(in)Justiça e as mazelas da acultura da superficialidade

 http://bit.ly/mazelas    A acultura da superficialidade e do medo ambienta a idiotização e a escravização humana. Está na raiz de todos os problemas da sociedade, desde a violência, até o desmanche da educação e dos serviços de saúde:  http://bit.ly/aculturadasuperficialidade

  Em 1995, notamos o retrocesso, alertando sobre o perigo da "acultura da superficialidade" (então) começando a ser instalada. Os "controladores globalistas" e suas megacorporações como a Monsanto possuem departamentos especializados em assassinar a reputação de quem ameaça os seus interesses! Acionam milhares de lobistas e ativistas de internet pagos para promoverem o bullying, o assédio moral e outras mazelas, sufocando as vozes de quem ousa conscientizador, defender a verdade.

  O juiz federal Sergio Moro mostra que basta querer agir com bom senso, como ensinou S. T. de Aquino: http://bit.ly/sergio-moro

   Desde a instalação do STJ, em maio de 1989, até 1995, assistimos grande progresso na prática jurídica e legislação no Brasil.

 Aprimorando a linguagem, o instrumento do jurista - http://www.padilla.adv.br/processo/comunicacao/ - começava-se a abolir-expurgar a prática obtusa de encerrar petições com...

      “Nestes termos

      “Pede deferimento”

 Pior ainda abreviado em algo como:

      "NN. TT.
     "PP. DD.

 Usada por rábulas e criticada por juristas, como Pontes de Miranda: se não for “nestes”, em que “termos” seria?

  Não se tratando de uma ordem de um superior hierárquico, toda solicitação dependendo de exame formula pedido ou requerimento sendo elegante encerrá-la com um “espera deferimento" ou equivalente.

  O pedido pode, contudo, acontecer em uma hierarquia onde o destinatário é superior em relação a quem pede. Nesse caso, sendo ao chefe, dirigente, etc, oportuno encerrar com:
 "Respeitosamente, espera deferimento".

 Não havendo hierarquia, encerra-se com
 "Atenciosamente, espera deferimento"
 O Estatuto da OAB de 1963 tornou claro e expresso não haver hierarquia e nem subordinação entre juízes de advogados e passamos a difundir toda petição encerrar com o "Atenciosamente, espera deferimento".

 No início dos anos noventa, essa solução foi adotada e recomenda por Celso Pedro Luft no "Manual de Redação da Presidência da República", o primeiro documento oficial propondo um padrão de linguagem coerente: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/manual/manual.htm

 Contudo, o cenário jurídico também foi envolvido pelo holograma surreal da acultura da superficialidade. Ampliaram-se os cursos, o Brasil tem mais faculdades de direito do que todo resto do mundo junto, e não havia bons professores para isso, resultando em vertiginosa queda de qualidade da linguagem escancarada nas provas de redação, de forma a ainda se encontrarem frequentes requerimentos encerrando com o deselegante “nestes termos, pede deferimento”  ou equivalente...

 Entenda a partir desses vídeos: https://vimeo.com/album/3144893/  

 Tudo isso é parte do plano globalista de escravização humana http://bit.ly/escravizacao o qual necessitava desencadear o estado de torpor pré pânico pela violência, uma óbvia consequência do falso-humanismo protegendo bandidos. Só bacharéis formados(?) num ambiente idiotizado não percebem o óbvio!

 A idiotização é facilitada por:

 - técnicas de marketing desenvolvidas há um século, a partir dos estudos de Freud, produzindo efeito entorpecedor, e atordoantes distrações. Saiba mais aqui: http://bit.ly/espiral-silencio    

 - técnicas bioquímicas terroristas como a prática nazista de fluoretar a água para reduzir a capacidade cognitiva da população. Saiba mais aqui: http://bit.ly/veneno-fluor 

 - desinformação alimentar minando a saúde. Saiba mais aqui: http://bit.ly/saude-cuidados 

 As pessoas tem dificuldade de pensar porque as vivemos em um aprisionamento sem correntes pior do que a ficção do filme Matrix ou do Livro 1984. Saiba mais aqui: http://bit.ly/1mundomelhor 

 A luta pela libertação humana é travada na 5GW. Saiba mais aqui: http://bit.ly/5-guerra 

  Os 3 pilares da sociedade:

  A paz social depende do equilíbrio de três sistemas ou pilares:

  1. O sistema de direito está corrompido e muito ineficaz. As falsas crenças e a adulteração dos valores produzem injustiça e crescente insatisfação http://bit.ly/mazelas

    2. O sistema desportivo desempenha um papel especial na sociedade. Entenda a partir da apresentação aqui: http://bit.ly/4plano 

   3. O sistema de crenças e valores está distorcido pela HEM, a hipnose em massa, subvertendo os valores. Saiba mais aqui http://bit.ly/hipnose-massa https://t.co/1cg9ZLeFbT 

  Confira a perspectiva transdisciplinar da TgpT aqui: http://bit.ly/tgp-t       https://t.co/3cxdCLbFR7 

 http://bit.ly/mazelas   Acultura da Superficialidade representada por Magliani em óleo sobre cartão, 1998.

https://pt.scribd.com/document/356417472/in-Justica-e-as-mazelas-da-acultura-da-superficialidade 

   A realidade escondida pelo holograma da HEM, a hipnose em massa:

   Como no filme Matrix, a sociedade está envolvida em um holograma como demonstram esses vídeos: https://vimeo.com/album/3144893/

  Embora o falso-humanismo dissimule, a escravização http://bit.ly/escravizacao só não é percebida devido à idiotização bioquímica http://bit.ly/saude-cuidados e as duas faces do torpor psíquico http://bit.ly/espiral-silencio  - formando um tripé de engodos.

  “A fluoretação é a maior fraude científica deste século, senão de todas as épocas" Robert Carton, PhD, cientista da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos.   http://bit.ly/veneno-fluor 

 Os nazistas fluoretavam a água para reduzir a capacidade cognitiva e de reação dos prisioneiros. Completa a incapacitação biológica a desinformação alimentar tornando “normal” ingerir produtos tóxicos e sem capacidade nutricional. O cérebro, sem gordura e demais nutrientes, não consegue funcionar.

  A dificuldade de pensar é ampliada pela espiral do silêncio, a estratégia de desinformação: desenvolvida a partir de estudos de Freud sobre Aristóteles, atuando em duas frentes:

  O falso-humanismo persegue o não politicamente correto tornando ineficaz o sistema policial-judicial. Isso provoca o aumento da violência (programada!) e, em uma população desarmada e indefesa, instala-se um estado de torpor pré-pânico.

   Completa o quadro a avalanche de paradoxos através do consumismo e do burocratismo descritos na guerra de quinta geração, a 5GW http://bit.ly/5-guerra  

   Em estado de letargia pré-hipnótico, desprovida de informações de qualidade e cerebralmente desnutrida, a maioria da população foi colocada em uma prisão sem correntes  http://bit.ly/1mundomelhor 

  Lideranças autênticas, a partir da meritocracia, são destruídas ou, pelo menos, anuladas! Os "controladores globalistas" e suas megacorporações possuem departamentos especializados em assassinar a reputação de quem ameaça os seus interesses! Dispõe de uma rede de desinformação formada por milhares de lobistas, manipuladores, ativistas de internet e robôs para promoverem o bullying, o assédio moral e outras mazelas, sufocando as vozes de quem ousa conscientizador, defender a verdade.

  Quem trabalha afinado com o mecanismo é alavancado a liderança e esses falso-líderes distraem-nos, como no exemplo de: http://padilla-luiz.blogspot.com.br/2006/05/idolatria-midia-manipula-cria-falsos.html 

 Ao invés de correntes-grilhões, estamos aprisionados por falsas crenças e inversão de valores em uma escravização dissimulada.

  O conjunto compõe a acultura da superficialidade e do medo realimentando-se através da superficalidade implicar em achar “normal” não dispor de informações de qualidade https://docs.google.com/document/d/1eqLnT3IwaJtM2ywqNVRJggUUMHr76QB_pimSsPSkaqU/pub 

 A acultura da superficialidade e as mazelas forenses:  

  Quem acredita a velocidade ser mais importante, não se importa em decidir o justo de cada caso. Quer demonstrar celeridade. Usa qualquer pretexto para evitar examinar o caso concreto por ser trabalhoso e demorado! O tempo necessário para examinar um único caso a fim de o decidir corretamente é enorme quando comparado à possibilidade de prolatar dezenas de decisões apenas editando modelos de indeferimento ou extinção sem, na verdade, examinar caso algum.

   A maioria de quem age assim são pessoas bem intencionadas que ainda não perceberam: estão minando a paz social estimulando a violência e os maus comportamentos mediante a impunidade dos maus porque,  a maioria das reparações de dano é arquivada. "Quem não pune o mal o está incentivando!" Leonardo Da Vinci https://docs.google.com/document/d/1hrYl7B9mZjEHsPSPOQopLcQkgoIFYdp6C1QUt0PDHqQ/pub

  A maioria dos processos de reparação de danos é arquivado ou indeferido por qualquer pretexto. Nas raras procedências, os valores são pífios e incapazes de reparar. Conforme expressão criada pelo professor Padilla nos anos noventa, acontece uma encenação jurisdicional.

 As falsas crenças semeadas e repetidas por todos os meios impregnaram o inconsciente dos operadores jurisdicionais resultando em uma inversão dos valores. No meio forense, a paz social é desconsiderada e não há preocupação em solucionar correta e de maneira justa cada demanda.

 Os operadores querem apenas produzir estatísticas. Acham “normal” julgar sem examinar e agem sem compromisso com a reparação das lesões ao direito.

 Estudar o caso para decidir com Justiça é algo que não passa pela cabeça da linha de frente, interessada em rapidez para produzir estatísticas surreais, quase uma centenas de julgamentos num dia http://www.padilla.adv.br/processo/morosidade/ 

  Curiosamente, enquanto agem rapidamente negando as reparações de lesões, em outros processos onde o “interesse” é oposto não há celeridade e o caso se arrasta. Na área penal, é corriqueira a prescrição fomentando a impunidade.

  Também há demora em casos civeis, como na cinquentenária Ação Cível Originária (ACO) 158 do STF https://bettencourt.jusbrasil.com.br/noticias/561305240/sem-data-para-ser-julgado-processo-mais-antigo-do-stf-se-arrasta-ha-49-anos

  A injustiça das decisões judiciais incentiva os maus comportamentos e torna muito lucrativo agir ilicitamente.

   Pior: juiz faz o que quer! Pouco se importa com a justiça ou as consequências e os riscos para a sociedade: http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2014/03/atuacao-de-juiza-de-porto-alegre-e-alvo-de-criticas-de-mp-e-policia-4439038.html 

   A encenação jurisdicional fomenta a corrupção no Judiciário!

  As decisões injustas camuflam a compra de veredictos. Tornam “normal” a sentença injusta cujos fundamentos não são os mais sensatos.

  A corrupção do Judiciário é a pior de todas pois a ele competiria corrigir o mal. Quando é contaminado, como sanar a sociedade?

    Quem denuncia a corrupção, como fez o advogado Felisberto Odilon Córdova na Tribuna do TJSC, sofre represálias: https://docs.google.com/document/d/1kW0W4w68aAFv3AGP53soyuG4PXQ4FWw5k1J4mdfhdNc/pub 

 Enquanto os critérios de promoção e merecimento validarem um arquivamento apressado no mesmo patamar de uma sentença trabalhosa, será difícil mudar a acultura da superficialidade.

   Apontamos as causas e soluções para as mazelas forenses, como aqui: http://www.padilla.adv.br/processo/morosidade/    Quando alertamos, em 1995, que alguma coisa muito ruim começando a acontecer com a justiça, os controladores mobilizaram-se rapidamente e fomos sufocados pelo assédio moral, bullying e assassinato de reputação para sufocar a nossa voz. Saiba mais aqui: http://bit.ly/PADilla 

A essência da democracia é ninguém deter poder absoluto e todo exercício do poder sempre ter controle, ser obrigado a respeitar limites e dar satisfação de seus atos.

 Não se deve aceitar a ditadura judicisl onde não há um mecanismo de controle dos atos judiciais, sobretudo da Suprema Corte que muda e desrespeita a Constituição. Ativismo Judicial é um Crime contra a democracia: https://m.youtube.com/watch?v=EX54n1rCd40 

  Para haver justiça e paz social só precisamos razoabilidade!

Ricardo Lorenzetti presidiu a Suprema Corte da Argentina e ostenta magnífica contribuição à humanidade: http://www.ricardolorenzetti.com.ar/ Dos últimos poemas de Borges, destaca a máxima de São Tomás de Aquino:

 A efetividade da Justiça só depende de pessoas que tomem "a estranha decisão de serem razoáveis."   A obra de São Tomás de Aquino em português: https://docs.google.com/document/d/1D9Irlmze80RwJiDN9ZpgaLKEwoYV4W_pjsqZjIpOXQs/pub  Acesse Livros em https://drive.google.com/drive/folders/0B6QVNULEDAG8OXZnci1UaG9TLWc?usp=sharing

No magnífico volume "Fundamentos do direito privado", professor Lorenzetti adverte:  a decodificação leva a resultados catastróficos!

Leis isoladas geram conflitos, dos quais se aproveitam os psicopatas para criar mais legislação. Os dissimulados instalam um ambiente caótico propício à manipulação, jogando uns contra os outros, na acultura da superficialidade e do medo descrita na tgpT - Teoria Geral do Processo Transdisciplinar. 

A crise do Direito decorre do modelo ultrapassado, incompatível com a forma de vida contemporânea. A nossa sociedade é muito diferente da antiga Roma, como adverte o historiador francês Numa Denis Fustel de Coulanges:  https://drive.google.com/file/d/0B6QVNULEDAG8Q3N4VnNoUkN5Y3M/view?usp=sharing      O mundo mudou exponencialmente enquanto os operadores jurídicos persistem enraizados em um sistema de trabalho obsoleto http://www.padilla.adv.br/crenca/

  Não encontraremos a solução dos problemas da aplicação do Direito no plano jurídico onde tempo e outros recursos são desperdiçados com a criação de novas leis que não surtirão efeito pelo simples fato de dos controladores as tornarão ineficazes mediante manipulações no Plano das Crenças e Valores. Não adianta modificar o Plano do Direito quando o problema está em outro plano.   Sobre os 4 planos de atuação humana, confira a TGpT, a Teoria Geral do Processo Transdisciplinar:

nivel logico suba para resolver problema.jpg

  O direito do consumidor só existe na teoria. Na prática, as grandes empresas aumentam seus lucros lesando os consumidores. Por exemplo, desde 2015, as operadoras de celular passaram a inserir cobranças indevidas em quase todas as contas da maioria dos usuários e venderam centenas de vezes mais serviços do que podem prestar com qualidade mínima. Os lobistas regiamente pagos tratam de conseguir o arquivamento das ações eventualmente ajuizadas pelos que ainda teimam em buscar Justiça.

  Exemplo do abuso cotidiano, a maneira profissionalmente treinada com a qual o SAC irritando o consumidor com fala desumana, desprovida de emoção e com uma falsa-polidez irônica para desestimular reclamações:  https://vimeo.com/231996190 

  No direito civil, os causadores não reparam os danos.

 Como consequência, aumentam os litígios e cresce a insatisfação. Cada vez mais abalada a paz social, amplia-se a quantidade de demandas.

  Há muitos anos, os consumidores não têm acesso à Justiça como se demonstra aqui por ocasião dos 20 anos do CDC, Código de Defesa do Consumidor:  http://www.canaleletronico.net/index.php?option=com_content&view=article&id=503:os-consumidores-vivem-sendo-lesados-porque-nao-ha-efetivo-acesso-a-justica&catid=47:artigos&Itemid=84  e  http://www.consumidorrs.com.br/rs2/inicial.php?imgm=c&case=2&idnot=17770 

  Por isto, nem chamou atenção o fato de, em 2003, o CDC, Código de Defesa do Consumidor, ser revogado com relação aos espetáculos desportivos profissionais conforme se demonstra em http://www.padilla.adv.br/desportivo/torcedor.pdf 

  Com o novo CPC 2015 outorgando liberdade de forma ao juízes - na prática, aos assessores e estagiários, agrava-se o problema.

 http://padilla-luiz.blogspot.com.br/2016/06/novo-cpc-mais-um-engodo-duplo-do-foro.html 

 Não foi sempre assim, havia juízes no Brasil:

 Até o início dos anos noventa, o Direito era levado muito a sério.

 Os casos exóticos eram tratados como anedotário! Hoje, começam a escassear os julgamentos com exame profundo do caso. A maioria das questões é resolvida com “modelões”, não raro, equivocadamente escolhidos.

 Em muitos processos, discutem-se questões diferentes das tratadas no modelo escolhido pelo estudante - que estaria ali supostamente ´para aprender - o qual, contudo, edita muitas decisões e, ao fim e ao cabo, são “homologadas” sem ninguém fazer um esforço de as examinar ou corrigir.

 Conheça o autor do Habeas Pinho e do Habeas Porcus, e as duas das mais célebres pérolas do surreal anedotário jurídico, quando o direito era algo muito sério,  neste vídeo: https://vimeo.com/236092917 

  Há mais de duas décadas, o professor Padilla percebeu e começou a alertar sobre o desmanche da efetividade do sistema jurídico pelas Janelas de Overton e Espiral do Silêncio.

 Para calá-lo e o impedir de atrapalhar, os controladores globalistas promoveram o assassinato de reputação mediante intenso assédio moral e bullying desumanos.   Saiba mais em http://bit.ly/PADilla

     Quer que desenhe? O jornal Le Monde desenhou:

  Capa do jornal Le Monde, Francês. O tribunal de exceção brasileiro onde a justiça está sendo assassinada… Os manipulados, o pato de tróia e o povo com camisa de futebol. No canto superior direito, panelaço; no canto inferior direito, um casal tira foto despreocupada enquanto a justiça é executada.

A justiça carcomida é o pior câncer de uma sociedade.

John Kirchhofer

 Em 1971, ganhei um bolsa para estudar nos USA. Foi um seminário sobre desenvolvimento econômico na Harvard University.
Em um encontro com um professor, eu propus uma simples pergunta a ele. Qual o principal fator (citando apenas um), para explicar a diferença do desenvolvimento americano e o brasileiro, ao longo dos 500 anos de descobrimento de ambos países?
O então mestre sentenciou sem titubear: A justiça!
Explicou ele em poucas palavras: A sociedade só existe e se desenvolve fundamentada em suas leis e sua igualitária execução. A justiça é o solo onde se edifica uma nação e sua cidadania.
Se pétrea, permitirá o soerguimento de grandes nações. Se pantanosa, nada de grande poderá ser construído.
Passados quase 50 anos deste aprendizado, a explicação continua cristalina e sólida como um diamante.
Sem lei e justiça, não haverá uma grande nação.
Do pântano florescerão os "direitos adquiridos", a impunidades para os poderosos. Dai se multiplicarão as ervas daninhas da corrupção. Que por sua vez sugaram a seiva vital que deveria alimentar todas as folhas que compõem a sociedade.
Como resultado se abrirá o abismo da desigualdade. Este abismos gerará a violência e tensão social.
Neste ambiente de pura selvageria, os mais fortes esmagarão os mais fracos.
O resultado final: o pântano se tornará praticamente inabitável.
As riquezas fugiram sob as barbas gosmentas da justiça paquiderme para outras nações.
Os mais capazes renunciarão a cidadania em busca por terras onde a justiça garanta o mínimo desejado por todos: que a lei seja igual para todos.
Este é o fato presente e a verdade inegável do pântano chamado Brasil!
Minha geração foi se esgotando na idiota discussão entre esquerda e direita e ainda continua imbecilizada na disputa entre "nós e eles", criada pelo inculto Lula e o seu séquito.
Não enxergaram um palmo na frente do nariz da essência da democracia. Foram comprados com pixulecos, carros, sítios e apartamentos.
Não sei quantos jovens lerão este texto e terão a capacidade de interpretar e aprofundar a discussão.
Aos meus quase 70 anos, faço o que está ao meu pequeno alcance.”

 Em Direito Penal, essa “coisa” causa problemas ainda mais graves.

 No TJRS, na Apelação Criminal 70057362683, um traficante foi absolvido da acusação de  porte ilegal de armas sob alegação de precisar da arma para se defender dos outros traficantes.

 Enquanto isso, o cidadão de bem que tiver uma arma para se defender de bandidos, a justiça prende. http://portaljustica.com.br/noticia/2353/traficante-de-drogas-e-absolvido-por-portar-arma-para-se-defender-dos-concorrentes 

  Se isso ocorre no Poder Judiciário do RS, notoriamente um dos mais qualificados, o que sobra para o resto do país?

  O STF passou a incentivar o roubo?

 O seu celular foi roubado? Se custar menos de R$500,00, o ladrão pode nem ser preso em flagrante! E mesmo se custar mais de quinhentos reais, o meliante será solto na audiência de custódia! http://www.conjur.com.br/2017-mai-16/principio-insignificancia-aplica-furto-celular-stf?utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook  

  "Estamos cansados" frisa ROGOWSKI no Blog do Forum Justiça e Cidadania, disponível em http://forumjusticaecidadania.blogspot.com.br/2013/05/estamos-cansados.html

justica longe.jpg

 Segue um exemplo de superficialidade no RESP 70054555362(CNJ: 0180163-14.2013.8.21.7000) onde repetem a decisão recorrida afirmando estar adequada ao entendimento do STJ.

  Contudo, não há qualquer relação do julgamento do STJ citado (aqui destacado em cor vermelha) com o caso concreto.

  A acultura superficialidade impregnada nos operadores jurídicos os faz achar “normal” indeferir usando "modelões" sem esforço nem mesmo de escolher o modelo adequado ao caso. As decisões dissonantes da realidade dos autos fazem parte do dia a dia.

   Um processo sobre um contrato de entrega de laranjas pode “decidido” mediante uma decisão tratando de mortadelas porque, fascinado pelo charme de seu colega, o estudante que editou a decisão escolheu o modelo errado e ninguém conferiu!

    Virou, de fato, uma encenação!

   Em 25/09/2017, trocava ideias com Bibo Nunes e o Professor Cesar Augusto Cavazzola Jr. sobre se seria possíveis medidas judiciais contra falso-humanismo desencadeador do desmanche.

  O falso-humanismo globalista gerou a impunidade e incentivou os bandidos a fazer o mal.  Mesmo um bandido pedófilo como o preso dia 23/9/2017 (Processo 2.17.0082128-6 Serviço de Plantão do Foro Central de Porto Alegre: “Vistos etc. Homologo o presente flagrante, eis que presentes os requisitos legais. De outra banda, trata-se, em tese, de estupro de vulnerável, eis que a vítima é criança, o que torna o fato ainda mais grave, cometido em local público, o que demonstra uma grande audácia do flagrado, o qual pelo vídeo juntado ao presente expediente, [- vídeo privado em https://vimeo.com/235417352 senha chega-de-falso-humanismo -] fica demonstrado com clareza meridiana, a autoria delitiva. Assim, trata-se de fato grave, que nitidamente, ofende a paz social e ordem pública. Ante o exposto, converto a presente prisão em flagrante de JUAREZ GOMES FLORES, em preventiva, como garantia da ordem pública, nos termos do art.312 do CPP.” Felipe Keunecke de Oliveira, Juiz de Direito) fica detido pouco tempo. As entidades de "direitos dos manos" financiadas pelos suado dinheiro dos nossos impostos, sem se preocupar com as consequências, fazem DE TUDO para libertar o meliante. Nesse tipo de caso, cedendo à pressão, algum setor do Judiciário termina, em algum momento, soltando antes de cumprir toda a pena. Isso acontece porque o Sistema Jurídico foi desmanchado, do ponto de vista de sua eficácia, pelos globalistas e sua entourage psicopateta com o discurso ventríloquo falso-humanista.

  Mais de vinte e cinco anos de ensino e pesquisa sobre o que denominamos de "encenação jurisdicional", o julgamento formal sem o efetivo e ponderado exame das questões.

 Processos sobre um assunto terem uma "respeitável" decisão a respeito de outro tema porque o estagiário, leia-se, o estudante de direito, pegou o modelo errado, não conferiu porque o assessor iria revisar; este não olhou nada, achando que o chefe de gabinete que tem a senha da assinatura digital do juiz olharia e…

 Ninguém olhou e era isso! Há até "respeitável" sentença prolatada sem ser aberto o laudo pericial entregue em um envelope fechado pelo perito Henrique Witller https://www.facebook.com/henrique.wittler?ref=br_rs  Sendo volumoso, o escrivão juntou o laudo no envelope lacrado, anexando-o como um volume extra ao processo. O processo foi para o gabinete e o juiz, ou alguém, “por ele” - Pode? Essa gente acha "normal" uma decisão judicial ser prolatada por um(a) estudante e sem chances de revisão pelo juiz porque, considerando os gabinetes prolatarem centenas de decisões toda a semana, nem trabalhando 12 horas por dia quatro dias por semana [porque, em um dos dias, há sessão de julgamento] não há tempo para a revisão: um juiz não conseguiria examinar trezentos processos - mais de 75 por dia! - A respeitável(!?!?!?) sentença deferiu a estultice sem olhar o anexo lacrado, contendo o laudo, o qual, em cem laudas, provou cabalmente ser, o pedido, uma estultice contrária à ciência. A "respeitável" sentença condenou o réu a uma indenização vultosa, hoje mais de um milhão, baseada numa afirmação cientificamente falsa. Acha ruim? É muito pior!

 O réu recorreu, o processo foi para o Tribunal de Justiça onde foi levado para a sessão de julgamento com uma minuta de voto confirmando a decisão pelos seus próprios "fundamentos", provavelmente elaborada a partir de algum desses modelões por algum(a) belo(a) jovem estagiário(a). E o laudo continuava lacrado.

 Não fosse a diligência do advogado o qual, presente, insistiu tanto no laudo que o Relator terminou rompendo o protocolo e questionando o advogado de que laudo que ele falava…

 Houve processo condenando um prédio a pagar uma indenização,...

  Passariamos a semana inteira, todo o mês, todo o ano, relatando os casos teratológicos.

  Enquanto as defesas de direitos justos não são sequer examinadas, os bandidos pagam fortunas, com o dinheiro que nos roubaram(!), aos escritórios especializados em obter atenção, como ilustra o caso de Lula onde já houve 78 recursos e sucedâneos recursais:

  LULA monopoliza o JUDICIÁRIO e ainda viria mais por aí após a crítica acima. Uma petição apresentada no início de junho de 2018 para o STF suspender os efeitos da condenação será julgada em Plenário (conforme despacho do Min. Fachin, relator da Lava Jato, retirando a análise da Segunda Turma).

  Em 7/7/2018, aproveitando Sergio Moro estar em férias, um petista tornado Desembargador por Lula, assumiu o plantão do TRF-4, e mandou soltar o seu ex-chefe criminoso. Esse habeas porcus foi a 80° tentativa de soltar Lula. Seria cômico não fosse trágico causando vergonha perante o mundo jurídico. Esqueceram que o juiz, assim como o policial (art. 301 CPP) sempre estão incumbidos de suas missões, ainda que de férias.

 O juiz petista devia se declarar suspeito de julgar casos de notório conflito de interesses por parentesco, afinidade política ou de negócios. Não fazê-lo é ilegalidade grave. Viola a imparcialidade indispensável à jurisdição e acarreta nulidade como demonstra o e-book TGP em http://www.padilla.adv.br/processo/tgp/ 

  Um juiz ser parcial é non sense, contudo, os paradoxos são resultados do marxismo, uma ideologia pregando a mentira como normal e uso de qualquer meio ilegal para acabar com os inimigos, isto é, todo aquele que não for do partido…

 Segundo a Ministra Eliana Calmon, esse comportamento ilegal e abusivo de juízes causa grave lesão à ordem jurídica. Assista os 3 minutos do vídeo aqui: https://vimeo.com/279086514 ou https://www.facebook.com/1769120210022545/posts/2113466848921211 

 Sergio Moro estancou a libertação do líder da maior quadrilha da história alertando a Polícia Federal a esperar o Relator do processo.

 O juiz petista prolatou uma segunda ordem de libertação.

 O Relator do processo ratificou a orientação de Moro à Polícia Federal expondo a ilegalidade da decisão do juiz petista. Este praticou um terceiro ato de parcialidade incluindo assinar um alvará de soltura.

 Como no final da Ópera Il Pagliacci, de Ruggero Leoncavallo, "... Enquanto a multidão recua horrorizada, o enlouquecido e exausto Canio fala: ´E finita la comedia´ ", a opereta da política nacional foi encerrada pelo Presidente do TRF logo após a Associação dos Juízes Federais criticar a ilegalidade dos atos do petista. Saiba tudo sobre essa comédia aqui: https://docs.google.com/document/d/e/2PACX-1vQbh8ihDMxyFFSqRacexnuKWpAlAx_PbyVbapYVG6Ds1iFBor6thkWQzBNr1jLOYFnWSTECfEelyl_4/pub 

  Sergio Moro, o juiz faixa preta 🥋, contra golpeia a indecência!

 Poucos minutos antes de mudar o plantão do TRF4 em 8 de julho de 2018, mais um, somando 79, procedimentos querendo livrar o criminoso Lula e, desta vez, obteve liminar.  Confira o inteiro teor do Habeas Corpus nº 5025614-40.2018.4.04.0000 aqui: https://docs.google.com/document/d/e/2PACX-1vQbh8ihDMxyFFSqRacexnuKWpAlAx_PbyVbapYVG6Ds1iFBor6thkWQzBNr1jLOYFnWSTECfEelyl_4/pub 

 Sergio Moro, o juiz faixa preta 🥋,  aplicou um contragolpe na indecência https://www.facebook.com/1769120210022545/posts/2112567812344448/ 
 Alvíssaras a http://bit.ly/sergio-moro  o qual, mesmo em férias, segue atento à luta contra a corrupção!

  O Desembargador Federal JOÃO PEDRO GEBRAN NETO, Relator do processo, alertado pelo Juiz Federal Sergio Moro, confirmou a ilegalidade do despacho de Favreto. O inteiro teor da Decisão Relator está aqui: https://docs.google.com/document/d/e/2PACX-1vQbh8ihDMxyFFSqRacexnuKWpAlAx_PbyVbapYVG6Ds1iFBor6thkWQzBNr1jLOYFnWSTECfEelyl_4/pub 

 O Presidente do TRF4, Desembargador Federal Thompson Flores, pôs fim à discussão confirmando a análise que a Associação dos Juízes Federais havia antecipado, em nota, sobre a ilegalidade do ato de Favreto.

 No início do milênio, esse juiz Favreto foi-me apresentado em um evento como professor de processo referindo-me um assunto sobre o qual eu havia desenvolvido uma tese inédita. Inocentemente, comentei sobre meu livro e, como ele revelou interesse, busquei um exemplar no carro e lhe presenteei.
 Contudo, o “interessado” nunca mais falou comigo e nem respondeu a e-mails - meio mais usado de comunicação entre professores na época. Achei muito estranho, comentei com um Colega que me explicou: Rogério era petista!
Quem prega a utopia esquerdista costuma ser intelectualmente desonesto e dissimulado
http://bit.ly/desumanos

  De fato, Rogério Favreto é petista. Procurador Geral do Município de Porto Alegre em 3 governos do PT, ocupou cargos de confiança no governo Lula. A lei exigia dele declarar-se suspeito para examinar processos de seu ex-chefe e correligionário.

 Ao invés de cumprir a legislação, mandou soltar Lula 🦑 mediante um pretexto esdrúxulo: o “fato novo” da pré-candidatura de Lula estampada nas manchetes e pesquisas há mais de ano.

  Desembargador por cochilo da OAB e do TRF os quais poderão ter a decência de afastá-lo das funções e, nas futuras listas para juízes, rejeitar pessoas comprometidas ideologicamente e demais radicais. Não podemos permitir, em cargos de poder, comprometidos com radicalismo utópico o qual a história demonstra ser uma farsa e pretexto para causar o mal.

   Beijando Lula, quando da posse de Toffoli no STF, não é o desembargador Rogério Favreto?

 Fotos copiadas do Senador Magno Malta do petista Favreto jovem, com Fidel Castro e, recentemente, abraçado com Lula https://www.instagram.com/p/Bk_MGwGFXTf/?utm_source=ig_share_sheet&igshid=2qxgmtmqy6ha

 Circula nas redes sociais súplica aos patriotas, pedindo a todos respeitar a privacidade do Des. Favreto e não telefonar para 51-3276-4389 ou 51-3737-3998 na casa  dele, no Condomínio dos Montes, na Avenida Nonoai, em Porto Alegre, nem no celular 51-99536-1913.

 Também se roga evitar o importunar, aos sábados, no Café Jean Pierre, Pâtisserie et Boulangerie, Rua Engenheiro Antônio Rebouças 74, Bela Vista, cep 90440-120, fone 51-3332-8142, junto à Caixa D'água do bairro Bela Vista da capital gaúcha, o qual costuma frequentar.

 Juiz comprometido com ideologia age ilegalmente: é parcial e julga conforme sua preferência!
 A imparcialidade é indispensável à jurisdição, é a característica essencial que a define e distingue da administração. Confira meu e-book de TGP on line no meu portal html...
Os petistas são parciais.
A doutrina que seguem prega a mentira e a desonestidade como meios.
Portanto, jamais poderiam ser juizes,  
A história demonstra a utopia esquerdista ser uma farsa e só causar destruição e mortes.
Invariavelmente, é pregada por psicopatas e sua entourage psicopateta,
É pretexto para assassinatos e todo tipo de maldades!
Quem prega socialismo costuma ser intelectualmente desonesto e dissimulado:
http://bit.ly/desumanos e http://bit.ly/perigosos 
 Ministra Eliana Calmon explica a ópera bufa domingueira.
Enquanto os cidadãos levam meses ou anos para suas causas serem julgadas na justiça superior, globalistas conseguem julgamentos rápidos e repetidos várias vezes ao mês ou até na semana 😱 até aparecer algum juiz que seja "amigo". Já houve mais de 80 decisões de pedidos de liberdade de Lula. Até a façanha de ter 5 decisões em um domingo!
Lamentavelmente,
os juízes esquerdistas não se declaram suspeitos de julgar casos de notório conflito de interesses por parentesco, afinidade política ou de negócios. Trata-se de ilegalidade grave violando a imparcialidade indispensável à jurisdição. A ideologia marxista prega a mentira e uso de qualquer meio ilegal para acabar com os inimigos, isto é, todo aquele que não for do partido... Assista ao vídeo completo em https://vimeo.com/279086514 ou https://www.facebook.com/1769120210022545/posts/2113466848921211 / 

 

  Visionário, percebi, há mais de vinte anos, onde ia nos levar os rumos quando adaptaram o bom funcionamento do antigo Juizado de Pequenas Causas da Lei de 1984 para a, então, nova Lei 9.099 de 1995 criando os Juizados Especiais Cíveis e Criminais...  Se gostar, e tenho certeza que qualquer pessoa decente vai, por favor compartilha: precisamos tirar o pais do marasmo promovendo a conscientização!

 Como se chegou a esse cotidiano de horrores? http://bit.ly/mazelas http://bit.ly/aculturadasuperficialidade http://padilla-luiz.blogspot.com.br/2013/07/acultura-superficialidade-encenacao.html

http://bit.ly/hipnose-massa

 Proteja-se da política desumana de idiotização reduzindo a saúde mediante alimentação tóxica e não nutritiva… Descubra o que não querem que saibas

  O que está acontecendo com o Sistema Jurídico no Brasil? Como afeta a vida de todos nós?  

http://padilla.jusbrasil.com.br/artigos/354382162/a-acultura-do-medo-programada-e-as-mazelas-da-acultura-da-superficialidade

As mazelas da acultura da superficialidade

Artigos | Publicação em 23.07.12 em http://www.espacovital.com.br/noticia-27693-as-mazelas-acultura-superficialidade

ARTIGOS

Por Luiz R. N. Padilla,

professor da UFRGS e advogado (OAB/RS nº 16.697)

 

Os recentes artigos dos colegas João Francisco Rogowski e Joaquim Falcão, entre tantas reclamações, cada vez mais frequentes, refletem a insatisfação com esse fenômeno acultural de viver superficialmente, e suas mazelas: o vício da improcedência, indenizações pífias e honorários aviltantes.

 

Já registrara o Espaço Vital - em artigo que escrevi - que a encenação jurisdicional começou nos anos noventa.

 

Há 20 anos, os juízes usavam um mês de seus dois de férias para produzir dezenas de sentenças. Ponderar a razão? Mensurar valores? Demora e consome energia! Hoje, o que um experiente juiz precisava um mês para sentenciar, um imaturo estudante faz numa tarde com ´modelões´ e desculpas. Na pressa, sequer folheia, e "era isso"...

 

Se não houver alguém importante e do círculo de influência a pedir o exame, a praxe é essa, ninguém examina p... nenhuma. O jurisdicionado que vá catar coquinhos! Descarga de consciência? "Se não for isso, recorrem e o tribunal corrige."

 

Risos! Ali também chegou o vício do "achismo". Faz-se seis ou mais recursos até encontrar quem se digne a examinar (ex: REsp nº 13703/RS).

A linha de frente do Judiciário é constituída de jovens que se consideram modernos. Contudo, exalam os ares fétidos da decadência do Império Romano: "Carpe diem!" Acreditam poder não haver amanhã! Cresceram sob o bombardeio de falsas crenças, estímulo à inveja, ao sexismo e egocentrismo. Sofrendo sobrecarga de “informações” irrelevantes, incompletas e distorcidas pela mídia que mistura de realidade, ficção e imagens manipuladas e apologia o aparentar, a superficialidade, e a pseudo-reflexão.

 

Acham "normal" a pressa de viver o presente até o esgotamento, e inverter valores. Como podem achar normal decidir sem ponderar nem estudar? Falta alguém os acordar desse torpor.

 

Quem luta contra, sofre desrespeito, repetidas vezes. Humano, perde a paciência... Ai, invertem os valores! A vítima, é escorraçada! As pessoas bem intencionadas têm sido jogadas, umas contra as outras, por distorções da realidade, preconceitos, bullying, difamações, assédio, ameaças e medo, muito medo e abuso de poder! Percebi o nascimento do fenômeno, como registrou o Espaço Vital em 6 de julho de 2005 ("Desrespeito aos idosos, aos jovens e a todos").

 

Não consegui ser muito claro, porque sofria um intenso assédio na PGE-RS, em represália por combater a corrupção. Sobrecarregado com três vezes mais processos do que os meus colegas de equipe. Um dos procuradores de melhor desempenho na defesa judicial, e que jamais causou prejuízo ao interesse público, demitido sem direito a recurso suspensivo, sob um pretexto. Enquanto outro procurador, envolvido no escândalo do Detran, e preso por corrupção, foi aposentado com proventos integrais!

 

No mandado segurança nº 70018675462 no TJRS, a represália prometida. Após sete embargos de declaração questionando a desculpa inventada para obter maioria no julgamento do Agravo Regimental contra o indeferimento da inicial, o Relator aposentou-se. Concluso um ano, o novo ameaçou com multa por má-fé. Recurso Ordinário, no STJ. Acessem o link.

 

Causas da corrupção, morosidade da justiça e violência? Vejam em meu blog - o link vai indicado mais adiante.

 

luizrobertonunesos@padilla.adv.br

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* Veja no Youtube - Palestra de Mário Sérgio Cortella

* Causas da corrupção, morosidade da justiça e violência - Blog do autor deste artigo

Publicado em 23.07.12 em http://www.espacovital.com.br/noticia-27693-as-mazelas-acultura-superficialidade

Para acessar outros arquivos na Rede de Conscientização: https://drive.google.com/folderview?id=0B2CNDxRTI8HAcVl3cFc0M09hZ3M&usp=sharing

Justiça morosa e corrupção política,  

causas e soluções

  Luiz Roberto Nuñes PADILLA, Professor da Faculdade de Direito da UFRGS

Desde a fundação do IBDP, Instituto Brasileiro de Direito Processual, há 53 anos, no dia 15 de agosto de 1958, na nossa Faculdade de Direito, da Universidade do Rio Grande do Sul, houve profundas transformações.

De Faculdade de Direito UFRGS

Das profundas transformações políticas, econômicas, sociais e jurídicas:

Até a década de 50, mais de 70% dos brasileiros moravam na área rural. A economia era fraca e predominantemente primária; não havia indústria de automóvel; a quase totalidade dos fogões era a lenha. Eletrodomésticos como fogão a gás e geladeira eram artigos de luxo; telefone e televisão eram raríssimos. Hospitais particulares eram uns poucos ligados às colônias de imigrantes. Particulares, somente escolas religiosas.

A família brasileira, até os anos 50, era extremamente tradicional e conservadora. A mulher casada não era capaz para a prática dos atos da vida civil, devendo ser sempre assistida pelo marido. Ao se desquitar sofria preconceitos e vergonha. O racismo não era motivo de debates, porque o negro brasileiro não desenvolvia movimentos sociais de protestos e reivindicações. A estrutura social era marcada pelo coronelismo. “Casa grande e senzala” ainda eram perceptíveis. O transporte era deficiente e as comunicações inexistentes. Professores eram valorizados, e os vencimentos que auferiam no ensino público permitia-lhes sustentar suas famílias, na qual a mulher não trabalhava, e ter os confortos da época, como o de dispor de empregados domésticos.

Na década de 50, o Brasil passou a viver uma experiência política esperançosa, reflexo da Constituição Federal de 1946 e do clima liberal posterior à morte do Presidente Getúlio Vargas. Saiba mais sobre o tempo e a influência desse ex-aluno da UFRGS,aqui  http://www.padilla.adv.br/prof/getulio.htm

No campo social, foram as maiores e mais importantes mudanças da história do Brasil. A população migrava para as grandes cidades. Rio de Janeiro ainda era a Capital da República e exercia atração natural aos que pretendiam seguir as carreiras públicas e, como metrópole, desenvolvia-se nas artes, no turismo, na indústria naval e do petróleo. São Paulo atraia cada vez mais trabalhadores para a indústria e o comércio. Em 1958, sob a Presidência de Juscelino Kubtischek, a construção de Brasília, nova capital do país, em grande otimismo, embriagou a economia em euforia. Também criou uma alternativa ao movimento migratório nordestino para o sudeste.

Nas artes, 1958 marca o surgimento da “bossa nova”, afirmado na música “chega de saudades”, de Tom Jobim e Vinícius de Moraes, lançada  no LP “Canção do amor demais”, na voz de Elizeth Cardoso e violão de João Gilberto.      No esporte, o pais que se denominava“do futebol” venceu, pela 1ª vez, uma Copa do Mundo;  revelou Pelé, autor de 2 gols na final, o qual se tornaria, nas décadas seguintes,  o maior notório e conhecido ser humano de todos os tempos: http://www.padilla.adv.br/desportivo/idolatrial/ 

Após o regime centralizado da Velha República e da ditadura do Estado Novo, em contraponto seguiu-se a exacerbação da liberdade. Todos podiam exprimir livremente seus pensamentos e ideologias. Qualquer partido político seria aceito e os de esquerda saíram da clandestinidade. Contudo, justamente os regimes fechados desencadearam as mais intensas modificações estruturais criando novos paradigmas, como o Direito do Trabalho, o Direito Desportivo, e o acesso à Justiça:http://www.padilla.adv.br/teses/normas/

Das mudanças globais:

O Brasil foi afetado por acontecimentos, em todas as áreas, cujos reflexos ainda são observados. Em 1958, o Tratado de Roma funda a Comunidade Econômica Européia; O Cardeal Angelo Roncalli, Papa João XXIII, convocou o Concílio Vaticano II; A renovação constitucional na França instituiu a Cinquième République. Mao Zedong (então Mao Tse-Tung), inicia a forçada industrialização na China, o “grande salto” para a “revolução cultural” dos anos 60.

O ditador Fulgêncio Batista abandonara Cuba a Fidel Castro que, colocando mísseis soviéticos apontados para a Flórida, levou ao extremo a guerra fria quase desencadeando uma IIIª Guerra.

Nikita Khrushchovv, que denunciou os crimes de Stalin, iniciou uma competição de duas décadas entre a União Soviética e os Estados Unidos (Einsenhower/Kennedy): O ícone do desenvolvimento econômico e militar, a corrida espacial, criou novas tecnologias em ritmo cada vez mais acelerado. O inconsciente coletivo, impregnado de ansiedade, sobrecarregado de novidades, e borbardeado por crenças disseminadas pelos lobistas dos controladores globalistas, impôs padrões de consumo alimentados pela pseudoreflexão, açodada e superficial.

De IBDP

Das mudanças forenses e da criação do IBDP:

O consumismo, o coletivismo, o multiculturalismo e a globalização mudaram o perfil dos conflitos jurídicos. Embora faltem estatísticas precisas, a maioria dos tipos de conflitos que, hoje, encontramos nos tribunais, são posteriores ao processo trabalhista, e ao acesso à Justiça (Lei 1.060/60): http://www.padilla.adv.br/desportivo/idolatria/

O primeiro código de processo civil unitário do Brasil, de 1939, mal entrara em vigor, quando o país foi agraciado pela primeira experiência renovadora: Um dos maiores processualistas italianos, Enrico Tulio Liebman, fugiu das atrocidades da Guerra Mundial e, temporariamente afastado da cátedra em Milão, proporcionou a consolidação técnico-científica do direito processual brasileiro. Promoveu encontros, sábados à tarde, fomentando uma geração de professores que (equivocadamente ao nosso sentir) foi denominada de Escola Paulista de Direito por Niceto Alcará Zamora y Castillo. Se, de fato, Alfredo Buzaid, Bruno de Afonso André, Frederico Marques, Luiz Eulálio de Bueno Vidigal, entre tantos outros paulistas, a integravam, faltou homenagear aqueles que transpunham as grandes distâncias em transportes precários, como os professores Galeno Lacerda (Porto Alegre/RS), Alcides de Mendonça Lima (Pelotas/RS), Edson Prata (Uberaba/MG).

Alguns desses professores associaram-se com índole científica, para aprimorar o direito processual:

“Aos quinze dias do mês de agôsto do ano de mil novecentos e cinqüenta e oito, na Faculdade de Direito de P. Alegre, da Universidade do Rio Grande do Sul, presentes o Sr. Diretor, Prof. José Salgado Martins, e os Srs. Professores Luiz Eulálio de Bueno Vidigal, Alfredo Buzaid, José Frederico Marques, Bruno de Mendonça Lima, Alcides de Mendonça Lima, Vicente Marques Santiago e Galeno Vellinho de Lacerda, foi decidida a fundação do Instituto Brasileiro de Direito Processual Civil (I. B. D. P. C.).”

“A idéia de fundação do Instituto, que vinha sendo difundida nos meios universitários, encontrou caloroso acolhimento na sessão de encerramento dos trabalhos da “1ª Semana de Estudos de Direito Processual Civil”. O momento e o local escolhidos para a concretização daquela idéia, representam uma homenagem do Processualistas Brasileiros ao Estado do Rio Grande do Sul, que, no ano corrente, celebra o cinqüentenário de promulgação do primeiro Código Estadual de Processo Civil elaborado no Brasil. O referido código, trabalho pessoal do ilustre Dr. Antonio Augusto Borges de Medeiros, foi, a pedido dêste, estudado, emendado e refundido por uma comissão de professores da então Faculdade Livre de direito de Pôrto Alegre, tornando-se lei em 15 de janeiro de 1908.”

De IBDP

Da manipulação globalizada:

Podemos considerar a Copa do Mundo de 1966 como o marco da globalização. Quando 400 milhões de espectadores a assistiram, até mesmo os cartolas norte-americanos que haviam acabado com o futebol nos EUA, nos anos 30, recriaram aquele esporte que, como um negócio, não parava de crescer. Leia sobre isso e veja imagens em http://www.padilla.adv.br/desportivo/idolatria/

Por aquela época, as lutas atingiram o apogeu de crescimento no Sec. XX; eram da moda e estavam na mídia. Contudo, as Artes Marciais são uma eficaz defesa contra a acultura da superficialidade e dificultam a terceirização do pensamento; Ademais, os grandes mestres em artes marciais são éticos, disciplinados, dotados de elevada percepção e de poder de curar, características abominadas pelos lobistas dos controladores globalistas das multinacionais de medicamentos, as empresas mais ricas do mundo, que manipularam as crenças e valores para semear doenças e ampliar os seus lucros. Contudo, apesar de todo esforço em acabar com as lutas, como sementes que caem próximas – entre os que observavam os benefícios nos parentes, amigos e colegas - espalharam-se até que, em 2011, as lutas superaram a audiência dos jogos dos campeonatos estaduais de futebol profissional, e a Rede Globo percebeu que não podia ficar de fora. Leia mais sobre isso em http://sindiplam.blogspot.com.br/2013/03/lutas-e-artes-marciais-tripartem-o-foco.html

Jogar uns contra os outros é uma das principais estratégias dos lobistas dos controladores globalistas (psicopatas coletivos) e dos políticos , sabias?   A maioria da população urbana brasileira cresceu sob a influência da acultura da superficialidade; e acreditam que viver cercados de paradoxos e conflitos, e impregnados de medo é "normal".

Quem está dominado pelo medo, não consegue pensar com clareza. As emoções intensas, como a raiva e o empilhamento de frustrações,  também oblitera a capacidade de pensar. Como funciona o processo de pensamento? http://www.padilla.adv.br/processo/pensamento 

Para facilitar a manipulação coletiva, os paradoxos cotidianos empilham frustrações, alimentam a raiva e a insegurança, das tragédias anunciadas, impondo padrões de comportamento e consumo, criando a "aldeia global" profetizada por Marshall McLuham ("Os meios de comunicação como extensões do homem" Cultrix, 1969; traduzido por Décio Pignatari de "Understanding Media: The Extensions of Man", New York, 1964, McGraw-Hill).

Para anular as pessoas decentes,  passamos a sermos jogados, uns contra os outros; Fomentam os conflitos, desde os entre as gerações, até os das classes de um mesmo setor; alunos são jogados contra os professores; empregados contra os empregadores; nos mais diversos grupos de interesse, são criados antagonismos artificialmente alimentados, como os entre heteros e GLST:    Todos - heteros e GLST - querem ser felizes, e ter liberdade de vivenciar as suas convicções e desejos. Se o mundo é tão grande, jogar uns contra os outros só interessa aos que querem fragmentar a sociedade em grupos fratricidas para facilitar sua dominação – Maquiavel: Dividir para conquistar! Tem sido assim há muito tempo!

Enquanto a sociedade está entorpecida por esses paradoxos, os psicopatas disfarçadamente empurram uns contra os outros. O medo, e todos esses e tantos outros conflitos, num ambiente desprovido de mobilidade urbana, as pessoas decentes estão isoladas. A maior corrupção do planeta sustenta-se sobre a fragmentação da sociedade onde todos estamos sendo jogados uns contra os outros... Como isso aconteceu?   http://padilla-luiz.blogspot.com.br/2013/03/medo-e-imobilidade-urbana-alimentam.html

A maioria da população acredita em falsas crenças e acha "normal" a inversão de valores.

Até a imprensa, apesar de composta por pessoas bem intencionadas, incentiva os paradoxos, a perplexidade, e as emoções que limitam;  e não divulga informações que permitiriam que a população pensasse com clareza, especialmente com relação à saúde:     Para que o corpo e o cérebro funcionem mal, dificultando ainda mais o raciocínio e facilitando a manipulação, a população tem sido envenenada.

Note o paradoxo atual: Há pessoas muito bem intencionadas querendo discriminalizar as drogas; ao mesmo tempo, acontece uma demonização do álcool o qual, antes mesmo da civilização, usado moderadamente é um importante auxiliar para liberar as pressões da socialização. As drogas, ao contrário, só são úteis para fins ritualísticos ou medicinais; socialmente, seu uso é degradante para o indivíduo e perigoso para a coletividade (Padilla, Teoria Geral do Direito Desportivo 2013; Freud, “O mal-estar na Civilização”, 1930; Norbert Elias, The Civilizing Process, 1939; Jung, “Obras completas”, postmortem, 1982).

Contudo, em pleno Século XXI, se formos convidados para um coquetel, casamento, formatura, etc., não vamos relaxar. Porque ou não poderemos brindar, ou não voltaremos para casa. O risco de sermos duramente multados e até presos é alto! Se deixarmos o carro em casa, não disporemos de transportes coletivos e nem mesmo de táxi. Até quem tomar uma inocente homeopatia e dirigir também poderá ser preso como o pior dos criminosos. Enquanto os entorpecidos por medicamentos ou drogados ilicitamente passam incólumes pelas blitz. As estatísticas provam que apenas um pequeno percentual dos acidentes é causado por pessoas embriagadas. Assim, é muito mais perigoso, estatisticamente, você dirigir sóbrio, porque a probabilidade de você se acidentar é maior do que se beber moderadamente! Isso demonstra o quanto é hipócrita demonizar a bebida. Quando uma pessoa não pode relaxar com uma bebida, sob pena de não poder se deslocar, o recado subliminar é: "use drogas que não dá nada!".

Por trás dessa demonização da bebida, enquanto se discute a descriminalização das drogas, estão os mesmos lobistas que, desde os anos setenta, vem disseminando as drogas entre a juventude. Os jovens, em geral, dispõe de mais tempo, energia e motivação que os adultos. Em 1968 os jovens se mobilizaram e mudaram o mundo!

Para evitar que a juventude voltasse a se mobilizam, os lobistas dos controladores globalistas desenvolveram a acultura da superficialidade, disseminaram o consumo de drogas entre os jovens.   Dai a importância de praticar esportes de alto rendimento, meditação e artes marciais, os quais desenvolvem o raciocínio espacial e a capacidade de percepção, sendo que os dois últimos ainda ensinam a controlar o medo e as emoções, tornando a pessoa menos propensa a ser manipulada.  Acorde sobre como tudo isso tem sido feito para nos manipular  http://www.padilla.adv.br/processo/pensamento/superficial/

Do sistema processual repleto de boas intenções:

Desde que o Instituto Brasileiro de Direito Processual nasceu, na Faculdade de Direito da UFRGS, em 1958, o Brasil possui três  sistemas de processo civis, nenhum deles eficiente.

Do 1º modelo processual civil:

No CPC de 1939, vigente até 1973, herdamos práticas das Ordenações e dos Códigos Estaduais. Repleto de arcadismos, sem preocupação com efetividade, chegava à esquizofrenia no sistema recursal. Qual o meio adequado de impugnação? Apelação ou o agravo de petição seriam cabíveis conforme fosse terminativa ou extintiva a sentença.

A mudança moral em sedimentação, estimulava os malabaristas a manobras protelatórias:

“...o processo jurídico era informado pela moral vigente, que exigia uma postura ética: O processo judicial era uma exceção à regra do adimplemento espontâneo das obrigações. As discussões se limitavam à divergência de interpretar a aplicação da lei. Raras, porque o imobilismo era característica imposta por assegurar a paz social. A sociedade era estruturada sobre a obediência civil e simplesmente não tolerava quem não adimpliu as suas obrigações!

“A quebra da bolsa afetou os costumes. Até então, o inadimplente era discriminado pela sociedade. Ninguém queria passar por esse constrangimento, havia o cumprimento espontâneo das obrigações.

“Após 1929, muitas pessoas, simultaneamente, perderam tudo. O inconsciente coletivo começou a ter tolerância com o inadimplemento. Não tardou para que algumas pessoas, percebendo a vantagem financeira de não cumprirem com as obrigações, iniciassem uma onda de desobediência civil. Antes desprezível, cresceu, aumentando a quantidade de demandas nas quais as indagações importantes, e de complexidade, perdiam-se em meio a uma grande quantidade de litigâncias lucrativas. O mau exemplo do Poder Público sobrecarregou o sistema judicial. Luiz R. N. Padilla, TGPs - Teoria Geral dos Processos: Processos de pensamento e de comunicação, e as modalidades jurídico-administrativas, cíveis, desportivas, eleitorais, legislativas, penais e trabalhistas; p. 8, in http://www.padilla.adv.br/processo/tgp/

Os inescrupulosos diziam aos prejudicados para “procurar seus direitos” ou “entrar na justiça” enquanto lucravam com a demora!

A tolerância com o comportamento ilícito acentuou-se no mau exemplo do poder público. Exemplo não é a melhor forma de ensinar, é a única! Como surgiu e se manteve essa forma de estelionato institucionalizado do precatório?

O precatório é um mecanismo protelatório e de fomento à corrupção, criado no início do Sec.XX no Rio de Janeiro. O poder público, até então, dava o exemplo. Quando uma condenação transitava em julgado, era paga. A desculpa de previsão orçamentária é prosopopéia flácida para acalentar bovinos, derrubar lagartixa da parede e que vem servindo para alimentar uma corrupção cada vez maior. Não há necessidade de previsão orçamentária de condenação judicial, porque esta pressupõe um fundamento lógico-jurídico de Justiça, princípio de igual ou superior hierarquia aquele que limita a disponibilidade dos recursos da população àquelas despesas previamente debatidas e aprovadas pelos representantes do povo. Quem administra recursos públicos (portanto: alheios) deve estar prévia e expressamente autorizado efetuar tal despesas. Diferente do setor privado, o administrador não pode decidir realizar uma despesa. Não é o caso da condenação judicial, a qual decorre do exercício de outro poder do Estado, sujeito a legitimação diversa: Imparcialidade Judicial versus Discricionariedade Administrativa in Revista da Faculdade de Direito da UFRGS, v.12, 1996, p.209-215; tb. em http://www.padilla.adv.br/teses/

“Então, lá no início do Século XX, bastaria ao juiz mandar pagar. Decisão judicial transitada em julgado se cumpria. Ao invés de impor respeito à autoridade municipal recalcitrante, criou um novo procedimento o qual, perceberam os políticos, permitir-lhes-ia cobrar polpudas propinas: A ameaça de longos anos de espera judicial para receber desintegra capacidade de resistência do credor: Ou paga o PF "por fora" ao dirigente político que detém o poder de autorizar o pagamento da despesa, ou a empresa “quebra”. Para pagar o PF, as empresas começaram a superfaturar os preços. E passaram a exigir PF cada vez maior. Dizem que, nas obras do Pan-2007, passou de 30%.  Isso explica porque, apesar de cobrar impostos mais caros do mundo, o Brasil oferece péssimos serviços públicos de saúde, educação, segurança. Corrupção, superfaturamento, etc., são constantes escândalos.

“O poder público dá o pior dos maus exemplos: Protelação e corrupção! As empresas protelam para lucrar. Apenas o fraco e pobre cidadão é obrigado a cumprir a Lei?

“Para acabar com a corrupção, basta extinguir o precatório. Num primeiro momento, a fase de transição poderá escalonar a mudança para reduzir o impacto de décadas de corrupção. E o poder público, quando a condenação transitar em julgado, passará a pagar imediatamente. Primeiro porque tem deve dar o bom exemplo. Segundo, porque concentra todo o poder econômico e político, e sua fonte de recursos é inesgotável, porque a arrecadação de impostos não para de crescer: http://www.impostometro.org.br/ ehttp://www.youtube.com/playlist?p=PLE1DFCDB647956B21/

Não obstante os prazos reduzidos e rigorosos, a Justiça foi ficando cada vez mais distante. A demora tornou a inadimplência mais lucrativa! Outrora um dos principais mecanismos para a realização da Justiça e paz social, o processo se tornou um expediente para aumentar o lucro dos inescrupulosos: Luiz R. N. Padilla, TGPs - Teoria Geral dos Processos: Processos de pensamento e de comunicação, e as modalidades jurídico-administrativas, cíveis, desportivas, eleitorais, legislativas, penais e trabalhistas. in http://www.padilla.adv.br/processo/tgp/

O precatório é um estelionato institucionalizado porque, havendo inflação, o credor está sendo induzido em erro, porque nunca irá, realmente, receber!

A litigância lucrativa é uma das piores formas de concorrência desleal:

Distorce todo o mercado, obrigando a concorrência a seguir o mau exemplo. Somada à inadimplência estatal, multiplicou a quantidade de processos.

De Encenação Juridicional?

Do 2º modelo processual civil:

O Código de 1973 vigorou, como um sistema, até a intensa reforma, em 1994. Embora o processo seja um mecanismo para realizar a Justiça e, através dela, fomentar a paz social, o CPC de 1973 é uma concepção encantadoramente filosófica, em uma disciplina eminentemente pragmática. A influência de Liebman, professor pouco habituado ao nosso tráfego forense, ensejou paradoxos e polêmicas. Por exemplo, propunha a efetividade e a oralidade do processo, contudo, conservava formalismos do CPC/1939.

As soluções que propunha à crise eram, teoricamente, ótimas. Faltavam mecanismos para as colocar em prática. Demonstra a dissociação da teoria e prática forense o fato, relatado por Carlos Alberto Carmona, no Congresso Internacional de Direito Processual, em Brasília, 1997:

De IBDP 1997

Presenteou um professor italiano com o CPC Anotado do Theotônio Negrão. O processualista italiano começou a folhear o livro, até se deparar com o Procedimento Sumaríssimo. Encostou-se na mesa e, cuidadosamente, leu do art. 275 ao 281. Ao encerrar o breve capítulo, assumiu um ar contemplativo. Fechou o livro, virou-se para jogá-lo sobre a mesa e, retornando, disse:

- Que maravilha essa legislação de vocês...

Carmona, que é alto (foto acima), sentia-se crescer ainda mais, quando o professor completou:

- Certamente não funciona!

Da importância da Faculdade de Direito da UFRGS na Reforma:

Quando o Código completava dez anos, em 1983, a Faculdade de Direito da UFRGS sediou o I Congresso Brasileiro de Direito Processual. Diversas teses apresentadas embasaram a Reforma Processual. Milton dos Santos Martins faleceu antes que a sua, sobre embargos infringentes, fosse convertida em lei, em 1994.

Extraviada a ata de 1958, decidiram elaborar nova ata de fundação do Instituto Brasileiro de Direito Processual, com a participação dos professores gaúchos Adroaldo Furtado Fabrício, Alcides de Mendonça Lima, Araken de Assis, Athos Gusmão Carneiro, Carlos Alberto Álvaro de Oliveira, Carlos Silveira Noronha, Galeno Velinho de Lacerda, Ovídio A. Baptista da Silva e Teori Albino Zawaski.

Em 1995, em Brasília, em membros presentes ao Congresso Processual, o Rio Grande do Sul perdia apenas para a sede e São Paulo. Contudo, de 1983 a 1997, apenas este gaúcho que voz fala foi admitido no Instituto! Por nossa sugestão e apoiados por Ada Pelegrini Grinover, Thereza Celina Arruda Alvim Wambier, Carlos Alberto Carmona, Petrônio Calmon, entre outros, na Assembléia Geral de 13-8-2000, alteramos o Estatuto, criando a administração regional, por Diretoria Executiva ombreada por Conselho Diretor. Com apoio de Nelson Nery Jr., apresentamos novos sócios gaúchos: Ademir Fernandes Gonçalves, Ana Luiza Carvalho Ferreira, Darci Guimarães Ribeiro, Dulce Helena Coelho Klein, Maria Berenice Dias, Maria Cristina de Oliveira Silva, Marco Aurélio Bortowski e Ricardo de Oliveira Silva (RePro 85/2-3). Repassamos fichas para inscrição de outras dezenas de professores gaúchos a Berenice Dias, a qual deu seguimento à formação da Diretoria Executiva Regional e, eleita presidente, isso ajudou a romper o paradigma que, até então, vinha obstaculizando sua promoção como a primeira Desembargadora gaúcha. Em 2000, o ampliado Instituto Brasileiro, com duas centenas de membros gaúchos, alterou o estatuto extinguindo a Diretoria Executiva Regional.

Segundo os processualistas estrangeiros, a legislação processual brasileira se tornara, na virada do milênio,  a mais moderna do mundo. E a contribuição gaúcha foi significativa. A legislação italiana modelo para a antecipação de tutela estava toda baseada na doutrina de Ovídio A. Baptista da Silva, o primeiro, no mundo, a defender tal possibilidade.

Contudo, apesar da lei, em 1994, elevar a ordem pública o princípio da lealdade, os juizes continuaram agindo como antes, quando o exame a conduta processual da parte dependia de pedido expresso da parte contrária. Previmos os males que provocaria ao sistema jurídico em alguns trabalhos, sobre princípio da lealdade; um é citado como referência, na Wikipedia:

De Wikipedia

Do 3º modelo processual civil:

Dos 10 projetos da Reforma Processual dos anos noventa, 4 leis com extensas modificações foram publicadas no dia 14.12.1994.

Pretendia dar um caráter satisfativo ao processo de conhecimento. Até o conceito de sentença foi alterado para se adequar a tal modelo: Antes, o fim do processo de conhecimento, agregou um apêndice, a fase de cumprimento. O processo de execução recebeu reformulação cosmética, quando necessitava um posicionamento ideológico e algumas providências simples:

No processo de conhecimento o autor pretende que reconheçam um direito, declare a existência ou não, de uma relação, ou extinga, ou modifique algum ato. O autor alega. O Estado-Juiz abre prazo para o réu responder. Busca o contraditório porque, no início desse processo, autor e réu são iguais:

De Igualdade até o final do Processo de Conhecimento

No processo de execução a situação é totalmente diferente. Mais do que um simples autor, quem postula é um credor. No pólo passivo, não é apenas um réu; o acionado é devedor. Exeqüente e executado situam-se a diferentes distâncias do órgão julgador. Os pratos da balança não têm o mesmo peso.  Porque o devedor tem uma sobrecarga, algo que deve ao credor, e o seu prato está mais pesado, fica abaixo. O autor é credor, contudo, falta-lhe algo, o seu prato está leve, e fica mais próximo. O Estado-Juiz deve restabelecer o equilíbrio: Retirar do devedor, e entregar ao credor:

De Disparidade até o final do Processo de Execução

Essa fase da Reforma quis se espelhar na Justiça do Trabalho. Contudo, limitou-se a adaptar regras, sem a preocupação de adotar os paradigmas que amparam sua eficácia na Justiça Trabalhista, a qual se baseia na presunção de disparidade entre as partes. No processo civil, a execução continuou sendo tratada com base no modelo de paridade e, conforme prevíramos, as mudanças cosméticas ampliaram a quantidade de atos e pioraram os problemas.

Hoje em dia, penso, seriamente, que meus bem intencionados Colegas do IBDP foram iludidos pelos lobistas dos controladores globalistas.

De Acultura da superficilidade egocêntrica

Das falsas crenças e valores invertidos dos lobistas dos controladores globalistas:

(sofisma 1)  julgar procedente estimularia o ajuizamento de demandas?

(sofisma 2)  indeferir reduzirá o volume de ações?

Os processos que envolvem órgãos governamentais e instituições financeiras representam mais de 90% das ações. Se os eliminarmos, ao invés de julgar centenas de processos por semana, cada órgão jurisdicional prolataria algumas dezenas de decisões. Com dez vezes mais tempo, ponderariam sobre as informações seriamente coletadas, produzindo magníficas decisões. Estas, por sua vez, estimulariam o comportamento ajustado, e a sociedade teria um nível, jamais alcançado, de paz social.

Você já se perguntou porque há tanta violência e insegurança se esta geração atual é a mais preparada e toda a história humana? Tal paradoxo só explica pela existência .

Querem culpar os advogados pelo aumento na quantidade de processos nos advogados. Contudo, a maioria das demandas seria evitada se juízes estudassem os casos e realizassem justiça. Os 90% de processos são motivados em auferir o lucro propiciado pela demora.

As corporações, somadas aos políticos, todos estão interessados na ineficácia da Justiça e colocam em prática um superficialismo acompanhado da vergonhosa prática de buscar motivos para a improcedência, sob a desculpa de pressa. Não haver tempo é uma falsa crença:

Há juízes que estudam os processos, e proferem magníficas decisões!

Vocacionados, focados em Justiça e paz social, são a prova de que podemos ter uma Justiça fabulosa.

O bom juiz, resolve todo e qualquer problema,  independente da Lei, porque:

"O Direito é muito maior do que a Lei e seu objetivo devem ser sempre a realização da Justiça."  Ministro Garcia Vieira, Resp 495-RJ, v. u. 5-2-1990, RSTJ 8/301.

Curiosamente, entre os que alegam falta de tempo, encontramos muitos que criam embaraços, especialmente contra os advogados que ousam discordar da crença de que o juiz é Deus. Talvez tenham razão: Só Deus para saber o que existe nos autos de um processo que jamais abriram!

Assinar mais decisões do que poderiam ler, em processos que nunca examinaram!

Sob a crença da pressa, os gabinetes são orientados a usar o modelão, copiar parte da sentença, colocar o nome das partes e, em minutos, um estudante editou um acórdão que decidirá o futuro de muitas pessoas, e o fez enquanto navega pela Internet e paquera seus colegas! Qualquer desculpa é usada para indeferir: O papel aceita tudo! O vício da improcedência aumenta o lucro ilícito: Apesar das barbaridades que praticam,  vencem sempre. Se não formalmente,  lucram com a demora; Os honorários são aviltantes, e as indenizações pífias!

De Lucrar, lucrar, lucrar!

Da cupidez:

Valorar o lucro acima de tudo, está na raiz de todos os problemas!

A cultura que predomina (aceita pela maioria) flutua sobre um sistema de crenças falsas e de valores invertidos, disseminados pelos lobistas dos controladores globalistas.

Habilmente, os lobistas dos controladores globalistas semearam a hostilidade, alimentada por sofismas, tais como:

- o advogado seria culpado pela morosidade da justiça, e não merece ser tratado com dignidade;

-  os honorários e indenizações pífios desestimulariam o ajuizamento de demandas;

-  decisões justas poderiam ser alcançadas sem informações sobre a controvérsia;

- julgar seria concluir rapidamente em exame superficial e sem precisar colher todas informações;

- decisões injustas seriam menos danosas à sociedade do que a demora provocada pelo exame cuidadoso;

-  a prestação jurisdicional poderia ser terceirizada através de estudantes que mal sabem limpar seus traseiros;

- e a pior de todas, que Sálvio de Figueiredo Teixeira denominou de juizite,  o complexo de autoridade e de abuso de poder que comete pessoas não vocacionadas que, lamentavelmente, cada dia estão em maior quantidade: Juiz é Deus, representa a justiça, e não pode ser contestado, e se for permitida a exposição da injustiça e abuso cometido, a instituição perderá sua credibilidade.

São sofismas.

Para acreditar nessas mentiras, é necessário que a pessoa esteja bastante distraída, enquanto a mentira é repetida até se tornar parte do cotidiano.

A ponderação, somada à cuidadosa coleta de informações, sempre foram base para realizar justiça, desde sua origem mais remota, nos agrupamentos pré-civilização.

A essencialidade de tais características é conhecida de qualquer processualista sério, como registra o Professor Galeno Lacerda (Teoria Geral do Processo. Forense, 1ª ed. 2006).

Sem ponderação sobre informações seriamente coletadas, não é justiça;    mas encenação!

Ademais, para funcionar adequadamente, são necessários o respeito e a confiança:

“Juiz e advogado são como espelhos:  cada um deles olhando para o interlocutor, reconhece e saúda, reflete em si mesmo a própria dignidade.”

Piero Calamandrei, “Eles, os juízes, vistos por nós, os advogados”.

Então, como que isto aconteceu?

Os lobistas dos controladores globalistas e políticos corruptos envolveram os magistrados com distrações.

Distrair para permitir semear crenças falsas e inverter os valores:

Após 1988, os Estados caíram em insolvência: A nova Constituição Federal ampliou-lhes as atribuições, provocando encargos financeiros novos, enquanto a reforma tributária reduzia as receitas estaduais, concentrando recursos na União! Os Estados simplesmente precisavam reduzir sua maior despesas, a folha de pagamentos. A magistratura enfrentou, pela primeira vez, a desdita de ter que lutar por sua dignidade, por necessidades básicas de recursos para sobreviver!

A experiência dos magistrados gaúchos, transformada na Lei Federal nº 7.244, de 7/11/1984, de intentar conciliação, produzira excepcionais resultados:

Durante uma década, as Pequenas Causas dependeram do trabalho abnegado dos operadores: Juízes, advogados-conciliadores e servidores, todos trabalhavam motivados pelo ideal de Justiça.

Em 1990, o Código de Defesa do Consumidor criou regras fabulosas. Contudo, mais de duas décadas depois, as corporações continuam com práticas e lucros abusivos como se grande parte delas não estivesse em vigor! As normas do Direito do Consumidor asseguram tutela plena, contudo, no Foro são ineficazes. Raramente o consumidor vence e os valores são uma piada.

Como conseguiram isto? Convocaram lobistas dos controladores globalistas, pessoas eloqüentes, charmosas, capazes de impressionar e de cativar rapidamente para assumir a liderança e espalharem crenças falsas, invertendo valores.

Uma das piores é a crença de que reduz o volume de trabalho indeferir e fixar indenizações pífias, mentira adocicada para quem quer evitar o trabalho:

É fácil e rápido achar um motivo para indeferir.

É trabalhoso julgar:  Entender todos os fatos e o pedido; Dirimir controvérsias das versões mediante um cuidadoso exame da prova; Estabelecer o silogismo entre os fatos e o Direito;  Retornar aos fatos para mensurar o valor do dano.

Para que tanto,  se basta escolher um único motivo e julgar improcedente?

Nos casos onde a lesão é mais evidente, se a prestadora não for poderosa, deferem indenizações pífias, e honorários aviltantes, para refrear o animus ajuizandi.

Isso causa frustração e prejuízo porque o valor não cobre o custo do processo, de tempo, deslocamentos, etc. A advocacia artesanal é privada de efetiva contraprestação

Insatisfeitos, os jurisdicionados passaram a acionar a Justiça comum. Contudo, não demorou a copiar o mesmo mecanismo, que vem minando a paz social:

A Lei 9.099/95 nasceu repleta de boas intenções. Contudo, devido à crise que assolava a magistratura, foi usada para criar cargos e reduzir o arrocho vencimental.

Isso inverteu o perfil dos operadores:

Antes, o Juizado de Pequenas Causas era movido pela labuta dos abnegados voluntários, sem remuneração.

Os cargos do Juizado Especial são disputados por quem quer melhorar o vencimento.

A conscientização dos direitos, aumentou as demandas e os lobistas dos controladores globalistas aproveitaram para implantar a encenação jurisdicional a fim de assegurar o lucro das grandes empresas lesando o consumidor impunemente.

Do lucro em protelar:

As Instituições Financeiras estão entre os maiores litigantes. Retardam os pagamentos para manter, em seu poder, os recursos, que emprestam a juros compostos, mês a mês, de 8% a 12% (dados públicos, art. 334, CPC).

No Foro o juro é simples, de 12% ao ano.  Em poucos meses, a diferença passa de 100%. Memória de cálculo de juros em um intervalo de 2 anos:

Juros forenses,  de 12% ao ano, em  2 anos:

Juros percentuais em 2 anos = 24,00 %

Valor para fim de exemplo: R$ 8.000,00

Valor dos juros = R$ 1.920,00

Total com os juros forenses = R$ 9.920,00

* Observações sobre o juro forense simples:

Fórmula dos juros simples: Juros = (taxa / 100) * períodos

períodos = 17/31 (prop. Jul-09) + 23 (de Ago-09 a Jun-11) + 14/31 (prop. Jul-11) = 24

Juros = (1 / 100) * 24 = 24,00 %

Compare aos Juros bancários compostos a 8% ao mês:

Juros percentuais compostos em 2 anos = 534,12 %*

Aplicado sobre mesmo valor do exemplo: R$ 8.000,00

Valor dos juros = R$ 42.729,60

Valor total com juros = R$ 50.729,60

* Observações sobre os juros compostos bancários:

Fórmula dos juros compostos: Juros = ((1 + taxa / 100) ^ períodos) – 1

períodos = 17/31 (prop. Jul-09) + 23 (de Ago-09 a Jun-11) + 14/31 (prop. Jul-11) = 24

Juros = ((1 + 8 / 100) ^ 24) - 1 = 534,12 %

Diferença em um ano R$ 40.809,60 (R$ 42.729,60 – RS 1.920,00).

O exemplo comparou juros forenses ao percentual mínimo (8%) dos juros compostos bancários. Contudo, não pense que só os bancos lucram.

As atividades comerciais bem sucedidas lucram alguns pontos percentuais mensais. Desta forma, toda empresa pode ter lucros consideráveis apenas “discutindo” na Justiça o que deveriam ter pagado!

O comportamento protelatório transforma a derrota em vitória:

Em meses,   o lucro da atividade é diversas vezes superior ao valor da condenação. Paga toda a conta do processo,   e ainda sobra! Mesmo agregando custas, a multa de mora de 10% do art.475-J, honorários e indenização pela litigância de má-fé, em 20%, e multa em favor do Estado, a conta forense será inferior ao resultado dos juros bancários, de maneira que as instituições financeiras lucram – daí a necessidade de punir o litigante de má-fé para refrear essa conduta.

Contudo, o fato de haver tantos processos permitiu aos juízes acreditarem nas mentiras adocicadas dos lobistas dos controladores globalistas de que não existe como examinar a conduta processual. Não há notícia de condenações contra grandes empresas. Pelo contrário, ao invés de punir quem agiu ilicitamente, não vocacionados inventam pretextos para punir quem pede que trabalhem: Embora a condenação seja da parte, obviamente prejudica ao advogado, vítima do abuso de poder, uma violação aos direitos humanos, pois é flagrante represália pelo fato do causídico ter solicitado que o juiz cumprisse o dever do cargo no qual está investido!

Comprova o mal que vem sendo causado por não punir os infratores, a Assistência Judiciária Gratuita.

A Lei 1.060/50, com a nova redação do art. 4º, em vigor a partir de 1986, assegurou desfrutar do benefício mediante a singela alegação. Contudo, como a litigância de má-fé não era penalizada, cada vez mais pessoas que não reuniam as condições pediram, estimulando lides aventureiras!

Novamente, bastava punir os infratores: A Lei autoriza condená-los a pagar o décuplo das custas:   “Presume-se pobre, até prova em contrário, quem afirmar essa condição ... sob pena de pagamento até o décuplo das custas judiciais.” Lei 1.060/50, art. 4º, § 1º, redação da Lei nº 7.510, de 4/7/86.

Ao invés disto, passaram a exigir prova da necessidade de todos que solicitavam.

Criaram problemas para todas as pessoas, a maioria delas honestas e sem recursos.

Dificultaram o acesso à justiça!

Retardaram a prestação jurisdicional com atos desnecessários.

Sem falar do volume de documentos ilegalmente esigidos.

E o pior:

Continuaram sem punir os infratores!

A impunidade dos maus, ampliou-lhes a audácia, aumentando a ocorrência de atos ilícitos e, conseqüentemente,  a quantidade de litígios, apesar de dispormos de normas adequadas para reduzir as demandas:

Art. 18. O juiz ou tribunal, de ofício ou a requerimento, condenará o litigante de má-fé a pagar multa não excedente a um por cento sobre o valor da causa  e a indenizar a parte contrária  dos prejuízos que esta sofreu, mais os honorários advocatícios e todas as despesas que efetuou

(...) § 2o O valor da indenização será desde logo fixado pelo juiz, em quantia não superior a 20% (vinte por cento) sobre o valor da causa, ou liquidado por arbitramento.  

De Prof. PADilla Faculdade de Direito UFRGS

Eureka!  Há solução:

Para acabar com a corrupção, vimos acima, é só extinguir o precatório e controlar a morosidade processual.

A vida é simples, algumas pessoas é que são complicadas como, no caso, as que criaram esse ambiente de encenação jurisdicional.

Podemos quebrar este paradigma?

Podemos eclodir um movimento para ACORDAR:

Acordar a maioria que,    entorpecida,     alimenta as torres gêmeas da SUPERFICIALIDADE e das FALSAS CRENÇAS,   formando a base que alimenta os politicos corruptos e lobistas dos controladores globalistas.

Acordar do torpor da acultura da superficialidade egocêntrica!

Os psicopatas são insensíveis, frios,  calculistas e capazes de mentiras inteligentes possuindo "brutal capacidade de manipulação e nenhum sentimento de culpa ao fazer isto". Extremamente lúcidos, não perdem tempo, nem energia, com juízos de valor. Agem rapidamente, tudo fazendo para satisfazer os desejos egocêntricos de quem os financia. Não tem qualquer remorso, mesmo se impuserem aos outros todo o tipo de sofrimento... Inteligentes,   são capazes de falsamente demonstrar sentimentos altruístas que não possuem, pois aprendem a estudar seus comportamentos, para conquistar simpatia. Nada (em termos morais) os detém.

A maioria das pessoas é decente, e quer o bem. A maioria se deixa levar por achar “normal” esse egocentrismo artificial espalhado pelos lobistas dos controladores globalistas. Resgate o seu livre arbítrio.

Chega de corrupção e ineficácia da Justiça.

Podemos controlar a morosidade mediante o acréscimo de cinco §§, ao art. 18, do CPC:

§ 3º. Em cada Tribunal, junto à Corregedoria-Geral, funcionará um Departamento Comportamental para o exame da conduta processual e parecer técnico.

§ 4º. O Departamento Comportamental manterá um banco de dados dos atos que, em tese, configurem conduta desleal, a partir das comunicações que receber, de ofício, ou a requerimento, do interessado ou Ministério Público, devidamente instruído.

§ 5º. Comportamentos de distintos processos poderão ser agrupados e serem objeto de parecer conjunto da conduta processual.

§ 6º. No prazo previsto no art. 495, do CPC, o parecer sobre a tipicidade da conduta e a recomendação de sanções será encaminhado ao órgão julgador, onde será assegurada vista às partes e Ministério Público, em prazo sucessivo, de dez (10) dias cada, findos os quais serão conclusos para homologação.

§ 7º. Considerar-se-ão todas as circunstâncias e, analogicamente, no que pertinente, os princípios e normas de aplicação da pena (arts. 59 a 67) do Código Penal.

A verificação do comportamento processual exige o exame de atividades em conjunto. Um ato isolado nem sempre se percebe a tipicidade. A avaliação de conduta na litigância de má-fé possui natureza distinta do exame de mérito dos processos de natureza cível onde a intenção do agente é, muitas vezes, irrelevante. Numa reparação de dano, interessa o nexo causal e a dimensão do dano. O exame da conduta processual exige um tipo de valoração comportamental que mostra mais afinidade com o direito penal do que com o civil.

Certamente você já deve ter desconfiado que, ao desenvolver uma linha de pesquisa expondo as manipulações da opinião pública e todo mal que isso causa, confrontamos interesses muito poderosos. Então, agora ficou fácil entender tudo que eles nos fizeram.

 A acultura da superficialidade é uma das mais consistentes explicações, talvez a única a fazer sentido, o paradoxo de uma quantidade impressionante de novos profissionais do direito escreverem tão mal. A linguagem é o instrumento de trabalho jurídico como se frisa-se a lustros http://www.padilla.adv.br/teses/normas/linguagem/  causando espécie pessoas colarem grau em direito sem domínio da principal ferramenta dessa ciência!

  “Ainda que a concentração de renda não seja algo problemático, ao contrário do que o mantra estatista geral reproduz, a Justiça do Trabalho e seus magistrados mantêm um papel ativo quando se trata de diminuir a produtividade, aumentar o desemprego, destruir a criação de riquezas, criar um ambiente jurídico inóspito para a inovação e o crescimento profissional e — como este artigo tentou demonstrar — concentrar renda na mão de poucos. Especialmente se esses poucos são eles mesmos.” http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2492#.V7YmF5jdwUQ.facebook

  Novo CPC: mais um engodo? Previmos a ineficácia da mudança desde quando surgiu a ideia de criar um novo CPC.

  A mudança alegadamente bem intencionada pavimentou o caminho do inferno...

  Confira por que: http://padilla-luiz.blogspot.com.br/2016/06/novo-cpc-mais-um-engodo-duplo-do-foro.html

 O excesso de legislação amplia o engodo: “Será de pouco proveito para as pessoas o fato das leis serem feitas por homens eleitos por elas, se as leis forem tão volumosas que elas não possam ser lidas, ou tão incoerentes que não possam ser compreendidas; se elas são rejeitadas ou revistas antes de serem promulgadas, ou se submetem a incessantes alterações de modo que nenhum homem que saiba o que é uma lei hoje possa adivinhar o que ela será amanhã.” James Madison Federalist no. 62 [27 de Fevereiro, 1788]

“Uma democracia pressupõe o Governo a serviço do Povo. No Brasil, há uma vocação política doentia em sempre considerar os interesses do Governo como sendo coincidentes com os do Povo.” Jorge Ernesto Macedo Geisel
http://www.midiasemmascara.org/arquivos/3538-quimera-republicana.html 

    No mesmo sentido: Novo CPC trouxe mais problemas do que soluções https://docs.google.com/document/d/1maz8UzGpcZfmfGhbXcj7swz1Mf4OEfPsZ_ziWs2sS-s/pub

   Há anos previmos! Divulgamos advertências sobre ineficácia da mudança desde quando surgiu a ideia de criar um novo CPC na primeira década do milênio. A mudança, alegadamente bem intencionada, pavimentou o caminho do inferno... Confira http://padilla-luiz.blogspot.com.br/2016/06/novo-cpc-mais-um-engodo-duplo-do-foro.html

Escultura (Survival of the Fattest, China, 2002) do artista dinamarquês Jens Galschiot: a (in)Justiça obesa, ociosa e parasitária, sustentada pelo povo miserável e quebrado com o 😡sofrimento Nenhuma imagem conseguiria retratar, de forma tão fiel como essa, uma parcela do Judiciário brasileiro. Deveria haver algo assim em frente ao STF, em Brasília? Ou uma foto dessas na entrada de cada Foro ou Sala de Audiência? Comente em https://www.facebook.com/ProfessorPadilla/posts/1994320824169148 

A encenação jurisdicional camufla a corrupção:

  Julgamento no TJ-SC é suspenso quando advogado acusa desembargador de pedir propina:
  Felisberto Odilon Córdova acusou o relator Eduardo Gallo de pedir R$ 700 mil para julgar favoravelmente aos seus interesses.
Por Rafael Martini 03/08/2017 21h34min
 
Não se fala noutra coisa no meio jurídico em Santa Catarina. O clima esquentou no Tribunal de Justiça nesta quinta à tarde. Durante a sustentação oral na 1ª Câmara Cível, o advogado Felisberto Odilon Córdova acusou o desembargador Eduardo Gallo, relator do processo, de ter lhe feito uma proposta pedindo R$ 700 mil para julgar favoravelmente aos interesses do cliente.
 A causa envolve uma disputa de R$ 35 milhões (agravo de instrumento interposto em execução de honorários). Bastante exaltado, Córdova não economizou nas críticas e exigiu apuração do Ministério Público.
-
Este julgamento merece ser impugnado porque ele está comprado -, bradou o advogado do púlpito.
 Diante da denúncia considerada infundada pelo desembargador, Gallo exigiu que se desse ordem de prisão ao advogado. Reclamou dos excessos verbais e disse nunca ter sido chamado de vagabundo em 25 anos de magistratura. Para acalmar os ânimos, o presidente da Câmara, desembargador Raulino Brunning, pediu vista dos autos, suspendeu o julgamento e decidiu oficiar o Ministério Público e OAB para acompanharem o caso.
 Um vídeo que mostra o momento do auge da discussão circulou rapidamente em grupos sociais na internet. O presidente da OAB-SC, Paulo Brincas, determinou a instauração de uma comissão que será presidida por ele para apurar os fatos. O presidente em exercício do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, desembargador Alexandre d'Ivanenko, também informou por meio da assessoria de comunicação que já tinha ciência do ocorrido e pretende analisar o caso para depois se manifestar.
  A coluna também procurou o desembargador Gallo, via assessoria do TJ, mas foi informada que ele não estava mais na corte.
 Aliás, independentemente da polêmica, a gravidade da denúncia exige uma rápida apuração dos fatos com toda a transparência necessária e respeito aos princípios legais. Caberá à OAB, Tribunal e Justiça e ao próprio Ministério Público assumirem o protagonismo do caso, evitando que o tema fique restrito aos compartilhamentos nas redes sociais. Inclusive pelo bem da carreira dos envolvidos
.
O pedido de vista:
http://zh.rbsdirect.com.br/imagesrc/23549582.jpg 

http://dc.clicrbs.com.br/sc/colunistas/rafael-martini/noticia/2017/08/julgamento-no-tj-sc-e-suspenso-apos-advogado-acusar-desembargador-de-pedir-propina-9860276.html

https://www.google.com.br/amp/amp.dc.clicrbs.com.br/amp/9860276/julgamento-no-tj-sc-e-suspenso-apos-advogado-acusar-desembargador-de-pedir-propina

Atuação de juíza de Porto Alegre é alvo de críticas de MP e polícia:

  Em pouco mais de um mês, a magistrada soltou 20 presos perigosos: Mauricio Tonetto 07/03/2014 - 04h51min

  Conhecida no meio jurídico como "Iraque" pela violência dos réus, a 1ª Vara Criminal do Tribunal do Júri de Porto Alegre é alvo de polêmica desde 21 de janeiro deste ano devido à atuação da juíza Sonáli da Cruz Zluhan, 54 anos, uma magistrada de perfil “liberal.” Designada por tempo indeterminado para o lugar de Volnei dos Santos Coelho, agora na Corregedoria do Tribunal de Justiça (TJ), ela já revogou as prisões de 31 réus no período de atuação, alguns de alta periculosidade. Membros do Ministério Público (MP) e da Polícia Civil estão indignados.

Essa vara é o Iraque. Algo está errado. Ela faz um trabalho danoso em nome de uma ideologia de esquerda, marxista, que prega que todo mundo é vítima da sociedade. Vai repercutir diretamente no aumento da criminalidade — acredita o promotor Eugênio Amorim, da Promotoria de Justiça do Tribunal do Júri da Capital.

 Alinhada ao direito alternativo, recomenda que a aplicação de uma lei deve levar em conta o contexto social de cada caso, Sonáli Zluhan fez com que 20 presos voltassem às ruas — 11 dos 31 cumprem pena por outros crimes e seguiram detidos — em pouco mais de um mês em Porto Alegre. Na maioria dos casos, eles respondem por delitos como homicídio doloso, formação de quadrilha, tráfico de drogas e receptação.

— São reincidentes e perigosos. Deixá-los soltos pode motivar até atos de linchamento. Quando o Estado não se faz presente, as pessoas agem. Não acho que ela tenha de ser dura, apenas imparcial. Isso precisa ser denunciado para a sociedade. Qual é a responsabilidade do Judiciário com os homicídios em Porto Alegre? — questiona Amorim.

O histórico de polêmicas da magistrada não é de hoje. Quando trabalhou em Caxias do Sul, na Serra, ela permitiu, em 2004, a soltura de Cristiano Ribeiro, condenado por roubo e extorsão.

Em liberdade condicional, ele foi flagrado ao entrar no Presídio Industrial com drogas. Libertado novamente, participou de assalto que resultou na morte do comerciante Luiz Alberto Moretto, irmão do então bispo da cidade, dom Paulo Moretto.

Soltura de réus elimina provas, diz delegado

A promotora do Tribunal do Júri de Porto Alegre Lúcia Callegari argumenta que a postura da juíza aumenta a sensação de insegurança:

— Temos problemas em localizar as pessoas para as provas nos processos, e as revogações das detenções tendem a piorar o cenário, pois ninguém se sentirá motivado a depor com o suspeito livre. Isso vai de encontro a uma megaestrutura de 16 delegacias de polícia montada para combater os homicídios.

Para a Polícia Civil, o sentimento é de frustração. A soltura de réus, de acordo com o diretor de Homicídios do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, Cristiano Reschke, é decisiva para a coação de testemunhas e a eliminação das provas:

— É muito frustrante. Não podemos ser coniventes e aceitar calados tais liberalismos e excesso de garantismos. Quem assegura a integridade física, psíquica e a vida das testemunhas que passarão a sofrer ameaças graves para que não confirmem seus depoimentos no júri, uma vez que os autores dos crimes muitas vezes residem na mesma vila ou bairro que elas?

Por meio de uma nota (leia abaixo), o TJ limitou-se a comentar que a Corregedoria não interfere no conteúdo das decisões dos juízes. Zero Hora tentou contato com Sonáli durante toda a quinta-feira, mas, em férias, ela não foi encontrada.

CONTRAPONTO

  O que diz Deborah Coleto Assumpção de Moraes, juíza da Corregedoria-geral da Justiça no Estado:   "A Vara do Júri está vaga, atendida, por Juiz Substituto. A designação de Sonáli, juíza substituta de entrância final, na referida Vara, decorreu da necessidade de priorizar o atendimento à unidade mediante atuação de um Juiz com dedicação exclusiva. O conteúdo de suas decisões traduz aspecto de ordem jurisdicional, no que a Corregedoria-Geral de Justiça não interfere. Eventual inconformidade do promotor de Justiça deve ser veiculada na esfera recursal própria."  http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2014/03/atuacao-de-juiza-de-porto-alegre-e-alvo-de-criticas-de-mp-e-policia-4439038.html 

PERFUME NA MERDA: OBRIGADO, SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL!   Marcelo Rates Quaranta
Eu quero agradecer, em meu nome e em nome de todas as pessoas comuns, cidadãos simples do meu país como eu, pelas últimas decisões tomadas pelo nosso Egrégio Supremo Tribunal Federal.
Sim, o Supremo fez de nós pessoas melhores do que pensávamos ser.
Quando olhávamos aqueles Ministros sob suas togas, com passos lento e decididos, altivos, queixos erguidos, vozes impostadas ditando verdades absolutas e supremas, envoltos numa aura de extrema importância e autoridade, nos sentíamos pequenos, minguados e reles plebeus diante de uma Corte que beirava o sublime, o inatingível e o intangível.
Com essas decisões o Supremo conseguiu fazer com que a minha percepção sobre mim e sobre nós mudasse. Eles não são deuses. São pessoas tão pequenas e tão venais, que qualquer comparação que eu .faça de mim e de nós em relação a eles, seria desqualificar-nos a um nível abissal. Tudo aquilo é fantasia, tudo aquilo é pose e tudo aquilo não passa de um teatro, mas nós somos reais.
Foi aí que eu vi o quanto somos mais importantes que eles! Enquanto as divindades supremas encarnam seus personagens de retidão e lisura, mas com suas decisões abduzem a moral e destroem o país (e de quebra a reputação do Judiciário), nós brasileiros comuns e sem toga trabalhamos arduamente dia e noite para construir o país, ou pelo menos para minimizar os danos que eles provocam.
Então... Como é que um dia eu pude vê-los como sendo superiores a nós? Eu estava enganado. Nós somos muito superiores a eles, mesmo sendo zés, joãos, marias, desde o pequeno ambulante ao médico ou engenheiro. Nós somos as verdadeiras autoridades, porque nossa autoridade não foi conferida por um político malandro capaz de tudo com uma caneta. Nossa autoridade nos foi dada pela nossa força de continuar tentando fazer um Brasil melhor.
Fico sinceramente com pena é dos advogados, que são obrigados a chamar esses ministros de Excelência, ainda que com a certeza de que não há excelência alguma nos serviços que eles estão prestando à nação. Acho que deve ser o mesmo sentimento de ser obrigado a chamar o cachorro do rei de "my lord".
Agora eu sei o quanto somos bem maiores que eles, mesmo sem aquelas expressões em latim e doutrinas rebuscadas cheias de pompas e circunstâncias, que no final significam apenas passar perfume em merda. Se há alguém realmente importante no Brasil, esse é o Excelentíssimo Povo Brasileiro, que apesar de tudo é obrigado a sentir o mau cheiro que vem da “alta” Corte, e mesmo com náuseas e ânsia de vômito, tem que acordar as 5 da manhã pra fazer aquilo que eles não fazem: Produzir.
Obrigado, Supremo, por nos mostrar que hoje o rei sou eu e o meu povo.

Turma Recursal desconstituiu sentença copiada na íntegra por juíza

31 de janeiro de 2017, 14h35 Por Jomar Martins

 Sentença copiada na íntegra de outro juiz afronta o princípio constitucional de que todas as decisões devem ser motivadas, como exige o artigo 93, inciso IX, da Constituição. Além disso, descumpre a regra prevista no artigo 489, inciso II, do novo Código de Processo Civil, pois os fundamentos são elementos essenciais da sentença.

 Movida por esse fundamento, a 2ª Turma Recursal da Fazenda Pública dos Juizados Especiais da Justiça Estadual do Rio Grande do Sul desconstituiu, de ofício, sentença proferida pela juíza Márcia Kern, que jurisdiciona na Comarca de Porto Alegre. Ao julgar uma ação sobre diferenças de horas extras de agente penitenciário, a juíza Márcia transcreveu na íntegra sentença da colega Rosana Broglio Garbin, ‘‘a fim de evitar desnecessária tautologia’’ — não ser redundante.

 A juíza relatora Rosane de Oliveira Michels disse que nem se manifestaria sobre o mérito do recurso inominado porque a ‘‘sentença vergastada’’ julgou o pedido da inicial improcedente com base na sentença de outra magistrada. Ela entendeu que essa questão prejudicial se sobrepõe à apreciação do mérito recursal, já que a matéria discutida não recebeu um provimento judicial.

‘‘Assim, ante a absoluta ausência de manifestação do juízo sentenciante sobre os fatos debatidos nos autos, torna-se inviável a este Colegiado confirmar ou reformar a deliberação judicial. Por outro lado, estar-se-ia suprimindo um grau de jurisdição’’, escreve Rosane na decisão monocrática.

 Prejudicada a análise do recurso, os autos retornaram ao Juizado Especial da Fazenda Pública, onde Márcia jurisdiciona, para produção de nova sentença. A decisão monocrática da juíza relatora do recurso foi tomada na sessão de 26 de janeiro.

Clique aqui para ler a íntegra da sentença.

Clique aqui para ler o acórdão.

 Exemplo do ambientalismo falso humanista e da intromissão do Judiciário na cultura de estado autônomo provando ser falso o federalismo tupiniquim. Na ADI 4.983, o Supremo julgou inconstitucional lei cearense regulamentando a vaquejada. A Lei 15.299/2013, do estado do Ceará, tratou da vaquejada como prática desportiva e cultural no estado. Dia 6/10/16, a maioria do STF acompanhou o voto do relator, ministro Marco Aurélio, considerando haver “crueldade intrínseca” na norma.

O julgamento da matéria teve início em agosto de 2015, quando o relator afirmou o dever de proteção ao meio ambiente (artigo 225 da Constituição Federal) sobrepor-se aos valores culturais da atividade desportiva.

 Em seu voto, o ministro Marco Aurélio afirmou que laudos técnicos contidos no processo demonstram consequências nocivas à saúde dos animais: fraturas nas patas e rabo, ruptura de ligamentos e vasos sanguíneos, eventual arrancamento do rabo e comprometimento da medula óssea. Também os cavalos, de acordo com os laudos, sofrem lesões.

Para o relator, o sentido da expressão “crueldade” está no inciso VII do parágrafo 1º do artigo 225 da Constituição e alcança a tortura e os maus-tratos infringidos aos bois durante a prática da vaquejada. Assim, para ele, revela-se “intolerável a conduta humana autorizada pela norma estadual atacada”.

Na mesma ocasião, o ministro Edson Fachin divergiu do relator e votou pela improcedência da ação. Para ele, a vaquejada consiste em manifestação cultural, o que foi reconhecido pela própria Procuradoria Geral da República na petição inicial. Esse entendimento foi seguido, também naquela sessão, pelo ministro Gilmar Mendes. Na sessão de 2 de junho deste ano, os ministros Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Celso de Mello seguiram o relator.

 Apenas os ministros Teori Zavascki e Luiz Fux seguiram a divergência, no sentido da validade da lei estadual.

 Na sua manifestação em agosto de 2015, no início do julgamento da ação, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, falou em momento de dar um passo à frente no processo civilizatório.

 Para esses falso humanistas, a bandidagem pode estar solta assassinando quase 100.000 pessoas por anos. Contudo, apesar da vaquejada ser reconhecida como um patrimônio nacional, querem mudar comportamentos como fizeram com a farra do boi em SC e as rinhas de galos. Para ele, a Justiça, ao proibir as práticas, alegando “evolução do nosso processo civilizatório” porque estudos apontam a prática da vaquejada provocar danos aos animais.

 Sobre os quase 100.000 assassinatos humanos anuais, nada fazem. Contudo, proíbem a vaquejada porque molesta o bovino!

 Esse é o falso-humanismo que nos combatemos!

 O voto-vista do ministro Dias Toffoli foi favorável à constitucionalidade da lei cearense. “Vejo com clareza solar que essa é uma atividade esportiva e festiva, que pertence à cultura do povo, portanto há de ser preservada”, disse. Segundo o ministro, na vaquejada há técnica, regramento e treinamento diferenciados, o que torna a atuação exclusiva de vaqueiros profissionais. Na mesma sessão votaram também a presidente da corte, ministra Cármen Lúcia, e o ministro Ricardo Lewandowski, ambos pela procedência da ação.

 Assim, seguiram o relator os ministros Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello e Cármen Lúcia. Ficaram vencidos os ministros Edson Fachin, Teori Zavascki, Luiz Fux, Dias Toffoli e Gilmar Mendes.

Clique aqui para ler o voto do ministro Marco Aurélio. O primo de Fernando Collor, desde 19/3/2014, quando o PT nomeou sua filha Desembargadora no TRF2, alinhou-se ao falso humanismo:

 No julgamento do HC contra prisão de Lula após decisão de segundo grau, o ministro Gilmar Mendes votou contra o seu próprio posicionamento doutrinário no trecho do seu livro acima destacado.

 Pronunciamento, em 05/06/2018, no Senado, questiona impeachmente de Gilmar Mendes por soltar bandidos: https://youtu.be/_3fDfkEdndQ e https://republicadecuritibaonline.com/2018/06/05/senador-cobra-em-plenario-impeachment-de-gilmar-mendes/

   Apesar de receberem valores vultosos(*) da sociedade, alguns operadores jurídicos omitem-se de decidir com Justiça os problemas que deveriam resolver. Decidem os processos apenas formalmente sem o exame dos fundamentos apresentados pelo jurisdicionado. Encenam exercer o poder-dever de julgar, sem examinar as questões apresentadas e decidindo com abuso de poder contra quem reclama.

 Saiba mais sobre os valores vultosos pagos aos operadores no judiciário brasileiro e o quanto é caro e ineficiente por causa do inchaço aqui:  https://docs.google.com/document/d/1hgF00tc3ggVAgJ3h7fC7TvNMADC5H1GzWR8bxutSBHU/pub

  Incluindo até “auxílio peru” no estado do RJ onde os policiais receberam salários parcelados: http://m.folha.uol.com.br/mercado/2017/11/1935513-judiciario-do-rio-recebe-auxilio-peru-de-r-2000.shtml?mobile 

   Por alertar, em 1995, do risco de desmanche institucional da efetividade da justiça, o professor Padilla sofreu assédio moral, bullying e assassinato de reputação. Saiba mais aqui: http://bit.ly/PADilla 

   Enquanto as mazelas forenses produzem injustiças e inquietação no Brasil, Michael Mike Cicconetti, juiz em Painesville, Ohio-EUA, mostra ser possível fazer exatamente o contrário: basta ter bom senso e boa vontade.

   O juiz Cicconetti examina o caso, pondera e constrói uma solução visando produzir paz social estimulando comportamentos decentes, exatamente oposto às mazelas forenses no Brasil... Saiba mais http://www.pmcourt.com/judge01.shtml           https://www.facebook.com/Judgemikec/ 

http://www.nbcnews.com/news/us-news/ohio-pepper-spray-assault-case-victim-gets-fire-back-n368051

http://en.newsner.com/couple-gets-caught-having-sex-in-park-but-the-judge-s-punishment-shocks-the-whole-court/about/news

 A acultura da superficialidade dos controladores globalistas "bacharelizaram" o Brasil criando mais cursos de direito em nosso país do que existem em todo o restante do mundo! Para que tantos advogados? Antes de responder isso, pergunte-se: “Havia professores de direito capazes de atender essa demanda de milhares de cursos?” Obviamente que não! Assim, grande parte das vagas de ensino foram preenchidas por professores despreparados deformando os futuros profissionais e produzindo um desmanche cultural com dezenas de milhares de psicopatetas "formados" em direito, contudo, despreparados em lógica jurídica. Sem noção de paz social como finalidade do Direito, são capazes de defender os absurdos do falso-humanismo.

 Nesse cenário, a OAB, pilotada pelo diligente Claudio Lamachia, acentuará a exigência do Exame de Ordem e criará "exame de recapacitação" a cada 5 anos. https://vimeo.com/235047536/ 

 Como professor e pesquisador transdisciplinar, um dos idealizadores da Rede de Conscientização, louvamos a busca da qualidade e exigência de capacitação, priorizando informações de qualidade, contra a onda de idiotização da 5GW e de superficialidade do plano jurídico.

  Confira: http://bit.ly/mazelas 

  O desmanche cultural do bacharelismo era um estratégia da Guerra de 5ª Geração?

  Na 5GW, a luta é dissimulada! A estratégia do inimigo é vencer anulando a nossa capacidade de lutar. A luta é desigual pois o inimigo domina a mídia promovendo a desinformação. Para aumentar a confusão, envolve-nos em um cipoal de paradoxos. Conheça o inimigo e saiba como vamos vencê-lo aqui: https://docs.google.com/document/d/18GHL7vxPPTEIchjlb3ijDnZzZYp3aGaraVPkeAAHudQ/pub 

Judiciário trocou lei por ponderação de princípios dizem Eros Grau e outros advogados: http://www.conjur.com.br/2017-dez-09/judiciario-trocou-lei-ponderacao-principios-eros-grau 

 A nomeação do STF como livre escolha do Presidente gera uma corte comprometida:

  A parcialidade é dissimulada em sorrisos estudados escondendo a corrupção com sofismas, em um aparelhamento institucional que precisamos mudar: http://bit.ly/juiz-pt

 

https://www.youtube.com/watch?v=nNJzQN_2M0Q 

 Para entender a HEM, hipnose em massa, examine https://docs.google.com/document/d/13RnOYN1QAy2W2StSZHtL6LwBEWx7iKBLYHPr2LOzlws/pub       

  Para saber sobre a 5GW, Guerra de  5º Geração, clique aqui: https://t.co/NydYnzAQd7  

 Estamos no meio de uma Guerra de 5ª Geração, 5GW (5th Generation War):

  Como um peixe não percebe a água onde vive, estamos em uma Guerra de 5ª Geração, 5GW, a qual já causou mais mortes do que todas demais juntas.

  Só nesta década, foram centenas de milhões de perdas humanas. Grande parte, no Brasil onde, além dos cem mil assassinatos por ano, houve milhões de óbitos por acidentes e doenças evitáveis e curáveis.

  A população ignora o que é saudável e consome produtos tóxicos acreditando serem alimentos.

  A imobilidade urbana é planejada para consumir o tempo, irritar e entorpecer, criando o caótico ambiente de isolamento e de idiotização, a base do holograma psicopata (*).  Saiba mais sobre a 5GW aqui:  https://t.co/NydYnzAQd7

ou https://docs.google.com/document/d/1gh4E9yoHo5m-1ee32MQNq1Ei9ubZBEWWOgo7zOki_Jc/pub

   (*)   Toda a sociedade é controlada pelo sistema jurídico através das leis e de sua aplicação. Por esse motivo, as carreiras jurídicas e políticas são supervalorizadas na grade de contraprestação para se sentirem satisfeitas permitindo a continuidade do holograma psicopata. Confira por exemplo:  Porque o médico, para salvar vidas, recebe 100 vezes  menos do que um operador jurídico? Saiba mais: https://t.co/f7YOKMHQoP Da série "o que não querem que a gente descubra!"

   A tecnologia atual permite disponibilizar uma vida confortável e segura para toda a população. Então, por que isso não acontece?   Já pensou em quanto esforço coordenado é necessário para impedir o progresso e o conforto alcançar a todos?  Quem são os Controladores criando e mantendo a confusão e o atraso? Descubra aqui http://bit.ly/1mundomelhor

 Usam a HEM, hipnose em massa, através da desinformação sobre saúde induzindo a comportamento danosos, entendendo melhor porque o médico é tão aviltado em http://bit.ly/saude-cuidados 

   Vamos lutar pela libertação humana?

 Como os desumanos dominaram até agora?

A luta humana contra a desinformação psicopata:

Descubras o que não querem que saibas  

 Qual é a origem de todo o mal? ->   Toda a sociedade é controlada pelo sistema jurídico através das leis e de sua aplicação. Por esse motivo, as carreiras jurídicas e políticas são supervalorizadas na grade de contraprestação para se sentirem satisfeitas permitindo a continuidade do holograma psicopata.

   A tecnologia atual permite disponibilizar uma vida confortável e segura para toda a população. Então, por que isso não acontece?   Já pensou em quanto esforço coordenado é necessário para impedir o progresso e o conforto alcançar a todos?  Quem são os controladores criando e mantendo a confusão e o atraso? Descubra aqui http://bit.ly/1mundomelhor

 Pratique artes marciais ou atividades que ajudem a vencer o medo:

 O medo é chamado de “a pequena morte” porque, quando somos dominados pelo medo, nossa capacidade cognitiva caiu. Nosso cérebro, na verdade, possui vários processadores e, quando sentimos medo, a energia é canalizada pela o cérebro mais primitivo, chamado de cérebro réptil, e - por falta de energia no cérebro moderno, chamado de neocórtex, a nossa capacidade cognitiva se reduz.

 Ora, considerando ser,  a inteligência, a ferramenta da raça humana para lidar e resolver os problemas, obviamente que, quando falta energia no neocórtex, o ser humano fica bastante indefeso. Facilmente é anulado, vencido ou manipulado. Por isso é que os controladores  globalistas promovem a acultura do medo - http://bit.ly/aculturadasuperficialidade -  porque ela induz a população viver em um estado de torpor pré-pânico!

   Como se resolve isso?

  Praticando atividades as quais desenvolvem a capacidade de lidarmos e vencer o medo. Artes Marciais, assim compreendidas também as práticas de tiro, arco e flecha, etc., são as melhores opções para aprendermos a lidar com o medo e o vencer.

  O belo filme Piper, com apenas 5 minutos (os quais demandaram 3 anos para picturizar), merecido Oscar de melhor filme de animação, demonstra o quanto a vida pode ser melhorada quando dominamos o medo.  Assista-o aqui: https://vimeo.com/215828022

   As artes marciais desenvolvem personalidade ativa e perceptiva, focada na evolução, cuidados com a própria saúde e imunização ao estado de torpor pré-pânico da acultura do medo e da superficialidade http://bit.ly/aculturadasuperficialidade através da qual os 2% mutantes http://bit.ly/desumanos promovem a escravidão dissimulada em impostos extorsivos, consumismo desenfreado, desinformação, falsas crenças e inversão de valores: http://bit.ly/escravizacao

 Para quem, como nós, desde os anos 80, trabalhamos o desenvolvimento das regras para dinamizar - com beleza plástica e emoção - como um dos mais justos e equilibrados esportes e, disparado, o mais seguro de luta, é o sinal para prosseguirmos formando bons instrutores. Chegou a hora de libertar a humanidade do holograma idiotizante! http://bit.ly/karate-olimpico 

  Como e os globalistas esconderam o caráter pedagógico das Artes Marciais promovendo sua infâmia e tentando, de todas as formas, reduzir a prática: http://bit.ly/sindiplam

"J`ai voulu voir jusqu`oú allait la bêtise humaine:   elle est sans limites"   (André Maurois,   Letter Ouverte a um Jeune Homme, Paris, ed. 1966,  p. 38)

"A estultice tem uma real e efetiva importância no agir humano.   Talvez seja por isso que o poeta Schiller escreveu,  há dois séculos, que Contra a estupidez os próprios deuses lutam inutilmente’.     Apesar de tudo, para mim, na minha visão de professor de Direito,   não é demais ainda confiar na inteligência humana,  que um dia acabará prevalecendo.” (Paulo Pasquilini)

Porque as pessoas espertas atuantes na linha de frente do Judiciário podem ser tão tolas? http://padilla-luiz.blogspot.com.br/2013/06/espertos-agindo-como-tolos.html

  Para entender a HEM, hipnose em massa, examine este artigo: http://bit.ly/hipnose-massa 

     Para saber mais sobre a 5GW, Guerra de  5º Geração, clique aqui: http://bit.ly/5-guerra 

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Descubra o que não querem que saibas: na Rede de Conscientização: 

Por que agravam-se os problemas forenses? Saiba aqui:  http://bit.ly/mazelas

Como nos libertarmos disso?

  Dispomos de tecnologia suficiente para proporcionar saúde, conforto, qualidade de vida, educação, mobilidade e segurança para toda a população, sabia?

    Por que o bem estar geral não acontece?

    Devido a acultura da superficialidade e do medo criada para escravizar a humanidade.      Você pode entendê-la a partir de uma coletânea de vídeos aqui: https://vimeo.com/album/3144893/ ou examinar essa abordagem aqui: http://bit.ly/aculturadasuperficialidade

   O que você pode fazer?   Ajude a acelerar a conscientização.       Ampliar a quantidade de pessoas despertas em paz cria o campo mórfico:

 Como vencer o medo e ter serenidade?

 A inteligência é a habilidade humana para enfrentar e resolver os problemas. Um humano desprovido de inteligência é indefeso sendo facilmente vencido, anulado ou manipulado.

 O medo é “a pequena morte” porque, quando o medo nos domina, a nossa capacidade cognitiva despenca!

 Popularmente chamado de cérebro, na verdade, há três conjuntos de processadores.  

 A parte mais primitiva é chamada de “cérebro réptil” por existir desde os dinossauros. É responsável pelo processamento do chamado instinto de autopreservação: lutar ou fugir.

  O “cérebro mamífero”, chamado assim por ter surgido nos animais da nossa classe, é responsável pelas emoções. Nos primatas e cetáceos desenvolve-se o neocórtex, responsável pela raciocínio.

 Quando sentimos medo, automaticamente é canalizada a energia para a parte mais primitiva e, obviamente, falta energia no neocórtex, reduzindo a capacidade de raciocinar drasticamente.

  Essa incapacidade de pensar é agravada, na maioria da população que desfruta de saúde precária devido à ignorância alimentar implantada com a acultura da superficialidade de do medo como se demonstra confira http://bit.ly/saude-cuidados 

  Para colocar a população em um estado de torpor pré-pânico, os controladores  globalistas promovem a acultura do medo http://bit.ly/aculturadasuperficialidade 

 O filme Piper demonstra o quanto a vida melhora quando dominamos o medo. Assista-o aqui: https://vimeo.com/215828022  È lindo e dura apenas 5 minutos, os quais, de tão bem feito, exigiu 3 anos para ser picturizado e conquistou Oscar de melhor filme de animação.

  Como se resolve o medo? Se a população tiver condições de se defender, se sentirá segura. Já se decidiu, em plebiscito, pela revogação do estatuto do desarmamento. Resta colocar em prática.

  Independente disto, a capacidade de lidar e vencer o medo é desenvolvida através da percepção proporcionada pela PNL, meditação e, sobretudo, pela prática de Artes Marciais, desde as orientais até as de tiro, arco e flecha, etc. São as melhores opções para aprendermos a lidar com o medo e o vencer.

  As artes marciais desenvolvem personalidade ativa e perceptiva, focada na evolução, nos cuidados com a própria saúde e imuniza o praticante contra o estado de torpor pré-pânico da acultura do medo e da superficialidade http://bit.ly/aculturadasuperficialidade através da qual os 2% mutantes http://bit.ly/desumanos promovem a escravidão dissimulada em impostos extorsivos, consumismo desenfreado, desinformação, falsas crenças e inversão de valores: http://bit.ly/escravizacao

  Por isso, desde os anos setenta, os globalistas acobertaram o caráter pedagógico das Artes Marciais com a espiral do silêncio promovendo a infâmia e assassinato a reputação dos instrutores. Saiba mais aqui http://bit.ly/sindiplam 

 Para quem, como nós, desde os anos 80, trabalhamos o desenvolvimento das regras para dinamizar - com beleza plástica e emoção - como um dos mais justos e equilibrados esportes e, disparado, o mais seguro de luta, é o sinal para prosseguirmos formando bons instrutores. Chegou a hora de libertar a humanidade do holograma idiotizante! http://bit.ly/karate-olimpico 

  Como vamos criar o campo mórfico ?

  O campo mórfico é o (surpreendente!) resultado da sincronicidade das energias racional e emocional quando série de indivíduos estão em ressonância de pensamento.

  A Teoria dos Campos Mórficos ou da ressonância mórfica, também chamada de teoria do centésimo macaco ou teoria dos 12 macacos, foi apresentada por Rupert Sheldrake nos anos oitenta.

   Contudo, é baseada no mesmo princípio, duas décadas antes, criado em Porto Alegre, através da Apometria.

   Apometria é um método de trabalho. Através de comandos verbais, criam-se as condições para sincronizar as energias racional (neocórtex) e emocional (cérebro límbico e Sistema de Hiss) entre dois ou mais indivíduos. Os comandos canalizam (foco) levando ao empilhamento energético e criando um campo poderoso, muitas vezes mais forte do que a soma de suas partes componentes. Isso é possível porque, quanticamente, transcende-se à dimensão espaço-tempo. Conheça as fórmulas e saiba mais aqui:   http://bit.ly/pad-apometria

   O campo mórfico acabará com a HEM, a hipnose em massa, e com seu principal instrumento, a espiral do silêncio, e a acultura da superficialidade e do medo, libertando o planeta e a humanidade do domínio do mal ao atingirmos a massa crítica.

 A transdisciplinar abordagem de biologia, física e psicologia da Teoria dos Campos Mórficos ou da ressonância mórfica, a teoria do centésimo macaco ou dos 12 macacos, de Rupert Sheldrake é resumida aqui: https://youtu.be/020k1OqO2_M 

    Conheça a TGpT a partir de http://bit.ly/PADilla ou http://bit.ly/pad-apometria

    A maior parte da realidade é desconhecida do público devido à espiral do silêncio, a estratégia de desinformação https://docs.google.com/document/d/1eqLnT3IwaJtM2ywqNVRJggUUMHr76QB_pimSsPSkaqU/pub 

  Além de esconder a verdade, promovem a idiotização e impedem o desenvolvimento de lideranças autênticas baseadas na meritocracia. Promovem bullying, assédio moral e assassinato de reputação contra quem ameaça os interesses dos controladores globalistas.

    O politicamente correto alavanca os falsos-líderes, espalha e fortalece o falso-humanismo baseado em distorções da realidade despercebidas devido à acultura da superficialidade e do medo.

   A estratégia biológica completa o tripé de engodos. Ao invés de correntes-grilhões, estamos aprisionados por falsas crenças e inversão de valor. uma escravização dissimulada.

    A  HEM, a hipnose em massa, compõe um holograma ou matrix aprisionador. A percepção fantasiosa da população alimenta crenças desconectadas da realidade e coloca no poder político falsos líderes como no exemplo: http://padilla-luiz.blogspot.com.br/2006/05/idolatria-midia-manipula-cria-falsos.html 

Vamos nos libertar das armadilhas falso-humanistas?

A nossa percepção do mundo é muito diferente da realidade.

 Fomos manipulados através de uma teia de paradoxos e um cipoal de 🙃 desinformação.

 Fomos compelidos a viver em um estado de torpor pré-pânico. O medo desvia a energia dos cérebros racional e emocional, canalizando-a para o primitivo cérebro réptil.

  Além de causar uma série de problemas de saúde, o medo impede de pensar com clareza:  https://vimeo.com/152180430    Saiba mais aqui: http://bit.ly/saude-cuidados 

  A boa notícia: podemos despertar das falsas crenças e dominar o medo rompendo o holograma.

Ao libertarmo-nos criamos

1MMM,     um Mundo Muito Melhor!

Para começar a acordar e a vencer, assista ao filme

Quem Somos Nós?

Um dos trechos mais importantes é este: https://youtu.be/lafj4SqVrqM?t=8m32s 

 Entenda "Quem somos nós?"  e se liberte do holograma escravizante.

A salvação do mundo começa com a de cada um de nós:

Assista ao filme completo aqui: https://youtu.be/lafj4SqVrqM

http://www.padilla.adv.br/evoluir/quemsomosnos/

   Para entender onde estamos - em meio a uma dissimulada 5GW, Guerra de  5º Geração oriente-se por esse resumo: http://bit.ly/5guerra 

Descubra tudo o que os controladores não querem que tu saibas participando da construção da Rede de Conscientização: 

http://bit.ly/conscientizar

https://drive.google.com/folderview?id=0B2CNDxRTI8HAcVl3cFc0M09hZ3M&usp=sharing

Como fazem essa tal hipnose em massa, a HEM? http://bit.ly/hipnose-massa  

  Livros para a Conscientização http://bit.ly/livros-pad

https://drive.google.com/drive/folders/0B6QVNULEDAG8OXZnci1UaG9TLWc?usp=sharing 

Estamos todos entrelaçados!  Abraços

Professor   http://bit.ly/PADilla UFRGS

http://bit.ly/pad-face = https://www.facebook.com/ProfessorPadilla/videos/2038395976428299/

http://bit.ly/lattes-pad 

(in)Justiça e as mazelas da acultura da superficialidade - http://bit.ly/mazelas p.