por sofismas, tais como:

- o advogado seria culpado pela morosidade da justiça, e não merece ser tratado com dignidade;

-  os honorários e indenizações pífios desestimulariam o ajuizamento de demandas;

-  decisões justas poderiam ser alcançadas sem informações sobre a controvérsia;

- julgar seria concluir rapidamente em exame superficial e sem precisar colher todas informações;

- decisões injustas seriam menos danosas à sociedade do que a demora provocada pelo exame cuidadoso;

-  a prestação jurisdicional poderia ser terceirizada através de estudantes que mal sabem limpar seus traseiros;

- e a pior de todas, que Sálvio de Figueiredo Teixeira denominou de juizite,  o complexo de autoridade e de abuso de poder que comete pessoas não vocacionadas que, lamentavelmente, cada dia estão em maior quantidade: Juiz é Deus, representa a justiça, e não pode ser contestado, e se for permitida a exposição da injustiça e abuso cometido, a instituição perderá sua credibilidade.

São sofismas.

Para acreditar nessas mentiras, é necessário que a pessoa esteja bastante distraída, enquanto a mentira é repetida até se tornar parte do cotidiano.

A ponderação, somada à cuidadosa coleta de informações, sempre foram base para realizar justiça, desde sua origem mais remota, nos agrupamentos pré-civilização.

A essencialidade de tais características é conhecida de qualquer processualista sério, como registra o Professor Galeno Lacerda (Teoria Geral do Processo. Forense, 1ª ed. 2006).

Sem ponderação sobre informações seriamente coletadas, não é justiça;    mas encenação!

Ademais, para funcionar adequadamente, são necessários o respeito e a confiança:

“Juiz e advogado são como espelhos:  cada um deles olhando para o interlocutor, reconhece e saúda, reflete em si mesmo a própria dignidade.”

Piero Calamandrei, “Eles, os juízes, vistos por nós, os advogados”.

Então, como que isto aconteceu?

Os lobistas dos controladores globalistas e políticos corruptos envolveram os magistrados com distrações.

Distrair para permitir semear crenças falsas e inverter os valores:

Após 1988, os Estados caíram em insolvência: A nova Constituição Federal ampliou-lhes as atribuições, provocando encargos financeiros novos, enquanto a reforma tributária reduzia as receitas estaduais, concentrando recursos na União! Os Estados simplesmente precisavam reduzir sua maior despesas, a folha de pagamentos. A magistratura enfrentou, pela primeira vez, a desdita de ter que lutar por sua dignidade, por necessidades básicas de recursos para sobreviver!

A experiência dos magistrados gaúchos, transformada na Lei Federal nº 7.244, de 7/11/1984, de intentar conciliação, produzira excepcionais resultados:

Durante uma década, as Pequenas Causas dependeram do trabalho abnegado dos operadores: Juízes, advogados-conciliadores e servidores, todos trabalhavam motivados pelo ideal de Justiça.

Em 1990, o Código de Defesa do Consumidor criou regras fabulosas. Contudo, mais de duas décadas depois, as corporações continuam com práticas e lucros abusivos como se grande parte delas não estivesse em vigor! As normas do Direito do Consumidor asseguram tutela plena, contudo, no Foro são ineficazes. Raramente o consumidor vence e os valores são uma piada.

Como conseguiram isto? Convocaram lobistas dos controladores globalistas, pessoas eloqüentes, charmosas, capazes de impressionar e de cativar rapidamente para assumir a liderança e espalharem crenças falsas, invertendo valores.

Uma das piores é a crença de que reduz o volume de trabalho indeferir e fixar indenizações pífias, mentira adocicada para quem quer evitar o trabalho:

É fácil e rápido achar um motivo para indeferir.

É trabalhoso julgar:  Entender todos os fatos e o pedido; Dirimir controvérsias das versões mediante um cuidadoso exame da prova; Estabelecer o silogismo entre os fatos e o Direito;  Retornar aos fatos para mensurar o valor do dano.

Para que tanto,  se basta escolher um único motivo e julgar improcedente?

Nos casos onde a lesão é mais evidente, se a prestadora não for poderosa, deferem indenizações pífias, e honorários aviltantes, para refrear o animus ajuizandi.

Isso causa frustração e prejuízo porque o valor não cobre o custo do processo, de tempo, deslocamentos, etc. A advocacia artesanal é privada de efetiva contraprestação

Insatisfeitos, os jurisdicionados passaram a acionar a Justiça comum. Contudo, não demorou a copiar o mesmo mecanismo, que vem minando a paz social:

A Lei 9.099/95 nasceu repleta de boas intenções. Contudo, devido à crise que assolava a magistratura, foi usada para criar cargos e reduzir o arrocho vencimental.

Isso inverteu o perfil dos operadores:

Antes, o Juizado de Pequenas Causas era movido pela labuta dos abnegados voluntários, sem remuneração.

Os cargos do Juizado Especial são disputados por quem quer melhorar o vencimento.

A conscientização dos direitos, aumentou as demandas e os lobistas dos controladores globalistas aproveitaram para implantar a encenação jurisdicional a fim de assegurar o lucro das grandes empresas lesando o consumidor impunemente.

Do lucro em protelar:

As Instituições Financeiras estão entre os maiores litigantes. Retardam os pagamentos para manter, em seu poder, os recursos, que emprestam a juros compostos, mês a mês, de 8% a 12% (dados públicos, art. 334, CPC).

No Foro o juro é simples, de 12% ao ano.  Em poucos meses, a diferença passa de 100%. Memória de cálculo de juros em um intervalo de 2 anos:

Juros forenses,  de 12% ao ano, em  2 anos:

Juros percentuais em 2 anos = 24,00 %

Valor para fim de exemplo: R$ 8.000,00

Valor dos juros = R$ 1.920,00

Total com os juros forenses = R$ 9.920,00

* Observações sobre o juro forense simples:

Fórmula dos juros simples: Juros = (taxa / 100) * períodos

períodos = 17/31 (prop. Jul-09) + 23 (de Ago-09 a Jun-11) + 14/31 (prop. Jul-11) = 24

Juros = (1 / 100) * 24 = 24,00 %

Compare aos Juros bancários compostos a 8% ao mês:

Juros percentuais compostos em 2 anos = 534,12 %*

Aplicado sobre mesmo valor do exemplo: R$ 8.000,00

Valor dos juros = R$ 42.729,60

Valor total com juros = R$ 50.729,60

* Observações sobre os juros compostos bancários:

Fórmula dos juros compostos: Juros = ((1 + taxa / 100) ^ períodos) – 1

períodos = 17/31 (prop. Jul-09) + 23 (de Ago-09 a Jun-11) + 14/31 (prop. Jul-11) = 24

Juros = ((1 + 8 / 100) ^ 24) - 1 = 534,12 %

Diferença em um ano R$ 40.809,60 (R$ 42.729,60 – RS 1.920,00).

O exemplo comparou juros forenses ao percentual mínimo (8%) dos juros compostos bancários. Contudo, não pense que só os bancos lucram.

As atividades comerciais bem sucedidas lucram alguns pontos percentuais mensais. Desta forma, toda empresa pode ter lucros consideráveis apenas “discutindo” na Justiça o que deveriam ter pagado!

O comportamento protelatório transforma a derrota em vitória:

Em meses,   o lucro da atividade é diversas vezes superior ao valor da condenação. Paga toda a conta do processo,   e ainda sobra! Mesmo agregando custas, a multa de mora de 10% do art.475-J, honorários e indenização pela litigância de má-fé, em 20%, e multa em favor do Estado, a conta forense será inferior ao resultado dos juros bancários, de maneira que as instituições financeiras lucram – daí a necessidade de punir o litigante de má-fé para refrear essa conduta.

Contudo, o fato de haver tantos processos permitiu aos juízes acreditarem nas mentiras adocicadas dos lobistas dos controladores globalistas de que não existe como examinar a conduta processual. Não há notícia de condenações contra grandes empresas. Pelo contrário, ao invés de punir quem agiu ilicitamente, não vocacionados inventam pretextos para punir quem pede que trabalhem: Embora a condenação seja da parte, obviamente prejudica ao advogado, vítima do abuso de poder, uma violação aos direitos humanos, pois é flagrante represália pelo fato do causídico ter solicitado que o juiz cumprisse o dever do cargo no qual está investido!

Comprova o mal que vem sendo causado por não punir os infratores, a Assistência Judiciária Gratuita.

A Lei 1.060/50, com a nova redação do art. 4º, em vigor a partir de 1986, assegurou desfrutar do benefício mediante a singela alegação. Contudo, como a litigância de má-fé não era penalizada, cada vez mais pessoas que não reuniam as condições pediram, estimulando lides aventureiras!

Novamente, bastava punir os infratores: A Lei autoriza condená-los a pagar o décuplo das custas:   “Presume-se pobre, até prova em contrário, quem afirmar essa condição ... sob pena de pagamento até o décuplo das custas judiciais.” Lei 1.060/50, art. 4º, § 1º, redação da Lei nº 7.510, de 4/7/86.

Ao invés disto, passaram a exigir prova da necessidade de todos que solicitavam.

Criaram problemas para todas as pessoas, a maioria delas honestas e sem recursos.

Dificultaram o acesso à justiça!

Retardaram a prestação jurisdicional com atos desnecessários.

Sem falar do volume de documentos ilegalmente esigidos.

E o pior:

Continuaram sem punir os infratores!

A impunidade dos maus, ampliou-lhes a audácia, aumentando a ocorrência de atos ilícitos e, conseqüentemente,  a quantidade de litígios, apesar de dispormos de normas adequadas para reduzir as demandas:

Art. 18. O juiz ou tribunal, de ofício ou a requerimento, condenará o litigante de má-fé a pagar multa não excedente a um por cento sobre o valor da causa  e a indenizar a parte contrária  dos prejuízos que esta sofreu, mais os honorários advocatícios e todas as despesas que efetuou

(...) § 2o O valor da indenização será desde logo fixado pelo juiz, em quantia não superior a 20% (vinte por cento) sobre o valor da causa, ou liquidado por arbitramento.  

De Prof. PADilla Faculdade de Direito UFRGS

Eureka!  Há solução:

Para acabar com a corrupção, vimos acima, é só extinguir o precatório e controlar a morosidade processual.

A vida é simples, algumas pessoas é que são complicadas como, no caso, as que criaram esse ambiente de encenação jurisdicional.

Podemos quebrar este paradigma?

Podemos eclodir um movimento para ACORDAR:

Acordar a maioria que,    entorpecida,     alimenta as torres gêmeas da SUPERFICIALIDADE e das FALSAS CRENÇAS,   formando a base que alimenta os politicos corruptos e lobistas dos controladores globalistas.

Acordar do torpor da acultura da superficialidade egocêntrica!

Os psicopatas são insensíveis, frios,  calculistas e capazes de mentiras inteligentes possuindo "brutal capacidade de manipulação e nenhum sentimento de culpa ao fazer isto". Extremamente lúcidos, não perdem tempo, nem energia, com juízos de valor. Agem rapidamente, tudo fazendo para satisfazer os desejos egocêntricos de quem os financia. Não tem qualquer remorso, mesmo se impuserem aos outros todo o tipo de sofrimento... Inteligentes,   são capazes de falsamente demonstrar sentimentos altruístas que não possuem, pois aprendem a estudar seus comportamentos, para conquistar simpatia. Nada (em termos morais) os detém.

A maioria das pessoas é decente, e quer o bem. A maioria se deixa levar por achar “normal” esse egocentrismo artificial espalhado pelos lobistas dos controladores globalistas. Resgate o seu livre arbítrio.

Chega de corrupção e ineficácia da Justiça.

Podemos controlar a morosidade mediante o acréscimo de cinco §§, ao art. 18, do CPC:

§ 3º. Em cada Tribunal, junto à Corregedoria-Geral, funcionará um Departamento Comportamental para o exame da conduta processual e parecer técnico.

§ 4º. O Departamento Comportamental manterá um banco de dados dos atos que, em tese, configurem conduta desleal, a partir das comunicações que receber, de ofício, ou a requerimento, do interessado ou Ministério Público, devidamente instruído.

§ 5º. Comportamentos de distintos processos poderão ser agrupados e serem objeto de parecer conjunto da conduta processual.

§ 6º. No prazo previsto no art. 495, do CPC, o parecer sobre a tipicidade da conduta e a recomendação de sanções será encaminhado ao órgão julgador, onde será assegurada vista às partes e Ministério Público, em prazo sucessivo, de dez (10) dias cada, findos os quais serão conclusos para homologação.

§ 7º. Considerar-se-ão todas as circunstâncias e, analogicamente, no que pertinente, os princípios e normas de aplicação da pena (arts. 59 a 67) do Código Penal.

A verificação do comportamento processual exige o exame de atividades em conjunto. Um ato isolado nem sempre se percebe a tipicidade. A avaliação de conduta na litigância de má-fé possui natureza distinta do exame de mérito dos processos de natureza cível onde a intenção do agente é, muitas vezes, irrelevante. Numa reparação de dano, interessa o nexo causal e a dimensão do dano. O exame da conduta processual exige um tipo de valoração comportamental que mostra mais afinidade com o direito penal do que com o civil.

Certamente você já deve ter desconfiado que, ao desenvolver uma linha de pesquisa expondo as manipulações da opinião pública e todo mal que isso causa, confrontamos interesses muito poderosos. Então, agora ficou fácil entender tudo que eles nos fizeram.

 A acultura da superficialidade é uma das mais consistentes explicações, talvez a única a fazer sentido, o paradoxo de uma quantidade impressionante de novos profissionais do direito escreverem tão mal. A linguagem é o instrumento de trabalho jurídico como se frisa-se a lustros http://www.padilla.adv.br/teses/normas/linguagem/  causando espécie pessoas colarem grau em direito sem domínio da principal ferramenta dessa ciência!

  “Ainda que a concentração de renda não seja algo problemático, ao contrário do que o mantra estatista geral reproduz, a Justiça do Trabalho e seus magistrados mantêm um papel ativo quando se trata de diminuir a produtividade, aumentar o desemprego, destruir a criação de riquezas, criar um ambiente jurídico inóspito para a inovação e o crescimento profissional e — como este artigo tentou demonstrar — concentrar renda na mão de poucos. Especialmente se esses poucos são eles mesmos.” http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2492#.V7YmF5jdwUQ.facebook

 A acultura da superficialidade camufla a corrupção que passou a permear a justiça!

  Novo CPC: mais um engodo? Previmos a ineficácia da mudança desde quando surgiu a ideia de criar um novo CPC.

  A mudança alegadamente bem intencionada pavimentou o caminho do inferno...

  Confira por que: http://padilla-luiz.blogspot.com.br/2016/06/novo-cpc-mais-um-engodo-duplo-do-foro.html

 O excesso de legislação amplia o engodo: “Será de pouco proveito para as pessoas o fato das leis serem feitas por homens eleitos por elas, se as leis forem tão volumosas que elas não possam ser lidas, ou tão incoerentes que não possam ser compreendidas; se elas são rejeitadas ou revistas antes de serem promulgadas, ou se submetem a incessantes alterações de modo que nenhum homem que saiba o que é uma lei hoje possa adivinhar o que ela será amanhã.” James Madison Federalist no. 62 [27 de Fevereiro, 1788]

“Uma democracia pressupõe o Governo a serviço do Povo. No Brasil, há uma vocação política doentia em sempre considerar os interesses do Governo como sendo coincidentes com os do Povo.” Jorge Ernesto Macedo Geisel
http://www.midiasemmascara.org/arquivos/3538-quimera-republicana.html 

    No mesmo sentido: Novo CPC trouxe mais problemas do que soluções https://docs.google.com/document/d/1maz8UzGpcZfmfGhbXcj7swz1Mf4OEfPsZ_ziWs2sS-s/pub

   Há anos previmos! Divulgamos advertências sobre ineficácia da mudança desde quando surgiu a ideia de criar um novo CPC na primeira década do milênio. A mudança, alegadamente bem intencionada, pavimentou o caminho do inferno... Confira http://padilla-luiz.blogspot.com.br/2016/06/novo-cpc-mais-um-engodo-duplo-do-foro.html

Escultura (Survival of the Fattest, China, 2002) do artista dinamarquês Jens Galschiot: a (in)Justiça obesa, ociosa e parasitária, sustentada pelo povo miserável e quebrado com o 😡sofrimento Nenhuma imagem conseguiria retratar, de forma tão fiel como essa, uma parcela do Judiciário brasileiro. Deveria haver algo assim em frente ao STF, em Brasília? Ou uma foto dessas na entrada de cada Foro ou Sala de Audiência? Comente em https://www.facebook.com/ProfessorPadilla/posts/1994320824169148 

Encenação jurisdicional camufla a corrupção:

  Julgamento no TJ-SC é suspenso quando advogado acusa desembargador de pedir propina:
  Felisberto Odilon Córdova acusou o relator Eduardo Gallo de pedir R$ 700 mil para julgar favoravelmente aos seus interesses.
Por Rafael Martini 03/08/2017 21h34min
 
Não se fala noutra coisa no meio jurídico em Santa Catarina. O clima esquentou no Tribunal de Justiça nesta quinta à tarde. Durante a sustentação oral na 1ª Câmara Cível, o advogado Felisberto Odilon Córdova acusou o desembargador Eduardo Gallo, relator do processo, de ter lhe feito uma proposta pedindo R$ 700 mil para julgar favoravelmente aos interesses do cliente.
 A causa envolve uma disputa de R$ 35 milhões (agravo de instrumento interposto em execução de honorários). Bastante exaltado, Córdova não economizou nas críticas e exigiu apuração do Ministério Público.
-
Este julgamento merece ser impugnado porque ele está comprado -, bradou o advogado do púlpito.
 Diante da denúncia considerada infundada pelo desembargador, Gallo exigiu que se desse ordem de prisão ao advogado. Reclamou dos excessos verbais e disse nunca ter sido chamado de vagabundo em 25 anos de magistratura. Para acalmar os ânimos, o presidente da Câmara, desembargador Raulino Brunning, pediu vista dos autos, suspendeu o julgamento e decidiu oficiar o Ministério Público e OAB para acompanharem o caso.
 Um vídeo que mostra o momento do auge da discussão circulou rapidamente em grupos sociais na internet. O presidente da OAB-SC, Paulo Brincas, determinou a instauração de uma comissão que será presidida por ele para apurar os fatos. O presidente em exercício do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, desembargador Alexandre d'Ivanenko, também informou por meio da assessoria de comunicação que já tinha ciência do ocorrido e pretende analisar o caso para depois se manifestar.
  A coluna também procurou o desembargador Gallo, via assessoria do TJ, mas foi informada que ele não estava mais na corte.
 Aliás, independentemente da polêmica, a gravidade da denúncia exige uma rápida apuração dos fatos com toda a transparência necessária e respeito aos princípios legais. Caberá à OAB, Tribunal e Justiça e ao próprio Ministério Público assumirem o protagonismo do caso, evitando que o tema fique restrito aos compartilhamentos nas redes sociais. Inclusive pelo bem da carreira dos envolvidos
.
O pedido de vista:
http://zh.rbsdirect.com.br/imagesrc/23549582.jpg 

http://dc.clicrbs.com.br/sc/colunistas/rafael-martini/noticia/2017/08/julgamento-no-tj-sc-e-suspenso-apos-advogado-acusar-desembargador-de-pedir-propina-9860276.html

https://www.google.com.br/amp/amp.dc.clicrbs.com.br/amp/9860276/julgamento-no-tj-sc-e-suspenso-apos-advogado-acusar-desembargador-de-pedir-propina

Aparelhamento ideológico no Judiciário gaúcho:

⚖️🆘🇧🇷 Fernando Maciel Genro Robaina, apesar de recém formado em direito e com inscrição na OAB deste ano, contudo, filho de Luciana Genro e Roberto Robaina, dirigentes do PSOL, e neto de Tarso Geneo, o mais destacado líder do PT no RS, em outubro de 2019 é nomeado CC do Poder Judiciário no importante cargo de Assistente do Juizo das 1° e 2° Varas de Execuções Criminais de Porto Alegre.

🤢

 Nomeação do presidente do Tribunal de Justiça RS,  Desembargador Carlos Eduardo Zietlow Duro.

🤔

 Duro é o mesmo que se negou contribuir com contenção de gastos do Estado onde, apesar de falido pelos sortilégios globalistas e não pagar os funcionários, possui um dos Judiciários melhor remunerado do planeta Http://bit.ly/RSdesmanche

🤑

 Alguém duvida do aparelhamento do Judiciário?

🏦

 A imparcialidade é a característica essencial da jurisdição.

😱

 Contudo, o Judiciário está repleto dessa gente parcial e que também costuma ser desprovida de outra característica necessária em quem julga.

😈

A doutrina e a prática da esquerda fazem apologia da desonestidade.

  Hipocritas, acusam daquilo que fazem.

 A ‪esquerda favorece os “companheiros” e julga alheia à justiça, por razões ideologicas que escondem, usando desculpas, não raro ilógicas, aproveitando o papel aceitar tudo.‬

‪🤡‬

‪ Somos de papel?‬

‪ Ficar calado é validar.‬

‪ Ser cúmplice pela omissão.‬

A pior das ditaduras, definiu Rui Barbosa, é a do Judiciário.‬

🙏

 Lute pela Verdade!

O TRIUNFO DAS NULIDADES

"[...] De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto. Essa foi a obra da República nos últimos anos. No outro regime (Monarquia) o homem que tinha certa nódoa em sua vida era um homem perdido para todo o sempre - as carreiras políticas lhe estavam fechadas. Havia uma sentinela vigilante, de cuja severidade todos se temiam a que, acesa no alto, guardava a redondeza, como um farol que não se apaga, em proveito da honra, da justiça e da moralidade gerais. Na República os tarados são os tarudos. Na República todos os grupos se alhearam do movimento dos partidos, da ação dos Governos, da prática das instituições. Contentamo-nos, hoje, com as fórmulas e aparência, porque estas mesmas vão se dissipando pouco a pouco, delas quase nada nos restando. Apenas temos os nomes, apenas temos a reminiscência, apenas temos a fantasmagoria de uma coisa que existiu, de uma coisa que se deseja ver reerguida, mas que, na realidade, se foi inteiramente.[...]" Ruy Barbosa Discursos parlamentares - Obras completas - v XLI - 1914, Tomo III, p. 86-87.

 Atuação ideológica de juíza de Porto Alegre criticada por MP e polícia:

  Em pouco mais de um mês, a magistrada soltou 20 presos perigosos: Mauricio Tonetto 07/03/2014 - 04h51min

  Conhecida no meio jurídico como "Iraque" pela violência dos réus, a 1ª Vara Criminal do Tribunal do Júri de Porto Alegre é alvo de polêmica desde 21 de janeiro deste ano devido à atuação da juíza Sonáli da Cruz Zluhan, 54 anos, uma magistrada de perfil “liberal.” Designada por tempo indeterminado para o lugar de Volnei dos Santos Coelho, agora na Corregedoria do Tribunal de Justiça (TJ), ela já revogou as prisões de 31 réus no período de atuação, alguns de alta periculosidade. Membros do Ministério Público (MP) e da Polícia Civil estão indignados.

Essa vara é o Iraque. Algo está errado. Ela faz um trabalho danoso em nome de uma ideologia de esquerda, marxista, que prega que todo mundo é vítima da sociedade. Vai repercutir diretamente no aumento da criminalidade — acredita o promotor Eugênio Amorim, da Promotoria de Justiça do Tribunal do Júri da Capital.

 Alinhada ao direito alternativo, recomenda que a aplicação de uma lei deve levar em conta o contexto social de cada caso, Sonáli Zluhan fez com que 20 presos voltassem às ruas — 11 dos 31 cumprem pena por outros crimes e seguiram detidos — em pouco mais de um mês em Porto Alegre. Na maioria dos casos, eles respondem por delitos como homicídio doloso, formação de quadrilha, tráfico de drogas e receptação.

— São reincidentes e perigosos. Deixá-los soltos pode motivar até atos de linchamento. Quando o Estado não se faz presente, as pessoas agem. Não acho que ela tenha de ser dura, apenas imparcial. Isso precisa ser denunciado para a sociedade. Qual é a responsabilidade do Judiciário com os homicídios em Porto Alegre? — questiona Amorim.

O histórico de polêmicas da magistrada não é de hoje. Quando trabalhou em Caxias do Sul, na Serra, ela permitiu, em 2004, a soltura de Cristiano Ribeiro, condenado por roubo e extorsão.

Em liberdade condicional, ele foi flagrado ao entrar no Presídio Industrial com drogas. Libertado novamente, participou de assalto que resultou na morte do comerciante Luiz Alberto Moretto, irmão do então bispo da cidade, dom Paulo Moretto.

Soltura de réus elimina provas, diz delegado

A promotora do Tribunal do Júri de Porto Alegre Lúcia Callegari argumenta que a postura da juíza aumenta a sensação de insegurança:

— Temos problemas em localizar as pessoas para as provas nos processos, e as revogações das detenções tendem a piorar o cenário, pois ninguém se sentirá motivado a depor com o suspeito livre. Isso vai de encontro a uma megaestrutura de 16 delegacias de polícia montada para combater os homicídios.

Para a Polícia Civil, o sentimento é de frustração. A soltura de réus, de acordo com o diretor de Homicídios do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, Cristiano Reschke, é decisiva para a coação de testemunhas e a eliminação das provas:

— É muito frustrante. Não podemos ser coniventes e aceitar calados tais liberalismos e excesso de garantismos. Quem assegura a integridade física, psíquica e a vida das testemunhas que passarão a sofrer ameaças graves para que não confirmem seus depoimentos no júri, uma vez que os autores dos crimes muitas vezes residem na mesma vila ou bairro que elas?

Por meio de uma nota (leia abaixo), o TJ limitou-se a comentar que a Corregedoria não interfere no conteúdo das decisões dos juízes. Zero Hora tentou contato com Sonáli durante toda a quinta-feira, mas, em férias, ela não foi encontrada.

CONTRAPONTO

  O que diz Deborah Coleto Assumpção de Moraes, juíza da Corregedoria-geral da Justiça no Estado:   "A Vara do Júri está vaga, atendida, por Juiz Substituto. A designação de Sonáli, juíza substituta de entrância final, na referida Vara, decorreu da necessidade de priorizar o atendimento à unidade mediante atuação de um Juiz com dedicação exclusiva. O conteúdo de suas decisões traduz aspecto de ordem jurisdicional, no que a Corregedoria-Geral de Justiça não interfere. Eventual inconformidade do promotor de Justiça deve ser veiculada na esfera recursal própria."  http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2014/03/atuacao-de-juiza-de-porto-alegre-e-alvo-de-criticas-de-mp-e-policia-4439038.html 

PERFUME NA MERDA: OBRIGADO, SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL!   Marcelo Rates Quaranta
Eu quero agradecer, em meu nome e em nome de todas as pessoas comuns, cidadãos simples do meu país como eu, pelas últimas decisões tomadas pelo nosso Egrégio Supremo Tribunal Federal.
Sim, o Supremo fez de nós pessoas melhores do que pensávamos ser.
Quando olhávamos aqueles Ministros sob suas togas, com passos lento e decididos, altivos, queixos erguidos, vozes impostadas ditando verdades absolutas e supremas, envoltos numa aura de extrema importância e autoridade, nos sentíamos pequenos, minguados e reles plebeus diante de uma Corte que beirava o sublime, o inatingível e o intangível.
Com essas decisões o Supremo conseguiu fazer com que a minha percepção sobre mim e sobre nós mudasse. Eles não são deuses. São pessoas tão pequenas e tão venais, que qualquer comparação que eu .faça de mim e de nós em relação a eles, seria desqualificar-nos a um nível abissal. Tudo aquilo é fantasia, tudo aquilo é pose e tudo aquilo não passa de um teatro, mas nós somos reais.
Foi aí que eu vi o quanto somos mais importantes que eles! Enquanto as divindades supremas encarnam seus personagens de retidão e lisura, mas com suas decisões abduzem a moral e destroem o país (e de quebra a reputação do Judiciário), nós brasileiros comuns e sem toga trabalhamos arduamente dia e noite para construir o país, ou pelo menos para minimizar os danos que eles provocam.
Então... Como é que um dia eu pude vê-los como sendo superiores a nós? Eu estava enganado. Nós somos muito superiores a eles, mesmo sendo zés, joãos, marias, desde o pequeno ambulante ao médico ou engenheiro. Nós somos as verdadeiras autoridades, porque nossa autoridade não foi conferida por um político malandro capaz de tudo com uma caneta. Nossa autoridade nos foi dada pela nossa força de continuar tentando fazer um Brasil melhor.
Fico sinceramente com pena é dos advogados, que são obrigados a chamar esses ministros de Excelência, ainda que com a certeza de que não há excelência alguma nos serviços que eles estão prestando à nação. Acho que deve ser o mesmo sentimento de ser obrigado a chamar o cachorro do rei de "my lord".
Agora eu sei o quanto somos bem maiores que eles, mesmo sem aquelas expressões em latim e doutrinas rebuscadas cheias de pompas e circunstâncias, que no final significam apenas passar perfume em merda. Se há alguém realmente importante no Brasil, esse é o Excelentíssimo Povo Brasileiro, que apesar de tudo é obrigado a sentir o mau cheiro que vem da “alta” Corte, e mesmo com náuseas e ânsia de vômito, tem que acordar as 5 da manhã pra fazer aquilo que eles não fazem: Produzir.
Obrigado, Supremo, por nos mostrar que hoje o rei sou eu e o meu povo.

Turma Recursal desconstituiu sentença copiada na íntegra por juíza

31 de janeiro de 2017, 14h35 Por Jomar Martins

 Sentença copiada na íntegra de outro juiz afronta o princípio constitucional de que todas as decisões devem ser motivadas, como exige o artigo 93, inciso IX, da Constituição. Além disso, descumpre a regra prevista no artigo 489, inciso II, do novo Código de Processo Civil, pois os fundamentos são elementos essenciais da sentença.

 Movida por esse fundamento, a 2ª Turma Recursal da Fazenda Pública dos Juizados Especiais da Justiça Estadual do Rio Grande do Sul desconstituiu, de ofício, sentença proferida pela juíza Márcia Kern, que jurisdiciona na Comarca de Porto Alegre. Ao julgar uma ação sobre diferenças de horas extras de agente penitenciário, a juíza Márcia transcreveu na íntegra sentença da colega Rosana Broglio Garbin, ‘‘a fim de evitar desnecessária tautologia’’ — não ser redundante.

 A juíza relatora Rosane de Oliveira Michels disse que nem se manifestaria sobre o mérito do recurso inominado porque a ‘‘sentença vergastada’’ julgou o pedido da inicial improcedente com base na sentença de outra magistrada. Ela entendeu que essa questão prejudicial se sobrepõe à apreciação do mérito recursal, já que a matéria discutida não recebeu um provimento judicial.

‘‘Assim, ante a absoluta ausência de manifestação do juízo sentenciante sobre os fatos debatidos nos autos, torna-se inviável a este Colegiado confirmar ou reformar a deliberação judicial. Por outro lado, estar-se-ia suprimindo um grau de jurisdição’’, escreve Rosane na decisão monocrática.

 Prejudicada a análise do recurso, os autos retornaram ao Juizado Especial da Fazenda Pública, onde Márcia jurisdiciona, para produção de nova sentença. A decisão monocrática da juíza relatora do recurso foi tomada na sessão de 26 de janeiro.

Clique aqui para ler a íntegra da sentença.

Clique aqui para ler o acórdão.

 Exemplo do ambientalismo falso humanista intrometendo-se na cultura de um Estado - supostamente autônomo - comprovando ser falso o federalismo tupiniquim.

 Na ADI 4.983, o Supremo Tribunal Federal julgou inconstitucional a lei cearense regulamentadora da vaquejada. A Lei 15.299/2013, do Estado do Ceará, tratou da vaquejada como prática desportiva e cultural no estado. Dia 6/10/16, a maioria do STF acompanhou o voto do relator, ministro Marco Aurélio, considerando haver “crueldade intrínseca” na norma.

                   Traduzindo:

 Os quase cem mil assassinatos de brasileiros anual - causando o sofrimento de mais de um milhão de parentes e entes queridos, é tratado como algo “normal” pois nada fazem a respeito.

 Já a “vaquejada” não pode porque os animais têm direito de serem protegidos de crueldade.

 Esse é o falso humanismo globalista!

 O julgamento da matéria teve início em agosto de 2015, quando o relator afirmou o dever de proteção ao meio ambiente (artigo 225 da Constituição Federal) sobrepor-se aos valores culturais da atividade desportiva.

 Em seu voto, o ministro Marco Aurélio afirmou que laudos técnicos contidos no processo demonstram consequências nocivas à saúde dos animais: fraturas nas patas e rabo, ruptura de ligamentos e vasos sanguíneos, eventual arrancamento do rabo e comprometimento da medula óssea. Também os cavalos, de acordo com os laudos, sofrem lesões.

Para o relator, o sentido da expressão “crueldade” está no inciso VII do parágrafo 1º do artigo 225 da Constituição e alcança a tortura e os maus-tratos infringidos aos bois durante a prática da vaquejada. Assim, para ele, revela-se “intolerável a conduta humana autorizada pela norma estadual atacada”.

Na mesma ocasião, o ministro Edson Fachin divergiu do relator e votou pela improcedência da ação. Para ele, a vaquejada consiste em manifestação cultural, o que foi reconhecido pela própria Procuradoria Geral da República na petição inicial. Esse entendimento foi seguido, também naquela sessão, pelo ministro Gilmar Mendes. Na sessão de 2 de junho deste ano, os ministros Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Celso de Mello seguiram o relator.

 Apenas os ministros Teori Zavascki e Luiz Fux seguiram a divergência, no sentido da validade da lei estadual.

 Na sua manifestação em agosto de 2015, no início do julgamento da ação, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, falou em momento de dar um passo à frente no processo civilizatório.

 Para esses falso humanistas, a bandidagem pode estar solta assassinando quase 100.000 pessoas por anos. Contudo, apesar da vaquejada ser reconhecida como um patrimônio nacional, querem mudar comportamentos como fizeram com a farra do boi em SC e as rinhas de galos. Para ele, a Justiça, ao proibir as práticas, alegando “evolução do nosso processo civilizatório” porque estudos apontam a prática da vaquejada provocar danos aos animais.

 Sobre os quase 100.000 assassinatos humanos anuais, nada fazem. Contudo, proíbem a vaquejada porque molesta o bovino!

 Esse é o falso-humanismo que nos combatemos!

 O voto-vista do ministro Dias Toffoli foi favorável à constitucionalidade da lei cearense. “Vejo com clareza solar que essa é uma atividade esportiva e festiva, que pertence à cultura do povo, portanto há de ser preservada”, disse. Segundo o ministro, na vaquejada há técnica, regramento e treinamento diferenciados, o que torna a atuação exclusiva de vaqueiros profissionais. Na mesma sessão votaram também a presidente da corte, ministra Cármen Lúcia, e o ministro Ricardo Lewandowski, ambos pela procedência da ação.

 Assim, seguiram o relator os ministros Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello e Cármen Lúcia. Ficaram vencidos os ministros Edson Fachin, Teori Zavascki, Luiz Fux, Dias Toffoli e Gilmar Mendes.

 Clique aqui para ler o voto do ministro Marco Aurélio. O primo de Fernando Collor, desde 19/3/2014, quando o PT nomeou sua filha Desembargadora no TRF2, alinhou-se ao falso humanismo:

 Juizite:

 Juizite é um termo criado pelo saudoso Ministro Sálvio de Figueiredo Teixeira no final dos anos 80 quando instalou-se o STJ iniciando os novos rumos do direito:

Abertura na Justiça

Publicado na sessão Ipsis Litteris”, do Jornal da OAB/RS, Porto Alegre, maio de 1991, p.14, com tiragem de 25.000 exemplares e em http://www.padilla.adv.br/teses/resp/stj/

 A Constituição de 1988 concebeu Tribunais Regionais como cortes recursais na Justiça Federal, e aproveitou a estrutura material e o excepcional ritmo operacional do Tribunal Federal de Recursos – suficientes para proferir mais de cinqüenta mil julgamentos num ano (1978) – criou o STJ, Superior Tribunal de Justiça, ampliando o número de Ministros para 33, reunindo condições para orientar a interpretação do direito.
O STF não desincumbia esse papel, chegando a sumular entendimentos de que decisões “razoáveis” não seriam julgadas (Súmula 400, STF veja mais sobre este aspecto clicando aqui ÿ ou no link, idêntico, ao final deste texto); teoricamente o STF possui onze Ministros mas, na prática há apenas oito porque três são destacados para o TSE.   O comprometimento do novo Tribunal com a renovação do direito é tão grande que - deixando de lado o imobilismo histórico - reexamina entendimentos arraigados que, noutra época, jamais seriam revistos, como a Súmula 621, do STF, modificada em numerosos julgados capitaneados pelo Ministro Athos Gusmão Carneiro (conheça este jurista notável clicando aqui ÿ ou no link, idêntico, ao final deste texto), e que resultou numa Súmula do STJ.

O STF havia editado a Súmula nº 621
“Não enseja embargos de terceiro à penhora a promessa de compra e venda não inscrita no registro de imóveis.”
Ou Seja, quem tinha contrato “de gaveta”, não podia defender a sua posse.
O STJ revisou essa posição, em vários julgados, até editar a Súmula 84, em sentido contrário:
“É admissível a oposição de embargos de terceiro fundados em alegação de posse advinda do compromisso de compra e venda de imóvel, ainda que desprovido de registro.”
Antes que alguém estranhe o STJ contrariar uma Súmula do STF, convém destacar que, em matéria de aplicação de Leis, e de uniformizar jurisprudência, a última palavra é do STJ. A Competência do STF se restringe à matéria constitucional.
A Súmula 621, do STF, portanto, foi “revogada” por reiterados entendimentos consolidados em Súmula pelo STJ.  Conheça as Súmulas de ambos tribunais clicando no link abaixo.

Dividindo em 6 Turmas, agrupadas em 3 Seções especializadas, examina Recursos Especiais advindos de todos os pontos do país, manifestando-se sobre todas as questões discutidas que, mais cedo ou mais tarde, resultam numa Súmula resumindo o entendimento da maioria dos Ministros: repetindo-se julgamentos idênticos pelas Turmas, a Sessão especializada edita Súmula (RI-STJ art. 122:7); já julgamentos divergentes conduzem ao “incidente de uniformização de jurisprudência”, onde após profundo debate, resulta uma Súmula com o atendimento da  maioria (RI-STJ, art. 118:21).

No ano da instalação do STJ, em 1989, foram distribuídos 6.103 processos.     Em 2003, esse número se elevava a 238.000.    Apesar do crescente trabalho, o STJ não se furta de examinar questões legais e começou a admitir exame de matéria de fato, revisando VALORES fixados em indenizações por dano moral, quando presente exagero ou aviltamento na condenação. Veja mais sobre indenizações por dano moral clicando aqui é

Sobre o Recurso Especial ao Superior Tribunal de Justiça, e recursos de natureza extraordinária:
http://www.padilla.adv.br/teses/resp 

 Juizite denomina o complexo de autoridade e de abuso de poder que comete os não vocacionados que são vitaliciados no cargo.
 Exemplo de juizite no registro via Facebook, dia 23/01/2019, pela advogada Mariju Maciel
https://www.facebook.com/profile.php?id=100000384200381 

 Aí o juiz começa a audiência perguntando : “como este processo está aqui se eu mandei ele para tal cidade”??

Educadamente eu respondo: “O Tribunal entendeu pela competência Excelência“ …

Ele responde “ eu acho um absurdo e me julgaria impedido,mas como não posso..” (poderia por motivo de foro íntimo mas não era eu que ia dizer isso a ele kkk) …

Começo a audiência pedindo para ouvir o preposto e ele nega me dizendo que a audiência é só para ouvir testemunhas...q ue a oitiva do preposto seria em uma próxima 😱!!

 Eu digo a ele que conforme o depoimento do preposto, que estava ali na minha frente, sequer seria necessário a oitiva da testemunha …

Ele mantém o indeferimento e eu peço que o registre em ata e ele nega 😱😱😱 dizendo que ele só registra em ata o que acha “pertinente” ...

Eu inicio um embate perguntando como ele pode entender não ser pertinente a negativa de oitiva de um preposto e dizendo que é um direito de todo advogado o registro dos atos da audiência em ata. Ele responde que não é o entendimento dele 😱😱😱😱e que eu tenho 48 horas para impugnar a ata!

 Sigo defendendo meu posicionamento…

Sem sucesso, começo, então, a fazer as perguntas à testemunha e ele indefere a pergunta “se o clube registra nos contratos o real salário dos atletas” sob o argumento de que não interessa ao processo …

Peço para registrar o indeferimento e ele diz que não registrará e, mais uma vez, que ele só registra na ata o que ELE acha pertinente …

Eu então ligo o gravador do celular ...audiência pública!!

 Ele vê (não escondi) kkkk e se julga impedido para continuar o processo por motivo de foro íntimo…  Regista a incompatibilidade com a procuradora do autor !!

Como me sinto? Tranquila e certa de que é necessário resistência !  São tantos juízes competentes...e este post está longe de ser uma crítica generalizada…

Talvez um pedido a todos os advogados…

DEFENDAM AS PRERROGATIVAS …

Não se intimidem!!

Ao final da audiência ...um colega veio até mim e me parabenizou. Disse estar orgulhoso da minha atitude e que se colocava à disposição para testemunhar os fatos ...disse que aquela atitude acontecia quase todos os dias naquela Vara e que ninguém tinha coragem de resistir!! Como assim???  Somos defensores de Justiça!!!! Silenciar contra arbitrariedades é legitima-las!!!! Sigo na luta!!!! https://www.facebook.com/100000384200381/posts/2225466004142851/

Depois da juizite, o aprendizado

Romance forense | Publicação em 30.04.19

É tarde outonal em uma comarca gaúcha. Um jovem advogado, carteira da OAB fresquinha, terno simples, gravata sem grife, tem seu primeiro cliente cível. É um professor que estudara em Paris e nunca havia entrado em um fórum – fosse na França, ou em alguma cidade do Rio Grande.

Algumas ovelhas de sua fazendola haviam sido devoradas pelos cachorros do vizinho – daí o porquê da ação indenizatória. A prova é razoável. Há fotos das carcaças e de alguns buracos na cerca e a certeza de que os cães do fazendeiro se banqueteavam, à noite, com os indefesos ovinos.

A solenidade é a audiência de instrução. O autor senta-se à frente do magistrado, para depoimento pessoal.

Talvez surpreso pelo inusitado da situação, o professor cruza as pernas. Sua camisa - sem marca, mas limpíssima e bem passada - está com os dois primeiros botões abertos, mostrando uma pequena medalha pendendo da correntinha de ouro. Pela fenda, percebe-se alguns pelos esbranquiçados no peito do homem sessentão.

O juiz escorrega no elementar, ao ordenar em tom impositivo de extrema juizite:

- Descruze as pernas e feche sua camisa! O senhor está em um fórum na presença de um juiz.

Antes que o advogado intervenha – e nem se sabe se o faria mesmo, porque é pouco experiente - o professor surpreende:

- Eu sei que senhor é o juiz. E eu sou professor e cidadão brasileiro. Vim aqui buscar a prestação jurisdicional do Estado. Fui lesado. Tenho argumentos, provas e um advogado. No que as minhas pernas e a minha camisa têm a ver com isso?”...

O juiz queda-se silente e é notório o seu constrangimento. O depoimento inicia. O magistrado está econômico nas perguntas. Ouvem-se também testemunhas. Uma hora depois, a audiência termina.

O presidente da Subseção local da OAB, informado pela “rádio-corredor” sobre os fatos, comparece ao foro para cumprimentar o jovem advogado. Este, com regozijo, justifica ali mesmo:

- Nesta audiência aprendi mais do que em cinco anos de faculdade graças ao meu professor, que doravante será a minha inspiração para todas as condutas profissionais.

O presidente da Ordem local questiona curioso:

- O seu cliente é professor de Direito Processual, ou de Ética?

O jovem advogado chama o professor que ficara distante no corredor, e esmera-se:

- Apresento-lhe o professor Sérgio, doutor em antropologia. Em duas ou três frases ele ensinou a mim e também ao juiz que a antropologia é a ciência do homem no sentido mais amplo. Engloba origens, evolução, desenvolvimentos físico, material e cultural, fisiologia, psicologia, características raciais, crenças. E principalmente costumes sociais e educação.

Já passa das seis da tarde, é momento de encerrar o expediente forense. O segurança aproxima-se e pede gentil:

- Senhores, preciso fechar o prédio. E em nome do diretor do fórum, solicito-lhes a gentileza de abreviarem a interessante conversa.”  Texto de Marco Antonio Birnefeld, fonte em https://www.espacovital.com.br/noticia-36940-depois-juizite-aprendizado em 30/4/2019.

 Pior do que a juizite, é topar com o psicopata que não mostra ser desafeto e age dissimuladamente como descrito em http://bit.ly/desumanos 

  Eles transformaram a maior parte da atuação do Poder Judiciário em uma encenação jurisdicional a partir dos anos noventa.
 Há 30 anos, os juízes usavam um mês de seus dois de férias para produzir as sentenças pendentes ao longo do ano. Ponderar a razão? Mensurar valores? Demora e consome energia!

 Hoje, o que um experiente juiz precisava um mês, um imaturo estudante faz numa tarde com ´modelões´ e desculpas e enquanto paquera os circunstantes.

  Na pressa, sequer folheia, e "era isso" como uma mazela do fenômeno (a)cultural de viver superficialmente: o vício da improcedência, indenizações pífias e honorários aviltantes.

 Se não houver alguém importante e do círculo de influência a pedir o exame, a praxe é essa, ninguém examina p... nenhuma.

 O jurisdicionado que vá catar coquinhos! Descarga de consciência? "Se não for isso, recorrem e o tribunal corrige."
 Risos! Ali também chegou o vício do "achismo". Faz-se seis ou mais recursos até encontrar quem se digne a examinar (REsp nº 13703/RS).
A linha de frente do Judiciário é constituída de jovens que se consideram modernos. Contudo, exalam os ares fétidos da decadência do Império Romano: "Carpe diem!"

 Acreditam poder não haver amanhã! Cresceram sob o bombardeio de falsas crenças, estímulo à inveja, ao sexismo e egocentrismo. Sofrendo sobrecarga de “informações” irrelevantes, incompletas e distorcidas pela mídia que mistura de realidade, ficção e imagens manipuladas e apologia o aparentar, a superficialidade, e a pseudo-reflexão.
 Acham "normal" a pressa de viver o presente até o esgotamento, e inverter valores. Como podem achar normal decidir sem ponderar nem estudar? Falta alguém os acordar desse torpor.
Os maiores interessados nisso?

 As mega corporações que lesam os consumidores impunemente e os advogados e juizes corruptos que podem industrializar qualquer tipo de decisão vendida sem chamar atenção, camuflados em um dilúvio de decisões  insensatas produzidas aleatoriamente.

  Quem luta contra, corre o risco de ser destruído pelos departamentos especializados em assassinar reputações: http://bit.ly/monsanto-assassina 

 Quem reclama, sofre desrespeito, repetidas vezes. Por ser humano, pode perder a paciência... Ai, invertem os valores! A vítima, é escorraçada!

 As pessoas bem intencionadas têm sido jogadas, umas contra as outras, por distorções da realidade, preconceitos, bullying, difamações, assédio, ameaças e medo, muito medo e abuso de poder!

 Percebi o nascimento do fenômeno, como registrou o Espaço Vital em 6 de julho de 2005 no artigo "Desrespeito aos idosos, aos jovens e a todos".
 Não consegui ser muito claro, porque sofria o transtorno do intenso assédio moral, bullying e todo tipo de perseguição na PGE-RS, justamente em represália por combater a corrupção.

  Mesmo sobrecarregado com três vezes mais prazos-processos do que os meus colegas de equipe, era um dos procuradores de melhor desempenho na defesa judicial. Jamais causei prejuízo ao interesse público, pelo contrário: proporcionei muitos benefícios.

 Contudo, em uma PGE-RS aparelhada, fui demitido sem direito a recurso suspensivo. Foi para causar torpor e procurar impedir-me de repetir o feito de 2003 quando, em uma carta aberta, barrei os planos de aparelhamento da OAB-RS.

 Minha demissão ocorreu 18 dias antes da eleição da OAB-RS de 2006 sob um pretexto ilegal enquanto outro procurador, envolvido no escândalo do Detran e preso por corrupção, foi aposentado com proventos integrais! Saiba mais aqui: http://bit.ly/monsanto-assassina 

 A represália prometida aconteceu em centenas de processos e se escancarou no mandado segurança nº 70018675462. Após sete embargos de declaração questionando a mentira inventada pelo relator para obter maioria no indeferimento, ele se aposentou. Concluso um ano ao novo relator, este ameaçou multa por má-fé!

  Acesso à íntegra do processo em duas partes pelos links:

 Capa até fl. 150 https://drive.google.com/file/d/0B6QVNULEDAG8SmtZR1h4RFdTUEU/view?usp=drivesdk  +

 Fl. 150  a 421 https://drive.google.com/file/d/0B6QVNULEDAG8dndlaU5EUnJUNmM/view?usp=drivesdk 

 

 Em 2018, no 1º julgamento do HC contra prisão de Lula, logo após ser confirmada a condenação pelo TRF4, o ministro Gilmar Mendes votou contra o seu próprio posicionamento doutrinário no seu livro Curso de Direito Constitucional, onde defende a prisão logo após o julgamento de segundo grau condenando pois nessa instância esgota-se o exame das questões de fato e o crime e a imputação ao réu revestem-se de uma imutabilidade.

   A contradição de Gilmar, indo contra sua própria tese/afirmativa, revela incapacidade para estar STF:

 - incapacidade moral por julgar por interesses escusos;

 - incapacidade psicológica criando instabilidade jurídica.

  Não se tratou de caso isolado de de mudança de posição. Há coisa pior em curso:

 Em outubro de 2019, o STF acaba de adotar uma tese de, para não haver cerceamento de defesa, os delatados têm o direito de apresentar por último as suas alegações finais antes do pronunciamento da sentença.

 Com esse entendimento, duas condenações da Lava Jato já foram anuladas e outras 18 podem ter mesmo destino.

  A tese não foi criada pelos advogados de Lula. Já havia sido examinada e rejeitada por Gilmar Mendes adjetivando-a de “impertinente”!

 Em 2017, advogados de fiscais da Receita Federal condenados na Operação Publicano apresentaram a mesma tese em recurso rejeitado pela Segunda Turma do STF.

 O relator foi o mesmo Gilmar Mendes que, agora, defende exatamente o contrário do que decidiu.

 Em 2017, Gilmar foi veementemente contra novas diligências probatórias e a mudança na ordem das alegações finais:

 O recurso foi rejeitado por Gilmar transcrevendo, no seu voto, trecho da Decisão de primeiro grau negando o direito do réu não colaborador de falar por último:

“Há de se considerar que a ordem contida no artigo 402 invocada pela douta Defesa é para o caso de manifestação ainda em audiência, após encerrada a instrução, quando por motivos óbvios, é impraticável a manifestação simultânea, fazendo-se necessária a adoção de uma ordem. No entanto, no caso em tela, não há razão alguma para observá-la, posto que as partes podem analisar os autos e se manifestar simultaneamente.”

  No voto de Gilmar Mendes, acompanhado de forma unânime pelos ministros Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello e Edson Fachin, qualifica as teses da defesa dos fiscais de “impertinentes” e decorrentes “de mero inconformismo”.

  Pois a mesma tese que Gilmar qualificou de impertinente em 2017, agora defende para soltar os condenados na Lava Jato!

  Evidentemente, não se qualifica para estar no STF.

 Há mais de ano, em pronunciamento dia 05/06/2018, o impeachment de Gilmar Mendes foi ventilado no Senado, por já estar, desde aquela época, a “soltar os bandidos”: https://youtu.be/_3fDfkEdndQ e https://republicadecuritibaonline.com/2018/06/05/senador-cobra-em-plenario-impeachment-de-gilmar-mendes/

 

 Os NOVE episódios onde o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes violou a lei:
Como já se demonstrou, a principal característica da jurisdição é a imparcialidade. As leis estão repletas de regras sobre isso. Só no CPC, as palavras suspeição, impedimento e imparcialidade são o tema de 60 dispositivos. Eles colocam na ilegalidade comportamentos como:

 1º. Gilmar telefonou para Silval Barbosa, ex-governador do Mato Grosso, horas antes dele ser preso em flagrante na Operação Ararath, hipotecando-lhe solidariedade e prometendo interceder a seu favor junto ao Ministro Toffoli, o relator do inquérito. Silval é, nas palavras do Ministro Fux, o protagonista de uma delação monstruosa.
2º. Gilmar votou contra a prisão do secretário da Casa Civil e da Fazenda desse mesmo ex-governador. Éder de Moraes Dias, segundo a Polícia Federal, foi o principal operador do esquema de corrupção descoberto na Ararath.
3º. Gilmar teve muitos encontros privados com o Presidente Michel Temer, fora da agenda oficial, alegando velha amizade. Portanto, não podia votar, como votou, no TSE, sendo o voto que absolveu a chapa Dilma-Temer de abuso de poder político e econômico na campanha, preservando o mandato do amigo. Nesse processo, a ex-mulher de Gilmar, Samantha Ribeiro Meyer-Pflug, emitiu parecer favorável a Temer, que depois a nomeou conselheira da Itaipu Binacional. O Presidente ainda tornou um primo de Gilmar, Francisval Dias Mendes, diretor da Agência Nacional de Transporte Aquaviário.
4º. Gilmar agiu como militante do PSDB: a despeito de ser o relator de 4 dos 9 inquéritos contra Aécio Neves, aceitou o pedido deste para convencer o Senador Flexa Ribeiro a seguir determinada orientação no tocante a projeto de lei de abuso de autoridade.
5º. Gilmar, desprezando o fato da sua atual mulher trabalhar no escritório defensor dos interesses de Eike Batista, mandou libertá-lo da prisão.
6º. Gilmar, por três vezes, livrou do cárcere Jacob Barata Filho, milionário do setor de transportes do Rio de Janeiro, cuja filha casou com o sobrinho de Guiomar Mendes, mulher do Ministro. Mais: Francisco Feitosa, irmão de Guiomar, é sócio de Barata.
7º. Gilmar mandou soltar o ex-presidente da Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Rio Lélis Marcos Teixeira, como Barata, cliente do escritório de advocacia integrado pela esposa do Ministro.
8º.Gilmar votou no processo de anulação da delação premiada dos proprietários do Grupo J & F, a despeito de a JBS haver patrocinado com R$2,1 milhões eventos do IDP, Instituto de Direito Público, empresa da qual o Ministro é sócio.
9º. Gilmar determinou a soltura do ex-presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso José Riva, conhecido como o
“rei da ficha suja no Brasil”, defendido por Rodrigo Mudrovitsch, professor do IDP e também advogado do Ministro em outra causa.
Nesses episódios, Gilmar julgou e beneficiou quem não poderia julgar, pois suspeito. Gilmar, sem qualquer pejo, exerceu atividade político-partidária. Gilmar procedeu de modo incompatível com a honra, a dignidade e o decoro de suas funções.

 A fortuna do casal Gilmar Mendes e Guiomar:
 Não obstante serem casados em regime de separação de bens, o casal Gilmar Mendes e Guiomar tem negócios em conjunto envolvendo dono vastíssimo patrimônio.
Revista Crusoé, num excelente trabalho de reportagem, enumera algus. dos bens cujo valor é, realmente, impressionante: inclui casas, apartamentos, fazendas, rebanhos de gado e cotas de participação societária numa faculdade – ele é sócio do IDP – e num escritório de advocacia – ela é sócia do escritório Sergio Bermudes, um dos maiores do país.
Veja a imensa relação:
Apartamento em Lisboa com 137 metros quadrados e nove cômodos; com localização impecável, numa das regiões mais nobres da capital de Portugal. Segundo estimativas de especialista ouvidos pela revista, vale cerca de 1 milhão de euros (4,2 milhões de reais).
 Casa no Lago Norte, em Brasília, avaliada em 1,4 milhão de reais.
Mansão às margens do Lago Paranoá, com jardins bem cuidados que abrigam emas, lembrando os gramados extensos do Palácio da Alvorada.
Guiomar tem 3 milhões de reais, em valor de mercado, em imóveis localizados na parte sul da cidade. São duas salas comerciais com cerca de 30 metros quadrados cada, em áreas nobres de Brasília. É proprietária também de um flat, de valor estimado em 400 mil reais, e uma casa no Lago Sul, onde um imóvel vale pelo menos 1,6 milhões de reais.
Gilmar tem duas casas no Lago Norte de Brasília. Terrenos em duas áreas que se valorizaram com a expansão da cidade e um apartamento de 1 milhão de reais localizado na Asa Norte, outra zona nobre da cidade.
Gilmar também coleciona obras de arte. É dono de quadros e esculturas de artistas celebrados. Um de seus prediletos é Alfredo Ceschiatti (1918-1989), o escultor mineiro cujas obras ornamentam os mais importantes palácios de Brasília.
Gilmar tem como o seu negócio mais lucrativo, o IDP. O Instituto Brasiliense de Direito Público. Uma faculdade de direito relevante no mercado. Na sociedade, o ministro é dono de pelo menos 6 milhões de reais em cotas.
No Mato Grosso, o ministro é proprietário de três fazendas, cada uma com cerca de 5 mil hectares. Fazenda Santa Cecília, Fazenda Jaó e Fazenda Estreito do Rio Claro.
Gilmar tem um rebanho de pelo menos 1000 cabeças de gado.
Um casal altamente privilegiado e bafejado pela sorte.
   Fonte: Revista Crusoé

CRONOLOGIA DE UM PLANO (QUASE) PERFEITO
2018
1. Gilmar Mendes é intimado, em novembro, pela Receita Federal para prestar informações sobre questões fiscais.
2. Em vez de responder à intimação como qualquer outro contribuinte, Gilmar procura o chefe do órgão, Jorge Rachi.
3. Jorge Rachid descumpriu o sigilo a que estava obrigado e diz a Gilmar que o auditor responsável pelo caso estava prestando serviços à
Operação Calicute, do Ministério Público Federal do Rio de Janeiro, responsável por prender, entre outros, Jacob Barata, o Rei do Ônibus, solto por Gilmar Mendes.
4. Gilmar Mendes começa a investigar a investigação. Utilizando-se da influência e de canais dentro da Receita como Jorge Rachid,  consegue acesso a um documento ultra mega hiper reservado – a Nota Copes 48/2018 apresentando os resultados do trabalho da Equipe Especial de Combate a Fraudes Tributárias da Receita Federal, da qual Gilmar era alvo.
5. Por algum “erro” grotesco, cuja probabilidade de ocorrência é inferior a de dois raios caírem no mesmo lugar, é aberto o sigilo do dossiê com o procedimento fiscal envolvendo Gilmar Mendes. Os documentos sigilosos da investigação chegam às mãos do investigado.
6. De posse desses documentos – o dossiê de investigação e a Nota Copes 48/2018 – Gilmar inicia a articulação para atacar a Receita Federal e, por via transversa, a Lava Jato.
2019:
7. Com a
posse de Bolsonaro, Jorge Rachid é substituído no comando da Receita Federal no início de janeiro. Ele e seu grupo demonstram grande insatisfação por terem perdido o controle do órgão.
8. Gilmar Mendes planeja os vazamentos. No dia 8 de fevereiro, vaza para a coluna Radar, da Revista Veja, o primeiro documento: o dossiê fiscal a respeito de si próprio. A partir da “revelação”, Gilmar vai para os meios de comunicação atacar o órgão e a Lava Jato, dizendo-se perseguido.
9. Quatro dias depois, no dia 12 de fevereiro, vaza a Nota Copes 48 no site Conjur, cujo proprietário, Márcio Chaer, é amigo íntimo de Gilmar Mendes, tendo sido inclusive um dos responsáveis por sua reaproximação de Guiomar Mendes quando estiveram separados. O vazamento da Nota Copes é golpe de mestre despertando a solidariedade instantânea de ministros do STF e parlamentares pois
alude haver  uma lista de 134 agentes públicos “graúdos” com indícios de irregularidades fiscais e, eventualmente, criminais.
10. O Conjur, na matéria, ataca frontalmente a atuação da Receita no episódio, alegando haver extrapolado atribuições e “
provavelmente houve ainda a violação das prerrogativas de foro”. Importante lembrar: Gilmar Mendes já se valeu do Conjur para atacar de maneira sórdida Joaquim Barbosa, quando este deixou o STF.
11. No dia 24 de fevereiro, o Estadão divulga Gilmar Mendes iniciar uma articulação no Congresso para aprovar projeto de lei limitando a atuação da Receita Federal. Se concretizada, a mudança poderá causar impacto no modo como a Receita tem cooperado com grandes investigações de combate à corrupção e lavagem de dinheiro, a exemplo da Operação Lava Jato.
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 Quem foi o Advogado do terrorista e assassino Cesare Battisti? Barroso, nomeado Ministro do STF...

  Apesar de receberem valores vultosos(*) da sociedade, alguns operadores jurídicos omitem-se de decidir com Justiça os problemas que deveriam resolver. Decidem os processos apenas formalmente sem o exame dos fundamentos apresentados pelo jurisdicionado. Encenam exercer o poder-dever de julgar, sem examinar as questões apresentadas e decidindo com abuso de poder contra quem reclama.

  Nepotismo cruzado:

 Além dos valores vultosos dos quais trataremos no capítulo seguinte, os não vocacionados praticam nepotismo cruzado: os chegados de uns são aquinhoados na área de outro.

 São mais de vinte mil acima do teto constitucional. Marcio Augusto Losada Maia recebe mais de meio milhão de reais anuais através do Tribunal de Justiça do Pará.

 A foto é de Marcus Augusto Losada Maia, Desembargador Tribunal do Trabalho no mesmo Pará.        Juiz do Trabalho desde 08/05/1992; Desembargador do Trabalho desde 2002; Presidente da 1ª Turma no período de 2009-10; Corregedor Regional 2012-4; Diretor da Escola Judicial 2015-6.
https://www.trt8.jus.br/estrutura-do-tribunal/desembargador/marcus-augusto-losada-maia 

 O aposentado Márcio Losada Maia não é nem concursado e nem se enquadra na hipótese do art. 19 do ADCT, Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição Federal de 1988, para legitimar nos cargos (não nas funções) aqueles que já trabalhavam como servidores até 5 anos antes da promulgação da Constituição, ou seja, que estavam no serviço público até antes de outubro de 1983: http://www.ver-o-fato.com.br/2019/03/exclusivo-tribunal-do-para-manda-pagar.html?m=1 

 Os valores vultosos pagos aos operadores do judiciário brasileiro. O caro e ineficiente inchaço aqui:https://docs.google.com/document/d/1hgF00tc3ggVAgJ3h7fC7TvNMADC5H1GzWR8bxutSBHU/pub

  Para ver como a violência é programada, confira o exemplo do estado do RJ onde os policiais passaram anos recebendo salários congelados e parcelados enquanto a magistratura auferia penduricalhos, alguns livres de livres de impostos, como o “auxílio peru” http://m.folha.uol.com.br/mercado/2017/11/1935513-judiciario-do-rio-recebe-auxilio-peru-de-r-2000.shtml?mobile 

 Auxílio moradia de R$ 4.377,73 mensais livre de impostos.
 O corregedor nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, em 18/2/2019, suspendeu a recomendação assinada por ele mesmo.
Atendeu pedido da AMB, Associação dos Magistrados Brasileiros,
 alegando assimetria porque o CNMP, Conselho Nacional do Ministério Público, suspendeu as decisões cessando o pagamento a integrantes do Ministério Público permitindo os penduricalhos desde que previstos em lei.
 Cancelada a orientação aos tribunais de não pagar penduricalhos como “auxílio-transporte” e “auxílio-alimentação”, a decisão do corregedor, na véspera do carnaval de 2019, permite o retorno dos pagamentos.
O plenário do CNJ poderá analisar essa "liminar" mas, contudo, não se pode prever quando e, até lá, seguem permitidos os pagamentos.
Pelas regras fixadas depois do reajuste de salários à magistratura em dezembro de 2018, o “auxílio-moradia” deve ser concedido apenas para os magistrados atuando fora da comarca de origem e que não tenham casa própria no novo local de trabalho, nem residência oficial à disposição. Também não pode ser concedido quando o cônjuge ou companheiro do magistrado receber ajuda de custo para moradia ou ocupar imóvel funcional.
 Durante três semanas, a revista IstoÉ mapeou, em todos os tribunais superiores, regionais federais, regionais do trabalho, regionais eleitorais, de Justiça estaduais e os três tribunais de Justiça Militar (do RS, MG e SP) os efeitos da resolução aprovada pelo CNJ em dezembro do ano passado.
Um ministro do STJ, reservadamente, diz a revista, admitiu não haver “justificativa moral” para o recebimento permanente de auxílio moradia que, por uma liminar do ministro Luiz Fux, foi pago durante 51 meses.
64 tribunais pagaram o “auxílio-moradia” em 2018 mas apenas 38 responderam ao questionário de maneira detalhada, como os TRFs da 1ª, 2ª e 4ª Regiões.
13 tribunais responderam apenas  parcialmente.
13 tribunais não apresentaram resposta.
O questionário da Agência Estado incluía 10 perguntas sobre os gastos dos tribunais com “auxílio-moradia” a seus magistrados no ano de 2018, a quantidade de beneficiados e a relação dos nomes dos magistrados que receberam a verba, e os procedimentos adotados para aplicar as novas regras fixadas pelo CNJ para estabelecer quem perderia ou não.
Pouco mais da metade respondeu, mostrando resistência em divulgar informações sobre verbas públicas!
🤡
Os TJs estaduais foram os menos “transparentes” nas informações enviadas:  11 deles não responderam.
O Tribunal de Santa Catarina alegou “
carência de recursos humanos para promover as consultas solicitadas”. O do Acre informou não conseguir levantar os dados solicitados devido a uma transição em sua administração, “que, automaticamente, acarreta na troca de diretores e gerentes dos setores”.
Uma das exceções foi a Corte gaúcha.
🤔
O TJRS, Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, informou claramente e é o campeão de gastos no levantamento.
Foram
pagos R$ 40,3 milhões com “auxílio-moradia" em 2018 para 768 magistrados, dos quais 125 são desembargadores.
Para cada um,
a média anual foi de R$ 52.473 livre de impostos!
  A farra das lagostas: 

 Depois da censura à imprensa, o Supremo prepara a faustosidade gastronômica:

   1,2,3. Já!

   Marco Antonio Birnefel publicado em 30.04.19 no https://www.espacovital.com.br/noticia-36941-depois-censura-imprensa-supremo-prepara-faustosidade-gastronomica 

  A farra das lagostas

 Os ministros do Supremo não admitiram que se trata de regalias em causa própria, mas confirmaram a abertura de uma licitação que os coloca na contramão da austeridade exigida em tempos de vacas magras na economia brasileira. Cobram-se sacrifícios de toda a sociedade para a redução de gastos públicos, mas abrem-se os cofres para “brunchs” e jantares faustosos.

O tribunal presidido pelo ministro Dias Toffoli – depois da atrabiliária censura à imprensa chancelada pelo colega Alexandre - decidiu abrir na sexta-feira (26) uma licitação que agrava ainda mais sua combalida imagem: a contratação de uma empresa que sirva banquetes aos ministros togados e a seus comensais.

Na farra gastronômica serão gastos R$ 1,1 milhão em um ano. O dinheiro, claro, será bancado pelo cidadão comum que paga exorbitantes impostos.

O processo de contratação do buffet prevê o fornecimento de 2.800 refeições (almoços ou jantares), 180 cafés da manhã, outros 180 “brunchs” (talvez dominicais, no melhor estilo estadunidense...) e três tipos de coquetéis para 1.600 pessoas. Na lista de exigências do contrato estão pratos dignos dos melhores restaurantes do mundo, comparados aos badalados cinco estrelas do guia Michelin.

Pelo Menu Supremo, a empresa que vencer a licitação estará obrigada a disponibilizar pratos com:

 medalhões de lagosta com molho de manteiga queimada;

 bobó de camarão;

 camarão à baiana;

 bacalhau ao estilo Gomes de Sá;

 arroz de pato;

 pato assado com molho de laranja;

 galinha d’Angola assada;

 vitela assada;

 codornas;

 carré de cordeiro,

 medalhões de filé,

 tournedos de filé com molhos de mostarda, pimenta, castanha de caju e gengibre.

 A farra dos vinhos e uísques

Para um menu tão opíparo serão necessárias “bebidas perfeitamente harmonizadas com os alimentos: espumantes (brut e extra brut), necessariamente produzidos pelo método champenoise e que tenham alcançado ao menos quatro premiações internacionais”, com pelo menos 12 meses de maturação.

A carta de vinhos também é de etilismo sofisticado: a bebida preferida pelo deus Baco deverá – em seus contornos brasilienses - ter variante de seis uvas: tannat, assemblage, cabernet sauvignon, merlot, chardonnay e sauvignon blanc.

Nos casos das três primeiras uvas cotadas, o vinho precisa ser obrigatoriamente de safra igual ou posterior a 2010.

Outras características singulares determinadas no edital: todos os vinhos precisam ter pelo menos quatro premiações internacionais, tendo sido envelhecidos em “barril de carvalho francês, americano ou ambos, de primeiro uso”.

Sobre os vinhos brancos, Chardonnay e Sauvignon Blanc, o procedimento licitatório apresenta uma curiosidade: as uvas para as duas bebidas precisam, necessariamente, ser colhidas à mão – não se sabe se os safristas terão que usar luvas desinfetadas.

E os uísques deverão ser de puro malte, envelhecidos por no mínimo 12 anos – e no máximo 18.

As cachaças para as caipirinhas devem ter sido curtidas em “barris de madeira nobre” por um, dois ou três anos.

A empresa ganhadora da licitação terá que disponibilizar, em todos os eventos, um garçom para cada grupo de seis pessoas.

 O contraponto do STF

Por meio de nota, o Supremo informou que "o edital da licitação do serviço de refeições institucionais em elaboração pelo STF reproduz as especificações e características de contrato semelhante firmado pelo Ministério das Relações Exteriores (que faz o cerimonial da Presidência da República)".

A corte suprema informou que seu conteúdo da licitação foi analisado e validado pelo Tribunal de Contas da União, "mas com redução de escopo: dos 21 itens contratados pelo ministério, 15 são objeto da licitação do STF".

Sobre o custo, o Supremo declarou que "o valor de R$ 1,1 milhão é uma referência, que será submetida à disputa de preços entre as participantes do pregão”.

 E o Engov?

O edital não prevê o fornecimento de maleato de mepiramina (popularmente conhecido como ´Engov´).

Mas, segundo a “rádio-corredor” do CF-OAB, “as supremas autoridades acreditam que a empresa vencedora disponibilizará tais comprimidos como cortesia, sem necessidade de aditivo contratual”.

Mas há controvérsias.

 O veterinário das contas

Rodrigo Calheiros, filho de Renan Calheiros (senador) e irmão de Renan Filho (governador de Alagoas), foi nomeado “diretor adjunto de controle interno” do Tribunal de Contas dali.

A atribuição foi feita a despeito da falta de experiência de Rodrigo Calheiros na área de controle de contas. Com 34 anos, ele tem formação em... medicina veterinária.

 Nunca antes neste país...

Na entrevista, na antessala do cárcere, aos jornais Folha de S. Paulo e El Pais, Lula deixou claro que os 12 meses de cadeia não lhe alteraram o espírito, embora tenha apregoado que “a prisão me deixou mais humano”. Pelas regras azeitadas, o ex-presidente falou o que quis e foi pouco contestado.

Explicou que sua alternativa para a reforma da Previdência seria autorizar um calote nos juros das dívidas das pessoas mais pobres. “Assim, as pessoas consumiriam mais e os empregos voltariam”...

Ninguém esperava mesmo, mas ainda assim Lula perdeu uma oportunidade de fazer um “mea culpa”. Sobre corrupção, vangloriou-se que “foi o PT que criou os mecanismos de controle”, sem fazer qualquer menção ao mensalão e ao escândalo da Petrobras.

 Sobre o Sitio de Atibaia admitiu que seu erro foi “ter ido lá algumas vezes”. E os entrevistadores “esqueceram” de lembrar a Lula que, em cinco anos, ele foi 270 vezes ao sítio.

Fonte: https://www.espacovital.com.br/noticia-36941-depois-censura-imprensa-supremo-prepara-faustosidade-gastronomica 

 

   Por alertar, em 1995, do risco de desmanche institucional da efetividade da justiça, o Professor Padilla sofreu assédio moral, bullying e assassinato de reputação. Saiba mais aqui: http://bit.ly/PADilla 

 Por que o poder público paga, ao  médico salvador de vidas 10 vezes  menos do que um operador jurídico?  

    A sociedade é controlada pelo sistema jurídico através das leis e de sua aplicação. As carreiras jurídicas e políticas são supervalorizadas para se sentirem satisfeitas permitindo a continuidade do holograma psicopata.

 Saiba "o que não querem que a gente descubra!" https://lnkd.in/e6FY6Zn 
https://docs.google.com/document/d/1Mt64asuLyQIfWzuwEne1A1v6xuFvHqMo4Zi2ZhrwUT0/pub
https://t.co/f7YOKMHQoP

 

   Enquanto as mazelas forenses produzem injustiças e inquietação no Brasil, Michael Mike Cicconetti, juiz em Painesville, Ohio-EUA, mostra ser possível fazer exatamente o contrário: basta ter bom senso e boa vontade.

   O juiz Cicconetti examina o caso, pondera e constrói uma solução visando produzir paz social estimulando comportamentos decentes, exatamente oposto às mazelas forenses no Brasil... Saiba mais http://www.pmcourt.com/judge01.shtml           https://www.facebook.com/Judgemikec/ 

http://www.nbcnews.com/news/us-news/ohio-pepper-spray-assault-case-victim-gets-fire-back-n368051

http://en.newsner.com/couple-gets-caught-having-sex-in-park-but-the-judge-s-punishment-shocks-the-whole-court/about/news

 A acultura da superficialidade dos controladores globalistas "bacharelizaram" o Brasil criando mais cursos de direito em nosso país do que existem em todo o restante do mundo! Para que tantos advogados? Antes de responder isso, pergunte-se: “Havia professores de direito capazes de atender essa demanda de milhares de cursos?” Obviamente que não! Assim, grande parte das vagas de ensino foram preenchidas por professores despreparados deformando os futuros profissionais e produzindo um desmanche cultural com dezenas de milhares de psicopatetas "formados" em direito, contudo, despreparados em lógica jurídica. Sem noção de paz social como finalidade do Direito, são capazes de defender os absurdos do falso-humanismo.

 Nesse cenário, a OAB, pilotada pelo diligente Claudio Lamachia, acentuará a exigência do Exame de Ordem e criará "exame de recapacitação" a cada 5 anos. https://vimeo.com/235047536/ 

 Como professor e pesquisador transdisciplinar, um dos idealizadores da Rede de Conscientização, louvamos a busca da qualidade e exigência de capacitação, priorizando informações de qualidade, contra a onda de idiotização da 5GW e de superficialidade do plano jurídico.

  Confira: http://bit.ly/mazelas 

  O desmanche cultural do bacharelismo era um estratégia da Guerra de 5ª Geração?

  Na 5GW, a luta é dissimulada! A estratégia do inimigo é vencer anulando a nossa capacidade de lutar. A luta é desigual pois o inimigo domina a mídia promovendo a desinformação. Para aumentar a confusão, envolve-nos em um cipoal de paradoxos. Conheça o inimigo e saiba como vamos vencê-lo aqui: https://docs.google.com/document/d/18GHL7vxPPTEIchjlb3ijDnZzZYp3aGaraVPkeAAHudQ/pub 

Judiciário trocou lei por ponderação de princípios dizem Eros Grau e outros advogados: http://www.conjur.com.br/2017-dez-09/judiciario-trocou-lei-ponderacao-principios-eros-grau 

 A nomeação do STF como livre escolha do Presidente gera uma corte comprometida:

  A parcialidade é dissimulada em sorrisos estudados escondendo a corrupção com sofismas, em um aparelhamento institucional que precisamos mudar: http://bit.ly/juiz-pt

 

https://www.youtube.com/watch?v=nNJzQN_2M0Q 

https://andradetalis.wordpress.com/2014/11/18/dias-toffoli-ministro-porque-escondeu-que-era-condenado-da-justica/?fbclid=IwAR1WY51NHbFUwnuQ5XWotv1SSL42ooKC1Zn6gDsu1buuTOeO-FOdDSr43Wk 

     

  Viola a indispensável imparcialidade jurisdicional esse ex-advogado do PT atuar em qualquer processo dessa organização.

 Dia 27 de fevereiro de 2019, dezesseis parlamentares, entre eles Bia Kicis, Kim Kataguiri, Chris Tonietto e Girao, protocolam pedido de impeachment de quatro Ministros do STF por "legislarem sobre crime de homofobia e outros ativismos judiciários": https://youtu.be/Sl0SBUdoCZs 

 A ostensiva parcialidade da Suprema Corte incentiva ilegalidades em todas instâncias. Em 12 de dezembro de 2011, o então procurador-geral de Justiça do RS, Eduardo de Lima Veiga, denunciou o juiz Diego Magoga Conde e mais quatro pessoas porque: Vitor Hugo Alves Conde, advogado e pai do magistrado; Juliano Weber Sabadin, então servidor judicial e, atualmente advogado; Eugênio Correa Costa, advogado; e Juliana Leite Haubman, advogada, cônjuge de Eugênio porque: "o juiz possuía um círculo em que relações da vida privada se misturavam com a vida profissional" criando "as condições favoráveis para a prática dos delitos de corrupção ativa e passiva" em um processo de inventário com vultoso patrimônio. Eugênio Correa Costa, advogado atuando como inventariante dativo, ofereceu ao magistrado e ao seu assessor Juliano vantagem para praticarem "atos judiciais tendentes à obtenção de benefício para os três". A advogada Juliana Leite Haubman, mulher do advogado Eugênio, e Vitor Hugo Alves Conde, advogado e pai do magistrado, cederam as suas contas bancárias para o dinheiro ser desviado, "com o objetivo de dificultar a verificação da destinação final" dos valores. Houve quebra de sigilo das contas do pai do magistrado e da advogada Juliana, e interceptações telefônicas provando "o recebimento da vantagem indevida". Os pedidos da ação penal foram os de condenação de todos os denunciados e a perda do cargo público em relação ao juiz Diego Conde. A exoneração do serviço público ficou prejudicada quando o juiz Conde pediu exoneração da carreira, fazendo cessar a competência do Órgão Especial do TJRS por prerrogativa de função. Os autos remetidos à comarca de São Lourenço do Sul onde entraram em 27.04.2012 e o processo recebeu o número 067/2.12.0000502-2. A tramitação é demorada: seis anos e um mês, insensível às ironias nas “rádios-corredores” na comarca e cidades próximas, Pelotas e Rio Grande, onde o caso ficou conhecido como “a mais rígida tartaruga forense do RS”. Todos os réus seguem em liberdade.

o da

 Para entender a HEM, hipnose em massa, examine https://docs.google.com/document/d/13RnOYN1QAy2W2StSZHtL6LwBEWx7iKBLYHPr2LOzlws/pub       

  Para saber sobre a 5GW, Guerra de  5º Geração, clique aqui: https://t.co/NydYnzAQd7  

 Estamos no meio de uma Guerra de 5ª Geração, 5GW (5th Generation War):

  Como um peixe não percebe a água onde vive, estamos em uma Guerra de 5ª Geração, 5GW, a qual já causou mais mortes do que todas demais juntas.

  Só nesta década, foram centenas de milhões de perdas humanas. Grande parte, no Brasil onde, além dos cem mil assassinatos por ano, houve milhões de óbitos por acidentes e doenças evitáveis e curáveis.

  A população ignora o que é saudável e consome produtos tóxicos acreditando serem alimentos.

  A imobilidade urbana é planejada para consumir o tempo, irritar e entorpecer, criando o caótico ambiente de isolamento e de idiotização, a base do holograma psicopata (*).  Saiba mais sobre a 5GW aqui:  https://t.co/NydYnzAQd7

ou https://docs.google.com/document/d/1gh4E9yoHo5m-1ee32MQNq1Ei9ubZBEWWOgo7zOki_Jc/pub

   (*)   Toda a sociedade é controlada pelo sistema jurídico através das leis e de sua aplicação. Por esse motivo, as carreiras jurídicas e políticas são supervalorizadas na grade de contraprestação para se sentirem satisfeitas permitindo a continuidade do holograma psicopata. Confira por exemplo:  Porque o médico, para salvar vidas, recebe 100 vezes  menos do que um operador jurídico? Saiba mais: https://t.co/f7YOKMHQoP Da série "o que não querem que a gente descubra!"

   A tecnologia atual permite disponibilizar uma vida confortável e segura para toda a população. Então, por que isso não acontece?   Já pensou em quanto esforço coordenado é necessário para impedir o progresso e o conforto alcançar a todos?  Quem são os Controladores criando e mantendo a confusão e o atraso? Descubra aqui http://bit.ly/1mundomelhor

 Usam a HEM, hipnose em massa, através da desinformação sobre saúde induzindo a comportamento danosos, entendendo melhor porque o médico é tão aviltado em http://bit.ly/saude-cuidados 

   Vamos lutar pela libertação humana?

 Como os desumanos dominaram até agora?

A luta humana contra a desinformação psicopata:

Descubras o que não querem que saibas  

 Qual é a origem de todo o mal? ->   Toda a sociedade é controlada pelo sistema jurídico através das leis e de sua aplicação. Por esse motivo, as carreiras jurídicas e políticas são supervalorizadas na grade de contraprestação para se sentirem satisfeitas permitindo a continuidade do holograma psicopata.

   A tecnologia atual permite disponibilizar uma vida confortável e segura para toda a população. Então, por que isso não acontece?   Já pensou em quanto esforço coordenado é necessário para impedir o progresso e o conforto alcançar a todos?  Quem são os controladores criando e mantendo a confusão e o atraso? Descubra aqui http://bit.ly/1mundomelhor

 Pratique artes marciais ou outras atividades capacitantes contra o medo:

 O medo é chamado de “a pequena morte” porque, quando somos dominados pelo medo, nossa capacidade cognitiva caiu. Nosso cérebro, na verdade, possui vários processadores e, quando sentimos medo, a energia é canalizada pela o cérebro mais primitivo, chamado de cérebro réptil, e - por falta de energia no cérebro moderno, chamado de neocórtex, a nossa capacidade cognitiva se reduz.

 Ora, considerando ser,  a inteligência, a ferramenta da raça humana para lidar e resolver os problemas, obviamente que, quando falta energia no neocórtex, o ser humano fica bastante indefeso. Facilmente é anulado, vencido ou manipulado. Por isso é que os controladores  globalistas promovem a acultura do medo - http://bit.ly/aculturadasuperficialidade -  porque ela induz a população viver em um estado de torpor pré-pânico!

   Como se resolve isso?

  Praticando atividades as quais desenvolvem a capacidade de lidarmos e vencer o medo. Artes Marciais, assim compreendidas também as práticas de tiro, arco e flecha, etc., são as melhores opções para aprendermos a lidar com o medo e o vencer.

  O belo filme Piper, com apenas 5 minutos (os quais demandaram 3 anos para picturizar), merecido Oscar de melhor filme de animação, demonstra o quanto a vida pode ser melhorada quando dominamos o medo.  Assista-o aqui: https://vimeo.com/215828022

 As artes marciais desenvolvem personalidade ativa e perceptiva, focada na evolução, cuidados com a própria saúde e imunização ao estado de torpor pré-pânico da acultura do medo e da superficialidade http://bit.ly/aculturadasuperficialidade através da qual os 2% mutantes http://bit.ly/desumanos promovem a escravidão dissimulada em impostos extorsivos, consumismo desenfreado, desinformação, falsas crenças e inversão de valores: http://bit.ly/escravizacao

 Para quem, como nós, desde os anos 80, trabalhamos o desenvolvimento das regras para dinamizar - com beleza plástica e emoção - como um dos mais justos e equilibrados esportes e, disparado, o mais seguro de luta, é o sinal para prosseguirmos formando bons instrutores. Chegou a hora de libertar a humanidade do holograma idiotizante! http://bit.ly/karate-olimpico 

  Como e os globalistas esconderam o caráter pedagógico das Artes Marciais promovendo sua infâmia e tentando, de todas as formas, reduzir a prática: http://bit.ly/sindiplam

"J`ai voulu voir jusqu`oú allait la bêtise humaine:   elle est sans limites"   (André Maurois,   Letter Ouverte a um Jeune Homme, Paris, ed. 1966,  p. 38)

"A estultice tem uma real e efetiva importância no agir humano.   Talvez seja por isso que o poeta Schiller escreveu,  há dois séculos, que Contra a estupidez os próprios deuses lutam inutilmente’.     Apesar de tudo, para mim, na minha visão de professor de Direito,   não é demais ainda confiar na inteligência humana,  que um dia acabará prevalecendo.” (Paulo Pasquilini)

Porque as pessoas espertas atuantes na linha de frente do Judiciário podem ser tão tolas? http://padilla-luiz.blogspot.com.br/2013/06/espertos-agindo-como-tolos.html

Sem estagiário, não tem Judiciário!
Romance forense | Publicação em 02.04.19

http://mkt.espacovital.com.br/go/ab5b5b8ae2f8a01629b00324d0cc579f3d9d08d27e459acab9d1e3efhbebK1iejte833WH 

Charge de Gerson Kauer

 Mais um dia de trabalho, a advogada Bernadete Kurtz (OAB-RS nº 6.937), que é da dita “melhor idade”, faz pensamento positivo em prol de um dia tranquilo e chega às 9h30 ao Foro Central. Claro, não há qualquer cartaz ou placa que diga “Seja bem-vindo(a)”, ou algo assim.

Logo um guarda a ataca com mau humor.

- Não pode entrar! Neste horário só servidores, estagiários e advogados.

- Eu sou advogada.

- Mostre a carteira da OAB.

Documento exibido, bolsa passada na esteira de inspeção, passado o portão eletrônico, a advogada vai a um cartório cível. Na porta o aviso imperativo: “Tire sua senha e aguarde no corredor”

A advogada entra direto, e para no balcão.

Ninguém na sua frente. Do outro lado do balcão uma moça bonitinha. Ela veste um top próprio para ginástica, que deixa sua ´barriguinha tanquinho´ totalmente de fora.

O diálogo é objetivo, tipo pingue-pongue.

- Sua senha, doutora – ordena a menina.

- Não tirei, pois além de não ter ninguém esperando, sou uma advogada idosa com direito a atendimento preferencial.

- Aqui, a preferência dos idosos é apenas para as partes. Advogados não têm esse direito.

- Não vamos discutir, não peguei senha e não vou pegar, pois não há ninguém na minha frente. Por favor, quero ver este processo...

A estagiária pega a papeleta da informação com a pontinha dos dedos e questiona:

- A senhora tem procuração nos autos?

- Não! Fui procurada ontem pelo réu nesta ação e preciso examinar o processo para verificar se aceito, ou não, o caso.

- Nada feito, sem procuração é zero acesso.

- O processo tramita em segredo de justiça?

- Aqui não tem nada de segredo. Sem procuração não pode.

- Meu estatuto diz que eu posso, se não houver segredo de justiça ou prazo correndo.

- Que estatuto?

- O da OAB, naturalmente.

- Ah... isso vale lá na OAB, aqui não.

A advogada começa a falar com menor mansidão verbal.

- Quero falar com o escrivão!

A estagiária também levanta a voz, com um ar de superioridade que faria inveja ao ministro Fux.

- Aqui não temos escrivão, mas sim escrivã, ela está ocupada, e os problemas do balcão eu resolvo.

Como o desrespeito já está indo longe demais, a advogada entra pela porta que há no final do balcão e se dirige ao cartório, seguida pela estagiária, já meio histérica, gritando:

- Não pode passar, não pode passar!

Param todos os servidores do cartório para apreciar a cena, e uma senhora levanta-se detrás de uma mesa aos fundos:

- Doutora Bernadete, que bom lhe ver!

Surpresa com a saudação amistosa, a advogada para, e a escrivã se aproxima: ambas são conhecidas de longos tempos.

A estagiária escafede-se. A escrivã apenas sorri, abraça a advogada e diz:

- Não se estresse doutora, esses jovens estagiários são assim mesmo... mas fazer o quê? Com a carência de pessoal e a falta de concursos, dependemos – como diz o Espaço Vital - da estagiariocracia. Mas fique tranquila que eu mesma vou lhe atender.

A advogada examina os autos sentada no cartório, tomando um cafezinho. Está satisfeita com a lhaneza da escrivã, também da “melhor idade”.

Quinze minutos depois, missão cumprida, despedida afetiva, a advogada Bernadete ao sair encontra-se de novo, ´vis a vis´, com a estagiária que, oportunista, provoca com uma alfinetada final:
-
Tenha um bom dia, doutora. Mas lembre-se que sem estagiário não tem Judiciário!

Excelente artigo, com o mérito de apontar supremas mistificações jurídicas com ortografia:

STF: Um espanto!   Ernesto Caruso 

O julgamento no STF, neste outubro rosa, das Ações Declaratórias de Constitucionalidade é a ponta do iceberg diante do impacto na sociedade do que pode ocorrer devido ao mais novo remendo na jurisprudência.

Concordes com a prisão em segunda instância manifestaram-se os ministros Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Roberto Barroso e Luís Fux. Contrariamente, até a sessão do dia 24/10/19, posicionaram-se os ministros Marco Aurélio, relator, Rosa Weber e Ricardo Lewandowski.

Alguns aspectos do voto do ministro Lewandowski requerem acurada observação.

De início diz o ministro, “Antes de proferir meu voto, recordo que ao ser empossado no cargo de Ministro do Supremo Tribunal Federal... assumi o solene compromisso de cumprir a Constituição e as leis da República, sem concessões a opinião pública ou publicada e nem a grupos de pressão. E desse compromisso jamais me desviei...”.

O compromisso está previsto no Art. 15 do Regimento Interno, § 1º, “No ato da posse, o Ministro prestará compromisso de bem cumprir os deveres do cargo, de conformidade com a Constituição e as leis da República.”. Só isso.

No entanto, apesar da firmeza do intróito ao voto, a nação brasileira assistiu o fatiamento do Art. 52 da Constituição, cujo parágrafo único diz “limitando-se à condenação... à perda do cargo, com inabilitação... para o exercício de função pública.”.

Mas, para Lewandowski, que presidia o Congresso na sessão do impeachment de Dilma Roussef, a Constituição foi respeitada a despeito da opinião pública, pressões e pareceres de renomados juristas.

A reforçar a infidelidade, além da cristalina expressão ”... perda do cargo, com inabilitação... para o exercício de função pública”, ou seja, por adição/conexão, um elemento com o outro, basta ler o Roteiro para a sessão de julgamento, nos itens resumidos:

- “26. Antes da votação, o presidente formulará o quesito que deverá ser objeto de julgamento...: cometeu a acusada, a senhora presidente da república... os crimes de responsabilidade... que lhe são imputados e deve ser condenada à perda do seu cargo, ficando, em consequência, inabilitada para o exercício de qualquer função pública...? - 27. Os Senadores que entenderem que a acusada deve ser condenada à perda do cargo e à consequente inabilitação, pelos crimes... responderão...”.

A recordar lições do idioma, a preposição “com”, tipo de relação considerada conexão, a ligar palavras em processo de subordinação (regência) o primeiro, antecedente, regente, o segundo, consequente, regido.

Precavendo-se quanto ao futuro e para assegurar a liberdade dos que têm em mente, dá uma aula sobre a rigidez das Constituições, a admitir as modificações, por legisladores ou pelos juízes, mediante interpretação, mas ressalta: “ela jamais poderá vulnerar os valores fundamentais sobre os quais se sustenta”.

Chega onde deseja, ao abordar as cláusulas pétreas, definidas na Constituição Federal, Art. 60, § 4º, “os direitos e garantias individuais”. Daí, aborda o tópico da “presunção de inocência, com toda a certeza, a mais importante das salvaguardas do cidadão”, farol que fundamenta o seu voto e como ação preliminar, dá o recado ao Congresso Nacional, onde já tramita emenda a barrar ou esmaecer a impunidade.

Acaricia. Chama os colegas de compreensíveis, mas ingênuos por acreditarem que assim melhor contribuirão para combater a corrupção, e, a seguir, admoestá-los: “Nem sempre, contudo, emprestam a mesma ênfase a outros problemas igualmente graves, como o inadmissível crescimento da exclusão social... desemprego... sucateamento da saúde pública e... esfacelamento da educação estatal, para citar apenas alguns exemplos...”.

O voto da ministra Rosa Weber não surpreendeu. Textos conflitantes, das posições assumidas, “prendendo ou soltando” em função da colegialidade, para sintetizar na discordância do que praticava em vários processos que relata, para, conclusivamente acompanhar o voto do relator das ADC.

Vejamos: “... Voltou a prevalecer, desde então, 17.02.2016, neste Supremo... a tese de que não comprometida a presunção de inocência pela execução antecipada da pena... E minha postura... foi a de acatar o entendimento sedimentado pelo Plenário... decidir em conformidade com a jurisprudência do STF... e em respeito ao princípio da colegialidade - meio de atribuir autoridade e institucionalidade às decisões desta Casa...”

Prossegue: ... em processos da minha Relatoria lavrei no mínimo dezoito acórdãos... e proferi sessenta e seis decisões monocráticas, aplicando a jurisprudência prevalecente de que não obstaculizada pelo art. 5º, LVII, da CF a execução antecipada da pena. A eles há que acrescer meus votos, idênticos, nos processos da relatoria dos demais Ministros do colegiado.”

Não se pode olvidar daquela conversa interceptada em que Lula fala a Jacques Wagner, “Se homem não tem saco, quem sabe uma mulher corajosa possa fazer o que os homens não fizeram.”. Citando a ministra Rosa.

Do ministro Barroso, a demonstrar a insegurança jurídica reinante naquele nirvana: “Desde a promulgação da Constituição de 1988 até 2009 – na verdade desde 1941 – sempre se entendeu possível a execução após a condenação em 2º grau... Aliás, nesse intervalo de 2009 até hoje, já houve quem tivesse sido a favor, contra, a favor e, agora, contra.”

Ufa! De enlouquecer.

Que o ministro Dias Toffoli honre o que asseverou na entrevista à jornalista Luiza Muzzi (O Tempo), ao que parece com muita convicção.

https://www.youtube.com/watch?v=FIOgC3J5sIQ

  Para entender a HEM, hipnose em massa, examine este artigo: http://bit.ly/hipnose-massa 

     Para saber mais sobre a 5GW, Guerra de  5º Geração, clique aqui: http://bit.ly/5-guerra 

MaisOuMenos.jpg

Descubra o que não querem que saibas: na Rede de Conscientização: 

Como nos libertarmos disso?

  Dispomos de tecnologia suficiente para proporcionar saúde, conforto, qualidade de vida, educação, mobilidade e segurança para toda a população, sabia?

    Por que o bem estar geral não acontece?

    Devido a acultura da superficialidade e do medo criada para escravizar a humanidade.      Você pode entendê-la a partir de uma coletânea de vídeos aqui: https://vimeo.com/album/3144893/ ou examinar essa abordagem aqui: http://bit.ly/aculturadasuperficialidade

   O que você pode fazer?   Ajude a acelerar a conscientização.       Ampliar a quantidade de pessoas despertas em paz cria o campo mórfico:

 Como vencer o medo e ter serenidade?

 A inteligência é a habilidade humana para enfrentar e resolver os problemas. Um humano desprovido de inteligência é indefeso sendo facilmente vencido, anulado ou manipulado.

 O medo é “a pequena morte” porque, quando o medo nos domina, a nossa capacidade cognitiva despenca!

 Popularmente chamado de cérebro, na verdade, há três conjuntos de processadores.  

 A parte mais primitiva é chamada de “cérebro réptil” por existir desde os dinossauros. É responsável pelo processamento do chamado instinto de autopreservação: lutar ou fugir.

  O “cérebro mamífero”, chamado assim por ter surgido nos animais da nossa classe, é responsável pelas emoções. Nos primatas e cetáceos desenvolve-se o neocórtex, responsável pela raciocínio.

 Quando sentimos medo, automaticamente é canalizada a energia para a parte mais primitiva e, obviamente, falta energia no neocórtex, reduzindo a capacidade de raciocinar drasticamente.

  Essa incapacidade de pensar é agravada, na maioria da população que desfruta de saúde precária devido à ignorância alimentar implantada com a acultura da superficialidade de do medo como se demonstra confira http://bit.ly/saude-cuidados 

  Para colocar a população em um estado de torpor pré-pânico, os controladores  globalistas promovem a acultura do medo http://bit.ly/aculturadasuperficialidade 

 O filme Piper demonstra o quanto a vida melhora quando dominamos o medo. Assista-o aqui: https://vimeo.com/215828022  È lindo e dura apenas 5 minutos, os quais, de tão bem feito, exigiu 3 anos para ser picturizado e conquistou Oscar de melhor filme de animação.

  Como se resolve o medo? Se a população tiver condições de se defender, se sentirá segura. Já se decidiu, em plebiscito, pela revogação do estatuto do desarmamento. Resta colocar em prática.

  Independente disto, a capacidade de lidar e vencer o medo é desenvolvida através da percepção proporcionada pela PNL, meditação e, sobretudo, pela prática de Artes Marciais, desde as orientais até as de tiro, arco e flecha, etc. São as melhores opções para aprendermos a lidar com o medo e o vencer.

  As artes marciais desenvolvem personalidade ativa e perceptiva, focada na evolução, nos cuidados com a própria saúde e imuniza o praticante contra o estado de torpor pré-pânico da acultura do medo e da superficialidade http://bit.ly/aculturadasuperficialidade através da qual os 2% mutantes http://bit.ly/desumanos promovem a escravidão dissimulada em impostos extorsivos, consumismo desenfreado, desinformação, falsas crenças e inversão de valores: http://bit.ly/escravizacao

  Por isso, desde os anos setenta, os globalistas acobertaram o caráter pedagógico das Artes Marciais com a espiral do silêncio promovendo a infâmia e assassinato a reputação dos instrutores. Saiba mais aqui http://bit.ly/sindiplam 

 Para quem, como nós, desde os anos 80, trabalhamos o desenvolvimento das regras para dinamizar - com beleza plástica e emoção - como um dos mais justos e equilibrados esportes e, disparado, o mais seguro de luta, é o sinal para prosseguirmos formando bons instrutores. Chegou a hora de libertar a humanidade do holograma idiotizante! http://bit.ly/karate-olimpico 

  Como vamos criar o campo mórfico ?

  O campo mórfico é o (surpreendente!) resultado da sincronicidade das energias racional e emocional quando série de indivíduos estão em ressonância de pensamento.

  A Teoria dos Campos Mórficos ou da ressonância mórfica, também chamada de teoria do centésimo macaco ou teoria dos 12 macacos, foi apresentada por Rupert Sheldrake nos anos oitenta.

   Contudo, é baseada no mesmo princípio, duas décadas antes, criado em Porto Alegre, através da Apometria.

   Apometria é um método de trabalho. Através de comandos verbais, criam-se as condições para sincronizar as energias racional (neocórtex) e emocional (cérebro límbico e Sistema de Hiss) entre dois ou mais indivíduos. Os comandos canalizam (foco) levando ao empilhamento energético e criando um campo poderoso, muitas vezes mais forte do que a soma de suas partes componentes. Isso é possível porque, quanticamente, transcende-se à dimensão espaço-tempo. Conheça as fórmulas e saiba mais aqui:   http://bit.ly/pad-apometria

   O campo mórfico acabará com a HEM, a hipnose em massa, e com seu principal instrumento, a espiral do silêncio, e a acultura da superficialidade e do medo, libertando o planeta e a humanidade do domínio do mal ao atingirmos a massa crítica.

 A transdisciplinar abordagem de biologia, física e psicologia da Teoria dos Campos Mórficos ou da ressonância mórfica, a teoria do centésimo macaco ou dos 12 macacos, de Rupert Sheldrake é resumida aqui: https://youtu.be/020k1OqO2_M 

    Conheça a TGpT a partir de http://bit.ly/PADilla ou http://bit.ly/pad-apometria

    A maior parte da realidade é desconhecida do público devido à espiral do silêncio, a estratégia de desinformação https://docs.google.com/document/d/1eqLnT3IwaJtM2ywqNVRJggUUMHr76QB_pimSsPSkaqU/pub 

  Além de esconder a verdade, promovem a idiotização e impedem o desenvolvimento de lideranças autênticas baseadas na meritocracia. Promovem bullying, assédio moral e assassinato de reputação contra quem ameaça os interesses dos controladores globalistas.

    O politicamente correto alavanca os falsos-líderes, espalha e fortalece o falso-humanismo baseado em distorções da realidade despercebidas devido à acultura da superficialidade e do medo.

   A estratégia biológica completa o tripé de engodos. Ao invés de correntes-grilhões, estamos aprisionados por falsas crenças e inversão de valor. uma escravização dissimulada.

    A  HEM, a hipnose em massa, compõe um holograma ou matrix aprisionador. A percepção fantasiosa da população alimenta crenças desconectadas da realidade e coloca no poder político falsos líderes como no exemplo: http://padilla-luiz.blogspot.com.br/2006/05/idolatria-midia-manipula-cria-falsos.html 

Vamos nos libertar das armadilhas falso-humanistas?

A nossa percepção do mundo é muito diferente da realidade.

 Fomos manipulados através de uma teia de paradoxos e um cipoal de 🙃 desinformação.

 Fomos compelidos a viver em um estado de torpor pré-pânico. O medo desvia a energia dos cérebros racional e emocional, canalizando-a para o primitivo cérebro réptil.

  Além de causar uma série de problemas de saúde, o medo impede de pensar com clareza:  https://vimeo.com/152180430    Saiba mais aqui: http://bit.ly/saude-cuidados 

  A boa notícia: podemos despertar das falsas crenças e dominar o medo rompendo o holograma.

Ao libertarmo-nos criamos

1MMM,     um Mundo Muito Melhor!

Para começar a acordar e a vencer, assista ao filme

Quem Somos Nós?

Um dos trechos mais importantes é este: https://youtu.be/lafj4SqVrqM?t=8m32s 

 Entenda "Quem somos nós?"  e se liberte do holograma escravizante.

A salvação do mundo começa com a de cada um de nós:

Assista ao filme completo aqui: https://youtu.be/lafj4SqVrqM

http://www.padilla.adv.br/evoluir/quemsomosnos/

   Para entender onde estamos - em meio a uma dissimulada 5GW, Guerra de  5º Geração oriente-se por esse resumo: http://bit.ly/5guerra 

Descubra tudo o que os controladores não querem que tu saibas participando da construção da Rede de Conscientização: 

http://bit.ly/conscientizar

https://drive.google.com/folderview?id=0B2CNDxRTI8HAcVl3cFc0M09hZ3M&usp=sharing

Como fazem essa tal hipnose em massa, a HEM? http://bit.ly/hipnose-massa  

Livros para a Conscientização http://bit.ly/livros-pad

https://drive.google.com/drive/folders/0B6QVNULEDAG8OXZnci1UaG9TLWc?usp=sharing 

Estamos todos entrelaçados!  Abraços

Professor   http://bit.ly/PADilla UFRGS

http://bit.ly/pad-face = https://www.facebook.com/ProfessorPadilla/videos/2038395976428299/

http://bit.ly/lattes-pad 

(in)Justiça e as mazelas da acultura da superficialidade e-book atualizado em tempo real 🆓📚Prof.Padilla http://bit.ly/mazelas p.