A “espiral do silêncio” e as demais técnicas de propaganda desenvolvidas a partir de estudos de Freud para manipular a coletividade: https://docs.google.com/document/d/1eqLnT3IwaJtM2ywqNVRJggUUMHr76QB_pimSsPSkaqU/pub http://bit.ly/espiral-silencio        https://www.scribd.com/document/356029966/Espiral-do-Silencio 

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  Esta pesquisa transdisciplinar demonstra como a opinião pública foi manipulada mediante a ênfase das características biopsicológicas, as quais foram antropologicamente selecionadas e desenvolvidas ao longo de milhares de gerações humanas pré-civilização.

  A espiral do silêncio:

 Observe como funciona a espiral do silêncio pelo atentado em Sutherland Springs, no Texas, no qual morreram 26 pessoas, com a versão da brasileira: escondem o herói Johnnie Langendorff.

 Desde 5/11/17, Globo, Folha, Veja e demais mídias escondem a verdade. Noticiam do episódio de forma a tendenciosa validando o Desarmamento. Omitem o fato de, se não fosse Johnnie Langendorff, um morador do local, o massacre seria ainda maior. Ele usou o seu fuzil para confrontar o terrorista, que portava arma similar. Somente o fato de haver cidadãos armados fez o terrorista interromper o massacre.

  A mídia globalista esconde a verdade porque comprova o desarmamento de civis só provocar mais vítimas. Os terroristas não seguem qualquer regra e vão ter armas, usar  caminhões ou vans, etc.

 O Brasil desarmado conquistou o recorde mundial de homicídios.

 Esconderem o herói Langendorf prova a falsidade da mídia brasileira; a narrativa desarmamentista, do falso-humanismo esquerdista, set uma mentira globalista em desrespeito ao direito de defesa dos pagadores de impostos.
Dolosamente,, os jornalistas do Brasil estão omitindo o nome do herói como prova a pesquisa no Google:
 Só encontramos notícias do exterior, e não do Brasil.
Filtrando por notícias, novamente nada:


No Brasil, poucos mencionam o herói do Texas, como o site República de Curitiba, ou Eric Balbinus, do site
O Reacionário, com a seguinte publicação sobre o herói do Texas:

Nessa versão, Langendorff teria apenas perseguido o bandido Kelley. O confronto teria sido iniciado por outro vizinho, também armado, o que não muda o ato heróico de Langendorff e só inclui outro herói na história.
O caso do massacre do Texas (e como ele terminou) é mais um exemplo de que devemos revogar o Estatuto do Desarmamento.

 A espiral do silêncio aparece como uma teoria da ciência política e da comunicação de massa proposta, em 1977, pela cientista alemã Elisabeth Noelle-Neuman.

 "A ideia central desta teoria situa-se na possibilidade de que os agentes sociais possam ser isolados de seus grupos de convívio caso expressem publicamente opiniões diferentes daquelas que o grupo considere como opiniões dominantes. Isso significa dizer que o isolamento das pessoas, de afastamento do convívio social, acaba sendo a mola mestra que aciona o mecanismo do fenômeno da opinião pública, já que os agentes sociais têm aguda percepção do clima de opinião. E é esta alternância cíclica e progressiva que Noelle-Neumann chamou de Espiral do Silêncio (LAGE, Nilson. Estrutura da notícia. 4 ed. São Paulo: Ática, 1998. p. 16, grifamos)

 Aristóteles salienta a sociabilidade ser uma propriedade essencial humana: necessitamos de vínculos sociais para nos satisfazer e, consequentemente, tememos o isolamento, acentuando a tendência atávica fomentada pela acultura da superficialidade e do medo:
- a tendência de seguir o bando é acentuada pela necessidade de conviver em grupo;
- o desejo de agradar a maioria, de estar "enturmado", de falar o que se acredita ser a ideia da maioria.

  Essas tendências passaram a ser ocultadas durante o processo de educação das novas gerações e foram usadas para destruir os valores mediante técnicas como as Janelas de Overton Saiba mais sobre elas no livro de Glenn Beck. https://drive.google.com/open?id=0B6QVNULEDAG8WHhPSVBfMGdocnM 

  Seguir o bando e sentir medo de destoar do grupo, são estratégias automáticas de sobrevivência incorporadas por milhões de anos de seleção natural extinguindo quem ousou ser diferente. Observe o exemplo dos patos https://www.facebook.com/ellisa.padilla/posts/1297297590389133 

   Oxitocina:

  Apelidada de "hormônio dos vínculos emocionais" ou "hormônio do abraço", a ocitocina ou oxitocina é essencial ao bem estar. Relaciona-se com o desenvolvimento de comportamentos e vícios desde a interação materna.

 A ligação social é essencial para a sobrevivência da espécie (humana e de alguns animais), porque favorece a reprodução, proteção contra predadores e mudanças ambientais, além de promover o desenvolvimento do cérebro.

 A exclusão do grupo produz transtornos físicos e mentais no indivíduo, e, eventualmente, leva à morte segundo estudo publicado em 2011 pelo ginecologista e obstetra indiano Navneet Magon. Ele considera a oxitocina em uma "posição de liderança" no "quarteto da felicidade" por ser o composto cerebral mais importante na construção da confiança, necessária para desenvolver relacionamentos emocionais.

 Construir relações de confiança dando "pequenos passos" e "negociando expectativas" para ambas as partes concretizarem o vínculo emocional é recomendado por Breuning, da Universidade da Califórnia.

  Essa é a característica humana mais usada na manipulação coletiva.

 Os controladores promovem o egocentrismo e o medo, dividem e jogam uns contra os outros, incentiva a criminalidade para isolar! Assim, a população tem níveis baixos de ocitocina e sente um temor atávico de destoar do que a mídia e os ativistas das redes sociais alardeiam ser a opinião do bando!

 Combata isso com redes sociais limpas ❤seja a paz que desejas no mundo:

https://vimeo.com/231714987 

 Um simples abraço pode elevar os níveis de oxitocina no corpo. Dar ou receber um presente é outra forma.

 "A felicidade é um bem que se multiplica ao ser dividido." (Marxwell Maltz)

  Saiba mais sobre os 4 hormônios da felicidade no capítulo 2.4.1. de “Da tua saúde cuide você!” em https://docs.google.com/document/d/1zFbv4sF832iw6GzV26LX9n6rRfoqz9o-1f1bOp0MmeM/pub   ou http://bit.ly/saude-cuidados

   Redes sociais limpas ❤️ seja a paz que desejas no mundo https://vimeo.com/231714987 

 Examine a virtuosa entrevista de Ayn Rand a Tom Snyder sobre o "ódio do bom, por ser bom" (trecho de 2 minuto) também constante da versão plena de 29 minutos, legendada, onde Ayn explica os princípios básicos de sua filosofia:

  Trecho de 2 minutos sobre o “ódio do bom, por ser bom…” https://youtu.be/gaA_nlho6Kw 

  Completa: a filosofia de Ayn Rand em 29 minutos https://youtu.be/wc9wNv0OVM0 

 

   Janelas de Overton:

  Durante décadas, a mídia empregou recursos de manipulação como as Janelas de Overton para nos fazer achar “normal” levar vantagem ainda que prejudicando alguém.

   Exemplo didático: a novela "Dancing Days", em 1978, em um trecho de apenas 2 minutos que você pode ver aqui https://vimeo.com/209271388 criou duas falsas crenças, contrabandeadas no meio do contexto, degradando os valores morais:

  1ª falsa crença: "todos são corruptos" então, por que você também não pode ser? A ideia de “levar  vantagem em tudo” havia iniciado logo depois da Copa do Mundo de 1970, aproveitando o carisma de ídolos da Seleção Tri-Campeã de Futebol como Gerson.

  2ª falsa crença: não vale a pena ser honesto porque "quem não é corrupto vive na miséria".
 A mentira foi embutida em uma crítica à vedação das importações. Naquela época, muitos dos produtos nacionais eram de qualidade inferior aos confeccionados no exterior e, contudo, era quase impossível trazer produtos de fora devido à quantidade de restrições e dos impostos de importação.

 Havia antipatia pela vedação: a maioria da população desejava ter acesso aos produtos importados, muito melhores.

  Assim, a estrutura da cena “criticando a proibição de importações” atraiu a simpatia e a ancorou nas falsas crenças, facilitando serem contrabandeadas. As falsas crenças ingressam no inconsciente disfarçadamente, “pela porta dos fundos”, e o telespectador nem percebe.

 Através desse processo, usando estruturas como essa, os controladores globalistas  impõe mudam os valores mediante  falsas crenças, destroçam a moral e esse estado emocional altera a maneira da população se comportar. Foi assim que eles dominaram o país impondo tudo o que  desejaram implantar!

  Através de “janelas” assim, foram sendo impregnadas falsas crenças como ser “normal” a corrupção e até “ser necessária” para evitar a miséria…

 Para entender perfeitamente, basta assistir ao trecho de apenas 2 minutos aqui: https://vimeo.com/209271388 

 

Janelas de Overton Dancing Days 1978 "todos são corruptos". Quem é honesto, vive e morre na miséria: https://vimeo.com/209271388 

 Compare, agora, à outra novela, Vale Tudo, dez anos depois, com a mesma Regina Duarte fazendo papel da pessoa certinha e que se dá mal na vida. O cotejo das novelas separadas por dez anos de desconstrução da moral mostram o poder de manipulação da mídia: a Janela de Overton foi movida para dentro da zona da patifaria, onde Vale Tudo, como frisa o título: https://vimeo.com/202417107 

  Brasil é pobre porque a Globo chinelizou a moral:

 Tiradentes foi enforcado porque se insurgiu contra a metade dos impostos que pagamos atualmente...!  Escravidão dissimulada em impostos caros, consumismo desenfreado, previdência e outros engodos:    Saiba mais aqui http://bit.ly/escravizacao      https://docs.google.com/document/d/1OUzLj7cTQs-GfpMWlbdyPyni9PRkKTtj3MV7VEFZEEY/pub   

  Durante o reinado de Dom Pedro II, o Brasil tornou-se a 4ª economia do planeta. Como ficamos tão pobres?

  Quando os militares assumiram, em 1964, em menos de 7 décadas o Brasil havia caído para o 47º lugar, resultado da expropriação intensa. Com 21 anos de governo, os Militares conseguiram alavancar o Brasil para a 8ª economia mundial. Nos anos seguintes, a corja que tomou conta das instituições afundou novamente o país:

  FHC, apesar de ter se originado da categoria dos professores universitários, em uma desdita infinita desestruturou o ensino federal começando o processo de idiotização e desmanche completado pelo governo petista. Os professores e a cultura ficaram tão aviltados que, em 2013, o Brasil atingiu o penúltimo lugar no ranking internacional de educação pesquisado pela EIU Economist Intelligence Unit http://www.folhapolitica.org/2013/09/brasil-e-penultimo-lugar-em-ranking.html

  Qual é a diferença entre as nações pobres e as ricas? Não é a idade como demonstram a Índia e o Egito, países pobres com mais de 2000 anos comparados ao Canadá, Austrália e Nova Zelândia, há 150 anos insignificantes, hoje são países desenvolvidos e ricos.
A diferença entre a nação pobre e rica também não depende dos recursos naturais disponíveis. Japão tem um território limitado, 80% montanhoso, inadequado para a agricultura ou agropecuária, e é a segunda economia do mundo. O país é como uma imensa fábrica flutuante: importa matéria-prima de todo o mundo e exporta produtos manufaturados. Outro exemplo é a Suíça, onde não cresce cacau e produz os melhores chocolates do mundo. Em seu pequeno território, cuida de vacas e cultiva a terra apenas por quatro meses ao ano e  fabrica os melhores produtos de leite. Um pequeno país seguro e com o sistema bancário mais forte do mundo porque toda população possui armamentos!
Executivos de países ricos interagem com seus os dos países pobres e não mostram nenhuma diferença intelectual significativa.
Os fatores raciais ou de cor, também, não têm importância: imigrantes notoriamente preguiçosos em seus países de origem, são altamente produtivos em países ricos da Europa.
 Então, qual é a diferença?

 A diferença é a atitude das pessoas, moldadas durante muitos anos pela educação e cultura.
Quando analisamos o comportamento das pessoas dos países ricos e desenvolvidos, observa-se que uma maioria respeita os seguintes princípios de vida:

1. Ética, como princípio básico.
2. Integridade.
3. Responsabilidade.
4. O respeito pela legislação e regulamentação.
5. O respeito da maioria dos cidadãos pelo direito.
6. O amor ao trabalho.
7. O esforço para poupar e investir.
8. A vontade de ser produtivo.
9. A pontualidade.

 Nos países pobres, apenas uma pequena minoria segue esses princípios básicos na vida diária. Não somos pobres porque nos falta recursos naturais ou porque a natureza foi cruel conosco.
Somos pobres porque nos falta atitude. Falta-nos vontade de seguir e ensinar esses princípios de funcionamento das sociedades ricas e desenvolvidas.
 ESTAMOS neste estado, sendo explorados, porque QUEREMOS LEVAR VANTAGEM sobre TUDO e todos.
 ESTAMOS NESTE ESTADO PORQUE VEMOS ALGO FEITO DE FORMA ERRADA E DIZEMOS - "Não é meu problema" quando DEVERÍAMOS AGIR!
 Para sermos CAPAZES de MUDAR NOSSO entorno precisamos ser o exemplo que queremos no mundo...
 Veja este vídeo:  https://vimeo.com/235385581/ 

  A MÍDIA e os “formadores de opinião” patrocinados pelos Controladores globalistas induzem o medo e a vergonha de divergir daquilo que eles propalam como sendo a “opinião comum”.

  O indivíduo omite a sua opinião quando conflita com o que acredita ser a opinião dominante devido ao medo do isolamento.

  Ao acreditar pertencer à minoria, prefere resguardar-se no silêncio para evitar  a vergonha.

   Esse comportamento gera uma tendência progressiva ao silêncio em espiral pois, ao não expor a sua ideia, o indivíduo automaticamente, de fato, compactua com a pretensa maioria. Outras pessoas com a mesma opinião divergente da pretensa maioria também não a verbalizam porque o silêncio dos divergentes os torna, na prática, coniventes com a falsidade.

  Quanto menor o grupo assumindo abertamente a opinião divergente, maior o ônus social em expressá-la.

  A manipulação é confessada, desde 1928, quando o pai da propaganda moderna, Edward L. BERNAYS, escreveu “Propaganda”, publicada novamente em 2005 em Nova Iorque pela Ig Publishing. Acesse o livro aqui: https://drive.google.com/file/d/0B6QVNULEDAG8NlRRS1gxZTNDZ3c/view?usp=sharing  

  Mediante técnicas assim, estabeleceu-se a “luta de classes” levando os menos favorecidos a não perceber o verdadeiro inimigo:

- RT: "El comienzo del fin para los medios 'mainstream'": Un activista filtra 120 horas de audio de la CNN

- CNN Media: Conservative provocateur targets CNN with secret recordings

 No Brasil atual, o sistema de direito sofre os efeitos de uma intensa crise decorrente das falsas crenças promovendo a inversão de valores entre os operadores jurisdicionais. Não há efetividade do sistema porque as lesões de direito não são reparadas e os injustos se beneficiam. A paz social é corrompida e incentivada a desobediência civil e o abuso de direito beneficiando os que não se preocupam em ter comportamento decente. Saiba mais aqui http://bit.ly/mazelas                    http://www.padilla.adv.br/processo/morosidade 

     Os 3 pilares da sociedade:

   Entenda como fomos envolvidos nesse holograma através da acultura da superficialidade e do medo e de técnicas de propaganda desenvolvidas a partir de estudos de Freud http://bit.ly/espiral-silencio para promoverem a idiotização e facilitar a escravização humana!

   O egocentrismo promovido pela acultura da superficialidade está na raiz de todos os problemas da sociedade, desde a violência até o desmanche da educação e dos serviços de saúde:  http://bit.ly/aculturadasuperficialidade

   Deperte da escravização humana dissimulada http://bit.ly/escravizacao 

   Descubra como escaparemos dessa prisão sem correntes  http://bit.ly/1mundomelhor  vencendo a 5GW http://bit.ly/5-guerra 

  A sociedade contemporânea depende do equilíbrio na interseção de três Sistemas os quais sustentam a paz social, sem a qual, não há progresso. Contudo, tudo vem sendo escondido de nós.

 Compreenda a acultura da superficialidade e do medo, criada para escravizar a humanidade, a partir de uma coletânea de vídeos: https://vimeo.com/album/3144893/

  São pilares dos quais depende a manutenção da sociedade:

  1. O sistema de direito, o qual foi tornado ineficaz por falsas crenças e alteração de valores http://bit.ly/mazelas

 Compreenda melhor o Sistema Jurídico na perspectiva antropológico e humanista transdisciplinar da TgpT aqui: http://bit.ly/tgp-t       https://t.co/3cxdCLbFR7 

  2. O sistema desportivo. Entenda o papel e a importância do esporte e do direito na sociedade aqui: http://bit.ly/4plano 

  3. O sistema de crenças e valores. As crenças falsas são disseminadas mediante HEM, a hipnose em massa, subvertendo os valores. Saiba mais aqui http://bit.ly/hipnose-massa https://t.co/1cg9ZLeFbT 

 BBC mostra como a mídia manipula:

   Assista os 4 esclarecedores documentários da BBC mostrando como a mídia manipula. (inglês original com legendas em português).

  BBC parte 1º: The Century of The Self (2002). Londres: BBC. https://vimeo.com/79771087 

 Adam Curtis, documentarista da BBC, conta como as idéias do pai da psicanálise, Sigmund Freud, foram aplicadas pelo seus sobrinho Edward Bernays e bisneto Matthew Freud auxiliando as corporações a manipular os desejos inconscientes coletivamente criando uma escravização virtual disfarçada em uma sociedade de consumo.

  Nos 240 minutos de entrevistas e explicações, o documentário mostra aspectos como: o surgimento da psicanálise e a mudança de visão do ser humano; a adaptação da psicologia freudiana e a criação da profissão de Relações Públicas pelo seu sobrinho Edward Bernays para disfarçar tratar-se de "propaganda", a mesma atividade desencadeadora do holocausto nazista a qual, desde então, vem acobertando as tragédias (muito piores) dos comunistas que já assassinaram milhares de vezes mais pessoas do que Hitler.

 A dissociação dos bens de consumo da sua função e sua associação com as aspirações inconscientes das pessoas. Exemplos: o cigarro foi associado a libertação das mulheres; o carro, com a virilidade masculina.

 A influência de Anna Freud, filha do Freud, na divulgação da psicanálise nos EUA;

 A utilização da psicologia para adaptação das pessoas aos padrões sociais estabelecidos e torná-las cidadãos e consumidores passivos.

 A experiências da CIA tentando mudar a memória das pessoas e alterar a sua personalidade.

 O esgotamento da estratégia de conformização e manifestações de individualismo e expressividade.

 A política e o marketing utilizando as idéias de Wilhelm Reich para se adaptarem a essa necessidade de expressão individual.

 A apropriação da Hierarquia das Necessidades, a pirâmide de Abraham Maslow, para categorizar e atender os desejos das pessoas "auto-guiadas".

  Entrevista o psicanalista e filósofo Herbert Marcuse;

 A sociedade consumista vive em uma ditadura dissimulada baseada na manipulação dos desejos inconscientes.

 

 BBC parte 2ª: A Engenharia do Consentimento "The Engineering of Consent" https://vimeo.com/80066299 

   Prosseguindo os documentários da BBC sobre como aqueles no poder usaram as teorias freudianas para controlar multidões perigosas numa era da democracia de massas, o segundo episódio mostra como a filha de Freud, Anna Freud, divulgou a psicanálise nos EUA e no mundo.

  BBC parte 3ª: Há um policial dentro de nossas cabeças. Ele deve ser destruído https://vimeo.com/81595447 

   Na década de 1960, um grupo radical de psicoterapeutas desafiou a influência das ideias freudianas na América, inspirados pelas idéias de Wilhelm Reich, discípulo de Freud, o qual se voltou contra o mestre sendo odiado pela família Freud. Reich propunha o eu interior não ser reprimido e nem controlado e, sim, encorajado a se expressar. Nasceu um movimento político procurando criar novos seres, livres da conformidade psicológica imposta-implantada por parte das empresas e da política.

  A terceira parte dos documentários da BBC mostra como isso se desenvolveu rapidamente nos Estados Unidos através de movimentos de auto-ajuda como o Seminário Werber Erhard de Treinamento - até a irresistível ascensão da auto-expressiva: Geração do eu.

  Contudo, os controladores logo perceberam esse novo eu não ser uma ameaça e, sim, uma oportunidade ainda maior. Passaram a incentivar as pessoas a sentirem-se indivíduos únicos e, em seguida, vender-lhes maneiras de expressar  essas suas individualidades.

   BBC parte 4ª: Oito pessoas bebendo vinho em Kettering https://vimeo.com/80492113

  A quarta parte dos documentários da BBC mostra a ascensão do ego, um dos pilares da acultura da superficialidade, através das técnicas desenvolvidas pelos psicanalistas freudianos para “ler” os desejos interiores do novo eu e “vender” a individualidade.

  Departamentos especializados em esconder a verdade e assassinar reputações de quem promove  a conscientização:

   Algumas das megacorporações possuem até departamentos especializados em esconder a verdade e assassinar as reputações de quem lhes incomoda promovendo a conscientização e defendendo a verdade.

  Exemplo da Monsanto esconder a verdade:

- Natural News: Monsanto scientist admitted colluding with “science” journals to suppress research revealing dangers of glyphosate, GMOs

- Baumhedlundlaw: PROVIDE ONGOING TECHNICAL LEADERSHIP SUPPORTING GLOBAL REREGISTRATIONS AND TOXICOLOGY EVALUATIONS OF GLYPHOSATE

- GM Watch: Uncovered: Monsanto campaign to get Séralini study retracted

- Courthouse News Service: Roundup Lawsuits Raise Doubts About EPA’s Integrity

ALERTA DE CENSURA: Mozilla Firefox Planeja Eliminar Toda a Mídia Independente

  Mozila adere à censura da espiral do silêncio?

 O navegador da Internet Mozilla Firefox anunciou planejar juntar-se à luta contra o que considera ser "notícia falsa", anunciando "investir em pessoas, programas e projetos" em um esforço contra "a desinformação online".

  A primeira pergunta de todo amante da liberdade: como o Mozilla define as "notícias falsas?" Falam da supressão de sites radicais, como de supremacistas brancos? Ou estão falando de notícias dos conservadores e conscientizadores?

  Porque "notícia falsa" é o termo com o qual os esquerdistas rotulam as notícias escritas por conservadores. 

 Fontes: - Natural News: CENSORSHIP ALERT: Mozilla planning “kill shot” for entire independent media by blocking all non-approved news in the FireFox browser

- Activist Post: Mozilla Joins George Soros’s Efforts In Launching A Strike Against “Fake News”

- Fire: For the Fourth: Ben Franklin on Freedom of Speech—50 Years Before the Constitution

- Brave: A browser with your interests at heart.

  Como a mídia cria falsas crenças e inverte valores:

  Quando foi criado o programa Fantástico, a Rede Globo preparou um quadro piloto e, contudo, desistiu de o veicular. É fácil entender o porque: mostra ao público como fazem a manipulação pela televisão; expõe como invertem valores e induzem crenças!

  Entre cenas hilárias de Paulo Maluf dando dicas aos políticos de como fingir, até a Mulata Globeleza e Carla Perez fluentemente "ensinando" ciências - lendo no teleprompter - o vídeo demonstra como é fácil manipular a opinião de quem assiste usando uma mídia que atinge milhões, assassinando reputações e forjando falsas lideranças. Guardaram a gravação para, eventualmente, usar alguma cena. Nunca foi ao ar... Confira o quadro piloto do programa Fantástico o qual nunca foi ao ar aqui: https://vimeo.com/10810123 

 Esse vídeo remete a um conjunto demonstrando a manipulação da mídia o qual inicia em https://vimeo.com/pad/difamando  prossegue em Rede Globo manipulando: https://vimeo.com/10911267   e https://vimeo.com/38954378 produzindo - com o mesmo contexto, resultado exatamente oposto à https://vimeo.com/10913665  todos na mesma época.

  Nos links a seguir, demonstrações de manipulação em modernos portais de informação independente seguidos da confissão do Washington Post, um dos mais conceituados veículos da mídia norte americana:

 Experts reveal the tricks mainstream media uses to brainwash and control the masses: http://naturalnews.com/2017-01-05-experts-reveal-the-tricks-mainstream-media-uses-to-brainwash-and-control-us.html 

 Experts reveal techniques used by the media to brainwash & control us: http://www.wakingtimes.com/2016/12/14/experts-reveal-techniques-used-media-brainwash-control-us/ 

  Washington Post almost admits its fake news story about ‘Fake News’ was… Fake: http://freedom.news/2016-12-08-washington-post-almost-admits-its-fake-news-story-about-fake-news-was-fake.html  

  Confira também: http://www.padilla.adv.br/processo/pensamento/superficial/ 

     E o hilário  http://bit.ly/FabioPorchat 

  Observe a imagem: Cachorro, gato ou coelho?

  Use zoom e aproxime apreciando a beleza só perceptível quando resistimos à tendência de superficialidade 👆🏻
Confira mais imagens e vídeos ilustrando o quanto as distorções da percepção são usadas para nos enganar em
http://padilla-luiz.blogspot.com.br/2015/09/idolatria-no-futebol.html?m=1 

 Como e por que criam falsos líderes e assassinam as reputações das pessoas decentes? Descubra nesta análise de programações da Rede Globo que mudaram a história do Brasil! http://padilla-luiz.blogspot.com.br/2006/05/idolatria-midia-manipula-cria-falsos.html 

 Assista também a História Secreta da Rede Globo revelando os bastidores do jogo de interesses: https://vimeo.com/116805749 

  Ainda sobre assassinato de reputação, confira a inversão de valores no caso da apologista do crime maria do calvário posar e vítima e o deputado Messias, por lutar para punir o estuprador, ser punido! Chega de apologia ao crime e do falso-humanismo! https://instagram.com/p/BX7KTPylCKN
   .:.

  Acultura da superficialidade e medo criada para escravizar a humanidade.

 A acultura da superficialidade e do medo e técnicas de propaganda desenvolvidas a partir de estudos de Freud promovem a idiotização facilitando a escravização humana. São a raiz de todos os problemas da sociedade, desde a violência até o desmanche da educação e dos serviços de saúde como se demonstra aqui: http://bit.ly/aculturadasuperficialidade  

 Entenda o que acontece no mundo a partir desse seleção de 22 vídeos: https://vimeo.com/album/3144893   

  Podemos escapar dessa prisão sem correntes? Sim, descubra como aqui http://bit.ly/1mundomelhor 

 Desperte da escravização humana dissimulada http://bit.ly/escravizacao  

   Facebook escancara espiral do silêncio.

 O Facebook acoberta a verdade, e desde 2016, limita a 1% de seus seguidores/amigos quem recebe notificações de tuas postagens. Para não percebermos, criou mecanismos de distração, como oferecer, a todo instante, para publicarmos memórias emocionantes.

  Agora, foi criada uma política de censura ostensiva. O Facebook vai deletar sem aviso prévio, as postagens contrárias aos interesses dos controladores globalista, sob desculpa de serem ofensivas ou terem “discurso de ódio” (hate speech) que pode ser “...qualquer coisa que ataque” o que eles consideram “características protegidas” como raça, etnicidade, origem nacional, afiliação religiosa, orientação sexual, sexo, gênero, identidade de gênero, debilidades ou doenças. Ou seja: qualquer coisa!

 O facebook contratou mais 3.000 pessoas somando-se aos 4.500, num total de 7,5 mil censores, para fiscalizar e deletar as postagens que violem critérios do “Free Speech Debate” e o “Dangerous Speech Project”, financiados pelas MacArthur Fundation, que investiu dezenas de milhões de dólares no Brasil só para promover o aborto, e Open Society Foundation, de George Soros. Ambas, estão por trás de todas as mazelas.  Os metacapitalistas financiam a esquerda e o falso humanismo para promover a idiotização e facilitar a manipulação da população! https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=10155580890838395&id=660493394 

 O Facebook http://www.anovaordemmundial.com/2017/08/censura-facebook-empurra-noticias-falsas-de-esquerda-sinalizando-noticias-reais-como-falsas.html já havia mudado as suas regras em 2016 criando barreiras e ampliando a "espiral do silêncio".
 Somente 1% dos contatos e seguidores recebem notificação da postagem na página ou mural.
 Portanto, a partir de 2016, nada viraliza quando postamos!
 É preciso 100 pessoas compartilhando para atingirmos o mesmo público de antes. Como não podemos ter nem 5 mil amigos, no máximo 50 pessoas receberão notificação da postagem. Como apenas uma pequena parte irá compartilhar, nossa postagem vai ser vista por um conjunto bem limitado.

 Então, você cria uma página para poder ter quantidade ilimitada de seguidores. Ledo engano: você vai poder convidar menos de 400 de seus amigos, mesmo que você tenha 5000 amigos. Como parte deles não verá o convite, você vai arrancar a página com algumas dezenas de seguidores.

 Ai você posta o link em seu mural marcando os amigos que não pode convidar e o sistema limita a marcação a 50.

 Você faz de novo, com outros 50 e, na terceira o quarta vez que fizer o sistema do facebook o bloqueia automaticamente alegando que você está abusando do recurso de marcação e que ficará bloqueado por um tempo variado. A primeira vez, é por um dia; na segunda, aumenta, chegam a bloquear semanas até que, persistindo a marcar, você pode ser impedido de o fazer ou até excluído do facebook!

 Se compartilhar o link pelo messenger, automaticamente, um mecanismo similar vai bloquear você após menos de duzentas mensagens…

 Assim, você fica bloqueado antes de atingir 500 pessoas.

  Por isso, a campanha eleitoral do Professor Padilla - http://bit.ly/Prof_PADilla - como vereador teve um resultado muito aquém do esperado em Porto Alegre. Quando, em 2015, aceitou o desafio e, pela primeira vez se dispôs a concorrer aos 58 anos de idade, a campanha se baseou em divulgar as realizações e propostas pela internet, sobretudo pelo facebook, contando com a elevada probabilidade da maioria das pessoas que o conheceram durante décadas de atividade confiarem o seu voto. Contudo, mais de 95% dessas pessoas sequer soube que ele era candidato!
No dia da eleição, às 17:30 h., após encerrada a votação, ao caminhar em direção à Padre Chagas, o candidato encontrou-se com Patrícia Lengler Brinkhus com quem não falava há alguns anos e ela ficou surpresa em ver o material de campanha e saber da candidatura.
Minutos depois, encontrou o advogado e professor Pedro Krebs, ex-colega da PGE onde sofreram assédio moral dos globalistas e do Foro de São Paulo. Aconteceu a mesma coisa. Embora sejam amigos no facebook, não sabiam da candidatura porque, em 45 dias de campanha, apenas um pequeno percentual foi atingido.

   O facebook oferece a possibilidade de se pagar para uma postagem sair dessa espiral de silêncio. Contudo, a Lei Eleitoral brasileira de 2016 vedou ao candidato pagar pela divulgação na internet. O motivo parece simples: impedir o desenvolvimento de lideranças autênticas. Somente quem tem dinheiro para pagar o ativismo consegue superar o bloqueio!

  Google promove a espiral do silêncio:

 O Google nada tem de inocente. Atualmente, promove uma experiência de depopulação, sabia? Preparam 20 milhões de mosquitos infectados com bactérias destruidoras da fertilidade conforme registram estas páginas:

- Natural News: Google’s sister company releasing 20 million mosquitoes infected with fertility-destroying bacteria… DEPOPULATION experiment?

- Daily Mail: 'Debug' project from Google sister company to release 20 million mosquitoes infected with bacteria to stop wild bugs reproducing in Fresno experiment

- Verily: Debug Fresno, our first U.S. field study

- MIT Technology Review: Verily Robot Will Raise 20 Million Sterile Mosquitoes for Release in California

- The Daily Coin: What Could Possibly Go Wrong When Google Releases Millions of “Lab-Made” Mosquitos in Fresno?

  Para uma versão compilada em Português:

 http://www.anovaordemmundial.com/2017/07/experiencia-de-depopulacao-empresa-lancou-20-milhoes-de-mosquitos-infectados-com-bacterias-destruidoras-da-fertilidade.html#ixzz4oB6GfwPm

 

    Google está banindo cientistas!  Na tarde de 19 de agosto de 2017, o professor de estatística Salil Mehta de East Coast Time, descobriu ter sido banido pelo Google. Conforme relatado pelo site Zero Hedge, todas as suas contas vinculadas ao Google apagadas e tornadas inacessíveis, desde o seu e-mail até seu blog a todas as páginas da universidade hospedadas no Google. O professor adjunto da Universidade de Columbia foi eliminado sem nenhum motivo e nem aviso. Todas as suas tentativas repetidas para restaurar essas contas foram rejeitadas e alegando ter violavado os Termos de Serviço da empresa. Contudo, quase todos os seus atos relacionados ao Google foram dedicados a promover a teoria das matemáticas e sem "agenda política ou social". Em momento algum ele defendeu ou denigriu um certo ponto de vista.

"Eu ensino probabilidade de matemática e somente isso", afirmou em sua carta aberta. "[Eu] trabalhei com o governo de Obama e aconselhei as estatísticas de votação para a campanha Trump, sou professor adjunto em três universidades superiores, um editor de publicação científica por pares da American Statistical Association e escrevi um livro best-seller de estatísticas - todos os procedimentos dos quais foram obras de caridade!"

Fontes: http://www.anovaordemmundial.com/2017/08/censura-google-esta-proibindo-cientistas-e-estatisticos-a-medida-que-a-guerra-sobre-a-verdade-aumenta.html 

- News Target: Google now banning SCIENTISTS and statisticians as the search engine’s war on truth ramps up

- Zero Hedge: One Statistics Professor Was Just Banned By Google: Here Is His Story

- One News Page: Google Folds, Restores Accounts Of Banned Statistics Professor

  No artigo "O Google é um monopólio e ele está esmagando a internet", http://theweek.com/articles/693488/google-monopoly--crushing-internet descobre-se como destrói os pequenos editores, rouba conteúdo, nega-lhes as receitas, e os colocando fora do negócio:

   Exemplo de abuso de plataforma monopolista. Adrianne Jeffries - a história sobre o site CelebrityNetWorth.com - uma pequena empresa iniciada por um homem chamado Brian Warner. Ele descobriu, em 2008, não haver boas informações sobre o quanto Larry David tinha de fortuna. Depois de pesquisar, descobriu uma tremenda demanda por informações sobre a fortuna das celebridades e começou um pequeno negócio de mídia, eventualmente contratando uma equipe de 12 funcionários para realizar investigações detalhadas, às vezes até contatando as próprias celebridades.

 Em seguida, o Google veio com uma ideia para "Featured Snippets",  o qual coloca respostas às consultas de pesquisa no topo da página de pesquisa. Em vez de ter que clicar para encontrar a resposta a uma pergunta, ele simplesmente irá dizer-lhe um resumo dos principais resultados da pesquisa.

 Antes de lançá-lo, o Google perguntou à Warner se eles poderiam raspar seus dados e creditá-lo. Warner recusou, mas o Google fez isso de qualquer maneira. O algoritmo que eles usam para os snippets é notoriamente propenso a erros - e pior, o CelebrityNetWorth muitas vezes não conseguiu receber os créditos. Muitos erros rasparam outros sites que eles próprios tinham agregado ao CelebrityNetWorth.com. O resultado geral foi devastador:

 Em fevereiro de 2016, o Google começou a exibir um Featured Snippet para cada uma das 25 mil celebridades no banco de dados do site CelebrityNetWorth, disse Warner. Ele sabia disso porque ele adicionou algumas listas falsas para amigos que não eram celebridades para ver se eles apareceriam como respostas em destaque, e eles apareceram. "Nosso tráfego imediatamente desmoronou", disse Warner. "Comparando janeiro de 2016 (um mês cheio onde ainda não tinham coletado nosso índice) a janeiro 2017, nosso tráfego está abaixo dos 65 por cento." disse Warner que teve que despedir a metade de sua equipe de funcionários.

 O Google deliberadamente destrói os negócios, em outras palavras, enquanto rouba seu conteúdo para consolidar ainda mais poder e lucro para si mesmo. É assim que os monopólios operam, é claro: Consolidando poder e influência, enquanto destrói qualquer um que possa ameaçar sua posição de dominação.

  Na atualização de diretrizes de agosto de 2017, o Google e o Youtube decidiram sufocar o que os globalistas chamam de “teorias da conspiração”:

   http://www.anovaordemmundial.com/2017/08/google-e-youtube-miram-teorias-da-conspiracao-em-nova-atualizacao-de-controle-de-qualidade.html 

  Urgente: reduza o monopólio do Google para salvar a nossa República

 O monopólio do Google precisa ser quebrado para o bem dos consumidores, da concorrência e da liberdade de informação. Se permitimos que o Google continue a monopolizar a pesquisa, os vídeos, as receitas publicitárias e até mesmo a robótica avançada, logo vamos acordar em um mundo onde o Google estará derrubando governos e nações, administrando o mundo como uma corporação monopolista e fascista.

 Como eu descrevo neste artigo sobre o maléfico Google:

 Se não pararmos o Google, é apenas uma questão de tempo até que a divisão de robôs do Google atinja capacidades físicas suficientes e proezas de inteligência artificial (IA) para serem liberados como robôs assassinos ao estilo Exterminador, para alvejar seres humanos no campo de batalha (ou mesmo para alvejar inimigos políticos). Não é tão longe como você pode imaginar. Antes que você perceba, o Google vai construir exércitos de robôs soldados em massa, e o Google vai se tornar um poder militar por si só. O que o Google fará com todo esse poder?

 Leia também: Pesquisadores e Especialistas em Robótica Assinam Carta Aberta Pedindo a Proibição da Inteligência Artificial

 Como o próprio Google já demonstrou, ele exercerá o poder de silenciar seus inimigos, suprimir a verdade, escravizar a humanidade e dominar tudo à vista. Não é difícil ver como, outros 25 anos de tal mal descontrolado, o Google poderia derrubar nações inteiras e suplantar os governos que conhecemos hoje com sua própria ditadura corporativa totalitária. Para imaginar como o Google pode operar em um futuro onde ele controla os robôs humanoides mais perigosos armados, basta perguntar-se como o Google opera hoje. O Google respeita a humanidade ou tenta escravizá-la? O Google tolera a concorrência e a crítica, ou tenta silenciar aqueles que falam contra ele? O Google protege a privacidade de seus usuários ou a vende com acesso de porta traseira à NSA, a qual viola a privacidade da Quarta Emenda a cada segundo todos os dias?

 Leia também: O Google Espia sua Vida Privada

 A resposta é muito clara: o Google tornou-se a corporação mais maléfica do mundo - e perigosa. Tornou-se um perigo para a liberdade humana, o conhecimento humano e até a vida humana. Se não pararmos a marcha do Google em direção ao domínio totalitário, o futuro de nosso mundo parecerá uma sociedade distópica de seres humanos escravizados, todos ignorantes e desinformados sobre a realidade (graças à supressão da verdade por parte do Google).

 Nenhuma crítica à "realidade aceita e verificada pelos fatos" será permitida no YouTube, no Google ou em grande parte da Internet, já que qualquer pessoa que ouse contradizer as narrativas totalitárias de esquerda será, imediatamente, removida das receitas publicitárias, visibilidade dos mecanismos de busca e credibilidade pública.

 O Google - que provavelmente deveria ser renomeado como "OBEDEÇA" - terá alcançado seu objetivo final de silenciar toda a dissidência, controlar todo o conhecimento e derrubar todos os governos que se oponham. Neste futuro, o Google irá executar todas as eleições, e todos os vencedores de tais eleições serão pouco mais do que fantoches do Google, aprovando seus esquemas legislativos que continuam a conceder ainda mais poder a tudo do Google.

 A liberdade vai morrer.

 A dissidência se extinguirá.

A razão será rotulada como "discurso de ódio".

A conformidade será obrigatória.

E um dia, metade da população humana será declarada "obsoleta" e não mais necessária para os globalistas porque os robôs avançados do Google vão substituir o trabalho humano. Nesse ponto, os fornos de despovoamento serão executados 24 horas por dia, todos movidos por algoritmos de IA do Google, é claro, que irão calcular o gasto mais eficiente de energia para eliminar uma vida humana.

Este é o futuro para a humanidade se o Google não for detido.

Saiba mais:

  A Verdade por trás da censura do Google e Facebook

 CENSURA: Google Remove 140.000 Páginas do Natural News sobre Vacinas, Corrupção Farmacológica, Ciência Fraudulenta e Mais

Fontes:

- Natural News: PURE EVIL: How Google steals content, crushes small publishers and monopolizes the internet for profit

- Natural News: Did Google just surpass Monsanto as the world’s most EVIL corporation?

- The Week: Google is a monopoly — and it's crushing the internet

- The Outline: How Google eats a business whole

Capítulo editado de:

http://www.anovaordemmundial.com/2017/04/como-o-google-rouba-conteudo-esmaga-pequenos-editores-e-monopoliza-a-internet-para-obter-lucros.html

  Noam Chomsky e as “estratégias” da manipulação:

 Reproduz-se, abaixo, um texto com 10 estratégias de manipulação midiática atribuídas a Noam Chomsky em muito sítios de internet. Contudo, como lembra o editor Mtnos Calil, Chomsky concordaria, se não na íntegra, com grande parte do texto o qual reflete o pensamento dele. Entretanto, isso não foi escrito por ele.

 Um dos projetos do IMLB tem como tema a manipulação dos eleitores e consumidores produzida através do marketing e da propaganda. A manipulação é algo tão rotineiro que eu acredito que muitas vezes os próprios publicitários não se dão conta das técnicas de manipulação da psicologia do consumidor que estão usando. Alguns acham que é "normal" explorar as emoções dos consumidores para vender produtos.  De fato, a grande maioria dos anúncios apela para emoções que não têm nada a ver com os produtos. Uma das técnicas de manipulação bastante utilizada em nossos dias é a "infantilização dos adultos" através de recursos utilizados na comunicação com crianças como os desenhos animados. Até psicólogos propõem que os adultos voltem a ser crianças, ou que "despertem a criança adormecida...". Mtnos Calil

 

  A manipulação vai muito além do marketing e da propaganda. Muitas pessoas não dão importância ao fato de estarem sendo manipuladas e, outras, aceitam a manipulação, sobretudo quando estimula as suas fantasias.

 O humano tem uma predisposição para seguir o bando, e, assim, ser manipulado e enganado – pelos outros e por si mesmo, como revela a prática tão disseminada do auto-engano.

   Segue o texto atribuído a Chomsky:

       10 Estratégias de Manipulação Midiática atribuídas a Chomsky:

  1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto 'Armas silenciosas para guerras tranqüilas')”.

  2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.

Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

  3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.

Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez. Na propaganda, essa técnica denomina-se Janelas de Overton. Na rede de conscientização, a um livro sobre esse tema.

  4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.

Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

  5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.

A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.

  6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.

Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…

  7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossível para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.

  8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.

Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…

  9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.

Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!

  10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.

 Nos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência geram crescente brecha entre os conhecimentos do público em geral e o dos controladores globalistas e de sua entourage. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” desfruta de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema consegue conhecer melhor o indivíduo comum do que ele conhece a si mesmo. Na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do eles sobre si mesmos.

    Na verdade, todas essas dez estratégias se inserem em um contexto maior, são como parte da Espiral do Silêncio e da HEM, a Hipnose em Massa.

 

As dez formas de apresentar um quadro falso da realidade por Jon Rappoport

   Sobre os meios de comunicação dos EUA, Jon Rappoport, apresenta conclusões aplicáveis à mídia brasileira:

 1 - Mentir diretamente sobre os fatos em questão. (Isto, às vezes, inclui duplicar as mentiras já contadas, ou dizer uma mentira maior depois da primeira).

 2 - Ignorar deliberadamente a informação vital.

 3 - Objetivo limitado. (Isto significa uma admissão de um crime ou de um erro, o que somente revela parcialmente toda a verdade. A ideia é que ao admitir uma parte do que realmente ocorreu e enterrar as revelações maiores, as pessoas ficarão satisfeitas e aceitarão as explicações e, assim, a história real em seu conjunto, nunca voltará a ser coberta novamente.)

 4 - Encerrar a verdade depois de publicá-la. Isto inclui não seguir ou não investigar uma história mais profundamente, de forma deliberada, apesar de torná-la pública.

 5 - Não conectar os dados cruciais ou importantes expostos entre si, deixando-os isolados.

 6 - Censurar a verdade, onde quer que ela seja encontrada (ou chamá-la de "notícia falsa").

 7 - Usar "especialistas" tendenciosos para apresentar "fatos" distorcidos, manipulados ou falsos.

 8 - Repetir uma história falsa muitas vezes: isto inclui gerar o efeito de câmara de eco, no qual um número de mídias relacionadas que dedicam-se a "dividir" a história falsa entre elas para gerar a ideia de que todas as mídias informam sobre "suposta verdade", reforçando assim a manipulação.

 9 - Afirmar que existe um consenso razoável e verdadeiro sobre um assunto, quando na realidade, tal consenso não existe e há muitos dissidentes importantes, que são excluídos de oferecer sua análise e deliberadamente ignorados.

 10 - Empregar um conjunto de efeitos (reputação dos meios de comunicação, prestígio do apresentador, habilidades de atuação, linguagem mecânica seca, iluminação de estúdio, sobreposição de transmissões eletrônicas, etc) para criar uma impressão de autoridade elevada que está além de qualquer opção de desafio.

  Todas estas são formas e métodos tradicionais de manipulação midiática.

 

A seguir, vamos expor um exemplo de uma grande história de usou as dez formas de notícias falsas anteriormente expostas: a pandemia de gripe suína de 2009 http://www.anovaordemmundial.com/search/label/gripe%20suina 

 Na primavera de 2009, a Organização Mundial da Saúde (OMS), - uma autoridade alta, cujos pronunciamentos estão além de qualquer desafio - anunciou que a gripe suína era uma pandemia nível 6, sua categoria mais alta de "perigo".

 Na verdade, havia somente 20 casos confirmados nessa época (mentira direta sobre o nível de "perigo").

 Então, a OMS, silenciosamente, mudou a definição de "nível 6" de modo que a morte e o dano generalizado (próprios da definição de "nível 6" até a época), agora já não eram necessários para definir o nível de perigo como "nível 6" (outro aspecto da mentira direta).

 Leia também: Notícias reais sobre a gripe H1N1, a vacina e a toda corrupção envolvida na pandemia http://www.anovaordemmundial.com/2010/06/noticias-reais-sobre-gripe-h1n1-vacina.html 

 A história foi, supostamente, reconhecida pelos principais meios de comunicação de todo o mundo (efeito de câmara de eco, consenso falso, pontos nunca conectados sobre as mentiras da OMS) e, de forma muito rápida, o número de casos de gripe suína elevou-se para vários milhões (mentindo diretamente como veremos abaixo).

 Os especialistas médicos foram levados a reforçar a ideia sobre esse suposto imenso perigo (os especialistas tendenciosos, enquanto que os dissidentes nunca tiveram espaço para fazer os comentários sobre o assunto).

 No começo do outono de 2009, Sharyl Attkinson, então jornalista investigadora da CBS News, publicou uma história no site da CBS News.  Ela afirmou que o CDC havia deixado de contabilizar em segredo o número de casos de gripe suína nos Estados Unidos.

 Nenhum outro meio de comunicação importante informou sobre este fato (omitindo informação vital).

 Attkisson descobriu a razão pela qual o CDC havia deixado de contabilizar os supostos casos de infectados: uma quantidade impressionante de amostras de sangue recolhida dos pacientes mais prováveis de sofrer de gripe suína, era devolvida aos laboratórios de análises com a etiqueta de que não havia nenhum rastro de gripe suína ou de qualquer outro tipo de gripe.

 Por isso, um gigantesco engano foi revelado. A pandemia era uma grande mentira, uma falsificação.

 Apesar dos esforços de Attkisson, a CBS nunca deu continuidade a história (encerrando a verdade depois de expô-la).

 Nunca foi provada a mentira do CDC (deixando de conectar os pontos chave já expostos).

 Em certo sentido, a CBS tornou a história de Attkisson em uma história menor e limitada: uma investigação adicional havia descoberto evidências esmagadoras de comportamento criminoso por parte do CDC e da Organização Mundial de Saúde, sem mencionar os governos e meios de comunicação que apoiavam as agências mentirosas. A imprensa dominante essencialmente censurou as revelações de Attkisson.

 Em seguida, umas três semanas depois que a CBS publicou a história de Attkisson, o site WebMD publicou um texto no qual o CDC afirmava que sua própria estimativa de 10.000 casos de gripe suína nos EUA era uma subestimação. Na realidade, eles diziam que havia 22 milhões de casos de gripe suína nos EUA (duplicação da mentira).

 Agora, estes grandes meios de comunicação estão gritando histericamente denunciando os meios independentes, acusando-os de difundir notícias falsas.

 Suponho que esta técnica poderia ser chamada de técnica número 11: acusar seus oponentes de cometer os crimes que, na verdade, eles mesmos estão cometendo.

 Embora possa parecer óbvio o que Rappoport expõe, é bom torná-lo explícito.

 Observem as mentiras dos meios de comunicação em seus próprios países, de toda índole e tipo, e detectem a grande quantidade que estas 10 formas básicas de notícias falsas são usadas a cada dia ao nosso redor, não somente pelos meios de comunicação, mas pelos partidos políticos.

 No entanto, cabe ser sincero com nós mesmos e dizer as coisas por seu nome: todas estas manipulações e mentiras, muitas vezes as mais grosseiras não seriam possíveis se a estupidez da população não tivesse tornado-se em uma verdadeira e imparável pandemia global...

 Leia mais:

O Verdadeiro Objetivo da Mídia é SUPRIMIR e DESTRUIR o Conhecimento Humano

Apresentadora da MSNBC: "O Trabalho da Mídia é Controlar o que as Pessoas Pensam"

Fontes:

- El Robot Pescador: DIEZ TÉCNICAS DE MANIPULACIÓN USADAS HABITUALMENTE POR LOS GRANDES MEDIOS DE COMUNICACIÓN

- Activist Post: Ten Basic Forms Of Fake News Used By Major Media

- Jon Rappoport´s Blog: Ten basic forms of fake news used by major media

 A mentira e a negação de todo o mal:

  Os manipuladores jamais admitem as suas ações e as negam incessantemente, acusando de perseguição.

  Criam mentiras facilmente detectáveis para ridicularizar pretensa “teoria da conspiração” para rotular de paranóia o esforço de quem luta contra a espiral do silêncio.

  Isso fica ostensivo na estratégia de defesa de Lula e demais acusados na Operação Lava Jato os quais, em meados de 2017, usam uma estratégia pela qual Adolf Hitler foi um cara absolutamente inocente... Os crimes foram cometidos pelos aliados, amigos, familiares etc… Afinal, Hitler nunca esteve num campo de concentração... Nunca passou na porta de um deles... Nunca acharam documentos assinados por ele mandando matar alguém... Nunca encontraram documentos dizendo que os terrenos dos campos eram dele... Não houve sobreviventes para testemunhar que ouviram Hitler dar a ordem: matem!

  A escravidão e a idiotização são programadas pelos controladores através de seus dois principais braço atuando no Brasil:  a NOM, nova ordem mundial, liderada pelo PMDB, e Foro de São Paulo, liderado pelo PT:

  http://padilla-luiz.blogspot.com.br/2014/10/como-avaaz-manipula-subliminarmente.html 

   Ambos braços dos controladores globalistas promovem a idiotização.

  http://padilla-luiz.blogspot.com.br/2015/04/analfabetismo-funcional-crise-ensino.html 

Ilusão de ótica é muito usada na manipulação: https://vimeo.com/228480834  
 

 Como romper a espiral do silêncio?

 A Teoria dos campos mórficos ou da ressonância mórfica: a teoria do centésimo macaco, de Rupert Sheldrake: https://youtu.be/020k1OqO2_M 

  A Espiral do Silêncio pode ser rompida quando se atinge a massa crítica conforme a teoria dos campos mórficos ou da ressonância mórfica: a teoria do centésimo macaco, de Rupert Sheldrake revolucionando o ramo da biologia e transbordando para demais áreas como a física e a psicologia.

 No livro "Uma Nova Ciência da Vida" (A New science of life, 1981), Sheldrake questiona a visão mecanicista dos comportamentos dos seres vivos, propondo a idéia dos campos morfogenéticos, os quais ajudam a compreender como os organismos adotam as suas formas e comportamentos característicos.

 Morfo vem da palavra grega morphe significando forma; genética vem de gênese significando origem. Os campos morfogenéticos são campos de forma, campos padrões, estruturas de ordem organizando os campos de organismos vivos, de cristais e moléculas. Cada tipo de molécula, cada proteína, por exemplo, tem o seu próprio campo mórfico – hemoglobina, insulina, etc.

 De um mesmo modo cada tipo de cristal, cada tipo de organismo, cada tipo de instinto ou padrão de comportamento tem seu campo mórfico. Estes campos ordenam a natureza. Há muitos tipos de campos porque há muitos tipos de coisas e padrões dentro da natureza.

 Sheldrake agregou noções vagas sobre os campos morfogenéticos (Weiss 1939) em uma teoria demonstrável. Quando o livro apresentou a Hipótese da Ressonância Mórfica, em 1981, desencadeou numerosas experiências para demonstrar a validade ou a não da hipótese. Confira www.fatimaborges.com.br/artigo.phd?code=84 

www.Wikipedia.org/wiki/campo_morfogenetico   

www.pontodetransiçao.com.br/biblioteca/campos_morfogeneticos.pdf 

 Os 3 enfoques sobre o fenômeno vital:

 Tradicionalmente, houve três correntes filosóficas sobre a organização da natureza biológica da vida: vitalismo, mecanicismo e organicismo.

 O VITALISMO

 O vitalismo sustenta que em toda forma de vida existe um fator intrínseco, evasivo, inestimável e não sujeito a medidas que ativa a vida. Hans Driesch, biólogo e filósofo alemão precursor principal do vitalismo depois da mudança de século, chamou a esse fator causal misterioso enteléquia, que se fazia especialmente evidente em aspectos do desenvolvimento do organismo como a regulação, regeneração e reprodução.

A forma clássica do vitalismo como foi exposta por numerosos biólogos no princípio de século, especialmente por Driesch, foi criticado severamente pelo seu caráter acientífico: o fator causal (enteléquia) era incerto e não pôde ser demonstrado de modo algum.

Ernest Nagel, filósofo da ciência escreveu em 1951, no seu livro Filosofia e Investigação Fenomenológica: “O grosso do vitalismo […] é agora uma questão extinta […] não tanto talvez para a crítica filosófica e metodológica que se há revelado contra a doutrina, mas para a infertilidade do vitalismo em guiar a investigação biológica e pela superioridade heurística de focos alternativos.”

MECANICISMO

Embora numerosos biólogos identifiquem-se como vitalistas, na prática eles são mecanicistas, determinados pelas experiências de laboratório e as exigências da investigação científica de mostrar as experiências com parâmetros que possam ser medidos na física e química. Sheldrake afirma que o fracasso do vitalismo é devido principalmente a sua inabilidade para fazer predições demonstráveis e para apresentar experiências novas.

No momento, o enfoque ortodoxo da biologia vem determinado pela teoria mecanicista da vida: os organismos vivos são considerados como máquinas físico-químicas e todos os fenômenos vitais podem ser explicados, em princípio, com leis físico-químicas. Na realidade, isto é a posição reducionista que sustenta que os princípios biológicos podem ser reduzidos às leis fixas destes dois ramos da ciência.

A ortodoxia científica adere a esta teoria porque oferece um marco de referências satisfatórias, onde numerosas perguntas sobre os processos vitais podem ser respondidas e porque já muito tem se investido nela. As raízes do mecanicismo são mesmo profundas. De acordo com Sheldrake inclusive se admitir-se que o enfoque mecanicista está severamente limitado não só nas práticas, mas nos princípios, não pode ser abandonado e no momento é o único método disponível para a biologia experimental. Sem dúvida continuará a ser usado até outra(s) alternativa(s) mais positiva(s) surgir(em).

ORGANICISMO OU HOLISMO

Corrente organicista ou holística clássica defendida por Von Bertalanffy e a sua Teoria Geral de Sistemas ou E. S. Russell,  organicismo ou holismo recusam os fenômenos da natureza possam ser reduzidos exclusivamente às leis físico-químicas porque elas, isoladas ou conjuntamente, não podem explicar a totalidade dos fenômenos vitais.

 Reconhece a existência de sistemas hierarquicamente organizados com propriedades que não podem ser entendidas por meio do estudo de partes isoladas, mas em sua totalidade e interdependência. Daí o termo holismo, da palavra whole = todo em inglês.

 O organicismo foi desenvolvido através das influências de diversos sistemas filosóficos como os de Alfred North Whitehead e J. C. Smuts, psicologia Gestalt, conceitos como os campos físicos e parte do mesmo vitalismo de Driesch.

“O organicismo trata os mesmos problemas que Driesch disse que eram insolúveis em termos mecanicistas, mas enquanto ele propôs a enteléquia não física para explicar a totalidade e diretividade dos organismos, os organicistas propõem o conceito do campo morfogenético (ou embriônico ou de desenvolvimento)”. (Sheldrake 1981).

CAMPO MORFOGENÉTICO

“Os campos morfogenéticos ou campos mórficos são campos que levam informações, não energia, e são utilizáveis através do espaço e do tempo sem perda alguma de intensidade depois de ter sido criado. Eles são campos não físicos que exercem influência sobre sistemas que apresentam algum tipo de organização inerente.”

“[…] centrada em como as coisas tomam formas ou padrões de organização. Deste modo cobre a formação das galáxias, átomos, cristais, moléculas, plantas, animais, células, sociedades. Cobre todas as coisas que têm formas e padrões, estruturas ou propriedades auto organizativas.”

“Todas estas coisas são organizadas por si mesmas. Um átomo não tem que ser criado por algum agente externo, ele se organiza só. Uma molécula e um cristal não são organizados pelos seres humanos peça por peça se não que cristalizam espontaneamente. Os animais crescem espontaneamente. Todas estas coisas são diferentes das máquinas que são artificialmente montadas pelos seres humanos.”

“Esta teoria trata sistemas naturais auto-organizados e a origem das formas. E eu assumo que a causa das formas é a influência de campos organizacionais, campos formativos que eu chamo de campos mórficos. A característica principal é que a forma das sociedades, idéias, cristais e moléculas dependem do modo em que tipos semelhantes foram organizados no passado. Há uma espécie de memória integrada nos campos mórficos de cada coisa organizada. Eu concebo as regularidades da natureza como hábitos mais que por coisas governadas por leis matemáticas eternas que existem de algum modo fora da natureza.” (Sheldrake, 1981).

COMO FUNCIONAM OS CAMPOS MORFOGENÉTICOS?

Os campos morfogenéticos agem sobre a matéria impondo padrões restritivos em processos de energia cujos resultados são incertos ou probabilísticos. Por exemplo, dentro de um determinado sistema um processo físico-químico pode seguir diversos caminhos possíveis. O que o sistema faz para optar para um deles? Do ponto de vista mecânico esta eleição estaria em função de diferentes variáveis físicas e químicas que influenciam no sistema: temperatura, pressão, substâncias presentes, polaridade, etc., cuja combinação decantaria o processo para determinado caminho. Se fosse possível controlar todas as variáveis em jogo você poderia predizer o resultado final do processo. Porém, não é deste modo, mas o resultado final é sujeito ao acaso probabilístico, algo quantificável só por meio de análise estatística. O Campo Morfogenético relacionado com o sistema reduz consideravelmente a amplitude probabilística do processo, levando o resultado em uma direção determinada.

“Os Campos Mórficos funcionam , tal como eu explico em meu livro, a presença do passado, modificando eventos probabilísticos . Quase toda a natureza é inerentemente caótica. Não é rigidamente determinada. A dinâmica das ondas, os padrões atmosféricos, o fluxo turbulento dos fluidos, o comportamento da chuva, todas estas coisas são corretamente incertas, como são os eventos quânticos na teoria quântica. Com o declínio do átomo de urânio você não é capaz de predizer se o átomo declinará hoje ou nos próximos 50.000 anos. É meramente estatístico, Os Campos Mórficos funcionam modificando a probabilidade de eventos puramente aleatórios. Em vez de uma grande aleatoriedade, de algum modo eles enfocam isto, de forma que certas coisas acontecem em vez de outras. É deste modo como eu acredito que eles funcionam “. (Sheldrake, 1981).

ONDE SE ORIGINAM OS CAMPOS MORFOGENÉTICOS?

Um campo morfogenético não é uma estrutura inalterável, mas que muda ao mesmo tempo, que muda o sistema com o qual está associado. O campo morfogenético de uma samambaia tem a mesma estrutura que os campos morfogenético de samambaias anteriores do mesmo tipo. Os campos morfogenéticos de todos os sistemas passados se fazem presentes para sistemas semelhantes e influenciam neles de forma acumulativa através do espaço e o tempo.

A palavra chave aqui é “hábito”. Este é o fator que origina os campos morfogenéticos. Através dos hábitos os campos morfogenéticos vão variando sua estrutura dando causa deste modo às mudanças estruturais dos sistemas em que estão associados.

Por exemplo, em uma floresta de coníferas é gerado o habito de estender as raízes mais profundamente para absorver mais (e/ou melhores) nutrientes. O campo morfogenético da conífera assimila e armazena esta informação que é herdada não só por exemplares no seu entorno, mas em florestas de coníferas em todo o planeta por efeitos da ressonância mórfica.

EXPERIÊNCIAS

De acordo com Sheldrake, um modo simples para demonstrar a existência dos campos morfogenéticos é criando um novo campo mórfico para logo observar seu desenvolvimento.

Código Morse

O Dr. Arden Mahlberg, psicólogo de Wisconsin, realizou experimentos que analisam a capacidade de duas pessoas para aprender dois códigos Morse diferentes. Um deles é o padrão clássico e o segundo, inventado por ele variando as seqüências de pontos e linhas de modo que fosse igualmente difícil (ou fácil) aprender o código. A pergunta é: será mais simples aprender o verdadeiro Morse que o inventado porque milhões de pessoas já aprenderam isto? A resposta, aparentemente, é sim.

Ratos em labirinto

Esta é uma das primeiras experiências realizadas por Sheldrake, recuperada do tempo em que ele começou a considerar os campos morfogenéticos. Consiste em ensinar a um grupo de ratos determinada aprendizagem, por exemplo, sair de um labirinto, em certo lugar, para logo observar a habilidade de outros ratos em outros lugares, deixarem o labirinto. Esta experiência já foi levada a cabo em numerosas ocasiões dando resultados muito positivos.

Organização dos cupins

Mesmo separando um cupinzeiro, alterando sua forma, criando uma espécie de ferimento, os cupins, mesmo cegos reconstroem a forma original. Explicação: há um campo morfogenético que dá forma ao cupinzeiro. Os campos estão presentes em todos os sistemas vivos e/ou organizados, incluindo-se os humanos (lembraram das células tronco?)

Muitas outras pesquisas são propostas pelo biólogo Rupert Sheldrake e outros biólogos organicistas (holistas), que enfatizam a contextualização da Biologia e das pesquisas relacionadas às ciências biológicas, psicologia, física, medicina e outras.

EXPERIMENTO:

Duas ilhas tropicais eram habitadas pela mesma espécie de macaco sem qualquer contato perceptível entre si. Depois de várias tentativas e erros, um símio da ilha "A" descobre uma maneira engenhosa de quebrar cocos permitindo aproveitar melhor a água e a polpa. Ninguém jamais havia quebrado cocos daquela forma. Por espelhamento, o procedimento rapidamente se difunde entre os seus companheiros e logo uma população crítica de 99 macacos domina a nova metodologia. Quando o centésimo símio da ilha "A" aprende a técnica recém-descoberta, os macacos da ilha "B" começam espontaneamente a quebrar cocos da mesma maneira.

Não houve nenhuma comunicação convencional entre as duas populações: o conhecimento simplesmente se incorporou aos hábitos da espécie. Este é uma história fictícia, não um relato verdadeiro. Numa versão alternativa, em vez de quebrarem cocos, os macacos aprendem a lavar raízes antes de comê-las. De um modo ou de outro, porém, ela ilustra uma das mais ousadas e instigantes idéias científicas da atualidade: a hipótese dos "campos mórficos", proposta pelo biólogo inglês Rupert Sheldrake. Segundo o cientista, os campos mórficos são estruturas que se estendem no espaço-tempo e moldam a forma e o comportamento de todos os sistemas do mundo material.

Átomos, moléculas, cristais, organelas, células, tecidos, órgãos, organismos, sociedades, ecossistemas, sistemas planetários, sistemas solares, galáxias: cada uma dessas entidades estaria associada a um campo mórfico específico. São eles que fazem com que um sistema seja um sistema, isto é, uma totalidade articulada e não um mero ajuntamento de partes.

Sua atuação é semelhante à dos campos magnéticos, da física. Quando colocamos uma folha de papel sobre um ímã e espalhamos pó de ferro em cima dela, os grânulos metálicos distribuem-se ao longo de linhas geometricamente precisas. Isso acontece porque o campo magnético do ímã afeta toda a região à sua volta. Não podemos percebê-lo diretamente, mas somos capazes de detectar sua presença por meio do efeito que ele produz, direcionando as partículas de ferro. De modo parecido, os campos mórficos distribuem-se imperceptivelmente pelo espaço-tempo, conectando todos os sistemas individuais que a eles estão associados.

A analogia termina aqui, porém. Porque, ao contrário dos campos físicos, os campos mórficos de Sheldrake não envolvem transmissão de energia. Por isso, sua intensidade não decai com o quadrado da distância, como ocorre, por exemplo, com os campos gravitacional e eletromagnético. O que se transmite através deles é pura informação. É isso que nos mostra o exemplo dos macacos. Nele, o conhecimento adquirido por um conjunto de indivíduos agrega-se ao patrimônio coletivo, provocando um acréscimo de consciência que passa a ser compartilhado por toda a espécie.

Até os cristais

O processo responsável por essa coletivização da informação foi batizado por Sheldrake com o nome de "ressonância mórfica". Por meio dela, as informações se propagam no interior do campo mórfico, alimentando uma espécie de memória coletiva. Em nosso exemplo, a ressonância mórfica entre macacos da mesma espécie teria feito com que a nova técnica de quebrar cocos chegasse à ilha "B", sem que para isso fosse utilizado qualquer meio usual de transmissão de informações.

Não é telepatia, tal como a conhecemos, uma atividade mental superior, focalizada e intencional relacionando dois ou mais indivíduos da espécie humana. A ressonância mórfica, ao contrário, é um processo básico, difuso e não-intencional articulando coletividades de qualquer tipo.

Sheldrake apresenta um exemplo desconcertante dessa propriedade.

Quando uma nova substância química é sintetizada em laboratório - diz ele -, não existe nenhum precedente que determine a maneira exata de como deverá cristalizar-se.

Dependendo das características da molécula, várias formas de cristalização são possíveis.

Por acaso ou pela intervenção de fatores puramente circunstanciais, uma dessas possibilidades se efetiva e a substância segue um padrão determinado de cristalização. Uma vez que isso ocorra, porém, um novo campo mórfico passa a existir. A partir de então, a ressonância mórfica gerada pelos primeiros cristais faz com que a ocorrência do mesmo padrão de cristalização se torne mais provável em qualquer laboratório do mundo. E quanto mais vezes ele se efetivar, maior será a probabilidade de que aconteça novamente em experimentos futuros.

Com afirmações como essa, não espanta que a hipótese de Sheldrake tenha causado tanta polêmica. Em 1981, quando ele publicou seu primeiro livro, A New Science of Life (Uma nova ciência da vida), a obra foi recebida de maneira diametralmente oposta pelas duas principais revistas científicas da Inglaterra. Enquanto a New Scientist elogiava o trabalho como "uma importante pesquisa científica", a Nature o considerava "o melhor candidato à fogueira em muitos anos".

Doutor em biologia pela tradicional Universidade de Cambridge e dono de uma larga experiência de vida, Sheldrake já era, então, suficientemente seguro de si para não se deixar destruir pelas críticas. Ele sabia muito bem que suas idéias heterodoxas não seriam aceitas com facilidade pela comunidade científica. Anos antes, havia experimentado uma pequena amostra disso, quando, na condição de pesquisador da Universidade de Cambridge e da Royal Society, lhe ocorreu pela primeira vez a hipótese dos campos mórficos. A idéia foi assimilada com entusiasmo por filósofos de mente aberta, mas Sheldrake virou motivo de gozação entre seus colegas biólogos. Cada vez que dizia alguma coisa do tipo "eu preciso telefonar", retrucavam com um "telefonar para quê? Comunique-se por ressonância mórfica".

Era uma brincadeira amistosa, mas traduzia o desconforto da comunidade científica diante de uma hipótese batendo de frente com a visão de mundo dominante. Afinal, a corrente majoritária da biologia vangloriava-se de reduzir a atividade dos organismos vivos à mera interação físico-química entre moléculas e fazia do DNA uma resposta para todos os mistérios da vida. A realidade, porém, é exuberante demais para caber na saia justa do figurino reducionista.

Exemplo disso é o processo de diferenciação e especialização celular que caracteriza o desenvolvimento embrionário. Como explicar que um aglomerado de células absolutamente iguais, dotadas do mesmo patrimônio genético, dê origem a um organismo complexo, no qual órgãos diferentes e especializados se formam, com precisão milimétrica, no lugar certo e no momento adequado?

A biologia reducionista diz que isso se deve à ativação ou inativação de genes específicos e que tal fato depende das interações de cada célula com sua vizinhança (entendendo-se por vizinhança as outras células do aglomerado e o meio ambiente). É preciso estar completamente entorpecido por um sistema de crenças para engolir uma "explicação" dessas. Como é que interações entre partes vizinhas, sujeitas a tantos fatores casuais ou acidentais, podem produzir um resultado de conjunto tão exato e previsível? Com todos os defeitos que possa ter, a hipótese dos campos mórficos é bem mais plausível. Uma estrutura espaço-temporal desse tipo direcionaria a diferenciação celular, fornecendo uma espécie de roteiro básico ou matriz para a ativação ou inativação dos genes.

Ação modesta

A biologia reducionista transformou o DNA numa cartola de mágico, da qual é possível tirar qualquer coisa. Na vida real, porém, a atuação do DNA é bem mais modesta. O código genético nele inscrito coordena a síntese das proteínas, determinando a seqüência exata dos aminoácidos na construção dessas macromoléculas. Os genes ditam essa estrutura primária e ponto.

"A maneira como as proteínas se distribuem dentro das células, as células nos tecidos, os tecidos nos órgãos e os órgãos nos organismos não estão programadas no código genético", afirma Sheldrake. "Dados os genes corretos, e portanto as proteínas adequadas, supõe-se que o organismo, de alguma maneira, se monte automaticamente. Isso é mais ou menos o mesmo que enviar, na ocasião certa, os materiais corretos para um local de construção e esperar que a casa se construa espontaneamente."

A morfogênese, isto é, a modelagem formal de sistemas biológicos como as células, os tecidos, os órgãos e os organismos seria ditada por um tipo particular de campo mórfico: os chamados "campos morfogenéticos". Se as proteínas correspondem ao material de construção, os "campos morfogenéticos" desempenham um papel semelhante ao da planta do edifício. Devemos ter claras, porém, as limitações dessa analogia. Porque a planta é um conjunto estático de informações, que só pode ser implementado pela força de trabalho dos operários envolvidos na construção. Os campos morfogenéticos, ao contrário, estão eles mesmos em permanente interação com os sistemas vivos e se transformam o tempo todo graças ao processo de ressonância mórfica.

Tanto quanto a diferenciação celular, a regeneração de organismos simples é um outro fenômeno que desafia a biologia reducionista e conspira a favor da hipótese dos campos morfogenéticos. Ela ocorre em espécies como a dos platelmintos, por exemplo. Se um animal desses for cortado em pedaços, cada parte se transforma num organismo completo.

Forma original

Como mostra a ilustração da página ao lado, o sucesso da operação independe da forma como o pequeno verme é seccionado. O paradigma científico mecanicista, herdado do filósofo francês René Descartes (1596-1650), capota desastrosamente diante de um caso assim. Porque Descartes concebia os animais como autômatos e uma máquina perde a integridade e deixa de funcionar se algumas de suas peças forem retiradas. Um organismo como o platelminto, ao contrário, parece estar associado a uma matriz invisível, que lhe permite regenerar sua forma original mesmo que partes importantes sejam removidas.

A hipótese dos campos morfogenéticos é bem anterior a Sheldrake, tendo surgido nas cabeças de vários biólogos durante a década de 20. O que Sheldrake fez foi generalizar essa idéia, elaborando o conceito mais amplo de campos mórficos, aplicável a todos os sistemas naturais e não apenas aos entes biológicos. Propôs também a existência do processo de ressonância mórfica, como princípio capaz de explicar o surgimento e a transformação dos campos mórficos. Não é difícil perceber os impactos que tal processo teria na vida humana. "Experimentos em psicologia mostram que é mais fácil aprender o que outras pessoas já aprenderam", informa Sheldrake.

Ele mesmo vem fazendo interessantes experimentos nessa área. Um deles mostrou que uma figura oculta numa ilustração em alto contraste torna-se mais fácil de perceber depois de ter sido percebida por várias pessoas (veja o quadro na página ao lado). Isso foi verificado numa pesquisa realizada entre populações da Europa, das Américas e da África em 1983. Em duas ocasiões, os pesquisadores mostraram as ilustrações 1 e 2 a pessoas que não conheciam suas respectivas "soluções". Entre uma enquete e outra, a figura 2 e sua "resposta" foram transmitidas pela TV. Verificou-se que o índice de acerto na segunda mostra subiu 76% para a ilustração 2, contra apenas 9% para a 1.

Aprendizado

Se for definitivamente comprovado que os conteúdos mentais se transmitem imperceptivelmente de pessoa a pessoa, essa propriedade terá aplicações óbvias no domínio da educação. "Métodos educacionais que realcem o processo de ressonância mórfica podem levar a uma notável aceleração do aprendizado", conjectura Sheldrake. E essa possibilidade vem sendo testada na Ross School, uma escola experimental de Nova York dirigida pelo matemático e filósofo Ralph Abraham.

Outra conseqüência ocorreria no campo da psicologia. Teorias psicológicas como as de Carl Gustav Jung e Stanislav Grof, que enfatizam as dimensões coletivas ou transpessoais da psique, receberiam um notável reforço, em contraposição ao modelo reducionista de Sigmund Freud (leia o artigo "Nas fronteiras da consciência", em Globo Ciência nº 32).

Sem excluir outros fatores, o processo de ressonância mórfica forneceria um novo e importante ingrediente para a compreensão de patologias coletivas, como o sadomasoquismo e os cultos da morbidez e da violência, que assumiram proporções epidêmicas no mundo contemporâneo, e poderia propiciar a criação de métodos mais efetivos de terapia.

"A ressonância mórfica tende a reforçar qualquer padrão repetitivo, seja ele bom ou mal", afirmou Sheldrake a Galileu. "Por isso, cada um de nós é mais responsável do que imagina. Pois nossas ações podem influenciar os outros e serem repetidas".

De todas as aplicações da ressonância mórfica, porém, as mais fantásticas insinuam-se no domínio da tecnologia. Computadores quânticos, cujo funcionamento comporta uma grande margem de indeterminação, seriam conectados por ressonância mórfica, produzindo sistemas em permanente transformação. "Isso poderia tornar-se uma das tecnologias dominantes do novo milênio", entusiasma-se Sheldrake.

Sem nenhum contato entre si, macacos de uma ilha incorporam os conhecimentos desenvolvidos na outra porque os campos comandaram processos e atitudes: da formação do embrião aos modismos.

O desenvolvimento do embrião (ao alto): a ciência reducionista não explica como é que células iguais formam órgãos tão diferentes. Nas outras imagens, a moda do piercing e da tatuagem e a febre do futebol, que to

ma conta do Brasil nas copas do mundo: comportamentos que poderiam ser influenciados pela ressonância mórfica

É mais fácil aprender o que já foi aprendido por outros:

a idéia que pode mudar o ensino

A regeneração do platelminto (no pé da página): um fenômeno que desafia a biologia mecanicista. Na outra imagem, uma aula no interior do Brasil: processo que pode estar sendo facilitado pelo ensino praticado

em qualquer parte do mundo

Descubra as figuras ocultas

Um experimento coordenado por Sheldrake mostrou que é mais fácil identificar uma figura oculta numa ilustração em alto contraste depois de ela já ter sido percebida por outras pessoas. O índice de acerto para a ilustração 2 cresceu 76% depois de ela ter sido transmitida pela televisão. O da ilustração 1, que não foi televisionada, subiu apenas 9%. A enquete foi realizada na Europa, nas Américas e na África e as pessoas entrevistadas não conheciam de antemão as "respostas". As ilustrações 3 e 4, no pé da página, estão sendo publicadas atualmente na Internet pela revista espanhola El Mercurio:  http://www.mercurialis.com 

www.sheldrake.org 

Livros em português:

O Renascimento da Natureza: o Reflorescimento da Ciência e de Deus, de Rupert Sheldrake, Ed. Cultrix

Caos, Criatividade e o Retorno do Sagrado: Triálogos nas Fronteiras do Ocidente, de Ralph Abraham, Terence McKenna e Rupert Sheldrake, Ed. Cultrix/Pensamento

Livros em inglês:

A New Science of Life: the Hipothesis of Morphic Resonance, de Rupert Sheldrake

The Presence of the Past: Morphic Resonance and the Habits of Nature, de Rupert Sheldrake https://youtu.be/s1-dbprH5aU 

Natural Grace: Dialogues on Creation, Darkness and the Soul in Spirituality and Science, de Matthew Fox e Rupert Sheldrake

The Physics of Angels: Exploring the Realm where Science and Spirit Meet, de Matthew Fox e Rupert Sheldrake

Seven Experiments that Could Change the World: a Do-It-Yourself Guide to Revolutionary Science, de Rupert Sheldrake

 

  Estudos sobre a espiral do silêncio:

  Os estudos sobre a Espiral do Silêncio foram iniciados na década de 60. A teoria foi proposta especificamente por Noelle-Neumann sobre os efeitos dos meios de comunicação de massa. A pesquisadora estudou o eleitorado social-democrata e democrata cristão na Alemanha durante as campanhas eleitorais alemãs entre 1965 e 1972, em que os dois partidos alternavam a liderança e na reta final do processo de eleição, ocorreu uma súbita mudança de opinião dos eleitores. De acordo com seus estudos, ao mudar de opinião, os eleitores buscavam se aproximar das opiniões que julgavam dominantes.
 O ponto principal da teoria é a dominação da opinião pública pelos líderes de mídia e de opinião. A autora vê a televisão como essencial na consolidação da opinião pública, uma vez que as discussões públicas são, em grande parte, impostas pela consonância temática midiática, que consiste em uma abordagem unilateral por diversos meios de comunicação. Segundo a hipótese de Agenda-Setting, a mídia determina a pauta pública ao ressaltar certos assuntos e preterir outros, o que influencia na formação da Espiral do silêncio, que guia a opinião pública, ou seja, o indivíduo recorre aos meios de comunicação para se inteirar sobre quais temas falar e se expressa de acordo com o que observa no ambiente. Um exemplo é em casos de ostensiva cobertura de um mesmo crime em vários canais de televisão. A mídia mantém por semanas esse tema em evidência, e, ao desfavorecer os envolvidos, instaura um debate parcial.
Além disso, há a influência também da aculturação, teoria que propõe que a televisão estabelece um padrão de estabilidade através da veiculação de imagens, práticas e crenças. Gerbner sugere que a mídia televisiva está concentrada em grandes conglomerados de mídia, comprometidos com a visão de seus acionistas. Shanaham e Morgan escrevem em seu livro que o sistema é estruturado de forma que beneficia apenas as elites econômicas, que detém os mesmos pontos de vista e os meios de comunicação.

  Noelle-Neumann indica as influências de seu trabalho de forma igualitária, porém, é possível dividi-las entre indiretas, referentes à opinião pública e diretas, que abordam a tendência ao silêncio.
  Entre as indiretas, encontra-se Rousseau, que identifica três tipos de leis: o direito público, o privado e o civil, e, acima dessas, indica a opinião pública, que, embora não conste na constituição, dita como essas funcionam. Noelle-Neumann situa o conceito Rousseau de opinião pública como intermediário entre consenso social e as convicções individuais.
 Locke também identifica três leis, denominando-as como lei divina, lei civil e a lei da virtude, do vício, da opinião ou da reputação, sendo esta última principal referência para humanidade, que buscam mais a boa consideração entre seus conhecidos que cumprir as outras leis, uma vez que é possível obter impunidade nas leis do Estado, mas nunca da censura dos seus semelhantes.
 Entre os autores influentes, Tocqueville é o maior precursor ao propôr elementos como o medo do isolamento, o incômodo e sensação de insignificância perante à opinião dominante e a tendência à adequação da minoria.

  Exemplos de mentiras criadas pela espiral do silêncio:

 Um dos mais impactantes exemplo de manipulação usando as Janelas de Overton está no Brasil. O governo militar pós 1964 construiu a quase totalidade da infraestrutura usufruída no Brasil atual! Todas as centrais hidrelétricas foram construídas na época dos militares.

  Havia segurança, podia-se andar nas ruas até de madrugada, exceto por atentados terroristas. Os impostos eram inferiores à metade de hoje e era possível qualquer pessoa melhorar de vida, até ficar rica, apenas trabalhando honestamente.

  As pessoas decentes eram tratadas com dignidade e respeito!

 Havia mobilidade urbana, justiça e paz social. Contudo, usando as Janelas de Overton, criaram uma “lenda” na qual grande parte da população acredita a respeito de ter sido uma época muito ruim, um governo ditatorial, etc.

  Outro exemplo da espiral do silêncio é a trilionária fortuna, estimada em ¾ de todas as riquezas do planeta, dos Rotschild. Embora seja a família mais rica do mundo, jamais aparecem nas listas dos “ricos”. Assista aqui: https://youtu.be/zqrzAm9WAkM 

  Descubra a verdade sufocada sobre a época militar livrando-se dos preconceitos e conhecendo os fatos comprovados, saiba aqui: http://bit.ly/contragolpe1964  

 Entenda como foi possível alterarem a história usando os cinco principais erros do governo militar, saiba aqui:https://docs.google.com/document/d/1MM-Bxh7ybsRWwl3gakBuaGOo_f2d-7DvjcymkPpPjEU/pub

Como os desumanos dominaram até agora?

A luta humana contra a desinformação psicopata:

Descubras o que não querem que saibas  http://bit.ly/6ondas

 Qual é a origem de todo o mal? ->   Toda a sociedade é controlada pelo sistema jurídico através das leis e de sua aplicação. Por esse motivo, as carreiras jurídicas e políticas são supervalorizadas na grade de contraprestação para se sentirem satisfeitas permitindo a continuidade do holograma psicopata.

   A tecnologia atual permite disponibilizar uma vida confortável e segura para toda a população. Então, por que isso não acontece?   Já pensou em quanto esforço coordenado é necessário para impedir o progresso e o conforto alcançar a todos?  Quem são os Controladores criando e mantendo a confusão e o atraso? Descubra aqui http://bit.ly/1mundomelhor

 Bibliografia:

 BARROS FILHO, Clóvis. Ética na Comunicação: da informação ao receptor, São Paulo: Moderna,1995.
HOHLFELDT, Antônio; MARTINO, Luís C; FRANÇA, Vera Veiga,
Teorias da Comunicação: Conceitos, Escolas e Tendências, Petrópolis: Vozes.
FERREIRA, Durval.
https://www.facebook.com/durval.ferreira.3591/posts/554810341390314 consulta em 14/10/2016 as 6 horas.

 LAGE, Nilson. Estrutura da notícia. 4 ed. São Paulo: Ática, 1998.
NOELLE-NEUMANN, Elisabeth. The Spiral of Silence: Public Opinion - Our Social Skin. University of Chicago Press, 1993.

 PADILLA, Luiz Roberto Nunes. TgpT, Teoria Geral do Processo Transdisciplinar. e-book http://www.padilla.adv.br/processo/tgp/ consulta em 14/12/2015 as 18 horas.
SHANAHAM, James e MORGAN, Michael. Television and Its Viewers: Cultivation Theory and Research. Cambridge University Press, 1999.
WOLF, Mauro. Teorias da Comunicação, Lisboa: Presença, 1992.

  A espiral do silêncio sobre a monarquia no Brasil.

 Muitos fatos escondidos sobre a prosperidade e qualidade de vida no Brasil durante a monarquia estão neste oiutro arquivo: https://docs.google.com/document/d/e/2PACX-1vS4YF_Lyn2GTCDFOvzDUzLxKvUUg1FpqILwxXgNU7W9aCM2mtVbKqtX6FTq7-k2HTfdClqFvRBABNUg/pub

 Quando D. Pedro II assumiu o trono, em 1840, 92% da população brasileira era analfabeta. Ao final do reinado, essa porcentagem reduzira-se para 56% devido ao grande incentivo do Imperador a educação, com a construção de Faculdades e, principalmente, de inúmeras Escolas tendo como modelo o excelente Colégio Pedro II.
A bandeira nacional brasileira tem as cores verde e amarelo porque a mãe de Pedro II do Brasil, a Imperatriz Leopoldina, idealizou e costurou a primeira bandeira nacional. O verde era a cor símbolo da casa real dos Bragança e o amarelo da casa real dos Habsburgo. Diferentemente como muitos pensam, o verde não representa as matas e o amarelo não representa o ouro. Foi Pedro I quem compôs o nosso primeiro hino nacional, modificado ao longo da república.
 Pedro II do Brasil é Patrono do Corpo de Bombeiros e da Astronomia.
Em 1887, a média da temperatura na cidade do Rio de Janeiro era 24° no ano. No mesmo ano, a máxima no verão carioca no mês de janeiro foi de 29°.
A Imperatriz Teresa Cristina cozinhava as próprias refeições diárias da família imperial apenas com a ajuda de uma empregada a qual era paga com o salário de Pedro II.
Em 1871, a Imperatriz Teresa Cristina doou todas as suas joias pessoais para a causa abolicionista. A elite ficou furiosa com tal “ousadia”. No mesmo ano, a Lei do Ventre Livre foi assinada por sua filha, a Princesa Imperial Dona Isabel.
 Em 1880, o Brasil era a 4º Economia do Mundo e o 9º Maior Império da História.
 De 1860 a 1889, a média do crescimento econômico foi de 8,81% ao ano.
 Em 1880, havia 14 Impostos; atualmente são 98.
 De 1850 a 1889, a média da inflação foi de 1,08% ao ano.
Em 1880, a moeda brasileira tinha o mesmo valor do Dólar e da Libra Esterlina.
 Em 1880, o Brasil tinha a segunda maior e melhor Marinha do Mundo. Perdia apenas para Inglaterra.
 De 1860 a 1889, o Brasil foi o primeiro país da América Latina e o segundo no Mundo a ter ensino especial para deficientes auditivos e deficientes visuais.
 Em 1880, o Brasil foi o maior construtor de estradas de ferro do Mundo, com mais de 26 mil Km.
 A mídia ridicularizava a figura de Pedro II por usar roupas extremamente simples, e o descaso no cuidado e manutenção dos palácios da Quinta da Boa Vista e Petrópolis. Pedro II não admitia tirar dinheiro do governo para tais futilidades.
  Alvo de charges quase diárias nos jornais, mantinha a total liberdade de expressão e nenhuma censura.
  A imprensa era livre tanto para pregar o ideal republicano quanto para falar mal do nosso Imperador.
"Diplomatas europeus e outros observadores estranhavam a liberdade dos jornais brasileiros" conta o historiador José Murilo de Carvalho. "Schreiner, ministro da Áustria, afirmou que o Imperador era atacado pessoalmente na imprensa de modo que 'causaria ao autor de tais artigos, em toda a Europa, até mesmo na Inglaterra, onde se tolera uma dose bastante forte de liberdade, um processo de alta traição'." Mesmo diante desses ataques, D. Pedro II se colocava contra a censura.
 
 "Imprensa se combate com imprensa", dizia.
 
"Quanto às minhas opiniões políticas, tenho duas, uma impossível, outra realizada. A impossível é a república de Platão. A realizada é o sistema representativo [a Monarquia]. É sobretudo como brasileiro que me agrada esta última opinião, e eu peço aos deuses (também creio nos deuses) que afastem do Brasil o sistema republicano, porque esse dia seria o do nascimento da mais insolente aristocracia que o sol jamais alumiou"  MACHADO DE ASSIS, fundador da ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS.

1. A média nacional do salário dos professores estaduais de Ensino Fundamental em (1880) era de R$ 8.958,00 em valores atualizados.
2. Entre 1850 e 1890, o Rio de Janeiro era conhecido na Europa como “A Cidade Dos Pianos” devido ao enorme número de pianos em quase todos ambientes comerciais e domésticos.
 3. O bairro mais caro do Rio de Janeiro, o Leblon, era um quilombo que cultivava camélias, flor símbolo da abolição, sendo sustentado pela Princesa Isabel.
4. O Maestro e Compositor Carlos Gomes, de “O Guarani” foi sustentado por Pedro II até atingir grande sucesso mundial.
5. Pedro II tinha o projeto da construção de um trem que ligasse diretamente a cidade do Rio de Janeiro a cidade de Niterói. O projeto em trâmite até hoje, nunca saiu do papel.
6. Pedro II mandou acabar com a guarda chamada Dragões da Independência por achar desperdício de dinheiro público. Com a república a guarda voltou a existir.
7. Em 1887, Pedro II recebeu os diplomas honorários de Botânica e Astronomia pela Universidade de Cambridge.
 8. Descontruindo boatos, D. Pedro II e o Barão/Visconde de Mauá eram amigos e planejaram juntos o futuro dos escravos pós-abolição. Infelizmente com o golpe militar de 1889 os planos foram interrompidos.
 9. A primeira grande favela na cidade do Rio de Janeiro nasceu em 1893,
4 anos e meio após a Proclamação da República e cancelamento de ajuda aos ex-cativos.
10. D. Pedro II tinha 1,91m de altura, quando a média dos homens brasileiros era de 1,70m e mulheres 1,60m.
11. Na época do golpe militar de 1889, D. Pedro II tinha 90% de aprovação da população em geral. Por isso o golpe não teve participação popular.
 12. José do Patrocínio organizou uma guarda especialmente para a proteção da Princesa Isabel, chamada “A Guarda Negra”. Devido a abolição e até mesmo antes na Lei do Ventre Livre, a princesa recebia diariamente ameaças contra sua vida e de seus filhos. As ameaças eram financiadas pelos grandes cafeicultores escravocratas.

   O Paço Leopoldina localizava-se onde atualmente é o Jardim Zoológico
 O Terreno onde fica o Estádio do Maracanã pertencia ao Duque de Saxe, esposo da Princesa Leopoldina.
 Santos Dumont almoçava 3 vezes por semana na casa da Princesa Isabel em Paris.
   A ideia do Cristo na montanha do corcovado partiu da Princesa Isabel.
 A família imperial não tinha escravos. Todos os negros eram alforriados e assalariados, em todos imóveis da família.
   D. Pedro II tentou ao parlamento a abolição da escravatura desde 1848. Uma luta contra os poderosos fazendeiros por 40 anos.
 
  D. Pedro II falava 23 idiomas, sendo que 17 era fluente.
  A primeira tradução do clássico árabe “Mil e uma noites” foi feita por D. Pedro II, do árabe arcaico para o português do Brasil.
   D. Pedro II
doava 50% de sua dotação anual para instituições de caridade e incentivos para educação com ênfase nas ciências e artes.
  D. Pedro Augusto Saxe-Coburgo era fã assumido de Chiquinha Gonzaga.
  Princesa Isabel recebia com bastante frequência
amigos negros em seu palácio em Laranjeiras para saraus e pequenas festas. Um verdadeiro escândalo para época.
  Na casa de veraneio em Petrópolis, Princesa Isabel ajudava a esconder escravos fugidos e arrecadava numerários para alforriá-los.
  Os pequenos filhos da Princesa Isabel possuíam um jornalzinho que circulava em Petrópolis, um jornal totalmente abolicionista.
  D. Pedro II recebeu
14 mil votos na Filadélfia para a eleição Presidencial, devido sua popularidade, na época os eleitores podiam votar em qualquer pessoa nas eleições.
  Uma senhora milionária do sul, inconformada com a derrota na guerra civil americana, propôs a Pedro II anexar o sul dos Estados Unidos ao Brasil, ele respondeu literalmente com dois “Never!” bem enfáticos.
   Pedro II fez um empréstimo pessoal a um banco europeu para comprar a fazenda abrangendo, hoje, o Parque Nacional da Tijuca. Em uma época quando ninguém pensava em ecologia ou desmatamento, Pedro II mandou reflorestar toda a grande fazenda de café com mata atlântica nativa.
  Thomas Edison, Pasteur e Graham Bell fizeram teses em homenagem a Pedro II.
 Pedro II acreditava em Allan Kardec e Freud, confiando o tratamento de seu neto Pedro Augusto. Os resultados foram excelentes deixando Pedro Augusto sem nenhum surto por anos.
  D. Pedro II andava pelas ruas de Paris em seu exílio sempre com um saco de veludo ao bolso com um pouco de areia da praia de Copacabana. Foi enterrado com ele.
  A Princesa Isabel já em seu exílio em 1904 foi perguntada por que a família raramente usava as jóias Imperiais no Brasil. Princesa Isabel respondeu que tanto ela como sua mãe, sabiam aquelas jóias não as pertencerem. Que poderiam usar a qualquer hora em qualquer ocasião, contudo, raramente viam motivos para usa-las.
 “Ainda mais se tratando de adornos grandes, pesados e de extrema “arrogância” com nosso povo”.
 A Imperatriz Teresa Cristina sempre foi alvo de jornais e nobres da época por sua simplicidade e falta de capricho em seus trajes e adornos. Sempre muito discreta, só usava suas joias de cunho pessoal, nunca usou as joias do cofre Imperial, as tais “joias da coroa”. A mídia zombava de uma Imperatriz que se vestia como uma senhora de classe média.
A maioria das joias particulares de família foram leiloadas e outras roubadas pelos militares dias após o Golpe de 1889. Já as joias Imperiais foram totalmente saqueadas pelos militares.

 Fonte: Biblioteca Nacional RJ, IMS RJ, Diário de Pedro II, Acervo Museu Imperial de Petrópolis RJ, IHGB, FGV, Museu Nacional RJ, Bibliografia de José Murilo de Carvalho.

  Apenas 2 dias da expulsão da família imperial, todos os seus bens foram saqueados e leiloados por preços irrisórios.

  Dona Teresa Cristina morreu em poucos meses e o enterro foi pago por amigos devido a falta de recursos financeiros do Imperador.

  No navio rumo ao exílio, Pedro Augusto teve que ser trancado em uma cabine porque não parava de gritar e tremer. O único que o acalmava era seu avô Pedro II, entrando na cabine, sentando ao chão e o abraçando em prantos, dizendo que tudo ficaria bem.

  Quando a família imperial chegou em Lisboa, uma multidão esperava no porto junto aos seus familiares e lhes foi oferecido um palácio e uma voluptuosa fortuna e renda mensal. Porém, Pedro II não aceitou qualquer tipo de ajuda financeira dos parentes portugueses, mesmo tendo o título de Arquiduque em Portugal, sendo filho do Rei Pedro, irmão da Rainha Maria da Glória e Tio do reinante da época.

  Princesa Isabel, Conde D’eu e seus 3 filhos foram para o palácio D’eu, de seu pai o Duque D’eu, na França. Lá, tiveram uma vida confortável diante a fortuna da família D’eu.

  Pedro II e Pedro Augusto partiram para o centro de Paris, onde se hospedaram em um simples hotel de 3 estrelas, pago por um grande amigo de Pedro o qual, quando soube do acontecido, viajou imediatamente para Europa

  Pedro Augusto preferiu ficar em um casa de uma amiga íntima de Freud que nutria grande estima pelo rapaz. O lugar maior e mais sossegado acalmava o sofrido jovem.

  A casa ficava 2 quarteirões do hotel onde Pedro se hospedara permitindo visitas de seu avô diárias, levando o neto aos museus e bibliotecas da cidade luz.
Tudo parecia estar em formação, uma nova realidade para todos, e a vida continuaria.

  Pedro adorava dar aulas na principal biblioteca de Paris para universitários de história, geografia, botânica, grego e inglês. Sua rotina se resumia em acordar bem cedo, preparar suas aulas, ir para biblioteca, visitar exposições, visitar amigos, tomar café pela tarde e ler até 5 livros em uma única madrugada.

 Pedro gostava de traduzir de forma perfeita as maiores obras literárias para o português sendo o primeiro a verter a obra “Mil e uma Noites” do árabe original para o português do Brasil. A relíquia encontra-se na biblioteca nacional de Coimbra em Portugal.
Em 1890, uma pneumonia instalou-se limitando-o a ficar na cama de solteiro de seu quarto, escrevendo seus amados contos e poesias e lendo seus livros preferidos. O tratamento não surtiu efeito de curar e em alguns meses, faleceu.

 O ex Imperador Dom Pedro Ii, uma das pessoas mais cultas de sua época, morreu naquela cama de solteiro sozinho, com um saco de areia da praia de Copacabana em seu bolso.

 O velório foi digno de um imperador da França devido ao prestígio de Pedro entre os intelectuais e nobres da Europa  Um cortejo de mais de 500 mil pessoas tomaram a rua de Paris e todas as honras monárquicas foram feitas pelo governo Francês. Um fato histórico porque nunca Paris havia se mobilizado tanto, nem mesmo por falecimento de governantes locais. Reis, Rainhas, nobres, burgueses de todo o mundo estavam presentes no velório e no cortejo, como a Rainha Vitória da Inglaterra, o presidente dos Estados Unidos e centenas de amigos intelectuais como o próprio Freud e o filósofo Friedrich Nietzsche.
Lamentavelmente, a miopia do governo brasileiro mostrou-se maior do que a gigantesca comoção mundial envolta do falecimento de Pedro II: nenhum representante do nosso país foi enviado para o enterro do ex imperador e, pior, Brasil rompeu acordos diplomáticos que haviam sido cuidadosamente entabulados por Dom Pedro II com a França, a Inglaterra e a Alemanha.

 A mídia, no Brasil, não pode nem noticiar o falecimento do monarca.

 A grande maioria do povo brasileiro só soube do acontecido 3 meses depois!
 Fonte: Diário Barão e Baronesa de Loreto, Museu Imperial de Petrópolis, Biblioteca Nacional RJ.

  O golpe republicano jogou o Brasil nas garras dos banqueiros de Nova York e da CitY Londrina (Rothschild e Rockefeller).  No capítulo acima, "A espiral do silêncio sobre a monarquia no Brasil”, percebe-se o Império como um período melhor do que a República. Contudo, a realidade de o quanto o governo de D. Pedro II foi bom para o Brasil, é escondida pela espiral do silêncio globalista​.
 Apesar da espiral do silêncio ser mencionada, academicamente, pela primeira vez em 1997, essa técnica foi usada inúmeras vezes na história, como no golpe republicano.
 No trabalho:  “
1964 (3) governo militar foi contragolpe iniciado no Clube Naval”​ https://docs.google.com/document/d/1MM-Bxh7ybsRWwl3gakBuaGOo_f2d-7DvjcymkPpPjEU/edit?usp=drive_web explorar-se-á a perspectiva da "culpa" militar - remorso pela proclamação da república criando mazelas - como um fator condicionante dos governos pós 1964 terem sido lenientes com os psicopatas.

 Sobre o legado de Getúlio:
http://padilla-luiz.blogspot.com.br/2004/09/getulio-vargas.html em 2004 
http://padilla-luiz.blogspot.com.br/2015/08/sistema-desportivo-o-criador.html
http://padilla-luiz.blogspot.com.br/2014/02/lei-de-introducao-jovial-desconhecida.html                    

                   

 Há muitos fatos escondidos pela espiral do silêncio a respeito da prosperidade e qualidade de vida no Brasil durante a monarquia. Confira neste outro arquivo: https://docs.google.com/document/d/e/2PACX-1vS4YF_Lyn2GTCDFOvzDUzLxKvUUg1FpqILwxXgNU7W9aCM2mtVbKqtX6FTq7-k2HTfdClqFvRBABNUg/pub

 

  O Universo oferece a você um presente: o acesso a essa pasta - https://drive.google.com/open?id=0B6QVNULEDAG8OXZnci1UaG9TLWc - -- - contendo muitos livros e outras preciosidades necessárias para entender o que move o Mundo!

  Desperte do holograma percebendo O processo de manipulação pelo qual os 2% mutantes usam o discurso falso-humanista para controlaram toda a sociedade, anulando a maioria dos decentes simplesmente nos jogando uns contra os outros e induzindo, nos desavisados, a HEM, a hipnose em massa.   Os serviços de informação denominam isso de 5GW, a guerra psicológica, de 5ª geração!
Faça bom proveito e a divulgue!

   Professor Padilla

 Pesquisador transdisciplinar idealizador da Rede de Conscientização http://bit.ly/PADila 

  Para entender a HEM, hipnose em massa, examine este artigo: http://bit.ly/hipnose-massa 

     Para saber mais sobre a 5GW, Guerra de  5º Geração, clique aqui: http://bit.ly/5-guerra 

     O feminismo, o machismo e os demais engodos da emoção e da sexualidade:     http://bit.ly/feminaze

 Ainda da série "o que eles não querem que você descubra!"
  Como vencer a manipulação coletiva disfarçada na estrutura da oração mais rezada, o Pai Nosso:
https://t.co/vPhxCKRJaf

 Estamos sendo ludibriados em meio a uma gangorra e em direção ao fim da civilização ocidental a ser substituída pela escravização ostensiva...
🇧🇷🔰✝✝🔰🇧🇷.      PATRIOTA
🇧🇷🔰✝✝🔰🇧🇷.      Humanista
Entendeu o que está acontecendo?

 Vamos convencer os humanos cujo cérebro ainda esteja funcionando?

 Nos grupos e contatos, desencadear a rede de conscientização!

  Confira o NOSSO surpreendente FUTURO na mensagem dos Agroglifos, as gigantescas marcaçōes em plantações, impossíveis de terem sido confeccionados com a tecnologia humana, traduzidas na conferência do maior especialista no assunto, Gary King: https://www.facebook.com/padillaluiz/videos/10154712490713823/ 

Descubra o que não querem que saibas: na Rede de Conscientização: 

http://bit.ly/conscientizar

https://drive.google.com/folderview?id=0B2CNDxRTI8HAcVl3cFc0M09hZ3M&usp=sharing