ARTES VISUAIS

OFICINAS EXTERNAS:

1)          TÁ NA MÃO!

OFICINEIRO: D'AUMON

DIA E HORÁRIO: Terças, das 10h às 12h

LOCAL/SALA: sala 6

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: Uma oficina de pintura digital, com foco no smartphone, usando software mobile e utilizando inicialmente os próprios dedos. A ideia NÃO é ensinar a desenhar. Ela é focada em quem tem interesse de entender e os métodos de utilização de apps de Ilustração e pintura digital, bem como suas ferramentas e funções, independentemente dos estilos de ilustração ou desenho adotados. É importante entender que a ideia do smartphone é para que as pessoas aprendam a utilizar tais softwares pelo que ela já tem, mas entendendo que os métodos seguem similares quando se sentirem mais seguras para investirem em hardwares mais caros, como tablets de alta performance ou ipads por exemplo.

MATERIAIS NECESSÁRIOS:

- Folhas

- caderno (opcional)

-lápis

-smartphone android em plena função.

MINIBIO DO OFICINEIRO: Graduado em Letras (2011); Graduando em Design Gráfico (2023). Professor de português entre 2011 e 2018. Duas oficinas no Festival Conectarte de Nova Friburgo, também de edital aberto, sendo uma de escrita criativa e outra de pintura digital. Autor de 4 livros de ficção publicados. Trabalhos como ilustrador e design gráfico para tv, livros infantis, capas de livro, comércio etc.

2)          IMAGENS PARA TOCAR

OFICINEIRA: Hoana Bonito

DIA E HORÁRIO: Quintas, das 18h30 às 20h30

LOCAL/SALA: sala 6

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: Aula aberta sobre acessibilidade em artes visuais e como imagens podem, artesanalmente, se tornarem perceptíveis de maneira tátil. A criação dessa espécie de tradução de sentidos se dá através de perfurações inspiradas em Braille.

MATERIAIS NECESSÁRIOS:

-Marcadores

-Estiletes

-Taxinhas

MINIBIO DA OFICINEIRA: Licenciada, especialista em Artes Visuais, cultura e criação e mestre pela Universidade de Évora (Portugal) a artista plástica, ex fotógrafa e jornalista por profissão, pesquisa e produz suas obras sobre olhares e modos de ver. Interessada na temática do invisível e com a meta de inspirar a expansão de perspectivas, a artista dedicou os anos a criação de um projeto que insere pessoas cegas no universo das artes visuais, através da fotografia.

3)          XILOGRAVURA

OFICINEIRO: Hugo Bernabé e Veronica folla

DIA E HORÁRIO: Quartas, das 14h às 16h

LOCAL/SALA: sala 6

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: Nesta oficina estudaremos as práticas de xilogravura e linoleogravura e reproduções que envolvam processos similares. Veremos técnicas de criação, projeto, impressão, reprodução e apresentação do trabalho. Durante o curso será pensada a questão da reprodutibilidade, o desenvolvimento das técnicas de reprodução nas artes e as vastas possibilidades apresentadas na linguagem da gravura.

MATERIAIS NECESSÁRIOS:

- lápis, borracha, caneta, papel, nanquim, pincel, etc.

MINIBIO DO OFICINEIRO: Hugo Bernabé é artista visual, gravador, pintor e desenhista. Também atuante na área de produção de exposições artísticas. Participou de residências artísticas com Raimundo Rodrigues em 2017 e no SESC Niterói em 2019. Ministrou oficinas de arte e criação no Centro Educacional (CEN)Niterói em 2014. Foi monitor de desenho de modelo vivo, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, EAV, nas aulas do Gianguido Bonfanti de 2017 a 2018. Trabalha como monitor e impressor de gravura em metal no Centro de Artes Calouste Gulbenkian, nas aulas de Roberto Tavares. Ministrou oficinas de arte e criação na semana de arte e design na UFF, no SESC Alagoas, SESC Niterói e na Universidade Federal São João Del-Rei, durante o inverno cultural UFSJ. Ministra as oficinas “poética da ilustração”, “Xilogravura” e “Gravura em metal” no Centro Cultural da UERJ. Realizou exposições individuais, entre elas: “os velhos pensamentos” na ACM Lapa, Rio de Janeiro, em 2015 e “Ruídos Urbanos” no Centro Cultural Abrigo de Bondes, Niterói, em 2017. Participou de exposições coletivas, como: “Memórias Transeuntes” no SESC Alagoas em 2019, “Cidades Invisíveis”, na Casa França- Brasil RJ 2018, “Pictoricidades” no centro cultural da UFSJ, em São João Del Rei, em Minas Gerais, “Salve são Jorge 23”, na Fábrica de Espetáculos do Teatro Municipal do Rio de Janeiro em 2017, “Projeto +NOVOS” e “Multiarte” na Galeria Ismael Nery, no Centro de Artes Calouste Gulbenkian.

4)          CIANOTIPIA

OFICINEIRO: Gabriel Saar

DIA E HORÁRIO: Quintas, das 14h às 16h

LOCAL/SALA: sala 6

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: A Cianotipia é um processo fotográfico de baixíssima toxidade descoberto em 1842 pelo cientista John Herschel. O processo acontece pela mistura de duas soluções de sais de ferro, que ao entrarem em contato com a luz UV formam uma imagem monocromática em tons de Azul. Na oficina vamos explorar diversas possibilidades de atuação da técnica, utilizando suportes diversos e viragens orgânicas.

MATERIAIS NECESSÁRIOS:

- Máscara e papel aquarela 300g.

MINIBIO DO OFICINEIRO: Gabriel Saar é artista visual e fotógrafo, com uma pesquisa voltada para o acaso e o sensível, buscando experimentar diferentes técnicas fotográficas alternativas e digitais, principalmente a cianotipia, técnica a qual estuda desde 2019. Além do campo da fotografia, possui experimentações em performance. Graduando em Licenciatura em Artes Visuais pela UERJ.

5)          MOSAICO COMO CAMINHO DE ENCONTROS

OFICINEIRO: Elisa Paula

DIA E HORÁRIO: Terças, das 10h às 12h

LOCAL/SALA: sala 7

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: A Oficina  de mosaico foi elaborada com o intuito de colaborar com a experiência criativa de mulheres, no formato presencial e sensibilizá-las quanto às possibilidades da utilização de recursos de fragmentos de azulejos, peças afetivas, reutilizar o que fragmentou e construir destes recursos a partir de estímulos disponibilizados pela vivência. O projeto surgiu de uma concepção pessoal do desejo de colaborar das práticas artísticas de forma sustentável.

MATERIAIS NECESSÁRIOS:

- papel, caneta, lápis de cor

MINIBIO DO OFICINEIRO: Elisa Paula é artista de mosaicos, terapeuta e designer digital. Facilita oficinas de mosaicos para mulheres em amadurecimento com o objetivo de proporcionar o desenvolvimento da criatividade, com o aprendizado de técnicas musivas e sua história da arte entre outras abordagens interdisciplinares. As experiências como mosaicos me auxiliaram a organizar os fragmentos internos de afetos, emoções e memórias.

6)          INTRODUÇÃO À PINTURA EM AQUARELA: EXPLORANDO CORES E TÉCNICAS

OFICINEIRO: Alexandre Soares da Silva

DIA E HORÁRIO: Sextas, das 10h às 12h

LOCAL/SALA: sala 6

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: Aquarela Descomplicada: Aprenda as Bases desta Técnica de Pintura. Os Materiais Básicos; Camadas e Sobreposições; Gradações; Teoria das cores - Círculo Cromático; Cores Primárias, Secundárias e Terciárias; Bases de Composição; Texturas; e Abordagens Pictóricas.

MATERIAIS NECESSÁRIOS:

- Papel (200g/m² ou 300g/m²), pincéis e tintas para aquarela.

MINIBIO DO OFICINEIRO: Sou Designer e Ilustrador, formado em Desenho Industrial com habilitação em Programação Visual pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Atualmente, trabalho como Técnico em Programação Visual de Nível Superior no Instituto de Matemática e Estatística da UERJ. Gosto muito de ensinar, desenhar, pintar e de arte e ilustração.

7)          ESTÉTICA DO GRAFFITI E INTRODUÇÃO À PRÁTICA DA ARTE URBANA

OFICINEIRO: J.Lo Borges

DIA E HORÁRIO: Quintas, das 9h às 11h

LOCAL/SALA: ESPAÇO EDUCATIVO PAULO FREIRE

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: As artes urbanas possuem  história, estética, códigos e materiais bem específicos. Elas ocupam as ruas com propósitos e formas diferentes. Uma pessoa que pretende adentrar esse mundo necessita entender suas origens, sua estética, os códigos que regem a arte feita na rua, as técnicas de desenho, ampliação e de domínio da lata de spray. Esta oficina pretende introduzir os interessados nesta arte mesclando teoria e prática.

 MATERIAIS NECESSÁRIOS:

- Caderno de desenho, lápis de cor, caneta nanquim, canetinha.

MINIBIO DO OFICINEIRO: J.Lo Borges é artista visual, grafiteira e historiadora lésbica que tem as corpas lésbicas e sua interação com o mundo patriarcal como objeto de estudo. Atuou como oficineira de graffiti do projeto Mais Educação (com alunos entre 7 e 12 anos - registrado no episódio lição pra vida toda da série traços urbanos, que está disponível no youtube) e trabalhou por 3 anos elaborando e desenvolvendo oficinas de graffiti na ONG Rede NAMI.

 

8)          ESTAMPARIA: TÉCNICAS DE GRAVURAS E ESTAMPARIA

OFICINEIRO: Demacê

DIA E HORÁRIO: Terças, das 10h às 12h

LOCAL/SALA: ESPAÇO EDUCATIVO PAULO FREIRE

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: A oficina pretende apresentar algumas modalidades de estamparia como o carimbo, o stencil e a serigrafia. Conceituando a técnica a partir de aulas teóricas e tomando conhecimento de ferramentas e recursos com as aulas práticas.  

MATERIAIS NECESSÁRIOS:

- lápis e papel.

HÁ PRÉ-REQUISITO PARA PARTICIPAÇÃO? não

MINIBIO DO OFICINEIRO: A oficina pretende apresentar algumas modalidades de estamparia como o carimbo, o stencil e a serigrafia. Conceituando a técnica a partir de aulas teóricas e tomando conhecimento de ferramentas e recursos com as aulas práticas.  

9)          LABORATÓRIO PARA PEQUENOS SEGREDOS: OFICINA DE ENCADERNAÇÃO

OFICINEIRO: Millena Lízia

DIA E HORÁRIO: Terças, das 18h às 20h

LOCAL/SALA: ESPAÇO EDUCATIVO PAULO FREIRE

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: A oficina parte da adoção dos processos artísticos que compõem a obra "Para um pequeno segredo", incluindo as técnicas para confecção de objeto-livro, como dispositivo de trocas nos encontros. Compõe esses processos uma série de outros saberes que serão convidados a estar na roda criando uma trama sensível, trama essa de con-vivência. Dessa base, espera-se construir um ambiente favorável para as trocas com outros processos e saberes com aquelas/es que desejarem participar.

MATERIAIS NECESSÁRIOS:

Não é necessário levar materiais para o primeiro dia de encontro

MINIBIO DO OFICINEIRO: Millena Lízia (Niterói, 1986) é uma existência nesse mundo em busca de uma caminhada com dignidades e saúdes. Planta e deseja colher. Busca as simplicidades, pois as coisas mais banais lhe chegam com camadas de desafios e complexidades. Tem visto em suas mãos seu coração. Vem colaborando, há quase quinze anos, com diversos encontros, produções, exposições coletivas, rodas de conversa, proposições educativas e publicações.

10)  PEQUENOS MONUMENTOS E GRANDES OBJETOS: OFICINA DE ESCULTURA

OFICINEIRO: Nathan Moura

DIA E HORÁRIO: Quintas, das 14h às 16h30

LOCAL/SALA: sala 7

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: Oficina de escultura que se desenvolve a partir da produção de objetos de arte e monumentos, atualizando e repensando técnicas, conceitos e tamanhos. Serão exploradas e discutidas questões convencionais e contemporâneas do campo da escultura, bem como possibilidades de materiais e modos de fazer.

MATERIAIS NECESSÁRIOS:

Um objeto pessoal pelo qual tem muito afeto.

MINIBIO DO OFICINEIRO: Artista visual, audiovisual e dramaturgo carioca, bacharel em Artes Visuais pela UERJ, participando de exposições coletivas em galerias e instituições de arte na cidade do Rio de Janeiro. A prática artística está debruçada na construção alternativa de narrativas, ficções e personagens, passando por múltiplas linguagens.

11)  PRÁTICAS CURATORIAIS: EXERCÍCIOS DE DOBRAS E TESSITURAS DE CONTRANARRATIVAS

OFICINEIRO: Silvana Marcelina

DIA E HORÁRIO: Quartas, das 18h30 às 20h30

LOCAL/SALA: Auditório Cartola

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: A oficina propõe um percurso no qual se discute a prática curatorial hegemônica em artes visuais e explora experiências de outras práticas curatoriais que buscam e/ou operam na produção de contranarrativas críticas. Nessa esteira, estudos, diálogos, visitas a exposições e exercícios práticos serão ferramentas para compor um arcabouço que se desdobrará numa curadoria coletiva de uma exposição.

 MINIBIO DO OFICINEIRO: Mulher, negra, oriunda da Baixada Fluminense. Graduada e mestra em Serviço Social (UFRJ), especialista em Linguagens Artísticas, Cultura e Educação (IFRJ) e discente de Artes Visuais (UERJ). É curadora, artista e educadora. Como curadora realizou Africanizze Performática/2018, O Grito/2019, naZanza/2019-2020, Devoração/2022 e Encruzilhada 74/2022. É interessada em macro e micro políticas, reflexão crítica e afetos.

12)   ARTE E FILOSOFIA AFRICANA E AFRO-BRASILEIRA 

OFICINEIRO: Dra. Naiara Paula Eugênio e Júlia Guterres

DIA/HORÁRIO: Quintas, das 18h às 21h

LOCAL/SALA: Auditório Cartola

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: O curso propõe pensar a Estética e a Filosofia da Arte Africana e Afro-brasileira, fazer leituras de textos, de obras de artes e movimentações culturais; exibir e elaborar questões e conversas gerando reflexões acerca dos pensamentos africanos, das artes africanas e afro-brasileiras - especificamente a iorubá - a fim de gerar um olhar sensível e oferecer conhecimento e outras possibilidades para a livre produção, produção acadêmica ou para conhecimento próprio.

MATERIAIS NECESSÁRIOS:

- Caderno, lápis, borracha e caneta.

 HÁ PRÉ-REQUISITO PARA PARTICIPAÇÃO? não

MINIBIO DO OFICINEIRO: Naiara Paula Eugenio: Filósofa, Mestre em Crítica e História da Arte, doutora e pós-doutoranda em Filosofia na linha de Pesquisa Estética e Filosofia da Arte, com tese intitulada "Ìyálewá: sobre a origem da obra de arte iorubá". Atualmente professora coordenadora de pesquisa no Grupo de Pesquisa Pensamento Estético Contemporâneo, no PPGFIL-UFRRJ, em Estética e Filosofia da Arte Africana.

Júlia Guterres Cirino: Filósofa com ênfase em Estética e Filosofia da Arte e políticas estudantis pela UFRRJ. Atua como arte educadora. É pesquisadora em Estética e Filosofia da Arte Africana no programa de pós-graduação em Filosofia da UFRRJ sob orientação da Dra.Naiara Paula Eugenio.

OFICINAS EXTERNAS (CONVIDADOS):

1)          DO BARRO À CERÂMICA

OFICINEIRO: Alice Balduino

DIA E HORÁRIO:  Turma 1: Segundas, das 14h às 17h

                               Turma 2: Quartas, das 17h30 às 20h30

LOCAL/SALA: sala 7

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: Oficina de introdução e aperfeiçoamento do manuseio e das técnicas com o barro e a sua transformação em cerâmica. Visa desenvolver conhecimento sobre a matéria orgânica em suas características - cor, volume, plasticidade, entre outras, bem como suas transformações físicas a partir do processo de queima.

 MATERIAIS NECESSÁRIOS:

-avental

-papel e caneta

MINIBIO DO OFICINEIRO: Meu nome é Maria Alice. Minha primeira experiência com o barro foi na minha infância, uma menina pobre do interior usava o barro para confeccionar seus brinquedos. Depois de adulta vim pra capital e ingressei em um projeto de cerâmica aqui na COART, por nome Terra Doce.

OFICINAS DO PROJETO ARTE/CULTURA:

1)          RACIALIZANDO AS ARTES VISUAIS: IMPLICAÇÕES NO ENSINO DE ARTE

OFICINEIRO: Rafa Éis

DIA E HORÁRIO: Quintas, das 9h às 11h

LOCAL/SALA: sala 6

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: Oficina de formação voltada para pessoas das diversas áreas da educação, estudantes de artes visuais, licenciaturas diversas e pessoas interessadas em geral. Não é necessário qualquer pré-requisito além de interesse e participação. Os encontros propõem - através de estratégias diversas como encontros expositivos, discussões e exercícios de criação em atividades educativas - um olhar crítico e racializado sobre as artes visuais partindo de algumas imagens da história da arte no Brasil e problematizando seus efeitos em nosso imaginário e em nossa formação.

 MINIBIO DO OFICINEIRO: Rafa Éis (Rafael Silveira - Porto Alegre, 1985 / Rio de Janeiro) é artista-correria, educador, curador e tatuador. Licenciado em Artes Visuais (UFRGS) e Mestre em processos artísticos contemporâneos (UERJ), trabalha com distintas linguagens visuais como gestos de invenção de si. Desde 2007 vem colaborando com ações educativas em instituições dedicadas às artes visuais, projetos independentes e publicações voltadas para arte e educação. Contribuiu com ações de formação na Fundação Iberê Camargo, Bienal de Artes Visuais do Mercosul, MAC Niterói, Sesc Pompéia-SP, MAM-RJ, Galpão Bela Maré (Observatório de Favelas), entre outras. Atualmente é responsável pela área de artes visuais das oficinas artísticas na Coordenadoria de Artes e Oficinas de Criação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Coart-Uerj).

https://rafaeis.wordpress.com/

2)          DESENHO DE OBSERVAÇÃO: EXERCÍCIOS DO OLHAR

OFICINEIRO: Rafa Éis

DIA E HORÁRIO: Sextas, das 15h às 17h

LOCAL/SALA: salão 2 Coart e Campus Maracanã (desenho ao ar livre)

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: Oficina de desenho com foco em desenho de observação. Nos encontros serão realizados diversos exercícios de desenho ao ar livre. Alternando entre práticas de desenho e conversas coletivas sobre os processos e resultados, ao longo de nosso percurso passaremos por desenho de arquitetura, de vegetação e de figura humana.

MATERIAIS NECESSÁRIOS:

Primeiro dia de aula: Lápis (grafite 6B), 10 folhas de papel tamanho A3, 2 prendedores de metal para papel.

MINIBIO DO OFICINEIRO: Rafa Éis (Rafael Silveira - Porto Alegre, 1985 / Rio de Janeiro) é artista-correria, educador, curador e tatuador. Licenciado em Artes Visuais (UFRGS) e Mestre em processos artísticos contemporâneos (UERJ), trabalha com distintas linguagens visuais como gestos de invenção de si. Desde 2007 vem colaborando com ações educativas em instituições dedicadas às artes visuais, projetos independentes e publicações voltadas para arte e educação. Contribuiu com ações de formação na Fundação Iberê Camargo, Bienal de Artes Visuais do Mercosul, MAC Niterói, Sesc Pompéia-SP, MAM-RJ, Galpão Bela Maré (Observatório de Favelas), entre outras. Atualmente é responsável pela área de artes visuais das oficinas artísticas na Coordenadoria de Artes e Oficinas de Criação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Coart-Uerj).

 

3)          FOTO E GESTO: EXERCÍCIOS DE INVENÇÃO DE SI

OFICINEIRO: Rafa Éis

DIA E HORÁRIO: Segundas, das 9h às 11h

LOCAL/SALA: AUDITÓRIO CARTOLA

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: A oficina, de caráter experimental, propõe a criação de imagens na relação com os gestos do próprio corpo, conversando com a foto-performance e com auto-retrato. Em nosso percurso veremos, conversaremos e criaremos imagens pensando noções de enquadramento, composição, uso de objetos, gestos, relação com lugar, etc. alternando a atenção entre a criação da obra pela artista e a criação da artista pela obra.

MATERIAIS NECESSÁRIOS:

- câmera fotográfica (pode ser de smartphone)

HÁ PRÉ-REQUISITO PARA PARTICIPAÇÃO? não

MINIBIO DO OFICINEIRO:  Rafa Éis (Rafael Silveira - Porto Alegre, 1985 / Rio de Janeiro) é artista-correria, educador, curador e tatuador. Licenciado em Artes Visuais (UFRGS) e Mestre em processos artísticos contemporâneos (UERJ), trabalha com distintas linguagens visuais como gestos de invenção de si. Desde 2007 vem colaborando com ações educativas em instituições dedicadas às artes visuais, projetos independentes e publicações voltadas para arte e educação. Contribuiu com ações de formação na Fundação Iberê Camargo, Bienal de Artes Visuais do Mercosul, MAC Niterói, Sesc Pompéia-SP, MAM-RJ, Galpão Bela Maré (Observatório de Favelas), entre outras. Atualmente é responsável pela área de artes visuais das oficinas artísticas na Coordenadoria de Artes e Oficinas de Criação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Coart-Uerj).

4)          EXPERIMENTAÇÕES EM MEDIAÇÃO: EDUCAÇÃO EM EXPOSIÇÕES DE ARTE

OFICINEIRO: Rafa Éis

DIA E HORÁRIO: Terças, das 9h às 11h

LOCAL/SALA: Auditório Cartola e GALERIAS COART e COEXPA-UERJ.

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: Voltada para estudantes de artes, de licenciaturas, pedagogia, áreas afins e para professorxs de todos os níveis de ensino e áreas do saber, a oficina se desenvolverá como um laboratório para experimentar coletivamente maneiras de relacionar o que vemos construindo situações de conversa e ativação em exposições de arte. No percurso abordaremos tópicos básicos em torno das ações educativas em arte, através da discussão de textos, materiais multimídia e da realização de exercícios de mediação em exposições de arte. A oficina se propõe também a ocupar e ativar com atividades artístico-poéticas as galerias de arte do Departamento Cultural da UERJ, com uma ação de formação de públicos.

MINIBIO DO OFICINEIRO:  Rafa Éis (Rafael Silveira - Porto Alegre, 1985 / Rio de Janeiro) é artista-correria, educador, curador e tatuador. Licenciado em Artes Visuais (UFRGS) e Mestre em processos artísticos contemporâneos (UERJ), trabalha com distintas linguagens visuais como gestos de invenção de si. Desde 2007 vem colaborando com ações educativas em instituições dedicadas às artes visuais, projetos independentes e publicações voltadas para arte e educação. Contribuiu com ações de formação na Fundação Iberê Camargo, Bienal de Artes Visuais do Mercosul, MAC Niterói, Sesc Pompéia-SP, MAM-RJ, Galpão Bela Maré (Observatório de Favelas), entre outras. Atualmente é responsável pela área de artes visuais das oficinas artísticas na Coordenadoria de Artes e Oficinas de Criação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Coart-Uerj).

CINEMA

OFICINAS EXTERNAS:

1) CINEMAS NEGROS: PROJETANDO, FABULANDO E REALIZANDO ANTIRRACISMOS 

OFICINEIRO: Marco Aurélio Corrêa

DIA E HORÁRIO: Quartas, das 16h às 18h

LOCAL/SALA: Auditório Cartola

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: A oficina cinemas negros: entre projeções refletidas e narrativas realizadas é um mergulho nas narrativas diaspóricas dos cinemas negros. Com exibições de filmes das cinematografias dos atlânticos iremos: refletir como essas projeções feitas por mãos negras rompem com o racismo; experimentar as linguagens e técnicas do cinema, como o roteiro e a direção; e por fim culminar todas essas experiências na produção de um filme.

Tópico I - Projeções Nascimento dos cinemas negros pelo atlântico no decorrer do século XX; cinemas negros nos dias de hoje e projeções futuras; cinemas negros como rupturas antirracistas e os valores civilizatórios afro-brasileiros. Tópico II – Fabulações Experimentações em escrita criativa e a introdução ao roteiro; criação de mundos, personagens e conflitos em roteiros de ficção e documental; planejamento e fabulações em produções negras; encenações e dramaturgias da direção de cinema. Tópico III - Realizações Produção de um curta metragem que trabalhe com as questões elaboradas na oficina; delimitação do roteiro de filmagem, divisão das áreas técnicas; captação de imagem e som; edição do material bruto e exibição do produto final. 

MINIBIO DO OFICINEIRO: Professor da rede municipal do Rio de Janeiro, doutorando em educação (ProPed-UERJ) e pós graduado em ensino de história da África (PROPGPEC-CP2). Coordena a Escola Criativa Audiovisual Àwòrán, onde ministra aulas de introdução a roteiro e escrita criativa. Organiza o cinemanguinhos, projeto que realiza exibições e formações nas comunidades de Manguinhos. É autor dos livros Cinemas afro-atlânticos e Necropoéticas e outras histórias.

 

2) CENA E DIÁLOGO PARA ROTEIRO DE CINEMA E TV

OFICINEIRO: Fidelys Fraga

DIA E HORÁRIO: Segundas, das 19h às 21h

LOCAL/SALA: Auditório Cartola

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: A cena é o núcleo da dramaturgia. É ela que faz sua história acontecer. É a cena que faz o espectador entrar na obra, vivenciar emoções e se identificar com os personagens. A oficina propõe uma abordagem global da cena, desde a sua gênese no beat sheet, passando pela escaleta e outline até a sua finalização com a formatação profissional MASTER SCENES e escrita dos diálogos.

AULA 01 - BEAT SHEET - Como estruturar o longa ou episódio em eventos chave e movimentos dramáticos.

AULA 02 - CENA E SEQUÊNCIA - Diferenças, funções e quando usar cada uma.

AULA 03 - ESCALETA E OUTLINE - Como escaletar eventos e desdobrar sequências.

AULA 04 - ESTRUTURA DA CENA - Setup, ponto de ataque, desenvolvimento e clímax. Os beats da cena.

AULA 05 - ELEMENTOS DA CENA - Protagonista, objetivo, obstáculo, conclusão, ações físicas e ações dramáticas.

AULA 06 - FUNÇÕES DA CENA - Avançar a história, Criar conflito, revelar personagem, criar atmosfera, tensão dramática, plantar e colher, etc.

AULA 07 - FORMATAÇÃO I - Formatação profissional Master Scenes. Manipulação de softwares. Elementos básicos - Cabeçalhos, ação/rubrica, diálogo, transições.

AULA 08 - FORMATAÇÃO II - Formatação profissional Master Scenes. Outros elementos - Som diegético, Parênteses, Voice Over e Voz off, inserts, intercuts, etc.

AULA 09 - ESCRITA DE CENA - A visualização da cena em planos e sua transcriação para o roteiro. Decupagem implícita: como dirigir a cena na hora da escrita.

AULA 10 - CENAS ESPECÍFICAS - Flashback e flashforward, montagem, série de planos. Elipses dentro de cena, etc.

AULA 11 - DIÁLOGO I - AÇÃO VERBAL - O diálogo criando conflito e avançando a história.

AULA 12 - DIÁLOGO II - SUBTEXTO - As forças por trás das falas e das ações. Os filtros conscientes e inconscientes.

AULA 13 - DIÁLOGOS III - INFORMAÇÃO - Administração da informação e exposição. Contexto.

AULA 14 - DIÁLOGO IV - CARACTERIZAÇÃO - Forma e a estrutura da fala. Ações e falas construindo o personagem. Hierarquia interna.

AULA 15 - DIÁLOGO V - DIÁLOGOS ESPECIAIS - Narração. O diálogo dialético. Diálogos líricos e épicos. Ponto de vista.

MINIBIO DO OFICINEIRO: Mestrando em cinema pela Universidade Federal Fluminense. Escreveu as séries BAILE DE MÁSCARAS (AXN) RODA DE CHORO (Curta!) e FRONTEIRAS FLUIDAS (Curta!). É consultor do Laboratório do FESTIVAL ROTA-RJ desde sua primeira edição. Como professor de roteiro atuou em diversas instituições, como Polo Educacional SESC; SESC COPACABANA; CAIXA CULTURAL CURITIBA; Festival Primeiro Plano, etc

 

3) AS SONORIDADES NO CINEMA E AUDIOVISUAL

OFICINEIRO: Francisco Júnior

DIA E HORÁRIO: Terças, das 18h às 20h

LOCAL/SALA: Auditório Cartola

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: Oficina dedicada aos estudos do som no cinema e audiovisual para o desenvolvimento de conhecimentos das especificidades do áudio no contexto audiovisual. Usaremos três métodos de ensino: leituras e discussões apoiadas em textos científicos; exibição de filmes com debates sobre as narrativas e estéticas; realização de gravações de campo como prática.

Conteúdos: Fundamentos do som (conceitos básicos de física e de eletrônica): História do som no cinema e sua evolução tecnológica; A interferência do som na narrativa e na estética; Departamentos do som em uma produção; Captação de som (som direto e som pós-sincronizado de estúdio).

MINIBIO DO OFICINEIRO: Técnico de som direto de cinema e operador de áudio de TV. Mestre em Cinema e Audiovisual pelo PPGCine da UFF, bacharel em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo. Também desenvolvo atividades como: pesquisador, produtor, roteirista e diretor de documentários, totalizando dezesseis anos de experiência na área audiovisual.

 

4) DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS AUDIOVISUAIS

OFICINEIRO: Silvio de Andrade

DIA E HORÁRIO:  Quintas, das 10h às 12h

LOCAL/SALA: Auditório Cartola

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: O curso visa fornecer aos alunos conhecimentos básicos para a formatação de projetos audiovisuais, abrangendo filmes e séries. Ele aborda elementos, como logline, sinopse, justificativa, plano de financiamento e outros textos relevantes para a apresentação a produtoras, players e participação em editais. Embora seja aberto a todos, é especialmente direcionado a iniciantes no audiovisual, como roteiristas, diretores e produtores.

Aula 1: Introdução e apresentação do curso Visão geral dos objetivos e conteúdos a serem abordados Apresentação dos participantes e expectativas individuais

Aulas 2 a 4: Fundamentos da estruturação de projetos audiovisuais Conceitos básicos de logline, sinopse, justificativa, dentre outros textos relevantes, além de um plano de financiamento Exemplos práticos e exercícios para aplicação dos conceitos

Aulas 5 e 6: Desenvolvimento de personagens e arco narrativo Importância da construção de personagens sólidos e complexos Exploração do arco narrativo e sua relação com o desenvolvimento da trama

Aulas 7 e 8: Estrutura de três atos e pontos de virada Análise da estrutura de três atos e sua aplicação na escrita audiovisual Identificação dos pontos de virada e sua função na progressão da história

Aulas 9 e 10: Midpoint e desenvolvimento do segundo ato Exploração do midpoint como ponto de virada central da história Estratégias para manter o interesse do público durante o segundo ato

Aulas 11 e 12: Clímax, conclusão e resolução Entendimento do clímax como ponto culminante da trama Abordagem da conclusão e resolução da história

Aulas 13 e 14: Formatação do projeto e apresentação para produtoras/players Dicas práticas para a formatação do projeto após a finalização do roteiro Orientações para a criação de materiais de apresentação eficazes

Aula 15: Participação em editais públicos e privados

HÁ PRÉ-REQUISITO PARA PARTICIPAÇÃO?  Embora não seja um critério de exclusão, é recomendado que os participantes tenham um projeto em mente para desenvolver ao longo do curso.

MINIBIO DO OFICINEIRO: Formado pela Escola de Cinema Darcy Ribeiro, onde seu curta participou do festival de San Sebastian. Recentemente, licenciou projetos para a Paris Entretenimento, Sentimental Filme e outras produtoras. Dentre algumas conquistas, destacam-se: seleção do curta “#Lapa” no edital FOCA (2022); o longa “Dona Socorro” foi semifinalista do FRAPA (2022) e seleção do longa “Um breve Brasil” no Retomada Cultural (2021) para desenvolvimento.

 

5)  ROTEIRO: PROCESSOS DE ESCRITA

OFICINEIRO: Gustavo Araujo

DIA E HORÁRIO: Quartas, das 10h às 12h

LOCAL/SALA: Auditório Cartola

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: A oficina de roteiro proporciona aos participantes a oportunidade de desenvolver habilidades essenciais na escrita de roteiros audiovisuais. Ao longo do programa, os participantes irão conhecer parte dos fundamentos da estrutura narrativa, formas de aprimorar a habilidade de contar histórias visuais e explorar técnicas de escrita criativa. Através de aulas teóricas, exercícios práticos, análises de roteiros e visionamento de filmes, os participantes serão guiados no processo de criação. Ao final, espera-se que tenham adquirido um conjunto sólido de habilidades e confiança para escrever seus roteiros audiovisuais.

Tópico 1: Escrita Criativa parte 1, Desenvolvendo a escrita de forma livre, Os bloqueios criativos e busca por manter a inspiração .

Tópico 2: Narrativa Visual e Linguagem Cinematográfica, Uso da linguagem visual para contar histórias Sequências e montagem: criação de ritmo e impacto emocional, Simbolismo e metáforas visuais

Tópico 3: Desenvolvimento de Ideias, Concepção da ideia, Definição do tipo de história: gênero, tom e público-alvo, Desenvolvimento da sinopse: resumo conciso da trama, personagens e arcos narrativos

Tópico 4: Introdução ao Roteiro, O que é o roteiro audiovisual?, Processo de Produção audiovisual, Processo de escrita para roteiros, Estruturas narrativas, Estrutura de três atos e sua aplicação no roteiro

Tópico 5: As Personagens, Construção de personagens, Arcos de personagem: transformação e crescimento ao longo da história, Relações entre personagens: dinâmicas e conflitos

Tópico 6: A Narração e Construção do Enredo, Estabelecimento do conflito central e dos objetivos das personagens, Desenvolvimento da trama, reviravoltas, pontos de virada e clímax, Subtramas e a integração com a trama principal

Tópico 7: Formatação de Roteiro, Introdução à formatação de roteiros audiovisuais, Elementos essenciais do roteiro: cabeçalho, rubrica de ação e diálogos.

Tópico 8: Revisão do Roteiro e primeiro tratamento, Processo de revisão, Construção e reconstrução de cenas, Análise de estrutura, ritmo, temporalidades e coerência narrativa, Polimento do diálogo e da escrita cinematográfica, Introdução à técnicas de pitching: apresentação persuasiva do roteiro, Preparação para o mercado: networking, competições e oportunidades

 MINIBIO DO OFICINEIRO: Mestrando no Programa de Pós Graduação em Cinema da Universidade Federal Fluminense (PPGCINE-UFF), na linha "Narrativas e Estéticas", em que desenvolve pesquisa a respeito do ritmo e as temporalidades na escrita do roteiro cinematográfico e audiovisual. Possui graduação em Cinema e Audiovisual pela UFF (2018-2022), com experiências acadêmicas em monitorias e pesquisa de Iniciação Científica (PIBIC/CNPQ). Atua no audiovisual nas áreas de roteiro, direção, criação e desenvolvimento de projetos.

6)          HISTÓRIA DO CINEMA BRASILEIRO

OFICINEIRO: Lucas Reis

DIA E HORÁRIO: quintas, das 16h às 18h

LOCAL/SALA: Auditório Cartola

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: O curso terá como eixo principal examinar a história do cinema brasileiro. A proposta é fazer um panorama das principais teorias de produção, distribuição e exibição desde o final do século XIX até o início do século XXI, a partir de momentos considerados. O curso se propõe a produzir uma análise da narrativa historiográfica do cinema no país e discutir os motivos da formação de cânones que são reconhecidos hoje em dia.

Aula 1: Primórdios: há um nascimento e uma bela época do cinema brasileiro?

Aula 2: O que foram as cavações e os ciclos regionais? Os filmes posados e os filmes

naturais.

Aula 3: A conversão para o sonoro e a modificação nas salas de cinema. Os filmusicais

estouram nas bilheterias.

Aula 4: A fundação das chanchadas e o protagonismo do Rio de Janeiro. A importância dos

estúdios Atlântida na cidade.

Aula 5: A formação dos grandes estúdios da década de 1950 e a ascensão do cinema

independente. O projeto do Instituto Nacional de Cinema Educativo (INCE).

Aula 6: O cinema de paródia através dos anos? As paródias são uma manifestação

característica da cultura brasileira?

Aula 7: A Caravana Farkas, a ascensão do Cinema Novo e uma visão do “outro-popular” no

cinema brasileiro.

Aula 8: O apogeu do Cinema Novo e o discurso do cinema do terceiro-mundo desponta nos

grandes festivais do mundo.

Aula 9: A radicalidade do Cinema Marginal sacode as estruturas do cinema brasileiro.

Aula 10: O surgimento da pornochanchada e a ligação do público com as produções na

Boca do Lixo.

Aula 11: O ciclo do cangaço, o cinema de terror e o melodrama, filmes obliterados da

historiografia do cinema brasileiro. O avanço da produção de mulheres.

Aula 12: O cinema neon-realista paulista, a trilogia do rock carioca e o público jovem como

maior interesse dos exibidores. A diversidade da produção na década de 1980. O projeto de

distribuição da Embrafilme.

Aula 13: A retomada da produção no cinema brasileiro. O fim dos cinemas de rua e a

ascensão dos cinema de shopping.

Aula 14: Neochanchadas, Globochanchadas ou Moneychanchadas? Existe um novo gênero

no cinema brasileiro.

Aula 15: A produção independente brasileira das primeiras décadas do século XXI. A

ascensão dos realizadores negros no país.

MINIBIO DO OFICINEIRO: Mestre em Cinema e Audiovisual pelo PPGCINE/UFF e graduado em Cinema (Licenciatura) pela mesma instituição. Crítico de cinema no site Cineplayers, Scream & Yell e na Revista Aurora de Cinema Brasileiro. Professor de Cinema na Escola SESC de Ensino Médio e de cursos livres ligados, especialmente, ao cinema brasileiro. Em 2019 e 2021, realizou trabalho de educação em cinema como tutor do departamento de Cinema da UFF.

DANÇA E CORPO

OFICINAS EXTERNAS:

1)  JONGO NOSSO

OFICINEIRO: Negra Rô

DIA E HORÁRIO: Segundas, das 18:30h às 20:30h

LOCAL/SALA: sala 04

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: Tratarei de temas relacionados à cultura popular, mais precisamente o Jongo e serão desenvolvidos técnicas de dança, toques e pontos de Jongo, culminando em uma grande roda.

MINIBIO DO OFICINEIRO: Sou produtora cultural, analista de marketing e jongueira, atuo fazendo oficinas de Jongo e produzindo eventos. Também faço performances de dança do ventre, cigana e afro.

 

2) INTRODUÇÃO AO BREAKING: DA TEORIA À PRÁTICA 

OFICINEIRO: Bboy G. B.

DIA E HORÁRIO: Terças e Quintas, das 20h às 21h

LOCAL/SALA: sala 04

Carga horária: 30h

EMENTA:

  • Contextualização histórica do HipHop
  • Introdução teórica e prática do Break
  • Debates sobre patrimônio, memória, políticas públicas, etc.

MATERIAIS NECESSÁRIOS:

Recomendável o uso de tênis e roupas confortáveis.

MINIBIO DO OFICINEIRO: Bboy desde 2012, ingressou no grupo Flow 021 Crew em 2015. Desde então, dedica-se à produção de eventos, apresentações, aulas, oficinas e ações sociais.

3) DANÇA AFRO, RECONEXÃO ANCESTRAL 

OFICINEIRO: Cleiton Sobreira

DIA E HORÁRIO: Terças, das 16h às 18h

LOCAL/SALA: sala 4

Carga horária: 30h

EMENTA: Nesta oficina, teremos a oportunidade de trabalhar não só o corpo que dança, mas também a busca por nossa ancestralidade, nossa raiz, através da simbologia e da gestualidade da dança dos orixás (baseado na mitologia afro-brasileira), passeando por diversos ritmos afro-brasileiros. O intuito é favorecer o desenvolvimento da coordenação motora dos alunos e a capacidade de compreenderem as possibilidades de movimento com maior inteligência, autonomia, responsabilidade e sensibilidade, além de contribuir para a valorização de suas raízes e referências negras, fazendo com que sejam multiplicadores das expressões populares, tendo a dança como forma principal de expressão artística. Abordaremos, entre outros, danças e ritmos afro brasileiros e sua comunicação com a cultura popular, samba reggae, simbologia de orixá.  1 - A expressão corporal da dança afro;  2 - Onde nasce o movimento (o chamado processo de contração/expansão/ondulação), seu início, meio e fim e reconhecimento em cada parte do corpo; 3 - Apresentação dos arquétipos dos orixás; 4 - Entendimento das energias (orixás) masculinas e femininas, trazendo para o corpo dançado todos os seus signos, um de cada vez; 5 - A junção dos movimentos, a montagem coreográfica; 6 - A dança dos orixás e outras coreografias, quando os movimentos das diversas energias se reúnem coreograficamente;

MINIBIO DO OFICINEIRO: Dançarino e professor de dança do Rio de Janeiro, Zona Norte. Sob orientação de G’leu Cambria (Ilhéus-BA), iniciou seu caminho na dança afro em 2015, ingressando na Companhia Bamboyá, com a qual teve a oportunidade de se apresentar em alguns teatros e espaços culturais no Rio de Janeiro e fora do Brasil (Estados Unidos), também em performance solo. Atualmente, é assistente de G'leu e atua ministrando aulas de dança afro em espaços no Centro do Rio de Janeiro.

4) SAMBA DE GAFIEIRA DO ZERO 

OFICINEIRO: Vitor Fernandes

DIA E HORÁRIO: Segundas  e Quartas, das 12h às 13h

LOCAL/SALA: sala 04

Carga horária: 30h

EMENTA: Será trabalhada uma metodologia simples e lúdica para o aprendizado de Samba de Gafieira sem a necessidade de os participantes terem conhecimento prévio de dança.

Serão apresentadas as bases e alguns movimentos introdutórios da linguagem do Samba de Gafieira, além de conceitos como:

- O que são Condução e Resposta

- Musicalidade e dinâmicas rítmicas

- Abraço e conexão com o par

- Técnicas e variações de execução dos movimentos

MATERIAIS NECESSÁRIOS:

Roupas e calçados confortáveis. É possível também realizar descalço.

MINIBIO DO OFICINEIRO: Vitor é dançarino de danças de salão desde 2018, tendo focado mais em Samba de Gafieira, Forró e vertentes de ambos nos últimos anos. Começou a dar aulas em turma de Forró e aulas particulares de Forró e Samba em 2021.

Em 2021, ministrou aulas de Forró na Artance, no Centro do Rio de Janeiro, e em 2022 iniciou como professor no projeto Forró de Rua, no MAM.

Hoje faz parte, além da equipe do Forró de Rua, da equipe de professores de Robinho e Evelin, casal renomado no Samba de Gafieira do Rio de Janeiro.

5) ALONGAMENTO PARA TODOS 

OFICINEIRO: Luciana Souza

DIA E HORÁRIO: Quartas e Sextas, das 9h às 10h

LOCAL/SALA: sala 04

Carga horária: 30h

EMENTA: As aulas de Alongamento com base na Metodologia  Inner Balance, promovem bem estar, alívio de dores e tensões, além de estimular a percepção corporal e autonomia do aluno para desenvolver um corpo saudável, integrado e funcional no dia a dia.

MINIBIO DO OFICINEIRO: Massoterapeuta, dançarina, Educadora Somática, ex atleta e pesquisadora do movimento desde 2010. Instrutora de consciência corporal, Dança a dois e Alongamento.

6) DANÇA E CHÃO 

OFICINEIRO: Bia Vinzon

DIA E HORÁRIO: Sextas, das 11h às 13h

LOCAL/SALA: sala 04

Carga horária: 30h

EMENTA: Dança e Chão é uma aula que tem como foco a relação do corpo com o chão. Na aula são investigados exercícios e movimentos que facilitam a locomoção do corpo no plano baixo, desenvolvendo a capacidade de fluir e adaptação do corpo ao espaço. A capacidade de articulação e entrega, exigida na técnica de chão, nos mostra como o vazio e a queda são potentes.Na aula exploramos a dança através da sensação do peso do corpo e dos movimentos dos fluidos internos, buscando uma prática de movimento saudável e alinhada com as possibilidades de cada corpo.

MINIBIO DO OFICINEIRO:  Bia Vinzon é dançarina e performer, com bacharelado em Dança pela Faculdade Angel Vianna e treinamento em dança contemporânea pela School of Performing Arts - GAU. Desenvolve a sua investigação em torno de técnicas de dança contemporânea, improvisação e acrobacias. Cria seus próprios trabalhos e também com outros artistas, mesclando diferentes técnicas e campos performáticos. Como artista contemporânea, busca aprender com diversas manifestações e linguagens artísticas. Além de bailarina e performer, facilita aulas de dança e chão, contato improvisação e iniciação à acrobacias para crianças.

7) NA BATIDA: DANÇA, RITMO E FLUÊNCIA 

OFICINEIRO: Mayara Souza de Assis

DIA E HORÁRIO: Segundas e Quartas, das 11h às 12h

LOCAL/SALA: sala 04

Carga horária: 30h

EMENTA: Na batida é a oficina dançante na modalidade aeróbica, combinada de ritmos da música latinoamericana, afro-brasileira, hip hop e funk. A experiência envolve expressividade, alongamento e trabalho corporal voltado para a soltura das articulações.

HÁ PRÉ-REQUISITO PARA PARTICIPAÇÃO?

Não há pré-requisito para participação. Na batida é indicada para iniciantes, interessados em dançar, com objetivos comuns a: consciência corporal, autoconhecimento, bem-estar, saúde do coração e dos pulmões, alongamento e flexibilidade, de maneira integrativa, acolhendo diversas biotipologias.

MINIBIO DO OFICINEIRO: Mayara Assis é artista, educadora corporal e produtora local do Rio de Janeiro, pesquisa dança e antirracismo orientada pelas danças afro-indígenas, do maculelê ao funk. Atuante no segmento artístico, desde 2012, entre espetáculos e salas de aula, possui graduação em Dança e está atualmente no doutorado em Educação (ProPEd/UERJ). Possui experiência na extensão acadêmica, na educação continuada e

extraclasse, em escolas formais, informais e espaços culturais e educativos, públicos e particulares.

8)  DANÇA: O CHARME NOSSO DE CADA DIA!

OFICINEIRO: Valéria Ferreira Diniz Alves

DIA E HORÁRIO: Terças e Quintas, das 18h30 às 19h30

LOCAL/SALA: sala 04

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: O projeto “O charme nosso de cada dia” tem como principal objetivo fazer interagir os diversos públicos através da dança Charme. Para isso, deverá englobar várias faixas etárias, gêneros e classes sociais, deixando claro que a cultura Charme veio para integrar os indivíduos, objetivando a não discriminação.

MINIBIO DO OFICINEIRO: Em 2022, foi coordenadora do projeto “Charmeando no Teatro” (projeto de cultura com ênfase na dança Charme) no Teatro Municipal do Rio de Janeiro e no Teatro Cacilda Becker. Em 2023, foi coordenadora do projeto “Charmeando no Teatro” nos teatros Cacilda Becker e Dulcina. Conclusão do curso de Licenciatura em Dança na UFRJ. Possui DRT em dança Charme.

9)  DANÇAS LATINAS

OFICINEIRO: Elaine da Silva Pereira

DIA E HORÁRIO: Terças e Quintas, das 13h às 14h

LOCAL/SALA: sala 4

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA:  Curso básico de Danças Latinas de par como Forró, Salsa e Lamba Zouk

MINIBIO DO OFICINEIRO: Licenciada em Dança com especialização em Danças de Salão. Experiência de mais de 20 anos no ensino de ritmos latinos.

 

10)  STILETTO INICIANTE

OFICINEIRO: Thamyres Veras

DIA E HORÁRIO:  Segundas, das 14h às 16h

LOCAL/SALA: sala 4

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA:  O Stiletto é uma dança sensual e atraente que mistura Jazz, Hip-Hop, Pop e salto alto. Ela é inspirada nas famosas cantoras do Pop, como Beyoncé. Este estilo de dança ensina movimentos leves e sutis com as mãos, pés, ombros e quadris, jogadas com o cabelo, além de olhares sensuais e marcantes. O Stiletto surgiu a partir da necessidade de bailarinos aprenderem a se equilibrar em cima dos saltos altos enquanto reproduzem uma coreografia para apresentações em clipes, shows ou comerciais.

HÁ PRÉ-REQUISITO PARA PARTICIPAÇÃO? Pessoas com disposição física, aptas para praticarem exercícios. Em caso de alguma limitação, é necessário atestado comprovando a liberação médica para a atividade.

 MINIBIO DO OFICINEIRO: Estudante de danças urbanas a mais ou menos 16 anos comecei meus estudos com hip hop e meus trabalhos com dança através de performances, clipes, shows e até gravações pra TV trabalhando com grandes nomes como anitta, valesca popozuda e pra grandes emissoras como a tv globo. Como professora de fato comecei atuando com aulas para criança até me especializar no stiletto onde atuo a mais de 7 anos.

 

11)  DANÇA DE SALÃO

OFICINEIRO: FERNANDA MILFONT

DIA E HORÁRIO: Quintas, das 11h às 13h

LOCAL/SALA: sala 04

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA:  A dança é uma das manifestações artísticas mais antigas da humanidade. A dança de salão é indicada, inclusive, como terapia devido ao seu alto poder de desenvolvimento psicossocial. Quem dança é mais feliz! O projeto visa proporcionar ao aluno, uma atividade física e artística capaz de desenvolver alguns como: • Criatividade • Autoconfiança • Socialização • Solidariedade • Autoconhecimento • Memória • Consciência corporal e espacial • Coordenação motora • Equilíbrio • Ritmo

MINIBIO DO OFICINEIRO: Profissional há 26 anos de dança de salão, atuando como professora, dançarina e coreógrafa. Profissionalizou-se como professora de dança de salão no Studio Marcello Moragas onde desenvolveu coreografias e ministrou aulas. Por 8 anos foi proprietária do Espaço Dois em Cena e hoje atua como professora e parceira da Academia de Dança de Salão Luiz Valença.

OFICINAS EXTERNAS (CONVIDADOS):

1)  HATHA YOGA E MEDITAÇÃO

OFICINEIRA: Yasmin Lima

DIA E HORÁRIO:  Terças e Quintas, das 10h às 11h

LOCAL/SALA: sala 04

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: Prática completa de yoga através de kriyas, asanas, pranayamas, meditação e relaxamento.

MATERIAIS NECESSÁRIOS PARA SUA REALIZAÇÃO:

Tapetinho de Yoga ou colchonete/toalha/canga para sentar/deitar

HÁ PRÉ-REQUISITO PARA PARTICIPAÇÃO? não

MINIBIO DA OFICINEIRA: Instrutora de Yoga e aprofundamento em Hatha Yoga; Reflexologia Tailandesa; Reik; Cromoterapia.

2) INTRODUÇÃO À DANÇA ORIENTAL ÁRABE 

OFICINEIRO: Thereza de Oliveira

DIA E HORÁRIO: Sextas, das 17h às 19h

LOCAL/SALA: sala 04

Carga horária: 30h

EMENTA: A oficina entrega conhecimentos teóricos e práticos sobre a arte da Dança Oriental Árabe. Além dos passos básicos e do embasamento histórico sobre a dança e cultura oriental árabe, as participantes da oficina criam uma conscientização corporal, percebem um aumento da autoestima e da desenvoltura social.

MATERIAIS NECESSÁRIOS PARA SUA REALIZAÇÃO: Roupas Confortáveis

HÁ PRÉ-REQUISITO PARA PARTICIPAÇÃO? não

MINIBIO DO OFICINEIRO: Thereza de Oliveira, 26 anos dedicados à Dança Oriental Árabe.Graduada em História e Pós Graduada em Metodologia do Ensino Superior. Ministra aulas de  Dança Oriental Árabe há 15 anos COART e  PROINICIAR .Atualmente compõe a Direção do Memphis Encontro de Danças Étnicas RJ . Diretora Artística das  Mostras de Danças Árabes COART UERJ (15 anos)) Atualmente participa da Comissão Artística do SPDRJ.

OFICINAS DO PROJETO ARTE/CULTURA:

  1. MEDITAÇÃO

OFICINEIRO: Alfredo Akira

DIA E HORÁRIO: Quintas, das 9h às 10h

LOCAL/SALA: sala 04

Carga horária: 30h

EMENTA: A COART oferece a OFICINA GRATUITA de Meditação. Ela será aberta a todos (comunidades interna e externa). Para participar basta vir no dia e hora da oficina.

Será uma introdução à prática da Meditação. Serão abordados os conceitos:

- Para que serve a meditação?

- Tipos e técnicas de práticas consolidadas.

- Diferença entre meditação e oração.

- A respiração. Mantras.

- Visualização criativa.

- Atenção Plena. Vipassana.

- Meditações Ativas. Benefícios.

- Posturas de preparo do corpo para sentar em meditação.

-Importância da prática pessoal.

MATERIAIS NECESSÁRIOS: Roupas Confortáveis

MINIBIO DO OFICINEIRO: Prof. de yoga e meditação formado em cursos de aprofundamento com o Prof. Marco Schultz (2009) e Prof. Pedro Pessoa (2013), pelo método Iyengar Yoga. Também possui formação em cursos pela tradição do budismo theravada de meditação (2008) e advaita vedanta, na linha de Ramana Maharshi e Nisargadatta Maharaj (2009).

LITERATURA

OFICINAS EXTERNAS:

  1. IMAGEM, AÇÃO E VERTIGEM: OFICINA DE POESIA 

OFICINEIRO: Ana Luiza Rigueto

DIA E HORÁRIO: Quintas, das 17h às 19h

LOCAL/SALA: sala 01

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: Susan Sontag escreveu que enquanto a fotografia é imagem retirada ao acontecimento, a pintura é uma narrativa em cena. Eleonora Fabião define o performer como um poeta dos precários. Anne Carson, citada por Ana Martins Marques, diz que se a prosa é uma casa, a poesia é um homem em chamas. Nesta oficina, vamos experimentar como imagem, ação e vertigem organizam e desorganizam nossa leitura, escrita e edição coletiva no fazer da poesia.

 MATERIAIS NECESSÁRIOS PARA SUA REALIZAÇÃO:

Material para escrever (papel, caderno, lápis, caneta).

HÁ PRÉ-REQUISITO PARA PARTICIPAÇÃO? não

MINIBIO DO OFICINEIRO:  Ana Luiza Rigueto é poeta e crítica, pesquisa e dá oficinas. Atualmente doutoranda em Ciência da Literatura (UFRJ), onde integra o PACC/UFRJ (Programa Avançado de Cultura Contemporânea da UFRJ). É colunista de literatura na revista A Palavra Solta, colabora com o jornal Rascunho e a revista Continente, e dá oficinas de poesia na Escola da Palavra. Publicou “Entrega em domicílio” (Urutau, 2019), “Antígona morreu então preciso falar com você” (Urutau, 2021) e a plaquete “teatrinho” (2021).

 

  1. A ESCRITA PELAS MARGENS: POÉTICAS DE RESISTÊNCIA 

OFICINEIRO: João G. Junior

DIA E HORÁRIO: Quartas, das 18h às 20h

LOCAL/SALA:  sala 01

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA:

A poesia está em todos os lugares, mas existe para todos os corpos da mesma forma? Às vidas e aos corpos colocados à margem são negados os espaços, a visibilidade, a circulação e, em muitos casos, a própria existência. Ainda assim, pessoas negras, LGBTI+, corpos vivendo com hiv/aids e mulheres existem, resistem e escrevem. A proposta desta oficina de poesia é a imersão em leituras, vídeos e exercícios de escrita que permitam o desenvolvimento de novas e outras autorias.

MATERIAIS NECESSÁRIOS PARA SUA REALIZAÇÃO:

Material para escrever (papel, caderno, lápis, caneta).

HÁ PRÉ-REQUISITO PARA PARTICIPAÇÃO? não

 

 MINIBIO DO OFICINEIRO:  João G. Junior é poeta, professor e ativista LGBTI+. Foi colaborador dos sites LiteraTortura e Indique um Livro e editor da revista eletrônica Avenida Sul. Teve poemas publicados em antologias, revistas, sites e blogs no Brasil, Portugal e Grécia e é autor da plaquete "Fui a Lisboa esquecer um amor" (Macondo, 2016) e dos livros "O que ri por último" (Patuá, 2020), "O tédio dos dias variados" (Urutau, 2020) e "Agora e na hora de nossa morte" (Urutau, 2022).

  1. ESCRITA LITERÁRIA COLETIVA: A CIDADE DO RIO DE JANEIRO COMO UM ORGANISMO POÉTICO 

OFICINEIRO: Lare Amaro

DIA E HORÁRIO: Sextas, das 14h às 16h

LOCAL/SALA: sala 01

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: A Escrita Coletiva propõe outra perspectiva para a escrita literária. Escrever entrelaçando punhos e os múltiplos olhares. Percorrer com palavras e de mãos dadas os tráfegos, as anatomias, as orquestras e os sistemas que compõem a cidade o Rio de Janeiro. A partir de propostas inovadoras, passeando por diversos gêneros literários curtos, iremos compor um zine com textos escritos coletivamente.

MATERIAIS NECESSÁRIOS PARA SUA REALIZAÇÃO:

Material para escrever (papel, caderno, lápis, caneta).

HÁ PRÉ-REQUISITO PARA PARTICIPAÇÃO? não

MINIBIO DO OFICINEIRO:  Latino-americana, poeta, encadernadora. Prefere fazer as coisas com as próprias mãos, mas de modo algum sozinha. Publicou dois livros de forma independente: Cecília não transa mais e Não declarado. Anarcofeminista, taróloga, bodyborder pouco praticante e eternamente faixa branca de judô. Bordadeira de baixa qualidade, professora de Literatura, mestra em Educação e doutoranda em Literatura Comparada. Mãe de uma criança faladeira.

 

  1. O EU E O TEXTO: A PRODUÇÃO DE CORPOS ATRAVÉS DA ESCRITA  

OFICINEIRO: Annelise Schwarcz e Bruna Testi

DIA E HORÁRIO: Quintas, das 19h às 21h

LOCAL/SALA: sala 01

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: Nossa proposta é oferecer um panorama das obras de autoras/es que escrevem com o corpo dentro e produzem um novo corpo por meio da escrita de si. Através de seus textos, iremos explorar as aberturas que as formas diário, monólogo, diálogo, carta, ensaio e conto oferecem para a construção de um lugar para si na escrita, por meio da subversão e experimentação das ficções que nos constituem.

MATERIAIS NECESSÁRIOS PARA SUA REALIZAÇÃO:

Material para escrever (papel, caderno, lápis, caneta).

HÁ PRÉ-REQUISITO PARA PARTICIPAÇÃO? não

MINIBIO DO OFICINEIRO:  Annelise é licenciada em filosofia pela UFF e mestra também em filosofia pela mesma instituição. Integra os laboratórios de pesquisa Eros da Crítica e Epistemologias Feministas da UFF. Co-fundou o coletivo COGA.lab - Laboratório de Práticas Mestizas, e é membra do GT de Filosofia e Gênero da ANPOF. Se interessa por saberes feministas, decoloniais, por psicanálise e estética.  

Bruna é doutoranda e mestra em Filosofia pela Universidade Federal Fluminense (UFF), além de bacharel em Comunicação Social pela Universidade FUMEC. Atriz no coletivo independente Alguns de Nós e na Escola de Teatro Popular (ETP) do Rio de Janeiro, Bruna integra o laboratório de pesquisa Eros da Crítica e é co-fundadora do Coletivo Gloria Anzaldúa - COGA.lab - Laboratório de Práticas Mestizas.

 

 

  1. TUDO AQUILO QUE NUNCA CONSEGUI DIZER: ARQUIVO E MEMÓRIA EM ESCRITURAS 

OFICINEIRO: Zé Caetano

DIA E HORÁRIO: Terças, das 19h às 21h

LOCAL/SALA: sala 01

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: A oficina pretende apresentar artistas que utilizam de memórias e arquivos pessoais em seus processos de criações performativas. Logo, em seguida, serão desenvolvidos dispositivos para provocar os integrantes a praticar suas próprias autoescrituras.

MATERIAIS NECESSÁRIOS PARA SUA REALIZAÇÃO:

Material para escrever (papel, caderno, lápis, caneta).

HÁ PRÉ-REQUISITO PARA PARTICIPAÇÃO? não

MINIBIO DO OFICINEIRO:  Artista-pesquisador. Discente do mestrado profissional em Artes Cênicas, PPGAC/UNIRIO, onde estuda o uso de arquivo pessoal como dispositivo de criação em performance. Formado em Atuação Cênica na mesma instituição e estudante de Psicologia na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Durante sua primeira graduação, foi bolsista de iniciação científica da FAPERJ. Integra, desde 2019, o grupo de pesquisa Práticas Performativas Contemporâneas, certificado pelo CNPQ.

 

 

OFICINAS DO PROJETO ARTE/CULTURA: 

 

  1. OFICINA DE POESIA: INTRODUÇÃO À ESCRITA DO POEMA 

 

OFICINEIRO: Marcelo Reis

DIA E HORÁRIO: Quartas, das 14h às 16h30

LOCAL/SALA: sala 01  

 

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: Oficina prática e teórica. Exercícios voltados à utilização de ferramentas envolvidas na escrita de um poema, com ênfase na melopeia (música), fanopeia (imagem) e/ou logopeia (pensamento). Após a escrita dos textos faremos sempre uma leitura crítica e coletiva dos trabalhos autorais, a lanternagem. Durante encontros também nos dedicaremos à leitura de alguns textos básicos para a compreensão da linguagem poética, como ABC da Literatura, de Ezra Pound; O que é comunicação poética, de Décio Pignatari; Tradição e Talento Individual, de T.S.Eliot; Arte como procedimento, de Viktor Chklovsky; O Poeta e o Tempo, de Marina Tsvetaeva; Seis propostas para o próximo milênio, de Italo Calvino, entre outros.

HÁ PRÉ-REQUISITO PARA PARTICIPAÇÃO? não

MINIBIO DO OFICINEIRO:  Marcelo Reis de Mello é poeta, crítico e professor de literatura. Doutor em literatura comparada pela UFF, é o orientador efetivo da área de literatura da Coart UERJ. Como poeta publicou, entre outros, José mergulha para sempre na piscina azul (Garupa, 2020, finalista do Prêmio Jabuti).

  1. POESIA NO CINEMA  

 

OFICINEIRO: Marcelo Reis

DIA E HORÁRIO: Segundas, das 15h às 18h

LOCAL/SALA: Auditório Cartola  

 

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: Em cada encontro, iremos ver um filme clássico ou contemporâneo em que a poesia e/ou um poeta são retratados, como em obras fundamentais de Joaquim Pedro de Andrade, Zelito Viana, Wim Wenders e Sergei Parajanov. Após a exibição, um bate-papo com leitura de poemas e a contextualização histórica dos trabalhos. A lista completa será divulgada aos participantes no início da oficina.

 

HÁ PRÉ-REQUISITO PARA PARTICIPAÇÃO? não

MINIBIO DO OFICINEIRO:  Marcelo Reis de Mello é poeta, crítico e professor de literatura. Doutor em literatura comparada pela UFF, é o orientador efetivo da área de literatura da Coart UERJ. Como poeta publicou, entre outros, José mergulha para sempre na piscina azul (Garupa, 2020, finalista do Prêmio Jabuti).

 

  1. LEITURAS TRÁGICAS – A TRILOGIA TEBANA  

 

OFICINEIRO: Marcelo Reis

DIA E HORÁRIO: Sextas, das 15h às  17h

LOCAL/SALA: sala 01  

 

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: Grupo dedicado à leitura coletiva e crítica das tragédias que integram a chamada trilogia tebana, de Sófocles: 1. Édipo Rei; 2. Édipo em Colono; 3. Antígona. O plano é ler integralmente as peças, com a devida contextualização histórica, além de textos críticos que orientem o estudo. A cada semana, um membro do grupo ficará responsável pela organização dos encontros, estabelecendo a dinâmica de leitura, com as sugestões de material de apoio (artigos, poemas, filmes, etc.).

HÁ PRÉ-REQUISITO PARA PARTICIPAÇÃO? não

MINIBIO DO OFICINEIRO:  Marcelo Reis de Mello é poeta, crítico e professor de literatura. Doutor em literatura comparada pela UFF, é o orientador efetivo da área de literatura da Coart UERJ. Como poeta publicou, entre outros, José mergulha para sempre na piscina azul (Garupa, 2020, finalista do Prêmio Jabuti).

  1. LEITURAS DO SUBMUNDO BRASILEIRO 

 

OFICINEIRO: Marcelo Reis

DIA E HORÁRIO: Sextas, das 17h30  às  19h30

LOCAL/SALA: sala 01  

 

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: Grupo de leitura em torno de cinco contistas subvalorizados pela crítica literária e que exploram a vida do submundo, em diferentes cantos do Brasil. Dalton Trevisan, que expõe as vísceras de uma Curitiba oficial e envernizada. Antônio Fraga, que viveu entre a Lapa e o Mangue (hoje Vila Mimosa), até seu longo autoexílio na Baixada Fluminense, sem dinheiro e reconhecimento. O paulistano João Antônio, que aborda a linguagem e o cenários dos bares de sinuca e leões-de-chácara, e que, assim como Wander Piroli, em Belo Horizonte, privilegia um olhar sobre pessoas comuns e marginalizadas, operários, prostitutas e malandros. Por fim, Samuel Rawet, brasileiro nascido na Polônia, autor dos Contos do imigrante, tão importante, mas praticamente esquecido, e que também se dedica a segmentos sociais marginalizados: imigrantes judeus, moradores do subúrbio e homossexuais.

 

 

Bibliografia:

 

Desabrigo e outros textos, de Antônio Fraga

Antologia pessoal, de Dalton Trevisan

Contos reunidos, de João Antônio

Contos do imigrante, de Samuel Rawet

A mãe e o filho da mãe, de Wander Piroli

 

MINIBIO DO OFICINEIRO:  Marcelo Reis de Mello é poeta, crítico e professor de literatura. Doutor em literatura comparada pela UFF, é o orientador efetivo da área de literatura da Coart UERJ. Como poeta publicou, entre outros, José mergulha para sempre na piscina azul (Garupa, 2020, finalista do Prêmio Jabuti).

 MÚSICA

OFICINAS EXTERNAS:

1)  ARTES MUSICAIS AFRO-BRASILEIRAS: EXPERIÊNCIAS PEDAGÓGICAS

OFICINEIRA: Beatriz Bessa

DIA E HORÁRIO: Terças, das 09h às 11h

LOCAL/SALA: sala 11

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA:  Através de jogos corporais, uso de instrumentos musicais, brinquedos cantados e expressão vocal iremos vivenciar atividades da cultura sonora afro-brasileira. O objetivo é que a partir do desenvolvimento de nossa própria musicalidade e reflexão crítica, nosso repertório de práticas musicais da cultura preta se amplie, fomentando o lúdico e o antirracismo no autoconhecimento, na relação com o outro e com a vida.

MINIBIO DA OFICINEIRA:  Doutoranda em Música na UNIRIO, professora de música no Colégio Stella Maris desde 2008, arte educadora do Museu do Pontal desde 2015 e do Núcleo Experimental de Arte Educação (NEAE) desde 2003. Voz e triângulo no trio de forró Cantos da Fulô e violeira no Música Para Brincar. Sou Mestre em Memória Social (UNIRIO) e Mestre em Ensino das Práticas Musicais (UNIRIO), Especialista em Práticas Musicais na Educação Básica (CPII), com Bacharelado e Licenciatura em Psicologia (UERJ).

 

2)          OFICINA DE PERCUSSÃO POPULAR DO MESTRE RIKO

OFICINEIRO: Mestre Riko

DIA E HORÁRIO: Sextas, das 16h às 18h

LOCAL/SALA: sala 11

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: Oficina para iniciantes de instrumentos de percussão (surdos, caixas, repiques, chocalhos, agogôs e tamborins).

MINIBIO DO OFICINEIRO: Formado em percussão pela Escola de Música Villa-Lobos- RJ. Formado em percussão africana no curso ministrado pelo Prof. Gert Kilian em Toulouse/França. Músico com habilitação em Percussão pela OMB. Coordenador, professor e criador da cadeira de percussão popular da Escola de Música VillaLobos. Fundador e mestre da bateria Fina Batucada. Mestre de bateria de vários blocos carnavalescos do RJ e da Escola de Samba Embaixadores da Alegria.

3)  PERCUSSÃO AFRO-BRASILEIRA: OS RITMOS DOS AFOXÉS E BLOCOS AFRO

OFICINEIRO: Luccas Xaxará

DIA E HORÁRIO: Quintas, das 19h às 21h

LOCAL/SALA: sala 11

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: A oficina busca trabalhar os ritmos Ijexá, samba-reggae e samba afro abordando suas construções históricas e culturais, oferecendo a partir dos instrumentos: repique, caixa, surdo, conga, xequerê e agogô uma experiência musical que passa pela perspectiva oriunda dos terreiros de matriz africana até as manifestações no carnaval e na música popular brasileira.

MINIBIO DO OFICINEIRO: Luccas Xaxará é músico percussionista, Ogan Alágbè e pesquisador da musicalidade, cultura afro-brasileira, relações étnico-raciais e negritude. É Mestre de percussão e fundador da Manifestação Afrocultural Baticum. Atua no cenário musical, participando de projetos com MPB, Samba e Música Afro.

OFICINAS EXTERNAS (CONVIDADOS):

1)  CANTO E TÉCNICA VOCAL

OFICINEIRA: Beatriz Rodrigues

DIA E HORÁRIO: Segundas e Quartas, das 18h às 19h

LOCAL/SALA: sala 09

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: A oficina propõe pensar coletivamente a respeito da voz cantada em diferentes interesses, tendo como premissa alguns conceitos de respiração, afinação e colocação da voz. O processo passa pela experimentação e performance, contemplando a prática do canto - apropriação dos conceitos abordados.

MINIBIO DA OFICINEIRA:  Formada em Técnico em Piano pela atual Fames (Faculdade de Música do Estado do Espírito Santo); Técnico em Piano e Técnico em Regência Instrumental pela Escola de Música Villa Lobos- RJ; Bacharel em Música Sacra, especialização em canto pela STBSB (Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil) – RJ; Licenciada em Música- Canto e Mestre em Educação Musical pela UFRJ (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro).

OFICINAS DO PROJETO ARTE/CULTURA:

1)          INICIAÇÃO MUSICAL

OFICINEIRO: Rafael Camacho

DIA E HORÁRIO: Terças- feiras, das 17h às 19h

LOCAL/SALA: sala 11

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA:  A oficina tem como objetivo desenvolver o conhecimento e a vivência de elementos fundamentais da linguagem musical. A partir de atividades de escuta, criação e experimentação, propõe-se abordar aspectos rítmicos, melódicos e formais, noções elementares de escrita musical, a prática musical em conjunto e o breve conhecimento dos instrumentos musicais disponíveis.  

MINIBIO DO OFICINEIRO: Rafael Camacho possui bacharelado e licenciatura em música pelo Conservatório Brasileiro de Música, e mestrado em música pela UFRJ. Desde 2008 desenvolve trabalhos tanto na área de educação musical quanto como músico em projetos diversos. Em 2021 lançou o ep Da janela pra dentro, que conta com interpretações para guitarra solo, e desde 2016 é Orientador de oficinas de música da COART.

2)  HARMONIA E IMPROVISAÇÃO

OFICINEIRO: Rafael Camacho

DIA E HORÁRIO: Quartas, das 16h às 18h  

LOCAL/SALA: sala 09

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: A oficina propõe uma introdução a dois temas amplos e interligados: a harmonia, que consiste no estudo da relação entre notas, escalas e acordes, e a improvisação musical, compreendida como um tipo de composição em tempo real. Serão discutidos os conhecimentos básicos de teoria, como intervalos, formação de acordes e escalas; análises de composições; e exercícios para o desenvolvimento da improvisação.  

HÁ PRÉ-REQUISITO PARA PARTICIPAÇÃO?  Sim. Recomenda-se nível básico de fluência em algum instrumento musical, como habilidade em tocar acordes e melodias. A oficina é recomendada para pessoas com experiência musical prévia.

MINIBIO DO OFICINEIRO: Rafael Camacho possui bacharelado e licenciatura em música pelo Conservatório Brasileiro de Música, e mestrado em música pela UFRJ. Desde 2008 desenvolve trabalhos tanto na área de educação musical quanto como músico em projetos diversos. Em 2021 lançou o ep Da janela pra dentro, que conta com interpretações para guitarra solo, e desde 2016 é Orientador de oficinas de música da COART.

3) PRÁTICA DE CONJUNTO DE MPB

OFICINEIRO: Rafael Camacho

DIA E HORÁRIO: Segundas, das 17h às 19h        

LOCAL/SALA: sala 10

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: A partir da execução de arranjos de músicas do cancioneiro popular brasileiro criados especificamente para o grupo, a oficina propõe que os participantes desenvolvam as habilidades adquiridas em seus instrumentos, a interação e interpretação musical, conhecimento de repertório e conhecimentos musicais teórico-práticos. O grupo é dividido em naipes de instrumentos harmônicos, melódicos e percussivos, tendo como pré requisitos mínimos os conhecimentos de:

  • Instrumentos harmônicos: fluência na troca de acordes básicos e leitura de cifras;
  • Instrumentos melódicos: leitura de partitura ou conhecimento da disposição das notas no instrumento;
  • Canto: possuir alguma experiência prévia, seja prática ou em aulas;
  • Instrumentos percussivos: conhecimento básico sobre a execução de ritmos.

 HÁ PRÉ-REQUISITO PARA PARTICIPAÇÃO?  Sim:

  • Instrumentos harmônicos: fluência na troca de acordes básicos e leitura de cifras;
  • Instrumentos melódicos: leitura de partitura ou conhecimento da disposição das notas no instrumento;
  • Canto: possuir alguma experiência prévia, seja prática ou em aulas;
  • Instrumentos percussivos: conhecimento básico sobre a execução de

 

MINIBIO DO OFICINEIRO: Rafael Camacho possui bacharelado e licenciatura em música pelo Conservatório Brasileiro de Música, e mestrado em música pela UFRJ. Desde 2008 desenvolve trabalhos tanto na área de educação musical quanto como músico em projetos diversos. Em 2021 lançou o ep Da janela pra dentro, que conta com interpretações para guitarra solo, e desde 2016 é Orientador de oficinas de música da COART.

4) VIOLÃO 

OFICINEIRO: Rafael Camacho

DIA E HORÁRIO: turma 1 - Terças feiras, das 14h às 16h

                       turma 2 - Quintas feiras, das 17h às 19h        

LOCAL/SALA: sala 09

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: No módulo I da oficina de violão serão abordados conhecimentos práticos e teóricos iniciais do instrumento, tendo como principal metodologia o aprendizado e ensaio de arranjos feitos para a turma.  

HÁ PRÉ-REQUISITO PARA PARTICIPAÇÃO?  Não é necessária experiência prévia com o violão, porém é preciso que a/o participante leve o próprio instrumento para as aulas.

MINIBIO DO OFICINEIRO:  Rafael Camacho possui bacharelado e licenciatura em música pelo Conservatório Brasileiro de Música, e mestrado em música pela UFRJ. Desde 2008 desenvolve trabalhos tanto na área de educação musical quanto como músico em projetos diversos. Em 2021 lançou o ep Da janela pra dentro, que conta com interpretações para guitarra solo, e desde 2016 é Orientador de oficinas de música da COART.

TEATRO

OFICINAS EXTERNAS:

1)          O CORPO, A FERRAMENTA DO ATOR

OFICINEIRO: Fernando Melvin

DIA E HORÁRIO: Sextas , das 16h às 18h

LOCAL/SALA: sala 03

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: Nessa oficina passarei às ferramentas necessárias para que o aluno possa ter a consciência da potência que o corpo tem como um canal de expressão, através de relaxamentos , exercícios respiratórios, dinâmicas físicas e cognitivas, jogos lúdicos e dramáticos através da técnica de improvisação.

MINIBIO DO OFICINEIRO: Ator, Diretor e Professor é graduado em artes dramáticas pela UniverCidade em 2001 e Bacharel em teatro pela CAL. Foi aluno do O Tablado entre 1991 e 2006. Começa seus estudos de direção com Alexandre de Mello, Cacá Mourthé e Ricardo Kosovski . É professor do Teatro O Tablado desde 2012 e professor assistente desde 2004; No Grupo Nós Morro deu aula 6 anos(2008-2013); Professor do Teatro Escola Rosane Gofman desde 2018 Entre as montagens como diretor, estão: A Vida ao Lado 2018 ( Diretor Assistente) indicado ao prêmio Shell de melhor direção; Não tô entendendo nada em 2016/2017(três indicações no FITA: Melhor espetáculo e vencedor nas categorias texto e elenco revelação ); 5 contra nem 1 em 2015 à 2019; Clube da Cena em 2010 à 2014; "Roda Gigante", de Felipe Sabugosa em 2008 e "Anos 80 a Peça em 2006. em 2009 fez Ass. de direção de Xando Graça com a atuação de Isaac Bernart no monólogo " O língua Solta".

2)          INTRODUÇÃO AO TEATRO DE MAMULENGO

OFICINEIRO: Sandro Roberto

DIA E HORÁRIO: Quartas, das 18h30 às 20h30

LOCAL/SALA: sala 10

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: O Teatro de Mamulengo nos transporta para um mundo onde o fantástico se torna cotidiano e o cotidiano se torna fantástico. Para tentar compreendê-lo temos que penetrar no seu universo, partindo do boneco como simples objeto plástico, como escultura, até o momento em que ele perde a natureza de simples pedaço de madeira esculpido, para transformar-se em ser vivo, dramático, animado, a quem o mamulengueiro empresta alma, e, consequentemente, vida. A oficina não será de confecção de bonecos e sim de exercícios cênicos/brincadeiras com os bonecos do meu acervo particular.

Objetivos:

Realizar uma oficina de introdução ao Teatro de Mamulengo levando em conta a sua

estrutura histórica, física, dramática e bibliográfica. Oferecer recursos técnicos para

criação de tipos e vozes, o improviso, o humor e a manipulação dos bonecos numa

relação com a música e a dança. Além de uma conversa em torno da minha mala de

bonecos que contém um pequeno acervo com peças dos mestres: Solon, Saúba e

Valdeck (nomes relevantes na tradição do teatro de boneco popular do nordeste-TBPN).

Metodologia:

A partir de exercícios práticos e teóricos, as/os participantes criarão personagens (tipos e

vozes), dando-lhes identidade e características étnico-culturais, utilizando para isso a

mobilização de suas próprias memórias pessoais, raízes identitárias, visão de mundo e

imaginação. A atividade culmina em uma ação colaborativa de criação de histórias, para

que os mamulengos interajam.

Conteúdos:

Exercício de manipulação de bonecos de luva, vara e varetas;

Pesquisa do movimento, do peso e do ritmo dos diferentes bonecos;

Integração entre o corpo humano e o corpo do boneco;

Técnicas vocais para criação das vozes dos bonecos.

Dramaturgias: (leituras sugeridas e exercícios autorais);

A respiração, a tensão, o movimento e a coreografia de cada boneco;

Criação e apresentação de pequenas histórias.

HÁ PRÉ-REQUISITO PARA PARTICIPAÇÃO?  Pessoas interessadas em Cultura Popular Brasileira. Todas e todos acima dos 18 anos de idade.

MINIBIO DO OFICINEIRO: Brincante do Teatro de Mamulengo, desde 1994 e discípulo dos mestres mamulengueiros Valdeck de Garanhuns e Saúba dos Bonecos. Graduado em Pedagogia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), mestre em Artes da Cena pelo PPGAC (Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena da Escola de Comunicação da UFRJ) e doutorando do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas (PPGAC) da UNIRIO. Ministrou oficinas de arte-educação nas cidades de: Santo André - SP (2007), Belo Horizonte - MG (200) Aquiraz - CE (2003), São Paulo - SP (2000, 2001 e 2002) e Rio de Janeiro - RJ (Escola Parque de 2013 até os dias atuais).

3) INTRODUÇÃO AO TEATRO DO OPRIMIDO 

OFICINEIRAS: Manu Marinho e Maiara Carvalho

DIA E HORÁRIO: Terças, das 19h às 21h

LOCAL: sala 9

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: Este curso objetiva a apresentação dos princípios básicos do Teatro do Oprimido, metodologia sistematizada por Augusto Boal chegando até os avanços trazidos por Bárbara Santos que culminam no Teatro dos Oprimidos através de experimentações de jogos e exercícios do arsenal e da Estética do Oprimido, chegaremos à criação de uma cena de teatro-fórum, técnica mais praticada do método.

MINIBIO DO OFICINEIRO: Manu Marinho é educadora, escritora, artivista, mestranda em artes pela Uerj e curinga do Centro de Teatro do Oprimido. Coordena o setor de cursos da instituição e a temporada do espetáculo Gêneros, através do edital Retomada Cultural 2-2022.

Maiara Carvalho é pedagoga, atriz, capoeirista, percussionista e curinga do Centro de Teatro do Oprimido. Integrante do colegiado gestor da instituição, no qual coordenou os projetos Ponto de Cultura (2018-2020) e Projeto Teatro dos Oprimidos (2021-2023).

4) O TEATRO COMO UMA PRÁTICA DECOLONIAL

OFICINEIRO: Mariana Arcanjo

DIA E HORÁRIO: Sextas, das 13h às 15h

LOCAL/SALA: Sala  3

Carga horária: 30h

EMENTA: Nesta oficina, trabalharemos a arte teatral sob a perspectiva dos povos que tiveram sua história interrompida pelo processo ceifador colonizador. Estudaremos desde a essência e nascimento do teatro nos rituais do Egito antigo, até a influência do teatro oriental  para a palhaçaria, o teatro jamaicano para os movimentos sociais e feministas, entre outras linhas de pesquisa que  englobam a arte  teatral  em todos os países explorados pelo colonialismo. Com enfoque no Brasil e Povos Originários.

MINIBIO DO OFICINEIRO: Mariana Arcanjo tem 9 anos de prática teatral. Graduanda em artes cênicas pela CESGRANRIO, onde orientada pela mestre Tatiana Henrique descobriu sua corporeidade e seu objetivo de descolonizar a prática teatral.

5) PALHAÇARIA: O RIDÍCULO QUE HABITA EM MIM! 

OFICINEIRO: Tainá Pimenta

DIA E HORÁRIO:  Segundas , das 14h às 16h

LOCAL/SALA: sala 3

Carga horária: 30h

EMENTA: Existe um bobo, um tonto, uma figura errante e transgressora em cada um de nós. Para despertar esse estado de ser ridículo é preciso usar uma lente de aumento e perceber que o palhaço (a) é um espelho grotesco e dilatado de nós mesmos. Venha se jogar neste mundo mágico da palhaçaria através de jogos de sensibilização, foco, triangulação, improviso e muito mais!

MINIBIO DO OFICINEIRO: Mestranda em Artes Cênicas pela Unirio, sua pesquisa é sobre palhaçaria e educação.Educadora licenciada em Artes Visuais pela UERJ. Atriz formada pela Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Penna. Formada em Canto pela Villa-Lobos e em Dança na Escola e Faculdade de Dança Angel Vianna. É a Palhaça Pimentinha, uma palhaça bailarina e contadora de histórias. Pimentinha é autora do livro "As Aventuras de uma Palhaça Bailarina" e já foi premiada em diversos editais de cultura como: Prêmio Ideias Criativas, Ativos Culturais, Arte na Rede, Arte na Rua, Cultura e Território,entre outros. Circula com o monólogo "Pimentinha pelo mundo: as andanças de uma palhaça bailarina!" em teatros, praças e escolas desde 2018. É professora de teatro, dança e artes e atua em diversas escolas em diferentes segmentos.

6) CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS: PALAVRA, CORPO E SOM 

OFICINEIRO: Pedro Ivo Maia

DIA E HORÁRIO: Sextas , das 9h às 11h

LOCAL/SALA: sala 3

Carga horária: 30h

EMENTA: Exposição teórica – O poder e a importância da narrativa ao longo da história -  A importância da oralidade e da linguagem narrativa. - As diferentes formas narrativas fora da oralidade, fisicalidade, narrativa em diferentes tecnologias e linguagens artísticas. - Criação de dramaturgia, as partes de uma história e conceitos como personagem, espaço, conflito, progressão e unidades aristotélicas sobre o gênero teatral. - O épico, o dramático e o poético. Formas de narrativa e sua utilização na contação. - Jogo teatral: jogar e entender o jogo como ferramenta de interação e performatividade com a história, o espaço e a plateia. - Como utilizar habilidades pessoais e tecnologias como linguagem narrativa? Tudo serve? Há limites? - Recursos possíveis para contar uma história, o que sabemos e o que podemos é o que pode ser utilizado, ressignificação de objetos e do próprio corpo. - Utilização de recursos externos: música, olhar, jogo e pergunta, elementos externos ao nosso próprio corpo, iluminação, criação e preparação de espaço. - Palco, plateia. Contador e público. Qual a real distância entre eles? - Como escolher a história a ser contada? - Contar histórias para crianças ou para adultos? Há diferença?

MINIBIO DO OFICINEIRO: Pedro Ivo Maia é artista pedagogo formado pela licenciado em artes cênicas pela UNIRIO. Tem pesquisa pessoal em teatro, jogo e multilinguagem tendo dirigido, dentre outros, o projeto Contação de Histórias Sci Fi e dirigido e atuado em A Conselheira do Rei, cuja versão audiovisual venceu o prêmio de votação popular 2021 no FICI (Festival Internacional de Cinema Infantil).

7) OFICINA DE DRAMATURGIA - LEITURA, ANÁLISE E CRIAÇÃO DE TEXTOS DE TEATRO 

OFICINEIRO: Bárbara Pessoa

DIA E HORÁRIO: Segundas, das 16h às 18h

LOCAL/SALA: sala 3

Carga horária: 30h

EMENTA: A "Oficina de Dramaturgia" está dividida em 4 etapas: 1) leitura de textos dramáticos, 2) análise de textos dramáticos, 3) criação de textos dramáticos e 4) mostra interna. Tem como objetivo aproximar a literatura dramática e os elementos, estruturais e narrativos, do texto de teatro do público em geral e, como resultado, a criação e apresentação de cenas autorais. Outros objetivos: 1) Propiciar o exercício da leitura; 2) Utilizar exercícios vocais e corporais para a realização de leituras mais expressivas; 3) Estudar os principais elementos da narrativa dramatúrgica clássica: personagem, ação dramática e conflito; 4) Usar o texto de teatro como instrumento para reflexão; 5) Possibilitar o exercício da escrita dramatúrgica; 6) Oportunizar a expressão de ideias próprias a partir da escrita de cenas; 7) Favorecer, pela criação, a prática imaginativa e criativa; 8) Popularizar a literatura dramática; 9) Realizar mostra interna dos textos/cenas criados pela turma. Conteúdos: Jogos teatrais, improvisação teatral, exercícios de corpo e voz, leitura de textos de teatro, análise de textos de teatro, escrita dramatúrgica, montagem teatral.

HÁ PRÉ-REQUISITO PARA PARTICIPAÇÃO?  leitura e escrita

MINIBIO DO OFICINEIRO: Bárbara Pessoa é professora de teatro e dramaturga, formada pela Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia. Mestre em artes, pela mesma instituição, desenvolveu material didático para estudo de dramaturgia com crianças. Como arte-educadora, atuou no ensino básico e público por dez anos e, como crítica, escreveu, por dois anos, em revista sobre artes cênicas, participando de festivais como MITsp e FIAC, além de ter seu primeiro roteiro de longa-metragem com início de produção previsto para setembro de 2023.

8)          PRÁTICAS E ESTUDOS DE CABARÉ: UMA OFICINA ESPETACULOSA PARA ARTISTAS DA CENA MARGINAL

OFICINEIRO: Letícia Guimarães

DIA E HORÁRIO: Quartas, das 19h às 21h

LOCAL/SALA: sala 4

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: Análise histórica dos cabarés europeus, o cabaré contemporâneo no Brasil, fundamentos da criação de números de humor, transformistas e drag queens na cena das boates, clubes e cabarés, o teatro de Revista, Chanchada, tradições do Carnaval e brincadeiras populares, teatro de rua, jogos de improviso, canto, dança, poesia, dramaturgias da cena, construção coletiva de espetáculos.

HÁ PRÉ-REQUISITO PARA PARTICIPAÇÃO? Oficina destinada a todes: artistes da noite, artistes marginais, atrizes, atores, burlesques, palhaces, poetas, músicos, cantores, bailarines e performers.

MINIBIO DO OFICINEIRO: Leticia Guimarães é diretora, atriz e co-fundadora do BURACO SHOW, coletivo marginal e independente com 11 anos de prática em cabaré contemporâneo, tendo resistido, inclusive, à pandemia e aos desgovernos. Vem se firmando como diretora, pesquisadora e militante da arte queer, performance, humor, burlesco e desbunde.

9)          A EMOÇÃO MUSICAL EM TREINAMENTO PARA O ATOR

OFICINEIRO: Sérgio Loureiro

DIA E HORÁRIO: Quartas, das 18h30 às 20h30

LOCAL/SALA: sala 3

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: O treinamento musical visa potencializar no ator enquanto sujeito, seus

modos de percepção e sua relação com o mundo, a partir do sentido da

audição, ativando organicamente outras “escutas vitais” do corpo,

necessárias à plenitude da atividade atoral, gerando assim um suporte para

jogo e para afirmação da presença do ator em cena.

MATERIAIS NECESSÁRIOS:

Os participantes deverão vestir roupas confortáveis que não limitem seus movimentos pelo espaço, e levar uma garrafa com água potável.

 HÁ PRÉ-REQUISITO PARA PARTICIPAÇÃO? O treinamento é elaborado preferencialmente para atores/atrizes com faixa etária acima dos 16 anos, porém, não é vedada a participação de artistas como musicistas, bailarinos/ bailarinas, ou pessoas com outra formação profissional que tenham o interesse de participar da experiência.

 MINIBIO DO OFICINEIRO: Com 24 anos de carreira, o ator e pesquisador Sérgio Loureiro é graduado em Licenciatura em Teatro pela Unirio, tem formação pela Escola de Teatro Martins Penna e pela Escola de Música Villa-Lobos(RJ). Seu percurso de ator se fez com atuações em teatro de companhia, teatro musical, dublagem, cinema, tv e plataformas de streaming. Durante os 5 anos em que integrou a Companhia franco-brasileira Amok Teatro, o artista estabeleceu um diálogo do seu fazer artístico, entre a Cia e a academia, quando deu início à sua pesquisa sobre a emoção musical, como uma pedagogia para o trabalho do ator. Ao seu currículo, soma-se o curso de extensão em Neurociências da Música, pela UFABC. Atualmente Sérgio conclui na UFRJ, uma Especialização em Neurociências da Aprendizagem.

 

OFICINAS EXTERNAS (CONVIDADOS):

1)          INICIAÇÃO TEATRAL

OFICINEIRO: José Araújo

DIA E HORÁRIO: Quintas, das 9h às 11h

LOCAL/SALA: sala 3

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: Trabalho experimental das possibilidades dos elementos do teatro. Expressão Corporal e Vocal. Jogos teatrais.Montagem de pequenos trabalhos cênicos experimental.

MINIBIO DO OFICINEIRO: Licenciatura em Artes cênicas (formação UNIRIO) Ministrou Ofinas de Teatro na Coart de 2012 a 2019, participação em novelas, séries, atuou em mais de 20 peças teatrais, como cantor, gravou o CD Duas Ilhas lançado em 2014, na UERJ (COART)

2)          PESQUISA, CRIAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS RECICLADOS E ORGÂNICOS NA CONSTRUÇÃO DE FIGURINOS ARTÍSTICOS

OFICINEIRO: Margo Margot

DIA E HORÁRIO: Quartas, das 15h às 17h

LOCAL/SALA: sala 07

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: O conhecimento sobre figurino/figurinista das áreas do cinema. teatro e show. A criação de propostas de figurino a partir da perspectiva de mulheres negras, de variados tempos históricos. Materiais e recursos de figurino. O figurino como corpo que da voz ao personagem.

MINIBIO DO OFICINEIRO: Atua no mundo da moda e instalações há mais de 20 anos. Realizou projetos para a Abril, Globo, Trip, Rolling Stones entre outras. Idealizadora do Ateliê Cortiço com desfiles no Centro Cultural Laurinda Santos Lobo, Rio Scenarium, Mercado Lunático, Centro Cultural da Justiça Federal, Barra Shopping entre outros. Idealizou a exposição “Orisá: quando o mito veste o corpo”, com fotografias de Daryan Dornelles e Stefano Martini, representando os mitos mais difundidos no Brasil. A exposição, com melhor pontuação no Edital de Ocupação do CCJF 2016/2017 e vencedora da Incubadora Cultural Petrobras, apresentou valores ligados à natureza e aos bens da terra e teve a participação de Zezé Motta, João Donato e Gilberto Gil. Em 2019, a convite do diretor de arte Pedro Loureiro, elaborou uma peruca com fios de cobre e cabelos para Elza Soares (CD Deus é Mulher). Em 2019, fez o figurino do espetáculo Eu Amarelo, protagonizado por Cyda Moreno e indicado ao Prêmio Shell 2023, na categoria Dramaturgia.

MÚLTIPLOS SABERES

OFICINAS EXTERNAS:

1) ARTE SONORA

OFICINEIRO: GRIOT

DIA E HORÁRIO: Sextas, das 14h às 16h

LOCAL/SALA: sala 09

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: Na presente oficina ofereço a imersão sonora como fonte artística baseada nas minhas pesquisas ancestroDigitais. Como expressar afeto, identidade e antes de tudo laços que conectam com a pessoa que recebe o estímulo a partir do som? Esse é o foco da presente proposta.

MINIBIO DO OFICINEIRO: Apresento meu trabalho a partir da encruzilhada Arte/Saúde. É multiartista e compositor – escritor – poeta, atuando na saúde como enfermeiro e sou ogan no Ilê Oxossi Omorodessi. Sendo meu foco de pesquisa a conexão África e diásporas; a arte como quilombo; saúde integral da população negra; saúde mental e sociologia urbana.

2)  OFICINA DE PRODUÇÃO CULTURAL

OFICINEIRO: Elaine Moreira

DIA E HORÁRIO: Segundas, das 10h às 12h

LOCAL/SALA: sala 1

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: A Oficina de Produção Cultural apresentará um panorama da produção cultural na atualidade, oferecendo aos alunos a possibilidade de contato com as ferramentas disponíveis nas cadeias produtivas de diversas linguagens artísticas do segmento cultural. A intenção é aprimorar os conceitos básicos de cultura, explorando o seu potencial como produto / entretenimento junto ao mercado e à economia. O curso apresentará os caminhos tradicionais e alternativos para a produção de um projeto cultural, estimulando a integração entre produção artística e gestão, passando pelas etapas de elaboração de projeto cultural (para captação de recursos, apoio e pauta), Leis de Incentivo à Cultura, Editais de Cultura e captação de recursos. A oficina ainda abrirá espaço para elaboração e avaliação de projetos culturais dos alunos, possibilitando um desdobramento produtivo, após o período de aulas.

HÁ PRÉ-REQUISITO PARA PARTICIPAÇÃO? Pessoas interessadas na idealização e produção de projetos culturais em suas diversas linguagens artísticas. - Agentes culturais e artistas-idealizadores que desejam desenvolver seus próprios projetos culturais. - Produtores culturais que desejam aprimorar seus conhecimentos.  

MINIBIO DO OFICINEIRO: Mestre em Bens Culturais e Projetos Sociais (CPDOC - FGV / Fundação Getúlio Vargas), formada em Produção Cultural e Bacharel em Ciências Sociais, com habilitação em Produção e Política Cultural pela Universidade Candido Mendes, Elaine Moreira atua no mercado cultural há 18 anos. Atualmente é diretora de produção da Barata Comunicação, da Cia Atores de Laura e da CultConsult, onde presta consultoria em projeto cultural e atua no mercado de produção. Já participou de mais de 50 produções teatrais e trabalhou com importantes nomes da cena brasileira como Marília Pêra, Amir Haddad, Artur Xexéo, Gilberto Gawronski, Daniel Herz, André Paes Leme, Geraldo Carneiro, Sergio Módena, Marcus Caruso, Flávio Marinho, Lúcio Mauro Filho, Duda Maia, João Fonseca, Paulo de Moraes, Eduardo Wotzik, Jacqueline Laurence, Otávio Muller, Alessandra Vannucci e Walter Lima Jr.    

 

3) ATELIÊ DE ESCRITAS PERFORMÁTICAS

OFICINEIRO: Ateliê de Escritas Performáticas

DIA E HORÁRIO: Terças, das 17h às 19h

LOCAL/SALA: sala  01

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: O Ateliê de Escritas Performáticas estabelece uma interlocução entre a literatura e as outras expressões artísticas e será composto pela apresentação de estímulos (trabalhos de artistas feitos em todas as linguagens artísticas (escrita, música, dança, artes visuais, performance) com o intuito de demonstrar os processos e procedimentos, o pensamento por trás de cada trabalho e o desdobramento deles) e pela proposta de exercícios que permita que os/as participantes possam soltar a própria escrita, encontrar a sua dicção, além de criar seus próprios bancos de referência para escritas futuras.

MATERIAIS NECESSÁRIOS:

Material para escrever (papel, caderno, lápis, caneta).

HÁ PRÉ-REQUISITO PARA PARTICIPAÇÃO? Não

MINIBIO DO OFICINEIRO:  Lia Duarte Mota é pesquisadora com foco nos temas literatura, performance, corpo, dramaturgia e afins. É formada em Letras pela UFJF, doutora em Literatura, Cultura e Contemporaneidade pela PUC-RIO e pós-doutora, pela UFJF, com a pesquisa “Escrita em movimento”. Tem textos e artigos publicados em revistas, sites e antologias. Entre 2018 e 2019, fundou, com outros oito pesquisadores, a Curva, um espaço de encontros cuja origem se relacionava com o desejo de propor formas de circular ideias e estabelecer canais de conversa entre arte, cultura, história e pensamento. Atua como coordenadora e professora na especialização Escritas performáticas – invenção e procedimentos artísticos (CCE/ PUC-RIO).

Raïssa de Góes é artista visual e escritora. Sua formação inclui a Escola de Artes Visuais no Parque Lage e doutorado em Literatura, cultura e contemporaneidade pelo Departamento de Letras da PUC- Rio. Durante esse percurso, lançou quatro títulos pela ed, 7Letras (Malhada Vermelha, Volta, Autorretrato e Casamata) e participou de exposições coletivas como Palavra, Sentado à beira do tempo- poética de Murilo Mendes, entre outras, e de uma individual Memória e Esquecimento na galeria do espaço Cultural Sergio Porto. Atualmente, vive e trabalha na cidade do Rio de Janeiro. @raissa_de_goes_arte

A professora Adriana Sucena Maciel é Doutora e Mestra pelo Programa de Pós-Graduação em Letras da PUC-Rio, é bacharel em produção textual também pela PUC-Rio e tem pós-doutorado com a pesquisa Escritas performática. É diretora e editora da Numa Editora desde 2015 e vem trabalhando com edição, produção e revisão de textos desde 2012. Coordena e dá aulas na especialização Escritas Performáticas - Invenção e procedimentos artísticos do CCE da PUC-Rio desde 2019. Também é professora da especialização Formação do escritor, na disciplina Edição e Editoras e da especialização Gestão e Produção cultural da FACHA, na disciplina Produção editorial. É professora horista da graduação na PUC-Rio.

 

4) TECENDO HISTÓRIAS ENTRELAÇANDO LIVROS, MEMÓRIAS E TRANÇAS

OFICINEIRO: Clarice Campos

DIA E HORÁRIO: Segundas, das 17h às 19h

LOCAL/SALA: sala 01

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: Pretende-se a afirmação de identidades e a desconstrução do que está fixado no imaginário coletivo sobre beleza. Resgataremos memórias a partir das histórias e da ritualização do ato de trançar. O reconhecimento da riqueza da diversidade aponta para a necessidade coletiva de nos mantermos juntos e em movimento independentemente dos grupos aos quais pertencemos para o fortalecimento de uma sociedade mais justa e democrática.

MATERIAIS NECESSÁRIOS:

Material para escrever (papel, caderno, lápis, caneta).

HÁ PRÉ-REQUISITO PARA PARTICIPAÇÃO? Não

MINIBIO DO OFICINEIRO:  Mestra em Memória e acervos, especialista em Filosofia e em Literaturas (Infantil /Juvenil e Brasileira de autoria feminina), graduada em Letras (Português/Literaturas). Pesquisadora de narrativas de escritoras negras brasileiras, participante de antologias entre elas a celebrada Carolinas (FLUP 2020). Arte-educadora com experiência em mediação e dinamização de oficinas em escolas, festivais, museus e feiras literárias. Professora aposentada da SME-RJ e atualmente docente nos cursos de pós-graduação em Literatura Infanto-Juvenil e Literatura de autoria feminina.

 

5) ESCRITA E ROTEIRO PARA QUADRINHOS

OFICINEIRO: Carlos F. Figueiras

DIA E HORÁRIO: Terças, das 09h às 11h

LOCAL/SALA: sala 01

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: Os alunos aprenderão sobre criação de uma história, narrativa visual, técnicas de escrita criativa e a pensar a criação de forma racional. Em paralelo à teoria, os alunos serão conduzidos na criação e desenvolvimento de suas próprias histórias com o objetivo de terminarem o curso com textos e/ou roteiros finalizados.

MATERIAIS NECESSÁRIOS:

Material para escrever (papel, caderno, lápis, caneta). Algum meio de escrita digital.

MINIBIO DO OFICINEIRO:  Nascido no Rio de Janeiro em 1978, formado em Comunicação Visual pela UFRJ em 2005. Lista de publicações, projetos e premiações. 2002 – A Mortífera Maldição da Múmia / O Investigador 2009 – Camaelitas / Oi Quadrinhos (gerência de projeto) 2010 – Ideias Ilustradas (Selecionado no Rio Criativo) 2013 – A Carta (aprovada pela Lei Rouanet) 2018 – Unay 2020 – Monstrum 1 (indicada ao HQMIX 2021) / Monstrum 2 2021 – Monstrum 3 (indicada ao HQMIX e ccxp awards 2022) / Ovelha Branca (curta metragem) 2022 – Monstrum 4 / Mudança / Ovelha Negra (finalista LeBlanc 2023) 2023 – Tupiniquins… em progresso…

6)          CORPO DA VOZ: ESCRITA, IMAGEM, MEMÓRIA

OFICINEIRA: Daniela Mattos

DIA E HORÁRIO: Terças, das 14h às 16h

LOCAL/SALA: sala 1

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA: Realizar com o grupo de interessades práticas artísticas tendo como pontos de partida a escrita e leitura de textos, bem como o compartilhamento de fotografias, vídeos, áudios, memórias e/ou sensações dos participantes, para promover conversas em torno das relações entre voz/ corpo/ escrita/ oralidade/ memória/ saber do corpo. A oficina é voltada para interessadas em geral, não sendo necessário experiência anterior.

MATERIAIS NECESSÁRIOS:

- corpo, voz, memória e desejo

HÁ PRÉ-REQUISITO PARA PARTICIPAÇÃO? não

MINIBIO DO OFICINEIRO: Daniela Mattos é mulher branca, cisgênera, mãe solo, artista visual, educadora e curadora que também escreve e canta. Desde o início dos anos 2000 desenvolve seus projetos artísticos no Brasil e no exterior. Mais informações sobre sua produção estão disponíveis no site www.danielamattos.art.br e em seu perfil de instagram @dani_o_mattos

7) ADINKRAS E MULTILETRAMENTOS

OFICINEIRA: Humberto Baltar Nicolau dos Santos

DIA E HORÁRIO: Quartas, das 14h às 16h

LOCAL/SALA: sala 1

CARGA HORÁRIA: 30h

EMENTA:  O curso Adinkras e Multiletramentos vai oferecer ao público repertório para identificar, conhecer e aprofundar o próprio letramento emocional, letramento espiritual, letramento racial, letramento ancestral e letramento digital. Dessa forma, os participantes vão adquirir ferramentas para desenvolver sua inteligência social e inteligência emocional enquanto estudam os adinkras, símbolos da cultura Akan, de Gana, que abordam valores, princípios e estados de espírito em forma de provérbios aplicáveis nas mais diversas áreas da vida.

MATERIAIS NECESSÁRIOS:

- Caderno e materiais de escrita e lápis de cor ou giz de cera

 HÁ PRÉ-REQUISITO PARA PARTICIPAÇÃO? não

 MINIBIO DO OFICINEIRO: Professor da disciplina Paternidades Pretas na Pós-graduação do Ministério Público do Rio de Janeiro. Criador e professor da Oficina Identidade Negra e Educação Familiar, ministrada na Universidade do Estado do Rio de Janeiro através do programa de iniciação acadêmica PROINICIAR. Criador e professor da Oficina Inglês Técnico, ministrada na Universidade do Estado do Rio de Janeiro Campus Zona Oeste através do programa de iniciação acadêmica PROINICIAR. Professor de Ensino Fundamenta na Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro. Tradutor e intérprete. Palestrante TEDx e consultor étnico-racial. Coautor do livro Seja Homem, publicado pela editora Conquista. Coautor do livro Os Desafios de uma Família, publicado pela editora Conquista. Diretor da Humberto Baltar Consulting, que oferece cursos personalizados de inglês online. Idealizador do coletivo Pais Pretos Presentes com a esposa, Thainá Baltar, formando uma rede de apoio, acolhimento, letramento racial e educação parental afro perspectivada para famílias pretas e antirracistas. Como consultor de gênero, masculinidades e paternidades, ajudou mais de 100 escolas, universidades, empresas e organizações públicas e privadas a implementarem uma cultura pluriversal, inclusiva, equitativa e acolhedora a toda a diversidade de subjetividades, culturas e identidades.