Disciplina:Filosofia

Série/Ano:3ª série

Vol/Bim:III

CADERNO DO ALUNO

Situação de Aprendizagem (Número/título)

Sequência Didática

Recursos audiovisuais e/ou de TIs  sugeridos no caderno

Subsídios sugeridos pelo PCNP

Interfaces interdisciplinares / Temas trasnsversais

SA1

Filosofia e Ciência 

Sondagem: distinção e aproximação entre o discurso filosófico e o discurso científico. Ler textos “De como filosofar é aprender a morrer” e “Relatório científico sobre dados de mortalidade no Brasil”. Feita a sondagem inicial, partimos para outra leitura importante, porque contextualiza e oferece elementos para a reflexão sobre o tema desta SA: “Filosofia e Ciência: uma origem comum e um destino de separação”. Atividades sobre os textos.

Livro

MORIN, Edgar. A religação dos saberes: o desafio do século XXI. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001.

Site

www.unisc.br/cursos

Língua Portuguesa/

Sociologia

SA 2

O LIBERTARISMO

Sondagem: O que é liberdade para você? Dê uma definição. É possível ser livre na sociedade em que vivemos? Por quê? Você se considera uma pessoa livre? Justifique. Leitura e Análise de Texto: “Liberdade – introdução”, “O ato institucional no 5, de 13 de Dezembro de 1968” e “Liberdade segundo Aristóteles”. Proporcionar aos alunos oportunidade de operar com a noção de liberdade do libertarismo e problematizá-la, propor uma terceira atividade, que consiste na leitura de um trecho da matéria intitulada “Briga para pegar as frutas no lixo”. O objetivo é que os alunos ponham em xeque a noção de liberdade como autodeterminação, percebendo que, em muitos casos, a vontade é determinada pelas circunstâncias da vida.

Ler textos: “Fumo e Livre-arbítrio”.

Atividades: Dissertação

Livros

ABAGNANO, Nicola. Dicionário de Filosofia. São Paulo: Martins Fontes, 2007.

ARISTÓTELES. Ethica Nicomachea I, 13 – III, 8 – Tratado da virtude moral. Tradução Marco zingano. São Paulo. Odysseus Editora, 2008.

HUISMAN, Denis. Dicionário dos filósofos. São Paulo: Martins Fontes, 2001.

PESSANHA, José Américo Motta. Santo Agostinho: vida e obra. In: Santo Agostinho. São Paulo: Nova Cultural, 1984. (Coleção Os Pensadores).

ROUSSEAU, J-J. Do Contrato Social. 2009.

SANTO AGOSTINHO. O livre-arbítrio. Tradução, organização, Introdução e notas: Nair de Assis Oliveira. Revisão Honório Dalbosco. São Paulo: Paulus, 1995.

SANTO AGOSTINHO. A cidade de Deus. Tradução Oscar Paes Leme. Vol. 2. Bragança Paulista, SP: Editora universitária São Francisco, 2003. p. 202. (Coleção Pensamento Humano).

VÁzQuEz, Adolfo Sánchez. Ética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005.

www.dominiopublico.gov.br/

Língua Portuguesa/ Sociologia

SA 3

O DETERMINISMO

Sondagem: As coisas acontecem porque têm que acontecer ou somos nós que fazemos com que aconteçam? Justifique. a intenção é trazer à tona uma ideia comum aos adolescentes e que, em geral, se exprime em termos semelhantes (as coisas só acontecem quando têm de acontecer; nada acontece por acaso; aconteceu porque tinha de acontecer; aconteceu porque estava escrito que seria assim etc.). Essa explicitação inicial do senso comum dos alunos acerca do determinismo tem por objetivo aquecer a discussão e motivá-los ao estudo que consiste em refletir sobre a natureza livre ou não livre das inúmeras escolhas que fazemos no nosso dia a dia: da roupa, do calçado ou do corte de cabelo que usamos; do livro que pegamos para ler; da notícia de jornal que privilegiamos; dos valores, crenças e opiniões que adotamos; das músicas que preferimos sintonizar no rádio ou baixar da internet; dos programas de TV a que assistimos; da profissão que almejamos no futuro; da pessoa com quem desejamos namorar ou casar etc. Para auxiliar na reflexão, solicite que os alunos enumerem mais algumas escolhas do seu cotidiano e, em seguida, respondam à seguinte pergunta: “É você mesmo quem escolhe com liberdade ou você é induzido a preferir determinadas coisas e produtos em detrimento de outras?”.

Ler textos: “Determinismo e liberdade”, “Sobre o destino”, “Liberdade humana e providência divina”.

Letra da Música: “Partido alto”.

Atividades: Dissertação sobre o tema “libertarismo versus determinismo”.

Livros

ABAGNANO, Nicola. Dicionário de Filosofia. São Paulo: Martins Fontes, 2007.

CHAuI, Marilena. Introdução à História da Filosofia: dos pré-socráticos a Aristóteles. São Paulo: Companhia das Letras, 2003. COLEçãO MITO E MISTÉRIO. São Paulo:Edições SM, 2006 (Édipo, o maldito; Ariadne contra o Minotauro; Uma armadilha para Ifigênia).

www.edicoessm.com.br

    Sociologia.

SA4

A CONCEPÇÃO DIALÉTICA DA LIBERDADE

Sondagem: atividade lúdica com a música Como uma onda (Zen Surfismo), de Nelson Motta/Lulu Santos, cujo objetivo é tentar aproximar a discussão sobre dialética do cotidiano dos alunos. A atividade consiste em pedir a eles que analisem a letra da música e respondam à seguinte questão: Que relação a música Como uma onda (Zen Surfismo) pode ter com a noção de dialética? Justifique.

Leitura do texto A dialética, no qual apresenta-se alguns dos significados que o termo adquiriu ao longo da história da Filosofia. Assim, partindo da definição geral extraída de um dicionário da língua portuguesa, passamos muito rapidamente por Heráclito, Sócrates, Platão e Hegel, chegando a Marx e Engels, autores que fornecem os fundamentos teóricos da perspectiva de liberdade. Após o estudo do texto apresentado, oriente os alunos para retomar a música de Como uma onda (Zen Surfismo) (ou aquela pela qual você a tenha substituído), procurando estabelecer relações entre ela e a noção de dialética, agora não mais baseados apenas no senso comum, mas incorporando noções e conceitos trabalhados na aula. Em seguida, indique a leitura do texto intitulado Dialética e liberdade, no qual é articulada a perspectiva de Marx e Engels sobre a dialética com a questão da liberdade. O objetivo é mostrar que, desse ponto de vista, é possível superar tanto o reducionismo do libertarismo como o do determinismo. Para isso, partimos da concepção de homem como “conjunto das relações sociais”, explicitando, assim, seu caráter socialmente determinado.

Tal determinação, porém, não se dá de modo absoluto, mecânico, unilateral, pois não elimina a condição do homem de sujeito de sua história. Como, porém, os homens não fazem a história a seu bel-prazer, visto que estão limitados pelas circunstâncias materiais em que se encontram sua liberdade não é total, pois sofre a interferência de causas externas a ele. Enfim, as circunstâncias fazem os homens, mas os homens também fazem as circunstâncias.

Para a compreensão dessa perspectiva, são fundamentais os conceitos de “contradição” e de “ação recíproca”, sobretudo para evitarmos o risco de incorrer no determinismo.

Atividades: O que significa dizer que o homem é um “conjunto de relações sociais”?

Como a concepção dialética procura superar a contradição entre libertarismo e determinismo? Posicione-se. E, para concluir o estudo sobre liberdade, nesta mesma aula, os alunos poderão analisar, em folha avulsa, as letras de duas canções, reproduzidas a seguir, procurando explicitar e discutir a concepção de liberdade nelas subjacente. As músicas são: O amanhã, de João Sérgio, presente no Caderno do Aluno, e O sal da Terra, de Beto Guedes e Ronaldo Bastos.

Livros

VÁzQuEz, Adolfo Sánchez. Ética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005.

www.dominiopublico.gov.br

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