Outro médico praticante daAH:

DA PÁGINA DO IBRAMEC

DR. PAULO VARANDA:

Segundo os estudos científicos:

 

É importante ressaltar que o sangue aplicado no intramuscular não é acrescido de nenhum medicamento ou substância.

 A Auto-hemoterapia é um tratamento descoberto empiricamente em 1.912 por um professor médico da Universidade de Paris.

  Dr. Jêsse Teixeira, em seu trabalho, publicado na revista científica BRASIL-CIRÚRGICO, Órgão oficial da Sociedade Médico-Cirúrgica do Hospital Geral da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro, vol. II, março de 1.940, número 3, páginas 213 – 230. Baseando-se também, em um artigo publicado no “The American Journal of Surgery” (May, 1.936 – pag. 321), intitulado “AUTOHEMOTRANSFUSÃO in Preventing Postoperative Lung Complications” e assinado pelo Dr. MICHAEL W. METTENLEITER (cirurgião, que na época, pós-graduava pelo Hospital de Nova York).

Comprovaram-se diversos efeitos, que a auto-hemoterapia proporciona, restabelecendo assim a saúde.

 

ALGUNS EFEITOS COMPROVADOS DA AUTO-HEMOTERAPIA

 

 Potencialização do Sistema Imunológico: através de inúmeras pesquisas comprovou-se a estimulação e liberação de muitas células de defesa do organismo, dentre as quais, os monócitos (no sangue) que nos tecidos por maturação são chamados de macrófagos, aumentando em seu número mais de quatro vezes (de 5% para mais de 22%). Como a elevação dos monócitos/macrófagos, a elevação do índice bactericida dos humores prova a estimulação dos poderes defensivos do organismo através da estimulação do Sistema Retículo Endotelial que também pode ser chamado de Sistema Monócito-Macrófago.

 Funções do macrófago ativado pela auto-hemoterapia:

- Os macrófagos têm papel importante na remoção de restos de células e de elementos intercelulares alterados que se formam nos processos involutivos fisiológicos, bem como bactérias, vírus, tecido necrosado, células neoplásicas (cancerosas), partículas inertes que penetram no organismo.

- Maior atividade fagocitaria, maior capacidade de matar e digerir partículas estranhas, produção de lisosomas aumentada, e secretam diversas substâncias que participam do processo defensivo atraindo leucócitos e estimulando a atividade de outras células.

- Alguns macrófagos secretam diversas substâncias que têm papel importante nos processos imunitários de defesa. Outros, denominados células dendríticas ou células apresentadoras de antígenos, mostram numerosos prolongamentos que aumentam consideravelmente a superfície celular, onde ficam retidas as moléculas estranhas (antígenos), facilitando a resposta imunitária.

- Quando os macrófagos encontram corpos estranhos de grandes dimensões, os macrófagos fundem-se uns com os outros, constituindo células muito grandes com 100 ou mais núcleos (células gigantes multinucleadas).

- Com isso, observa-se o tratamento de mioma uterino e cisto ovariano.

 Tratamento de doenças AUTO-IMUNE – Desvia a auto-agressão do corpo: através da auto-hemoterapia, o organismo neutraliza os auto-anticorpos que atacam as diversas células e tecidos do corpo humano, tratando assim as doenças Auto-Imunes tais como: artrite reumatóide, lupus eritematoso sistêmico, miastenia gravis, etc.

 Poder desintoxicante e revitalizante: como a auto-hemoterapia aumenta consideravelmente o número de leucócitos nos órgãos abdominais, e conseqüentemente, a um incremento nas funções orgânicas, particularmente do fígado, acelerando a secreção biliar e os processos de desintoxicação.

 Tratamento de Doenças Alérgicas: (página em construção)

 Prevenção das doenças: partindo do princípio de que, todas as doenças são causadas por uma deficiência do sistema imunológico, obtém-se excelentes resultados contra gripes, resfriados, desgaste físico e mental, usando a auto-hemoterapia de forma preventiva.

 

BIBLIOGRAFIA

  - BRASIL-CIRÚRGICO, Órgão oficial da Sociedade Médico-Cirúrgica do Hospital Geral da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro, vol. II, março de 1.940, número 3, páginas 213 – 230.

  - The American Journal of Surgery” (May, 1.936 – pag. 321),

AUTOHEMOTRANSFUSÃO in Preventing Postoperative Lung Complications, Dr. MICHAEL W. METTENLEITER, Nova York).

  - SHAKMAN, S. H. THE AUTOHEMOTHERAPY REFERENCE

MANUAL, the definitive guide to the literature, Institute of

Science, Santa Monica, United States of America, 1998.

 

- Imunoterapia: O impacto médico do século. Ricardo Veronesi. MEDICINA DE HOJE – MARÇO DE 1976.

 

 

ATENÇÃO

 

Devido a Nota técnica n° 1 de 13/04/07 da GGSTO (Gerência Geral de Sangue, Tecidos e outros Órgãos) da ANVISA, alegando “Não existem evidências científicas, trabalhos indexados, que comprovem a eficácia e segurança deste procedimento” a mesma foi informada em 18/04/07 de que existem estudos científicos publicados sobre a Auto-hemoterapia comprovando o seu mecanismo de ação e segurança. A GGSTO respondeu em 20/04/07 da seguinte forma:

Agradecemos suas contribuições que, com certeza, servirão para nossa revisão sobre o tema.

Estaremos analisando atentamente cada uma delas.

Ficamos a disposição,

 Atenciosamente, 

Assessoria da GGSTO

Gerência Geral de Sangue, outros Tecidos e Órgãos”

Fonte:

http://www.ibramec.com.br/index_arquivos/page0004.html

Um depoimento impactante... Extraído do site:


http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=3052


INCRÍVEIS BENEFÍCIOS DA

AUTO-HEMOTERAPIA


Por Genaura Tormin
Um dia de muito trabalho no Tribunal, onde ocupo o cargo de Analista Judiciário!
Aproximava-se o término de prazo para interposição de recursos, por isso muitos advogados se faziam presentes.
Entre eles, uma emergente advogada. Moça simpática, inteligente e bonita. Uma profissional costumeira naquele ambiente. Ao sair deixou-me uma anotação: “Entra no google e pesquisa auto-hemoterapia - trabalho do Dr. Luiz Moura”. Agradeci e guardei a anotação na bolsa.
Hemoterapia, eu sabia que se relacionava a sangue, mas auto-hemoterapia, nunca tinha ouvido falar. Instalou-se em mim uma curiosidade.
Fiz a pesquisa e fiquei encantada com o que li.
Dias depois, a mesma advogada passou-me um DVD com uma entrevista do médico LUIZ MOURA.
Diante da figura humana, sensível e erudita do médico, que discorria sobre o tema com muita propriedade e conhecimento, fiquei convencida do seu efeito benfazejo, não obstante o ceticismo próprio do cargo de Delegado de Polícia que exerci durante alguns anos. Os irrecusáveis exemplos que permearam a entrevista do médico deram-lhe a credibilidade necessária.
Um processo simples, cuja técnica consiste em colher sangue da veia e injetá-lo no músculo, estimulando assim o Sistema Retículo-Endotelial, aumentando a percentagem de macrófagos, os quais são responsáveis pela limpeza de todo o organismo, aumentando a auto defesa para curar muitas doenças crônicas e prevenir outras tantas.
Chega a ser mesmo uma prática inocente e sem custos financeiros, cuja matéria prima é o próprio sangue da pessoa, pensei.

Resolvi experimentar. Mal, não fará.
Não me julgo uma pessoa doente, pois o que tenho é a seqüela de uma mielite transversa que, num dia qualquer da vida, sem aviso prévio, abruptamente meou-me o corpo, tornando-me paraplégica. De brinde, uma cadeira de rodas para deambular e um turbilhão de dificuldades para enfrentar. Uma limitação gritante, uma vez que me vi banida da locomoção e da sensibilidade tátil. Fiquei reduzida a apenas braços e cabeça.
Particularmente, uso sonda vesical para escoar a urina acumulada e o resto comando com a codificação mental, além do exercício da paciência, do improviso e da capacidade para me adaptar.
Assim, sendo uma pessoa adulta, consciente, mulher de um profissional de saúde (dentista), assumi o risco.
Tomei as duas primeiras aplicações da auto-hemoterapia, de 5ml, com o objetivo exclusivo de prevenção, uma vez não cogitar melhoras para a paraplegia, minha companheira inseparável há 25 anos.
Por causa de um grande cisto no ovário (2,30x1,40x2,00cm e volume de 2,90cm3), constatado através de ultra-sonografia, aumentei a dose para 10ml.
Já com vistas a uma intervenção cirúrgica, fiquei estupefata ao fazer outra ultra-sonografia, 4 dias depois do primeiro exame, e constatar que o cisto havia desaparecido.
Vítima há anos de uma trombose, que já recidivou 2 vezes, fiquei com a perna esquerda mais grossa do que a outra, incluindo a nádega, o que me causava um grande problema postural, forçando-me a usar um calço no assento da cadeira, lado direito, para melhorar-me o equilíbrio (medida orientada pelo fisioterapeuta que me assiste há alguns anos).
Qual não foi a surpresa ao notar que não mais precisava do calço e que a perna que sofrera a trombose estava quase igual à outra. Até mesmo para fazer os exercícios, o fisioterapeuta dispensou o calço, usado até então para a obtenção do equilíbrio.
A minha lesão é medular, com ausência de locomoção e sensibilidade a partir do nível T-4 (4ª vértebra torácica), o que significa dizer que estou (ou estava) inerte do peito para baixo.
A medula é basilar para o ser humano. É por meio dela que o cérebro envia as ordens para o funcionamento de todo o organismo. A mielite danifica os nervos e interrompe os fluxos nervosos com perda de sensibilidade. É uma lesão gravíssima. Chama-se Mielite Transversa porque acontece no sentido horizontal. São inúmeras as suas causas. É uma síndrome incapacitante, paralisa tudo o que esteja abaixo dela: pulmão, bexiga, intestino e aparelho sexual, além da locomoção. Se acontecer na porção cervical, a pessoa fica tetraplégica. Pode matar.
Leigamente falando, acho que fui vítima de uma anestesia na região lombar. Talvez tenha sido a Raquidiana ou a Peridural. No meu livro, Pássaro Sem Asas, a partir da 3ª edição, acrescentei um capítulo intitulado ‘Pode ter sido anestesia’, em que conto todos os pormenores a respeito disso.
Estou paraplégica desde os 36 anos de idade. Acredito-me guerreira e a minha bandeira é otimista, razão de todo o meu sucesso como mãe, esposa e profissional. Tenho uma família linda: 4 filhos formados e bem endereçados na vida, além de um marido sempre encantado comigo. Depois de paraplégica ascendi, por concurso, aos cargos de Delegado de Polícia e Analista Judiciário. Luta é minha palavra de comando..
Nesses 25 anos não consegui melhoras no quadro locomotor ou na sensibilidade, a não ser a de cabeça que me endereça sempre ao alto.
Mesmo assim, continuo sendo perseguidora de sonhos, pois a paraplegia é uma experiência natural da vida humana. Não é por isso que vou entregar-me ao desalento. A vida continua
Estou fazendo auto-hemoterapia há 4 meses. Nesse ínterim, muita coisa tem mudado. Descubro-me sempre com alguma novidade: a sensibilidade que era na altura dos mamilos (T-4), hoje se encontra pouco acima do umbigo. Sinto, na região lombar, o abraço do encosto da cadeira. Consigo contrair o abdome, o que não fazia antes, pois o diafragma não obedecia ao meu comando. Para tossir tinha que dobrar o tronco sobre os joelhos para conseguir forças para tal.
Hoje, consigo mexer a 'bunda' voluntariamente, quando estou em decúbito ventral, conseguindo direcioná-la para a esquerda ou direita, cuja velocidade se soma a cada dia. O equilíbrio melhorou muito, e conseqüentemente a qualidade de vida. Se continuar assim, acredito que vou recuperar o controle natural de minhas necessidades fisiológicas.
Trabalho no Tribunal pela manhã. Todos os dias, após tomar o café, consulto o relógio e se há ainda um tempinho, pego o jornal diário, ocasião em que só leio as manchetes e os subtítulos, tendo em vista estar sem os óculos para leitura. Descobri-me conseguindo ler os textos dos artigos! Não é bom?! A que se deve tudo isso? Não há outra resposta a não ser à auto-hemoterapia, única inovação na rotina diária.
Incrível? É! Inclusive para mim. Mas é VERDADE!
Meu fisioterapeuta a princípio muito reticente, teve que aceitar os benefícios da auto-hemoterapia diante das evidências tão significativas.
Os testes comprovam os avanços que, jamais podem ser confundidos com placebos. São reais, físicos, visíveis!
Ninguém melhor para mensurar tais aquisições do que eu, o fisioterapeuta, o meu marido e a minha família.
Não espero andar, mas agradeço muitíssimo as melhoras registradas. Significam muito para mim!

ATUALIZAÇÃO: 19.04.2007
Continuo encantada com a auto-hemoterapia!
Seis meses já se passaram desde a primeira aplicação.
Continuo fazendo regularmente.
Além dos resultados descritos acima, ainda outros vieram somar.
A pressão arterial que, embora controlada com medicamento, era, por
vezes, muito alta, está estabilizada. Outras melhoras diversificadas se registram a cada dia.
A sensibilidade tátil continua em ascensão. Numa constatação tênue, já sinto vontade de evacuar e não mais estou usando fraldas. Vou para o Tribunal sem ela, o que me facilitou muito a vida, principalmente quanto a ida ao banheiro. Diminuiu o tempo e o trabalho de ter que ajustá-la. Realmente, a melhor parte.
Sinto-me disposta, bonita e feliz!
Sou muito agradecida pelo que está acontecendo comigo! E,
por vezes, pergunto-me se mereço.
Afinal são 25 anos de paraplegia em que lutei com unhas dentes para conseguir alguma independência.
Para uma pessoa normal isso talvez não signifique muito, mas para mim significa MUITÍSSIMO.
Significa FELICIDADE!

Genaura Tormin http://recantodasletras.uol.com.br/artigos/387723

fonte: http://recantodasletras.uol.com.br/artigos/387723

A entrevista concedida por Genaura ao Jornal Imprensa, em 02/09/07:

Críticas médicas
O médico teve que dar o braço a torcer e a contragosto afirmar que poderia ter sido a auto-hemoterapia a causadora do desaparecimento do cisto, já que tinha sido a única coisa diferente que ela havia feito nos últimos dias. Mas antes disso ele havia rebatido a técnica. Procedimento que a medicina não faz. Não é aceito pelo Conselho, dissera ele. Tanto ele como os outros médicos amigos com quem ela conversou sobre a auto-hemoterapia, mostraram-se contrários, reticentes. Muitos desconheciam, enquanto outros afirmaram que a técnica não fazia sentido.
Após o desaparecimento do cisto (que não era pequeno), ela não parou mais de fazer as aplicações. Já são seis meses ininterruptos. E as melhoras também surgiram e continuam surgindo. Um outro grande passo e incentivo para a continuidade das aplicações da Auto-hemoterapia foi a confirmação de que o inchaço de sua perna esquerda, acometida há anos por uma trombose, havia praticamente desaparecido. Embora não lhe causasse dores, porque ela não tem sensibilidade, provocava-lhe um grande problema postural, forçando-a a usar um calço grande na cadeira para propiciar equilíbrio, uma vez que a nádega esquerda também continha o inchaço. Não há mais necessidade do calço. Também a pressão arterial, mesmo controlada por remédios, era muito alta. Muitas vezes ela fora trabalhar com a pressão verificada em 18 por 10. Ela se nega a faltar ao trabalho. “Nunca faltei ao meu trabalho.” Hoje a pressão arterial não tem apresentado alterações significativas.
A grande surpresa
O que ela não esperava começou a acontecer. Sua sensibilidade está voltando. Muita coisa tem mudado. Sempre há alguma novidade: a sensibilidade que era na altura dos mamilos (T-4), hoje se encontra pouco acima do umbigo. Sente a região lombar encostada no encosto da cadeira de rodas. Consegue contrair o abdome, o que não fazia antes, pois o diafragma não obedecia ao seu comando. Para tossir tinha que dobrar o tronco sobre os joelhos para conseguir forças para tal.
Hoje, ela consegue mexer a "bunda" voluntariamente, quando está em decúbito ventral, direcionando-a para a esquerda ou direita, cuja velocidade se soma a cada dia. Ela até filmou esse movimento e se sente feliz em mostrá-lo às pessoas do seu círculo social ou a quem queira ver. O equilíbrio melhorou muito, e conseqüentemente a qualidade de vida. Se continuar assim, ela acredita que vai recuperar o controle natural das necessidades fisiológicas.
Em um texto, em fevereiro deste ano, ela falou sobre auto-hemoterapia e causou polêmica. O número de leituras do texto “Incríveis Benefícios da Auto-Hemoterapia” já passa dos dezessete mil. Além dos muitos elogios recebidos, muitos testemunhos benfazejos foram deixados no rodapé do texto. Também houve pessoas que discordaram, duvidando da veracidade das informações contidas no artigoHoje, ao se aproximar da hora do almoço, ela conta que sente uma fome danada. Porém, o que mais lhe agrada é não ter mais que usar fraldas, procedimento que fez durante esses 25 anos, quando, abruptamente ficou paraplégica, vítima de uma Mielite Transversa. Usar fraldas era uma grande dificuldade. Agora, sem ela, a vida ficou mais fácil, principalmente quanto a ida ao banheiro. Diminuiu o tempo e o trabalho de ter que ajustá-la. Essa é a melhor parte, conta ela. A sensibilidade tátil continua em ascensão e ela se sente muito entusiasmada. Diz já sentir algum controle dos esfíncteres, o que significa uma grande conquista.
Todos tiveram que se curvar aos benéficos e significativos efeitos da auto-hemoterapia. Seu fisioterapeuta, sua família, e seus amigos médicos. Há ainda quem diga, para justificar, que pode ser uma melhora natural, devido a decorrência do tempo, o que ela rebate veementemente: _ “Fiquei 25 anos sem nenhuma melhora, nenhuma alteração no quadro locomotor ou na sensibilidade! E olha que lutei com unhas e dentes para conseguir alguma independência física. Tive que me contentar com o otimismo e a vontade ferrenha de continuar vivendo,” conta ela.
fonte: http://recantodasletras.uol.com.br/entrevistas/635532

Quem é a autora deste depoimento?...

GENAURA MARIA DA COSTA TORMIN.. Delegada de Polícia aposentada, após 30 anos de carreira., é atualmente Analísta Judicário, concursada, do TRT-GO.

Escritora: livros: PÁSSARO SEM ASAS , APENAS UMA FLOR e NESGAS DE SAUDADE, de poemas para acalentar a alma, colorir os momentos e desbotados.
Goiânia/GO - Brasil, 61 anos, Escritora Amadora

ALGUNS DEPOIMENTOS EM SEU SITE:

21/06/2007 21h25 - Katia M.S.B.

Eu estou fazendo a auto-hemoterapia a um mês e estou encantada com o resultado, eu tenho LUPOS e devido essa doença tenho tido vários problemas já internei com problemas no coração nos rins na pele um problema na medula que me fez ficar sem andar por 8 meses , e vários outros problemas, há um tempo atráz eu comecei a sentir uma dor na perna esquerda fora do comun e fui ao médico q me passou um raio x e constatou uma necrosa na cabeça do fêmur que ao passar do tempo me fez mancar e eu acho que me fez ficar com uma perna menor que a outra, fora isso a dor que é de matar ,tomei remédios e mais remédios p/ melhorar e nada.Há um mês atráz descobri que eu tenho fibramialgia,é uma dor no corpo todo, uma dor insuportável eu nunca tinha sentido tanta dor. Eu posso até estar enganada mais depois que eu comecei a fazer a auto-hemoterapia as dores no corpo e na minha perna melhoraram muito, eu tomo muitos remédios e um deles é um remédio que me engorda muito e quando eu fico sem ele o meu corpo dói mais q o normal, eu esqueci de tomar outro dia e o meu corpo não doeu , eu estou me sentindo outra pessoa e quero que todas as pessoas saibam dessa minha melhora que eu e toda minha familha pode testemunhar,não deixei de tomar os meus remédios mas de 9 anos que eu tomo eles eu nunca tinha me sentido assim. Eu creio muito em Deus e acho que foi um presente dele essa auto-hemoterapia pois depois de muito orar e pedir a Ele que me desse a melhora, a cura das minhas dores, eu achei.

21/06/2007 17h48 - Alexandre Rebouças

Utilizo as aplicações de autohemoterapia para: - Patologia: HCV - Hetatite C viral Crônica, comprovada em dois exames, pelo HEMOCE- Hemocentro do Estado do Ceará em Fortaleza. - Tratamento: AH - Auto Hemoterapia - Dose: 10cc ou 10ml - Período: 1aplic. de 5 em 5 dias/ no intuito de 10 aplicações - Atualmente: 12ª aplicação - Sintomas da doença e ou conseqüências da mesma: inflamações intestinal (enterite) constantes, desconforto abdominal, cansaço, gripes(v.influenza) com facilidade, inflamações na garganta tmb constantes, dores de cabeça(cefaléias), letargia, dores musculares e articulares, náuseas ou desconforto no hipocôndrio(quadrante superior direito abdominal ) seguido de dor forte e inicio de dilatação no mesmo local . - Aumento constante dos níveis de transaminase (TGO e TGP). Resultado após o inicio do Tratamento com AHT: - Sintomas desapareceram por completo e tenho uma melhora na qualidade de vida. Agradeço a atenção da Sra. Genaura e de todos, com respeito a todos, repito que não vejo o tratamento como sendo um milagre e sim um resultado a estimulação do nosso sistema imunológico (ou SRE) que tem resultados benéficos a nossa saúde. Minhas observações: Não fazer AH em jejum e evitar fazer Nunca deixar de visitar um medico para acompanhar sua patologia. Espero q ajude, Quem desejar conversar sobre hepatite, é de meu interesse tmb: email: alexandrereboucas@msn.com ou site: http://www.alexsistemas.tk

17/06/2007 22h30 - hemoterapia

clique no link e assista o video com Dr.Luiz Moura por completo. http://video.google.com/videoplay?docid=-4554320633785209094&hl=en

20/10/2007 00h01 - eduardo pereira

Tenho 46 anos, sou formado em História pela UESB (Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia. Resolvi fazer a Auto-hemoterapia depois de assistir o dvd do Dr. Luiz Moura. Sou potador de Glaucoma e hipertenso. Já perdi o olho esquerdo e o direito está a caminho. O olho esquerdo tem uma infecção, que os médicos não conseguem minimizar as dores. Quando doe muito uso colirio para inflamação, corticóide. Por isso, resolvi fazer a Auto-hemoterapia. Meus amigos, foi incrível o resultado, a inflamação praticamente acabou e o mais interessante foi a cura de outras doenças que eu possuia, tais como: alergia na face como se fosse asas de borboleta; infecção crônica na bexiga; alergia de pão francês, quando comia esse a barriga doía e eu ficava empazinado; a pressão arterial está controlada com uma baixa dosagem de captopril (5 mg) duas vezes ao dia; tonturas; enxaqueca; fotofobia; astigmatismo e miopia. Ufa! Enfim acabou. quero deixar claro que muitas dessas doenças não as tenho mais, graças a 5 ml de coleta do meu sangue que é retirado da veia e aplicado, em seguida no músculo toda segunda-feira, técnica conhecida, como já sabemos, de Auto-hemoterapia. O custo é baixissimo. A pessoa sofredora e sem recurso que optar por este tipo de tratamento será muito mais feliz. Quero deixar aqui os meus agradecimentos ao Dr. Luiz Moura por esta técnica que tem ajudado milhares de pessoas e que no futuro próximo ajudará milhões de seres sofredores dos mais variados males. Muito obrigado. Muita PAZ.

30/09/2007 22h12 - Sophia Vitória

Realmente deve haver algo extraordinário na Auto-Hemoterapia. Comecei a fazer o processo, por causa do HIV. Não tomo coquetel, apesar da carga viral está em 95.000, e meu médico recomendar a medicação(coquetel). Passei um tempo relutando, pois não quero tomar esse vêneno. Neste período descobrir a Auto-Hemoterapia. Nessa hora a pessoa fica aberto para inumeras possibilidades, as quais não estejam relacionadas as drogas do coquetel. Realizei o procedimento,e incrivelmente, o CD4 que era 284 foi para 360 e o CD8 que era 556 foi para 989. A carga viral, antes 95.000 foi para 32.000. O Doutor ****** não acreditou. Para ele só o medicamento baixa a carga viral. Recomendo a quem, momentaneamente, "possui" uma doença infectocontagiosa ou qualquer outra, porque, se baixa carga viral, imaginem o resto. Ter fé na vida e acreditar que vai se curar é fundamental. Vale a pena tentar!

18/09/2007 13h00 - Margareth

Há 4 meses venho fazendo a hemoterapia, devido a problema com psoríase, estou muito satisfeita com o tratamento, pois antes passei muito medicamento e não estava obtendo resultado. Quando me indicaram a auto hemoterapia fiquei assustada, resisti um pouco, mas acabei experimentando, qual foi minha surpresa com a melhora, a minha mão ficava ferida e com aparência ruim, hoje não tenho mais este problema e não paro mais o tratamento.

Sobre como fazer a AH, para aqueles que se decidirem a praticá-la sem acompanhamento profissional... (recomendamos que contrate um enfermeiro competente, após consulta com médico conhecedor da técnica para fazer a AH)

Aplicação de auto-hemoterapia

Atenção:

Dados Bibliográficos desta pesquisa:

Livro n°1 Área 1: “ Fundamentando o exercício profissional do auxiliar de enfermagem”. págs 267 à 276 – 306/307 - 2ª edição – da série ‘Auxiliar de enfermagem’ Editado e publicado pela: Universidade Federal de Santa Catarina / Departamento de Enfermagem / Departamento de Saúde Pública

SEMPRE LAVE BEM AS MÃOS ANTES E APÓS O PROCEDIMENTO E USE MATERIAL DESCARTÁVEL NOVO.

PUNÇÃO VIA ENDOVENOSA

É a introdução de uma agulha no interior de uma veia para retirar sangue ou aplicação de medicamentos.

Para punções endovenosas normalmente se utiliza as veias superficiais dos membros superiores (braços e mãos), sendo que outras veias também podem ser usadas, como: a jugular externa (pescoço) e veias cefálicas.

Para escolher o local de punção devem-se observar os seguintes aspectos:

  1. Acessibilidade

  2. Mobilidade reduzida

  3. Localização sobre base menos dura

  4. Ausência de nervos importantes no local

  5. Fácil estancamento de sangue

Em geral são utilizadas as veias da fossa antecubital (cotovelo), as do dorso da mão e antebraço e as da perna é pé. Nas lactentes também são utilizadas as veias do couro cabeludo.

Quando as veias se apresentem pouco visíveis, pode-se:

Para realizar a punção endovenosa você precisa do seguinte material:

PROCEDIMENTO PARA PUNCIONAR UMA VEIA.

Sempre tranqüilize a pessoa antes do procedimento, escolha um local adequado, com boa iluminação e ventilação, e confortável para a pessoa, peça para que faça uma respiração profunda e solte o ar calmamente e lentamente, e, enquanto a pessoa solta o ar, introduza a agulha na veia, observando os seguintes passos:

Punção via endovenosa e aplicação intramuscular na AUTOHEMOTERAPIA.

Após retirar o sangue observe se há presença de ar na seringa, se houver, puxe o embolo da seringa para baixo, para que entre mais ar e desapareçam as bolhas de ar, após, empurre o embolo lentamente até o sangue atingir a agulha, o ar deve então ter saído todo da seringa, só após efetue a troca de agulha (opcional) e a aplicação.

Procure um enfermeiro ou técnico de enfermagem para efetuar o procedimento, tenha seu acompanhamento para lhe ensinar a fazer corretamente, com segurança e observando sempre a higiene do local. Algumas pessoas têm o controle emocional que as permite fazer o procedimento sem problemas, enquanto você não tenha segurança em si mesmo não faça isso sozinho.

Procure um local adequado, confortável para o paciente e o aplicador, com boa iluminação e boa ventilação.

APLICAÇÕES VIA INTRAMUSCULAR (IM)

A via intramuscular (IM) é a introdução de medicamentos no tecido muscular.

No caso da auto-hemoterapia, é a introdução do seu próprio sangue, no tecido muscular.

A seguir dicas para efetuar com segurança este procedimento:

Escolha do local para aplicação:

Para escolher o local da aplicação, tenha em consideração as seguintes aspectos:

E ONDE APLICAR, APÓS CONSIDERAR OS ASPECTOS ACIMA?

APESAR DAS CONTROVÉRSIAS, A ORDEM DE PREFERÊNCIA NO LOCAL DE APLICAÇÃO DEVE SER A QUE SEGUE:

Antes de descrever cada um dos locais de aplicação, veremos PONTOS IMPORTANTES a considerar quando da aplicação via IM

ORDEM DE PREFERÊNCIA PARA O LOCAL DE APLICAÇÃO (IM)

É o primeiro local indicado para aplicações de injeção IM em todas as idades, pois o músculo glúteo-médio tem uma espessura grande e não possui nervos importantes.

Apesar disso, não é o local mais comum de aplicação, por isso muitos resistem às vantagens de aplicação neste músculo. Requer segurança na localização do músculo tendo como vantagem provocar menos dor na ministração como quando no processo de reabsorção.

Lembre-se, a agulha deve ser introduzida com angulação ligeiramente inclinada para a crista ilíaca. A pessoa pode estar de pé, em decúbito lateral (deitado de lado com um travesseiro entre as pernas), ou sentado; e o volume máximo a ser injetado é de 10 ml, se for maior, divida em duas aplicações, uma em cada lado.

Para delimitar a área na Região Ventro-Glútea (VG) ou Hochsteter

É o terceiro local indicado, por ordem de prioridade, e um dos mais utilizados em função da extensão da região dorso glúteo.

músculo grande glúteo (quadrante superior externo), contra indicada para menores de 2 anos, maiores de 60 e pessoas excessivamente magras;

Os músculos da região dorso glúteo máximo, médio, mínimo, são utilizados nos movimentos dos membros inferiores, como andar, ficar em pé, pular, sentar. Devido a espessura do tecido subcutâneo (camada de gordura) que pode variar de 1 a 9 cm, dificultando o acesso à grande massa muscular e a grande vascularização e inervação desta região, é que sua utilização deve ser restrita e cautelosa. A lesão do nervo-ciático é a conseqüência mais comum, podendo causar dor, neurite (inflamação do nervo) e até deformidades paralíticas.

Por isso você deve estar atento para a delimitação correta do local desta aplicação, sendo que a mais segura é a que utiliza fronteiras anatômicas bem definidas, como espinha ilíaca póstero-superior e grande trocanter, sendo que você deve traçar uma linha que parte da espinha ilíaca póstero-superior e finalizar no grande trocanter do fêmur.

Para delimitar a área na Região Dorso-Glútea (DG) ou nádegas:

Veja a figura para compreender melhor a localização da área de aplicação na Região Dorso-Glútea (DG) ou nádegas:

É o quarto local em ordem de aplicação e uma das mais utilizadas, porém traz várias desvantagens , também pode ocasionar complicações.

Músculo deltóide, é aplicação no braço, contra indicada para menores de 10 anos e adultos com pequeno desenvolvimento muscular, é um músculo pequeno, por isso não se deve injetar mais do que 2 ml, evitando-se também substâncias irritantes. É uma região muito vascularizada, correndo-se o perigo de atingir um vaso causando hematomas (roxo), outra lesão que pode ocorrer com a aplicação inadequada é a lesão do nervo radial, que pode vir a causar paralisia do braço e antebraço.

Para delimitar a área na Região Deltoidiana (D)

Veja a figura para compreender melhor a localização da área de aplicação na Região Deltoidiana (D)

Dúvidas Freqüentes:

QUANTO AO DESCARTE DO MATERIAL:

E se ...

Isso pode ocorrer por diversos fatores, geralmente periféricos, que são os fatores emocionais (medo de agulha, de ver sangue, de seringa, nervosismo...)

Pode desencadear vários sinais e sintomas como: palidez, suor, pele fria, taquicardia, desmaio.

Quem faz a aplicação deve sempre ficar atento e ao verificar que a pessoa está com um destes sintomas, imediatamente lhe preste o seguinte atendimento:

Primeiros socorros na situação de desmaios:

No caso de pré desmaio:

a)Ventile o ambiente e afrouxe as roupas que possam estar apertadas;

b) Coloque a pessoa sentada, afaste as pernas, deixe os braços caídos soltos para a frente;

c) Coloque-se na frente da pessoa e abaixe a cabeça dela entre suas próprias pernas;

d) Pressione a cabeça da pessoa para baixo ao mesmo tempo em que solicita que ela force para cima;

e) Quando a pessoa forçar a cabeça para cima tire a pressão, a faça levantar a cabeça e respirar;

f) Repita se for necessário;

No caso de desmaio:

  1. Ventile o ambiente e afrouxe as roupas;

  2. Deite a pessoa, se estiver de pé.

  3. Observe a coloração do rosto: se estiver vermelho coloque a cabeça em posição mais alta que o corpo; se estiver pálido eleve as pernas, ou seja, coloque travesseiros para que os pés fiquem acima da cabeça, para facilitar o retorno da circulação;

  4. Não tente acordar a pessoa, não jogue água fria, nem tente colocá-la de pé; A tendência, após o proceder acima é a pessoa voltar a si sozinha em alguns minutos.

  5. Acompanhe a pessoa, e verifique a pulsação.

Em qualquer situação peça para que a pessoa respire profundamente e solte o ar soprando lentamente.

Outro procedimento, no caso de pré desmaio e desmaio, é dar pancadinhas com a ponta do dedo entre as narinas e o osso do lábio superior.

SEMPRE LAVE BEM AS MÃOS ANTES E APÓS O PROCEDIMENTO

Atenção:

É possível atestar a veracidade das informações aqui contidas com um médico ou enfermeiro, caso tenha dúvida sobre as técnicas acima transcritas. Entretanto, deve-se dar preferência a um profissional capacitado para proceder ou ensinar a fazer a AH - Auto hemoterapia, caso opte por praticá-la.

(recomendamos que contrate um enfermeiro competente, após consulta com médico conhecedor da técnica para fazer a AH)

Um estudo médico...

UNIVERSIDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE JUIZ DE FORA - FACULDADE DE ENFERMAGEM - UNIPAC


TRATAMENTO DE FERIDAS ATRAVÉS DA AUTOHEMOTERAPIA:

UM ESTUDO DE CASO CLÍNICO


Autora:GEOVANINI, Telma[1]

Co-autor: NORBERTO, M.M.Correa[2]–

[1]– Mestre em Enfermagem, Coord.do Curso de Enfermagem –UNIPAC Juiz de Fora

tgnini@yahoo.com.br

[2]–Médico Cirurgião Geral e Mastologista

mmozart@itelefonica.com.br

Resumo:

Neste estudo, apresentamos através de acompanhamento sistematizado com exames clínicos, registros no prontuário e registros fotográficos das lesões, o caso da cliente ADB, 48 anos, branca, do lar, diagnostico de esclerodermia, portadora de extensas feridas com predominância de tecido necrótico, envolvendo os membros inferiores dos joelhos para baixo e outra ferida com cratera profunda na mama direita . A esclerodermia é uma doença do tecido conjuntivo que afeta a pele, e algumas vezes os órgãos internos. É classificada como doença auto-imune devido ao fato de que o sistema imunológico nestas doenças é ativado para agredir os tecidos do próprio organismo. A paciente em questão apresentava a forma sistêmica (esclerose sistêmica) que afeta os órgãos e sistemas internos do organismo. Submetida à auto hemoterapia com aplicações de 20ml de sangue uma vez por semana durante 4 meses e limpeza das feridas com solução isotônica de cloreto de magnésio a 10%, a cliente apresentou melhora acentuada do quadro clínico, com remissão dos sintomas e granulação de 70% da área afetada nos MMII, enquanto que a ferida da mama cicatrizou totalmente.

Introdução

A terapia funciona complementando a ação da antibioticoterapia que paralisa a reprodução de microorganismos, enquanto o sistema imunológico ativado, vence a infecção. MICHAEL W (1992).

A esclerodermia é uma doença do tecido conjuntivo que afeta a pele, e algumas vezes os órgãos internos. É classificada como doença auto-imune devido ao fato de que o sistema

imunológico nestas doenças é ativado para agredir os tecidos do próprio organismo. A paciente em questão apresentava a forma sistêmica (esclerose sistêmica) que afeta os órgãos e sistemas internos do organismo. CLAMAN HN (1999), Na esclerose sistêmica, o sistema imunológico costuma causar dano a duas áreas principais: os vasos sangüíneos de pequeno calibre e as células produtoras de colágeno localizadas na pele e em todo o organismo. É o componente colágeno da doença o responsável pelo espessamento da pele. De acordo com UMEHARA H et al (1990), até o presente momento, não há cura para a esclerodermia, apenas tratamento e minimização dos sintomas e complicações decorrentes.

Objetivos

Demonstrar a efetividade do uso da autohemoterapia em feridas e lesões da pele.

Contribuir com pesquisa em Práticas Integrativas e Complementares com vistas ao aprimoramento da atenção à saúde no Brasil, avaliando eficiência, eficácia, efetividade e segurança dos cuidados prestados.

Discussão e resultados

ADB, 48 anos, branca, do lar, diagnostico de esclerodermia, portadora de extensas feridas com

predominância de tecido necrótico, envolvendo os membros inferiores dos joelhos para baixo e outra ferida com cratera profunda na mama direita. Iniciou tratamento com a autohemoterapia em agosto de 2006, recebendo durante quatro meses aplicações de 20ml de sangue nas 12 primeiras semanas e10ml da 13 O sangue era colhido de veias periféricas, escolhidas criteriosamente alternando-se semanalmente os locais da punção nos MSD e MSE da cliente. As injeções do sangue colhido foram feitas nos músculos ventroglúteo, glúteos máximo e mínimo direito e esquerdo, também se alternando as regiões de aplicação e aplicando-se 5ml em cada uma de quatro regiões, por via intra muscular profunda, utilizando-se seringa de 20ml e agulha 25 X 7 para a punção e 30X8 para as aplicações. A limpeza das feridas era realizada nas mesmas ocasiões com técnica limpa, constando de irrigação direta das lesões com solução isotônica de cloreto de magnésio a 10%. O uso do cloreto de magnésio para limpeza de feridas é defendido por MOURA (2006), que assegura funcionar melhor que qualquer desinfetante, sendo utilizado em nossa prática corrente. Ele regula o metabolismo de cálcio no organismo impedindo as calcificações, ativa o sistema imunológico e atua nas bursites e osteoporose.

GEOVANINI(2006).

Conclusão

Neste estudo de caso, utilizou-se como tratamento base a autohemoterapia, terapia alternativa que se por um lado foge dos domínios da especulação científica, por outro parece que se afirma cada vez mais com a observação sistematizada dos fatos, algo que vive e manifesta-se com êxito crescente na prática clínica, embora ainda não tenha sido classificada e sistematizada pelo positivismo da ciência médica contemporânea. A autohemoterapia, parece que se enquadra nesse impulso pós moderno. Diante das evidências inequívocas deste estudo, concluímos que a autohemoterapia como fator de incremento da imunidade natural do organismo, mostrou-se eficiente ao ser utilizada como um tratamento coadjuvante em feridas e lesões da pele. Parafraseando KUHNE.L. (2000), podemos dizerque coube a nós, terapeutas holísticos do século XXI, a singela incumbência de expor um pensamentodiferente sem veleidades de crítica nem propósitos pré-concebidos.

Referências Bibliográficas

ABBAS, Abul. Imunologia celular e molecular. 4. ed. Rio de Janeiro; Revinter 2003.

MOURA, Luiz. Auto hemoterapia, multimídia DVD, 2006.

MICHAEL W. Mettenleiter, M.D. Autohemotransfusion in preventing postoperative lung

complications, FACS, 1992.

CLAMAN HN. On scleroderma, mast cells, endothelial cells and fibroblasts. JAMA 1999; 262:

1.206-9.

UMEHARA H, KUMAGAI S, MURAKAMI M et al. Enhanced production of interleukin-1 and

tumo necrosis factor alfa by cultured peripheral blood monocytes from patients with scleroderma.

Arthritis Rheum 1990; 33: 893-7.

GEOVANINI, Telma. Manual de Curativos. São Paulo: Ed. Corpus, 2006.

KUHNE. Louis. Água: A nova ciência de curar..

Fonte:

http://paginas.terra.com.br/saude/Autohemoterapia/TRATAMENTO_DE_FERIDAS_ATRAVES_DA_AUTOHEMOTERAPIA_Prof_Telma_Giovanini.pdf.


ALGO DO QUE SE PODE ACHAR SOBRE A AUTO HEMOTERAPIA NA INTERNET:

No Orkut existem diversos blogs de usuários dando seus depoimentos, a grande maioria satisfeita com a técnica. Toda e qualquer dúvida pode ser dirimida nesses blogs... No Orkut pesquise pelo termo auto hemoterapia e constate.


(ENDEREÇOS – LINKS, DE INTERNET SOBRE A AH)
http://jornaldemocrata.com.br/materias/read.asp?Id=3381&Secao=101

4) Artigos científicos (*) que apóiam a auto-hemoterapia (10 artigos):

Download do arquivo “AUTOHEMOTRANSFUSÃO - Dr. Jesse Teixeira – 1940”, citado na entrevista do Dr. Luiz Moura, publicado na Revista Brasil-Cirúrgico, Brasil, em março de 1940.

 Download do arquivo “Imunoterapia - Dr. Ricardo Veronesi - 1976”, citado na entrevista do Dr. Luiz Moura, publicado na Revista Medicina de Hoje, Brasil, em março de 1976.

 Download do arquivo “AUTOHEMOTRANSFUSÃO COMO PREVENÇÃO DE COMPLICAÇÕES PULMONARES – Dr. Michael Mettenleiter – 1936”

Download do arquivo “Autohemotransfusion in Preventing Postoperative Lung Complications – Dr. Michael Mettenleiter – 1936”, publicado no American Jornal of Surgery, EUA, em maio de 1936.

 Download do arquivo “Autohemoterapia - Alternativa eficaz en la patologia autoimune - Hernández – 2001”, publicado na revista Atención Primaria, Espanha, em setembro de 2001.

 

Download do arquivo “LA AUTOHEMOTERAPIA - Tratamiento muy eficaz del alcoholismo inveterado”, publicado na Revista Médica Hondureña, Honduras, em junho de1932.

 

Download do arquivo Tratamiento de las mastitis puerperales por auto-hemoterapia - Dr. S. Paredes P.” publicado na Revista Médica Hondureña, Honduras, em abril de1936.

 

Download do arquivo “El tratamiento médico del Câncer - Julio López Lomba”, publicado na Revista Médica Hondureña, Honduras, em junho de1933.

 

Ainda não disponíveis para download:

- Bakscht, G., Autohemotherapy in hemorrhagic metropathies uterus. Zentralbl. f. Gynaek. 50:1390-1393, Mal, 22, 19261 ab. JAMA 87:211, July 17, 1926.

- Bierring, Walter L., “Focal Infection: Quarter Century Survey”, JAMA 111, 1623-1627, Oct. 29, 1938.

- Ravaut, M. Paul, “Essai sur l'auto-hemotherapie dans quelques dermatoses. Annales de Dermatologie et Syphilographie”. 4:292-6, May 1913.

 

(*) Um artigo científico é o resultado de um trabalho de pesquisa, publicado numa revista científica da área. O trabalho deverá obedecer a regras de formatação, e sua constituição é padronizada: nome, objetivo, palavras chaves, introdução, desenvolvimento, conclusão e bibliografia (de acordo com a norma ABNT).

 

5) Textos médicos, monografias, manuais e estudos de caso sobre auto-hemoterapia:

Download do arquivo “Infecção Focal – ... o valor da autohemoterapia no tratamento - Prof. Dr. José de Felippe Junior – 2004”, publicado no site da Associação Brasileira de Medicina Complementar, em 2004.

 

5) Textos médicos, monografias, manuais e estudos de caso sobre auto-hemoterapia:

Download do arquivo “Infecção Focal – ... o valor da autohemoterapia no tratamento - Prof. Dr. José de Felippe Junior – 2004”, publicado no site da Associação Brasileira de Medicina Complementar, em 2004.

 

Download do arquivo “PROTOCOLO DE AUTOHEMOTERAPIA – Prof. MSc. Enf. Telma Geovanini – 2006”

 

Download do arquivo “TRATAMENTO DE FERIDAS ATRAVÉS DA AUTOHEMOTERAPIA - Prof. MSc. Enf. Telma Geovanini – 2007”

 

Download do arquivo “MONOGRAFIA: AUTOHEMOTERAPIA - Maria Clara Salomão e Silva – 2006”

 

Download do arquivo “AUTOHEMOTERAPIA - A PICADA MÁGICA ?”, de Stuart Hale Shakman.

 

 

AUTO-HEMOTERAPIA, PROBIÓTICOS E OS IMUNOESTIMULADORES - Dr. João Veiga Filho - Jornal Folha de Pernambuco - 27 abril 2007 - http://docs.google.com/View?docid=dgmpc7nr_8g4fmgm

ou “download” do arquivo “AUTO-HEMOTERAPIA, PROBIÓTICOS E OS IMUNOESTIMULADORES”

 

Auto-hemoterapia – Dr. Gilberto Lopes da Silva Júnior – Diário da Região - 5 maio 2007 – http://www.diarioweb.com.br/artigos/body_artigos.asp?idCategoria=35&idNoticia=92934

ou “download” do arquivo “Auto-hemoterapia”

 

Quando o corpo cura... E é interditado! - Ralph Viana – Jornal do Bem-Estar – maio 2007 - http://www.jornalbemestar.com.br/mat_capa.php

ou “download” do arquivo “Quando o corpo cura... E é interditado!”

 

8) Reportagens sobre auto-hemoterapia na televisão e rádio:

 

Rádio Jornal – 23 abril 2007 – Entrevista com Dr. João Veiga –

http://jc.uol.com.br/radiojornal/audio.php?url=http://www2.uol.com.br/JC/integracao/media/audios/rj_hemoterapia230407.wma

 

Rádio Câmara – 23 maio 2007 – Palavra de Especialista - Dr. Paulo Varanda (Médico e professor de Farmacologia com especialização em Hematologia) -

http://www.camara.gov.br/internet/radiocamara/default.asp?selecao=MAT&Materia=49774

 

Rádio Câmara – 23 maio 2007 – Palavra de Especialista - Dr. Carlos Vital (Presidente do CRM – Pernambuco) –

http://www.camara.gov.br/internet/radiocamara/default.asp?selecao=MAT&Materia=49841

 

Debate na Câmara dos Deputados sobre Auto-Hemoterapia:

14) Notícia sobre a proposta do Deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT) de promover debate na Câmara dos Deputados sobre Auto-Hemoterapia:

Bezerra propõe debate sobre auto-hemoterapia - 29.03.2007”

 


Na revista GALILEU, da editora  O Globo, do mês de maio de 2007, pág. 10/11, há o relato da terapia de Fator de Crescimento Plaquetário.


Ronaldo e Maxi farão tratamento inédito para tratar lesão

Jornal O Dia (RJ) de 8/9/2007
Rio - O atacante Ronaldo, do Milan e o argentino Maxi Biancucchi do Clube de Regatas do Flamengo serão submetidos a um tratamento chamado terapia gênica, neste domingo, ás 15 :30 hs, no Hospital Pasteur, no Méier. Ambos estão com estiramento muscular.
O método, inédito na área de trauma-ortopedia, chama-se Fator de Crescimento Plaquetário para regeneração de tecidos. O médico José Luiz Runco, chefe do Departamento de Ortopedia do Pasteur e ortopedista da Seleção Brasileira de Futebol e do Clube de Regatas Flamengo, esclareceu que a terapia utiliza substâncias produzidas pelo próprio corpo para serem injetadas nas lesões e estimular o crescimento e a cicatrização de tecidos, tais como: cartilagem, ligamentos, tendões ou músculos.
“A utilização da terapia por Fator de Crescimento reduz em até 70% o tempo de recuperação de uma lesão. No caso de um atleta, por exemplo, que precisa retomar suas atividades rapidamente, isso representa um enorme avanço. Além disso, não há necessidade de cirurgia, conseqüentemente, não há riscos de infecção ou transtornos com pós-operatório”, explica Runco.
Como é a terapia por Fator de crescimento plaquetário?
A terapia consiste em “separar” dos componentes sanguíneos do próprio paciente essa substância, o fator de crescimento. E, após tratamento adequado, injetá-la exatamente na área lesionada para estimular o crescimento e a cicatrização de tecidos, tais como: cartilagem, ligamentos, tendões ou músculos.
O tratamento implantado no Hospital Pasteur é realizado da seguinte forma: depois de coletado uma determinada quantidade do sangue periférico do paciente (próximo à lesão), o material é processado em equipamento específico e temperatura adequada para que se obtenha a separação do Fator de Crescimento Plaquetário. Essa substância final é misturada a outros componentes, como cálcio, e injetada - com o auxílio de uma ultra-sonografia de alta freqüência musculo-esquelética, diretamente na área lesionada.
"Temos três etapas fundamentais para poder realizar com sucesso o tratamento: Identificar os tipos de lesões que poderão ser tratadas por esse método; utilizar tecnologia específica para produção da substancia que será injetada, e, ter o alvo identificado com precisão de elite. Por isso, não há chances de rejeição. O produto final é praticamente 100% autólogo, ou seja, uma substancia produzida pelo próprio paciente”, ressalta, Runco.
Ronaldo desembarcou no Aeroporto Tom Jobim nesta sexta e seguiu direto para a análise de Runco. Ele veio a cidade para intensificar o tratamento da lesão que o mantém afastado dos gramados desde maio. Ronaldo também será acompanhado pelo fisioterapeuta Bruno Mazziotti, que acompanhou a consulta com Runco.

Fonte jornal O dia do dia 08/09/07:

http: www.odia.com.br

GLOBOESPORTE.COM

Ronaldo foi examinado por José Luis Runco

- Vamos aplicar uma técnica chamada Fator de Crescimento para acelerar a recuperação. É uma terapia genética. O ideal é que ele fique pelo menos uma semana no Rio – diz Runco, em entrevista ao jornal "O Globo".

Ronaldo veio ao Brasil para ouvir a opinião de Runco sobre sua lesão, pois não confiou no diagnóstico da equipe médica do Milan.

Fonte http://globoesporte.globo.com/ESP/Noticia/Futebol/Campeonatos/0,,MUL100704-1306,00.html

JORNAL A NOTÍCIA

Tratamento de Ronaldo sob investigação

Rio de Janeiro

Doping para alguns, moderna e eficiente técnica de regeneração para outros. O fator de crescimento Plaquetário, tratamento ao qual Ronaldo se submeteu no Rio para se recuperar de lesão na coxa direita, gerou polêmica depois que o Comitê Olímpico Nacional Italiano (Coni) anunciou que pretende investigar se o atacante recorreu a método ilícito, o que configuraria doping.

Ronaldo viajou ontem para a Itália, onde será reavaliado pelos médicos do Milan. Deve voltar a jogar em um mês.

O problema é que a técnica é considerada ilegal na Itália, onde a legislação define como doping o uso de qualquer substância que possibilite obter vantagem esportiva.

FONTE:

]http://64.233.169.104/search?q=cache:6x_76n6eOmMJ:www.an.com.br/2007/set/12/0esp.jsp+jogADOR+ronaldo+fator+de+crescimento+plaquet%C3%A1rio&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=3&gl=Br


Jornal Correio da Bahia

12/09/2007 Ronaldo já retornou para a Itália

O problema é que a técnica é considerada ilegal na Itália, onde a legislação define como doping o uso de qualquer substância que possibilite obter vantagem esportiva. Já a Agência Mundial Antidoping (Wada) ainda não divulgou sua posição sobre a técnica. Para alguns especialistas, no entanto, o fator de crescimento plaquetário é tido como método legal. Pesquisadores estudam sua aplicação em diversas áreas médicas, como a ortopedia, a neurocirurgia e a cirurgia plástica. A lesão de Ronaldo foi diagnosticada como sendo de grau 1 pelos médicos do Milan, em julho. Após um mês de tratamento e conflitos com os médicos italianos, o jogador resolveu fazer novos exames na Bélgica e no Brasil e descobriu que a lesão era de grau 2. No Rio, o atacante foi tratado por José Luiz Runco, médico do Flamengo e da Seleção Brasileira, que inicialmente admitiu o uso do método do fator de crescimento. Depois, diante da polêmica, negou, dizendo que Ronaldo apenas consultou-se com ele. (AE)

Fonte:

http://www.correiodabahia.com.br/esportes/noticia_impressao.asp?codigo=136700


http://globoesporte.globo.com/ESP/Noticia/Futebol/Campeonatos/0,,MUL101818-1306,00.html

outros links sobre a AH

http://www.orientacoesmedicas.com.br/Imunoterapia_Dr_Ricardo_Veronesi_1976.pdf

ou

QUANDO O CORPO CURA - AUTO-HEMOTERAPIA" por Ralph Viana.

Ou

Michael W. Mettenletter (Traduzido)

http://docs.google.com/Doc?id=dgmpc7nr_4f2d96z

Autohemotransfusão:

Complicações pulmonares pós-operatório.

Dr Jésse Teixeira

http://docs.google.com/Doc?id=dgmpc7nr_3c8dbbv

Imunoterapia:

O impacto médico do século.

Dr Ricardo Veronesi

http://docs.google.com/Doc?id=dgmpc7nr_1hd6vsz

AUTOHEMOTERAPIA - A PICADA MÁGICA?

Uma Tecnologia Avançada - A Agulha Hipodérmica

Perspectiva, Ação, Escopo, Freqüência

Obs.: Tradução de publicação no INSTITUTE OF SCIENCE - www.instituteofscience.com

http://docs.google.com/Doc?id=dgmpc7nr_6cfwmvb

Termo de Responsabilidade

http://docs.google.com/Doc?id=dgmpc7nr_2c3fd4k

Auto Hemoterapia – Quando o corpo cura e é Interditado”.

Ralph Viana – Jornal Bem Estar / maio 2007

http://docs.google.com/Doc?id=dgmpc7nr_59bcknf

A Polêmica em torno da auto-hemoterapia

Por: Eugênio Marer – C.R.P. 16.625-05

http://docs.google.com/Doc?id=dgmpc7nr_7cwmsrm

AUTO-HEMOTERAPIA, PROBIÓTICOS E OS IMUNOESTIMULADORES.

*João Veiga Filho – Médico

http://docs.google.com/Doc?id=dgmpc7nr_8g4fmgm

Auto Hemoterapia 8 mai APLICAÇÃO DA AUTO-HEMOTERAPIA

Como fazer uma punção endovenosa (PE) e uma aplicação Intra muscular(IM)

http://docs.google.com/Doc?id=dgmpc7nr_11g7rqfn

Auto Hemoterapia Relatos para Dr Luiz Moura

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=7768575&tid=2531505218778773130

http://docs.google.com/Doc?id=dgmpc7nr_16dvxktt

http://paginas.terra.com.br/saude/Autohemoterapia/

Conheça o sistema imunológico, e entenda porque a auto-hemoterapia funciona tão bem....curando ou amenizando sofrimentos onde a cura não é possível

http://www.hsw.com.br/sistema-imunologico.htm

http://ciencia.hsw.uol.com.br/sistema-imunologico10.htm

http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=28795381

Uma outra reportagem...


AUTO HEMOTERAPIA: DO BEM OU DO MAL?

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE MINAS GERAIS

Heliana começou a utilizar o tratamento em si mesma e em seus familiares antes de indicar para seus pacientes. “Não faria uma coisa na qual não confiasse. É um método eficaz e, entre os meus pacientes que o usam, é unânime a satisfação. Duvido que algum deles queira parar o tratamento”, afirmou.

A ginecologista disse ainda que a polêmica criada em torno da auto-hemoterapia é semelhante às ocorridas em relação à fitoterapia e homeopatia, por exemplo.

Essas também eram vistas com maus olhos antes de serem reconhecidas. Acho que é uma questão de tempo para que a Anvisa reavalie a importância da auto-hemoterapia”, disse.

Apesar dos riscos, o primeiro secretário do Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais (CRM-MG), o médico João Batista Soares, disse que a ciência não pode fechar as portas para os métodos alternativos.

O médico José Geraldo Lopes, especialista em acupuntura e homeopatia, disse que parou de prescrever a auto-hemoterapia recentemente, a partir de sua proibição. Ele trabalha na Policlínica Municipal de Ipatinga, no Vale do Aço, e receitava o método há um ano.

Segundo ele, os resultados obtidos foram “ótimos” nesse pequeno tempo. “É uma pena que a gente não possa continuar esse tratamento, que é tão eficiente e barato”, afirmou.

No último dia 9, a bancária Luciana Luna Fabri, 35, paciente de Lopes, foi obrigada a suspender seu tratamento de auto-hemoterapia contra dermatomiosite - doença do sistema conjuntivo, que inflama a pele, músculo e pulmão.

Ao chegar à Policlínica de Itabira, foi informada pela equipe de enfermagem que aquele procedimento havia sido suspensa, por tempo indeterminado, pela Secretaria Municipal de Saúde.

Meu médico foi proibido de receitar esse procedimento e eu fui a mais prejudicada. A auto-hemoterapia aumentava minha resistência física, além de ser um tratamento muito mais acessível para as pessoas”, afirmou.

Desde que interrompeu as aplicações de sangue no músculo, Luciana voltou para o antigo procedimento com cortisona.

Arquiteta diz que manterá tratamento

Mesmo com a proibição do uso da auto-hemoterapia pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a arquiteta belo-horizontina Aline Candian, 30, não deixará de se submeter a essa prática.

Ela sofre de púrpura - doença auto- imune que ocasiona a baixa de plaquetas no sangue - e disse que depois que começou tal tratamento, sua qualidade de vida melhorou muito.

Tentava de tudo e nada melhorava meu estado de saúde. Passei por vários tipos de tratamentos, convencionais, com cortisona e outros medicamentos, e alternativos, como homeopatia e cirurgia espiritual, mas só obtive resultado positivo com a auto-hemoterapia”, contou a arquiteta, que engordou 30 kg com o consumo de cortisona e recuperou o peso normal com a auto-hemoterapia.

Efeitos colaterais
Segundo Aline, além de não manter sua taxa de plaquetas em um nível sadio - entre 150 mil e 450 mil plaquetas no organismo, sendo que a sua estava em cerca de 10 mil - o tratamento alopático com os hematologistas gerava muitos efeitos colaterais.

Ganho de peso, queda de cabelo, erupções na pele do rosto e mau humor excessivo eram os que mais a incomodavam.

Sei que a auto-hemoterapia não é reconhecida pelo Ministério da Saúde, mas confio plenamente na competência do médico que me trata. Não fui irresponsável de me tratar com qualquer pessoa. Escolhi um médico competente, que entende do assunto. Outra coisa da qual tenho certeza é que não sofri desse efeito placebo, que muitos falam. Se fosse o meu psicológico que influenciasse os resultados, outras terapias também teriam me ajudado”, afirmou ela, que, atualmente, tem a ajuda de uma enfermeira para fazer as aplicações de sangue.

FONTE: http://www.crmmg.org.br/Noticias/Saude/news_item.2007-05-07.4430276423


DEBATES JURÍDICOS SOBRE AUTO-HEMOTERAPIA

Criado para debates sobre ASPECTOS JURÍDICOS que envolvam a prática auto-hemoterapia por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, e auxiliares de enfermagem e pessoas 'comuns' que não se enquadram em nenhuma das profissões acima, mas aplicam em seus familiares.

Qual sua natureza juridica; Se é ato exclusivo do médico; Se o atos exclusivos dos médicos ja estão regulamentados em lei ou não; Se há crime praticado por quem aplica a auto hemoterapia; Se há crime de charlatanismo ou curandeirismo para os médicos que a prescrevem; Qual tipo objetivo e subjetivo dos crimes citados acima; Se pode haver erro de tipo por quem aplica; Se há a possibilidade de enquadrar o atuar de quem aplica nas causas de exclusão da antijuridicidade como estado de necessidade ou exercício regular do direito; Não são poucas as vezes que ouvimos médicos presidentes de conselhos regionais e outros mais encherem a boca para dizer que os enfermeiros e auxiliares e técnicos de enfermagem que aplicam a auto hemoterapia praticam exercício ilegal da medicina.

Dizem isto como se entendessem de direito como acham que entendem de medicina. Ledo engano...

Fonte: http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=7768575&tid=2526758176140800204&na=4&nst=11&nid=7768575-2526758176140800204-2527078939330851020


http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=7768575&tid=2527201562814989111


Termo de Responsabilidade (MODELO)



TERMO DE RESPONSABILIDADE n°_______



Eu,___________________________________________________________, de nacionalidade : _________________, estado civil __________________, profissão: ________________________, portador(a) da cédula de identidade n° ________________, inscrito(a) no CPF sob o nº ____________________, residente e domiciliado na____________________________________________________________________bairro: ____________________, na cidade de ________________________ - CEP _____________, por este instrumento, declaro de livre e espontânea vontade, que foi por mim requerida a prestação de serviços de enfermagem consistentes na realização dos procedimentos inerentes à auto-hemoterapia, que se refere à terapia alternativa NÃO MEDICAMENTOSA, tendo ciência que o referido procedimento não substitui qualquer outro tratamento tradicional prescrito, de modo que assumo os riscos com relação aos resultados, isentando a profissional: ______________, inscrita no COREN-___ sob o n° ______, bem como o Clinica _____ – localizado na Rua/ nº / Bairro/ Cidade/Estado, vez que possuo capacidade civil, discernimento, auto determinação e compreensão do procedimento requerido. Desse modo, firmo o presente na data e local conforme segue:


Cidade/Estado, _____, de ___________ de 200?.


________________________________
(Assinatura)

(O documento (termo de responsabilidade) foi criado por advogados, para um enfermeira em SC. Para debates jurídicos sobre a auto-hemoterapia, acesse o seguinte tópico:

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=7768575&tid=2527201562814989111 )

Na Rádio Câmara, www.camara.gov.br, existe o Áudio da entrevista do Dr. Paulo Varanda, concedida à rádio da Câmara, onde este ensina tudo sobre essa técnica e o porquê da sua proibição.

23/05/2007 Entrevista na Rádio Câmara (Palavra de Especialista):
Auto-Hemoterapia - Bloco 01 (19'19'') (a favor) – médico praticante defensor
Auto-Hemoterapia - Bloco 02 (14'27'') (contra)

OUTRO SITE. Tudo sobre a auto hemoterapia e seus usuários:

AUTO HEMOTERAPIA EM EVIDÊNCIA

Em evidência. Depoimentos de usuários, médicos e profissionais de saúde que fazem e/ou recomendam a AH.
Comunidade no :
orkut.
Criada para reunir RELATOS e INFORMAÇÕES sobre o tratamento com AUTO-HEMOTERAPIA.
A finalidade é COMPARTILHAR e ORGANIZAR informações já existentes.
A intenção é MANTER A ORGANIZAÇÃO para facilitar encontrar as informações.
Na comunidade existem tópicos para apresentação, por estado. Ao entrar na comunidade informe sua cidade e se apresente. Este também é o ÚNICO lugar para perguntar ou divulgar a existência de locais de aplicação. Se você não tem como baixar o dvd também é permitido solicitar nestes tópicos
APRESENTAÇÃO POR ESTADO:
Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, São Paulo, Santa Catarina, Sergipe, Tocantins
Em último caso, se você não consegue achar nenhum profissional para fazer aplicação, publique um anúncio nos classificados de jornais em sua cidade, e você encontrará!
.
Veja também vários
depoimentos retirados do inforum.
INTERCÂMBIO
TÓPICOS FIXOS
O que é a Auto-Hemoterapia? Artigos sobre Auto-Hemoterapia (outros)
Ascaridil - cloridrato de levamisol Contra indicações Crianças e a Auto-Hemoterapia
Críticas a Auto-Hemoterapia
Comentários de leitores enviados a imprensa Custo de uma aplicação, quanto você paga? $$$$
Debate Jurídico Divulgação de sites, fóruns e comunidades
Dosagem 5, 10 ou 20 ml? Dr. Luís Moura - como contactar
DVD - onde baixar ou assistir aos vídeos? Efeitos colaterais
Magnésio - administração e perguntas (Cloreto de Mágnesio) Medicina veterinária
Não está funcionando comigo (a auto-hemoterapia) Notícias da Auto-hemoterapia na imprensa ou internet Pesquisa científica (para quem estiver fazendo) Regiões de aplicação no corpo
Saúde imunológica Tampão sanguíneo Perseguição a enfermeiros e médicos
PATOLOGIAS (doenças)
Alcoolismo AIDS, HIV, SIDA Asma Acne AIDS, HIV, SIDA Amigdalite Artrose Bursite Câncer de MamaCoração, problemas cardíacos Depressão DiabetesDoença de Crohn Encefalite Enxaqueca Esclerodermia Esclerose Múltipla Esterilidade – ovário policístico Furúnculo Hérnia de Disco Hepatite C Herpes em geral Hipertensão arterial Hipotireoidismo Glaucoma Leucemia Lupus ( Cida ) Mal de AlzheimerMenstruação, cólicas e controle da TPM ( Mercedes ) Miastenias gravis Mioma
OUTRAS DOENÇAS
Osteoporose Ovário Policístico Reumatismo Rinite Sinusite Paralisia Facial
Pênfigo Pneumonia Poliomielite Psoríase ( magnesio ) Tromboses Úlcera de estômago Varizes Verrugas Vitiligo
Se você deseja postar sobre uma doença que não possui link ou entrada na lista, você pode criar um post [PATOLOGIA]. Siga o modelo das postagens anteriores copiando o cabeçalho padrão no início e escreva sua mensagem. Em seguida notifique um dos moderadores para adicionar o link aqui no site.
DÚVIDAS FREQUENTES

1) Locais de aplicação
Atualmente não existe, ou são raras, as clínicas ou farmácias onde se faça aplicações. Há uma recusa em fazer a aplicação, por parte da imposição proibitiva. As pessoas que costumam fazer as aplicações são na maioria enfermeiros, e se veêm na obrigação de fazer 'escondidos', pois correm o risco de perder a sua carteira profissional, pelo temor subjetivo instaurado, já que a auto-hemoterapia ainda não é reconhecida ou 'permitida'. Na comunidade existe tópicos de apresentação por estado, este é o local mais apropriado para encontrar pessoas praticam a auto-hemoterapia próximo a você.
Clique para ir para os tópicos de apresentação por estado.

2) É preciso prescrição médica?
Não é preciso prescrição médica para fazer auto-hemoterapia, que funciona como uma vacina aumentando sua imunidade. Como não é preciso prescrição médica para tomar o "soro caseiro" que combate a desidratação infantil. Esta é uma decisão individual não gerida por órgãos de classes. Independe de prescrição, mas se você achar conveniente e confia em seu médico, consulte-o, muitos médicos entendem a lógica da terapia e a aconselham, mas estão 'proibidos' de prescrever.

3) Qual a dosagem adequada 5, 10 ou 20 ml?
As dosagens costumam ser de 5ml a cada 7 dias. É engano pensar que 10ml ou 20ml terá mais eficiência, elas só são utilizadas em pacientes que estão sofrendo de alguma perversão do sistema imunológico e está sendo atacado por ele. E nestes casos elas devem ser aplicadas em pontos diferentes para desviar a agressão do ponto que estava sendo atacado para o sangue nos músculos. Após 7 dias seu sistema volta ao que era antes da aplicação, portanto não existe risco de sua imunidade deixar de funcionar, apenas que voltará ao que era antes de iniciar as aplicações.
Acesse a Discussão no Orkut.

4) Onde adquirir o dvd ou assistir ao vídeo?
O dvd pode ser adquirido de três formas:
1. Baixando o
dvd com menu interativo (você precisará de um cliente bittorrent);
2. Você pode solicitar a alguém que já possua uma cópia;
3. Comprar o dvd original
O vídeo também foi disponibilizado em vários sites:
1. Assistir ou baixar
pelo google video
2. Pode ser assistido
pelo eaglestv;
3. Assistido na seção de
vídeos no orkut;

Baixe a TRANSCRIÇÃO aqui:
http://docs.google.com/Doc?id=dct4j2gb_5dd7s64

FONTE: http://autohemo.blogspot.com/
http://www.medicinacomplementar.com.br/tema130206.asp
QUER SABER MAIS?
http://autohemo.blogspot.com/
http://www.medicinacomplementar.com.br/tema130206.asp
COMO ADQUIRIR O DVD
http://autohemo.blogspot.com/#video
GRUPOS DE DISCUSÃO No Orkut
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=7768575
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=7739092
GRUPOS DE DISCUSÃO Geral
http://groups.msn.com/Auto-Hemoterapia
http://br.groups.yahoo.com/group/auto-hemoterapia/
http://inforum.insite.com.br/39550/
PARA ENCONTRAR LINKS COM ARTIGOS MÉDICOS
http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=7768575&tid=2517496182266544951
REPORTAGENS NA MÍDIA
http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=7768575&tid=2517498125739246391




CAMPANHA EM DEFESA DA AUTO HEMOTERAPIAApoio ao Dr Luiz Moura através do envio de depoimentos registrados para o endereço: Rua conde de bonfim numero 377 sala 803,Tijuca Cep: 20520-051 Rio de Janeiro - RJ Endereçado so Dr. Luiz Moura Aos cuidados da Sra. Janilda P.de Oliveira

Ação entre voluntários, solidários e praticantes, dispostos a garantir seus direitos agindo organizadamente, diante da imposição ditatorial e unilateral da proibição .

Está em movimento uma Campanha em Defesa do Sangue. Do seu Sangue. Para prevenção de doenças e promoção da saúde. Pessoas dos quatro cantos deste País assistiram ao vídeo "Auto-hemoterapia - Uma Contribuição para a Saúde", com Dr Luiz Moura. São pessoas, que entendem do Seu Direito de continuar seu tratamento, a Terapia do Sangue,"auto-hemo" . São pesquisadores, médicos, enfermeiros e terapeutas que tiveram ceifadas suas pesquisas e atendimentos, com a proibição da auto-hemoterapia.

Pessoas que entendem que a auto-hemoterapia deve ser pesquisada urgentemente, sim, pesquisar e cadastrar nos Postos de Saúde quem já se beneficia, e quem queira se beneficiar. Tornar prática de tratamento gratuito, oferecido como política governamental de prevenção e tratamento, do mesmo modo que o são as vacinas e o soro caseiro.

Uma vacina com nosso próprio sangue.

Quer ajudar? Tem sugestões? Dúvidas? campanha.autohemoterapia@gmail.com


PROCESSO ÉTICO PROFISSIONAL NO

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO RIO DE JANEIRO

Nota:

Informados recentemente que Dr Luiz Moura sequer foi convidado ou avisado das 'reportagens' que foram ao "ar" - ora disseram não o haver encontrado, ora que não daria entrevista - que, além de fazer uso inapropriado e não autorizado das imagens (com direitos autorais e de propriedade intelectual) onde registra anos da sua experiência clínica e divulgada como "Contribuição para a Saúde", as manipuladas reportagens já conhecidas de todos, omitiram e fizeram mais deformar em lugar de informar.

No processo Ético-Profissional, sobre Auto-Hemoterapia, em janeiro/2006, da qual foi absolvido pela unanimidade de votos dos conselheiros do CREMERJ, foi sugerido não 'divulgar' sobre a Auto-hemoterapia, "na mídia", (o que nem precisa, com tudo que está no vídeo) respeitosamente observado tal pedido, silenciou, observou, e observa em silêncio, sem responder aos 'ataques públicos' dos que o absolveram em processo ético, que ao contrário, não pensaram em ética ao acusá-lo publicamente.

Se observarem atentamente os documentos do processo (links abaixo) há nomes de éticos e nobres conselheiros, que se fizeram conhecer nas reportagens, e assinaram o processo.

Lá consta o nome de quem se mostra ... dependendo de quem está olhando... ou filmando...

Conteúdo do processo no qual o Dr. Luiz Moura foi absolvido por unanimidade:

Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro

Processo Ético Profissional nº 1339/01

Ata da Sessão Plenária do Corpo de Conselheiros

Acordão da Sessão de Julgamento ÉTICO/PROFISSIONAL

DR. LUIZ MOURA absolvido por UNANIMIDADE.

Acordão Processo Ético - Dr. Luiz Moura

A quem está faltando ética???

É revoltante, ver que no conselho de medicina se reflete o mesmo panorama da política deste país. Seja na saúde, na educação, na ética ou na política quem faz este país somos nós, e se cruzamos os braços deixamos que impunidades, não importa qual ou onde, se multipliquem.

FONTE:

http://www.campanhaauto-hemoterapia.blogspot.com/


UM POUCO DA LITERATURA SOBRE MEDICINA...

BOAS LIVRARIAS DISPONIBILIZAM...


Como as indústrias farmacêuticas "enganam" as publicações médicas

Antony Barnett

Gigantes farmacêuticas contratam autores fantasmas para produzir artigos — e colocam nomes de médicos neles

Centenas de artigos em periódicos médicos, que deveriam ter sido escritos por acadêmicos ou médicos, foram escritos por autores — fantasmas contratados por laboratórios farmacêuticos, como revela uma investigação da publicação The Observer.

Esses periódicos, bíblias da profissão, exercem enorme influência sobre quais medicamentos os médicos receitam e o tratamento proporcionado pelos hospitais. Porém, o periódico The Observer obteve provas de que muitos artigos escritos por assim chamados "acadêmicos independentes", podem ter sido escritos por autores a serviço de agências, que recebem grandes somas das indústrias farmacêuticas para fazer propaganda dos seus produtos.
Um artigo publicado em fevereiro último no Journal of Alimentary Pharmacology, especializado em distúrbios do estômago, envolveu um autor trabalhando para o gigante farmacêutico AstraZeneca — um fato que não foi revelado pelo autor. O artigo, escrito por um médico alemão, reconhecia a "contribuição" da Dra. Madeline Frame; porém, não admitia a sua condição de autora sênior da AstraZeneca. O artigo apoiava o uso de um medicamento chamado Omeprazole — de fabricação da AstraZeneca — indicado para úlceras gástricas, apesar de pareceres revelando mais reações adversas do que os medicamentos similares.
Nos Estados Unidos, em um caso levado à justiça contra a indústria farmacêutica Pfizer, apareceram documentos internos dessa empresa mostrando que ela empregava uma agência de autores de assuntos médicos de New York. Um dos documentos analisa artigos sobre o antidepressivo Zoloft. Em alguns dos trabalhos faltava somente uma coisa: o nome de um médico. Na margem, a agência tinha colocado as iniciais TBD. O Dr. Healy acha que significam to be determined (a ser determinado).
O Dr. Richard Smith, editor do British Journal Of Medicine, admitiu que os artigos-fantasmas são um “grande problema”. “Estamos sendo enganados pelas companhias farmacêuticas. Os trabalhos vêm com os nomes de médicos e, freqüentemente, descobrimos que alguns deles não têm a menor idéia a respeito do que escreveram”, disse ele. “Quando descobrimos , rejeitamos o trabalho; mas é muito difícil. De certa forma, nós mesmos causamos o problema ao insistir que qualquer envolvimento com uma empresa farmacêutica seja divulgado. Encontraram caminho para contornar isso e vão trabalhar na clandestinidade”.
_____
Antony Barnett é redator de Assuntos de Interesse Público do periódico The Observer (Grã-Bretanha). Artigo publicado em 7 de dezembro de 2003

Conflito de interesses
Uma análise de 789 artigos dos jornais médicos mais importantes
(The Lancet, New England Journal of Medicine, Journal of the American Medical Association, Annals of Internal Medicine) mostrou que um terço dos autores titulares tinham interesses financeiros
em suas pesquisas, sob a forma de patentes, ações ou
honorários das empresas, por estarem no Conselho Consultivo ou
trabalhando como diretores.

Veja integrityinscience.org <http://integrityinscience.org/>,
onde você encontra todos os cientistas e pesquisadores
comprometidos com as indústrias

FONTE: http://www.taps.org.br/Paginas/medartigo16.html

INDÚSTRIA FARMACÊUTICA

MÁFIA DA FARMÁCIA

Le Monde Diplomatique
Textos publicados no sítio “Le Monde Diplomatique
”.

Retratos de uma “apartheid” médica

Para acelerar a liberação de drogas ultralucrativas, as corporações farmacêuticas recorrem cada vez mais a cobaias humanas dos países pobres. Milhões de pessoas submetem-se, por migalhas, a testes sem supervisão, sem padrões éticos e que muitas vezes as privam de medicamentos essenciais.

Sonia Shah

A indústria multinacional farmacêutica gasta quase 40 bilhões de dólares por ano para desenvolver novos medicamentos. Para isso, mobiliza uma crescente parcela dos cientistas mais experientes do mundo e a mais sofisticada tecnologia médica.

Com tal investimento maciço poderia se esperar um aumento do número de medicamentos de impacto dirigidos para os flagelados da humanidade. No entanto, esse ano, só a malária atingirá 500 milhões de pessoas no mundo, e matará cerca de três milhões. Os remédios mais modernos de que os médicos dispõem para tratá-los são antediluvianos: um medicamento chinês de mil anos, que substitui uma droga desenvolvida há mais de 50 anos[1].

A indústria farmacêutica não desprezou as partes do mundo assoladas por doenças como a malária. Pelo contrário: nunca antes os fabricantes de remédios deram tanta atenção aos pobres do mundo. Os grandes laboratórios estão realizando milhares de ensaios clínicos nos países em desenvolvimento – Bulgária, Zâmbia, Brasil e Índia, por exemplo. Aninhado contra as favelas enegrecidas de fuligem em Mumbai ergue-se o reluzente prédio branco da Novartis onde os pesquisadores franzem as sobrancelhas na busca de novas drogas. Ao redor das que se espalham cercando a Cidade do Cabo, ficam os cintilantes laboratórios de teste da Boehringer Ingelheim. Recentemente, a Pfizer a Glaxosmithline (GSK) e a Astrazeneca instalaram centros globais de testes clínicos na Índia. Ano passado, a GSK realizou mais da metade dos seus testes de drogas novas fora dos mercados ocidentais, escolhendo em particular países de “baixo custo” para os testes “deslocalizados”[2].

As empresas não estão lá para curar os males dos doentes pobres que fazem fila em suas reluzentes clínicas de pesquisa. Os fabricantes de drogas foram aos países em desenvolvimento para fazer experimentos com as multidões de doentes miseráveis. Utilizam-se deles para produzir os remédios destinados às pessoas cada vez mais saudáveis em outros lugares, em particular ocidentais ricos que sofrem os desgastes da idade, como doenças cardíacas, artrite, hipertensão e osteoporose. Essa tendência – desenvolver drogas para os ricos globais testando-as nos pobres globais – além de não ser um investimento de recursos científicos preciosos, ameaça os direitos humanos e a saúde pública global.

Num mercado de bilhões, 100 mil “voluntários” para cada droga

Os Estados Unidos são o maior mercado de remédios do mundo. O estadunidense médio leva para casa dez receitas médicas por ano. Desde 2000, a indústria farmacêutica cresceu 15% por ano, triplicando o lançamento de drogas experimentais entre 1970 e 1990. Isto se deve, em grande parte, a mudanças nos regulamentos dos EUA sobre remédios. Em 1984, a agência estadunidense de medicamentos e alimentação (Food and Drug Administration, FDA) estendeu as patentes dos fabricantes para novas drogas; em 1992, começou a aceitar pagamentos de fabricantes em troca do exame e liberação mais rápida de suas drogas novas e, em 1997, suprimiu as regras que baniam anúncios de televisão para os remédios novos. Essa mudança bastou para trazer uma grande transformação na indústria. Pela primeira vez, permitiu-se aos fabricantes de remédios dirigir as propagandas mais atraentes dos remédios novos diretamente a um grande número de consumidores, sem a mediação cética de um médico.

Há muito dinheiro a ganhar vendendo remédios para estadunidenses: a indústria de medicamentos é uma das mais lucrativas do mundo. O problema é que quanto mais apreciam remédios, menos pessoas estão dispostas a se inscrever nos testes clínicos exigidos para desenvolver os novos. Cada droga nova exige cerca de quatro mil voluntários para os testes clínicos, o que por sua vez significa que 100 mil pessoas têm de ser atraídas para os ensaios iniciais. Por que tantos? Porque não é fácil desenvolver novos remédios para doenças do coração, artrite, hipertensão e outras condições crônicas não-contagiosas.

Apesar do máximo esforço da indústria, a maioria das novas drogas destinadas a tratar dessas doenças tem eficácia apenas marginal. Algumas são similares a uma pílula de placebo. “Você sempre tem que batalhar para encontrar uma diferença” entre os pacientes tratados e não-tratados, diz um pesquisador clínico veterano. ..

Se as pessoas nos países em desenvolvimento estivessem sofrendo apenas de malária e doença do sono, é claro que não interessaria fazer testes nesses lugares. Mesmo que cada doente de malária tivesse um dólar para gastar com remédios – o que não acontece – esse mercado não seria grande o bastante para deslocar pesquisadores da indústria para laboratórios. Um mercado de 200 milhões de dólares, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS)[3], é o mínimo necessário para despertar o interesse da indústria.

Não importa. Atualmente, além de malária e tuberculose, as pessoas dos países em desenvolvimento sofrem das doenças nas quais os fabricantes de drogas dos mercados ocidentais estão mais interessados. De acordo com a OMS, 80% das mortes por doenças crônicas não-contagiosas, como males cardíacos e diabetes, agora ocorrem nos países em desenvolvimento. Há mais diabetes tipo II na Índia do que em qualquer outro lugar do mundo. Em alguns lugares da África, uma em cada cinco pessoas sofre de diabetes e 20 milhões de africanos padecem de hipertensão[4].

África do Sul: “Um país ótimo para a AIDS

Outro executivo de companhia de testes clínicos afirmou: “A África do Sul é um país ótimo [para AIDS]”, por causa do grande número de pacientes infectados pelo HIV ainda não tratados com drogas antivirais. Com freqüência, os fabricantes de drogas ficam frustrados em suas tentativas de provar que as novas drogas funcionam nos corpos impregnados de medicamentos dos ocidentais testados. Há tantas drogas em seus organismos que é cada vez mais difícil observar o efeito do composto experimental. Assim, os pacientes-virgens – pessoas doentes pobres demais para obter tratamento médico – são altamente valorizados nos testes clínicos.

Grandes empresas de testes multiplicam filiais no sul do planeta

As companhias de testes clínicos (também chamadas organizações de contratos de pesquisa, ou CROs) como a Quintiles e a Covance ostentam escritórios e consultórios por toda parte dos países em desenvolvimento. A Quintiles tem clínicas no Chile, México, Brasil, Bulgária, Estônia, Romênia, Croácia, Letônia, África do Sul, Índia, Malásia, Filipinas e Tailândia. A Covance alardeia que pode fazer testes em 25 mil centros médicos, em uma dezena de países. A imprensa comercial da indústria dos testes clínicos exalta-se com entusiásticos artigos como “Sucesso com testes na Polônia” e “Oportunidades de um bilhão de dólares em pesquisa clínica na Índia”. “Descubra a Rússia”, diz uma manchete de uma revista de propaganda, que lembra estranhamente a exuberância de um guia turístico, “para fazer pesquisa clínica”. “Vá esquiar onde existe neve”, recomenda outro anúncio de uma companhia que vende serviços de testes clínicos em países pobres. “E vá fazer testes clínicos onde existem doentes.”

Ser uma cobaia humana pode ser um papel que os ocidentais não querem mais fazer, mas isso não quer dizer que não é um bom negócio para os pobres. Por que não mandar os testes para lá, do mesmo jeito que mandamos as fábricas tóxicas e as sweatshops[6]? É melhor do que nada. “Disseram [que eu] estava levando vantagem!”, queixou-se um pesquisador industrial criticado por fazer testes em países pobres. “Mas sem o teste, aquelas crianças morreriam!” Na incansável análise custo-benefício tão popular nos Estados Unidos, exportar desagradáveis testes clínicos para países pobres faz sentido. “Acho que em geral é bom para as pessoas participar de testes clínicos”, diz o diretor médico da FDA, Robert Temple. “Metade das pessoas recebe medicamentos ativos e melhor tratamento”, diz ele. “A outra metade… [recebe] melhor tratamento.”

Entretanto, oferecer o corpo à Ciência não é o mesmo que dar um dia de trabalho numa fábrica. Mesmo o emprego superexplorado no sweatshop, seja como for, oferece benefícios palpáveis ao indivíduo, ainda que magros: trabalho, um pequeno contracheque. O teste clínico não garante nada. Na escala da comunidade, os pesquisadores podem equilibrar os riscos e benefícios. Mas não há garantia de que um voluntário será mais beneficiado do que prejudicado num experimento (o fato de que existe uma incerteza, naturalmente, é parte da razão pela qual uma experiência é realizada).

Eles têm mais disposição para ser cobaias”

A grande velocidade de recrutamento nestes testes – três mil voluntários para um teste de vacina, em nove dias, ou mil e trezentas crianças para um teste, em 12 dias – sugere, do mesmo modo, que não há desistências ou recusas. Eram muito poucos, se é que havia, os que diziam “não”[9].

Agências de supervisão fecham os olhos para testes em países pobres

Tais medidas poderiam acabar com alguns testes. Mas, como disse o bioético Jonathan Moreno, seria parte do preço que pagamos para reconhecer que há uma diferença entre um rato de laboratório – que não precisa ser consultado se quer participar de um experimento[14] – e um ser humano.

Fonte: <http://diplo.uol.com.br/2007-05,a1564>

A piada do consentimento informado

Como os Estados Unidos relaxaram, em favor da indústria de medicamentos, as normas sobre testes de novas drogas realizados no exterior.

Sonia Shah

Consentimento informado: Direito e dever

Antropólogos médicos encontraram um meio de verificar se o consentimento é informado ou não. Interrogando, por meio de um questionário, 33 participantes tailandeses de um teste de vacina contra a AIDS, descobriram que 30 deles não tinham sido informados corretamente. Do mesmo modo, um estudo sobre um teste de anticoncepcional no Brasil revelou que nenhum dos participantes tinha sido satisfatoriamente informado. E num teste realizado no Haiti, sobre a transmissão do vírus HIV, 80% dos participantes ignorava as finalidades precisas do teste[15].

O consentimento informado é uma piada”, disse um pesquisador da National Bioethics Advisory Commission. “Como uma pessoa que nunca ouviu falar de bactérias ou de vírus pode dar um consentimento informado?”, disse outro. “Essa idéia de consentimento do indivíduo… Isso não existe. As pessoas fazem o que as mandam fazer.”

Desde 2001, a FDA distancia-se da Declaração de Helsinki[16], pois considera as proteções muito restritivas. Em 2001, a FDA opôs-se à integração de novos regulamentos relativos aos testes com placebos. Em 2004, propôs que os regulamentos da Declaração de Helsinki para os testes realizados no exterior fossem abandonados e substituídos por normas técnicas elaboradas por laboratórios farmacêuticos e autoridades reguladoras estadunidenses, européias e japonesas. A tendência geral confirmou-se no verão passado, quando o Instituto de Medicina, um dos principais órgãos reguladores dos Estados Unidos na área científica, recomendou retirar as proibições que impedem a realização de testes clínicos em prisioneiros. Ao mesmo tempo, qualificou os defensores do consentimento informado, que durante décadas se opuseram aos testes clínicos com detentos, de “míopes”[17]

Fonte: <http://diplo.uol.com.br/2007-05,a1565>

As quatro fases de cada teste

Realizados após experiências bioquímicas e em animais, os ensaios com seres humanos envolvem milhares de pessoas e são indispensáveis para autorizar a venda de novos medicamentos.

Um novo medicamento não pode ser liberado para venda antes de passar, com sucesso, por uma série de testes positivos em seres humanos. Eles seguem-se a diversas experiências bioquímicas e em animais, e desdobram-se em diversas fases em seqüência.

Na fase I, verifica-se, num número reduzido de pessoas (entre vinte e oitenta) em boa saúde, se o corpo humano tolera a substância química e a fórmula do medicamento. Cerca de 30% das moléculas testadas são eliminadas nesta etapa.

A fase II verifica a eficácia do medicamento. Ela exige reunir entre cem e trezentos pacientes portadores da condição que se quer tratar. Divididos de maneira aleatória em dois grupos, os pacientes recebem, alguns (o “grupo de controle”), um placebo ou medicamento de eficácia já conhecida; outros, o produto experimental. A experiência é freqüentemente conduzida em “duplo cego”: nem o paciente, nem o pesquisador, sabem quem pertence a qual grupo.

Na fase III, o maior número de pacientes testados

A fase III – só um terço das moléculas chegam até ela – envolve tipicamente centenas ou milhares de pacientes (e um número expressivo de médicos). Pode durar dois anos ou mais. Bastante cara, esta fase permite avaliar precisamente as vantagens e efeitos indesejáveis do medicamento. Ela resulta, em mais de 70% dos casos, em uma autorização de venda.

Diversas empresas promovem estudos de fase IV, também chamados “de pós-marketing”. Eles permitem conquistar mercado mais rapidamente. Também ajudam, principalmente no caso das vacinas, a identificar, em grande escala, a presença de efeitos secundários.

Fonte: <http://diplo.uol.com.br/2007-05,a1586>

http://pfilosofia.125mb.com/04_miscelanea/04_17_lmd/lmd087.htm



Corrupção na medicina moderna

Allan S. Levin

Médicos honestos são pressionados pelos
grandes laboratórios interessados em lucro e não em saúde

O Sr. J. é advogado em São Francisco e a Sra. J. é auditora com um escritório próspero em Santa Clara. Eles têm três filhos, sendo que o mais velho tem seis anos e o mais novo tem onze meses. Como não eram pais inexperientes e histéricos, não ficaram muito preocupados com a diarréia crônica do filho mais novo, até que ela foi além dos seis meses. Procuraram o melhor pediatra das redondezas e ficaram felizes quando conseguiram que o filho fosse examinado pelo professor catedrático da Universidade Stanford, um médico experiente e muito respeitado, com pouco mais de cinqüenta anos e que falava com autoridade. Ele fez o histórico e um exame físico e disse para a Sra. J.: "Olha, querida, Jimmy está muito bem. A diarréia dele é funcional. Incomoda mais a você do que a ele. Ele só precisa de um pouco de Kaomagna; você precisa de alguns comprimidos de Valium". A Sra. J. ficou ressentida com o modo condescendente do professor, porém, mais do que isso, não se sentiu bem com o diagnóstico dele. Por meio de um amigo, ela descobriu um médico dedicado ao estudo de doenças causadas por alimentos, fatores ambientais, além de bactérias e vírus. Esse tipo de médico costuma receitar menos medicamentos e, freqüentemente, promove mudanças alimentares e ambientais no lugar de prescrever medicamentos. Ele disse: "Sra. J., pode ser que seu filho seja alérgico a leite de vaca. Vamos experimentar um simples controle alimentar por algumas semanas e ver o que acontece". Dito e feito: dois dias após a suspenção do leite, as fezes do pequeno Jimmy ficaram normais.
A Sra. J. ficou uma fera. Ela veio a mim e gritou: "
Será que o Dr. da Universidade Stanford não sabe nada a respeito de alergia a leite?" Minha resposta foi: "Só posso imaginar duas razões por que o doutor não levou em consideração a alergia ao leite. Ou ele ignora a copiosa literatura publicada a respeito do assunto ou ele tem um particular interesse na distribuição de grande quantidade de medicamentos".
A saúde se tornou um negócio arquimilionário e os médicos continuam sendo os principais distribuidores dos produtos da indústria farmacêutica. À medida que aumentava o custo de desenvolvimento e comercialização dos medicamentos, os laboratórios intensificaram seus esforços para conquistar os médicos.
Houve um enorme aumento, não apenas dos custos operacionais dos laboratórios, mas também dos lucros. O aumento de lucro atraiu concorrentes, o que provocou um aumento geral da publicidade sobre medicamentos. Anúncios em periódicos médicos e revistas se tornaram atrativos, porque os noticiários vinham cuidadosamente associados a "descobertas médicas".
A indústria alimentícia e a indústria farmacêutica estão intimamente aliadas. Os laboratórios freqüentemente produzem os aditivos usados nos produtos alimentícios. Várias indústrias de alimentos foram compradas pela indústria farmacêutica. Esse conglomerado muitas vezes patrocina pesquisas em universidades de grande prestígio. Um professor de nutrição da Universidade Harvard publicou vários estudos comprovando que os aditivos químicos na comida não causam hiperatividade nas crianças. Ele publicamente endossou o consumo de refrigerantes, doces e aditivos químicos na alimentação infantil, argumentando que as crianças hiperativas não devem ser tratadas com controle alimentar, mas sim com os medicamentos de rotina. A
Nutrition Foundation prestigiou esse cientista, fundando um laboratório, com seu nome, no campus da Universidade Harvard. A terapia de rotina para crianças hiperativas implica no uso de Ritalina, uma droga semelhante às anfetaminas. Ritalina produz dependência, pode provocar comportamento psicótico e atinge altos preços no tráfico das drogas.
A maioria dos médicos concorda que a quimioterapia é ineficaz para a maior parte dos tipos de câncer. Apesar desse fato, médicos honestos são forçados a usar essa modalidade de tratamento por grupos de pressão, que têm interesse nos lucros da indústria farmacêutica. Quando um médico da Califórnia prescreve
5-flourouracil para um paciente com câncer no cólon, ele é recompensado. Isto acontece apesar de muitos artigos em revistas médicas de prestígio terem demonstrado que o medicamento não funciona. O mesmo médico não será recompensado ao tratar o paciente com alta dosagem de vitamina C. De fato, ele corre o risco de perder sua licença médica. Não há nada na literatura médica indicando que o tratamento nutricional de pacientes com câncer é perigoso. Por outro lado, existe vasta literatura sustentando o raciocínio científico que recomenda o uso deste tipo de tratamento.
Situação semelhante existe no campo da alergia. Médicos acadêmicos — com o apoio da indústria alimentícia e da indústria farmacêutica — estão tentando desacreditar os pesquisadores que descobriram que a alergia a alimentos é um grande problema médico. Eles citam diversos estudos não controlados, enquanto ignoram a enorme quantidade de estudos científicos que mostram a disseminação de alergias a alimentos.

Estes são apenas alguns fatos que mostram a corrupção no campo da medicina. O médico de família deixou de ter a liberdade de escolher o tratamento que ele julga ser o melhor. Ele precisa seguir regras estabelecidas por médicos comprometidos, cujas decisões podem não ser do interesse do paciente. Você, contribuinte, eleitor, consumidor, pode ajudar a enfrentar essa corrupção. Você precisa assumir o controle sobre sua saúde. Se você não entende por que seu médico prescreve certo medicamento ou tratamento, faça perguntas. Se o médico fica impaciente ou zangado, procure cuidados médicos em outro lugar. Dê forças para o médico que usa formas não-convencionais de tratamento, sem usar medicamentos. Ele está arriscando o ganha-pão e a liberdade pessoal. Ele procura ajudar a você e não quer se acomodar aos mandamentos da indústria da saúde. Com seu apoio, ele pode se aliar a um número crescente de médicos que repudiam a tirania do complexo industrial da saúde.
_____
Dr. Alan S. Levin é médico catedrático de imunologia e dermatologia na Universidade da Califórnia, São Francisco. Ele é co-autor de dois livros, sendo um deles "A Consumer Guide for the Chemically Sensitive" (Guia do consumidor para as pessoas sensíveis a produtos químicos).

Fonte:

http://www.taps.org.br/Paginas/medartigo14.html


Cuidados de saúde num mundo enfermo

David Werner

Acho que muitos jovens entraram na faculdade com altos ideais humanitários. Realmente querem "servir ao povo", ajudar os necessitados, amenizar o sofrimento humano. Mas, ao longo do caminho, seu idealismo fica soterrado sob a carga de dívidas acumuladas, ambição crescente, orgulho, avareza, seguro contra imperícia, "distanciamento profissional" e longas horas de trabalho rotineiro. Uma vez formados, começaram a pensar que é seu direito ter mais e viver melhor do que a maioria de seus semelhantes. É claro que existem exceções brilhantes.

Vejamos alguns fatos:
Sob constante pressão e ameaças do governo e da indústria dos Estados Unidos, a OMS e a UNICEF resignaram-se a tornar algumas medidas técnicas "tapa-buraco" para proporcionar uma "rede de segurança" aos grupos de maior risco. Pense:

No entanto, o mundo todo continuam a gastar mais de US$ 50 bilhões em armamentos a cada 3 semanas — quantia que poderia fornecer atenção primária para toda a população mundial durante um ano inteiro. E quando as Nações Unidas reúnem-se para discutir o impacto potencial de desarmamento sobre a saúde e o desenvolvimento, são boicotadas pelo governo dos Estados Unidos, com a alegação de que desarmamento e desenvolvimento não têm relação um com o outro.

Há necessidade de um novo enfoque
Já é hora de reavaliar o que significa saúde e rever as estratégias para a melhoria de bem-estar geral. Diversos "especialistas" — de médicos a educadores, economistas e ambientalistas — alegam que um ou outro dos seguintes fatores teria maior impacto sobre os níveis de saúde :

 

1. Assistência médica
Muitas pessoas, principalmente os médicos, acreditavam que a assistência médica seria o fator decisivo para a saúde e que padrões médicos elevados com certeza melhorariam a saúde da população.
Para constatar que isso não é verdade, basta ver os Estados Unidos que, com certeza, têm o sistema de saúde mais caro do mundo. Têm os mais altos padrões de medicina, mas a saúde dos americanos está um último lugar entre os países industrializados.
A assistência médica certa não é o fator decisivo de uma população. Porém, levando em conta que, até certo ponto, o serviço médico tem influência sobre os padrões de saúde, o acesso ao serviço é bem mais importante do que padrões elevados. A preocupação profissional com os "padrões elevados" — quando usada para justificar os custos crescentes ou para combater os serviços comunitários informais e a autocura — pode transformar-se em um obstáculo à saúde.
2. Estilo de vida
Ultimamente, é dada muita importância ao "estilo de vida" como determinante da saúde. É óbvio que o estilo de vida influencia a saúde. Mas responsabilizar o estilo de vida é muito conveniente porque põe a culpa somente no indivíduo
Um bom exemplo é o fumo. Como sabemos, rapidamente está se tornando um grande problema nos países subdesenvolvidos. E quem é o responsável? Os fumantes? As indústrias de cigarro? O governo ou todo sistema social que coloca os lucros acima das pessoas?
Como o número de fumantes está diminuindo nos Estados Unidos, a industria do fumo tem se voltado para o Terceiro Mundo em busca de novo mercado. A propaganda é dirigida para mulheres e adolescentes. Para apoiar sua indústria, o governo americano ameaça com sanções econômicas os países pobres que se recusam a acabar com as barreiras contra a importação de fumo. Como resultado, o número de fumantes aumentou astronomicamente nos países do Terceiro Mundo. Segundo a OMS, isso poderá desencadear um pandemia de câncer. Além disso, estudos em comunidades pobres mostram um aumento de desnutrição e de mortalidade infantil quando o gasto com cigarros entra na renda familiar.
3. Tamanho da população e da família
O rápido aumento da população e as famílias grandes costumam ser citados como motivos da pobreza e da conseqüente falta de saúde, principalmente nos países pobres.
Entretanto, estudos indicam o contrário: famílias numerosas costumam ser o resultado da pobreza, não a causa. Para os pobres, os filhos constituem mão-de-obra barata e sustentarão os pais na velhice. Os programas de controle demográfico têm pouquíssimo impacto nos lugares onde a miséria é extrema. O que realmente permite que as famílias sejam menores é a distribuição mais justa dos recursos, assim como certas garantia sociais e econômicas básicas. Só então os pobres terão menos filhos. Cuba é um excelente exemplo do que estou afirmando. Cuba não forçou o controle da natalidade. Porém, como ofereceu assistência médica, educação, moradia, emprego e garantias para deficientes físicos e idosos, houve queda acentuada da taxa de crescimento populacional.
4. Alfabetização e educação feminina
A alfabetização feminina tem grande impacto na melhoria da saúde. A alfabetização amplia a troca de informação, desde instruções na bula do remédio até a literatura mais recente. Alfabetizar as mulheres é garantir-lhes maior oportunidade de defenderem a si e a seus filhos, em um ambiente onde ambos estão em desvantagens.
5. Fatores econômicos
A pobreza é claramente uma das causas latentes de doença e morte precoce. A mortalidade infantil nos países mais pobres é 10 a 20 vezes superior à dos países ricos. Em cada país, saúde e sobrevivência nas famílias pobres também são piores do que nas famílias ricas — seja nos Estados Unidos ou na Índia.
A distribuição de renda pode ser o fator mais importante para a saúde do que a riqueza (Produto Interno Bruto — PIB) de um país. Por exemplo, na Costa Rica, os indicadores são bem mais elevados do que no Brasil, embora sua renda per capita seja mais baixa. Porém, no Brasil, a distância entre ricos e pobres é muito maior do que na Costa Rica. Além disso, a Costa Rica tem distribuição mais equilibrada de serviços públicos, inclusive assistência médica, educação e moradia.
6. Fatores ambientais
A nova e gigantesca ameaça à saúde e mesmo à sobrevivência da humanidade é provocada pelo impacto devastador do homem sobre o meio ambiente. A devastação do meio ambiente — desmatamentos, desertificação, efeito estufa, destruição da camada de ozônio, rebaixamento dos lençóis de água, depósito de lixo tóxico e nuclear, destruição do solo, chuva ácida, envenenamento de rios, lagos e oceanos e o esgotamento de recursos não renováveis — tem origem no desenvolvimento econômico baseado em explorar, denominar e "crescer" a todo custo.
7. Estruturas de poder da sociedade
A indústria de cigarros é apenas uma das inúmeras que colocam o crescimento econômico acima da saúde da humanidade e do planeta. Vejamos algumas dessas grandes "indústrias assassinas":

Todas são indústrias enormes, poderosas e extremamente lucrativas. O seu custo, em termos de saúde e vidas humanas, é incalculável. A resistência — física, econômica, mental e social —, enfraquecida por essas empresas inescrupulosas, aumenta o impacto de infecção e da desnutrição.

O governo dos Estados Unidos defende os interesses de cada uma dessas indústrias à custo da saúde, da qualidade de vida e, freqüentemente, da sobrevivência de milhões de seres humanos. A saúde é determinada muito mais por fatores políticos e sociais — por quem tem poder — do que pelos serviços de saúde.


http://www.taps.org.br/Paginas/medartigo12.html

O conhecimento aumenta — a saúde diminui

Dizem que o conhecimento médico dobra a
cada dez anos. De acordo com o sistema médico,
sabemos hoje 16 vezes mais sobre o corpo humano —
e sobre como tratar as doenças — do que há 50 anos

Então, por que há tanta gente doente? Por que tantas doenças graves estão se tornando mais comuns? Por que tantos morrem cedo?

Eis as respostas

Esta lista poderia continuar, mas o exposto é suficiente para provar que a nossa saúde está se deteriorando por causa — não apesar — dos progressos da ciência.
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Fonte: Dr. Vernon Coleman's, Health Letter, Vol 4, nº 12, julho 2000

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Evolução da medicina

Robin Cook

Desde 1966, quando me formei em medicina, ouvi falar com tanta freqüência da "crise na medicina" que me lembro da história do jovem pastor mentiroso. Você deve conhecer. Ele tantas vezes gritou
"Lobo!" que, no fim, ninguém mais prestava atenção. No entanto, até agora, as crises eram sempre anunciadas por grupos de interesse específico e, freqüentemente, contraditórias: falta de leitos hospitalares, excesso de leitos; falta de médicos, excesso de médicos. Todos ficavam confusos e indiferentes.

A indústria farmacêutica é o mais antigo ramo de negócios ligados à medicina. Sua influência é muito grande. Entretanto, é bom lembrar que as indústrias farmacêuticas são empresas. Elas não visam o bem do público, por mais que procurem convencer-nos do contrário. Seu objetivo é obter retorno para o capital dos investidores.
O interesse comercial das indústrias farmacêuticas é confirmado pelas somas incríveis (bilhões de dólares por ano) gastas na promoção de seus produtos. Procuram, principalmente, influenciar o médico que, infelizmente, é uma presa bastante fácil. São poucos os médicos que nunca aceitaram um presente ou favor de alguma indústria farmacêutica. Tenho até hoje a maleta preta que recebi quando cursava o terceiro ano de medicina e também já participei de vários simpósios patrocinados por indústrias farmacêuticas. Hoje em dia elas empregam mais recursos em promoções e publicidade do que em pesquisas! Na verdade, os gastos promocionais são maiores do que o total de recursos gastos no treinamento dos alunos em todas as faculdades de Medicina dos Estados Unidos.


Você está com hipertensão, gastrite, artrite e o colesterol muito alto.
Isso não é nada, é perfeitamente normal nos dias de hoje ! !

Não seria justo insinuar que a indústria farmacêutica não contribuiu para o bem-estar da sociedade. No entanto, essa não-contribuição é apenas um subproduto e não o verdadeiro objetivo. Existem também casos em que o bem-estar público foi completamente ignorado. Basta mencionar o desastre causado pela Talidomida ou a calamidade do DES (Diethylstilbestrol), para perceber que interesses comerciais podem ter conseqüências lamentáveis.
As indústrias farmacêuticas têm comercializado produtos sabendo que poderiam ser perigosos ou ineficazes, ou ambos, visando somente o lucro.
A medicina está mudando. O relacionamento médico-paciente, antigamente a coisa mais importante, está cedendo lugar a interesses econômicos e comerciais. O público tem o direito e a obrigação de saber que tipo de sistema de saúde está se desenvolvendo.
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O Dr. Robin Cook é autor de diversos livros como: "Vírus", "Coma", "Cérebro", "Febre", "Servidão mental", "Medo mortal", e "Médico — o Semideus".

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Jogando com a saúde

Horst-Eberhard Richter

O serviço de saúde cultiva e recompensa a corrupção. Ele castiga sistematicamente o bom sensoe a tentativa de economizar.”
Walter Kraemer

O homem quer ter saúde, porém a economia também quer ter saúde. Às vezes, o governo precisa decidir qual a saúde mais importante. Ás vezes, ele dá preferência à saúde da economia. Isso não é divulgado, para poupar aborrecimentos e evitar que a população fique preocupada. Isso está se tornando cada vez mais difícil mas, em caso de dificuldades, a indústria oferece conselho e apoio. Ela encontra pesquisadores para provar que os produtos prejudiciais à saúde são inofensivos, que as doses limites para substâncias nocivas podem ser regulamentadas em níveis elevados, e todos os leigos no assunto se sentem seguros.
Como eles procedem foi observado no exemplo do perigoso amianto. Trata-se de um material fibroso, utilizado em inúmeros tubos e placas. Fibras microscópicas se soltam e permanecem no ar como pó invisível, causando problemas respiratórios e câncer do pulmão. Na Alemanha, o Instituto Federal de Saúde empenhou-se a examinar o limite máximo de fibras de amianto por metro cúbico de ar que poderia ainda ser considerado inofensivo à saúde. Primeiro, os cientistas acharam que o limite de 100 fibras não deveria ser ultrapassado. Repentinamente, porém, mudaram de opinião e informaram que o limite seria de 1000 fibras. Isso levantou suspeitas. De repente, o amianto era menos perigoso? Ou os cientistas tinham algum motivo pessoal para julgar as fibras com maior bondade?
Assim, a sociedade pertence necessariamente aos mais fortes. Não às pobres repartições públicas ou às universidades federais, que atualmente nem têm a verba necessária para um ensino adequado — e muito menos para pesquisas importantes. Se a indústria não financiasse generosamente cientistas, pessoal técnico, laboratórios, equipamento e projetos, milhares de universidades seriam fechadas.
Sabe-se, há muito tempo, que a indústria dirige quase todas as carreiras acadêmicas na medicina. O pesquisador jovem e ambicioso da área médica, que sabe orientar seu trabalho segundo os interesses dos benfeitores da indústria, tem sucesso garantido. Ele consegue verbas especiais para pesquisa, pode visitar famosas instituições estrangeiras, é convidado com a esposa ou amiga para cursos de aperfeiçoamento nas mais belas estações de esqui ou de águas. As empresas o deixam trabalhar com o equipamento mais caro, financiam pessoal técnico auxiliar, permitem que teste os medicamentos mais recentes, auxiliam na publicação de seus trabalhos. Após algum tempo, é apresentado — com os resultados benéficos de suas pesquisas — em cursos de especialização profissional e congressos e sobe, sem demora, em sua carreira.
Um desses pesquisadores viaja de um lugar para outro, como descobridor de um tipo de margarina que protege o coração de maneira fantástica (até que, após 10 anos, fica provado que ela não protege nada). Outro faz propaganda do milésimo produto psicotrópico que garante definitivamente a harmonização da alma. Um terceiro circula como hábil pesquisador de uma engenhoca que mediu, em 500 pessoas, alguma coisa possível de ser medida da mesma forma com 20 aparelhos já conhecidos. Como quase todas as carreiras seguem o mesmo caminho, cada um dos patrocinados encontra, em cada escalão, chefes, peritos e agremiações que não fazem objeção à sua amizade com as indústrias de margarina, dos produtos farmacêuticos e de equipamentos — todos consideram perfeitamente normal, pois fazem o mesmo.
Ao mesmo tempo, eles se esforçam para alimentar cuidadosamente a maravilhosa fé nos medicamentos. De que outra forma a indústria farmacêutica poderia lucrar com milhares de medicamentos, quando a Organização Mundial da Saúde considera que apenas 200 medicamentos são necessários?
Como podemos reclamar que os médicos se sujeitem às leis do mercado, do qual fazem parte? Os médicos debitam ao seguro-saúde, a cada ano, milhões de Euros por serviços que não realizaram. De acordo com a Aertzte Zeitung (Jornal Médico), estima-se que de 15 % a 20 % dos médicos da Previdência estejam cobrando demais ou de forma errada. Se alguém é apanhado, é capaz de confessar: “Mas todos fazem isso”!
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Fonte: “Die hohe Kunst der Korruption” (A arte da corrupção), livro do autor Horst-Eberhard Richter, médico neurologista, psicanalista, psicólogo social, diretor do Centro de Medicina Psicossomática da Universidade de Giessen.

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Novos medicamentos. Novos lucros para velhos produtos

A maioria dos novos medicamentos não passa de medicamentos antigos com alguns enfeitespara justificar o preço mais elevado.
No entanto, essas modificações multiplicam os efeitos adversos, somente detectados quando as novas versões já foram consumidas por milhões de pessoas

Sempre que o seu médico lhe receitar um medicamento, a primeira pergunta que você deve fazer é “há quanto tempo esse medicamento está no mercado?”. Se ele responder “há menos de cinco anos“, você pode estar correndo perigo de morte ao tomar o medicamento.
O crítico de medicina, Dr. Joe Collier, editor do “Drugs and Therapeutics Bulletin” (Boletim de Medicamentos e Terapias), calcula que apenas 60% dos medicamentos oferecem mais benefícios do que danos, logo, quase a metade de todos os medicamentos nos prejudica mais do que ajuda.
Os índices do Ministério da Saúde dos Estados Unidos indicam que os médicos são nove mil vezes mais perigosos para a saúde do que os proprietários de armas.
Isso é comprovado pelas estatísticas. Nos Estados Unidos, 106.000 pessoas morrem por ano devido a medicamentos vendidos com receita médica. No Reino Unido, o número de óbitos por mês causados por medicamentos receitados equivale ao número de vítimas do World Trade Center, em 2001. Isso significa que 40.000 britânicos, anualmente, são mortos por medicamentos.
Entretanto, os óbitos representam apenas uma minúscula parcela do desastre. Somente na Grã-Bretanha, 2,2 milhões de pessoas são hospitalizadas ou gravemente incapacitadas — quase sempre de modo permanente.
Os medicamentos mais antigos, já bastante experimentados e testados, também enviam a sua quota de pacientes para o cemitério. Entretanto, a imensa maioria dos problemas é causada por novos produtos, ainda pouco estudados, que, na realidade, estão sendo testados na população.
Apesar dos riscos, a maioria dos laboratórios farmacêuticos continua a busca pela poção mágica — a próxima pílula milagrosa que irá revolucionar o tratamento de determinada doença.
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Fonte: What Doctors Don't Tell You, Vol 13, n.º4, julho 2002

A FACE LUCRATIVA DOS NOVOS MEDICAMENTOS

A indústria farmacêutica é a única indústria no mundo que vem obtendo um enorme aumento, de 15% a 20%, na receita — ano após ano — durante um ciclo econômico em que o restante da indústria mundial, praticamente, não teve crescimento. A enorme lucratividade global da indústria farmacêutica foi destacada na lista da revista Fortune 500. Enquanto as empresas listadas na Fortune 500 geralmente viram seus lucros despencarem 53% durante o ano de 2001, as indústrias farmacêuticas viram os seus lucros subirem 33%. Coletivamente, as 10 maiores empresas farmacêuticas da lista foram as primeiras colocadas em todas as três medidas de lucratividade da revista. Seu faturamento foi oito vezes superior ao lucro combinado de cada um dos outros setores da lista. Essa tendência continua. O total gasto em medicamentos receitados nos Estados Unidos em 2000 foi de US$132 bilhões. Em 2001, este valor subiu para US$175 bilhões, e continuou subindo.

FONTE

http://www.taps.org.br/Paginas/medmedic03.html


As drogas farmacêuticas
e as mortes que provocam

Sylvie Simon

Existem, nos EUA, inúmeros acidentes provocados por jovens sob a influência de drogas farmacêuticas, legalmente comercializadas e prescritas por médicos.
Ed Harris, de Columbine High, estava sob o efeito de Luvox quando matou 12 colegas e seu professor, em Denver, no Colorado.
Kip Kinkel, de Springfield, no Estado do Oregon, estava diminuindo progressivamente o uso de Prozac quando matou 24 de seus colegas de classe, bem como membros de sua família.
Shawn Cooper, de Notus, no Estado de Idaho, tinha 15 anos e tomava Ritalina quando atirou em seus colegas na escola. Elizabeth Bush tinha 14 anos e tomava Prozac quando atirou nos alunos, seus amigos e feriu um deles em Williamsport, na Pensilvânia.
T. J. Solomon, tomava Ritalina, quando matou 6 colegas em Conyers, na Georgia.
Jason Hoffman tomava Effexor e Celexa, quando feriu 5 colegas de seu colégio, na Califórnia.
Cory Baadsgaard tomava Paxil, quando pegou uma espingarda e fez 23 alunos de reféns, antes de ser desarmado pelo diretor. Ele não guardou nenhuma lembrança desse episódio e passou os quatorze meses seguintes em um centro de detenção para jovens.
Após seis dias de tratamento para depressão com Zoloff, um menino de 13 anos suicidou-se. Entretanto, o tribunal de Kansas achou que não havia provas suficientes para ligar o drama ao Zoloff.
Essa lista não é exaustiva e só reflete uma parte ínfima de situação nos Estados Unidos
Se qualquer um desses acidentes tivesse sido provocado por drogas proibidas, o mundo inteiro teria acusado os traficantes e os revendedores de drogas como a cocaína, o LSD, as anfetaminas e a maconha. Mas, como os medicamentos foram prescritos por médicos ou psiquiatras respeitáveis, fabricados por laboratórios de prestígio, preferimos ignorar essas “poucas mortes acidentais” que procura-se, muitas vezes, manter no anonimato.
É bem mais simples, considerar que esses jovens são os únicos responsáveis por esses atos e que a violência é um flagelo crescente, mas inevitável. E, de qualquer maneira, esses jovens são os únicos a pagar. Os laboratórios e os médicos — que preferem ignorar os efeitos deletérios dos medicamentos que prescrevem — conseguem sempre se safar com honras de guerra e, se são algumas vezes considerados responsáveis, nunca são julgados culpados.
Fonte: Votre Santé n° 63 – dezembro de 2004

FONTE: http://www.taps.org.br/Paginas/medmedic09.html


O que os médicos não lhe contam
A verdade sobre os riscos da medicina moderna

Lynne McTaggart

Thorsons, London, Inglaterra,
2005, 2ª ed, 410 p

Este livro representa 22 anos de pesquisa da medicina moderna. É uma crítica da medicina convencional — 400 páginas com mais de 900 referências — que recebeu aplauso de todos os lados, inclusive de médicos.

Quando procuramos o médico e ele receita um medicamento ou uma terapia, aceitamos seu prognóstico, pensando que aquilo que ele recomenda foi exaustivamente comprovado por pesquisas e estudos. Entretanto, na realidade, a maioria das terapias — redução do colesterol, cirurgia coronariana, o tratamentos de condições crônicas como artrite e asma — foram adotadas e usadas amplamente sem um estudo válido para determinar se são eficazes ou seguros.

A autora, jornalista premiada e editora da famosa revista que tem o mesmo nome do livro, fornece informação precisa sobre aquilo que realmente funciona na medicina moderna e aquilo que pode nos prejudicar.

O livro não apresenta opiniões, comentários ou boatos, mas apresenta fatos objetivos cientificamente comprovados que indicam que:

Capítulo após capítulo analisa os diversos exames diagnósticos, as medidas preventivas, os tratamentos com medicamentos, os procedimentos odontológicos, os métodos cirúrgicos e a alta tecnologia relacionada à concepção. Este livro de referência é essencial para todos aqueles que estão interessados em preservar sua saúde e pode salvar muitas vidas.
Quando se trata de doenças crônicas, a medicina alopática, cada vez mais industrializada, causa mais danos adicionais do que curas verdadeiras.
Mais informações, veja o site www.wddty.co.uk <http://www.wddty.co.uk>

FONTE: http://www.taps.org.br/Paginas/medartigo17.html


TODO O MATERIAL EXPOSTO AQUI É UMA AMOSTRA DO QUÃO POLÊMICA É A MEDICINA NOS NOSSOS TEMPOS... NÃO PRETENDO DESMERECER A MEDICINA, DESACREDITA-LA, MUITO MENOS DESQUALIFICAR OS BENEFÍCIOS QUE ELA NOS PROPORCIONA, MAS MOSTRAR O LADO OCULTO DA ESPECULAÇÃO FINANCEIRA QUE MOVE A INDÚSTRIA DA DOENÇA, EM DETRIMENTO, MUITAS VEZES, DA NOSSA SAÚDE...

TODA A INFORMAÇÃO AQUI DISPONIBILIZADA FOI OBTIDA NA INTERNET, PODENDO E DEVENDO SER COMFIRMADA DE FORMA FÁCIL E GRATUITA, BASTANDO DIGITAR, NUM BUSCADOR TIPO GOOGLE, UMA FRASE DO TEXTO QUE FOR CONFERIR, OU USANDO OS DIVERSOS LINKS DISPONIBILIZADOS, E, AINDA, COM PROFISSIONAIS DE SAÚDE SÉRIOS E INTEIRADOS SOBRE A TÉCNICA.

PORQUE DISTRIBUO ESSE LIVRETO...

Eu descobri essa técnica por intermédio de minha mãe, em janeiro de 2007, antes, portanto da reportagem do Fantástico, em maio, que gerou a proibição da auto hemoterapia.

Após um longo período de stress, devido a problemas particulares, minha mãe passou a sofrer de pressão alta, após quase 30 anos sofrendo de pressão baixa, e de asma grave.

Ao participar de um congresso sobre alimentação natural, adquiriu o dvd com a entrevista do Dr. Moura.

Forneceu-me uma cópia, dizendo que iria num médico para iniciar o tratamento com a AH. Assim o fez.

Por 2 meses, de março a abril, fez a AH em farmácia, com prescrição médica de 5ml por semana por 6 meses, para depois voltar para consulta de revisão. Somente o aplicador da farmácia do turno da manhã tinha outros 50 clientes da AH. Então pensei, se não funcionasse, as pessoas iriam abandonar esse tratamento, denunciariam seus médicos pela a falta de resultados ou reações adversas ao longo de seu tratamento...

Fiquei realmente muito preocupado, pois não conhecia a técnica. Tentei convencê-la de não fazer, que era maluquice, que se funcionasse os médicos em geral usariam, que poderia matá-la, deixá-la com uma séria infecção, enfim, fui extremamente preconceituoso por ter uma opinião unilateral, sem tentar sequer conhecer e estudar a técnica. Como não consegui demovê-la de sua decisão, parti para estudar a auto hemoterapia, para achar subsídios para minha opinião.

Por conta disso, depois de 4 meses de pesquisa na internet, lendo relatos de centenas de usuários, todos satisfeitos com a AH, e sem conseguir achar sequer um caso de complicações advindas da AH, conversando com médicos e enfermeiros e de muito pensar, acabei me convencendo da eficácia. Agora estamos fazendo, eu, para tratar de crises aftas, companheiras de meus estresses corriqueiros, gripes e abscessos nas amídalas constantes. Minha esposa, para tratar de depressão e Síndrome de Pânico, TPM que lhe causava, 10 dias antes da menstruação, muitas dores intensas, baixa imunidade, gerando surtos de doenças oportunistas, dor que a fazia mancar da perna direita, enxaquecas freqüentes. Minha mãe, que já não usa a bombinha e sem qualquer sinal de asma, acho que está inclusive curada e está com a pressão regularizada. Minha sogra, que tomava remédio de reposição hormonal e que tinha reduzido a medicação ao mínimo por recomendação de seu médico, porque seu remédio lhe causou uma complicação hepática como efeito colateral, e que já não toma mais desde o começo da AH. Meu sogro, para minimizar as complicações de seu câncer de próstata e da conseqüente quimioterapia (perdeu a força nas pernas o que o fazia cair freqüentemente e durante seu sono fazia levantar várias vezes por noite) . Parou de cair, vai menos vezes ao banheiro à noite e está muito mais disposto. Enfim, estamos todos satisfeitos e sem os males que nos afligiam.

Por ter certeza de sua eficácia, baseado em fatos, em provas aqui apresentadas e em raciocínio lógico, comparando tratamentos largamente aplicados e que são de pouco conhecimento público, e não em argumentos vazios, em opiniões tendenciosas, marcadamente preconceituosas e mal formadas daqueles que detém o poder e se negam sabe-se lá por quais motivações, a debater de forma inteligente e clara sobre a AH, distribuo esse livreto desde junho de 2007, para que mais pessoas tenham acesso á essa preciosa informação, e caso se convençam como eu, pratiquem.

Prova que eu tive de que a Auto hemoterapia

não faz mal.

Pratico há meses a AH. Convencido pelos depoimentos de outros usuários que conheço pessoalmente, argumentos, experimentos científicos disponíveis na internet e por uma questão de lógica, depois de muito pesquisar sobre a técnica com médicos e na internet. Entretanto, sempre baseado no necessário ceticismo, observo todos os meus sintomas e repasso nos fóruns que participo, para fins de controle e troca de informação. Tudo que leio também.

Mas o destino me reservou uma prova de fogo incontestável. Quis DEUS que meu filho passasse por uma experiência traumática.

Ele foi atropelado dia 11 de julho por um caminhão, que subiu a calçada em que ele estava , causando-lhe ferimentos que, graças a DEUS, não vão deixar seqüelas. Passou 2 dias no hospital Lourenço Jorge no Rio de Janeiro, sem poder ser removido, divido às fraturas lá atestadas – escápula, costela e joelho esquerdos, além de ferimentos diversos.

Ao transferi-lo para um hospital particular, pôde sentar. Nesse momento, houve um inchaço de seu púbis e pênis. O médico de plantão do novo hospital falou que, se necessário, fariam a cirurgia lá mesmo. Admoestei, dizendo que se fosse realmente necessário, teria meu próprio cirurgião de confiança (não tinha mas não custa prevenir. Afastei qualquer oportunidade de ma fé e fiz com que o cirurgião ficasse mais atento, pois seus procedimentos poderiam ser revisados por um colega com quem eu teria algum vínculo ...) Este cirurgião atestou, através de tomografias, ressonâncias e raios-x, que ele teve um sangramento dos músculos da lateral esquerda que se acumularam no púbis juntamente com um “sangramento” de fissura da sua bacia, então diagnosticada. Seu baixo-ventre ficou cheio de sangue por efeito da gravidade e pelo “sangue” do osso da bacia... Ele garantiu que não seria necessário, sequer, fazer punção, pois o ORGANISMO DELE IRIA ABSORVER NATURALMENTE O SANGUE. Assim ocorreu. O sangue foi totalmente absorvido em 6 dias... No 7ª dia teve alta.

O médico só receitou antibióticos, já no 4º dia depois do acidente, para evitar que alguma contaminação, que tenha penetrado na sua corrente sanguínea através de seus muitos ferimentos, chegasse nesse depósito e causasse cultura, ou seja, criasse uma infecção. Se fosse menos sangue, nem antibióticos ele disse que receitaria. Tenho todos os exames e laudos para atestar esses fatos. Apesar de ter passado 2 dias sujo de lama, não teve sequer um arranhão infeccionado... Está plenamente recuperado, fazendo fisioterapia somente para recuperar a musculatura prejudicada pela imobilização (1 mês de cadeira de rodas e sem mover o braço esquerdo.)

Apresentados os fatos, e não conjecturas como nos impigem os órgãos públicos que deveriam levar ao debate e estudo ético e voltado para o bem público, recomendo que estudem, pesquisem, e se, afinal, se convencerem como eu, façam e recomendem a todos a AH.


 

Olivares


A RESPEITO DA DEMORA EM SE OBSERVAR RESULTADOS PRÁTICOS DO TRATAMENTO AUTO HEMOTERAPIA – AH:

Em relatos disponíveis na internet, alguns usuários reclamam da demora em se observar remissão dos seus males, outros reclamam até mesmo de uma aparente piora momentânea, seguida da esperada remissão.

Especialistas explicam nos fóruns esse fenômeno através da...


Lei da Cura ou de Hering

Enquanto uns relatam melhoras com poucas aplicações da AH, ou mesmo na primeira aplicação, alguns relatam tratarem-se com essa técnica por meses sem observar melhora perceptível. Aqui está, segundo médicos consultados, a explicação prática dessa disparidade temporal. (explica também o porquê que certos remédios alopáticos também tem um tempo de efeito variável de pessoa a pessoa e até mesmo não surte efeito em algumas pessoas...)



Texto da Dra. Sandra Regina sobre a Lei de Hering ou

Lei de Cura:

Retorno de sintomas:
O retorno de sintomas este sim é inevitável e um bom sinal de que a cura está de fato se processando. Todas as vezes que temos um sintoma e, ao invés de tratá-lo, o suprimimos, na realidade, vamos colocando a doença mais para dentro.
A lei de Hering de cura fala exatamente disso – que a cura se dá dos órgãos mais importantes para os menos importantes, de dentro para fora e de cima para baixo.
Vamos pensar: imagine que você tem uma coceira na pele e passa uma pomada.
A coceira vai embora. Mas você não procurou saber qual é a causa dela.
Você simplesmente suprimiu o incômodo, o sintoma.
O desequilíbrio da energia continua. E segue mais para dentro. E você começa a ter uma rinite, uma coriza. Então, você pinga um remedinho que faz com que ela desapareça.
E aí você tem uma crise de asma e usa bombinha. E a crise de asma também desaparece, aparecendo então uma taquicardia – o seu coração começa a bater bem mais forte.
Se prestarmos a atenção a doença está indo cada vez mais para dentro. Está indo também cada vez para órgãos mais importantes – da pele foi para a mucosa nasal, daí para o pulmão, daí para o coração – órgãos cada vez mais vitais.
É natural que num tratamento homeopático vários desses sintomas que foram suprimidos voltem a aparecer.
A isso chamamos de retorno de sintomas.
No entanto, esse retorno é bem mais suave de quando a doença se instalou e é também bem mais rápido seu curso.
O Problemão:
Muitas pessoas não sabem e seus médicos esquecem de falar sobre isso e elas interrompem o fluxo da cura com medicações alopáticas.
Outras, mesmo tendo sido alertadas sobre isso, não conseguem segurar o retorno de sintomas ou exonerações.
A questão é que o retorno dos sintomas é também a nível mental e emocional.
Além do que no processo de cura muitas vezes ficamos sensíveis e nos damos conta de coisas que estavam "escondidas" no nosso subconsciente.
Tudo começa a aflorar e não depende de remédio a cura.
Não adianta mudar medicação e sim mudança de consciência, de paradigma, de atitude.
Depois de 21 anos de prática homeopática, percebo que tenho excelentes resultados com pessoas que estão em processo terapêutico, em trabalhos de cinesiologia, com algum tipo de aconselhamento ou acompanhamento terapêutico ...
E um resultado precário (por mistura de outras terapias antagônicas, como antibióticos) e até abandono do tratamento de casos crônicos quando estão sem qualquer acompanhamento.


fonte:  http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=9499664&tid=2494378666771774606

Leis de Hering:

1ª Lei – De Cima para Baixo

Quando se tiver administrado o remédio homeopático correcto e na dinamização certa, a um doente, sofrendo, p.e., de dores, no decurso do processo de cura elas serão sentidas cada vez mais para baixo, no corpo, até desaparecerem totalmente.

2ª Lei – De Dentro para Fora

Quando um órgão interno fica curado por acção de um remédio homeopático correctamente prescrito a sua acção vai notar-se exteriormente, como resultado de eliminação natural do corpo das matérias tóxicas existentes, podendo assim manifestar-se no decurso de um tratamento homeopático erupções cutâneas, aumento da excreção urinária, de fezes, suores, etc.…

3ª Lei – Os Sintomas desaparecem na ordem Inversa ao seu aparecimento

Durante um tratamento homeopático com o remédio correctamente prescrito o primeiro sintoma a desaparecer será o último a manifestar-se no decurso da doença, e assim sucessivamente até à erradicação da totalidade dos sintomas.

fonte:

http://64.233.169.104/search?q=cache:-65S_gc8dAMJ:chokurei.org/terapias/homeopatia.shtml+Lei+de+Hering+Lei+de+Cura&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=9&gl=br

A Lei de Hering diz que toda a recuperação ocorre de dentro para fora, da cabeça para os pés e em ordem inversa do aparecimento dos sintomas. À medida que o cliente está sendo liberado, por meios naturais de uma condição crônica, as membranas mucosas velhas e ressecadas vão aos poucos se umedecendo e inicia-se novamente o movimento catarral levando as toxinas e os refugos que estavam presos nas partes afetadas do corpo prenunciando o início de uma crise de recuperação.
Embora possa parecer que houve uma recaída com o desequilíbrio crônico voltando, há uma diferença, pois que a crise de recuperação ocorre justamente no momento em que o estado geral do cliente está realmente melhorando ...

Fonte:

http://64.233.169.104/search?q=cache:bfgekFOtBcwJ:saudeharmonia.vilabol.uol.com.br/iridologia.htm+Lei+de+Hering&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=7&gl=br&lr=lang_pt


Um pouco de História

Christian Friedrich Samuel Hahnemann (criador da homeopatia), nasceu na Alemanha em 1755. Filho de uma família modesta, apesar das dificuldades financeiras, estudou química e medicina nas universidades de Leipzig, Erlangen e Viena, tendo concluído a sua licenciatura em Medicina em 1779, tornando-se um médico conceituado.

A sua postura perante a medicina da sua época não era a da aceitação total, pois os métodos utilizados, como as purgas, as sangrias, etc., provocavam, no seu ponto de vista, um sofrimento desnecessário nos doentes, pelo que ele decidiu primeiramente seguir o princípio hipocrático: primo nil nocere, ou seja, primeiramente não prejudicar. Assim, Hahnemann abandonou a prática clínica, apesar dos protestos dos seus doentes. Passou então a sustentar a sua numerosa família, não com a prática da medicina, mas com a tradução de livros, essencialmente de medicina, visto ser ele um poliglota, que dominava doze línguas, incluindo, o latim, o grego e o hebraico. Foi no decurso desta sua actividade, quando traduzia o “Tratado de Matéria Médica” do médico escocês, William Cullen, que encontrou uma passagem que se referia à Quina, uma casca de uma árvore peruana, a Cinchona officinalis, de onde se extrai o Quinino, que era usado para tratar a malária. Segundo Cullen, a propriedade que este remédio tinha em curar a malária, devia-se ao seu sabor muito amargo. Como químico, Hahnemann não se deu por satisfeito com esta explicação simples e resolveu começar uma série de experimentações em si mesmo. Hahnemann, estando saudável, começou a ingerir diariamente duas doses de quina, e nestas suas tomas, começaram a surgir-lhe sintomas idênticos aos da malária: calafrios, entorpecimento dos membros, tonturas, etc. Estes sintomas desapareciam logo que deixava de tomar a substância e voltavam a aparecer logo que retomava a doses. Deste modo concluiu que a quina, produzia numa pessoa sã os sintomas da malária e por isso curava esses mesmos sintomas numa pessoa com malária. Hahnemann confirmou as suas descobertas com a Cinchona, ao observar que os trabalhadores das fábricas de quinino sofriam do envenenamento pela Cinchona, que era semelhante à febre intermitente. Começou então a perceber que um remédio pode provocar as condições mórbidas de doença como curá-las, quando testado em voluntários humanos saudáveis.

Comprovava-se assim a Lei dos Similares.

Após esta experiência seguiram-se muitas outras, com arsénico, beladona, mercúrio, digitallis… que foi experimentando em si e nos seus amigos e familiares, anotando e sistematizando as suas observações, cuidadosamente durante seis anos.

Hahnemann deixou várias obras, das quais se destacam:

- Matéria Médica Pura - Organon da Arte de Curar - Doenças Crónicas

Quem foi Constantin Hering;

Muitos foram os seguidores de Hahnemann (criador da homeopatia) que, após sua morte, continuaram sua obra. Contudo, os que mais contribuíram para a evolução dos fundamentos da homeopatia foram Hering e Kent.

Constantin Hering nasceu em 1o de janeiro de 1800, na Saxônia, Alemanha, e ingressou, em 1817, na Academia de Cirurgia de Dresden e, em 1820, na Faculdade de Medicina de Leipzig. Em 1833, foi morar nos Estados Unidos, onde fundou vários institutos homeopáticos, lecionou e escreveu uma grande obra, Matéria Médica, composta por dez volumes, mantendo, durante muitos anos, contatos por correspondência com Hahnemann, os quais, posteriormente, também foram publicados. Hering chegou a assistir às conferências proferidas por Hahnemann na Faculdade de Medicina de Leipzig e foi o criador de uma lei de tratamento que leva seu nome "Lei de Hering" , exposta pela primeira vez pelo próprio Hahnemann em uma das edições de seu livro Doenças Crônicas, em 1845. Morreu em 1880, tendo adquirido grande prestígio no meio médico13.

Fonte: http://64.233.169.104/search?q=cache:T-RgEMLmZbsJ:www.scielo.br/scielo.php%3Fscript%3Dsci_arttext%26pid%3DS0104-42301997000400013+Lei+de+Hering&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=4&gl=br&lr=lang_pt



Princípios da Prática Homeopática

- As Leis da Homeopatia -

1ª Lei da Experimentação em Homem São

Um remédio homeopático só o é quando tiver sido testado num indivíduo saudável. As reações animais são diferentes da resposta humana na maioria das vezes, quando testadas substâncias medicamentosas, pelo que estes testes só poderão ser feitos em humanos saudáveis. Desta forma se avaliam de forma objectiva a reacção celular do homem ao remédio em questão.

2ª Lei do Uso do Remédio Único

Segundo Hahnemann apenas se deve usar um remédio para cada situação patológica, pois apenas um criará uma gama de sintomas iguais num indivíduo saudável. Com o desaparecimento dos sintomas da patologia que se está a tratar então usar-se-á novo remédio a fim de erradicar a doença.

Esta lei foi sofrendo alterações com o tempo, pelos seguidores de Hahnemann. Surgiram então várias escolas:

* O Unicismo

No unicismo o terapeuta prescreve um único medicamento, à maneira de Hahnemann, com base na totalidade dos sintomas do doente (o simillimum).

* O Pluralismo

No Pluralismo, também conhecido por Alternismo, o terapeuta prescreve dois ou mais medicamentos para serem administrados em horas distintas, alternadamente, com a finalidade de um complementar a acção do outro, atingindo, assim, a totalidade dos sintomas do paciente.

* O Complexismo

No Complexismo, o terapeuta prescreve dois ou mais medicamentos para serem administrados simultaneamente ao paciente.

No complexismo industrial existem formulações farmacêuticas pré-elaboradas com associações medicamentosas afins, sendo muitas vezes uma mistura de dois a 5 medicamentos, normalmente em potências baixas (escala decimal) podendo-se classificar os medicamentos por números, colocando-se em cada patologia uma espécie de catálogo numerado de patogenias, ou seja, que englobam um grande número de sintomas relacionados.

* O Organicismo

No Organicismo, o terapeuta prescreve o medicamento visando aos órgãos doentes, considerando as queixas mais imediatas do paciente. Esta conduta, portanto, acha-se bastante próxima da medicina alopata, que fragmenta o ser humano em órgãos e sistemas. Numa visão organicista o terapeuta fixa-se apenas no problema local, não levando em conta os sintomas emocionais e mentais, que possam estar relacionados ao problema.

3ª Lei da Mínima Dose

Quando Hahnemann percebeu que o uso de remédios provocava aos pacientes reacções exageradas ou agravamento dos sintomas, resolveu diluir os remédios de forma a retirar-lhes toda a toxicidade, tornando uma substância perigosa numa substância inofensiva, mas que ainda assim agia sobre o indivíduo curando a doença.

4ª A Lei dos Similares

Similia similibus curantur – O semelhante cura o semelhante.

Esta lei é o fulcro de toda a Teoria Homeopática.

Um remédio só deverá ser escolhido se num indivíduo saudável produzir uma gama de sintomas similares à gama de sintomas patológicos observados no indivíduo doente após administração do remédio.

As reações orgânicas curativas provocadas pelo remédio homeopático produzem-se numa determinada ordem ou direção:

Sempre pesquise, questione se informe, Essa é a melhor forma de se proteger...

Fonte: http://64.233.169.104/search?q=cache:T-RgEMLmZbsJ:www.scielo.br/scielo.php%3Fscript%3Dsci_arttext%26pid%3DS0104-42301997000400013+Lei+de+Hering&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=4&gl=br&lr=lang_pt

ADENDO

Alimentação natural... um dos pilares da saúde.

Um dos principais alimentos: ÁGUA!

Seu corpo é composto de 70% de água. Água parada apodrece. Para repor essa água e proceder a devida limpeza orgânica, devemos consumir água, muita água. 2 ou 3 copos pela manhã, em jejum e outros tantos durante todo o dia. Como saber se está consumindo água na medida certa? Sua urina deverá estar sempre clara e sem odor! Não se assuste, rapidamente se acostuma, assim como pessoas que bebem pouca água ou as que bebem muita cerveja... Dizem que muita água pode prejudicar os rins. Ora, prejudicaria se essa água estivesse com outros componentes como sucos, chás etc, que teriam que ser filtrados... Pura, essa água somente irá limpar seus rins e seu organismo... Coloque água mineral de boa qualidade em um filtro de barro e veja como fica a “vela” do filtro. Como a água está limpa, o filtro também ira ficar... (pesquise sobre a função e o funcionamento dos rins)

Alimentação natural, a saúde ao seu alcance...

1 KL DE GRANOLA COM CASTANHA DO PARÁ E DE CAJU

1 KL DE AVEIA INTEIRA

1 KL DE GERME DE TRIGO

2 OU 3 COLHERES DE SOPA BEM CHEIAS DE FARINHA DE ARROZ (COMPRE ARROZ INTEGRAL E TRITURE, É MAIS GARANTIDO)

2 OU 3 COLHERES DE SOPA BEM CHEIAS DE LINHAÇA

2 OU 3 COLHERES BEM CHEIAS DE SEMENTE DE GERGELIM


MISTURE TUDO E TRITURE LEVEMENTE, SEM DEIXAR VIRAR PÓ, MANTENDO A CONSISTÊNCIA DAS FIBRAS. INGIRA COM IOGURTE NATURAL OU DE SABORES, NA PROPORÇÃO PALATÁVEL. SUBSTITUA LANCHES E REFEIÇÕES AO MÁXIMO. NO PRIMEIRO DIA DEVERÁ ACONTECER UMA REAÇÃO BRUSCA QUANTO À DIGESTÃO (LINHAÇA)... RÁPIDAMENTE SE REGULARIZARÁ...

EVITE CARNE VERMELHA, FRITURA, CONDIMENTOS E TEMPEROS INDUSTRIALIZADOS, EMBUTIDOS, ENLATADOS, ETC, ETC, ETC....

ALIMENTOS: QUANTO MAIS NATURAIS E MENOS MANIPULADOS/PROCESSADOS MELHOR...

Da página: www.saude.gov.br/nutricao

Conheça outros alimentos com propriedades funcionais:
Aveia: rica em fibras, pode diminuir o risco de desenvolvimento de câncer de cólon e auxiliar na diminuição dos níveis de colesterol ruim (LDL) do organismo quando ingerido diariamente (crua ou cozida).
Maçã: tem propriedades antioxidantes e é rica em fibras solúveis. A ingestão regular de maçã também ajuda a reduzir as taxas do colesterol prejudicial ao organismo, prevenindo problemas cardíacos.
Uva: a casca da uva, utilizada na preparação do vinho tinto e no suco de uva, contém fitoquímicos conhecido por terem quercetina, que aumenta o colesterol bom (HDL) no sangue, prevenindo doenças cardíacas. Dê preferência ao suco de uva em vez do vinho.
Brócolis: por ter substâncias bioquímicas conhecidas como indóis e isotiocianatos, previne alguns tipos de câncer e pode auxiliar na redução de colesterol.
mentes: ricas em gordura benéfica (insaturada) que auxilia no nível de colesterol bom (HDL) e diminui o ruim (LDL), auxiliam na prevenção de doenças cardíacas. São excelentes fontes de vitamina E e têm poder antioxidante.
Prebióticos e Probióticos
Prebióticos também são considerados alimentos funcionais. São definidos como suplemento alimentar constituído por microorganimos vivos que auxiliam no equilíbrio microbiano intestinal. Auxiliam no bom funcionamento do intestino e podem ser utilizado para combater a constipação ou no tratamento da diarréia. Bons exemplos de probióticos são os iogurtes, mas preste atenção: precisa ser iogurte com bactérias vivas --ou seja, com os prebióticos.
Os probióticos conhecidos são Bifidobacterium e Lactobacillus, em especial Lactobacillus acidophillus. Esses microorganismos são adicionados comumente no leite. Ao serem ingeridos, eles agem produzindo compostos como as citoquinas e o ácido butírico, que favorecem a presença de bactérias benéficas ao organismo e diminuem a concentração de bactérias e microorganismos indesejáveis.
Probióticos são alguns tipos de fibras contidas nos alimentos. São considerados a parte do carboidratos não digerível pelo organismo, podendo auxiliar na manutenção da flora intestinal, prevenindo a constipação intestinal e a diarréia. Uma outra propriedade é auxiliar na redução da absorção de açúcares e gorduras.
Uma dieta saudável é um dos passos para a saúde.
Andrea Galante é mestre e doutoranda em Nutrição Humana Aplicada pela Universidade de São Paulo, e presidente da Associação Brasileira de Nutrição. Escreve quinzenalmente na Folha Online, às terças-feiras.
Para saber mais consulte:
www.saude.gov.br/nutricao

 



Suco de luz do sol ou Suco de Clorofila

O suco de clorofila, extraído de grama do trigo, está começando a ser cada vez mais frequente nas casas de produtos naturais. O suco é ideal para pessoas que prezam a saúde, fazendo maravilhas ao organismo.A Clorofila contem enzimas que são fundamentais para a renovação das células, auxiliando inclusive na beleza. Outro grande benefício é a capacidade que ela tem de reconstruir orgãos e tecidos. A composicão proteica do suco desidratado e de 47,7%, composta por todos os aminoácidos necessários para o bem-estar humano. Entre eles, oito são indispensáveis: lisina, isoleucina, leucina, triptofano, fenilanina,treonina, valina e metionina. Esses aminoácidos produzem energia, combatem o envelhecimento, ajudam o crescimento corporal, ajudam no equilíbrio físico, mental e emocional, estimulam a digestão, ativam o cérebro, acalmam os nervos, limpam e regeneram as células do fígado e dos rins e, como se não bastasse, ainda ajudam no crescimento do cabelo. A clorofila também fortalece o sistema imunológico, normaliza a produção de hormônios, desintoxica o sangue, reduz os efeitos a exposição de radiação e age contra a arteriosclerose, obesidade, osteoporose e artrite, alem de ser utilizada em tratamentos contra o cancêr a Aids. E tem mais: ativa o funcionamento do coração, favorece o sistema vascular, o útero, os intestinos e os pulmões, alem de purificar o corpo, neutralizar as toxinas, dissolver cicatrizes dos pulmões e eliminar os efeitos do monóxido de carbono, presente principalmente em quem fuma.Coloque 2 maçãs  picadas sem sementes no liquidificador. Bata com a ajuda de um pepino como socador para auxiliar a extrair o líquido que mora dentro dos vegetais. Acrescente um punhado de  grãos germinados, folhas verdes comestíveis: couve, chicórea, hortelâ, o legume e a raiz escolhida na proporção indicada, variando ashortaliças sempre que possível e privilegiando as de produção orgânica. Coe num coador de pano e beba logo em seguida. E se delicie com a força da energia vital!

FOLHAS, GRÃSO GERMINADOS E FRUTAS NA PROPORÇÃO DA FIGURA. AO LADO


Entrevista com Ana Branco no Programa Alternativa Saúde, GNT


Como germinar grãos:

  1. Colocamos de uma a três colheres de sopa de grãos num vidro e cobrimos com água limpa.

  2. Deixamos de molho por uma noite (8 horas).

  3. Cobrimos o vidro com um pedaço de filó e prendemos com um elástico. Despejamos a água e enxaguamos bem sob a torneira.

  4. Colocamos o vidro inclinado num escorredor num lugar sombreado e fresco

  5. Enxagüamos pela manhã e à noite. Nos dias quentes é preciso lavar mais vezes

Os grãos iniciam sua germinação em períodos variáveis. Em geral estão com a sua potência máxima logo que sinalizam o processo do nascimento, quando ficam prontos para serem consumidos.

Sugestões de sementes:
Todas as sementes comestíveis, tanto pelo homem como pelos pássaros: girassol, painço, niger, colza, aveia, trigo, linhaça, arroz, soja, centeio, gergelim, grão de bico, amendoim, lentilha, nozes, castanha do Pará, amêndoas, ervilha, feno-grego, etc.


Fonte: http://wwwusers.rdc.puc-rio.br/anabranc/portugues/biochip_suco.html


Procurem por kefir ou tibicos, erroneamente chamados de sementes de cogumelos do sol. Regula e purifica o corpo e o sangue...

Então, o que é Kefir?

Extraído do sites: http://paginas.terra.com.br/saude/kefir/faq_preparacao.htm http://br.geocities.com/kefirbrasil/

Kefir [Kephir or Kefyr] é pronunciado kef é-er, Click aqui  para ouvir a pronuncia. Nomes alternativos Kefir; Kewra, Talai, Mudu kekiya, Kephir, Tibicos. omes Alternativos para Grãos de Kefir que fazem Kefir Tradicional ou de Leite: Tibetan Mushrooms, Yogurt Plant, Yogurt Mushroom, Yogurt Fungus, Snow Lotus, Kin-oko or Tane-oko (Japão), Tibetanischer Pilz (Alemanha). Kefir pronuncia-se [keff  é-er] é derivado da palavra keif turca para o qual traduz como “bom sentimento”, “sente de ser bem ou” sentir bem “. Kefir é uma bebida Probiótica de leite fermentado ou cultivado com Grãos de Kefir, refrescante que se originou nas Montanhas do Cáucaso Setentrional a muitos séculos atrás....O Kefir tem uma consistência cremosa uniforme, um gosto refrescante, levemente azedo , com um aroma suave de fermento fresco semelhante a cerveja. O Kefir também pode ter um sabor forte efervescente natural picante, se você deixar fermentar por mais de 24hs. ou a proporção entre Grãos de Kefir e a quantidade de Leite for diferente do Kefir Tradicional. Há uma variedade  aproximada de 40 compostos aromático, que contribui ao único e  raro sabor e aroma do Kefir. Kefir Tradicional só pode ser preparado cultivando Leite ( todos os tipos ) com Grãos de Kefir. Grãos de Kefir são uma mistura complexa de bactérias específicas e leveduras que tem uma relação simbiótica e harmônica.Grãos de Kefir não podem ser confundidos por grãos de cereais, por exemplo. Os Grãos de Kefir ou "grânulos" são de fato "uma cultura mãe" natural. A estrutura do grão (que eu me refiro é como uma bio-matriz), é criada pelos esforços de uma relação simbiótica, compartilhada entre uma mistura vasta de bactéria amigável específica e da levedura.Os grãos são uma massa gelatinosa branca biológica (biomassa), incluída de proteína, lipídios (gorduras) e um solúvel-polissacarídeo complexo o (* Kefiran). Estes micróbios não só criam esta bio estrutura de matriz, mas também são abrigadas pela muitas estruturas que eles criam; uma na superfície do grão (interior e exterior), ou encapsulados dentro da bio-matriz propriamente.

VIRTUDES DO KEFIR
 A principal virtude do Kefir é restabelecer a flora intestinal normal, tão importante para uma boa digestão e assimilação dos nutrientes ingeridos. Para compreender este efeito, vamos ampliar um pouco mais o tema. 
Quando a criança nasce, o intestino é estéril, mas, cedo são introduzidos microrganismos através do alimento. Em crianças que mamam, há grande numero de lactobacilos, gerando assim um pH inadequado para a proliferação de germes da putrefação. Em crianças alimentadas com mamadeira forma-se uma flora mais mista, sendo menos proeminentes os Lactobacilos. Quando se alteram os hábitos alimentares para o padrão adulto, a flora muda, pois a dieta tem uma marcada influência sobre a composição relativa da flora intestinal e fecal. Uma alimentação rica em proteína animal (ex: carne) produz putrefações intestinais; altera-se a flora bacteriana normal, aparecendo uma quantidade excessiva de germes da putrefação. No intestino superior do adulto predominam os lactobacilos, mas no Ílio inferior e o ceco, a flora é fecal.  As bactérias e leveduras do Kefir transformam a flora intestinal putrefativa, substituindo-a pelos bacilos láticos de propriedades anti-sépticas e que resistem ao pH muito baixo. Também produz as secreção de uma substância anti-putrida que persiste ainda após o desaparecimento dos bacilos. Quer dizer que muda a putrefação (prejudicial para o organismo humano) pela fermentação lática. Segundo investigações da Universidade da Prata, os microrganismos presentes no Kefir combatem particularmente a
Escherichia coli, temida bactéria responsável por afecções, com  a síndrome urêmico hemolítico, que pode ter conseqüências letais em crianças pequenas. O Kefir apresenta propriedades antivirais, antifúngicas e antibióticas, estimulando o sistema imunológicoEstá especialmente indicado em doenças do aparelho digestivo, tais como úlceras, colites ulcerosas, intolerância gástrica, etc. è muito útil em uso externo para patologias dérmicas (Acne, eczemas, psoríase, alergias, etc.), dado que é um poderoso anti-séptico que ajuda a curar ferida. Seu uso continuado produz muito bons efeitos em convalescença após graves doenças.( ONDE CONSEGUIR: O kefir é distribuído gratuitamente por quem os tem. Basta procurar na internet quem o ofereça. Não compre o kefir, a fim de evitar possíveis fraudes no fornecimento do produto e para não alimentar o mercantilismo. O kefir se reproduz rápida e facilmente, devendo ser distribuído de graça. )

fontes: http://www.cienciadoleite.com.br/kefir.htm

onde conseguir de graça:

http://paginas.terra.com.br/saude/kefir/obter_graos.htm

outros:

http://br.geocities.com/graos_de_kefir/origem.html

http://www.centrovegetariano.org/index.php?article_id=394

http://geocities.yahoo.com.br/kefirbrasil/index.html

Faça bom uso de sua sabedoria...

"Se alguém busca obter saúde, pergunte, em primeiro lugar, se futuramente ele está disposto a evitar as causas de sua doença— só depois procure ajudá-lo."

Sócrates.

As terapias não substituem as bases indispensáveis à boa saúde —boa alimentação e o estilo de vida.
Qualquer terapia é uma muleta que ajuda o organismo a se restabelecer.
Ela só vai fazer efeito duradouro se o doente mudar em sua alimentação em seu estilo de vida e em sua mente, os fatores que estão provocando seus problemas de saúde.


Fique com DEUS...