POLITICA ORGANIZAÇÂO DE ENSINO E CURRICULO   TRANSPARENCIAS   AULAS       1 A 5


COMUNIDADES “PRIMITIVAS”


EDUCAÇÃO


Estrutura social simples; pouca

Diferenciação social de papeis,

Economia básica, ligada ã troca e à

Sobrevivência, cultura iletrada;

Conhecimentos concretos também

Ligado à sobrevivência e ao dia-a-dia .

Explicações mágicas dos fenômenos

Naturais.


ENTENDIDA ENQUANTO TRANSMISSÃO DA

CULTURA (maneiras de pensar, sentir e agir)

FEITA ATRAVÉS DA VIVÊNCIA DIRE


COMUNIDADES “PRIMITIVAS”


EDUCAÇÃO


Estrutura social simples; pouca

Diferenciação social de papeis,

Economia básica, ligada ã troca e à

Sobrevivência, cultura iletrada;

Conhecimentos concretos também

Ligado à sobrevivência e ao dia-a-dia .

Explicações mágicas dos fenômenos

Naturais.


ENTENDIDA ENQUANTO TRANSMISSÃO DA

CULTURA (maneiras de pensar, sentir e agir)

FEITA ATRAVÉS

TA
.



COMUNIDADES MAIS COMPLEXAS

Grupos diferenciados, com camadas, castas, ou mesmo classes sociais diversas; economia também diversificada: manufatura e comércio; corpo maior de conhecimentos.


EDUCAÇÃO


Enquanto processo de transmissão da cultura e dos conhecimentos acumulados já necessita de agentes especializados. Podem aparecer “aulas” ou “cursos” quando alguém, que domina algum conhecimento ou técnica é procurado por pessoas ou grupos para transmiti-lo


 

 


SOCIEDADES COMPLEXAS


Estratificação social definida; comércio e economia mais complexas; existência de conhecimentos abstratos, número e operações aritméticas, e linguagem escrita

 


EDUCAÇÃO


Está a cargo de uma agência especifica, geralmente ligada aos grupos de poder.


- Quando essa agência funciona dentro do próprio grupo de poder, não se diferenciando socialmente dele (ex: templos egípcios, conventos e abadias medievais) pode ser considerada como um “grupo de ensino”, isto é, um grupo que desenvolve uma maneira de ser própria, ou seja uma estrutura particular. dentro da própria estrutura geral do grupo dominante.

- Quando a agência desenvolve uma estrutura própria, definida e reconhecida socialmente temos finalmente a “escola” .

Com o desdobramento dessa escola em níveis e tipos diferentes surge finalmente o

Sistema de ensino.














SOCIEDADES AINDA MAIS COMPLEXAS ( Como a mercantilista e a capitalista)- :


Estrutura social determinada, sistema de idéias e de conhecimentos abstratos desenvolvidos e utilizados como

Justificativa da própria ordem social; novos padrões de produtividade e de competência levam necessitam ser transmitidos e desenvolvidos socialmente.





EDUCAÇÃO


Educação dita formal a cargo da “Escola”.

Ela se desenvolve em tipos e níveis formando o chamado sistema de ensino, normalmente controlado pelo estado ou por grupos de poder político e econômico.

Nessas condições a educação formal pode ser encarada enquanto “política pública” inserida, em parte, no conjunto de orientações e intervenções do estado”.









IDÉIAS A SEREM DISCUTIDAS




POLITICA

Planos táticos que funcionam como guias gerais da ação. São afirmações genéricas baseadas nos objetivos organizacionais e que visam oferecer rumos dentro da organização


ESTRUTURA


Conjunto de órgãos que se relacionam mecanicamente,



aceitando regras e organização que permitem um



funcionamento coerente e complementar



SISTEMA


Existem pelo menos duas formas de encarar o conceito de SISTEMA:em educação:

  • Segundo a visão filosófica (Dermeval Saviani) existe um sistema quando existirconsciência dos problemas

  • da situação; conhecimento da realidade das estruturas; e

formulação de uma teoria

  • Segundo a concepção originária e empresarial sistema é todo conjunto integrado de partes, organizadas para atingir à um objetivo único.




 


SISTEMA


Na concepção administrativa essa diferenciação apontada por Saviani não existe. Eles apenas consideram a existência de um sistema, adotando a concepção da “Teoria de sistemas” de Ludwig Von Bertallanfi , .“ um conjunto de unidades ou elementos que se integram para formar um todo único”. Cada um desses elementos funciona individualmente mas para o próprio todo. Qualquer modificação em um deles acarretará a modificação ou a dissolução do todo.


Um sistema costuma ser representado sobre a forma:



Os dados de entrada são os chamados “in puts” enquanto que os resultados são ou out puts. Deve ser lembrado que o sistema inteiro se organizaria para a obtenção desses out puts ou resultados. Dessa forma um “sistema educacional” realmente seria organizado de forma pensada para que um resultado fosse alcançado. Segundo essa teoria existiriam dois tipos de sistemas: os “sistemas fechados” e “sistemas abertos”. Os sistemas fechados não necessitam trocar nada com o ambiente exterior ( exemplo: um ovo já formado) , enquanto os sistemas abertos recolhem materiais e despejam seus produtos no exterior.




O SISTEMA EDUCACIONAL – segundo as concepções de Von Bertallanfi seria definido como um MACRO-SISTEMA, ou seja ou seja como o conjunto de canais que envolvem o homem: vida social, radio, televisão, cinema, sindicatos e escola.



 

O SISTEMA EDUCACIONAL COMPREENDERIA :





Sistema de ensino

Que envolve todas as agências e canais que tratam da educação sistemática, a educação formal. Nele há um projeto deliberado de educar.






SISTEMA ESCOLAR

Faz parte do sistema de ensino e constitui o conjunto de canais de educação escolarizada: fundamental, de ensino médio, e superior




CURRÍCULO



Currículum” – Termo adaptado do Latim (Curros – lugar aonde se corre) no século XVI e utilizado para designar caminho, processo. Posteriormente utilizado pela linguagem pedagógica para designar o conteúdo abordado pela escola, ou por um curso: as disciplinas, matérias, programas, conteúdo de um programa, etc.




A partir de finais do século passado e início deste século, a palavra ganhou o status de um “constructo pedagógico” , porém, segundo a concepção educacional de cada propositor ou usuário o significado desse constructo varia, abrangendo:

  • Um plano que organiza toda a estrutura e a atividade de uma escola, abrangendo sua parte física, pessoal e pedagógica; ou

  • a soma dos processos de aprendizagem que ocorrem em uma escola; ou

  • a totalidade das experiências previstas de aprendizagem que ocorrem em uma escola, ou

  • a totalidade das mudanças que ocorrem como resultantes de um processo de ensino aprendizagem, ou ...

  • ou ......






sOCIEDADES COMPLEXAS


Estratificação social definida;

Comércio e economia mais complexas; existência de linguagem escrita, números e operações matemáticas, conhecimentos abstratos, meta conhecimentos, etc




EDUCAÇÃO

está a cargo de uma agência específica,

Geralmente ligada aos grupos de poder

( como um grupo instituído)

  • Historicamente, quando essa agência funcionou dentro do próprio Grupo de poder, não se diferenciando socialmente dele (ex: templos egípcios, conventos e abadias medievais) pode ser considerada apenas como um gRUPO DE ENSINO, isto é, como um grupo que desenvolveu uma estrutura própria e uma função especial dentro da estrutura geral do grupo dominante.

  • Quando a agência desenvolveu uma estrutura própria, definida e reconhecida socialmente, temos o aparecimento da ESCOLA.

  • Com o desdobramento dessa escola em níveis e tipos diferentes, regidos por uma legislação de ensino abrangente e com características especiais surgem os SISTEMAS DE ENSINO





SISTEMA DE ENSINO - ESTRUTURA


  1. ESTRUTURA DE SUSTENTAÇÃO


    1. Elementos não materiais – objetivos, normas e conteúdos; necessidades e propostas da população; propostas de governos e de grupos sociais dominantes

    2.  

  1. Entidades mantedoras –

      1. Poder público – Federal. Estadual e municipal

      2. Entidades Privadas - Confecionais e |Leigas


  1. ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA


    1. Esfera federal –

      1. Ministério da Educação

      2. Conselho Federal de Educação


    1. Esfera estadual

      1. Secretaria da Educação,

      2. Conselho estadual de Educação

    2. Esfera Municipal

      1. Secretaria Municipal de Educação

      2. Conselho municipal de Educação

2 - ESTRUTURA DIDÁTICA ( Rede de Escolas)




2.1 – Dimensão Vertical (Níveis de ensino)


E´ a organização que considera a idade. o tipo e o preparo anterior da

população que atenderá







    1. - Dimensão horizontal (Modalidades de Ensino)

 


Parte da organização que considera não apenas o preparo da população

a ser atendida, mas também suas necessidades e anseios específicos,

assim como as necessidades da produção e do mercado de trabalho em

geral



Ensino SUPERIOR no Brasil

Histórico


PRIMEIRO PERÍODO – BRASIL COLÔNIA-



Antes do descobrimento e da colonização as tribos e comunidades indígenas existentes no Brasil

Tinham:

- Cultura iletrada

- Economia – sobrevivência por coleta de elementos vitais (caça, pesca, raízes e fibras na

própria mata . Economia regida pela coleta de elementos da natureza e por trocas simples.

- Educação- desenvolvida pela própria vivência. Aprendizagens e imitação da vida adulta

- Organização social extremamente simples

Estrutura muito aberta

Ausência de um agente ou agência educacional específica




Colonização

1554 – Chegada dos Jesuítas com um sistema educacional extremamente bem estruturado :

- tinham um corpo teórico bem elaborado, constituído pela obra de Tomaz de Aquino ( a Ratio Studiorum )que propunha as metas da educação e como elas poderiam ser alcançadas, definindo conteúdos, procedimentos e maneiras pelas quais os alunos deveriam ser manejados.

Pode-se perceber a tentativa da criação de cursos superiores pelos Jesuítas já em 1572, data da criação dos cursos de artes e teologia no colégio dos jesuítas da Bahia. Esses cursos superiores

Não eram reconhecidos por Portugal e outros não surgiram até 1808, quando da transferência da sede do reino português para o Rio de Janeiro.









Reforma Pombalina:

Desde a expulsão dos Jesuítas todo vestígio de organização e de estrutura educacional desapareceu.

O ensino passou a ser feito através de “aulas de primeiras letras” e “aulas régias” e “cursos régios” , ministrados por clérigos e pessoas que mal conheciam as primeiras letras, as operações matemáticas ou algumas outras noções que grupos de alunos quisessem pagar para conhecer.

Os poucos colégios existentes, religiosos, continuavam ministrando aulas de filosofia e de teologia mas, sem continuidade ou ligação com outras instituições.


SEGUNDO PERÍODO – IMPÉRIO


O segundo período inicia-se ainda no Brasil colônia em 1808 com a vinda de D.João VI e sua corte para o Brasil, abrange todo o império e vai até 1889, com a queda da monarquia.

Embora todo o ensino brasileiro estivesse desestruturado desde a reforma pombalina, com a vinda da família real portuguesa para o Brasil, desapareceu a proibição da abertura de cursos superiores . Logo puderam ser criadas as cadeiras de anatomia e de cirurgia (1818), e as de um curso de engenharia, implícito na Academia Real Militar (1810) Estes cursos constituem o primeiro passo para o aparecimento de faculdades de engenharia e de medicina, necessárias por problemas militares, e as de direito, motivadas por necessidades administrativas.



TERCEIRO PERÍODO – REPÚBLICA OLIGÁRQUICA-


 

Este período vai do início do Governo provisório de Deodoro até a instalação do governo de Vargas em 1930. Existiam escolas de todos os níveis, inclusive o superior, embora ainda não se pudesse falar de um Sistema de Ensino. O Colégio D. Pedro II, servia de modelo para todos os outros, e seus alunos tinham notórios

Privilégios.

O primeiro impulso para o seu estabelecimento de uma Política Educacional foi dado por Benjamim Constant

ministro da instrução, correio e telégrafos;. A Política educacional adotada na época tinha cunho positivista,

Em 1930 foi criado o ministério da Educação e Saúde; em 1931 foi decretado o Estatuto das Universidades Brasileiras, mas este período marca também o fim do período da predominância do positivismo e o início do período de predominância do fascismo.



O QUARTO PERÍODO – A ERA VARGAS


Começa com a revolução de 1930 e termina com a deposição do ditador em 1945.

1938 – 1948 limites de um intervalo transitório. Da criação da UNE até a proposição da primeira LDB



































LINHA DE TEMPO



ANTES DO DESCOBRIMENTO

Sobrevivência conseguida pela caça e coleta de elementos vitais. Economia de extração e troca simples Organização social também muito simples. Poucos papeis sociais diferenciados.



INDIOS – CULTURA ILETRADA

Educação conseguida pela vivência direta e pela imitação das atitudes dos adultos




Inicialmente : povoamento por degredados. Com economia de extração simples, e depois criação de latifúndios sustentados pelo plantio de cana tabaco e algodão, com o uso do trabalho escravo de índios.





1500




DESCOBRIMENTO – Brasil Colônia

.. Poucas pessoas letradas transmitindo informações para os raros habitantes interessados nisso . Maioria das crianças crescendo como “CURUMINS” com educação por vivência direta.


1554

Chegada dos Jesuítas

Trouxeram um sistema educacional bem estruturado, com corpo teórico dado pela RATIO STUDIORUM . Aulas eram ministradas a brancos e índios nos próprios Colégios


Aparecimento de pequenas vilas e cidades que funcionavam como postos de trocas. Comercio incipiente.





1572

Proposição pelos Jesuítas dos cursos de artes e teologia no colégio da Bahia nos mesmos moldes dos da Universidade de Coimbra, como tentativa Jesuítica de criação de cursos superiores, proibidos por Portugal. Esses cursos não eram reconhecidos por Portugal


Holandeses expulsos do Brasil passaram a produzir açúcar nas Antilhas, o que produziu decadência da incipiente agroindústria do açúcar no Brasil. Portugal em crise econômica e temendo a invasão pela Espanha aproximou-se da Inglaterra. Nesta situação o primeiro ministro, de Portugal, o marquês de Pombal tomou sérias medidas para tentar provocar um surto de industrialização em Portugal. Dentre outras coisas tentando substituir a ideologia orientada pela sociedade feudal e ligada à Igreja por uma outra mais propícia ao surgimento de uma sociedade capitalista. Neste quadro era importante para ele diminuir o poderio dos jesuítas para aumentar o poder do estado.


Reforma Pombalina – Desestruturou o sistema jesuítico sem colocar nada em seu lugar. O ensino passou a ser feito em poucos colégios de outras ordens religiosas e, principalmente através de “aulas de ler e escrever” e “Aulas ou Cursos Régios” normalmente dadas por clérigos que desconheciam conteúdo e técnicas de ensino.



1776

Padres Franciscanos tentaram criar um curso superior

No Convento de Santo Antônio no Rio de Janeiro, que seria na realidade uma Faculdade Isolada, nos moldes da Universidade de Coimbra e obedecendo a reforma Pombalina.



- Logo após foi fundado o Seminário de Olinda por Azeredo Coutinho

- A vinda da corte provocou imediatamente a abertura dos portos, com o conseqüente aumento do comércio e da circulação de mercadorias e idéias. Também chegaram por esta ocasião muitos representantes das “elites pensantes” portuguesas, muitas vezes educados na Inglaterra e na França e trazendo idéias ligadas à Comte ( idéias positivistas) .

1808

Vinda de d. João Vi ao Brasil

O ensino superior, tornado necessário pela vinda da corte iniciou-se pelo aparecimento de “AULAS” e de “Cadeiras”, organizações muito simples, formadas por um professor, que pelos seus próprios meios ensinavam aos interessados em lugares improvisados . Estas aulas podiam também organizar-se em CURSOS, com a mesma estrutura simples e sem burocracia.

- Necessidades militares levaram à abertura da cursos e faculdades de medicina e de engenharia

1808

– Criação de “CADEIRAS” de Anatomia e de Cirurgia, que foram o embrião das faculdades de medicina e de farmácia

- Criação da Academia Real de marinha

1810 – Academia Real Militar


1810

A Academia real militar Iniciou um curso de ENGENHARIA.

O império trouxe necessidades burocráticas e de Segurança maiores. Ao mesmo tempo as elites passaram a interessar-se por formação universitária melhor e mais próxima que a “do reino”. A preocupação com a educação e com a educação superior só não foi maior porque a economia continuava a ser baseada primordialmente na agricultura e no trabalho escravo .

1822

Brasil Império

1824 – Constituição Outorgada rezava que deveriam existir Escolas primárias em cada TERMO, Ginásios em cada Comarca e Universidades “ nos mais apropriados locais.

Havia um pouco mais de desenvolvimento de cidades, e os comerciantes e artesãos apenas começavam a formar uma classe média representativa, passando a exigir escolas.

1823

Decreto do imperador criou um curso de Direito na corte


1826

Apresentação à Câmara dos Deputados de um primeiro projeto de ensino que se preocupava apenas em nomear os graus de ensino e definir autoridade sobre eles, sem entrar em discussões a respeito da organização de “matérias” e conteúdos.


1827

Em 11 de agosto, um decreto do imperador criou dois cursos Jurídicos, um em São Paulo e um em Olinda


1832

Academias de medicina do Rio de Janeiro e da Bahia foram transformadas em Faculdades

1834

ATO ADICIONAL –à constituição de 1824

Dividiu o setor do ensino estatal em: (a)Esfera nacional – que Compreendia os estabelecimentos de ensino primário e médio da corte, e os criados pelas assembléias provinciais e (b) o ensino superior de todo o pais.

Pela decadência do cultivo da cana de açúcar e pelo surgimento de outras culturas e conseqüente beneficiamento, na Segunda metade do século XIX acentua-se a passagem do Brasil de uma sociedade de cunho exportador com base rural agrícola para uma sociedade urbano agrícola comercial. Isto provocou o aumento da camada média da sociedade e o da classe trabalhadora livre. Estas novas condições obrigaram a revisão do ensino público e particular sem no entanto, acarretar melhoras imediatas.



Mudança política sem grandes diferenças na estrutura social e econômica. Apenas acréscimo contínuo das camadas médias

1889

1890



1891

proclamação da República

Aparecimento de um novo regulamento para o ensino primário e secundário do distrito federal




Decreto 1.232-g –Criou o CONSELHO DE INSTRUÇÃO SUPERIOR com a competência de verificar o currículo de escolas federais e outras que lhes fossem equiparadas. Também podia propor novos estabelecimentos de ensino, nomear delegados e comissões para fiscalizar escolas superiores livres


Contínua mudança da produção de agrária para industrial, provocando o crescimento das cidades, o da classe média, além do aumento da necessidade de formação de mão de obra. Além disso, a chegada crescente de imigrantes europeus também provocou novas exigências em relação à aculturação e à integração social de adultos e crianças .

1910

LEI ORGÂNICA DO ENSINO SUPERIOR E FUNDAMENTAL – Lei Rivadávia da Cunha Corrêa


1915

Decreto 11.530, que visava reorganizar o ensino secundário e o superior.

Grande mudança política provocada pelo golpe e pela ditadura. A ideologia passou a ser fascista nacionalista. As tentativas de acelerar o desenvolvimento econômico levaram à considerações a respeito do papel da escola

1930

Criado o ministério de Educação e Saúde Pública

Nesse desenvolvimento.

1931

Decreto Denominado “Estatuto das Universidades Brasileiras” que estabeleceu padrões para o ensino superior de todo o pais, determinando a estrutura administrativa e acadêmica das Universidades e definindo seis tipos de Currículos mínimos.










2a Guerra mundial

1942

LEI 4244 – Propôs a organização unificada da educação nacional, definindo graus e propondo o “currículo mínimo a ser adotado.



1961

LDB 4024





1971

LDB 5692





1996

LDB 9394


























SISTEMA DE ENSINO - COMPONENTES:


1 - ESTRUTURA DE SUSTENTAÇÃO




1.1 – Elementos não materiais -

Pré-supostos; Ideologia; Filosofia – que darão origem aos princípios, metas e objetivos a serem procurados


Corpo teórico - Que fornece o embasamento para propostas, atuações e explicações sobre o processo de organização e de ensino



1.2 – Entidades Mantenedoras

- Grupos de poder


- Poder público


- Entidades Privadas – Confessionais .leigas



1.3 – Administração do Sistema

No Brasil atual :


Esferas: Federal, Estadual, Municipal


Outras: Entidades Particulares. Autarquias, Entidades mistas












2 - ESTRUTURA DIDÁTICA

( Rede de Escolas)



2.1 - Dimensão vertical ( Graus ou níveis de ensino)



Na qual a organização considera a Idade, o tipo e o preparo anterior da população que atenderá




  • Proposição de Planos Curriculares adequados aos fatores citados




2.2 – Dimensão Horizontal (Modalidades de Ensino)



Na qual são consideradas a preparação geral da população a ser atendida e as suas necessidades específicas


  • Proposição de Planos Curriculares adequados aos fatores citados






CONCEPÇÕES DE CURRÍCULO E CONCEPÇÕES EDUCACIONAIS

Complete as lacunas do quadro abaixo:



CURRÍCULO - VISÃO TRADICIONAL

A palavra foi inventada para designar a coleção de disciplinas de um curso. O propositor a usou para Dar a idéia de caminho (inspirado em curros- lugar aonde se corre)

Escola ..

nstituição encarregada da passagem da herança cultural da sociedade, os conhecimentos universaism, que fazem de alguém um HOMEM

CURRÍCULO – Rol das disciplinas ou “matérias” ensinadas em um curso ou ainda, o conteúdo a ser considerado em cada Matéria

Aluno é.


Um adulto em miniatura, que para se completar necessita absorver os conteúdos considerados pelo curso.


Bases teóricas:

Tradição educacional,

Psicologia das faculdades




CURRÍCULO COMO PLANO:


Concepção tecnicista.


Currículo é o plano organizador de toda a estrutura e as atividades da escola



Aluno é

Um organismo capaz de dar respostas à estímulos

Ensino é

O processo de instalação e muidança de comportamento

Bases filosófica: positivismo, teórica comporamentismo







CURRÍCULO COMO PROCESSO


- Concepção Mentalista


CURRÍCULO

Conjunto de experiências fornecidas para apoiar o desenvolvimento cognitivo do aluno

Aluno

Ser ativo que se desenvolve e realiza seu próprio processo de aprendizagem

ENSINO

Processo pelo qual o desenvolvimento cognitivo natural do aluno é apoiado

BASES TEÓRICAS

Estudos sobre o conhecimento humano


- Concepção Humanista


CURRÍCULO

Conjunto de vivências escolhidas com e pelo aluno para seu desenvolvimento integral

ALUNO

Ser ativo que escolhe e realiza seu processo de desenvolvimento no “vir a ser” total

ENSINO

Não existe. Existe apenas o apoio a ser fornecido ao processo de desenvolvimento emocional,social, físico e mental do aluno

BASES TEÓRICAS

Base psicológica fundamentada nas propostas oriundas da trerapia centrada no paciente, defendida por Rogers


- Concepção Sócio interacionista



CURRÍCULO

Conjunto de vivências propostas pelo grupo de pessoas que desejam construir uma aprendizagem

ALUNO

Participante do processo que enriquecerá o conhecimento do grupo com suas experiências e os conhecimentos que elas produziram

ENSINO

Processo de integração e de trocas mútuas desenvolvido socialmente

BASES TEÓRICAS

Vigotsqui

Paulo

freire