PROPOSTA DO SHOW MACACO BONG

 

Formação - Bruno Kayapy (guitarra), Ynaiã Benthroldo (batera) e Ney Hugo (baixo). 


Ano da formação - 2004


Homepage: www.myspace.com.br/macacobong/ www.fotolog.com/macacobong


O Macaco Bong surgiu na Primavera de 2004 em Cuiabá (MT) com uma proposta de música instrumental. Baseado na desconstrução dos arranjos da música popular em seus formatos convencionais e aliada à linguagem das harmonias tradicionais da música brasileira com jazz/fusion/pop e etc, o Macaco Bong sempre busca nunca concretizar rótulos relativos às variedades nas vertentes dos gêneros musicais em suas composições, tudo isso aplicado tanto na estética quanto no conteúdo do rock’n’roll.

Acrescentando do Rock ao Fusion, a banda tem como desafio a elaboração dos arranjos tendo como característica básica a subversão nas divisões rítmicas e harmônicas, com melodias baseadas no simples e bem feito. Músicas viscerais fazem parte do repertório da banda, com a execução de arranjos coesos e pulsantes.


Há nas apresentações o conceito de uma banda instrumental desprendida de virtuosismo e elitismo musical, sem deixar de dedicar muita atenção à coesão dos arranjos dentro da estética do rock. A formação é simples, um trio (guitarra, baixo e bateria) que não usa muitos elementos no palco (apenas os amplificadores e pedais de equalização e delay na guitarra), trabalhando principalmente com a sonoridade orgânica dos instrumentos. Tal formação faz com que o som produzido chame a atenção por ser coeso e completo, mesmo com tão poucos elementos e apenas três instrumentos trabalhando com os quesitos básicos de harmonia, melodia e ritmo.

 

Tais fatores geram no público uma reação muito curiosa. Num primeiro momento é criado um estranhamento geral por um trio de rock cheio de riffs não ter um vocalista. Porém o estranhamento logo passa e o público se torna interlocutor do diálogo sem voz que a banda estabelece. A banda acaba agradando ao público do instrumental – pelas citações ao jazz e à música brasileira – e também ao público mais jovem, roqueiro – pela característica da banda ser formada por três músicos que viveram a adolescência na época de Nirvana, Pantera e Cia.

 


A Banda


O Macaco Bong volta de dois shows no Festival Pop Montreal no Canadá e extensas turnês incluindo todas as regiões brasileiras. E vive seu melhor momento; seu primeiro cd (“Artista Igual Pedreiro”) foi escolhido como melhor do ano pela Rolling Stone, a principal publicação de música no Brasil e uma das maiores revistas do mundo, ficando a frente de artistas conhecidos como Ney Matogrosso, Lenine, Marcelo D2, Marcelo Camelo, entre outros. O texto diz que o primeiro disco do Macaco Bong é “uma estréia pra entrar na história”. Além disso, a música "Amendoin" faturou 5º lugar na categoria música do ano nacional, na mesma revista . Estreou também videoclipe na MTV, intitulado Noise James, feito com fotografias. O disco e o show da banda foram citados em dezenas de listas de melhores por todo o país.


Em 2008 o Macaco Bong foi apontado como aposta da Revista Bravo, Também em 2008, o Macaco Bong foi apontado pelo myspace como uma das 10 bandas que "vão dar o que falar" em 2008, estando por diversas vezes na capa do site. Além disso, a banda concorreu ao I Prêmio Hell City da Música Independente Matogrossense em nove categorias: banda do ano, melhor guitarrista (bruno kayapy), melhor baixista (ney hugo), melhor baterista (ynaiã benthroldo), música do ano (bananas for you all), show do ano (no calango), melhor álbum (objeto perdida), melhor performance (bruno kayapy e ynaiã benthroldo) e melhor videoclipe (bananas for you all); sendo vencedora em duas delas: guitarrista e baterista. Já na II edição do Premio Hell City levaram  nada mais, nada menos que a categoria Banda do Ano.


No fim do ano, a banda fez uma tour pelo interior do estado de São Paulo, se apresentando em diversas cidades, 11 no total: Bragança Paulista, Bauru, Campinas, Indaiatuba, Sorocaba, Mogi das Cruzes, São Caetano, São Carlos, Araraquara, Ribeirão Preto, e Limeira. A banda passou ainda por Serrana, onde não tocou, mas se integrou com o CECAC – Centre Cultural de Ativismo Caipira, que trabalha com a formação de jovens da região.

 

 

Principais Shows já realizados


Em 2006 - Grito Rock Cuiabá (MT), Festival Calango (MT), Goiânia Noise Festival (GO), MADA Festival (RN), Primeiro Campeonato Mineiro de Surf (MG), PMW Festival(TO), Festival Varadouro (AC), Festival Jambolada(MG), Festival Demosul (PR), Vaca Amarela Festival (GO), além de shows nas principais casas noturnas de SP: Outs Bar, Milo Garage, Satva Bar, Casa Belfiori, Funhouse, Studio SP e Oásis Bar.


Em 2007 -  Grito Rock Cuiabá(MT), Rec Beat (PE), Festival Fora do Eixo (SP), Festival Calango(MT), Porão do Rock(DF), Se Rasgum(PA), Goiânia Noise(GO) e Goiaba Rock Festival (GO).


Em 2008 - Festival Humaitá Pra Peixe (RJ), Grito Rock SP, Virada Cultural Paulistana (Palco Abrafin), Festival Casarão (RO), Festival Eletrônika(MG), Festival Quebramar (AP), Brasil Central Music (GO), Fogo no Cerrrado (MS), Festival Dosol (RN), Festival Contato (SP), Festival Mundo (PB), El Mapa de Todos (DF).  Participou também do projeto Cuyabá Sinfônica com a Orquestra Sinfônica do estado de Mato Grosso, realizou um show no Sesc SP Vila Mariana; Noites Demosul (PR), BNB Instrumental (CE) . Fez ainda uma tour pelo interior do estado de São Paulo, se apresentando em onze cidades. No final de  2008 fez dois shows realizados no Festival Pop Montreal, no Canadá.


Em 2009 - Já em janeiro de 2009, realizou uma mini tour em Rondônia, passando pelas cidades de Ji-Paraná e Porto Velho, se apresentou no Grito Rock Cuiabá, realizou shows em São Paulo, convidada pela  banda instrumental Pata de Elefante no Rumos Convida, do Itaú Cultural. Realizou show no evento Móveis Convida, organizada pela banda candanga Móveis Coloniais de Acaju em Brasília e Goiânia, se apresentou na Virada Cultural no estado de São Paulo em três cidades: na capital (Palco Instrumental), Franca e Ribeirão Preto, a convite do governo do estado. Se apresentou também no Festival Tendencies(TO), Conexão Vivo(MG) e realizou seis shows em Buenos Aires Arg) incluindo o Festival Ciudade Emergent, organizado pela prefeitura. Em Cuiabá, participou do lançamento do Projeto Música do Mato, que tem o intuito de difundir a música matogrossense em suas diferentes estéticas.

 


O Disco


No final de 2007, o Macaco Bong entrou em estúdio para a gravação de seu primeiro cd. Gravado em Goiânia no Rocklab Studio – sob produção de Gustavo Vasquez e Luís Maldonalle – a obra já causa polêmica antes mesmo de ser lançada (pela Monstro Discos e Fora do Eixo Discos). O fato é que o álbum leva o título de “Artista Igual Pedreiro”, fazendo alusão à lógica que a banda segue de ter a música como mais um elemento do trabalho cotidiano, em detrimento da lógica do “artista iluminado” e superior aos demais seres humanos. O lançamento ocorreu no dia 8 de maio, em Goiânia(GO). De lá, a banda lançou disco também em Uberlândia, no Espaço Goma e em Belo Horizonte, no bar A Obra. O lançamento para Cuiabá foi no dia 31/05, na Casa Fora do Eixo. Houveram ainda dois lançamentos em São Paulo, no Studio Sp e no CB Belfiori. E também em Campo Grande(MS), Fortaleza e Sobral(CE).


O álbum foi lançado também no formato virtual, através da parceria com a TramaVirtual. “Artista Igual Pedreiro” está inserido no projeto “Álbum Virtual”, a segunda etapa do Download Remunerado. Através desse trabalho, a TramaVirtual distribui música gratuitamente, porém remunerando o artista, se capitalizando através de parceria com a iniciativa privada. O primeiro lançamento foi o álbum Danç-êh-sá Ao Vivo, de Tom Zé, seguido por Artista Igual Pedreiro, do Macaco Bong, Donkey (Cansei de Ser Sexy) e Chapter 9 (Ed Motta). Na primeira semana, o presidente da Trama, João Marcelo Bôscoli, contou em entrevista à Rolling Stone Brasil que o disco foi baixado 700 vezes somente nos três primeiros dias em que ficou disponível.  



Críticas e prêmio


- Uma das bandas apontadas como uma das grandes promessas para 2007 pela Revista Bizz;

-  Em 2008 o Macaco Bong foi apontado como aposta da Revista Bravo;

-  Foi apontado pelo Myspace como uma das 10 bandas que "vão dar o que falar" em 2008;

- Concorreu ao Prêmio Hell City da Música Independente Matogrossense em nove categorias, sendo vencedora em duas delas: guitarrista e baterista.

- Em 2009, a primeira edição do ano da Rolling Stone brasileira selecionou o disco da banda como o melhor álbum do ano, à frente de artistas conhecidos como Ney Matogrosso, Lenine, Marcelo D2, Marcelo Camelo, entre outros. A música Amendoim também foi escolhida como a sexta melhor música do ano na mesma revista.

- O disco e o show da banda foram citados em dezenas de listas de melhores por todo o país;

- Isso além da aparição em outra coletânea de Senhor F, a “11 Temas”, conta com grupos do México México, Portugal, Peru, Argentina, Brasil, Chile e Uruguai. Por conta de trabalhos assim, o Macaco Bong foi citado como “Revelação” na Rolling Stone Argentina, pelo show no El Mapa de Todos.

- A banda ainda concorreu em outras listas de melhores de veículos grandes, como MTV, como melhor clipe e melhor música .


Videoclipes -

Recentemente o videoclipe da música Shift foi vencedor do Festival de Cinema de Alta Floresta(MT), na categoria videoclipe.

Outro videoclipe é Noise James, dirigido por Otávio Pacheco, e feito na técnica do stop motion, que consiste em unir fotografias seqüenciadas, formando imagens. O clipe mescla imagens da banda em ensaios e shows com imagens da paisagem urbana de São Paulo. O mesmo está na programação da MTV.



Espaço Cubo

Os integrantes do Macaco Bong fazem parte do Instituto Cultural Espaço Cubo, realizando trabalhos de produção musical, assessoria de comunicação e distribuição, coordenação da Museu da Imagem e Som de Cuiabá, além de serem co-realizadores de eventos e festivais, como o Calango, Grito Rock, Semana da Música e Semana do Audiovisual, produções que impulsionam a cadeia produtiva, tanto local, quanto nacional dentro do Circuito Fora do Eixo. Também são militantes da Volume (Voluntários da Música), entidade destinada para a qualificação de agentes direcionados no know-how na produção das ações locais. Através desse trabalho, colaboram também com o Circuito Fora do Eixo, fazendo uso de sua circulação para troca de tecnologias e estabelecimento de novos contatos.