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Craca, Dani Nega e o Dispositivo Tralha

 O músico e a MC apresentam seu manifesto musical poético, político-social e dançante.

No encontro entre dois distintos artistas, a música ganha força impulsionada pela grande afinidade da dupla. Craca e Dani Nega fazem a fusão do rap e hip hop com o eletrônico multicultural. O encaixe surpreendente aconteceu por razões musicais, mas também pelas convicções em comum, o anseio por justiça e transformações sociais. A música vem acompanhada nos shows por projeções de imagens, que cuidadosamente completam a narrativa de denúncias, reflexões e provocações.

Craca é incorporado por Felipe Julián, músico, produtor musical e artista visual. Felipe adapta e substitui instrumentos convencionais por criações suas de dispositivos eletrônicos, em constante pesquisa pela interface ideal, além de manter seu trabalho fortemente ligado à expressão visual, como o uso do video mapping. Dani Nega é atriz, rapper e feminista, traz a música negra pulsante em sua origem e a palavra como motriz para expressão, o microfone é o seu lugar para os questionamentos.

A junção se mostrou tão certeira que resultou rapidamente no primeiro álbum nomeado “Craca, Dani Nega e o Dispositivo Tralha” (2016), um manifesto musical político-social, poético e dançante, premiado no 28º Prêmio da Música Brasileira como melhor álbum de Música Eletrônica. O som eletrônico multiétnico de Craca é a base perfeita para as rimas e o claro discurso de Dani Nega, que fala sério sobre violência contra as mulheres, racismo e outras tantas temáticas político-sociais, deixando espaço ainda para o amor e poesia.  A busca da revolução através da palavra.

O disco está disponível para download gratuito e traz 11 músicas, entre instrumentais e canções, uma síntese da verve de ambos os artistas. Dani Nega coloca sua voz suave, porém firme e certeira em seis faixas, como “Sou Preto Mesmo”, expondo com ironia como a cultura negra é facilmente apropriada, e “Papo Reto”, que convoca a força das mulheres e a luta contra o machismo. Entre as cinco músicas instrumentais, “Thoracica", uma cumbia abrasileirada, marcada pela guitarra e pandeiro, e a “Vintage Sci-Fi”, um mix de coco e afrobeat, são bons exemplos da sonoridade trazida por Craca.  Vale a atenção para as músicas “Preta Velha” e “Sonhos de Criança” que ressaltam esta fusão musical.

No palco fazem uma performance audiovisual energética, onde o público é convidado tanto para refletir quanto para dançar. Acompanhados pela banda formada por bateria, backing vocal, guitarras, sopros e programações eletrônicas, entra em cena também o sistema de video mapping desenvolvido por Craca. As imagens sincronizadas à música são inspiradas em experimentos do pré-cinema (como as sequências fotográficas de E. Muybridge) ou filmes esquecidos de ficção científica trash, com direito a monstros submarinos e sereias assassinas.

A dupla e seu projeto audiovisual vem ganhando espaço, com performances realizadas pelo Brasil, como a Red Bull Station, SIM - Semana Internacional da Música, Virada Cultural e em festivais como o MoLa no Circo Voador (RJ), o tradicional Festival Rec-Beat (Recife) e o Vento Festival (São Sebastião). Nos shows, além do repertório registrado, Craca e Dani já estão apresentando novos singles.

Se estamos em evidente tempos de revoluções e despertares sociais e políticos, Craca e Dani Nega se mostram atuais e pertinentes, além da sonoridade contagiante e única.

Disco digital: disponível nas principais plataformas para download ou streaming: Spotify, Deezer, Tidal, iTunes, Google Play, Napster, Youtube.

E para DOWNLOAD GRATUITO  aqui: http://www.dispositivotralha.com

Faixa a faixa: 

1. Thorácica

Craca (eletrônicos, baixo, guitarra, sintetizadores)

2. Vintage Sci-Fi    

Craca (eletrônicos, baixo, sintetizadores) e Jovem Palerosi (samples adicionais e sintetizadores)

3. O Cantar  

Dani Nega (voz, letra) e Craca (eletrônicos, baixo, sintetizadores)

4. Sou Preto Mesmo  

Dani Nega (voz, letra), Craca (eletrônicos, baixo, sintetizadores), Jovem Palerosi (sintetizadores) e Gil Duarte (trombone e flauta)

5. Preta Velha

Dani Nega (voz, letra), Craca (eletrônicos, baixo, sintetizadores) e Arnaldo Nardo (zabumba)

6. Coxo Mole  

Craca (eletrônicos, baixo, sintetizadores) e Jovem Palerosi (sintetizadores)

7. Sonhos de Criança

Dani Nega (voz, letra) e Craca (eletrônicos, baixo, sintetizadores)

8. Papo Reto

Dani Nega (voz, letra), Klarah Lobato e Lucelia Sergio da Conceição (letra), Jovem Palerosi (sintetizadores) e Craca (eletrônicos, baixo, viola, guitarra, sintetizadores)

9. Lama seca

Craca (eletrônicos, baixo, sintetizadores) e Jovem Palerosi (sintetizadores)

10. Cuidado!  

Dani Nega (voz, letra), Gil Duarte (trombone) e Craca (eletrônicos, baixo, sintetizadores)

11. Marujada

Craca (eletrônicos, guitarras, baixo, sintetizadores), Jovem Palerosi (samples adicionais), Gil Duarte (flauta) e Gilberto Assis (samples adicionais).

Ficha Técnica Craca, Dani Nega e o Dispositivo Tralha

Ano de lançamento: 2016

Faixas: 11

Produção musical e Composições: Craca Beat
Vocais e Letras: Dani Nega
Baixos, samplers, arpegiators, guitarra, viola, sintetizadores: Craca
Samples e sintetizadores adicionais: Jovem Palerosi
Zabumba: Arnaldo Nardo
Trombone e Flauta: Gil Duarte
Samples adicionais: Freesound.org
Samples adicionais de berimbau: Gilberto Assis

Mixagem: Ricardo Mosca (exceto Thorácica mixada por Craca)
Masterização: Felipe Tichauer @ Red Traxx Mastering

Arte gráfica e concepção visual: Craca

Fotos: auto retrato

Gravadora: independente

Sugestão de Preço: R$ 20,00 (CD com encarte diferenciado).

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+ Sobre Craca e Dani Nega:

O projeto musical inicialmente idealizado por Felipe Julián, receberia convidados para cantar em algumas músicas e Dani Nega foi a primeira. Entretanto, a parceria se tornou tão proveitosa que resultou em novas músicas criadas e na assinatura conjunta deste primeiro disco: Craca, Dani Nega e O Dispositivo Tralha - lançado no final de 2016 e que vai além do encontro do eletrônico com o rap.

Tralha é uma rede de pesca lançada ou armada manualmente por um homem só. Quando é recolhida, invariavelmente arrasta consigo muito mais do que peixes e caranguejos. Traz amostras do substrato, conchas, pedras, restos de animais, algas e a sujeira deixada pela presença humana: tralha. Craca, alter-ego sci-fi trash do produtor musical Felipe Julián, incorpora essa figura de homem-crustáceo gaiato, sem nação, imigrante e desarraigado, recolhendo em sua tralha componentes étnicos do mundo todo para temperar seu ensopado audiovisual, cujo objetivo maior é fazer pessoas dançarem. Dani Nega, uma metralhadora poética potente, ao mesmo tempo que mestra de cerimônia de voz suave, precisa e irônica. Atriz, rapper e feminista, divide-se entre os palcos da dramaturgia e da música, além da batalha diária como mulher negra no Brasil.

O disco de estreia da dupla reúne o melhor do repertório do projeto de música e videomapping que Felipe Julián vêm apresentando desde 2013 e a poesia e novas músicas produzidas com Dani.

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