EEEMI PROFª ILZA IRMA MOELLER CÓPPIO

Profª Katty Rasga - 2016

Prática Textual


Tarefa 01 - 21/03-24/03                Tarefa 15 - 01/08-05/08

Tarefa 02 - 28/03-01/04

Tarefa 03 - 04/04-08/04

Tarefa 04 - 11/04-15/04

Tarefa 05 - 18/04-20/04

Tarefa 06 - 25/04-28/04

Tarefa 07 - 02/05-06/05

Tarefa 08 - 09/05-13/05

Tarefa 09 - 16/05-20/05

Tarefa 10 - 23/05-27/05

Tarefa 11 - 30/05-03/06

Tarefa 12 - 06/06-10/06

Tarefa 13 - 13/06-17/06

Tarefa 14 - 20/06-01/07

TAREFA 01 (semana de 21 a 24.03.16) 

Exercícios de PRÁTICA TEXTUAL

Responda em seu caderno; a correção será no dia do nivelamento.

A)     Substitua as locuções em destaque por um único vocábulo de sentido equivalente (p.65)

1.       A história é a ciência da infelicidade dos homens.                        (_________________)

2.       As almas das mulheres são impenetráveis.                         (__________________)

3.       As montanhas com neve são atração no inverno.                 (__________________)

4.       O temperamento da família era explosivo.                         (__________________)

5.       A guerra está por um fio no Oriente Médio.                         (__________________)

6.       O presidente usa roupa fora de moda.                                 (__________________)

7.       O estudante era um rapaz de bons modos.                         (__________________)

8.       A guerra deixou o Iraque de pernas pro ar.                         (__________________)

9.       Um homem com fome não é um homem livre.                         (__________________)

10.   O trabalho de todo dia traz monotonia.                                 (__________________)

11.   Onde há casamento sem amor, vai haver amor sem casamento. (__________________)

 

B)      Substitua por um adjetivo de sentido equivalente às locuções adjetivas destacadas.

1.       Comida sem sabor.                (__________________)

2.       Comida com sabor.                (__________________)

3.       Terreno com água.                         (__________________)

4.       Terreno sem água.                        (__________________)

5.       Flor com cheiro.                        (__________________)

6.       Flor sem cheiro.                        (__________________)

7.       Pintura com figuras.                 (__________________)

8.       Pintura sem figuras.                 (__________________)

 

C)      Substitua por adjetivos correspondentes às locuções adjetivas destacadas. (p.66)

1.       Mesa sem polimento.                 (__________________)

2.       Pessoa sem-vergonha.                 (__________________)

3.       Atitude sem nexo.                         (__________________)

4.       Crime sem explicação.                 (__________________)

5.       Exercício sem solução.                 (__________________)

6.       Poço sem água.                         (__________________)

7.       Carta sem assinatura.                 (__________________)

8.       Assaltante sem arma.                 (__________________)

9.       Vítima sem ação.                         (__________________)

10.   Filme sem som.                         (__________________)

 

D)     Torne as frases mais concisas, substituindo as expressões destacadas por um advérbio de sentido correspondente. (p.67)

1.       O novo governo pretende eliminar a corrupção pouco a pouco.

2.       Os ônibus passam muitas vezes por aquela ponte.

3.       O namorado reagiu como criança à brincadeira.

4.       O governo pretende cortar pela base os subsídios.

5.       O presidente respondia sem pressa a todas as perguntas.

6.       O ministro criticou de modo delicado o seu antecessor.

7.       Concordamos com as novas ideias sem qualquer ressalva.

8.       Anulou o gol sem que se entendesse o motivo.

9.       Segui as ordens do chefe ao pé da letra.

10.   Sem dizer nada, todos se retiraram.

 

E)      Reescreva a frase substituindo as orações adverbiais por advérbios de sentido equivalente. Faça as modificações necessárias. (p.69)

1.   O tempo passa sem que o homem perceba.

2.   Sem que ninguém esperasse,  abandonou a família.

3.   Sem dar explicação, o marido desapareceu.

4.   Fazendo comparações de rendimento, João é melhor aluno que José.

5.   Com a intenção de matar o assaltante, o policial atirou.

 

F)      Substitua os segmentos NÃO + VERBO por um só verbo de sentido equivalente.

1.   O governo não tem tempo para planejar                         (__________________)

2.   Os comerciários não trabalham aos domingos.                 (__________________)

3.   O presidente não aceitou o convite do governador.                (__________________)

4.   A igreja católica não permite o casamento de divorciados.(__________________)

5.   Com a greve, os operários não saíram de casa.                 (__________________)

6.   Os ferroviários decidiram não continuar a paralisação.         (__________________)

7.   O ladrão não falou diante do juiz.                                 (__________________)

8.   O guarda não liberou os documentos do carro.                 (__________________)

9.   O adversário não se rendeu até o final do jogo.                 (__________________)

____________________________________________________________________________

TAREFA 02  (semana de 28.03 a 01.04.16)

Exercícios de PRÁTICA TEXTUAL

Leia o texto e responda as perguntas abaixo

UMA REVOLUCAO LINGUISTICA

O computador está conseguindo o que os burocratas não querem. Revolucionar a língua.

Leia o título de novo. Eu sei que ele está errado – falta acento, falta cedilha, mas... você entendeu. Não entendeu? Vamos encarar os fatos: A língua portuguesa não morreu. Mas começa a cheirar mal. Esqueça se ela é bonita, ou se é rica, ou se é autêntica. Esqueça as emoções, esqueça o nacionalismo irracional que nos implantaram desde que nascemos. (...)

Todos sabemos o que está acontecendo: ao lado da língua oficial convive uma língua paralela, o inglês. O que deveria ser motivo de comemoração (ter uma população parcialmente bilíngue) é considerado uma vergonha nacional. Os intelectuais sempre aparecem para denunciar que a cultura brasileira está sendo devorada pelo imperialismo e precisa ser salva, se possível, por alguma repartição pública. O que esses intelectuais não entendem, e jamais entenderão, é que a história da linguagem humana obedece a leis naturais e dinâmicas. O inglês tornou-se a língua planetária, entre outras coisas, porque é objetiva, simples, econômica.

E o português? Nossos filhos passam alguns de seus mais produtivos anos escolares decorando uma língua que jamais falarão. Uma língua prolixa ao extremo, que conjuga seus verbos em um zilhão de modos diferentes. É um mastodonte atolado em regras, fragilizado num ecossistema cada vez mais hostil. (...)

A saída para não mandar uma mensagem incompreensível é simplesmente não arriscar. E simplesmente escrever sem qualquer acento. Como no inglês, o significado da palavra será reconhecido no contexto da frase. Achar que o leitor não  vai entender que “revolucao” quer dizer “revolução” é chamar o leitor de estúpido. Ou estupido. Qual a diferença? Ou diferenca?

(...)  O e-mail veio para ficar, e já está ajudando a tentar tirar a língua portuguesa da UTI da história. Caminhamos para um português mais objetivo, mais simples, mais adaptado aos novos tempos. Para os guardiões da tradição, é uma péssima notícia. Para o resto de nos, não.

MARQUEZI, Dagomir. Uma revolucao linguistica. InfoExame, São Paulo, maio 1997.

H13 - Localizar um argumento utilizado pelo autor para defender sua tese, em um texto argumentativo.

1.   Para sustentar o ponto de vista de que a linguagem do e-mail é um ponto a favor da língua portuguesa, o autor afirma que:

a)  A maioria dos falantes de português já domina o idioma inglês.

b) Por meio do uso da linguagem do e-mail o português se tornará um idioma mais objetivo, mais simples.

c)  A cultura brasileira está sendo devorada pelo imperialismo e precisa ser salva.

d)  O nacionalismo que nos implantaram desde que nascemos é irracional.

2.   Um leitor competente estabeleceria argumentos para questionar a opinião do autor. Dos argumentos abaixo, assinale o que não se opõe às ideias do texto.

a) Os programas de correio eletrônico, em sua publicidade, oferecem acentuação e correção ortográfica como uma vantagem, o que mostra que adaptar-se à norma padrão é algo que interessa aos usuários desse sistema.

b)  O inglês tornou-se uma língua planetária devido muito mais ao poderio econômico exercido pelos países falantes desse idioma do que por suas características sintático-gramaticais.

c) O número de brasileiros capazes de falar e escrever com desenvoltura o inglês não permite afirmar que o país tenha “uma população parcialmente bilíngue”.

d) Todo idioma evolui e deve, portanto, estar sendo constantemente adaptado às suas várias possibilidades de uso.

3.   Qual a função do texto “Uma revolucao linguistica”? Assinale.

a)  Narrar uma história.                              

b)  Noticiar um fato.             

c)   Defender uma ideia.                 

d)   Descrever um ambiente.

4.   Em textos argumentativos o autor costuma elaborar perguntas que, embora dirigidas ao leitor, não devem ser respondidas por ele, mas pelo próprio autor do texto. Transcreva do texto “Uma revolucao linguistica” duas dessas perguntas.

 

5.   Assinale a alternativa que contém a razão para o autor recorrer ao uso das perguntas como as identificadas na questão anterior:

a)  Colocar-se no lugar do leitor, antecipando suas possíveis dúvidas.

b)  Direcionar o raciocínio do leitor para levá-lo a compreender o argumento usado.

c)  Fazer com que o leitor interrompa a leitura para responder à pergunta antes de continuar a leitura.

d)  Expor um contra-argumento como resposta a esse tipo de pergunta.

6.   Há uma ironia visível em:

a)  Leia o título de novo. Eu sei que ele está errado – falta acento, falta trema, falta cedilha, mas... você entendeu.

b)  Todos sabemos o que está acontecendo: ao lado da língua oficial convive uma língua paralela, o inglês.

c)  Os intelectuais sempre aparecem para denunciar que a cultura brasileira está sendo devorada pelo imperialismo e precisa ser salva, se possível, por alguma repartição pública.

d)  A saída para não mandar uma mensagem incompreensível é simplesmente não arriscar.

7.   A que se refere o trecho “É um mastodonte atolado em regras, fragilizado num ecossistema cada vez mais hostil.” Assinale:

a)  Verbos                     c)   Inglês                                          

b)  Filhos                      d)  Português

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TAREFA 03 (semana de 04.04 a 08.04.16)

Exercícios de PRÁTICA TEXTUAL

Leia o texto e responda as perguntas abaixo

Entrevista

O problema não é comprar

A jornalista americana Alissa Quart, autora de um livro sobre hábitos de compra dos adolescentes, fala do consumismo juvenil

Veja – O jovem é um consumista?

Alissa Quart – Todo mundo é consumista, em maior ou menor grau, adultos ou adolescentes. Em 2001, os jovens gastaram 155 bilhões de dólares nos Estados Unidos. Em média, o adolescente americano gasta 60 dólares por semana do próprio dinheiro. Apenas 56% desse valor vem da mesada dos pais. O restante ele ganha sozinho, normalmente trabalhando em empregos de meio período.

Veja – Por que os jovens estão comprando produtos de luxo?

Alissa – Porque nos últimos anos as empresas adotaram a estratégia de direcionar esses produtos para os jovens. Esse avanço foi influenciado pelo estilo de vida dos astros de rap e hip hop, que valorizam esses produtos em sua música e em sua vida pessoal. Marcas caras, como Louis Vuitton, tornaram-se símbolos de cultura popular. O interesse por esses símbolos de status também cresceu bastante entre os adultos e, por consequência, entre seus filhos.

Veja – Por que os pais não tentam barrar essa avalanche de consumismo juvenil?

Alissa – Porque o consumismo não é considerado um problema. O que preocupa é se as filhas vão engravidar ou se os filhos vão se viciar em crack. Nesse contexto, consumir é inofensivo. O consumo é visto como uma conquista do adolescente, sua primeira inserção no mundo adulto. Os pais dão mesadas aos filhos como uma preparação para a responsabilidade de ter o próprio dinheiro. Na verdade, o consumismo só se torna realmente perigoso quando assume proporções exageradas.

Veja – Como mostrar a um adolescente que um produto de luxo que ele deseja comprar está fora da realidade?

Alissa – Pais e filhos deveriam tentar um olhar crítico em relação à mídia e à publicidade. Não é fácil, pois o marketing moderno utiliza-se de técnicas sutis para atingir os jovens. É comum nos Estados Unidos “infiltrar” num shopping center adolescentes usando marcas de grife. A ideia é estimular seus amigos a comprar aqueles produtos. Os pais não devem apenas dizer não. Precisam também estar atentos às técnicas para induzir as compras.

                                   O problema não é comprar. Veja On-line. Disponível em: <http://veja.abril.uol.com.br/especiais/jovens_2003/p_080.html#entrevista> Acesso em: 30 out. 2006.

1.   As entrevistas têm objetivos diversos, de acordo com a informação que veiculam e do público que desejam atingir. Na entrevista “O problema não é comprar”:

a)  foi entrevistada uma pessoa pública, de destaque na mídia, com objetivo de promovê-la;

b)  foi entrevistada uma autoridade conhecida do público da revista, com o objetivo de fornecer detalhes sobre sua vida pessoal;

c)  foi entrevistada uma especialista no assunto abordado, com o objetivo de  informar e explicar ao público sua opinião a respeito do tema;

d)  foi entrevistada uma autoridade no assunto, com a finalidade de descrever dados científicos que justificam sua tese.

2.   Assinale a alternativa que expressa, de acordo com o tema e objetivo da entrevista, a opinião mais relevante da entrevistada:

a)  O consumismo não é o pior hábito que um adolescente pode ter, além disso, o consumismo só se torna perigoso, quando assume proporções exageradas.

b)  Os pais devem tentar impedir o consumismo desenfreado dos adolescentes, principalmente os que frequentam shopping-centers.

c)  O consumismo é um hábito estimulado pelas empresas que, ao direcionar produtos para jovens têm como objetivo também atingir aos pais.

d)  Os pais não devem apenas dizer não, devem proibir seus filhos de frequentar os shopping-centers em que haja adolescentes infiltrados, usando marcas de grife.

3. As aspas em “infiltrar”, na última resposta da entrevistada foram usadas para:

a)  Indicar o uso de uma expressão em outro idioma.

b)  Dar destaque a uma citação.

c)  Indicar o uso de uma expressão em sentido figurado.

d)  Dar destaque a uma expressão de sentido desconhecido para o leitor.

4. Qual a sua opinião a respeito do consumismo juvenil?

Produção textual: Releia os argumentos de Alissa Quart e redija um artigo de opinião expondo os motivos pelos quais o jovem pode – ou não – ser considerado consumista.

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TAREFA 04 (semana de 11.04 a 15.04.16)

Exercícios de PRÁTICA TEXTUAL

Tipologias: EXPOR – RELATAR - ARGUMENTAR            

Sobre o texto:

a)  nome do jornal: Folha de São Paulo

b)  data: 10 de maio de 2013

c)  caderno: opinião

d)  seção: tendências e debates

e)  localização na página: abaixo do texto “O Brasil faz história”.

f)  autoria: Morton Scheinberg,  68, doutor pela Universidade Boston e professor livre docente da USP, é pesquisador do centro de pesquisas clínicas do Hospital Abreu Sodré e clínico e reumatologista do Hospital Israelita Albert Einstein

g)  título do texto: A conquista do Lúpus

h)  finalidade do texto expositivo: “levar o outro a saber”

i)   finalidade do relato: “contar sobre algo que realmente aconteceu”.

j)   finalidade da argumentação: “convencer o outro que a sua opinião é a correta”

 

 HIPÓTESES DE LEITURA

a) Você sabe o que é lúpus?

b) Sob que ponto de vista esse assunto deve ter sido abordado, considerando o perfil do autor?

c) Como um texto, cujo assunto é uma doença, pode estar inserido no caderno de opinião e na seção intitulada “Tendências e debates”?

d) Sendo o autor do texto médico, que tipo de argumentação pode conter o texto para justificar sua presença nesse caderno e nessa seção?

 

Leitura atenta do artigo “A conquista do lúpus”

FOLHA DE SÃO PAULO, 10 DE MAIO DE 2013

Morton Scheinberg: A conquista do lúpus

 

(1)        Lúpus é uma doença que afeta diversos órgãos do corpo humano. Ocorre quando anticorpos dos pacientes produzidos pelas células conhecidas como B do sangue periférico e dos tecidos passam a atacar o seu próprio organismo, caracterizando o que se conhece como doença autoimune.

(2)        Trata-se de uma doença que acomete principalmente mulheres jovens no período mais produtivo da vida. As manifestações clínicas são variadas, dificultando o diagnóstico em certas circunstâncias.

(3)        Os sintomas mais frequentes são dores nas articulações, febre, inchaço por todo o corpo (devido ao acometimento do rim) e queda dos glóbulos brancos e às vezes das plaquetas, que fazem parte dos mecanismos de coagulação.

(4)        Podem também aparecer manchas no rosto, conhecidas como “asa de borboleta" se agravam com a exposição ao sol.

(5)        A frequência é aproximada de 50 pacientes por 100 mil habitantes. Estima-se que aproximadamente 5 milhões de pessoas sofram dessa enfermidade no mundo.

(6)        Nem todos os pacientes com lúpus apresentam as mesmas reações. O reumatologista irá basear seu diagnóstico no conjunto de sintomas. A presença de alterações laboratoriais presentes no lúpus podem ajudar a compor o diagnóstico, mas sozinhas não bastam para tanto.

(7)        O tratamento do lúpus varia conforme a gravidade das manifestações clínicas. Nos casos mais severos, utiliza-se anti-inflamatórios hormonais (cortisona) e drogas conhecidas como imunessupressoras (controlam a excessiva produção de autoanticorpos).

(8)        Nos últimos anos, o tratamento apresentou grandes avanços. Mas, nos 50 anos anteriores, não houve introdução de medicamentos.

(9)        Uma medicação aprovada para uso em transplantes conhecida como micofenolato mostrou ser capaz de controlar o acometimento do rim na doença.

(10)        Mais recentemente, dois novos grupos de medicamentos dirigidos contra a célula B produtora de anticorpos mostraram-se eficazes para controlar a progressão da doença. O primeiro deles passará a ser usado no Brasil a partir de junho. O segundo foi divulgado no Congresso Mundial de Lúpus, há duas semanas, por investigadores do Hospital Abreu Sodré.

(11)        Esse hospital, parte do complexo da AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente em São Paulo), por meio de pesquisas clínicas, tem sido um dos principais centros no mundo a colaborar na obtenção de conhecimentos para o alívio dos pacientes portadores da doença.

(12)        Hoje, Dia Internacional de Atenção ao Paciente Portador de Lúpus, há muito para se comemorar. Não estamos mais diante de uma doença devastadora. O fardo físico, emocional e financeiro está diminuindo. Estamos próximos da conquista da doença.

MORTON SCHEINBERG

Interpretando e analisando a tipologia EXPOSITIVA presente no texto

O texto de Scheinberg inicia-se com uma exposição sobre a doença Lúpus.

a) marquem no texto onde começa e onde termina essa exposição.

b) explicitem a progressão temática escolhida pelo autor, classificando-a em subtópicos.

Progressão temática: Tópico: Lúpus Subtópicos:

c) indiquem quais são o tempo e o modo verbais escolhidos pelo autor, ao fazer a exposição sobre o Lúpus.

4º – interpretando e analisando o tipo RELATAR presente no texto.

a) marquem no texto onde começa e onde termina a tipologia relatar

b) encontrem uma pista linguística que mostre a mudança do EXPOR para o RELATAR

c) indiquem a qual subtópico da progressão temática está associado o relato feito pelo autor

 

Destacando o conteúdo ARGUMENTATIVO do texto

(12) Hoje, Dia Internacional de Atenção ao Paciente Portador de Lúpus, há muito para se comemorar. Não estamos mais diante de uma doença devastadora. O fardo físico, emocional e financeiro está diminuindo. Estamos próximos da conquista da doença.

 

ARGUMENTAÇÃO - posicionamento do autor -  opinião

a) encontrem a TESE do autor (a sua opinião).

b) Elenquem os ARGUMENTOS com os quais ele sustenta sua tese.

c) Justifiquem o uso dos verbos no presente e o uso da 1ª pessoa do plural.

Entendendo a composição tipológica do texto.

EXPOR, RELATAR, ARGUMENTAR

a) para que serve a sequência expositiva?

b) O relato amplia um dos subtópicos da progressão temática. Qual é o propósito do autor ao ampliar esse subtópico, fazendo um relato sobre ele?

c) Por que o último parágrafo justifica o caderno e a seção do jornal em que o texto foi inserido?

d) Afinal, o que justifica a escolha da palavra “conquista” presente no título?

 

TAREFA  05 (semana de 18.04 a 20.04.16)

Exercícios de PRÁTICA TEXTUAL

O GALO QUE CANTAVA PARA FAZER O SOL NASCER

Era uma vez um galo que acordava bem cedo todas as manhãs e dizia para a bicharada do galinheiro:

– Vou cantar para fazer o sol nascer... Ato contínuo, subia até o alto do telhado, estufava o peito, olhava para o nascente e ordenava, definitivo:

– Có-có-fi-có-có...

E ficava esperando.

Dali a pouco a bola vermelha começava a aparecer, até que se mostrava toda, acima das montanhas, iluminando tudo.

O galo se voltava, orgulhoso, para os bichos e dizia:

– Eu não falei?

E todos ficavam biquiabertos e respeitosos ante poder tão extraordinário conferido ao galo: cantar para fazer o sol nascer.

Ninguém duvidava. Tinha sido sempre assim. Também o galo-pai cantara para fazer o sol nascer, e o galo-avô.

Tal poder extraordinário provocava as mais variadas reações.

Primeiro, os próprios galos não estavam de acordo. E isto porque não havia um galo só. Quando a cantoria começava, de madrugada, ela ia se repetindo pelos vales e montanhas. Em cada galinheiro havia um galo que pensava a mesma coisa e julgava todos os outros uns impostores invejosos. Além do que não havia acordo sobre a partitura certa para fazer o sol nascer. Cada um dizia que a única verdadeira era a sua – todas as outras sendo falsificações e heresias. Em cada galinheiro imperava o terror. Os galos jovens tinham de aprender a cantar do jeitinho do galo velho, e, se houvesse algum que desafinasse ou trocasse bemóis por sustenidos, era imediatamente punido. Por vezes, a punição era um ano de proibição de cantar. Sendo mais grave o desafino, ameaçava-se com o caldeirão de canja do fazendeiro, fervendo sobre o fogão de lenha. [...]

Depois havia grande ansiedade entre os moradores do galinheiro. E se o galo ficasse rouco? E se esquecesse da partitura? Quem cantaria para fazer nascer o sol? O dia não amanheceria. E por causa disso cuidavam do galo com o maior cuidado. Ele, sabendo disso, sempre ameaçava a bicharada, para ser mais bem tratado ainda.

– Olha que eu enrouqueço!, dizia. E todos se punham a correr, para satisfazer as suas vontades.

[...]

Aconteceu, como era inevitável, que certa madrugada o galo perdeu a hora. Não cantou para fazer o sol nascer.

E o sol nasceu sem o seu canto.

O galo acordou com o rebuliço no galinheiro. Todos falavam ao mesmo tempo.

– O sol nasceu sem o galo... O sol nasceu sem o galo... O pobre galo não podia acreditar naquilo que os seus olhos viam: a enorme bola vermelha, lá no alto da montanha. Como era possível? Teve um ataque de depressão ao descobrir que o seu canto não era tão poderoso como sempre pensara. E a vergonha era muita.

Os bichos, por seu lado, ficaram felicíssimos. Descobriram que não precisavam do galo para que o sol nascesse. O sol nascia de qualquer forma, com galo ou sem galo.

Passou-se muito tempo sem que se ouvisse o cantar do galo, de deprimido e humilhado que ele estava. O que era uma pena: porque é tão bonito. Canto de galo e sol nascente combinam tanto. Parece que nasceram um para o outro.

Até que, numa bela manhã, o galinheiro foi despertado de novo com o canto do galo. Lá estava ele, como sempre, no alto do telhado, peito estufado.

– Está cantando para fazer o sol nascer?, perguntou o peru em meio a uma gargalhada.

– Não, ele respondeu. Antes, quando eu cantava para fazer o sol nascer, eu era doido varrido. Mas agora eu canto porque o sol vai nascer. O canto é o mesmo. E eu virei poeta.

ALVES, Rubem. Estórias de bichos. 2. ed. São Paulo: Loyola, 1990. p. 22-5.

1.Pode ser que você não conheça o significado de algumas palavras usadas no texto. No entanto, pelo contexto, é possível  inferir o que elas significam. Escreva, ao lado de cada significado, a(s) palavra(s) correspondente(s):

 impostor – partitura – heresia – bemóis e sustenidos – depressão

•   Variações de tom de uma nota musical: _________________________________ .

•   Abatimento moral: __________________________________________________ .

•   Fingido, que se faz passar por alguém que não é: _________________________ .

•   Que se opõe às ideias vigentes: _______________________________________ .

•   Representação gráfica de uma composição musical: _______________________ .

2.Assinale a alternativa que caracteriza o clima presente entre os bichos antes de o sol nascer sem o canto do galo:

a)  (             ) Tranquilidade, paz, segurança, igualdade, justiça.

b)  (             ) Inveja, abuso de poder, competitividade, ansiedade, desconfiança, terror, medo.

c)  (             ) Pobreza, miséria, carência, sofrimento, dor.

d)  (             ) Luxo, fartura, riqueza, felicidade, harmonia.

3.Clímax é o momento de maior tensão na história, é quando o conflito chega ao seu ponto máximo. Qual o clímax da história lida? Assinale:

a)  (             ) O momento em que o galo subia no telhado e ordenava para o sol nascer.

b)  (             ) Quando o sol aparecia acima das montanhas e todos ficavam “biquiabertos”.

c)  (             ) Quando algum galo era punido por desafinar.

d)  (             ) O dia em que o sol nasceu sem o canto do galo.

4.O fato de o galo um dia não cantar para o sol nascer trouxe que consequências para:

a)  os bichos?                      b)  o galo?

5.Releia estas falas do texto, comparando as frases em destaque:

Até que, numa bela manhã, o galinheiro foi despertado de novo com o canto do galo. Lá estava ele, como sempre, no alto do telhado, peito estufado.

– Está cantando para fazer o sol nascer?, perguntou o peru em meio a uma gargalhada.

– Não, ele respondeu. Antes, quando eu cantava para fazer o sol nascer, eu era doido varrido. Mas agora eu canto porque o sol vai nascer. O canto é o mesmo. E eu virei poeta.

a)  Explique o uso da preposição para na fala do peru:

b)  Que novo sentido a palavra porque produz na fala do galo?

c)  O que permaneceu e o que mudou no galinheiro após aquela manhã?

6.Assinale a alternativa que melhor explica a importância da poesia para o mundo:

a)  (             )   Traz os conhecimentos necessários para que as pessoas fiquem bem informadas sobre o que acontece.

b)  (             )   Favorece a comunicação entre as pessoas do mundo todo.

c)  (             )   É uma forma diferente – bela e sensível – de ver, representar e transformar a realidade.

d)  (             )   Ensina as pessoas a realizarem as mais diferentes tarefas do dia-a-dia.

Releia o trecho a seguir para responder às questões de 7 e 8:

“Passou-se muito tempo sem que se ouvisse o cantar do galo, de deprimido e humilhado que ele estava. O que era uma pena: porque é tão bonito. Canto de galo e sol nascente combinam tanto. Parece que nasceram um para o outro.”

7.Que classificação recebe o sujeito da oração: “sem que se ouvisse o cantar do galo”? Assinale:

a)  (             ) sujeito oculto;                                                      

b)  (        ) sujeito indeterminado;

c)  (             ) sujeito composto;                 

d)  (             ) oração sem sujeito.

8.Identifique a oração cujo verbo não precisa de complemento:

a)  (       ) O sol nasceu sem o canto o galo.

b)  (             ) Ninguém duvidava.

c)  (             ) ... cuidavam do galo com o maior cuidado.

d)  (             ) Um dia o galo perdeu a hora.

9.Assinale a oração que está na voz passiva:

a)  (             ) O galo subia no telhado, estufava o peito e cantava.    c)  (         ) O galinheiro foi despertado de novo pelo canto do galo.

b)  (             ) O galo acordou com o rebuliço no galinheiro.      d)  (       ) Os próprios galos não estavam de acordo.

TAREFA 06 (semana de 25.04 a 28.04.16)

Exercícios de PRÁTICA TEXTUAL

Tecendo a Manhã

Um galo sozinho não tece uma manhã:

ele precisará sempre de outros galos.

De um que apanhe esse grito que ele

e o lance a outro; de um outro galo

que apanhe o grito de um galo antes

e o lance a outro; e de outros galos

que com muitos outros galos se cruzem

os fios de sol de seus gritos de galo,

para que a manhã, desde uma teia tênue,

se vá tecendo, entre todos os galos.

E se encorpando em tela, entre todos,

se erguendo tenda, onde entrem todos,

se entretendendo para todos, no toldo

(a manhã) que plana livre de armação.

A manhã, toldo de um tecido tão aéreo

que, tecido, se eleva por si: luz balão.

                                   MELO NETO, João Cabral de. Tecendo a manhã. In: Secchin, Antonio Carlos (Org.) Os melhores poemas de João Cabral de Melo Neto. 6. ed. São Paulo: Global, 1998.

1.  De acordo com o poema, o que faz com que a manhã exista?

2.  Para descrever poeticamente o nascer do sol, levando o leitor a formar imagens belíssimas do amanhecer, o poeta faz uso de figuras. Numere as figuras de forma a colocá-las na sequência do aparecimento do sol no horizonte:

(    ) luz balão                                              (    ) tenda

(    ) toldo                                                    (    ) teia tênue  

(    ) fios de sol

 Releia estes versos para responder às questões 3 e 4:

Um galo sozinho não tece uma manhã:

ele precisará sempre de outros galos.

De um que apanhe esse grito que ele

e o lance a outro; de um outro galo

3.  Transcreva do poema o complemento dos seguintes verbos:

•   tece: ________________________               •   apanhe: ________________________

•   precisará: _________________                •   lance: _______________________

4.  Observe que o terceiro verso acima, assim como outros do poema, não está completo nem é completado pelo verso seguinte, apresenta uma oração interrompida: esse grito que ele... (?). Assinale a alternativa que melhor explica esse fato:

a)  (          )   O poeta não tem domínio sintático da língua.

b)  (          )   Em poemas, é muito comum o autor não completar as suas ideias.

c)  (          )   O poeta usa esse recurso para representar, na forma, a incompletude do ser humano, a necessidade que temos uns dos outros para nos tornarmos seres completos, realizados.

d)  (          )   Os poetas não se preocupam com a forma, pois o conteúdo é mais importante.

5.  Leia este pensamento de um filósofo inglês:

“Para sermos felizes, devemos deixar de lado a certeza da nossa breve existência. Precisamos nos considerar como parte de uma corrente contínua que corre desde o primeiro germe até um futuro remoto e desconhecido.”

                                                   Bertrand Russel (1872-1970), Filósofo inglês.

Superinteressante. Dito e Feito. São Paulo: Abril, n. 4, abr. 2000. p. 106.

           

PRODUÇÃO TEXTUAL: Escreva um parágrafo estabelecendo uma relação entre esse pensamento e o poema “Tecendo a manhã”:

 

________________________________________________________________________________

 TAREFA 07 (semana de 02.05 a 06.05.16)

Exercícios de PRÁTICA TEXTUAL

Leia o texto e responda as perguntas abaixo

 Por que alguns atletas têm mortes fulminantes?

Eles estão sujeitos a mortes súbitas na mesma frequência que indivíduos comuns e sedentários. Para isso, basta o atleta ter predisposição ou uma doença crônica. “Como são pessoas públicas, eles são mais observados que um cidadão e o caso se torna maior. Mas mortes súbitas sempre aconteceram, não estão aumentando”, diz o fisiologista Turíbio Leite de Barros, da Unifest. Calcula-se que no Brasil, a cada ano, cerca de 160 mil pessoas sejam vítimas de mortes fulminantes. Só que isso não rende muita notícia. Mas basta a vítima ser um atleta mais conhecido [...] para o caso ganhar os jornais. É bom lembrar, porém, que algumas características do dia-a-dia dos atletas são fatores agravantes. A hipertermia, ou seja, o aquecimento excessivo do corpo, especialmente em dias de calor e de alta umidade do ar, é um deles. Outro é o possível uso de anabolizantes, pois o usuário tende a ter um aumento no nível de colesterol, o que compromete as funções cardíacas. Por falar nisso, ao contrário do que se pensa, essas mortes repentinas não são sempre relacionadas ao coração. Também podem acontecer óbitos fulminantes ligados a problemas pulmonares ou neurológicos. Para evitar novos sustos, os médicos recomendam, além de exames preventivos mais rigorosos, que estádios e ginásios passem a contar com mais recursos, como aparelhos adequados para ressuscitação.

Mundo estranho, ed. 26. Publicação mensal da revista Superinteressante.

1.Segundo o texto:

a)  (          ) Atletas e pessoas sedentárias têm a mesma chance de sofrer uma morte súbita, quaisquer que sejam suas condições físicas.

b)  (          ) Somente os atletas com predisposição ou doença crônica sofrem mortes súbitas.

c)  (          ) Óbitos fulminantes ocorrem mais por problemas pulmonares e neurológicos do que por problemas do coração.

d)  (          ) Atletas e indivíduos com vida sedentária têm a mesma chance de sofrer uma morte súbita, mas algumas características típicas da vida dos atletas podem aumentar as chances desse fato acontecer.

2.Assinale a ideia que se opõe ao trecho “Também podem acontecer óbitos fulminantes ligados a problemas pulmonares ou neurológicos”:

a)  (         )“ao contrário do que se pensa, essas mortes repentinas não são sempre relacionadas ao coração.”

b)  (         )“Mas mortes súbitas sempre aconteceram.”

c)  (         )“Mas basta a vítima ser um atleta mais conhecido [...] para o caso ganhar os jornais.”

d)  (         )“basta o atleta ter predisposição ou uma doença crônica.”

3.Segundo o texto, os fatores que podem contribuir para que o número de mortes súbitas entre os atletas seja maior do que entre os indivíduos comuns são:

a)  (         )a divulgação nos jornais;

b)  (         ) a hipertermia e o uso de anabolizantes;

c)  (         )problemas pulmonares ou neurológicos;

d)  (         )exames preventivos e mais recursos de ressuscitação nos estádios.

4.O trecho a seguir inicia-se por “Outro é...”, que indica que um fator relacionado à mesma ideia já foi apresentado no texto. Releia-o e assinale qual o trecho que complementa essa ideia:

“Outro é o possível uso de anabolizantes, pois o usuário tende a ter um aumento no nível de colesterol, o que compromete as funções cardíacas.”

a)  (          )   “Também podem acontecer óbitos fulminantes ligados a problemas pulmonares ou neurológicos.”

b)  (          )   “A hipertermia, ou seja, o aquecimento excessivo do corpo, especialmente em dias de calor e de alta umidade do ar, é um deles.”

c)  (          )   “É bom lembrar, porém, que algumas características do dia-a-dia dos atletas são fatores agravantes.”

d)  (          )   “Calcula-se que no Brasil, a cada ano, cerca de 160 mil pessoas sejam vítimas de mortes fulminantes.”

5.No trecho “Só que isso não rende muita notícia”, o pronome isso refere-se:

a)  (         ) ao número de vítimas anuais de mortes fulminantes no Brasil;

b)  (         ) ao fato de que, se a vítima for um atleta conhecido, o caso ganha os jornais;

c)  (         ) à predisposição ou à doença crônica dos atletas;

d)  (         ) aos jornais, que tornam maior o caso da morte súbita de um atleta.

6.Qual a relação expressa pela expressão em destaque no trecho a seguir?

“Eles estão sujeitos a mortes súbitas na mesma frequência que indivíduos comuns e sedentários.”

a)  (          ) Comparação indicando superioridade do número de mortes dos atletas em relação aos indivíduos comuns.

b)  (          ) Comparação indicando igualdade entre o número de mortes súbitas de atletas e indivíduos comuns.

c)  (          ) Alternância do número de mortes súbitas entre atletas e indivíduos comuns.

d)  (          ) Causa e consequência entre morte súbita e prática esportiva.

7.Identifique em qual dos trechos a oração intercalada em destaque foi usada como recurso para explicar o significado de um termo pouco usual:

a)  (          )   Calcula-se que no Brasil, a cada ano, cerca de 160 mil pessoas sejam vítimas de mortes fulminantes.

b)  (          )   Outro é o possível uso de anabolizantes, pois o usuário tende a ter um aumento no nível de colesterol, o que compromete as funções cardíacas.

c)  (          )   A hipertermia, ou seja, o aquecimento excessivo do corpo, especialmente em dias de calor e de alta umidade do ar, é um deles.

d)  (      )   Para evitar novos sustos, os médicos recomendam, além de exames preventivos mais rigorosos, que estádios e ginásios passem a contar com mais recursos, como aparelhos adequados para ressuscitação.

           


TAREFA 08 (semana de 09.05 a 13.05.16)

Exercícios de PRÁTICA TEXTUAL

Cena de rua

“RIO DE JANEIRO – Durou duas horas, ou mais, a tentativa do amigo em provar que a violência está entranhada no homem desde os tempos da criação do mundo, é peça de nosso equipamento básico, como os rins, o fígado, o esôfago e o piloro. Como prova, citou desde o assassinato de Abel por seu irmão Caim até a chacina da Baixada Fluminense.

Pensando bem, dei-lhe razão em parte. A história e as lendas da humanidade são uma sucessão de guerras, crimes pessoais e coletivos provocados por motivos fúteis. No campo da lenda, a guerra de Troia, por causa de uma mulher, ou a morte de Desdêmona, por causa de um lenço. No campo da história, brigou-se por causa de cavalos, de vasos tidos como sagrados. Nos tempos da nobreza, por filhos que não nasceram na hora devida e por outros que nasceram na indevida hora.

Critiquei a generalização do amigo mas aqui, no fundo, concordei com quase tudo que ele dizia. A violência é tão humana quanto o amor – sentimento que também causa violência quando contrariado ou traído.

Após a conversa, voltando para o carro, vi uma velhinha ser assaltada na esquina da Barata Ribeiro com Santa Clara, um sujeito magrinho, de short, tirou-lhe a bolsa com força, a velhinha caiu, ajudei-a a levantar-se, alguém já havia pedido uma ambulância pelo celular. Tudo bem, segui meu caminho e só então, quando peguei o volante do carro, notei que minha mão estava suja do sangue da velhinha. Ela se machucara na fronte e eu havia segurado sua cabeça.

Cena que deveria esquecer logo e, mesmo que não a esquecesse, não mereceria memória e crônica. Mas fiquei impressionado com aquele sangue. Lembrei da conversa do amigo, a violência que faz parte do equipamento humano.

Limpei a mão e o volante com o lenço de papel que apanhei no porta-luvas. Joguei o lenço num bueiro junto à calçada. Um cidadão ia passando e me reprovou a falta de educação e civilidade. Xingou minha mãe. Eu xinguei a dele e fui embora. “

Carlos Heitor Cony. Gazeta do Povo, Curitiba, 17 mar. 2005.

1.O autor diz que a cena que serviu de mote para a crônica sequer mereceria a memória ou o registro. O que o fez mudar de ideia? Assinale:

a)  (          ) A comparação com o amor, que causa violência quando contrariado ou traído.

b)  (          ) Ter visto uma velhinha ser assaltada e machucada no centro da cidade.

c)  (          ) A lembrança da conversa com o amigo, que o fez concluir que a violência faz parte do equipamento humano.

d)  (          ) Uma pessoa tê-lo ofendido por jogar um lenço de papel num bueiro perto da calçada.

2.        O uso do diminutivo pode sugerir vários sentidos. Assinale a alternativa que expressa os sentidos sugeridos pelo uso do diminutivo de “velha” e “magro”, respectivamente, no trecho:

“Após a conversa, voltando para o carro, vi uma velhinha ser assaltada na esquina da Barata Ribeiro com Santa Clara, um sujeito magrinho, de short, tirou-lhe a bolsa com força, ...”

a)  (         ) Tamanho e tamanho.

b)  (         ) Tamanho e desprezo.

c)  (         ) Carinho e tamanho.

d)  (         ) Carinho e carinho.

3.  O narrador refere-se ao homem que lhe reprovou a falta de educação e civilidade pelo termo “cidadão”. Releia o último parágrafo e responda qual a diferença, nesse contexto, entre chamar alguém de cidadão e chamar simplesmente de pessoa?

4. A repreensão feita pelo cidadão contou com um detalhe, expresso em “...me reprovou a falta de educação e civilidade. Xingou a minha mãe.” Você considera as atitudes do “cidadão” adequadas? Explique.

5. O texto está dividido em seis parágrafos, cada um deles possui uma ideia central. Assinale a alternativa que expressa as ideias centrais por parágrafo:

a)  (     )        

I.   Um amigo do narrador tenta convencê-lo de que a violência é inerente ao ser humano.

II.  Exemplos de atos de violência por motivos fúteis são apresentados para defender a tese do amigo.

III. O narrador assume que concorda com quase tudo que o amigo disse, embora critique a generalização feita por ele.

IV. O narrador presencia um assalto cometido contra uma velhinha, logo após a conversa, antes mesmo de chegar ao carro e a auxilia.

V.  O sangue na mão do narrador o impressiona e o leva a refletir sobre a conversa com o amigo.

VI. Ao jogar o lenço sujo de sangue na rua, o narrador é repreendido e ofendido, então, ofende também quem o ofendeu e vai embora.

b)  (         )        

I.   O tempo de conversa entre o narrador e seu amigo foi muito longo.

II.  Exemplos de atos de violência por motivos fúteis são apresentados para refutar a tese do amigo.

III. Comparação entre a violência e o amor.

IV. O narrador presencia um assalto cometido contra uma velhinha, logo após a conversa, antes mesmo de chegar ao carro e a auxilia.

V.  O sangue na mão do narrador o impressiona mas o fato logo deve cair no esquecimento.

VI. Ao jogar o lenço sujo de sangue na rua, o narrador é repreendido e ofendido, então, cala-se e vai embora.

c)  (         )

I.   O tempo de conversa entre o narrador e seu amigo foi muito longo.

II.  Alguns atos de violência por motivos fúteis não podem servir para justificar a tese do amigo.

III. Embora critique a generalização feita pelo amigo, o narrador assume que concorda com quase tudo que ele disse.

IV. O narrador, dias depois, presencia um assalto cometido contra uma velhinha.

V.  O sangue na mão do narrador o impressiona mas o fato logo deve cair no esquecimento.

VI. Ao jogar o lenço sujo de sangue na rua, o narrador é repreendido e ofendido, então, cala-se e vai embora.

d)  (         )        

I.   Um amigo do narrador tenta convencê-lo de que a violência é inerente ao ser humano.

II.  Exemplos de atos de violência por motivos fúteis são apresentados para defender a tese do amigo.

III. O narrador presencia um assalto cometido contra uma velhinha, logo após a conversa, antes mesmo de chegar ao carro e a auxilia.

IV. Embora critique a generalização feita pelo amigo, o narrador assume que concorda com quase tudo que ele disse.

V.  O sangue na mão do narrador o impressiona e o leva a refletir sobre a conversa com o amigo.

VI. Ao jogar o lenço sujo de sangue na rua, o narrador é repreendido e ofendido, então, cala-se e vai embora.

6.  PRODUÇÃO DE TEXTO

Resuma a crônica Cena de rua, tomando por base o tópico central de cada parágrafo. Se algum detalhe for necessário, acrescente-o. Use os elementos coesivos adequados para conferir unidade ao seu texto.

 

TAREFA 09 (semana de 16.05 a 20.05.16)

Exercícios de PRÁTICA TEXTUAL

Leia o texto e responda as perguntas abaixo

 

Sou contra a redução da maioridade penal

A brutalidade cometida contra dois jovens em São Paulo reacendeu a fogueira da redução da idade penal. A violência seria resultado das penas que temos previstas em lei ou do sistema de aplicação das leis? É necessário também pensar nos porquês da violência, já que não há um único tipo de crime.

De qualquer forma, um sistema socioeconômico historicamente desigual e violento só pode gerar mais violência. Então, medidas mais repressivas nos dão a falsa sensação de que algo está sendo feito, mas o problema só piora. Por isso, temos que fazer as opções mais eficientes e mais condizentes com os valores que defendemos. Defendo uma sociedade que cometa menos crimes e não que puna mais. Em nenhum lugar do mundo houve experiência positiva de adolescentes e adultos juntos no mesmo sistema penal. Fazer isso não diminuirá a violência e formará mais quadros para o crime. Além disso, nosso sistema penal como está não melhora as pessoas, ao contrário, aumenta sua violência.

O Brasil tem 500 mil trabalhadores na segurança pública e 1,5 milhão na segurança privada para uma população que supera 171 milhões de pessoas. O problema não está só na lei, mas na capacidade para aplicá-la. Sou contra a redução da idade penal porque tenho certeza que ficaremos mais inseguros e mais violentos. Sou contra porque sei que se há possibilidade de sobrevivência e transformação destes adolescentes, está na correta aplicação do ECA. Lá estão previstas seis medidas diferentes para a responsabilização de adolescentes que violaram a lei. Agora não podemos esperar que adolescentes sejam capturados pelo crime para, então, querer fazer mau uso da lei. Para fazer o bom uso do ECA é necessário dinheiro, competência e vontade.

Sou contra toda e qualquer forma de impunidade. Quem fere a lei deve ser responsabilizado. Mas reduzir a idade penal, além de ineficiente para atacar o problema, desqualifica a discussão. Isso é muito comum quando acontecem crimes que chocam a opinião pública, o que não respeita a dor das vítimas e não reflete o tema seriamente.

Problemas complexos não serão superados por abordagens simplórias e imediatistas. Precisamos de inteligência, orçamento e, sobretudo, um projeto ético e político de sociedade que valorize a vida em todas as suas formas. Nossos jovens não precisam ir para a cadeia. Precisam sair do caminho que os leva lá. A decisão agora é nossa: se queremos construir um país com mais prisões ou com mais parques e escolas.

Renato Roseno é advogado. Coordenador do CEDECA – Ceará e da ANCED – Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente. Disponível em: <http://www.cedecaceara.org.br/artigos.htm> Acesso em: 22 mar. 2007.

1.O texto lido é:

a)  (         ) um editorial;                                 c)   (         ) um texto de divulgação científica;

b)  (         ) um artigo de opinião;                   d)  (         ) um depoimento pessoal;

2.Assinale, dentre as alternativas, a que expressa de maneira mais adequada o principal objetivo do texto:

a)  (          )   Convencer os leitores a respeito da ineficiência da redução da maioridade penal.

b)  (          )   Defender a impunidade para os menores de dezesseis anos de idade.

c)  (          )  Convencer o leitor de que a culpa das infrações cometidas pelos menores é da sociedade, que é violenta.

d)  (          ) Convencer o leitor de que menores infratores sempre existirão, pois se constituem num dos problemas complexos de uma nação.

3.A questão polêmica geradora do texto está adequadamente expressa em:

a)  (          )  Os problemas sociais de um país com um sistema socioeconômico  injusto e desigual não podem ser resolvidos de imediato.

b)  (          )  O aumento da violência pode estar sendo gerado pela suavidade das penas previstas em lei para menores de idade.

c)  (          )   A redução da maioridade penal pode não ser uma solução para o fim da criminalidade juvenil.

d)  (          )   A lei é eficiente, mas não está sendo aplicada adequadamente.

4.Para o autor, a solução para a questão polêmica é:

a)  (          ) A correta aplicação das medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente para a responsabilização dos menores que violam a lei.

b)  (           ) A adoção de medidas mais repressivas em relação aos crimes cometidos por adolescentes.

c)  (          ) A adoção de métodos baseados em experiências positivas adotados em outros países.

d)  (          ) Reduzir a maioridade penal porque quem fere a lei deve ser responsabilizado.

5.Um dos recursos dos textos argumentativos é a previsão, feita pelo autor, dos contra-argumentos que poderiam ser usados para refutar sua tese. Qual o contra-argumento implícito trecho a seguir?

“Então, medidas mais repressivas nos dão a falsa sensação de que algo está sendo feito, mas o problema só piora”.

a)  (         )Adolescentes não deveriam ser punidos de maneira nenhuma.

b)  (         )São necessárias punições mais severas para os adolescentes infratores.

c)  (         )As leis não são cumpridas nesse país.

d)  (         )O sistema penal não aumenta a violência.

6.        Segundo o autor, para retirar os jovens do caminho que os leva para a cadeia é fundamental:

a)  (          ) A adoção de uma legislação mais punitiva para os maiores de idade.

b)  (          ) Votar leis mais rígidas no momento em que acontecem crimes que chocam a opinião pública, pois é uma forma de respeitar a dor das vítimas.

c)  (          ) Manter crianças e adolescentes em escolas para aprender e dar-lhes direito ao lazer em espaços públicos como parques.

d)  (      ) Que a sociedade inteira cometa menos crimes e não que seja mais punitiva.

7.        O autor do texto afirma que “Problemas complexos não serão superados por abordagens simplórias e imediatistas.” Releia o texto e assinale a alternativa que expressa o que o autor considera uma “abordagem simplória e imediatista”:

a)  (         ) reduzir a maioridade penal;

b)  (         ) crimes que chocam a opinião pública;

c)  (         ) a impunidade;

d)  (         ) o cumprimento das leis propostas pelo Estatuto da Criança e do Adolescente.

           


TAREFA 10 (semana de 23.05 a 27.05.16)

Exercícios de PRÁTICA TEXTUAL

A Carta da Terra

Preâmbulo

Estamos diante de um momento crítico na história da Terra, numa época em que a humanidade deve escolher o seu futuro. À medida que o mundo torna-se cada vez mais interdependente e frágil, o futuro enfrenta, ao mesmo tempo, grandes perigos e grandes promessas. Para seguir adiante, devemos reconhecer que, no meio de uma magnífica diversidade de culturas e formas de vida, somos uma família humana e uma comunidade terrestre com um destino comum. Devemos somar forças para gerar uma sociedade sustentável global baseada no respeito pela natureza, nos direitos humanos universais, na justiça econômica e numa cultura da paz. Para chegar a este propósito,é imperativo que nós, os povos da Terra, declaremos nossa responsabilidade uns para com os outros, com a grande comunidade da vida, e com as futuras gerações.

                                   A Carta da Terra. Preâmbulo. Disponível em: <http://www.dhnet.org.br/direitos/cartadaterra/carta_terra_integral.htm> Acesso em: 22 mar. 2007.

1. O que é a Carta da Terra?

a)   (     ) um documento;                                        c)   (         ) uma narrativa;

b)   (         ) um depoimento;                                      d)   (         ) um texto de divulgação científica.

2.       Assinale a alternativa que expressa o objetivo desse texto:

a)  (            ) descrever, de maneira poética, a atual situação ambiental do planeta.

b)  (            ) conscientizar os povos do mundo acerca da necessidade de cuidados ambientais.

c)  (           ) informar às autoridades sobre a ocorrência de crimes ambientais desconhecidos.

d)  (           ) argumentar em favor da tomada de medidas mais urgentes em relação aos crimes ambientais.

3.  Preâmbulo é um pequeno texto que antecede a obra escrita, no qual, geralmente, constam informações a respeito do assunto dessa obra. O trecho da “Carta da Terra” que você leu é o preâmbulo desse documento. Sabendo disso, responda: Quais são os quatro princípios básicos que devem basear a sociedade sustentável global?

4.  Optou-se pela escrita do texto na primeira pessoa do plural. Qual o objetivo do uso desse recurso no texto “A Carta da Terra”? Assinale:

a)  (         ) Fazer com que o leitor se sinta co-responsável pelos princípios estabelecidos na Carta da Terra.

b)  (         ) Dar maior veracidade às informações expostas no texto.

c)  (         ) Sugerir que se trata da opinião de um grupo grande de pessoas.

d)  (         ) Convencer todas as pessoas a adotarem as mesmas atitudes.

5.  Assinale a alternativa que expressa o sentido indicado pela expressão em destaque no trecho a seguir:

“À medida que o mundo torna-se cada vez mais interdependente e frágil, o futuro enfrenta, ao mesmo tempo, grandes perigos e grandes promessas.”

a)  (         ) Oposição.                                                  

b)  (         ) Consequência.  

c)  (         ) Finalidade.                        

d)  (         ) Proporção.

6. A que propósito se refere o texto em:

“Para chegar a este propósito, é imperativo que nós, os povos da Terra, declaremos nossa responsabilidade uns para com os outros, com a grande comunidade da vida, e com as futuras gerações”

a)  (         ) Somar forças.

b)  (         ) Gerar uma sociedade sustentável global.

c)  (         ) Reconhecer que somos uma família humana.

d)  (         ) Enfrentar os perigos e promessas do futuro.

7.  Relacione as expressões usadas no texto ao sentido que cada uma delas sugere.

a)  Momento crítico.

b)  Família humana e uma comunidade terrestre.

c)  Sociedade sustentável global.

d)  A grande comunidade da vida.

(           ) Tempo em que as decisões precisam ser tomadas urgentemente.

(          ) Expressão que designa todos os seres vivos como parte de um mesmo grupo coeso.

(           ) Grupo de pessoas em torno do ideal de um mundo mais justo para todos.

(           ) Termos que aproximam todas as pessoas, sugerindo ideia de corresponsabilidade por meio do parentesco e do uso comum dos recursos naturais.

 

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TAREFA 11 (semana de 30.05 a 03.06.16)

Exercícios de PRÁTICA TEXTUAL

ANARQUISTAS GRAÇAS A DEUS

Naqueles tempos, a vida em São Paulo era tranquila. Poderia ser ainda mais, não fosse a invasão cada vez maior dos automóveis importados, circulando pelas ruas da cidade; grossos tubos, situados nas laterais externas dos carros, desprendiam, em violentas explosões, gases e fumaça escura. Estridentes fonfons de buzinas, assustando os distraídos, abriam passagem para alguns deslumbrados motoristas que, em suas desabaladas carreiras, infringiam as regras de trânsito, muitas vezes chegando ao abuso de alcançar mais de 20 quilômetros à hora, velocidade permitida somente nas estradas. Fora esse detalhe, o do trânsito, a cidade crescia mansamente. Não havia surgido ainda a febre dos edifícios altos; nem mesmo o “Prédio Martinelli” – arranha-céu pioneiro em São Paulo, se não me engano do Brasil – fora ainda construído. Não existia rádio, e televisão, nem em sonhos. Não se curtia som em aparelhos de alta fidelidade. Ouvia-se música em gramofones de tromba e manivela. Havia tempo para tudo, ninguém se afobava, ninguém andava depressa. Não se abreviavam com siglas os nomes completos das pessoas e das coisas em geral. Para que isso? Por que o uso de siglas? Podia-se dizer e ler tranquilamente tudo, por mais longo que fosse o nome por extenso – sem criar equívocos – e ainda sobrava tempo para ênfase, se necessário fosse.

Os divertimentos, existentes então, acessíveis a uma família de poucos recursos como a nossa, eram poucos. Os valores daqueles idos, comparados aos de hoje, no entanto, eram outros; as mais mínimas coisas, os menores acontecimentos, tomavam corpo, adquiriam enorme importância. Nossa vida simples era rica, alegre e sadia. A imaginação voando solta, transformando tudo em festa, nenhuma barreira a impedir meus sonhos, o riso aberto e franco. Os divertimentos, como já disse, eram poucos, porém suficientes para encher o nosso mundo.

GATTAI, Zélia. Anarquistas graças a Deus. Rio de Janeiro: Record, 1986. p. 23.

1.No relato de memória extraído do livro Anarquistas graças a Deus, a autora faz algumas comparações entre o passado e o presente. Dos trechos transcritos a seguir, assinale o que não está fazendo uma comparação entre passado e presente:

a)  (          ) “Poderia ser ainda mais, não fosse a invasão cada vez maior dos automóveis importados”.

b)  (          ) “Não se curtia som em aparelhos de alta fidelidade. Ouvia-se música em gramofones de tromba e manivela.”

c)  (          ) “Os valores daqueles idos, comparados aos de hoje, no entanto, eram outros”.

d)  (          )  “Havia tempo para tudo, ninguém se afobava, ninguém andava com pressa.”

2.Para que o leitor construa uma imagem do passado rememorado pela autora, ela usa termos que qualificam e caracterizam algumas passagens de suas memórias. Assinale a alternativa em que os termos destacados não são caracterizadores:

a)  (      ) “Nossa vida simples era rica, alegre e sadia.”

b)  (          ) “o riso aberto e franco”

c)  (          ) “abriam passagem para alguns deslumbrados motoristas que, em suas desabaladas carreiras”

d)  (          ) “Havia tempo para tudo, ninguém se afobava”

3.Assinale o trecho no qual a presença da voz do narrador, interrompendo o relato, expressa um recurso de interação entre autor e leitor:

a)  (          )   “Não havia surgido a febre dos edifícios altos; nem mesmo o “Prédio Martinelli”.

b)  (          )   “Para que isso? Para que o uso de siglas?”

c)  (          )   “Os divertimentos, existentes então, acessíveis a uma família de poucos recursos como a nossa, eram poucos.”

d)  (          )   “Nossa vida simples era rica, alegre e sadia.”

4.Assinale a alternativa que expressa as marcas temporais que identificam um passado distante:

a)  (         ) “Havia tempo para tudo” e “Não havia surgido ainda”;

b)  (         ) “ninguém se afobava” e “sobrava tempo para ênfase”;

c)  (         ) “Fora esse detalhe” e “ainda sobrava tempo para ênfase”;

d)  (         ) “Naqueles tempos” e “daqueles idos”.

           


TAREFA 12 (semana de 06.06 a 10.06.16)

Exercícios de PRÁTICA TEXTUAL

Ler, escrever e fazer conta de cabeça

“A professora gostava de vestido branco, como os anjos de maio. Carregava sempre um lenço dobrado dentro do livro de chamada ou preso no cinto, para limpar as mãos, depois de escrever no quadro-negro. Paninho bordado com flores, pássaros, borboletas. Ela passava o exercício e, de mesa em mesa, ia corrigindo. Um cheiro de limpeza coloria o ar quando ela passava. Sua letra, como era bem desenhada, amarradinha uma na outra!.

(...)

Ninguém tinha maior paciência, melhor sabedoria, mais encanto. E todos gostavam de aprender primeiro, para fazê-la feliz. Eu, como já sabia ler um pouco, fingia não saber e aprendia outra vez. Na hora da chamada, o silêncio ficava mais vazio e o coração quase parado, esperando a vez de responder “presente”. Cada um se levantava, em ordem alfabética e, com voz alta, clara, vaidosa, marcava sua presença e recebia uma bolinha azul na frente do nome. Ela chamava o nome por completo, com o pedaço da mãe e o pedaço do pai. Queria ter mais nome, pra ela me chamar por mais tempo.

O giz, em sua mão, mais parecia um pedaço de varinha mágica de fada, explicando os mistérios. E, se economizava o quadro, para caber todo o ponto, nós também aproveitávamos bem as margens do caderno, escrevendo nas beiradinhas das folhas. Não acertando os deveres, Dona Maria elogiava a letra, o raciocínio, o capricho, o aproveitamento do caderno. A gente era educado para saber ser com orgulho. Assim, a nota baixa não trazia tanta tristeza.

(...)

Nas aulas de poesia, Dona Maria caprichava. Abria o caderno, e não só lia os poemas, mas escrevia fundo em nossos pensamentos as ideias mais eternas. Ninguém suspirava, com medo da poesia ir embora: Olavo Bilac, Gabriela Mistral, Alvarenga Peixoto e “Toc, toc, tamanquinhos”. Outras vezes declamava poemas de um poeta chamado Anônimo. Ele escrevia sobre tudo, mas a professora não falava de onde vinha nem onde tinha nascido. E a poesia ficava mais indecifrável.”

                                             QUEIRÓS, Bartolomeu Campos de.  Ler, escrever e fazer conta de cabeça. São Paulo: Global, 2004. pp. 34-35.

1.        Pelo texto é possível inferir que o narrador:

a)  (          ) Se interessava mais pela professora, seu modo de se vestir e escrever no quadro, do que pela aula em si.

b)  (          ) Tinha uma profunda admiração pela professora e se esforçava em aprender, também, para agradá-la.

c)  (          ) Não se interessava pelas aulas que não fossem de poesia.

d)  (          ) Era o melhor aluno da classe.

2.Assinale o trecho em que o autor usa o recurso da comparação para descrever poeticamente a forma como ele via o gosto da professora se vestir:

a)  (          )   Carregava sempre um lenço dobrado dentro do livro de chamada ou preso no cinto, para limpar as mãos, depois de escrever no quadro-negro.

b)  (          )   Paninho bordado com flores, pássaros, borboletas.

c)  (          )   A professora gostava de vestido branco, como os anjos de maio.

d)  (          )   O giz, em sua mão, mais parecia um pedaço de varinha mágica de fada, explicando os mistérios.

3.Assinale o trecho em que está expressa uma relação de finalidade:

a)  (          )   E todos gostavam de aprender primeiro, para fazê-la feliz.

b)  (          )   Ninguém tinha maior paciência, melhor sabedoria, mais encanto.

c)  (          )   O giz, em sua mão, mais parecia um pedaço de varinha mágica de fada, explicando os mistérios.

d)  (          )   Ela chamava o nome por completo, com o pedaço da mãe e o pedaço do pai.

4.A conjunção adversativa mas comumente indica ideias opostas. No trecho a seguir, no entanto, seu uso, associado à expressão “não só” sugere outra ideia, que não é a de oposição. Assinale a alternativa que expressa a ideia sugerida no seguinte trecho:

“Abria o caderno, e não só lia os poemas, mas escrevia fundo em nossos pensamentos as ideias mais eternas.”

a)  (         )        Concessão.

b)  (         )         Adição.

c)  (         )        Oposição.

d)  (         )        Comparação.

5.Por meio do trecho “E a poesia ficava mais indecifrável.”, é possível inferir:

a)  (          )   Para o narrador, o nome do autor dos poemas é fundamental para compreendê-las.

b)  (          )   A professora lia poesias muito difíceis para seus alunos.

c)  (             )   O fato de ser indecifrável, para o narrador, é inerente à poesia e, como o “autor chamado Anônimo” tratava de temas diversos e não era possível saber sua origem, essas poesias eram ainda mais indecifráveis.

d)  (          )   Ele não gostava das poesias do “Anônimo”, porque não as conseguia compreender.

6.  No trecho “A gente era educado para saber ser com orgulho. Assim, a nota baixa não trazia tanta tristeza.”, o termo em destaque pode ser substituído, sem alterar o sentido, por:

a)  (         )        Entretanto.

b)  (         )          Desse modo.

c)  (         )        Mas.

d)  (         )        Ainda que.

7.  A ideia de proporção sugerida pelo trecho “E, se economizava o quadro, para caber todo o ponto, nós também aproveitávamos bem as margens do caderno, escrevendo nas beiradinhas das folhas.” significa que:

a)  (             )   À medida que a professora economizava espaço para escrever no quadro, os alunos economizavam espaço em seus cadernos.

b)  (          )   A condição para que os alunos escrevessem menos era a de que a professora diminuísse o tamanho de sua letra no quadro.

c)  (          )   Os alunos escreviam fora das margens para economizar o caderno porque a professora pedia, escrevendo sem deixar espaços no quadro.

d)  (          )   Os alunos não deviam escrever nas “beiradinhas das folhas”, mas como a professora não fazia margens no quadro, eles não respeitavam as do caderno.

 


TAREFA 13  (semana de 13.06 a 17.06.16)

Exercícios de PRÁTICA TEXTUAL

O açúcar

O branco açúcar que adoçará meu café

nesta manhã de Ipanema

não foi produzido por mim

nem surgiu dentro do açucareiro por milagre.

 

Vejo-o puro

e afável ao paladar

como beijo de moça,

água na pele, flor

que se dissolve na boca. Mas este açúcar

não foi feito por mim.

 

Este açúcar veio

da mercearia da esquina e tampouco o fez

o Oliveira,

dono da mercearia.

Este açúcar veio

de uma usina de açúcar em Pernambuco

ou no Estado do Rio

e tampouco o fez o dono da usina.

 

Este açúcar era cana

e veio dos canaviais extensos

que não nascem por acaso

no regaço do vale.

Em lugares distantes, onde não há hospital

nem escola,

homens que não sabem ler e morrem de fome

aos 27 anos

plantaram e colheram a cana

que viraria  açúcar.

Em usinas escuras,

homens de vida amarga

e dura

produziram este açúcar

branco e puro

com que adoço meu café esta manhã em

Ipanema.

GULLAR, Ferreira. Toda poesia (1950/1980). São Paulo, Círculo do Livro. s.d. p. 227-8.

1.De quem é a voz que fala no texto? Como você sabe?

2.Quais as características do açúcar são citadas no texto?

3.A comparação é um recurso linguístico usado pelos poetas para produzir efeitos de sentido. A que o poeta compara o açúcar?

4.A conjunção mas é usada para ligar duas ideias opostas, contrárias, contraditórias. Releia os versos:

“Vejo-o puro

e afável ao paladar

(...) Mas este açúcar

não foi feito por mim.”

•   As ideias colocadas em oposição nesses versos estão explícitas ou implícitas? Qual a oposição ou contradição que o poeta está querendo mostrar?

5.Comparando a vidas do morador de Ipanema e a dos trabalhadores das usinas açucareiras, o poeta nos leva a refletir sobre o quê? Qual é o tema desse poema? Assinale:

a)  (         ) Amor.                                            c)  (         ) Injustiça social.

b)  (         ) Solidariedade.                               d)  (         ) Ódio.

Em lugares distantes, onde não há hospital

nem escola,

homens que não sabem ler e morrem de fome

aos 27 anos

plantaram e colheram a cana

que viraria açúcar.

6.Assinale a afirmativa que melhor explica o fato de o poeta usar algarismos para registrar a idade em que os plantadores de cana morrem:

a)  (         )O registro de numerais em algarismos é, geralmente, feito em textos informativos e científicos para facilitar e agilizar a leitura.

b)  (         )Quando os algarismos são usados em notícias, têm a função de produzir efeito de verdade, de exatidão, de precisão, gerando credibilidade.

c)  (         )Em textos literários, comumente não se usam algarismos, mas, quando são usados, os autores podem escrevê-los por extenso, como uma forma de diferenciar realidade de ficção.

d)  (       )O uso de algarismos no poema é incomum. Por isso mesmo chama a atenção de leitor, provoca estranhamento, produz efeito de denúncia.

7.No terceiro verso da última estrofe, o autor não emprega a vírgula antes do pronome que. Assinale a alternativa que melhor explica esse uso:

a)  (         ) Porque, assim, restringe a característica de não saber ler e morrer de fome aos 27 anos a uma parcela da sociedade, reforçando a ideia de denúncia e colocando apenas esses homens nessa triste condição.

b)  (         ) Porque não se usam sinais de pontuação em poemas.

c)  (        ) Porque a intenção do poeta era apenas explicar que os homens não sabem ler.

d)  (         ) Porque não se usa vírgula antes de pronomes.

8.Assinale a afirmativa que explica o uso da vírgula nestes versos:

Este açúcar veio

da mercearia da esquina e tampouco o fez

o Oliveira,

dono da mercearia.

a)  (         ) A vírgula foi usada para indicar uma pausa na leitura.

b)  (         ) A vírgula foi usada para separar duas orações.

c)  (         ) A vírgula foi usada para isolar o aposto, que explica quem é o Oliveira.

d)  (         ) A vírgula foi usada para separar elementos de uma enumeração.

Releia os seguintes versos, observando os termos em destaque:

“Vejo-o puro”

“...e tampouco o fez

o Oliveira,

dono da mercearia”.

9.  Assinale a alternativa incorreta:

a)  (         ) No primeiro trecho, a palavra o refere-se ao açúcar e foi usada para evitar a repetição desse substantivo.

b)  (         ) No segundo trecho, as duas palavras em destaque são pronomes.

c)  (         ) No segundo trecho, a primeira palavra em destaque é um pronome.

d)  (         ) No segundo trecho, a segunda palavra em destaque é um artigo.

 

 

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TAREFA 14  (semana de 20.06 a 24.06.16)

Exercícios de PRÁTICA TEXTUAL 03

Leia o texto e responda as perguntas abaixo

 

O Conteúdo dos Bolsos

Lista completa do conteúdo dos bolsos de J. C. A, no dia 12 de abril de 1943, quando sua mãe tirou sua roupa à força e o arrastou para a banheira, pois ele não tomava banho há 10 dias e já tinha havido reclamações da vizinhança:

Um rolo de barbante.

Outro roIo de barbante.

Três tampinhas de garrafa.

Um estilingue.

Um sapo morto.

Doze estampas do sabonete Eucalol.

Dezessete figurinhas de bala.

Quatro balas embrulhadas.

Uma bala desembrulhada, colada no forro do bolso.

Uma bola de meleca do nariz, que ele estava juntando para fins ignorados.

Outro rolo de barbante.

Duas pedras.

Terra.

Um tostão para dar sorte.

Dois cascudos, vivos.

 

No dia 17 de junho de 1951, aproveitando que J. C. A. estava, como sempre, trancado no banheiro, seu pai deu uma busca nas suas calças. Encontrou:

Um preservativo.

Dois cigarros Belmonte amassados.

Uma caixa de fósforos Beija-Flor.

Um livrinho de desenhos, impresso clandestinamente, intitulado: O que Joãozinho e Mariazinha Foram Fazer no Mato.

Um papel dobrado com um poema pornográfico sobre o Dutra, o brigadeiro e as cuecas do Fiúza.

Um papel dobrado com um bilhete: “Sabe o que é que a M. tem no meio das pernas? Não? Eu sei. Os joelhos!” Assinado “Beto Mãozinha”.

Um recorte de revista com a letra Sabrá Dios.

Uma carteirinha de estudante com a idade falsificada para poder entrar em filme até 18.

Um chaveiro com o escudo do Botafogo.

Uma carteira vazia.

Um tostão.

Um rolo de barbante.

Sete anos depois, aceitando o desafio de uma namorada, e para evitar que não carregava nenhum vestígio de outra na sua apaixonada pessoa, J. C. A. esvaziou os bolsos na mesa em frente ao sofá na casa da namorada enquanto a família dela se distraia ouvindo um jogo do Brasil no Campeonato Mundial da Suécia. O conteúdo:...

Um rolo de barbante, pequeno.

Fio dental.

Um pente.

Estojo com tesourinha e lixa para unhas.

Uma cigarreira com quatro cigarros Hollywood.

Um isqueiro.

Chaveiro com uma fotografia plastificada da namorada.

Uma caderneta de notas com uma lapiseira presa ao lado.

Um preservativo, que a namorada fingiu não saber para que servia.

Carteira de identidade.

Uma carteira com mil cruzeiros,

Um tostão. (O mesmo.)

Quatro anos depois, enquanto J.CA. roncava, tendo chegado de uma suposta viagem a São Paulo, logo no carnaval, de madrugada, sua mulher revistou, nervosamente, seus bolsos. Encontrou o seguinte, conforme relato que ela mesma fez a J.C.A., pedindo explicações, tendo ele respondido que a explicação era óbvia, aquele casaco não era o dele, não convencendo:

   Um bilhete com os dizeres: “Gafieira do Paulão, entrada com direito a uma cerveja grátis, número 221, será sorteado um fino brinde durante o show”.

   Um envelope de fósforo da boate Erotie Days.

   Confete.

   Lenços de papel com manchas de batom.

   Três bolachas de chope. Uma com a inscrição: “Para o meu gatão da Marilu”.

   Mais confete.

   Um apito.

   CíIios postiços.

   Um reco-reco.

   Uma carteira de dinheiro vazia.

   Talão de cheques.

   Cédula de identidade.

   Um barbante.

   Um tostão.

   Mais confete.

   Uma carteira de Continental com dois cigarros.

   Um isqueiro.

   Um guardanapo de papel com a impressão de uma boca em vermelho, assinado embaixo “Rudimar”.

   No dia 24 de julho de 1964 um ladrão assaltou J. C. A e mandou que ele esvaziasse os bolsos na calçada. O resultado:

   Uma carteira sem dinheiro, mas com um cartão de crédito.

   Um recorte do Correio da Manhã com uma crônica de Carlos Heitor Cony.

   Cédula de Identidade.

   Talão de cheques.

   Uma agenda.

   Um pente.

   Uma chupeta, do filho, que botara no bolso por distração.

   Pastilhas de hortelã.

   Remédio para deixar de fumar.

   Uma carteira de Minister com dois cigarros.

   Isqueiro.

   Fósforo Bem-te-vi.

   Aviso de cobrança judicial de um título.

   Fichas para telefone.

   Um tostão.

   Dezesseis anos depois, a enfermeira encarregada da roupa do paciente J. C. A, que entrara inconsciente no hospital e fora direto para a UTI, catalogou o conteúdo dos seus bolsos:

   Uma caixinha de Valium.

   Um volante da Loteria Esportiva com oito duplos.

   Remédio para deixar de fumar.

   Uma carteira de Charm vazia.

   Um isqueiro.

   Remédio para pressão alta.

   Remédio para ácido úrico.

   Licença para porte de arma.

   Três cartões de crédito.

   Carteira de dinheiro com 2 mil cruzeiros e, dobrada, no fundo, uma fotografia da Jaqueline Bisset recortada de uma revista.

   Duas contas vencidas.

   Chaveiro.

   Cédula de identidade.

   CPF.

   Um elástico.

   Nenhum tostão.

VERISSIMO, Luis Fernando. Outras do analista de Bagé. 18. ed. Porto Alegre: L&PM, 1982. p. 112-116.

1.Para uma melhor compreensão desta crônica, é importante levantar hipóteses sobre a possível idade do personagem em cada uma das fases de sua vida. Para isso, é necessário identificar algumas pistas deixadas pelo autor.

a)  A data da primeira lista é 12 de abril de 1943. Volte ao texto e analise o que o personagem tinha no bolso nessa data. Depois, assinale a alternativa que apresenta a hipótese mais provável para a idade dele na época:

         a)  (         ) 8 anos;                                          c)  (         ) 20 anos;

         b)  (         ) 16 anos;                                   d)  (         ) 30 anos.

b)  Releia a segunda lista. Com base na resposta anterior, na data e no conteúdo do bolso dessa lista, calcule a idade do personagem nessa época e assinale a alternativa que corresponde ao resultado de seus cálculos.

         a)  (         ) 8 anos;                                     c)  (         ) 20 anos;

         b)  (         ) 16 anos;                                   d)  (         ) 30 anos.

c)  Agora, calcule e registre a idade do personagem, quando ocorreram os seguintes fatos em sua vida:

         •   esvaziou os bolsos na casa da namorada:

         •  sua mulher revistou seus bolsos, após ele ter chegado de uma suposta viagem a São Paulo:

         •   foi assaltado:

         •   deu entrada no hospital:

2.Transcreva das listas dos conteúdos dos bolsos pelo menos dois itens que identificam cada uma das diferentes fases da vida do personagem:

Infância

Adolescência

Fase adulta, como solteiro

.

 

 

 

Fase adulta, como casado

Fase adulta, como pai de família

Maturidade

 

 

 

 

3.Numere a segunda coluna de acordo com a primeira, relacionando o objeto, o sentimento ou comportamento que identifica cada uma das fases da vida do personagem:

( 1 ) Chupeta                                               (    ) Infância

( 2 ) Doenças                                              (    ) Adolescência

( 3 ) Detestava tomar banho                      (    ) Fase adulta, como solteiro             

( 4 ) Traição                                                (    ) Fase adulta, como casado

( 5 ) Amor                                                   (    ) Fase adulta, como pai de família

( 6 ) Despertou para o sexo                        (    ) Maturidade

4.A que conclusão podemos chegar com o fato de o narrador dizer que a família da namorada estar ouvindo um jogo do Brasil no Campeonato Mundial da Suécia, e não assistindo a um jogo do Brasil? Assinale:

a)  (            ) a família da namorada não gostava de assistir à televisão;

b)  (            ) na casa da namorada ainda não havia televisão;

c)  (           )  a família da namorada fingia ouvir o jogo para não assistir à briga dos namorados;

d)  (           )  a família da namorada não assistia à televisão, pois preferia observar a briga dos namorados.

5.Em que fase da vida o personagem começou a fumar?

6.Em que fase da vida o personagem tentou parar de fumar?

7.O personagem conseguiu vencer o vício? Explique:

8.Que itens presentes na última lista denunciam a decadência física, psicológica e econômica do personagem?

BOAS FÉRIAS

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Lembre-se de escolher um livro para ler nas férias.

3ª BIMESTRE

TAREFA 15  (semana de 01.08 a 05.08.16)

Exercícios de PRÁTICA TEXTUAL 03

Ziraldo abandonou o vício após fazer campanha

O jornalista e cartunista Ziraldo é hoje uma das personalidades mais engajadas na luta contra o tabagismo no Brasil. O curioso é que Ziraldo foi um fumante inveterado por quase 40 anos – nem ele mesmo se lembra com exatidão de quanto tempo fumou. O cartunista só parou de fumar quando foi contratado pelo Ministério da Saúde para fazer uma campanha contra o cigarro.

“Comecei a fumar porque ia nos bailes, tinha que conquistar as moças, parecer homem, ficar em pé direito”, relembra Ziraldo. “Onde é que eu iria botar as mãos? Botar a mão no bolso era cafajeste, não? Com o cigarro você ficava mais bem composto, era uma arma de sedução.”

Ziraldo lembra que, na década de 40, fumar era considerado tão elegante que médicos eram colocados em anúncios. Mas, para o artista, o que começou como charme acabou em vício. “Eu acendia mais de 60 cigarros por dia. Não por dia, por noite. Eu varava a madrugada, trabalhando das 9 da noite às 4 da manhã. Eu acendia 40, 50 cigarros durante esse período”, afirma. “Eu digo acendia porque eu descobria de repente que tinha quatro ou cinco cigarros acesos no estúdio. Eu era um escravo dessa porcaria. E de manhã o estúdio tinha um odor fétido, minha boca estava um horror, eu estava liquidado”, avalia Ziraldo.

Tudo isso mudou na década de 80, quando o jornalista foi convidado a idealizar uma campanha antitabagismo para o Ministério da Saúde. “A campanha era comportamental”, explica Ziraldo. “Eu convenci o pessoal das campanhas contra o fumo de que a gente tinha que usar o mesmo argumento que convoca você para fumar, que é o comportamento.” A mensagem da campanha feita por Ziraldo era direta. “Não adianta você falar em saúde. Você tem que falar que não é elegante, não é cheiroso. O último cartaz que eu fiz dizia: ‘Fumar fede’”. A campanha foi um sucesso e premiada internacionalmente, mas o cartunista continuava fumando, até o dia em que um fato aparentemente banal mudou sua atitude. “Eu achava chato ver meus cartazes pelo país inteiro e ser encontrado fumando no meio da rua”, recorda ele.

“Em uma madrugada, eu estava pintando, e tinha um cigarro ao lado da minha prancheta queimando. Um à direita, um à esquerda outro na pia. Eu descobri que tinha acendido seis cigarros sem acabar de fumar nenhum deles! Eu vim com o pincel, e o pincel tocou na cinza do cigarro, de cinco centímetros, parecia uma lagarta. E aquele toco de cinza colou no pincel, lambuzou tudo e estragou o desenho”, lembra. O episódio foi a gota d’água para Ziraldo tomar uma decisão. “Saí catando os cigarros, amassei o maço e vi que minha prancheta estava toda queimada. Aí eu falei que nunca mais iria fumar na vida e nunca mais fumei.” A decisão foi tomada há vinte anos. O cartunista afirma que não sentiu falta da nicotina, passou a dormir melhor a acordar menos cansado e a ter menos ressaca de manhã. Como efeito colateral, engordou muito, mas fez um regime e voltou ao peso normal.

Apesar de ser um exemplo de força de vontade, Ziraldo diz que não é um ex-fumante radical. “Eu acho que o mundo continua fumando porque o ex-fumante é o cara mais chato do mundo. Os fumantes fumam para irritar o ex-fumante”, afirma. “Eu tenho pavor de ex-fumante, o cara que fica tirando cigarro da boca dos outros. Eu nem ligo, pode fumar 200 cigarros do meu lado”. Ziraldo está tão convencido dos malefícios do fumo que se arrisca a fazer uma previsão: “Eu acho que o hábito de fumar está com os dias contados neste século. Acho que o homem não termina este século fumando não. Essa coisa de muleta do cigarro, eu acho que isso vai acabar”.

                  Disponível em: <http://www.prevfumo.med.br/noticias_novembro/Ziraldo_exemplo.htm> Acesso em: 10 mar. 2007.

1.Transcreva do texto três causas que levaram Ziraldo a se tornar um viciado em cigarros:

2.  Quais as consequências que a decisão de fumar para fazer charme, para parecer seguro e elegante, trouxe a Ziraldo?

Releia o trecho a seguir e faça o que se pede:

“O jornalista e cartunista Ziraldo é hoje uma das personalidades mais engajadas no combate ao tabagismo no Brasil.”

3.  Identifique o termo que complementa a palavra combate no trecho acima:

4.  Reescreva a frase acima, substituindo a palavra em destaque pelas relacionadas abaixo. Faça as adequações necessárias:

•   alcoolismo:

•   violência:

•   preconceitos:

Releia este trecho para responder às questões 13 e 16:

Tudo isso mudou na década de 80, quando o jornalista foi convidado a idealizar uma campanha antitabagismo para o Ministério da Saúde. “A campanha era comportamental”, explica Ziraldo. “Eu convenci o pessoal das campanhas contra o fumo de que a gente tinha que usar o mesmo argumento que convoca você para fumar, que é o comportamento.”

5.  A que se refere a palavra isso no trecho acima?

6.  Das formas verbais destacadas, identifique:

•   o verbo de elocução:

•   o complemento de foi convidado:

•   os complementos do verbo convenci:

7.  Qual a oração que caracteriza a palavra argumento, restringindo o sentido dessa palavra?

8.  Produção textual: Reescreva o trecho acima em discurso indireto e substituindo a oração “que convoca você para fumar” pelo adjetivo persuasivo. Lembre-se de que nessa forma de discurso a linguagem é mais formal.

 


TAREFA 16  (semana de 08.08 a 12.08.16)

Transforme “a fala” abaixo em um discurso indireto. Para tal, imagine que há, na cena, um narrador que utiliza verbos introdutórios (responder, dizer, perguntar...); modificações estruturais serão necessárias.

1. O aparelho de som foi a única coisa que eu salvei, respondeu o pobre homem.

2. O tamanho deles dá uma ideia do que esses homens fizeram na busca do ouro&quot;, disse o

arqueólogo à SUPERINTERESSANTE.

3. Vais encontrar o mundo, disse-me meu pai, à porta do Ateneu. Coragem para a luta”

Leia o poema abaixo para responder as questões 4 e 5.

Sonhei que me esperavas. E, sonhando,

Saí, ansioso por te ver: corria...

E tudo, ao ver-me tão depressa andando,

Soube logo o lugar para onde eu ia.

E tudo me falou, tudo! Escutando

Meus passos, através da ramaria,

Dos despertados pássaros o bando:

Vai mais depressa! Parabéns!&quot; dizia.

Olavo Bilac – “Via Láctea” verso XII

Na 2ª estrofe do poema acima, há um trecho em discurso direto, porém na ordem inversa.

4. Reescreva esse trecho na ordem direta.

5. Reescreva outra vez esse trecho, agora já posto na ordem direta, em discurso indireto.

Texto para a questão 6.

Num encarte especial sobre o analfabetismo, Folha de S. Paulo (27/03/), publicou uma entrevista com o geógrafo Milton Santos, de onde foi extraído o trecho a seguir.

Folha: A diminuição do analfabetismo entre negros, principalmente nos centros urbanos, pode reduzir a diferença de oportunidades entre eles e os brancos?

Santos: Existem duas questões: primeiro é a da estatística. A outra é: o que é que eu faço com a minha alfabetização? Essa questão é que é importante. Hoje, a educação mínima não é apenas a alfabetização, você precisa ter um índice mais elevado de educação para melhorar. A alfabetização custa barato, custa pouco tempo. Rapidamente, as condições de alfabetização são mais universais. Sobre a pergunta, acho que sim. Mas como o Brasil quer retardar a distribuição de renda, há um esforço para deixar os pobres como pobres. Aí tem esse discurso de glorificação. Não é pela educação sozinha que se vai a algum lugar. Isso é uma balela. Se você compara o Brasil que eu estudei com o atual, dá para ter mais negros na faculdade. Mas para qual faculdade eles irão? E, depois que forem, quantos de eles ficarão nos empregos? Muito poucos. E, se ele obtém o emprego, qual será o salário? Acho que essas são as questões. Eu não resolvo isso com a educação.

(Texto adaptado)

6.Relate, em discurso indireto, seguindo as normas da língua padrão escrita, o conteúdo da pergunta e da resposta, utilizando apenas algumas linhas.

A fúria de Alexandre chegara ao auge, e ele disse que arrombaria a porta, que jamais o prenderiam ali.

(A ARMADILHA, Murilo Rubião).

7. Assinalar a opção que indica a melhor alteração do discurso indireto do texto acima em direto:

a) - Arrombarei a porta, jamais me prenderão aqui.

b) - Arrombaria a porta, jamais me prenderiam aqui.

c) - Arrombarei a porta se me prenderem aqui

8. Assinale a alternativa que apresenta a correta transposição da fala de Hagar para o discurso indireto e a adequada conexão de sentido entre as duas frases.

a) Hagar disse que não queria brigar porque era do tipo quieto e sensível.

b) Hagar disse que, embora fosse do tipo quieto e sensível, não queria brigar.

c) Hagar disse que era do tipo quieto e sensível, mas não queria brigar.

9. Se o discurso direto reproduzido no primeiro quadrinho fosse transformado em indireto, a forma correta seria a seguinte:

a) Hagar disse aos homens que eles venceriam, porque lutavam pelo que era certo.

b) Hagar disse aos homens que venceremos, porque lutamos pelo que é certo.

c) Hagar disse: Homens, venceremos, porque lutamos pelo que é certo.

10. (ITA) Assinale a alternativa que melhor complete o seguinte trecho:

No plano expressivo, a força da ____________ em _____________ provém essencialmente de sua capacidade de _____________ o episódio, fazendo ______________ da situação a personagem, tornando-a viva para o ouvinte, à maneira de uma cena de teatro __________ o narrador desempenha a mera função de indicador de falas.

a) narração - discurso indireto - enfatizar - ressurgir – onde;

b) narração - discurso onisciente - vivificar - demonstrar-se – donde;

c) narração - discurso direto - atualizar - emergir - em que;

d) narração - discurso indireto livre - humanizar - imergir - na qual;

e) dissertação - discurso direto e indireto - dinamizar - protagonizar - em que.

11. Faça a associação entre os tipos de discurso e assinale a sequência correta.

1. Reprodução fiel da fala da personagem, é demarcado pelo uso de travessão, aspas ou dois pontos. Nesse tipo de discurso, as falas vêm acompanhadas por um verbo de elocução, responsável por indicar a fala da personagem.

2. Ocorre quando o narrador utiliza as próprias palavras para reproduzir a fala de um personagem.

3. Tipo de discurso misto no qual são associadas as características de dois discursos para a produção de outro. Nele a fala da personagem é inserida de maneira discreta no discurso do narrador.

(    ) discurso indireto

(    ) discurso indireto livre

(    ) discurso direto

a) 3, 2 e 1.

b) 2, 3 e 1.

c) 1, 2 e 3.

d) 3, 1 e 2.


ADJETIVOS

Os adjetivos contribuem para com o efeito de humor da tirinha, já que a compreensão de Mafalda e a expressão facial de Filipe geram risos, já que o menino fica atônito com as conclusões da amiga.

1º quadro

2º quadro

3º quadro

4º quadro


ACERCA DE                                 A RESPEITO DE

CERCA DE                                DURANTE, APROXIMADAMENTE

A CERCA DE                                 IDEIA DE DISTÂNCIA

HÁ CERCA DE                        EXISTE APROXIMADAMENTE NO PASSADO

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As tarefas abaixo fazem parte do Projeto Literatura Clássica e será finalizado na (semana de 17.10 a 21.10.16)

“Cosplay” e entrega do trabalho.

1ºA,  1ºB, 1ºC - 17/10 Cosplay             1ºD - 18/10 - Cosplay

A pesquisa semanal é individual, em sala de aula a dupla colaborativa irá socializar a pesquisa e montar um único texto para o trabalho.

Especificações do Trabalho:

Digitado, verdana 12

Capa :

  1. Nome da escola,
  2. Título do trabalho
  3. Nome da obra
  4. Nome do autor
  5. Série dos alunos
  6. Nome dos alunos, número
  7. Nome do professor
  8. Data

Corpo:

Seguir a sequência das tarefas semanais para a publicação.

Páginar

Deverão ilustrar o trabalho

Duas interpretações,  autorais, semióticas da obra com a explicação (uma de cada aluno) ;

Uma poesia que faça intertextualidade com a obra;

Uma obra artítisca  (colocar a referência)

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Projeto Literatura Clássica

“Vestidos de Farrapo pontas deos sujos, semi esfomeados, agressivos, soltando palavrãoes e fumando pontas de cigarros, eram em verdade os donos da cidade, os que a conheciam totalmete, os que totalmente a amavam, os seus poetas.”

TAREFA 17 (semana de 22.08 a 26.08.16)

IDENTIFICAÇÃO DA OBRA “Capitães da Areia, Jorge Amado (1937)

1.        BIOGRAFIA DO AUTOR

2.        Síntese sobre a 2ª geração do Modernismo

3.        Síntese sobre o conceito de “Romance de cunho regionalista”

TAREFA 18 (semana de 28.08 a 12.09.16)

4.        VEROSSIMILHANÇA

Jorge Amado foi dormir num trapiche com meninos para ter um “olhar de dentro”.

Procure no texto um exemplo.

5.        PRÓLOGO: Cartas à redação

5.1.        Reportagem

Faça uma síntese

5.2.        Carta do secretário do chefe de polícia

Faça uma síntese

5.3.        Carta do juiz de menores

Faça uma síntese

5.4.        Carta da mãe de uma das crianças

Faça uma síntese

5.5.        Carta do Padre José Pedro

5.5.1.        Faça uma síntese

        5.5.2.        Transcreva desse item:

                a..        Argumento de autoridade

b..        Argumento de provas

c..        Vocabulário empregado em favor da tese

5.6.        Carta do Diretor do Reformatório

5.6.1.        Transcreva desse item:

a.        Contra argumento do diretor em resposta às acusações de D.Ricardina

5.7.        Reportagem elogiosa para o reformatório

Faça uma síntese

TAREFA 19 (semana de 12.09 a 23.09.16)

6. CAPÍTULOS

Síntese: 1ª Parte

Síntese: 2ª Parte

Síntese: 3ª Parte

TAREFA 20 (semana de 26.09 a 30.09.16)

7. ESPAÇO

Descreva e dê exemplos retirados da obra (capítulo e página)

8. AMBIENTE

Descreva e dê exemplos retirados da obra (capítulo e página)

9. TEMPO

Descreva e dê exemplos retirados da obra (capítulo e página)

10. ESTILO

Descreva e dê exemplos retirados da obra (capítulo e página)

11. TEMA

Síntese e dê exemplos retirados da obra (capítulo e página) dos itens abaixo:

11.1. INDIVIDUAL

11.2. COLETIVO

TAREFA 21 (semana de 03.10 a 07.10.16)

12. Drama existencial de cada personagem

Faça uma Síntese e dê exemplos retirados da obra (capítulo e página)

12.1.        Gato

12.2.        Boa Vida

12.3.        João Grande

12.4.        Volta Seca

12.5.        Professor (João José)

12.6.        Pirulito

12.7.        Sem-pernas

12.8.        Dora

12.9.        Pe José Pedro

12.10        Pedro Bala

12.11. Povo

  1. Querido de Deus
  2. Dona Aninha
  3. João de Adão
  4. Dalva
  5. Caboclo Raimundo
  6. Almiro
  7. Brandão
  8. Loiro

TAREFA 22 (semana de 10.10 a 14.10.16)

13. SOLUÇÃO IDEOLÓGICA DO AUTOR

Resenha

14. INDÍCIOS DO SINCRETISMO RELIGIOSO

Dê exemplos retirados da obra (capítulo e página)

15. PRECONCEITOS

15.1.        Homofobia

Dê exemplos retirados da obra (capítulo e página)

15.2.        Gênero

Dê exemplos retirados da obra (capítulo e página)

TAREFA 23 (semana de 10.10 a 14.10.16)

16. RESENHA DA OBRA

Atendendo ao tema: “As instituições brasileiras educam os jovens infratores nelas recolhidos?”

Há menores abandonados hoje em nossas cidades? Marginais ou vítima? Por que a situação perdura?

17.Autoavaliação da dupla

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TAREFA 24(semana de 17.10 a 21.10.16) - Finalização do TRABALHO

A pesquisa semanal é individual, em sala de aula a dupla colaborativa irá socializar a pesquisa e montar um único texto para o trabalho.

“Cosplay” e entrega do trabalho.

1ºA,  1ºB, 1ºC - 17/10 Cosplay             1ºD - 18/10 - Cosplay

Trabalho digitado, verdana 12

Capa :

  1. Nome da escola,
  2. Título do trabalho
  3. Nome da obra
  4. Nome do autor
  5. Série dos alunos
  6. Nome dos alunos, número
  7. Nome do professor
  8. Data

Corpo:

Seguir a sequência das tarefas semanais para a publicação.

Paginar

        

Deverão ilustrar o trabalho

Duas interpretações (uma de cada aluno),  autorais, (desenho, colagem) da obra com a explicação ;

Uma poesia que faça intertextualidade com a obra;

A figura de uma obra artítisca que faça intertextualidade  (colocar a referência)

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 Referência: Prova Brasil