Gil Vicente, se estivesse vivo, não criticava apenas o povo, mas também os governantes deste pais, pois esses são os que mais erros cometem, com as suas regras, os altos impostos que pagamos....
Eu acho que é possível e isso reflecte um pouco no que o Helder Costa disse.
Se Gil Vicente estivesse vivo, criticava principalmente o governo Português e também o Povo.
Este, diria que algumas pessoas são egoístas, gananciosas e ambiciosas.
Penso que as suas criticas recairia presidente e na ministra da educação.
Quanto a vocês não sei, mas é isto que eu penso.
Diogo Pereira Nº9 9ºB EBI123Charneca de Caparica
Na minha opinião as críticas feitas por Gil Vicente no “Auto da Barca do Inferno” podem-se verificar em algumas situações da actualidade, pois algumas das personagens referidas na obra têm semelhanças a algumas classes sociais ou até a profissionais actuais. Como por exemplo a Alcoviteira poderá representar a classe das prostitutas ou Carolina Salgado; o Frade poderá representar os Padres Pedófilos, o Fidalgo poderá representar os políticos ou até mesmo a Ministra da Educação, o Onzeneiro poderá representar os Bancários ou até mesmo o Ministro das Finanças.
Beatriz Santos nº2 9ºB EBI Charneca de Caparica
Considerada pelo próprio autor como um “Auto de Moralidade”, o “Auto da Barca do Inferno” proporciona uma amostra do que era a sociedade das décadas do século XVI, fazendo a crítica com as personagens-tipo, que representam o comportamento comum a uma classe ou a um grupo profissional/social. Alguns dos assuntos que trata são ainda pertinentes na actualidade, pois ainda existe uma diferença entre classes sociais, em que uns vivem muito bem cheios de luxos e outros que vivem na miséria, que mal ganham para comer. Algumas das personagens-tipo podem representar ainda algumas personalidades actuais, por exemplo, o Fidalgo, que representa todos aqueles que vivem bem, cheios de luxos, o Onzeneiro, que representa os Bancos, que cobram os juros e o Corregedor e o Procurador, que representam os juízes e os advogados, respectivamente.
Fernando Cascão 9ºB E.B.O. Charneca de Caparica
Na minha opinião, se Gil Vicente vivesse neste tempo, teria o grande gozo de escrever a criticar o governo português, a educação, o estado do desemprego entre outras, porque no estado que estamos ele não hesitaria em escrever.
As críticas de Gil Vicente têm ainda alguma actualidade, porque todos os defeitos apontados pelo autor, como a luxúria e a vaidade estão presentes na sociedade actual.
Se fosse hoje Gil Vicente diria que desde aquele tempo a sociedade mudou bastante, talvez para pior, visto que as pessoas hoje em dia dão muita importância aos bens materiais, e já não tanta importância aos bens essenciais. A crítica residiria nas pessoas em geral, pois o pecado é comum a todas as pessoas, como o consumismo e ainda a vaidade.
Carla Tavares nº5 9ºA
Se Gil Vicente ainda estivesse vivo, não ia ter descanso em criticar a politica da actualidade. Mas as criticas referidas num livro que já foi escrito há alguns séculos ainda continuam ate aos dias de hoje e se pensarmos bem ainda vão continuar assim como o livro do Gil Vicente.
É que há pessoas que pensam que são perfeitas mas acabam por se enganarem no momento da verdade.
Eu penso que quem Gil Vicente criticaria mais na actualidade seriam os políticos.
Mas eu penso também que se não houvesse “maus” a vida também não tinha graça.
E acho que Gil Vicente tinha a mesma opinião para ter feito uma história cómica com essas criticas.
Isabel Tavares, nº12 , 9ºA, E.B.I. da Charneca de Caparica
Na minha opinião, a crítica de Gil Vicente pode perfeitamente ser actualizada abordando o mesmo tipo de assuntos como o desrespeito pelos mais fracos, a arrogância, a luxúria, desonestidade, roubo, corrupção, esquecendo um pouco a abordagem religiosa e a censura á religião judaica, pois na sociedade actual existe maior liberdade e maior respeito, não sendo considerados assuntos tão relevantes.
Gil Vicente, se ainda fosse vivo, teria muito que dizer sobre o que se passa por esta altura pois, existe muitos assuntos que este podia criticar.
Se a obra fosse escrita na época actual, as personagens que Gil Vicente escolheu teriam que ser adaptadas á sociedade actual. Sendo que, as pessoas que dirigem este país também seriam criticadas pois, cometem erros tal como nós.
A personagem que representa a Nobreza, na actualidade, seria substituída, na minha opinião pelo José Castelo Branco pela sua presunção e vaidade. O Onzeneiro que representa a Burguesia, poderia ser trocada pelos bancos portugueses. As crianças substituiriam o Parvo pela sua simplicidade e ingenuidade. O Sapateiro pode ser equiparado, na minha opinião, á actual Ministra da Educação pois também é desonesta com os alunos e professores. Indentificaria o Frade com o tão conhecido pela vida mundana, Zézé Camarinha. A Alcoviteira, na actualidade, poderia ser substituida pela Carolina Salgado devido aos seus roubos cometidos e sua antiga profissão. Não consigo equiparar o Judeu a nenhuma pessoa na sociedade actual pois, penso que a religião já não seja um factor tão relevante nos dias de hoje. O Procurador e o Corregedor podem ser equiparados ao advogado Jamil Chokr devido aos subornos e corrupção. O El Solitaiu poderia substituir a personagem Enforcado devido á sua vida criminosa. Os Quatro Cavaleiros poderiam ser substituídos pelos soldados que estão a defender o Iraque para a paz no mundo.
Seriamos actualmente criticados?
Gil Vicente, tendo como objectivo criticar a sociedade no séc. XVI, em grupos profissionais ou até sociais, fá-lo-ia actualmente de novo. Não individualmente, mas como fez na obra do “Auto da barca do Inferno”, ou seja, criticaria toda a sociedade.
Refiro também que a sua opinião sobre a sociedade seria mais precisa do que nunca porque, mesmo tendo já passado cinco séculos, esta continua pertinente ou ainda pior.
Mas quem é que Gil Vicente criticaria nos dias de hoje? Seria o povo ou quem governa tal país e gente? Na minha opinião, poderiam ser os dois, porque tanto o povo como os governantes de um país, cometem pecados para consigo e com os outros e julgam-se sempre canonizados. Mas será que a culpa de o povo ter pecados é de quem o governa? A resposta é não. Mesmo sendo o povo governado, existem pecados ou defeitos como o egoísmo ou infortúnio para uns com os outros, criados desde sempre pela população. Hoje em dia todas as pessoas arranjam um pretexto seja de que maneira for, para julgar ou maltratar outras pessoas, nem que seja só pela maneira como se vestem, ou por serem de uma sociedade inferior. Bem… Gil Vicente então criticaria a sociedade e o povo, não de igual maneira, pois o governo também permite coisas desumanas indeterminadas.
Em consideração, acho que poderia comparar a sociedade, actualmente, com algumas das personagens do “Auto da barca do Inferno”, por exemplo o governo compararia com o Fidalgo pois é uma personagem extremamente egoísta, que apodera-se da inocência dos outros, maltratando-os, julga-se algo que no entanto não é, e adora fazer o povo de servente, querendo que lhe obedeçam severamente. E nós, o povo, na minha opinião, seriamos o Pajem e o Onzeneiro. O Pagem por um lado porque é uma personagem domada pelo Fidalgo, fazendo tudo o que ele manda ou sugere, mas por outro é uma personagem que nunca cometeu nenhum pecado, o que não acontece com o povo actualmente. – Nós.
Seleccionaria o Onzeneiro também, porque maior parte das pessoas só pensam no dinheiro, estando cheias de tirania e pecado no coração.
Talvez precisemos de outra obra como a de Gil Vicente… Quem se iria atrever a escrever uma?
Na minha opinião, as críticas sociais de Gil Vicente da obra “O Auto da Barca do Inferno”, continuam, obviamente, actuais, ainda mais do que outrora. Isto deve-se ao facto da sociedade continuar a apresentar sinais de arrogância, luxúria, desonestidade, roubo, corrupção, egoísmo, prostituição e muitos outros aspectos. Comparando as personagens da obra à sociedade actual, posso afirmar que o fidalgo poderia ser um ministro, pois ambos vivem à custa de outros. No caso do onzeneiro, os bancos substituem o seu papel na perfeição pois os juros cobrados às pessoas são cada vez mais altos. O parvo, tal como na obra, na minha opinião poderia ser um deficiente mental, pois estes, infelizmente, por mais que o tempo passe continuam a ter perturbações mentais. O sapateiro, estando associado à corrupção comercial, pode ser um simples vendedor, pois estes, mais uma vez levados pela ganância, enganam os clientes, nos preços, nas medidas, nos arredondamentos. O frade poderia ser substituído por padres, embora actualmente como existem diversas carreiras e maior facilidade em segui-las, ser padre é um interesse vocacional que se está a perder. Portanto, penso que a maioria dos padres que existem actualmente, gostam, dedicam-se e entregam-se completamente àquilo que fazem, logo penso que estes não se podem associar aos frades da época. A alcoviteira continua a ser substituída pelas prostitutas. O judeu, na minha opinião, é a personagem mais difícil de enquadrar na nossa sociedade, pois eu também não tenho muitos conhecimentos acerca dessa religião. Pelo que sei, considero que na sociedade da época eles eram muito mal vistos pois não pertenciam à religião católica, todavia, actualmente estes são muito melhor aceites, pois além de considerar que o seu número diminuiu, Portugal apresenta um regime democrático, logo, cada um é livre de pensar e acreditar no que quiser. O procurador e o corregedor representam a justiça portuguesa, pois em muitos casos a vitima inocente não pode provar tal, pois a lei impõe tantas exigências que só com recurso a um advogado se pode dizer algo em sua justiça. Por vezes, tal como na obra, a justiça acaba por favorecer aqueles que têm dinheiro, pois apenas esses conseguem contratar os melhores advogados. O enforcado, podem ser os reclusos pois estes, tal como o enforcado, cometeram crimes mas actualmente já não são enforcados. Os quatro cavaleiros podem ser os militares/soldados, pois estes, tal como na obra continuam a combater pela paz, embora por vezes pense o contrário pois considero que a combater não se promove a paz.
Tiago Afonso, nº25, 9ºA - E.B.I Charneca de Caparica.
Penso que se Gil Vicente fosse vivo ainda teria muito para criticar. Um bom exemplo das criticas à nossa sociedade são os "Gato Fedorento" que apesar de, como Gil Vicente, criticarem personagens-tipo, centram a sua crítica em personagens individuais e importantes da nossa sociedade. Como por exemplo (e como já referiu a Beatriz), José Sócrates e outros ministros poderiam ser representados pelo Fidalgo, os Bancos poderiam ser representados pelo Onzeneiro, os padres pedófilos poderiam ser representados pelo Frade, entre muitos outros, que apesar de representarem cargos "novos" apresentam um comportamento que leva a um tipo de cómico semelhante ao de Gil Vicente.
Na minha opinião, as críticas feitas por Gil Vicente no “Auto da Barca do Inferno” está ainda muito presente no século XXI, sendo a vaidade, desonestidade, roubo, vigarice, prostituição, corrupção, ignorância religiosa, o crime e muito mais os temas ainda relacionados com a actualidade. Algumas das personagens referidas nesta obra, podemos comparar com profissionais ou classes sociais da actualidade. Temos o caso do Fidalgo, que representa por exemplo o Castelo Branco, pela sua vaidade. A Alcoviteira a Carolina Salgado, que é uma prostituta. O Frade os padres pedófilos, por terem uma vida mundana e uma má consciência religiosa. O Onzeneiro os Bancários, pela sua avareza e usura.
Se fosse hoje, Gil Vicente criticaria alguns membros da sociedade, principalmente os de alta sociedade, por terem uma vida boa.
A sua crítica seria dirigida aos políticos, sobre o actual estado dos impostos, falta de empregos e baixos salários.
Hugo, 9º B EBI Charneca de Caparica
Como toda a gente aqui já disse, se o Gil Vicente fosse vivo iria criticar o Sócrates, a Ministra da Educação, os Bancos, entre outros. No entanto já temos os Gato Fedorento a fazê-lo.
Daniel Martins, nº 6, 9ºB.
Na minha opinião as críticas que Gil Vicente fez com a peça “Auto da Barca do Inferno” as várias classes sociais do século XVI, ainda hoje se podem comparar com algumas classes sociais ou profissionais existentes por exemplo o Onzeneiro que se pode comparar com o director do BPN, o Joane (Parvo) pode ser comparado (agora menos) com a classe social baixa, media baixa e media alta, etc.
Na minha opinião as suas críticas cairiam sobre políticos, classes trabalhadoras corruptas e sobre pessoas VIP’s como Castelo Branco, Cinha Jardim, etc.
Beatriz Grilo nº3 9ºB EBI da Charneca de Caparica
Na minha opinião, as criticas feitas por Gil Vicente tanto dão para aquela época como para esta, pois o autor falava nas profissões e na classe social naquele tempo. Mas se vivesse hoje ainda era pior pois hoje em dia e tudo pior a falta de emprego as classes sociais pensam que são as maior mas engana-se pois todos temos os mesmos direitos quer seja trabalhar divertirmo-nos etc. era isso que o autor Gil Vicente queria passar para nos com esta peça.
Pedro Pinheiro nº22 9B, EBI da Charneca de Caparica
Eu acho que as criticas que Gil Vicente fez á muitos anos ainda hoje se podem aplicar. Muitas das críticas ainda se aplicam na actualidade e muitas outras apareceram devido ao passar do tempo. As críticas feitas aos frades ainda hoje se aplicam nos padres que violaram pessoas, assim como o fidalgo que hoje se compara com pessoas ricas que desrespeitam os mais pobres.
Nelson Pinto nº21 9B, EBI da Charneca de Caparica
Na minha opinião as criticas feitos por Gil Vicente na sua época ainda são bastante actuais, porque muitos dos pecados cometidos na sua obra ainda existem em grande número na nossa actualidade.
Adriana Rebelo 9ºA EBI CHARNECA DA CAPARICA
Eu acho que a crítica se manteria devido a os problemas a que Gil Vicente se refere continuam a ser praticados nesta altura e possivelmente ainda com maior gravidade.
Gil Vicente poderia criticar a Ministra da Educação e os seus regimes, as trafulhices do BPN. Será que vai a haver alguém com coragem e talento suficiente para igualar Gil Vicente? Era bom que sim para podermos ver se as coisas mudavam e fica aqui a minha opinião.
João Diogo Ferreira Santos Nº16 9ºB
Na minha opinião, a crítica de Gil Vicente é inteiramente actualizada, porque, aborda a mesma temática de “defeitos” para a sociedade do século. XVI das provenientes da do século XVI. Entre elas estão a corrupção, a tirania, a arrogância, a luxúria, o roubo, o desrespeito pelas outras religiões, a avareza, a exploração dos mais fracos, a má fé, a prostuitção, etc... No entanto alguns dos pecados enumerados anteriormente, ainda existem mas são praticados de forma mais leviana.
Se o famoso autor do “Auto da Barca do Inferno” ainda fosse vivo poderia reescrever a sua obra com personalidades do presente que as suas maledicências continuariam efectivas. Por exemplo poderia susbtiruir o Fidalgo, ou seja, a Nobreza por Paris Hilton visto que têm uma vida igualmente luxuosa e ostentada. O Onzeneiro ser substituido pelos Bancos que vivem repletos de dinherio e que são subordinados da população. O Sapateiro ser comparado com um Ministro visto que são todos desonestos e a Alcoviteira ser contejada com a Cicciolina que vivia da prostituição. Finalmente os Cavaleiros a qualquer pessoa que a sua vida seja a lutar pelos outros e pelas suas crenças, aqueles que o seu dia de trabalho é num campo de batalha.
Joana Fonseca nº9 9ºA – E.B.I. Ch. de Caparica
Tudo o que Gil Vicente criticava antigamente ainda pode ser visível na actualidade. Como a traição, roubo, má consciência religiosa e entre outros pecados cometidos. A sociedade do séc. XVII pouco muda da sociedade de hoje, ainda estão bem presentes todas as classes socais, o clero, nobreza e o povo são classes que ainda se observa bastante no país. As personagens criticadas por Gil Vicente são reflectidas em várias pessoas do País, o Fidalgo representa ainda as pessoas que melhor vivem no país, que têm melhor vida. O onzeneiro representa todos os bancos, pois são eles que fazem de tudo para receber mais dinheiro. O parvo representa um pouco do povo, o povo mais pobre de Portugal e outras personagens que neste momento não me lembro de exemplos visíveis no país.
Daniela Oliveira nº7 9ºB
EBI Charneca de Caparica
Crítica de Gil Vicente - será ela actual?
O Auto da Barca do Inferno é uma obra de evidente sátira social e que, através do seu cómico, critica a sociedade, denunciando tudo o que na opinião de Gil Vicente era merecedor de atenção e mudança. A obra é como que um "retrato" da sociedade portuguesa do séc. XVI. O escritor refere nela todos os pormenores que caracterizam as personagens, como a classe social a que pertencem, os seus vícios e impulsos intelectuais e religiosos. Pode-se assim dizer que Gil Vicente foi um corajoso denunciante da ingenuidade dos grandes, sem poupar a mais alta hierarquia eclesiástica. Devido a isto, e para conseguir abranger o máximo de características possível, o autor usou personagens-tipo, que iam desde personagens divinas a diabólicas, passando por todas as classes.
Na minha opinião, esta crítica ajusta-se aos dias de hoje. As personagens do Auto da Barca do Inferno podem ser encontradas, ainda hoje, no nosso dia-a-dia. Por exemplo... o onzeneiro, que emprestava dinheiro com juros de 11% (um autêntico roubo naquela altura), pode hoje ser comparado com os sistemas de crédito e juros aplicados. A alcoviteira, com as suas "meninas" e o seu jeito depravado, pode hoje ser comparada com os "chulos", que ganham a vida com a exploração e a gestão da prostituição. O procurador e o corregedor, que actuam sobre uma justiça segundo os seus princípios e interesses económicos, podem hoje ser comparados ao sistema judicial português, onde a justiça é muitas vezes difícil de se conseguir e sobretudo muito lenta.
A arrogância, a tirania, a ganância, a vaidade, a luxúria, a desonestidade, a usura, a prostituição, a corrupção e a burla são os pecados cometidos pelas várias personagens do Auto da Barca do Inferno e que os levaram a ser severamente punidos com o destino mais cruel, o inferno, e que os levaria a sofrer eternamente as consequências do seu modo de vida pecaminoso.
Raquel Pires nº3 9ºA
Eu acho que a critica se manteria devido a problemas a que Gil Vicente se refere continuam a ser praticados nesta altura e possivelmente ainda com maior gravidade.
Gil Vicente poderia criticar a Ministra da Educação e os seus regimes, as trafulhices do BPN. Será que vai a haver alguém com coragem e talento suficiente para igualar Gil Vicente? Era bom que sim para podermos ver se as coisas mudavam e fica aqui a minha opinião.
João Diogo Ferreira Santos Nº16 9ºB
Gil Vicente
Se Gil Vicente fosse hoje, da nossa sociedade criticaria da mesma forma que o fez naquela época, porque todas as características por ele criticadas nas personagens do "Auto da Barca do Inferno" continuam a existir na nossa sociedade.
Criticaria o povo, porque as pessoas cada vez são mais antipáticas, mais violentas e vai gerando um mau estar de toda a gente.
Também criticaria o governo, por aumentar os preços a tudo, pela taxa elevada de desemprego e também seria muito rigoroso ao nível de escolaridade.
Na minha opinião, se Gil Vicente vivesse na nossa sociedade acho que ele criticava todos os estratos sociais, como ele tenta retratar na sua obra, devido às atitudes e valores que a sociedade actual tem parecidas com a sociedade vicentina.
Teria como quase todas as opiniões, lançar fortes críticas ao governo e há alta sociedade deste país, mas também o resto da população não se safava das suas críticas.
Concluindo, se Gil Vicente vivesse agora teria o mesmo espírito crítico da sua época.
TIAGO MARQUES, 9ºE Nº21, ESCOLA EB 2 E 3 CELEIRÓS
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Se Gil Vicente ainda fosse vivo provavelmente as suas críticas iriam manter-se sem muitas alterações.
A sua obra é intemporal e, como tal as suas críticas permanecem actuais.
Penso que as suas críticas iriam abordar sobretudo a corrupção em Portugal, tendo como exemplo vários casos:
- corrupção no futebol onde as personagens-tipo poderiam ser os dirigentes desportivos;
- corrupção no governo onde a personagem-tipo poderia ser um político, um ministro implicado no caso Freeport.
Patrícia Lopes
9ºA
Escola Artur Gonçalves
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Gil Vicente criticaria...
Penso que Gil Vicente, na sua época, deveria ser um homem bastante corajoso, pois como sabemos, as suas críticas à sociedade eram muito fortes. Como podemos verificar, o mundo não evoluiu assim tanto como dizem. Já no tempo do Mestre Gil, o povo era explorado pelas classes sociais mais abastadas, homens e mulheres eram infiéis, existia a vaidade, a mania das grandezas, as mulheres "vendiam-se" e cometiam-se os maiores pecados.
As pessoas, em vez de se preocuparem com o seu carácter, pensam apenas nas aparências. Isso estará correcto? Claro que não! Todos se criticam uns aos outros e ninguém tem consciência ao que se pode habilitar no futuro.
Tenho uma opinião um pouco diferente dos meus colegas acima, pois acho que se Gil Vicente fosse vivo, não criticaria apenas os políticos, mas sim todas as pessoas gananciosas que se acham importantes e poderosas. Claro que criticaria também os políticos pelo mal que fazem à nossa sociedade, mas também as pessoas que, sendo capazes, não querem trabalhar e preferem receber o rendimento mínimo, vivendo às custas dos outros. Também as pessoas agarradas aos vícios, o desrespeito, os maus tratos e a falta de civismo...
A sociedade portuguesa continua, aliás está pior de ano para ano neste ponto de vista.
Acho as críticas de Gil Vicente extremamente actuais.
Se Gil Vicente vivesse nos dias de hoje, provavelmente ficaria escandalizado com a sociedade em que vivemos.
Penso que a sua obra é intemporal e bastante actual. Ele satirizava a sociedade do seu tempo, troçava do fidalgo, do onzeneiro, do frade, do sapateiro, da alcoviteira … enfim ! …
Gil Vicente acabou por satirizar as pessoas do seu tempo, mostrando a sua visão crítica da sociedade. Através da peça que estudei, foi possível traçar um quadro fiel das classes sociais apresentadas, dos seus hábitos, defeitos e virtudes.
Atendendo ao que analisei nas aulas e na peça de teatro que fui ver a Lisboa, posso considerar que a sua temática é bastante real. A peça fala da injustiça, da prostituição, da ganância, da usura, da vaidade, da presunção do estatuto social e de muitos defeitos de uma sociedade corrupta.
Se tivesse que comparar todo este mundo de corrupção com os dias de hoje, fá-lo-ia com alguma verdade, tendo em conta a posição que os nossos políticos e governantes máximos têm conseguido manter. Basta pensarmos em escândalos que nem nos passam pela cabeça, como por exemplo, o caso da Casa Pia, o caso Freeport, o caso do Apito Dourado, o caso do desemprego desenfreado que todos os dias vemos nas notícias, os casos de violência em permanente crescimento …
E mais não digo, pois fico triste por já termos sido um GRANDE PAÍS e … agora … temos de pensar que Gil Vicente tinha razão!
Rui Ramos - 9ºC
Escola Artur Gonçalves - Torres Novas
Actualidade da crítica de Gil Vicente
Em minha opinião, eu acho que se Gil Vicente vivesse hoje, na nossa sociedade, criticava os mesmos aspectos que criticou na sua época. Quase todos os aspectos negativos que Gil Vicente crítica através do “ Auto da Barca do Inferno”, ainda hoje são visíveis.
No auto, as personagens Corregador e Procurador representavam a corrupção nos tribunais e, ainda hoje, isso se nota, como é o caso do futebol entre outros. A personagem Alcoviteira, que representava a prostituição, ainda hoje existe e é um assunto também muito falado. O Frade, que representava o Clero, que levava uma vida mundana, tinha mulher, sabia dançar, e isso ainda se vê de forma camuflada em alguns padres no século XXI. Os altíssimos juros que são cobrados hoje pelos bancos, também foram alvo da crítica de Gil Vicente através do Onzeneiro. Mas, Gil Vicente, fê-lo de uma forma muito engraçada. Ele fazia as suas críticas, mas ao mesmo tempo fazia rir quem as lia. Uma expressão de Gil Vicente que caracteriza isto é “ridendo castigat mores”, a rir corrigem-se os costumes. O “Auto da Barca do Inferno” é um auto de moralidade, porque além de corrigir os costumes, faz-nos rir.
Gil Vicente fazia rir através da ironia e dos tipos de cómico.
Se eu estivesse na pele de Gil Vicente, nesta época, eu faria precisamente o mesmo que ele fez criticando os vícios e a hipocrisia desta sociedade.
Filipa Mendes
9ºC
Escola Artur Gonçalves
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Na minha opinião, se Gil Vicente estivesse vivo criticaria bastante o modo como está a ser gerido o nosso país, tal como criticou o modo como várias pessoas e vários níveis sociais viviam na sua época. Desde o desemprego nas fábricas e nas empresas, à corrupção, passando pela crise económica que todos nós vivemos.
Falando no desemprego, Gil Vicente criticaria o fecho de imensas empresas no nosso país. Todos os dias ouvimos nas notícias:” mais uma empresa que fechou, mais trabalhadores no desemprego”. Quanto à corrupção parece que continua, não só no futebol com o processo “Apito Dourado”, mas também no processo da Casa Pia, que parece não ter fim.
A crise económica continua a afectar vários sectores da sociedade, desde o fecho de empresas, a dívidas de vários milhares de milhões de euros que vários países deixam acumular.
Se Gil Vicente gostava tanto de criticar a sociedade do seu tempo, imagine-se se vivesse num mundo que está a entrar numa recessão e que está a afundar a vida de muito boa gente…
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Gil Vicente nasceu no reinado de D. Afonso V, alguns antes ou alguns anos depois de 1465 e faleceu entre 1536 e 1540. Ignorando-se a sua profissão e a sua condição social sabia-se que Gil Vicente era organizador de espectáculos realizados na corte. Alguns pensam que Gil Vicente terá sido um famoso ourives que teria construído a famosíssima custódia de Belém. A primeira obra do dramaturgo foi o “Monólogo do Vaqueio” e a última a “Floresta de Enganos”. Na obra “O Auto da Barca do Inferno” podemos observar que Gil Vicente criticava alguns aspectos da sua sociedade, como por exemplo a classe da nobreza que vivia como queria e tinha todos os luxos, que pensava que bastava rezar e ir à missa para ir para o céu quando morresse. Esta má consciência religiosa não é só característica da nobreza ,mas de quase todas as personagens que julgavam que as rezas, missas, comunhões, tinham mais valor que praticar o bem.
Gil Vicente se ainda fosse vivo iria criticar, do meu ponto de vista, tal como na sua época as mesmas classes sociais e praticamente os mesmos vícios e maus costumes.
Rui Pedro Oliveira 9.ºD
Agrup. de Escolas Artur Gonçalves de Torres Novas
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Gil Vicente, ao realizar este Auto da Barca do Inferno, fez com que este possa ser atemporal, este auto adapta-se a qualquer altura pois as personagens representativas das classes sociais daquela época e as existentes na actualidade apresentam características muito semelhantes.
Por exemplo, o Sr. José Castelo Branco poderia ser o Fidalgo. O José Castelo Branco é vaidoso, presunçoso, ridículo, ganancioso, convencido, “maniento” e acha que todos lhe devem obedecer e que tem poder sobre tudo e todos usando o seu dinheiro. vendo bem, existem muitas características semelhantes às do Fidalgo. Este também é vaidoso, presunçoso, ridículo, ganancioso, convencido e despreza os mais fracos. Poderia dar muitos mais exemplos mas achei que este era o mais explícito e engraçado. Assim, Gil Vicente tornou o seu auto, um auto de todos os tempos que apresentará sempre semelhanças à actualidade.
Diana Antunes
9ºD
Escola Secundária Artur Gonçalves
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EBI Charneca de Caparica, Almada |
ES / 3 Artur Gonçalves, Torres Novas |
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