Os conteúdos na Educação Infantil

Rose Adriana Andrade de Miranda

Thiago Silva de Amorim Jesus

Fonte Imagem: Rose Adriana Andrade de Miranda

        A educação Infantil é uma etapa formal da educação escolar (institucionalizada) que trabalha com o desenvolvimento e cuidado das crianças pequenas e que integra a Educação Básica, segundo a LDB 9394/96. Nessa etapa, o cuidar está fundamentalmente associado ao educar, uma vez que a educação infantil envolve o trabalho pedagógico com crianças de 0 a 5 anos de idade.

De acordo com a última redação da Lei  9394, em sua seção II, Artigos 29, 30, e 31:

Da Educação Infantil

Art. 29.  A educação infantil, primeira etapa da educação básica, tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança de até 5 (cinco) anos, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade.   (Redação dada pela Lei nº 12.796, de 2013)

Art. 30. A educação infantil será oferecida em:

I - creches, ou entidades equivalentes, para crianças de até três anos de idade;

II - pré-escolas, para as crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de idade.  (Redação dada pela Lei nº 12.796, de 2013)

Art. 31.  A educação infantil será organizada de acordo com as seguintes regras comuns: (Redação dada pela Lei nº 12.796, de 2013)

I - avaliação mediante acompanhamento e registro do desenvolvimento das crianças, sem o objetivo de promoção, mesmo para o acesso ao ensino fundamental; (Incluído pela Lei nº 12.796, de 2013)

II - carga horária mínima anual de 800 (oitocentas) horas, distribuída por um mínimo de 200 (duzentos) dias de trabalho educacional;  (Incluído pela Lei nº 12.796, de 2013)

III - atendimento à criança de, no mínimo, 4 (quatro) horas diárias para o turno parcial e de 7 (sete) horas para a jornada integral;  (Incluído pela Lei nº 12.796, de 2013)

IV - controle de frequência pela instituição de educação pré-escolar, exigida a frequência mínima de 60% (sessenta por cento) do total de horas;  (Incluído pela Lei nº 12.796, de 2013)

V - expedição de documentação que permita atestar os processos de desenvolvimento e aprendizagem da criança.  (Incluído pela Lei nº 12.796, de 2013)

        Como podemos ver a Educação Infantil tem muitas regras próprias, mas também tem muitas regras que a assemelham  ao ensino fundamental: acompanhamento de frequência e aprendizado,  jornada mínima de dias (ou horas letivas no ano), jornada mínima  de trabalho diário. Existem muitos documentos normatizando a qualidade de atendimento dado para as crianças nessas etapas, inclusive normatizando o que deve ser trabalhado em termos de conteúdo e como esses conteúdos devem estar organizados.  

Fonte da Imagem: Arquivo pessoal de Rose Adriana Andrade de Miranda

Nesse movimento vamos tratar um pouco mais a questão dos conteúdos da Educação Infantil, mas antes de entrar neles vamos pensar um pouquinho sobre o que é conteúdo.

Conteúdo refere-se àquilo que desejamos que nosso aluno aprenda e que esteja adequado à faixa etária e etapa de desenvolvimento dele. Os conteúdos podem estar expressos por meio de conceitos, atitudes, valores, temas do cotidiano, características dos sujeitos e dos grupos culturais, aspectos do ambiente, além de inúmeras outras possibilidades que auxilie o ser que aprende a construir seus próprios conceitos.

Fonte imagem: Arquivo pessoal Rose Adriana Andrade de Miranda

Conteúdos essenciais na Educação Infantil

        Essa é uma fase em que o trabalho deve visar essencialmente atividades que envolvam aspectos relevantes e coerentes com a etapa de desenvolvimento dos sujeitos, nas páginas a seguir apresentamos uma lista comentada desses conteúdos que precisam ser muito bem trabalhados dos 0 aos 5 anos

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Fonte imagem: Arquivo pessoal Rose Adriana Andrade de Miranda

        Além desses conteúdos essenciais é necessário estar atento ao que a LDB normatiza como conteúdos obrigatórios:

Art. 26.  Os currículos da educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio devem ter base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e em cada estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e dos educandos.   (Redação dada pela Lei nº 12.796, de 2013)

§ 1º Os currículos a que se refere o caput devem abranger, obrigatoriamente, o estudo da língua portuguesa e da matemática, o conhecimento do mundo físico e natural e da realidade social e política, especialmente do Brasil.

§ 2o  O ensino da arte,                 especialmente em suas expressões regionais, constituirá componente                 curricular obrigatório nos diversos níveis da educação básica, de forma                 a promover o desenvolvimento cultural dos alunos. (Redação dada pela Lei nº 12.287, de 2010)

§ 3o A educação física, integrada à proposta pedagógica da escola, é componente curricular obrigatório da educação básica, sendo sua prática facultativa ao aluno: (Redação dada pela Lei nº 10.793, de 1º.12.2003)

I – que cumpra jornada de trabalho igual ou superior a seis horas; (Incluído pela Lei nº 10.793, de 1º.12.2003)

II – maior de trinta anos de idade; (Incluído pela Lei nº 10.793, de 1º.12.2003)

III – que estiver prestando serviço militar inicial ou que, em situação similar, estiver obrigado à prática da educação física; (Incluído pela Lei nº 10.793, de 1º.12.2003)

IV – amparado pelo Decreto-Lei no 1.044, de 21 de outubro de 1969; (Incluído pela Lei nº 10.793, de 1º.12.2003)

V – (VETADO) (Incluído pela Lei nº 10.793, de 1º.12.2003)

VI – que tenha prole. (Incluído pela Lei nº 10.793, de 1º.12.2003)

§ 4º O ensino da História do Brasil levará em conta as contribuições das diferentes culturas e etnias para a formação do povo brasileiro, especialmente das matrizes indígena, africana e européia.

§ 5º Na parte diversificada do currículo será incluído, obrigatoriamente, a partir da quinta série, o ensino de pelo menos uma língua estrangeira moderna, cuja escolha ficará a cargo da comunidade escolar, dentro das possibilidades da instituição.

§ 6o  A música deverá ser conteúdo obrigatório, mas não exclusivo, do componente curricular de que trata o § 2o deste artigo. (Incluído pela Lei nº 11.769, de 2008)

        Além da LDB 9394, os currículos da educação Infantil estão  normatizados em um documento de criado pelo Ministério da Educação em 1998, que é conhecido como  Referencial curricular nacional para a Educação Infantil, também conhecido nas escolas como os parâmetros curriculares da Educação Infantil. Esse documento está dividido em 3 volumes e cada volume trata de um aspecto específico do trabalho pedagógico  com crianças de 0 à 5 anos (de 0 à 6 anos na época em que o documento foi elaborado). Como o próprio documento diz (RCNI, 1998: 7):

Este documento é fruto de um amplo debate nacional, no qual participaram professores e diversos profissionais que atuam diretamente com as crianças, contribuindo com conhecimentos diversos provenientes tanto da vasta e longa experiência prática de alguns, como da reflexão acadêmica, científica ou administrativa de outros. Ele representa um avanço na educação infantil ao buscar soluções educativas para a superação, de um lado, da tradição assistencialista das creches e, de outro, da marca da antecipação da escolaridade das pré-escolas. O Referencial foi concebido de maneira a servir como um guia de reflexão de cunho educacional sobre objetivos, conteúdos e orientações didáticas para os profissionais que atuam diretamente com crianças de zero a seis anos, respeitando seus estilos pedagógicos e a diversidade cultural brasileira.

Em 2010 surge um novo documento : Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação infantil. Apesar de ser mais atual e muito objetivo não tem a profundidade do do documento anterior no que diz respeito a discussão do que são conteúdos da Educação Infantil. Ambos os documentos se complementam  e precisam ser estudados com muita atenção.

A seguir destacamos vários conteúdos que acreditamos serem essenciais para  o  pleno desenvolvimento da criança e dos demais conteúdos. Eles serão um ponto de partida para que vocês busquem atividades mais adequadas  ao desenvolvimento de cada um para cada faixa etária. É importante destacar ainda, que em uma mesma atividade podemos desenvolver vários conteúdos desses, que é o encaminhamento pedagógico dado pelo professor que facilita ou complica o trabalho.

Esquema corporal

        O esquema corporal envolve a percepção que a criança possuí em relação ao seu próprio corpo: ele envolve: percepção global do corpo; reconhecimento das partes do corpo, domínio dos movimentos gestuais do corpo e representação do próprio corpo.

Fonte imagem: arquivo pessoal Rose Adriana  Andrade de Miranda

(...), se a criança não tiver consciência do próprio corpo, do modo como ele se situa no espaço, ou não perceber a relação de distância e posição dos objetos em relação a si mesma, não dominará seus movimentos com harmonia. Isso poderá resultar em certo desajeitamento, falta de coordenação motora, lentidão na escrita, letras mal grafadas, etc. Problemas nesta área podem também afetar a percepção , resultando em confusão ou inversão de letras do tipo p/b/q/d.” (Ferreira e Caldas, 2008: 20)

Desse modo ao trabalhar o estudo do contexto com as crianças partimos do estudo do seu próprio corpo, pois o mundo em que ela vive , as pessoas com quem convive, os objetos com os quais se relacionam só tem sentido em relação com o seu corpo. A criança pequena está em uma fase de constantes novos aprendizados, tudo nessa época é muito rápido, pois é o período do desenvolvimento humano onde mais construímos significados e conceitos que carregaremos durante toda a vida.

Lateralidade

O desenvolvimento da lateralidade permite que a criança desenvolva a percepção do próprio corpo em relação aos corpos das outras pessoas e dos objetos. É importante ressaltar que a criança tem até os 12 anos para desenvolver bem as noções de direita e esquerda (perceber a direita ou esquerda de outras pessoas e objetos em relação a sua posição), mas que devemos estar sempre frisando (falando) para ressaltar esses conceitos para ela.

Fonte da imagem: Arquivo pessoal Rose  Adriana Andrade de Miranda

        Fases do desenvolvimento da lateralidade com base no texto Ferreira e Caldas(24 e 25):

Aos ….. anos a criança será capaz de:

Bebê: posição reflexa assimétrica (não tem opção/domínio por nenhum dos lados do corpo).

3º mês de vida: entra em período de simetria;

1 ano e meio: expressa preferência por um dos lados do corpo, mas nem sempre mantém essa preferência

3 anos: utiliza exclusivamente a mão dominante

Apesar dessa classificação, é importante destacar que crianças diferentes possuem tempos diferentes de desenvolvimento, portanto o quadro acima serve apenas como ponte de partida para a observação de vocês quanto ao que é padrão de desenvolvimentos, mas é sempre bom não esquecer que fatores internos e externos/culturais podem interferir nas fases de desenvolvimento de cada criança, portanto, antes de classificar algo como preocupante ou como problemático, é importante pesquisar e levar em conta  o processo de desenvolvimento das crianças, inclusive o tipo de estímulo recebido na família e na escola, que podem interferir aligeirando ou retardando os processos individuais.

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Equilíbrio

Fonte Imagem: Arquivo pessoal Rose Adriana Andrade de Miranda

Esse é um conteúdo muito importante para ser trabalhado na Educação Infantil que geralmente fica relegado a segundo plano no desespero que muitos professores possuem de letrar a criança cedo. Do seu desenvolvimento depende a capacidade da criança de manter postura, posições e atitudes em estado de relaxamento ou movimento. Uma criança com problemas no desenvolvimento do equibrio tem dificuldade, por exemplo, para subir em escadas ou mesmo para caminhar sobre  uma linha traçada no chão (atividades aparentemente fáceis para um adulto, mas não tão simples para uma criança pequena).

        Abaixo segue uma tabela com as fases da maturidade da criança em relação as questões de equilíbrio, segundo Longhi e Basei  (2010):

Aos ….. anos a criança será capaz de:

02 anos – equilíbrio estático sobre um banco de 15 cm de altura:,

03 anos – equilíbrio sobre um joelho

04 anos – equilíbrio com o tronco flexionado.

05 anos – equilíbrio na ponta dos pés.

06 anos – pé manco estático, imitar a posição do saci

Coordenação visomotora

        A coordenação visomotora envolve a capacidade de coordenar  e dominar a visão com a motricidade ao mesmo tempo, seu desenvolvimento é  um dos pré requisitos para o processo de leitura e escrita.

Fone imagem: Arquivo pessoal Rose A. A, de Miranda

Dentro desse bloco de conteúdos ainda há os relacionados ao desenvolvimento especificamente da motricidade, que divide-se em:

Fone imagem: Arquivo pessoal Rose A. A, de Miranda

Fonte Imagem: Rose Adriana Andrade de Miranda

Relação espaço temporal

        Nesse tipo conteúdo envolvemos a construção de referencias e conceitos que são essenciais para o posterior desenvolvimentos de conteúdos das áreas de  História e Geografia. É importante não esquecer que com a criança pequena, quanto mais próximo o ponto de partida, mais  significativo será para ela.  Nessa etapa precisamos levar a criança a perceber-se no tempo e espaço. Vejam bem, o ponto de referencia nesse trabalho continua sendo a própria criança, um exemplo de atividade que trabalhe  com essa percepção espaço temporal a brincadeira de pular corda, pois por não ser atingida pela corda em movimento a criança precisa articular seu corpo de forma a organizá-lo no espaço necessário ao pulo, bem como em relação ao tempo necessário para executar o movimento de pular.

Fone imagem: Arquivo pessoal Rose A. A, de Miranda

de Tempo

Espaço

        Fone imagem: Arquivo pessoal Rose A. A, de Miranda

Vejam bem, apesar de termos citado o caso específico da História e Geografia, os conteúdos acima não estão ligados à outras  áreas de conhecimento  são tão essenciais para elas quanto para  as áreas de Ciências da Sociedade.

Percepções:

Os conteúdos ligados ao nível das percepções são os conteúdos relacionados ao campo do desenvolvimento dos 5 sentidos, que podem ser estimulados desde cedo na escola para um desenvolvimento da capacidade de captar e apreender o ambiente. Essa percepção envolve vários desses sentidos (estímulos) ao mesmo tempo, mas para fins de desenvolvimento didático pedagógico costumamos dividir o trabalho com esses estímulos em momentos diferentes.

Visual

Fonte Imagem: Rose Adriana Andrade de Miranda

Auditiva

Fonte Imagem: Rose Adriana Andrade de Miranda

Tátil

Fonte Imagem: Rose Adriana Andrade de Miranda

Gustativa

Fonte Imagem: Rose Adriana Andrade de Miranda

Olfativa

         

Fonte Imagem: Rose Adriana Andrade de Miranda

        

Encaminhado para novos caminhos e percepções

Todos os conteúdos citado acima não são a totalidade dos conteúdos de  Educação Infantil, na realidade selecionamos conteúdos que perpassam todos os demais e que pouco (ou nunca) apareceram nos trabalhos e discussões de vocês no semestre passado. O desafio nesse movimento é tematizar os resultados da entrevista e pensar um planejamento para uma turma. No entanto alertamos, existem outros conteúdos a serem trabalhados além dos explorados nesse texto, na LDB citada aqui,está os indicadores de todas as áreas que precisam ser exploradas nas diversas etapas da Educação Infantil, inclusive berçário.

Fonte da imagem: arquivo Rose Adriana Andrade de Miranda

Estudo da Língua Portuguesa

Vejam bem, na educação Infantil possuí uma conotação diversa da do ensino fundamental,para além de questões relacionadas a leitura e escrita, que também podem e devem ser trabalhadas os conteúdos de Língua portuguesa aqui envolvem questões relacionadas ao desenvolvimento da fala (como jogos com trava línguas, parlendas, adivinhas, poemas e jogos que exploram a sonoridade das palavras auxiliando as crianças no desenvolvimento do aparelho fonador); a transmissão de mensagens simples , a comunicação oral e gestual como um todo (exploração inclusive de exercícios em que a criança necessite transmitir uma mensagem simples). Enfim, são múltiplos os conteúdos relacionados à essa área.

Fonte Imagem: Rose Adriana Andrade de Miranda

Estudo da Matemática

Nessa área trabalhamos especificamente com a parte de desenvolvimento lógico com as crianças (que pode envolver números ou não). Aqui, o desenvolvimento de ordem, seriação, sequência, conservação, forma, altura, espessura, quantidades, situações problemas, são muito mais importantes  que o traçado dos numerais.

Fonte Imagem: Rose Adriana Andrade de Miranda

Conhecimento do mundo Físico, Natural e Social

Como foi dito em outros momentos, o universo da criança pequena é sua realidade imediata, portanto essa é que deve ser estudada com ela nesse momento. Grandes datas comemorativas, conteúdos científicos e sociais muito amplos são totalmente vazios de significado. Conteúdo aqui é tudo que pode ser experimentado, manipulado, degustado, vivido. Cooperação, sociabilidade e experimentação são muito mais importantes do que qualquer discurso sobre  fatos considerados significativos do ponto de vista do adulto.

 

Fonte Imagem: Rose Adriana Andrade de Miranda

Nessa etapa as relações são mais imediatas e  o tempo de atenção mais curto. Crianças pequenas não fixam a atenção mais do que 15 minutos no que está sendo discursado para elas (nesse caso dura até menos tempo). não se prende pintando uma folhinha ou tentando copiar algo, elas gostam de atividades práticas e m que possam manipular objetos, ou tem que possam trazer e expor suas experiências  imediatas. Nessa etapa os conteúdos precisa ser concreto , objetivos e fazer parte do universo da criança.

Fonte Imagem: Rose Adriana Andrade de Miranda

Arte:

Deve envolver atividades relacionadas a pintura, escultura, música e dança, resgatando as expressões próprias da da família, da comunidade e do dia a dia da criança. O conteúdo principal aqui são as percepções visuais, auditivas, táteis enfim , os conteúdos relacionados ao desenvolvimento visomotor e à sensibilidade artística.

Fonte Imagem: Rose Adriana Andrade de Miranda

Educação Física:

Área que integra os conteúdos relacionados ao desenvolvimento social e corporal do educando. Tudo que está relacionado ao movimento na relação com o outro e consigo mesmo.

Fonte Imagem: Rose Adriana Andrade de Miranda

Fonte Imagem: Rose Adriana Andrade de Miranda

Bibliografia

BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial curricular nacional para a educação infantil  — Brasília: MEC/SEF, 1998.

CARVALHO, Ana M. A.; PEDROSA, Maria Isabel & ROSSETTI-FERREIRA, Maria Clotilde. Aprendendo com a criança de zero a seis anos. São Paulo, Cortez, 2012.

FERREIRA, Idalina Ladeira CALDAS, Sarah P. Souza. Atividades na pré-escola. São Paulo, Artmed, 2002

Lei Nº 9.394. de 20 de dezembro de 1996. In : http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm

LIMA, Adriana Flávia de Oliveira. Pré escola e alfabetização: uma proposta baseada em P. Freire e J. Piaget. Petrópolis, Vozes, 2001.

LONGHI, João Ricardo e BASEI, Andréia Paula.” A importância de trabalhar o equilíbrio das crianças

com idade entre 4 e 6 anos da educação infantil.” In: Revista Digital - Buenos Aires - Año 15 - Nº 143 - Abril de 2010. http://www.efdeportes.com/efd143/o-equilibrio-das-criancas-da-educacao-infantil.htm

OLIVEIRA, Zilma de Moraes Ramos de. Educação Infantil: fundamentos e métodos. São Paulo, Cortez, 2011.