FEDERAÇÃO ALAGOANA DE TÊNIS DE MESA

                                    FILIADA A CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA

                                                    CNPJ: 00.248.698/0001-69

REGULAMENTO GERAL DE COMPETIÇÕES

 

Capítulo I

DOS CAMPEONATOS E SEUS FINS

 

Art. lº - Todos os certames de âmbito Estadual, cujos direitos pertencem integralmente à Federação Alagoana de Tênis de Mesa, têm por finalidade principal o congraçamento das entidades e ainda a aferição técnico-disciplinar de todos aqueles que praticam o Tênis de Mesa, visando o interesse geral pela sua divulgação, bem como a obtenção de subsídios com vistas à composição das equipes representativas da FATM nos eventos em que tenha de se apresentar a Seleção Estadual.

 

Capítulo II

DA ORGANIZAÇÃO DOS EVENTOS

 

Art. 2º - As competições Estaduais serão organizadas e dirigidas pela FATM, podendo esta entidade, a seu inteiro critério, reservar ou não a coordenação dos eventos para as suas filiadas.

 

I- Em todos os eventos estaduais  serão observadas na íntegra as Regras Oficiais vigentes, aprovadas e emitidas pela Confederação Brasileira de Tênis de Mesa e a International Table Tennis Federation - ITTF, bem como, todas as disposições contidas no presente Regulamento Geral.

II - FATM poderá realizar eventos com a  participação de  atletas convidados de

outros Estados,  os  eventos referidos  farão  parte  do Calendário Oficial, sem valor  

de pontuação para o atleta no Ranking Estadual e Troféu Eficiência.

 

II - A FATM deverá promover, anualmente, a realização dos seguintes eventos:

§ 1 - Circuitos Estaduais e Copa Brasil (quando houver possibilidade ), divididas em várias etapas;

§ 2 - Individuais de Pré-mirim a Veteranos;

§ 3 - Duplas e Duplas Mistas ( quando houver possibilidade );

§ 4 - Equipes de Pré-mirim a Veteranos;

§ 5 - Individuais por Divisão de acordo com a Entidade;

§ 6 - Copas divididas em Classes;

§ 7 - Torneios de Estreantes.

 

Capítulo III

DA DIREÇÃO TÉCNICA

 

Art 3º - Os certames Estaduais  listados no artigo segundo serão organizados pela Coordenação de Eventos da FATM que cuidará de todos os aspectos administrativos e técnicos, podendo terceirizar algumas ações quando assim lhe convier.

 

Art. 4º- Compete à FATM:

I - fazer respeitar as datas designadas para as competições e que constam do Calendário Oficial da entidade;

II - examinar e aprovar ou não os pedidos de participação das filiadas, verificando se as suas situações jurídica, financeira e administrativa encontram-se devidamente em dia;

III - solicitar sempre a carteira de identificação da CBTM ou  a carteira de identidade;

IV - elaborar a programação geral dos jogos;

V - preparar os auxílios visuais necessários aos participantes e públicos em geral.

 

Capítulo IV

DO ÁRBITRO GERAL

Art. 5º- Os eventos oficiais no que se refere aos aspectos da arbitragem e da programação dos jogos, terão a direção e o controle de um Árbitro Geral, indicado pela FATM, devendo a escolha recair sobre pessoa de reconhecida competência e de comprovada idoneidade.  Nos casos em que isto não for possível, deverá ser escolhido um Árbitro  com reconhecida experiência;

 

I - O Árbitro Geral será responsável pelo cumprimento, na íntegra, das disposições contidas neste Regulamento Geral, no Estatuto da Federação Alagoana de Tênis de Mesa, nas Regras e Regulamentos da CBTM e ITTF nos casos em que tal se faça necessário.

 

II - Para todos os efeitos, o Árbitro Geral será o representante legal da FATM, ou alguém por ele indicado.

 

Art. 6º- Poderá ser designado, ainda, um Árbitro Geral Adjunto, o qual terá a função de substituir ocasionalmente o Árbitro Geral ou de assisti-lo na direção das provas e na escalação dos árbitros.

 

Art. 7º- É da competência do Árbitro Geral:

I - examinar previamente o local das provas, verificando mesas, redes, suportes, separadores, piso, espaços, iluminação, vestiários, etc, sugerindo as modificações que se fizerem necessárias;

II - reunir os árbitros e seus auxiliares antes do início das provas, a fim de estabelecer o padrão da arbitragem e de dirimir dúvidas porventura existentes;

III - receber das filiadas participantes, por escrito e em documento próprio timbrado, quaisquer reclamações de ordem técnica ou sobre a atuação dos árbitros ou de seus auxiliares, deliberando a respeito;

IV - encaminhar à Comissão Disciplinar, através de relatório, as faltas disciplinares ocorridas;

V - aprovar ou não os jogos realizados, por meio de rubricas nas súmulas ou através de assinatura eletrônica;

VI - superintender o andamento das competições, reportando à FATM, imediatamente após o término destas, sobre o aspecto técnico e disciplinar, relacionando os resultados finais dos certames em relatório padronizado, detalhando as ocorrências havidas e sugerindo medidas que possam sanar, para o futuro, as falhas porventura acontecidas.

VII - substituir árbitros ou auxiliares, em função de deficiência técnica ou problema de saúde;

VIII - resolver os casos omissos ou os que dependam de urgente solução.

IX - desclassificar das competições o atleta que agir de forma desrespeitosa com autoridades, dirigentes, atletas ou público, assim como o participante que se conduzir de forma inconveniente durante o transcurso das provas, visando claramente irritar ou perturbar seus oponentes, enviando relato pormenorizado à Comissão Disciplinar para o devido julgamento, conforme a Legislação em vigor.

 

Art. 8º- As decisões do Árbitro Geral nos casos de interpretação das regras serão irrevogáveis. As decisões na área técnica só poderão sofrer alteração por instrução do Coordenador de Eventos ou do Diretoria  da FATM.

 

Capítulo V

DO SUPERVISOR DE EVENTOS

Art 9º- É da competência do Supervisor  de Eventos:

I - examinar previamente o local das provas, verificando mesas, redes, suportes, separadores, piso, espaços, iluminação, vestiários, etc, sugerindo as modificações que se fizerem necessárias;

II - constituir as diversas Comissões Técnicas e Administrativas que funcionarão durante os eventos;

III - não permitir alterações de qualquer natureza ao presente Regulamento Geral, sob autorização de pessoa alguma;

IV - superintender o andamento do evento, reportando à FATM, imediatamente após o término deste, sobre o aspecto técnico e disciplinar, relacionando os resultados finais dos certames em relatório padronizado, detalhando as ocorrências havidas e sugerindo medidas que possam sanar, para o futuro, as falhas porventura acontecidas.

 

Capítulo VI

DA COMISSÃO DISCIPLINAR ( QUANDO HOUVER )

Art. 10- A Comissão Disciplinar (CD) é o órgão de justiça dos certames estaduais, tendo por finalidade julgar, de acordo com o Código Brasileiro de Justiça Desportiva, as infrações disciplinares cometidas, seja por parte das entidades filiadas e dos seus atletas, administradores e técnicos, dos árbitros e dos seus auxiliares, seja por parte de pessoas físicas ou jurídicas, diretamente ou indiretamente vinculadas à FATM ou a serviço de quaisquer filiadas.

 

I - A Comissão Disciplinar deverá funcionar no mesmo local em que se realizem os eventos.

 

II - A Comissão Disciplinar será constituída por cinco membros, indicados pelo Tribunal de Justiça Desportiva da FATM.

 

III - As penas aplicáveis pela Comissão Disciplinar estão previstas na legislação vigente.

 

Art. 11- A qualquer decisão da Comissão Disciplinar caberá recurso ao (TJD) Tribunal de Justiça Desportiva da FATM.

 

Capítulo VII

DA INSCRIÇÃO E PARTICIPAÇÃO DOS ASSOCIADOS

 

Art. 12 - A FATM notificará as entidades filiadas, através de circular inserida na internet ou entregue ao Clube, no link específico do evento e também no link "Notas Oficiais", sobre as datas do evento e abertura de inscrições.

 

Art. 13 - As condições para inscrição dos associados são:

I - preencher o formulário de inscrição de atleta da FATM  e ter cadastro  da CBTM.

II - pagamento das taxas estabelecidas via boleto bancário ou deposito em conta corrente ou para um representante da Entidade.

III - não poderá ser inscrita a entidade filiada ou qualquer membro da mesma que não estiverem em dia com as situações jurídica, financeira ou administrativa com a FATM e a  CBTM.

IV - os atletas, árbitros, dirigentes e treinadores inscritos pelas filiadas em todas as competições devem estar rigorosamente em dia com o pagamento da TRA (Taxa de Registro Anual).

V - os técnicos deverão possuir registro no Conselho Regional de Educação Física - CREF e Certificação de Curso de Técnico Reconhecido pela FATM ou  CBTM.

VI - A data final para a filiada inscrever seus associados será de 30 até 05 dias antes da data de inicio do evento;

VII - As inscrições deverão ser efetuadas obrigatoriamente pelos representantes dos clubes.

VIII - Nas competições realizadas pela FATM as bolas deverão ser de plástico nas cores laranja ou brancas, a definição será no inicio da temporada e comunicado aos Associados através de oficio para os Associados ou no site oficial.

IX - é condição para o atleta participar dos jogos:

§ 1 – Ser filiado a CBTM estar uniformizado com short, tênis e camisa conforme definido pelo Regulamento da FATM  e CBTM.

§ 2 - Ter o logotipo do clube ou da sua Associação  na parte frontal da camisa.

§ 3- O técnico para participar dos eventos e atuar como tal deve comparecer uniformizado de calça de agasalho e camiseta ou ainda a parte de cima do agasalho, todos identificando o clube pelo qual é filiado, não podendo ser da cor da bola que será usada no evento.

 § 5 - Todos os nomes, siglas ou logotipos a que ele pertence deverão ser fixado através de silk screen ou bordado diretamente na camisa.

 

 Art. 14 - A FATM será responsável pela convocação do Quadro de Arbitragem para atuar nos eventos. Os árbitros deverão ter certificado de arbitragem de curso aprovado pela FATM ou CBTM.

 

Artigo 15 -  É facultado a FATM o direito de não devolver o valor das inscrições após o nome do associado ser  Inscritos no Evento.

 

Art. 16 - As filiadas participantes deverão observar os seguintes limites de idade para todos os eventos da FATM.

 

I - CATEGORIA / FAIXA ETÁRIA

Pré-mirim - até 11 anos

Mirim - 12 e 13 anos

Infantil - 14 e 15 anos

Juvenil - 16  a 18 anos

Juventude - 19 a 21 anos

Adulto - 22 a 29 anos

Senior/Lady - 30 a 39 anos

Veterano - 40-49 anos

Veterano - 50-59 anos

Veterano - 60+

 

Capítulo VIII

DA SEQUÊNCIA DAS PROVAS

 

Artigo 17 - As provas que integram os eventos oficiais Estaduais deverão ser desenvolvidas, sempre que tal seja viável, dentro da ordem que se segue:

 

I - equipes, duplas e individuais.

 

Capítulo IX

DAS COMPETIÇÕES POR EQUIPES

 

Art 18 - É condição obrigatória para a realização de qualquer uma das provas que integram os eventos estaduais que existam, no mínimo, três  equipes de associações diferentes.

 

Art 19 - As provas por equipes serão realizadas em uma etapa distinta, denominadas de Competição por Equipes Estaduais.

 I - será disputado sempre em Eliminatória Simples no sistema "Marcel Corbillon" como segue:

Ordem dos Jogos 1º DUPLA, 2º A x X, 3º B x Y, 4º A x Y e 5º B x X

 

II - este evento será destinado aos clubes ou Associações registrados nas filiadas e será realizado nas categorias pré-mirim, mirim, infantil, juvenil, juventude, adulto, veteranos 40-49, veteranos 50-

59, veteranos 60+, masculino e feminino, sênior e lady.

 

Art. 20 -  Um atleta não poderá participar de mais de uma equipe no mesmo dia.

 

Capítulo X

CAMPEONATO DE DUPLAS E DUPLAS MISTAS

 

Art. 21 - Nas competições por duplas e duplas mistas, o atleta poderá jogar em mais de uma dupla no mesmo dia, desde que sejam parceiros diferentes e também em categorias diferentes.

Com limite Maximo de duas duplas e categorias.  

 

I-  As inscrições terão limite Maximo de 04 duplas por Associação em cada categoria

II -  O uniforme da dupla terá que ser obrigatoriamente ( camisas idênticas e o short da mesma cor ) ,

 

Art. 22

Capítulo XI

DAS COMPETIÇÕES INDIVIDUAIS

 

Art. 23- Copa Estadual  e  por Categoria

 

# 1 - Cada um desse evento abrangerá uma série de provas individuais, observando as disposições que se seguem:

 

1.1 - os atletas serão alocados em cada categoria conforme os pontos que tiverem obtido (Rating) no caso da Copa Estadual  e conforme a data de nascimento (Ranking), não cabendo recursos quanto a estas alocações. A FATM reserva-se o direito de remanejar qualquer atleta de categoria, desde que seja constatada alguma anomalia.

1.2 - A FATM divulgará a lista do Raking  mensalmente, sempre no primeiro dia do mês, desde que não esteja este no meio de competições Estaduais e Nacionais.

2 - A FATM promoverá a efetivação do Circuito Copa Estadual em eventos independentes nas Associações e Clubes que manifestarem vontade de realizá-los.

2.2 – Critérios de desempate:                Partidas pró

-------------------------------------

Partidas pró + partidas contra

# - Perdurando o empate, usar-se-á o mesmo critério em relação aos "sets" e depois pontos, nesta ordem;

# - Caso mantenha-se o  empate  após o uso fórmula e dos  critérios  mencionados acima ,o desempate será por sorteio.

# - Se os empates registrarem-se apenas entre duas representações  nos grupos desta fase, em quaisque colocações, a decisão dar-se-á com base no resultado do confronto direto entre as referidas representações;

 

SISTEMA DE COMPETIÇÃO

 

ALOCAÇÃO NOS GRUPOS E CHAVES

# 1 - Os grupos de atletas serão formados com base na adaptação do método "Snake System" (Sistema Cobra) usado pela CBTM ( Confederação Brasileira de Tênis de Mesa) e ITTF (International Table Tennis Federation), cujas tabelas de emparceiramento, classificando-se 1 ou 2 atletas de cada grupo poderão ser alocadas em qualquer número de grupos, utilizando-se de byes quando necessário, conforme o Coordenador Técnico do evento.

 

# 2 - Os emparceiramentos dos grupos de cada categoria acima descritos somente serão alterados caso seja necessário observar a obrigatória equitatividade relativa à distribuição dos jogadores em cada categoria. Por exemplo: em uma categoria em que quatro grupos estejam formados e em que um determinado clube tenha inscrito quatro atletas, a disposição destes terá que ser um em cada grupo, ou seja, uma distribuição eqüitativa.

a- A composição dos grupos será feita com um mínimo de dois e um máximo de cinco  atletas;

1.1- Caso não ocorra a inscrição de um mínimo de três atletas oriundos de duas instituições diferentes em uma determinada categoria, essa não será realizada.

# 1 - Na fase semifinal os perdedores serão considerados, ambos, como 3o classificados.

# 2 - As posições de 5o lugar serão ocupadas pelos perdedores das quartas-de-final. As posições de 9o lugar serão ocupadas pelos perdedores das oitavas-de-final.

1.2 - a pontuação usada como base da programação dos jogos será a do mês equivalente a data final para a realização da PRIMEIRA PROGRAMAÇÃO, tanto para o Ranking quanto para o Rating

# 3 - Todo atleta que perder uma partida por Wx0 na fase de grupos, não será eliminado.

# 4 - Os confrontos serão disputados em melhor de sets ímpares de 11 pontos, os 2 ou mais, últimos colocados descerão de divisão, os primeiros subirão de divisão(Estadual) proporcionalmente.

 

#5  - Um atleta poderá na mesma Copa Estadual, participar de:

 

1-       Na sua Divisão.

 

COMPETIÇÃO POR FAIXA ETÁRIA – RANKING ABERTO PARA ATLETA OUTRO ESTADO COM TRA EM DIA COM A CBTM.

# 1 - RANKING - por categoria de Faixa Etária:

# 1.1 - Pré-mirim, mirim, infantil, juvenil, juventude, adulto, senior/lady, veteranos40-49, veteranos 50-59, veteranos 60+.

Quando não houver a categoria referente a inscrição, desde que possível, os inscritos serão alocados na categoria imediatamente superior (para as categorias Pré-mirim, Mirim, Infantil, Juvenil e Juventude) ou anterior (para as categorias senior/Lady, Veteranos 40-49, Veteranos 50-59 e Veteranos 60+). Os atletas das categorias Adultos não poderão nem subir ou descer.

 # 2 - Na composição das chaves dos grupos na competição de Rankings, observar-se-á a colocação dos atletas conforme sua posição no ranking em primeiro lugar e no caso de empate a posição no rating.

 

COMPETIÇÃO POR NÍVEL TÉCNICO - RATING OU CLASSES ABERTO P ATLETAS DE OUTROS ESTADOS TRA ATUALIZADO NA CBTM.

 

# 1 - RATING - por categoria de nível técnico:

1.1 - A, B,  C e D.

1.1.1 - as categorias do RATING  ou CLASSES Masculinas e Femininas  são:

A = 460 a 500 pontos;

B = de 360 a 400  pontos;

C = de 260 a 300 pontos;

D = de 160 a 200  pontos.

Pontuação em disputa nas categorias

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Competição Individual

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Categoria / Lugar

1o.

2o.

3o. (2)

5o./8o.

9o./16o.

 

Divisão Especial

500

300

125

60

25

 

Adulto

500

300

125

60

25

 

Classe A

500

300

125

60

25

 

Classe B

300

150

75

40

20

 

Divisão de Acesso

200

100

60

30

15

 

Juventude/Senior/Lady

200

100

60

30

15

 

Classe C

150

75

40

20

10

 

Juvenil/Vet. 40

120

70

35

15

10

 

Infantil/Vet. 50

100

60

25

10

5

 

Mirim/Vet. 60

80

50

20

5

3

 

Pré-Mirim

30

10

5

3

1

 

 

 

 

 

 

 

 

Competição por Equipe

 

 

     Observações

 

Troféu Eficiência*

 

(por cada vitória individual)

 

 

   Temporada 2009

Individual

Categoria

Pontuação

 

1) Ao receber o terceiro

1o. = 20 pontos

Divisão Especial

25

 

cartão amarelo, o(a) atle-

2o. = 10 pontos

Adulto

20

 

ta estará automaticamen-

3os. = 5 pontos

Divisão de Acesso

20

 

te suspenso(a) da próxi-

Equipe

Juventude

15

 

ma competição a que ti-

1o. = 30 pontos

Senior / Lady

15

 

ver direito de participar.

2o. = 20 pontos

Vet. 40

15

 

2) Se os três cartões a-

3os. = 10 pontos

Juvenil

10

 

marelos forem aplicados

Dupla

Vet. 50

10

 

em um mesmo dia ou na

1o. = 10 pontos

Infantil

8

 

mesma competição, tal

2o. = 5 pontos

Vet. 60

5

 

fato implicará na imediata

3os. = 3 pontos

Mirim

5

 

eliminação do(a) atleta

* pontuação específica

Pré-Mirim

3

 

Do(s) campeonato(s),  

para os clubes.

 

 

 

sendo mantida, também, a

 

 

 

 

aplicação do ítem 1.

 

Competição de Duplas*

 

 

 

   (por cada vitória)**

 

 

o(a)s atletas da Divisão

 Categoria

Pontuação

 

Especial será de 500

Divisão Especial

15

 

pontos; para o(a)s da Di-

Adulto

10

 

visão de Acesso, o bô-

Divisão de Acesso

10

 

nus inicial permanecerá  

Juventude

8

 

sendo de 300 pontos.

4) O(a) atleta que for expulso ( a) , estará também , suspenso(a) automaticamente do próximo evento  

 Senior / Lady

8

 

 

 

Vet. 40

7

 

 

 

Juvenil

6

 

* válido também para

 

Vet. 50

5

 

duplas nos jogos

 

Infantil

4

 

por equipe

 

Vet. 60

3

 

 

 

Mirim

3

 

** pontos atribuídos para

 

Pré-Mirim

2

 

cada componente da

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Observações

1)       O(a) atleta que perder por WxO será punido com o desconto de 10 pontos no Raking final.

2)       Por cada atleta que perder jogos por WxO , serão descontados 05 pontos na contagem geral do troféu eficiência do clube ao qual o atleta esteja filiado  

 

 

De acordo com o volume de atletas envolvidos, a tabela de pontos do rating acima descrita poderá sofrer modificações, a fim de que as competições fiquem mais equilibradas tecnicamente.

 

 

Capítulo XII

DA OUTORGA DE PRÊMIOS

 

Artigo 24- Os prêmios concedidos às entidades filiadas, bem como aos técnicos e atletas, serão da inteira responsabilidade das entidades promotoras dos certames Estaduais.

 

# 1 - Será de responsabilidade da FATM a aquisição dos medalhões destinados aos técnicos e atletas.

 

# 2 - A destinação dos prêmios, cuja posse é definitiva, deverá obedecer ao disposto abaixo:

 

1 - Copa Estadual /Campeonatos Estaduais /Copa de Clubes

 

Provas por Equipes

Provas Individuais

1º lugar

1º lugar

Troféu para o  Clube ou Associação

Troféu para atletas

Medalha de ouro para técnico

 

 

 

2º lugar

2º lugar

Medalha de prata para  os  atletas

Medalha de prata atletas

 

 

3º lugares

3º lugares

Medalhas de bronze para os atletas

Medalhas de bronze para atletas

 

 

 

# 3 - Na falta de um atleta para uma determinada colocação, esta será ocupada pelo atleta classificado imediatamente após a mesma.

 

# 4 - O Troféu Eficiência será calculado em função das colocações conquistadas pelos atletas dos clubes participantes, sendo considerada como vencedora a entidade que obtiver o maior número de pontos. Havendo empate em qualquer posição, esse será dirimido pelo maior número de primeiras colocações obtidas nas categorias disputadas, persistindo o empate será considerado o maior número de segundas colocações e assim por diante.

 

Capítulo XIII

DA DISCIPLINA EM GERAL

 

Artigo 25- A postura de dirigentes e atletas, mesmo em situações adversas, deverá concorrer de forma permanente para o brilho das competições e para a manutenção do bom nome do Tênis de Mesa.

# - 1 Será considerado como falta disciplinar e passível de punição, o atleta que apresentar para competir, seja por equipe, dupla ou individual sem que esteja usando o uniforme oficial da entidade a qual representa.

 

Capítulo IVX

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

 

Artigo 26- Os casos omissos a este regulamento serão resolvidos, analisados e estudados pela Diretoria da FATM.

 

Artigo 27- As disposições contidas neste Regulamento Geral de Competições entram em vigor no dia da sua publicação.

 

Artigo 28- Revogam-se todos os Regulamentos anteriores referentes à matéria.

 

20/01/2016

Flávio Seixas

Presidente da FATM