Paper: Taking CSCW Seriously: Supporting Articulation Work
Neste artigo é feita uma aproximação de CSCW como um campo de pesquisa o qual acredita-se fornecer uma estrutura conceitual coerente de sustentação de arranjos cooperativos do trabalho em grupo. Mesmo parecendo que não há nenhuma concepção coerente na área de trabalhos cooperativos, o artigo propõe uma conceitualização de CSCW, firmemente baseado em uma estrutura que de atenção às exigências de sustentação do computador ao trabalho cooperativo. Também é discutido as concepções populares sobre o campo. O paper trás a tona um jogo de argumentos a respeito de como compreender o campo de CSCW e as conseqüências de fazer um sério exame dessa concepção.
1. Some BackGround
O termo “trabalho cooperativo Suportador por computador” foi usado primeiramente por dois pesquisadores (Irene Greif e Paul Cashman) em 1984, para descrever um tópico em uma oficina sobre como dar suporte as pessoas dentro de seus trabalhos usando computadores (Greif, 1988a). Mais adiante, a palavra CSCW era traduzida simplesmente como um guarda-chuva de variedade dos povos sobre as diferentes perspectivas disciplinares esperadas pelo sistema de computador (Bannon e outros., 1988). Ao mesmo tempo, justamente por estar sendo constituído ativamente uma variedade de grupos com perspectivas diciplinares completamente diferentes, há alguma dificuldade em concordar com as edições para um campo novo, e como elas devem ser asseguradas.
Muitos campos de CSCW simplesmente referem-se à área pelo termo Groupware. Este termo é usado frequentemente por pessoas que focalizam no projeto de software de suporte ao trabalho em grupo. Mesmo assim, muitas comunidades de pesquisa usam o termo CSCW.
2. O conceito de CSCW
O rótulo CSCW pode ser aplicado simplesmente a qualquer aplicação como: facilitação de encontros cara-a-cara, apresentação multimídia, gerenciamento de projetos, aplicações multi-usuário, software de filtragem de texto, correio eletrônico, conferência por computador, hipertexto, etc.
2.1 A aproximação de CSCW: Suportado por computador
Neste momento, o artigo faz referência
ao “CS”, ou seja, suportar através dos computadores uma
categoria específica de trabalho: trabalho cooperativo. Assim
o “CS” tem um compromisso de focar nas necessidades e nas
exigências reais das pessoas no trabalho cooperativo.
Naturalmente, o caminho dos colaboradores no CSCW acabam sendo
transformado pelas novas tecnologias de comunicação.
CSCW deve conceber como um esforço
para compreender a natureza e exigências do trabalho
cooperativo com o objetivo de projetar tecnologias. O fato é
que diferentes indivíduos, situados em diferentes situações
de trabalho, com responsabilidades diferentes, interagem e são
mutuamente dependentes na conduta de seu trabalho. CSCW é uma
arena de visões que se discordam, perspectivas diferentes e
tempos incompatíveis.
2.2 O escopo de CSCW: Trabalho cooperativo (colaborativo)Passando agora para o segundo par de caracteres de caracteres da sigla CSCW - 'CW' , a primeira coisa que percebemos é a "rampant" confusão. Existem muitas formas de trabalho cooperativo, e distinções entre esses termos como trabalho cooperativo, trabalho colaborativo, trabalho coletivo e trabalho em grupo.. esses termos não estão bem estabelecidos na comunidade CSCW. Alguns autores se contradizem em relação a esses termos.
Dada esta confusão, uma examinação mais cuidadosa do conceito de trabalho cooperativo se torna necessária.
2.2.1. A natureza do trabalho cooperativoTrabalho cooperativo, o termo escolhido por Greif e Cashman para designar a área para ser endereçada por um novo campo, é um termo com um antiga história nas ciências socias, e uma das que é muito apropriadas para o contexto atual de CSCW.
Foi definido por Wakefield e Marx, como "multiplos indivíduos trabalhando juntos de maneira consciente no mesmo processo de produção, ou em diferentes, mas conectados, processos de produção. No núcleo do conceito de trabalho cooperativo, está a noção de independencia no trabalho.
Trabalho é social no sentido de que os meios e os fins, as motivações e as necessidades, as implementações e as competências são socialmente mediadas. No entanto, pessoas se engajam em trabalho cooperativo quando elas são mutualmente dependentes em seus trabalhos, e portanto, são requeridos para cooperar para ter seu trabalho feito.
2.2.2 The rich diversity of cooperative workÉ crucial que o campo CSCW não exclua de maneira alguma formas específicas de trabalho cooperativo do escopo de pesquisa. Ao invés disso, a conceitualização de trabalho cooperativo em CSCW deve permitir a inclusão a rica diversidade de formas de trabalho cooperativo.
Em grande parte da literatura sobre CSCW, trabalho colaborativo é simplesmente trabalho em grupo. Exemplo: Greif diz "CSCW is an dentifiable research field focused on the role of the computer in group work.”. O termo grupo é um pouco vago. (1) Por um lado se refere a quase qualquer tipo de interação social entre indivíduos, por outro, (2) se refere a uma agregação de pessoas relativamente fechada e fixa, compartilhando o mesmo objetivo e engajados em uma comunicação contínua e direta. A noção de objetivo compartilhado é um tanto dúbia.
Tem sido uma suposição na maior parte das pesquisas em CSCW, que trabalho colaborativo para ser suportado por um artefato computacional é um pequeno, estável, homogêneo e harmonioso ensemble de pessoas - um grupo. No entanto, no mundo real, nem sempre é assim.
(3) Mais genericamente, o conceito de trabalho colaborativo sugerido aqui não assume formas específicas de interação como modo ou frequência de comunicação, comradely feelings, igualdade de status, formação de uma identidade distinta de grupos, etc, ou mesmo configurações organizacionais específicas. Nós não queremos restringir o escopo do CSCW para relações de trabalho colaborativo que são definidas e limitadas em termos legais, ou seja, em termos estruturas organizacionais formais.Trabalho colaborativo é constituído por
independencia no trabalho.
Em suma, nós queremos que CSCW se refira ao suporte computacional ao trabalho colaborativo onde quer que ele ocorra.
2.2.3. Articulation workO conceito de trabalho colaborativo discutido na subseção anterior aponta para um conjunto de questões para CSCW que podem ser relacionadas a noção suporte de articulações de atividades distribuídas.
A cooperative work arrangement arises simply because there is no omniscient and omnipotent agent. Specifically, a cooperative work arrangement may emerge in response to different requirements.
O trabalho colaborativo é distribuído no sentido de que os agentes são semi-autonômos em seus trabalhos. No entanto, devido a independencia no trabalho que deu ascenção a organização de trabalho colaborativo em primeiro lugar, a natureza distribuída da organização é mantida em cheque, gerenciada.
Articulation work arises as a integral part of cooperative work as a set of activities required to manage the distributed nature of cooperative work.
Articulation work amounts to the following: First, the meshing of the often numerous tasks, clusters of tasks, and segments of the total arc. Second, the meshing of efforts of various unit-workers (individuals, departments, etc.). Third, the meshing of actors with their various types of work and implicated tasks.
Para habilitar a articulação de atividades distribuídas em uma organização de trabalho colaborativo, os participantes devem acessar os sentidos apropriados da comunicação. No entanto, nas configurações da organização de trabalho colaborativo no mundo real, as diversas formas de interação social são um tanto insuficientes.
A maior parte dos esforços em CSCW tem se direcionado em incorporar estes mecanismos de interação em aplicações CSCW.
2.3 Why CSCW now?
Para muitas pessoas que trabalham no
campo de sistemas de informação, é difícil
de compreender o surgimento recente do interesse em CSCW. Igualmente
nos dias atuais, a natureza cooperativa do trabalho humano foi feita
baseada na área sistema de informação. o projeto
de sistemas de informação. Por exemplo, se podia
certamente discutir que o emergence de CSCW como um campo foi
antecipado por muitos aplicações de transação
comercial para ajustes cooperativos do trabalho, como a área
de sistemas reservados, que podiam ser vistos como aplicações
de CSCW.
3. Supporting articulation workSe tomarmos nosso conceito de CSCW ao pé da letra, um item importante que aparece é como suportar o "articulation work" em que as pessoas devem se engajar para fazer os mecanismos colaborativos desenvidos suportarem os diferentes aspectos de trabalho em ambientes complexos funcionando considerando circunstâncias de localização.
Esta sessão envolve 2 aspectos sobre articulação. Um focando no gerenciamento de workflow e outro na construção e gerenciamento do que nós chamamos de "espaço comum de informação".
3.1. Supporting the management of workflows
De acordo com o tradicional e burocrático conceito de trabalho organizacional, pessoas desenvolvem um número de tarefas de acordo com um conjunto de procedimentos bem especificados que tenham sido desenvolvidos pelo gerenciamento com sentidos de eficiência e efetividade para certos fins.
Devido às demandas dinâmicas e contraditórias inerentes a um sistema social de trabalho pelo ambiente, alocação de tarefa e rearticulação são renegociados mais ou menos continuamente.
Ainda assim, os computadores antigos desenvolvidos para automatizar escritório foram construídos por designers que implicitamente assumiram muito dos conceitos de trabalho de escritório procedimental.
A construção de sistemas computadores onde o trabalho é visto de maneira que se preocupe somente com 'information flow' e se negligencie o 'articulation work' necessário para fazer o 'flow' possível, pode levar a sérios problemas.
Alguns dos sistemas CSCW antigos não parecem que se preocupam com esses aspectos. Por exemplo, considere a ferramenta CSCW de suporte a gerenciamento de projetos XCP.
XCP is an experimental coordinator tool which assists an organization in implementing and maintaining its procedures. Its goal is to reduce the costs of communicating, coordinating and deciding by carrying out formal plans of cooperative activity in partnership with its users. It tracks, prods, and manages the relational complexity as captured in the formal plan, so that human resources are available for more productive tasks.
Pode parecer que XCP assume que o que as pessoas fazem em diversas configurações de trabalho é seguir procedimentos. Mas a dificuldade envolvida em desenvolver e debugar o protocolo formal. A generalização de tal abordagem para uma vasto alcance para situações de escritório parecem irrealista. Parece que eles excluem os aspectos de articulation work.
<Estou Terminando - Eduardo>
3.2.1 The role of interpretation work
Uma base de dados comum não é um espaço comum de informação.
Os objetos em uma base de dados são percebidos e manipulados em níveis
semânticos diferentes. Sua importância está ligada à interpretação humana e ao
significado que cada objeto representa. A distinção entre o portador material
da informação - o objeto - e seu significado é crucial. A representação
material da informação no espaço comum (por exemplo, uma letra, um memorando,
um desenho, um arquivo) existe por algum motivo e pode ser manipulada como um
artefato. A semântica da informação carregada pelo artefato, entretanto, a
aquisição de informação feita através do artefato requer uma atividade de
interpretação por parte do receptor.
Esse texto aborda a questão de como funciona essa base de
dados e o espaço compartilhado de informação na pratica. A primeira situação, não
é muito comum mas existem casos. É o fato de indivíduos que trabalham sozinhos
e, portanto o criador e o receptor das informações são o mesmo individuo. Nesse
caso não há muito problema na hora da recuperação dessas informações. Agora, se
o objeto da informação for acessado por
um outro ator, diferente do que produziu, se o conjunto de objetos da
informação for produzido e alcançado por atores múltiplos? No nível dos objetos
ele mesmo, o a ferramenta de distribuição desses objetos não apresenta muitos
problemas, mas em termos de interpretação das informações, os atores devem
tentar construir conjuntamente um espaço comum da informação que vá além de
seus espaços pessoais individuais da informação. Um bom exemplo disso é um problema
dado por Selvagem (1987: 6): "cada departamento funcional tem seu próprio conjunto
de significados para os termos chaves, tais como a parte, projeto, subconjunto,
a tolerância é compreendida diferentemente em partes diferentes da companhia”.
Shared view: O
conceito de um espaço comum da informação usado aqui, é diferente da “shared
view” abordada em CSCW. O
núcleo da noção de uma “shared view” em que múltiplos atores percebem o mesmo
objeto - texto, desenho, etc. - no mesmo estado e perceba todas as mudanças no
estado do objeto simultaneamente. Todas as mudanças ao objeto efetuado por um
ator serão imediatamente perceptíveis aos outros atores.
Outra questão levantada no texto é que os sistemas computacionais são
realizados ajustes para que se possa dar suporte ao trabalho cooperativo do
mundo real, pois devem suportar a cooperação através da construção de um espaço
comum da informação com tais ajustes. Isto na nossa visão constitui um dos
problemas centrais para o campo de CSCW. Este problema foi reconhecido por
diversos autores.
3.2.2. The distributed nature of cooperative work
Em processos de tomada de decisão, que envolvem
um número grande e indefinido de pessoas, que requerem a integração de domínios
diferentes e continuam por um período de tempo demorado ou indefinido, a
interpretação dos objetos em uma base de dados comum e a construção de um
espaço comum da informação dificultado pelo fato de que os outros criadores e
receptores não estão co-atando. Aqui, uma compreensão compartilhada não pode
ser negociada diretamente, é preciso nesse ponto a existência de um chefe
superior. Neste caso, um responsável pelas decisões aplica uma estratégia
particular em um contexto local a um problema particular. Os originais
resultantes são então, ao menos a alguma extensão, transferida ao “domínio
publico” no sentido que pode ser encontrado, recuperado, usado, confiado,
negligenciado, rejeitado e assim por diante pelos demais em outros contextos
locais, trabalhando em outros problemas com estratégias diferentes. Os objetos
da informação são produzidos e acessados de uma maneira distribuída, pelos
vários responsáveis (semi-autonomos) pelas decisões. O sentido dos vários
objetos da informação, seu interrelacionamento, e sua relevância potencial são
estabelecidos por agentes que compartilharam da compreensão.
São apresentadas nessa seção também algumas práticas
a serem seguidas em situações onde “uniformidade” e “consistência” são exigências.
Dentre essas praticas temos: (1) Identificação
do criador da informação; (3) Identificação do contexto da informação; (3)
Identificação das políticas da informação.